Rede de Proteção Integral a Crianças e Adolescentes



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Internos fogem de ambulância de complexo da Febem”

Folha Online

Cinco internos do complexo Tatuapé da Febem (Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor), na zona leste de São Paulo, fugiram em uma ambulância na noite de terça-feira (7). Todos foram recapturados nas imediações.




Por volta das 19h, os internos renderam um funcionário e o motorista da ambulância em que estavam. O grupo era levado do ambulatório interno do complexo, onde havia recebido atendimento médico, de volta para a unidade 15, onde cumprem a internação.

Sem perceber que o veículo havia sido tomado pelos internos, funcionários abriram o portão e a ambulância saiu. Em seguida, a fuga foi percebida, e a ambulância cercada por policiais militares. Os adolescentes tentaram fugir a pé, mas acabaram detidos e reconduzidos à unidade.




Vila Maria



Nesta quarta-feira, um grupo de adolescentes promoveu uma rebelião no complexo Vila Maria (zona norte de São Paulo). Segundo informações preliminares da Febem, os internos subiram no telhado do complexo, mas a situação foi controlada após conversas com os diretores do local.



A assessoria da Febem não soube explicar as causas do tumulto.



08/02/2006 - 15h19

Mãe abandona criança em área de hospital e é presa no Rio”


Folha Online


Uma mulher de 32 anos foi presa na noite de terça-feira (7), após deixar a filha recém-nascida no estacionamento de um hospital em Bangu (zona oeste do Rio).



As duas haviam recebido alta horas antes da maternidade onde estavam internadas, na Baixada Fluminense. Segundo a Polícia Civil, após deixar a unidade, a mãe seguiu em um ônibus até Bangu.

Ela foi flagrada por uma enfermeira no momento em que deixava a criança ao lado de um carro, no estacionamento de um hospital particular. Pouco depois, teria voltado para buscar a criança, mas funcionários do hospital não permitiram que ela a levasse.

Presa e levada à 34ª DP, a mãe, que já tem outros quatro filhos, disse que sofre de depressão e que abandonou a menina por desespero, pois não teria condições de cuidá-la.


Segundo a delegada-titular Márcia Julião, o marido confirmou que ela estava deprimida.



A mãe foi autuada por abandono de incapaz, e a criança ficará sob responsabilidade do Conselho Tutelar. De acordo com a delegada, foi estabelecida fiança de R$ 500 para a mãe deixar a delegacia.



06/02/2006 - 14h42

Pai acusado de matar criança fica em cela isolada em MG”


Folha Online


O funcionário público Edmar Cláudio Vilaça foi preso em flagrante neste fim de semana sob acusação de matar a filha de 2 anos com uma faca, depois de tentar matar a mulher, em Ouro Preto (MG). Por medida de segurança, ele está preso em uma cela isolada.

Segundo a assessoria da Polícia Civil, o casal começou a discutir no final da tarde de sábado. Mesmo ferida, a mulher conseguiu sair da casa para pedir ajuda e está internada




Em seguida, Vilaça é acusado de ter mantido a filha como refém, sob ameaças. Policiais tentaram negociar com o funcionário público, mas, quando decidiram invadir a casa encontraram a menina já sem vida. Ela sofreu um corte no pescoço.



De acordo com a polícia, Vilaça disse que o crime foi motivado por ciúme. Ele foi autuado por homicídio e tentativa de homicídio.


Agência Estado - 11:51 - 05/02/2006

Pais suspeitos de matar o filho são presos em Porto Alegre”

Logo após o enterro do filho Lucas, de 2 anos, seus pais foram detidos como principais suspeitos de sua morte”



Porto Alegre - André Cardoso e Luciana de Souza Cardoso, ambos de 26 anos, pais do menino Lucas, de 2 anos, morto ontem em Porto Alegre, foram presos hoje à tarde, logo após o enterro do filho, acusados da morte da criança. Suspeitos desde que levaram o filho ao posto médico do bairro Lomba do Pinheiro, na periferia da capital gaúcha, com a alegação de que a criança havia comido uma melancia estragada. Segundo os agentes da Delegacia de Polícia para a Criança e o Adolescente Vítima (DPCAV), os exames médicos concluíram que Lucas morreu porque foi duramente agredido pelo pai.

O delegado Christian Nedel afirmou, após os exames feitos pelo Departamento Médico Legal (DML), que Lucas morreu devido a uma hemorragia interna causada por laceração hepática (lesão no fígado) e outros ferimentos internos.

Uma vizinha do casal, que tem dois filhos de três e quatro anos e que preferiu não se identificar, relatou que era comum ouvir os gritos de Lucas quando ele era agredido: "Tínhamos que jogar pedra no pátio deles para ver se paravam de bater no menino". No dia 23 de dezembro, também deu entrada no mesmo posto médico com fratura em um dos braços e várias lesões pelo corpo. O avô paterno de Lucas, Luciano Cardoso estava inconsolável com a morte do neto: "Quero que a lei seja aplicada com todo o rigor, mesmo que for constatada a culpa do meu filho. Não foi isso que eu ensinei a ele".

A indignação da vizinhança contra os pais era tão grande, que a Brigada Militar (polícia militar gaúcha), teve que isolar a residência para que André e Luciana não fossem linchados.


06/02/2006 - 22h02

Polícia apura se Conselho Tutelar foi omisso em morte de menino”


Agência Folha


O Conselho Tutelar de Porto Alegre vai ser investigado por suposta omissão no caso da morte, na última sexta-feira (3), de Lucas Andrei Cardoso, 2, vítima de maus-tratos.



Os pais do menino, André Aguiar Cardoso, 24, e Cristiane Cardoso, 26, estão presos, acusados pelo crime. O casal não havia constituído advogado



O Conselho Tutelar atendeu o garoto e advertiu os pais em dezembro, mas não informou o caso à polícia. O menino já estava morto quando foi levado pela mãe ao posto de saúde, na semana passada. Ela alegou que o filho morreu depois de comer melancia estragada.

De acordo com a polícia, depois que o laudo médico indicou hemorragia interna, a mãe assumiu que havia agredido o filho. Segundo o delegado Cristian Nedel, o Conselho Tutelar tomou conhecimento da situação do garoto em dezembro, quando ele foi atendido com o braço fraturado.




O Conselho Tutelar afirma que não avisou à polícia porque o exame médico não constatou que a fratura foi causada por violência. Além disso, parentes e vizinhos negaram que a criança fosse maltratada.


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