ReintegraçÃo cósmica. (Integral dos três livros juntos )



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Reintegração Cósmica Jan Val Ellam

TRILOGIA
QUEDA E ASSENÇÃO ESPIRITUAL


Livro I

REINTEGRAÇÃO CÓSMICA .
(INTEGRAL DOS TRÊS LIVROS JUNTOS )

Os Anjos Decaidos.

JAN VAL ELLAM.
.

Reintegração Cósmica
Longe no tempo, na noite dos milênios planetários, este Planeta Azul de um pequeno sistema localizado numa das bordas da galáxia, teve como destinação cósmica servir à confraterniza­ção de diversas raças planetárias. Ao mesmo tempo, nele seria construído um Portal cósmico de comunicação da nossa com outras galáxias.
Porém uma dramática ocorrência truncou a destinação do Planeta Azul e de outros mundos irmãos. Resultado: uma quaren­tena sideral, significando o isolamento da Terra da integração fra­terna na comunidade galática, e o retardo evolutivo de incontável número de individualidades.
Os detalhes deste relato, oculto no alvorecer da história plane­tária, e seu desenrolar até o momento presente — em que se prepa­ra, com a Transição Planetária, o momento da reintegração do Planeta Azul na comunidade dos mundos — constituem a saga sideral que a presente obra, ditada do Plano Espiritual, veio revelar.
Uma narrativa de dimensões cósmicas, que irá transladar a consciência do leitor para as rotas estelares em que operam os Grandes Seres que executam o Planejamento Sideral. E desvela os mistérios de nossa origem cósmica, do exílio planetário de uma considerável porção da humanidade terrestre, e de sua luta para retornar às estrelas de que são filhos.


Reintegração Cósmica

A reintegração de um indivíduo à sociedade, após o cumprimento de longa pena em cárcere isolado da vida social, requer cuidados no campo da psicologia e nos esclarecimentos que lhe serão prestados quanto ao que o espera no retorno à convivência com o mundo, impedida por força da lei.


Assim também, a reintegração de uma coletividade de indivíduos à sociedade cósmica, após o cumprimento de uma longuíssima e dolorosa penalidade - excluídos que fomos da convivência com as outras coletividades do cosmos igualmente requer cuidados e conhecimentos novos no campo da nossa pobre e frágil psicologia humana, bem como de esclarecimentos que precisam ser prestados quanto ao que a espera no retorno à convivência cósmica, desde há muitíssimo tempo impedida, por força de uma lei maior.
No orbe em que vivemos, congregados por força dos erros do passado espiritual, recebemos apenas mensagens e informações que não podemos entender plenamente em face de nosso frágil estado evolutivo, tanto tecnológica como espiritualmente.
Apenas a fé em algo maior, a convicção de que o todo não pode se resumir ao que é observado na ilha cósmica, leva as mentes de vanguarda a pagar, às vezes com a própria vida, por insistirem na busca da verdade, não se submetendo aos vícios mentais de suas épocas.
Prisioneiros das conseqüências das leis de causa e efeito, nós, habitantes reunidos há tanto tempo neste berço planetário tão querido - ilhados por nosso orgulho e postura de desamor e intolerância - precisamos preparamos para voltar a conviver com as populações dos mundos que nos cercam, as quais aguardam amorosamente o instante em que nosso mundo seja liberto.
Vamos, pois, empunhar os lenços brancos de paz e concórdia e acenar para o Mestre Jesus, pedindo para que a Terra seja, mais uma vez, integrada a essa convivência.
Para o mister de esclarecimento e reforço psicológico a todos nós, que seremos em breve reintegrados à convivência cósmica, é que este livro -como outros a serem lançados- foi produzido.
Jan Val Ellam

As informações existentes neste livro foram ditadas, na realidade, por diversos irmãos espirituais muito queridos ao nosso coração e que, sob os auspícios do Mestre Jesus, trabalharam na sua confecção, solicitando, entretanto, que seus nomes permanecessem no anonimato, porquanto também trabalhadores de outros campos de esclarecimento fraterno da seara do Cristo.


Jan Val Ellam

TRILOGIA QUEDA E ASSENÇÃO ESPIRITUAL

Livro I - Reintegração Cósmica

Livro II - Caminhos Espirituais

Livro III - Carma e Compromisso
Jan Val Ellan
Reintegração Cósmica


Trilogia: Queda e Ascensão Espiritual
Livro I Reintegração Cósmica

Livro II Caminhos Espirituais

Livro III Carma e Compromisso

Há lendas e histórias. O que não ficou registrado na história, não pode, como tal, ser percebido. Se dela não faz parte, não pode, a ela, pertencer.


