ReintegraçÃo cósmica. (Integral dos três livros juntos )



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4. Mestres Da Humanidade

1. Jesus, "O Capelino"

Partindo da ótica terrena, como responderíamos à indagação: quem é Jesus Cristo? Será que a resposta a esta pergunta, sob a nossa pobre e distorcida ótica, seria igual, parecida ou mesmo semelhante às respostas daqueles que lá do alto, partindo de uma ótica cósmica, responderiam a tal questionamento?


Para os que estão fora do contexto terrestre, será que esses forneceriam a mesma resposta que nós a respeito de quem é Jesus?
Apesar de chamarmos Jesus de Deus e eles, os extraterrestres, não O tratarem dessa forma - eles O tratam amorosamente por Mestre, Mestre dos Mestres ou Irmão Maior, conhecedores que são da real procedência e situação cósmica de Jesus -, eles O respeitam, admiram, amam e seguem Seus ensinamentos muito mais que nós, apesar de O chamarmos de Deus.
O que mais escutamos nos últimos anos, desde que passamos a ter contato mais maduro e direto com a equipe de irmãos espirituais e de outros orbes que têm como missão esclarecer aspectos da Verdade. de acordo com a capacidade de percepção e entendimento da comunidade planetária terrena, era que o Mestre Jesus desejava que O tratássemos com a máxima simplicidade possível pois essa era a Sua vontade.
Nunca nenhum desses irmãos referiu-se ao Mestre Jesus como Deus ou alguma espécie de Deus. Ao contrário. Por desejo expresso do próprio Mestre, a distância que O separa do Pai sempre foi deixada transparecer nas comunicações. E se mais claro não se tornava o assunto, não era por hesitação ou desconhecimento da equipe que da espiritualidade dirigia os trabalhos, mas sim devido à cultura religiosa da equipe de encarnados que, como todo mundo, necessitava de algum preparo para superar as próprias inclinações interpretativas, conforme o arcabouço de conhecimentos equivocados já adquirido ao longo do tempo. Ou o velho se educa e se afina com o novo ou, inexoravelmente, para que o novo conhecimento possa potencializar-se, o velho terá que deixar de existir.
Assim, a equipe do Mestre que nos orientava os trabalhos, longa e vagarosamente preparou a todos nós para que recebêssemos as informações pertinentes à postura simples, amiga e amorosa do Amigo Maior Jesus.
O interessante é que em nada a figura de Jesus diminuía frente os nossos olhos pelo fato d'Ele não ser Deus. Ao contrário. Sua beleza e majestade espiritual tornava-se maior, ainda porquanto, UNO com o Pai. Ele não é Deus mas sim uma espécie de Personificação do amor do Pai, individualizada ou plasmada em uma personalidade singela, em um Espírito de Escol, que na Sua jornada, enquanto espírito individualizado e eterno, quando encarnado na Terra, ficou conhecido como Jesus.
Mas quem seria Jesus frente a ótica cósmica? Quem seria Aquele espírito que, encarnado no corpo de um homem terrestre e no meio do aparente domínio das trevas e ignorância espiritual, venceu as inevitáveis influências do mundo agindo como se estivesse no céu? Amou todo tempo, a tudo e a todos, nada pedindo, somente dando, até a própria vida terrestre através de sofrimentos inenarráveis.
Segundo a Espiritualidade Maior, Jesus é, na realidade, Um Espírito de Escol que, UNO com o Pai, personificou e individualizou em tempos idos a cada um de nós - ovelhas do rebanho celeste que Lhes foram confiadas - quando de nossa criação espiritual, sendo, portanto, uma espécie de Padrinho Espiritual frente ao Pai de todos nós.
É como se fosse um pai. Mas, pai não é, porquanto esse é o papel de Deus, Pai Amantíssimo. O Mestre é um dos Seus Prepostos Celestes. É como se fosse irmão. Mas, irmão não é, em termos de linguagem terrena, porquanto nos criou conjuntamente com o Pai. Mas, em tendo sido criado também pelo Pai, posto que é uma das personalidades de Sua Personificação, é nosso Irmão pois somos todos gerados por um mesmo Pai.
A forma ou maneira como nós O percebemos é produto direto do que podemos compreender a Seu respeito. Se muito pouco compreendemos, menos ainda saberemos a respeito da Personalidade Celestial do Mestre Jesus. E se pouco sabemos e, se o pouco que sabemos e com algumas distorções diz respeito apenas à personificação desse espírito maravilhoso na Pessoa de Jesus, como podemos ter afirmado, com tanta certeza, ao longo desses dois milênios, conclusões dogmáticas e/ou formas-conceito inquestionáveis a respeito do Mestre?
Se Seus assessores que aqui vieram nós os transformamos em Santos imaginemos, pois, o que não fizemos no caso de Jesus?
Alguém já o disse, quando da contemplação do céu em uma noite estrelada, que se o homem não é capaz de assimilar em seu cérebro e na sua alma a grandeza da obra da criação universal, como poderá intentar compreender ou entender Aquele que a criou?
Dizemos nós que se não podemos ainda perceber claramente sequer a obra amorosa e grandiosa do Mestre, como podemos perceber a grandiosidade do espírito de Escol que encarnou na Terra, por amor aos homens, testemunhando a paz, o amor e a fraternidade entre todos?
Se ainda pouco sabemos a respeito de Jesus, que podemos pois, afirmar, a respeito de Seu Espírito Eterno?
Quem é, efetivamente, Aquele que encarnando na Terra ficou conhecido como Jesus?
Quem é Aquele que, submetendo-se a processo encarnatório tão penoso em planeta de tão baixa vibração, onde habitam seres de costumes tão bárbaros e primitivos, ainda selvagens nas suas relações de coexistência, a tudo submetendo-se docemente para trazer a mensagem do amor fraterno?