Pouco sabemos da nossa história, enquanto comunidade planetária. Entretanto, teimamos por procurar no passado apenas o que o padrão atual da percepção moderna pode, como tal, perceber.
De duas, uma: ou o passado é o que imaginamos ou, simplesmente, ele não existe.
Triste e pobre padrão esse, através do qual o pensamento moderno tenta entender o passado. Este somente existirá se, à luz do que se pensa hoje, for inferior, em termos de evolução, às conquistas atuais. Se assim não se enquadrar, não poderá ser considerado.
Imaginemos, porém, que houve épocas no passado remoto que, por não poderem ser percebidas através de certos tipos de registros - como tais os que julgam os padrões de análise do presente - passaram, ao longo do tempo terrestre, a título de lendas. Mesmo tendo sido verdade, tais fatos perderam-se na noite dos tempos e deles somente teremos notícias místicas até que os seus registros encontrem guarida nas concepções atuais dos padrões científicos.
Tentar perceber o passado através de paradigmas construídos no presente é o mesmo que impedir a ocorrência do futuro devido à incapacidade de se imaginá-lo agora. No entanto, o futuro ocorrerá de qualquer maneira, possamos imaginá-la ou não. Da mesma forma, o passado. Ele existiu - em certas épocas - em níveis bem mais complexos que os atingidos pelo pensamento científico moderno, possamos percebê-la ou não.
Desse passado, devido às mudanças profundas da geologia planetária, somente teremos notícias concretas assim aceitas pelos padrões atuais - em futuro breve, quando atingirmos níveis tecnológicos de pesquisa ainda mais complexos. Por enquanto, dele somente poderemos ter notícias místicas. Segundo a Espiritualidade Maior, não há outra forma de nos prepararmos para as grandes revelações que ocorrerão.
O que vemos de um iceberg pouco representa da sua totalidade. Assim é o passado terrestre: dele somente percebemos o que, pela nossa visão, no presente, pode ser alcançado.
Os livros que compõem a presente trilogia a saber: Reintegração Cósmica, Caminhos Espirituais e Carma e Compreensão são como recados amorosos que poderão ser tidos, para muitos, à conta de notícias místicas do passado. Que assim seja.
O importante é que exercitemos o nosso espírito na postura humilde de reconhecermos que pouco sabemos. Se o que será informado nestes livros for tomado por lendas ou histórias, pouco nos afeta e importa. O tempo se encarregará de melhor classificar.
Dissertar a respeito da história da civilização terrestre é referir-se a um certo contexto cósmico de queda existencial de certas comunidades planetárias que em passado remoto foram trazidas para a Terra. Mas, como falar a esse respeito no presente momento das conquistas tecnológicas, se sequer sabemos ao certo se existe vida fora do nosso planeta?
Explicar as diversas etapas que compõem um período histórico bem mais longo e complexo das conquistas e problemas da humanidade terrena é comentar acertos e desacertos milenares das individualidades que foram congregadas na Terra.
Entender o presente com base nesse passado é percebê-la como etapa final de todo um processo coletivo existencial que permite, agora, a ascensão dos que um dia quedaram seus espíritos em um brutal e equivocado estacionamento evolutivo.

Reintegrar-se a uma situação existencial antes vivida é o que está prestes a ocorrer com boa parcela da população terrestre. Um pouco mais e o "passado perdido" se potencializará diante dos olhos do presente.


De nossa parte, obrigamo-nos a considerar as informações aqui presentes como comentários despretensiosos de "notícias do céu sobre as coisas da Terra". Despretensiosos porque recebidos e retransmitidos por um homem do mundo com seus limites e fragilidades, mas que, ainda assim, consegue perceber, de forma precisa e inconteste, a real procedência dessas informações.
Aos irmãos e irmãs em curso de evolução na Terra, oferecemos estas informações com carinho.
Que o Mestre dos Mestres nos abençoe o esforço redentor.
Jan Val Ellam


Índice
Introdução 8

Esclarecimento 10

Para reflexão do leitor 11

1. Isolamento Cósmico 12

1. Convivência Interplanetária 12

2. A Rebelião do Orgulho 16

3. Decisão do Mestre 20

4. Isolamento Terrestre 23
2. Acompanhamento Cósmico 26

1. Exílios Interplanetários 26

2. Desvio de Rota 30

3. Ajuda Fraterna 33

4. Orgulho Espiritual 51

5. Novos Débitos 53

6. Persiste o Isolamento 57
3. Reintegração Cósmica 59

1. Esforço e Aprendizado 59

2. Preparação Necessária 62

3. Prelúdio da Unidade Planetária 68

4. Fim da Quarentena Cósmica 70

5. Contexto Cósmico 72


Passado e Presente 76

Cronologia dos eventos 79

Esclarecimento Estratégico 81

Contexto Filosófico – Espiritualista 81

Contexto Cósmico 82

Contexto Terrestre 82

Contextos Elucidativos 82

Contextos Doutrinários 82

Contexto Histórico 83

Contexto Religioso 84


Projeto Orbum 85


Introdução

A reintegração de um indivíduo à sociedade, após o cumprimento de uma longa pena em cárcere isolado e distante da vida social, requer e necessita de cuidados no campo da psicologia e nos esclarecimentos que lhe serão prestados, quanto ao que o espera no retorno à convivência com o mundo, desde há muito impedida, por força da lei. Da prisão em que se encontrava, cercado pelo mundo externo à sua realidade aparente, dele apenas recebia mensagens e informações que as mais das vezes sequer podiam ser entendidas, devido às limitações impostas pelas fronteiras da prisão.


Uma espécie de sonho o levava a se preparar interiormente, através de um sentimento de fé, longamente sustentado, para que um dia, após o cumprimento da pena, pudesse voltar à convivência com os irmãos que, livres de problemas com o passado, evoluíam em seus agrupamentos sociais .
A reintegração de uma coletividade de indivíduos à sociedade cósmica, após o cumprimento de uma longuíssima e dolorosa penalidade - excluídos que fomos da convivência com as outras coletividades do cosmos igualmente requer cuidados e conhecimentos novos no campo da nossa pobre e frágil psicologia humana, bem como de esclarecimentos que precisam ser prestados quanto ao que nos espera no retorno à convivência cósmica, desde há muitíssimo tempo impedida, por força de uma lei maior. No orbe em que vivemos, congregados por força dos erros do passado espiritual, a nossa ilha cósmica recebia apenas mensagens e informações que, não podendo ser entendidas e verificadas devido a nosso frágil estado evolutivo, tanto no plano tecnológico como no espiritual, levava-nos a sonhar com um futuro planetário que somente na fé encontrava guarida.
Muitos que, de dentro da prisão planetária, sonhavam com esse mundo externo, tinham sua sensibilidade sufocada pelos estreitos e limitados padrões disponíveis do conhecimento das épocas terrenas e restrito às fronteiras da prisão. Assim, tantos foram queimados nas fogueiras da ignorância dos valores transitórios que dominaram certos períodos da história terrestre.
Apenas a fé em algo maior, a profunda e inabalável convicção de que o todo não podia se resumir apenas no que pudesse ser observado na ilha cósmica, levaram as mentes de vanguarda a pagar, às vezes com a própria vida, por insistirem na interminável busca da verdade, não se submetendo aos conceitos e caprichos menores e aos vícios mentais de suas épocas.
Prisioneiros das conseqüências das leis de causa e efeito, nós, habitantes reunidos há tanto tempo neste berço planetário tão querido - ilhados por nosso próprio orgulho e teimosia em assumirmos a postura do desamor e da intolerância - precisamos preparar-nos para voltarmos a conviver com as populações dos mundos que nos cercam.
Para esse mister de esclarecimento e reforço psicológico a todos nós, que seremos reintegrados à convivência cósmica, é que muitas obras desse e de outros gêneros estão sendo produzidas por muitos trabalhadores da seara do Mestre, a fim de facilitar o entendimento do que já está ocorrendo com o nosso orbe.
Diversas civilizações planetárias aguardam amorosamente o instante em que nosso mundo, livre dos grilhões do passado e da quarentena cósmica que lhe foi imposta para que os eflúvios nocivos que nele habitam não influenciassem outros mundos, esteja liberto e aberto à convivência fraterna com todos os que constituem a sociedade do cosmos.
Vamos, pois, empunhar os nossos lenços brancos de paz e concórdia e acenar para o Mestre Jesus, pedindo para que a Terra seja, mais uma vez, integrada à convivência cósmica, tornando, então, realidade sonhos tão longamente acalentados.
Que o Mestre nos ilumine e inspire a todos na busca do ideal fraterno, e que possamos dar as boas vindas aos irmãos de outros orbes, os quais, em nome da Fraternidade Cósmica, aqui vêm cooperar com seus irmãos terráqueos.
Jan Val Ellam


Esclarecimento

O que aqui vai ser lido é o que nos foi informado. Não é nossa opinião pessoal. Esta é muito pequena frente à grandiosidade dos fatos que serão expostos. Nem sequer porta-vozes somos. Não temos estatura espiritual para tanto. Somos simples mensageiro de um recado amoroso de irmãos mais velhos e experientes para seus irmãos em curso de evolução na Terra.


As informações existentes neste livro foram ditadas, na realidade, por diversos irmãos espirituais muito queridos ao nosso coração e que, sob os auspícios do amor do Mestre Jesus, trabalharam na sua confecção, solicitando, entretanto, que seus nomes permanecessem no anonimato, porquanto também trabalhadores de outros campos de esclarecimento fraterno da seara do Cristo.
Do nosso lado, ou seja, dos encarnados, muitas mãos e cérebros se congregaram em torno deste trabalho. A todos, o nosso reconhecimento.
A bem da verdade, o nosso nome aparece como autor apenas porque assim o exigem as responsabilidades do mundo em que vivemos, o que, a rigor, infelizmente, pode descaracterizar a essência e o significado das presentes linhas.
Finalizando, a nossa admiração e homenagem a todos os que trabalharam na edificação do presente trabalho, como também em todo um conjunto de obras a ser publicado, referente a um processo que ainda está por vir e que não tarda.

Atlan, 21 de setembro de 1991.


Jan Val Ellam

Para Reflexão do Leitor

O Espírito age onde há boa vontade.
O amor pode existir em corações católicos, protestantes, espíritas, budistas, islamitas, não-religiosos, desde que haja sentimento fraterno.
A sabedoria se faz mais presente onde menor é a influência das fronteiras das limitações do entendimento humano e de: suas divisões filosóficas e religiosas.
O assunto aqui tratado, se observado através de algum fator limitante, sob esta ou aquela ótica doutrinária em particular, seguramente será percebido apenas com a angulação, as cores e o caráter que lhe atribuir o senso do observador.
Ao contrário, se o conhecimento se der livremente, a percepção voará alto, tão alto quanto permitam as asas da sensibilidade espiritual de quem desejar, realmente, ultrapassar seus preconceitos e limitações. Ultrapassar, enfim, seus próprios limites.


1. Isolamento Cósmico

1. Convivência Interplanetária

De há muito já estava determinado pelos Conselhos Siderais que o mundo azul de um pequeno sistema planetário, localizado em uma das bordas da galáxia, iria ser novamente palco de mais uma peça da vida cósmica, após solucionados diversos problemas lá ocorridos em tempos imemoriais.


Provenientes de mundos afins, muitas individualidades espirituais, na posse de seus corpos físico-materiais, iriam ser conduzidas para o planeta azul, onde haveria a grande confraternização, através do trabalho realizador, de diversas raças planetárias evoluídas. Tal era uma das principais destinações cósmicas daquele mundo.
No tempo devido, novos humanóides, especialmente preparados para esse mister, iriam ser trazidos para a Terra, a fim de que fossem realizados outros testes de adaptação, servindo, ao mesmo tempo, como forma de povoação inicial e preparação de mais uma etapa para o futuro planetário.
Alguns dos sistemas de mundos comandados pelo Mestre dos Mestres iriam contribuir para o enriquecimento da experiência existencial que estava sendo promovida sob Sua coordenação amorosa.
Alguns mundos dos sistemas de Antares e Tao Ceti, que tinham afinidade vibratória com a situação energética do mundo azul, preparavam-se para enviar grandes levas de seus filhos planetários para o planeta longínquo no canto da galáxia.
Seres já bastante experientes e desenvolvidos iriam contribuir para uma nova etapa na edificação da vida físico-material pensante, em mais um planeta dos sistemas guardados e coordenados pelo amor do Mestre.
Planos, metas, esforços, sonhos e disposição para o trabalho edificante eram a tônica de todos os seres que estavam envolvidos, direta ou indiretamente, com o projeto planeta azul.
Representantes das altas hierarquias celestes que administram, juntamente com o Mestre, os sistemas que Lhe cabem na organização universal, orientavam os mentores dos mundos envolvidos no planejamento, execução, coordenação e controle de todo esse processo de edificação planetária.
Seres de diversos níveis dos muitos escalões espirituais doavam amorosamente todos os seus esforços e habilidades para que tudo saísse a contento.

Miríades de trabalhadores espirituais já se encontravam insta

ladas nos ambientes espirituais circundantes ao planeta azul, coordenando todo o longo trabalho da geologia planetária para que novamente brotassem as condições de vida necessárias à aclimatação do tipo de humanóide que, por sua vez, estava sendo desenvolvido em outras paragens siderais e que seria conduzido, no momento adequado, para o início do povoamento planetário.
O esforço conjugado de milhares de entidades que trabalharam apenas em mais uma fase de estudo e preparação daquele mundo para a edificação da vida pensante estava, por fim, rendendo os primeiros frutos.
Idéias, planejamentos, ajustes, testes e o quanto mais necessário ao implemento da vida humana naquele mundo, sendo coordenado pelos muito altos e digníssimos representantes do Mestre, os quais, incessante e amorosamente, a tudo observavam e ajustavam, dentro do que fora determinado e orientado pelo Mestre Maior dos Mundos, o qual, por seu turno, supervisionava tais atividades.
Grande era o intercâmbio entre todas as áreas administrativas ligadas ao processo.

Viagens interplanetárias e intersistêmicas; conselhos de mundos reunidos aqui e ali para análise e providências; estudos e experiências de vibrações energéticas para o ajuste necessário ao padrão dos seres que iriam habitar o novo mundo; adequação das condições ambientais deste ao referido patamar vibracional dos que para lá iriam ser deslocados; comunicações e intercâmbio de dados e informações de toda ordem para a consecução da grande tarefa; enfim, trabalho por todos os lados.


Tudo estava preparado para o início do processo de integração cósmica de mais um mundo ao grande concerto da vida universal no padrão vibratório físico-material.
Mais uma casa planetária iria ser ligada à grande rede universal da convivência fraterna. Mais um mundo iria fazer parte do contexto da coexistência cósmica. Tudo estava pronto para a chegada dos primeiros humanóides que, equivocadamente, alguns segmentos da cultura científica da atualidade vêem como sendo descendentes de certo ramo animal da Terra.
Por não terem certeza absoluta quanto ao tipo de humanóide que melhor se adaptaria às condições planetárias, os Arquitetos Universais criaram vários grupos distintos no que se referia ao porte e certos detalhes de sua condição biológica.
Há cerca de aproximadamente três milhões de anos terrestres aportaram as primeiras levas de seres que serviriam para os testes e ajustes iniciais de mais uma etapa existencial a ser desenvolvida na Terra.
Com o passar do tempo e após muitas tentativas ocorridas ao longo dos milênios, com suas múltiplas épocas e períodos geológicos, há cerca de um milhão de anos, quatro grupos distintos, já bastante melhorados porquanto resultantes das múltiplas experiências anteriores, foram trazidos para a Terra a fim de se adaptarem às condições climáticas e, em especial, à questão gravitacional, que muito influía nas pesquisas de então. Ao final do período de testes e ajustes, seria decidido se um, alguns ou todos os grupos permaneceriam no planeta. O que desse processo resultasse, seria, em verdade, a base de humanóides que - juntamente com seres mais evoluídos que viriam em um segundo momento - formaria a humanidade futura.
Cerca de quarenta mil humanóides se dividiam entre os quatro grupos, cujos portes variavam entre sessenta centímetros a dois metros de altura, possuindo todos pele estranham ente acinzentada. Foram transportados em verdadeiros comboios siderais e aportaram na Terra há uns novecentos e cinqüenta mil anos.
As eras foram se sucedendo, sob o acompanhamento dos mentores e mestres que, de bases de apoio estrategicamente distribuídas pelo planeta - para receber as visitações periódicas de naves de serviço e transporte de ou nas equipes - a tudo observavam. Os humanóides que estavam espalhados pela Terra, com a adaptação às condições de alimentação, clima e esforço físico cotidiano, foram adequando a sua condição muscular à gravidade terrestre, havendo, também, modificações acentuadas na pigmentação da pele, aumento de pêlos em alguns grupos específicos, bem como outras modificações biológicas que no futuro devem ser melhor explicadas.
A essa altura, espíritos simples e ignorantes - em termos de experiências existenciais racionais e de responsabilidade cármica - criados pelo Pai Amantíssimo para iniciarem a longa jornada evolutiva da ascensão espiritual na Terra, estavam aptos a começar a encarnar nos corpos resultantes dos cruzamentos desses humanóides. Aqueles seres que aportaram na Terra ainda sem a luz a divina a iluminar-lhes a fronte, mas já preparados para receberem a grande herança existencial do amor do Pai - a capacidade de pensar e de sentir e a conseqüente responsabilidade energética decorrente de tais potencialidades - começavam a ter, entre seus rebentos, gerações e mais gerações que se melhoravam a cada ciclo.
E as encarnações de tais espíritos simples e ignorantes nos humanóides da Terra começaram, garantindo-lhes, ao mesmo tempo, o apanágio da razão e a obrigação de responder por seus atos - tudo isso, evidentemente, em termos compatíveis com seu estado ainda primitivo, mas já potencialmente capaz de se desdobrar num amplo livre-arbítrio responsável à luz das leis cármicas que presidem os destinos da criação.
Todo o processo de ascensão dos humanóides terrenos era acompanhado pelos Conselhos Celestes e, quando se firmou a certeza de que o processo de semeadura levado a efeito na Terra já garantia a colheita dos frutos programados e esperados, foi dado o sinal verde para a chegada de equipes de seres mais evoluídos para conviverem diretamente com os já existentes. Assim, há cerca de oitocentos mil anos, começaram a chegar diversos grupos de seres de outros planetas, com suas naves e equipamentos, estabelecendo aqui colônias comunitárias. Entes de diversas origens planetárias, com suas características corporais específicas, passaram a povoar o planeta.
Esses irmãos, adrede preparados tanto em seus corpos materiais como em seu condicionamento energético-vibratório, atendendo à solicitação dos Grandes Arquitetos Universais, mas sempre por decisão pessoal, aqui vinham com o objetivo maior de ligar a Terra à grande rede da convivência cósmica. Os cidadãos cósmicos que para cá imigraram estavam aptos a realizar, em algumas dezenas de milênios, a edificação, no planeta, de uma das grandes bases de saída da nossa galáxia rumo ao espaço exterior, para contato com outras civilizações mais distantes.
Esse portal cósmico, que na Terra estava para ser edificado, tinha como grande objetivo justamente congregar no nosso mundo equipes de trabalho de diferentes origens planetárias para conviverem e trabalharem neste planeta-plataforma para vôos siderais. Utilizando um processo de alavancagem resultante da interação dos campos magnéticos do Sol e de Júpiter, conjugados com outros provenientes de algumas estrelas e planetas da Constelação do Centauro, tudo isso trabalhado por uma tecnologia ainda por ser alcançada pela mente humana da atualidade, as naves que da Terra saíssem em direção ao espaço exterior à nossa galáxia, em algum ponto do trajeto encontrariam, provavelmente, o que nos dia de hoje a atual física relativista e a física quântica de vanguarda chamam de buracos de verme, espécies de microtúneis entre dimensões paralelas espalhadas pelo cosmos, que serviriam de atalho para outras estrelas, outras galáxias e mesmo para outros universos, se é possível falar assim.
Por essa época, ou seja, o momento da chegada das diversas levas de equipes e naves de seres mais evoluídos, os humanóides, já dotados de raciocínio, encontravam-se distribuídos em diversas pequenas comunidades que, embora ainda muito atrasadas, alcançariam rápido progresso, graças à convivência fraterna com irmãos de bagagem existencial tão adiantada.
Esse era o grande e magnífico plano das altas hierarquias celestes para o mundo azul que se situava em uma das extremidades da galáxia.
Incontáveis espaços de tempo na escala cósmica foram levados a efeito no estudo, planejamento, preparação e início de execução de tão grandioso projeto.
Milhões de individualidades envolvidas de forma direta e indireta com o projeto Terra muito trabalharam e se esforçaram dando contribuições valiosas para que tudo corresse a contento.
A atenção de muitos sistemas de mundos, incluindo alguns de outros sistemas crísticos, ou seja, outros sistemas de mundos governados por seres de posição hierárquica semelhante ao Mestre dos Mestres, estava voltada para. aquele minúsculo planeta, o qual, devido a sua condição espacial, iria servir de porra de saída e entrada naquela parte da galáxia, para a convivência com outros sistemas galácticos.
Esse portal magnético que serviria a uma quantidade inimaginável - para nós, terráqueos - de sistemas de mundos de parte da nossa galáxia, há muito sonhado por toda a comunidade da Via Láctea, iria, finalmente, ser concluído, esperando-se o iminente início de suas atividades como trampolim para os deslocamentos extragalácticos.
Tudo era festa e homenagens ao Grande Mestre, que a todos coordenava com Seu inigualável senso de sabedoria e amor.
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