Obriga-me o senso moral a afirmar que sinto-me profundamente despreparado, não reconhecendo me possuidor de condições morais, mediúnicas e tudo o mais para dissertar a respeito da figura do Mestre. Se assim o faço, é por imaginar entender a necessidade dos amigos e mentores espirituais que ainda assim solicitam o concurso deste aflito escrevente para tal mister.


Dito isso, peço perdão aos irmãos em curso pelas falhas que aqui serão inevitavelmente cometidas dada a fragilidade espiritual deste aparelho terreno. Mas, vamos em frente.
Informam-nos os queridos mentores destes escritos que o Mestre é, em verdade, o "Comandante Supremo" ou "Presidente" de vários sistemas de estrelas com seus respectivos planetas na nossa galáxia. Ele é o Preposto do Pai para parte de nossa galáxia a que chamamos de Via Láctea.
Mas o que é a nossa galáxia?
A Via Láctea, segundo informações da ciência atual, é formada por cerca de mais de duzentos bilhões de estrelas. O nosso Sol é apenas uma desses bilhões de estrelas que existem apenas na nossa galáxia. Vale lembrar que o universo até agora conhecido pelo homem é composto de várias dezenas de bilhões de galáxias.
Na nossa galáxia, como nas outras, em termos de padrões existenciais, há de tudo. Existem estrelas que se fazem acompanhar por seus sistemas de mundos mas que, no momento, não são habitados em nenhum dos níveis existenciais principais, a saber, físico-material, espiritual e astral-cósmico. Como informado anterior-mente, há aquelas cujos mundos possuem padrões existenciais apenas no nível espiritual e/ou astral-cósmico. E há outras, como no caso do nosso Sistema Solar, que possuem vida nos três grandes níveis existenciais principais além dos níveis existenciais paralelos e não-edificados.
Não nos foi informado quantos sistemas de mundos da nossa galáxia o Mestre comandava. Foi-nos dito apenas que em se tratando de sistemas de mundos com vida físico-material tal qual a terrestre, além dos outros níveis, o Mestre Jesus comandava uma complexa associação de sistemas planetários dos quais haviam seis que tinham estreita relação com a humanidade terrena. Em outras palavras, e para que fique bem claro, o que foi informado é que das muitas civilizações sistêmicas existentes, apenas seis dos sistemas planetários que possuíam vida físico-material, tinham relação direta com a história da Terra. Outras existem, também administradas pelo Mestre, que nos visitam, mas não têm relação direta com a história terrena.
É bom lembrar que além desses sete sistemas, já incluindo o nosso Sistema Solar, que têm vida. Físico-material e em outros níveis, o Mestre comanda, também, a incontáveis outros sistemas de mundos que têm vida abundante nos outros níveis existenciais.
Especificamente quanto ao referido grupo dos seis sistemas comandados pelo Mestre, que tem estreita relação com os habitantes da Terra, as suas estrelas principais são as seguintes:
1. Tao Ceti

2. Vega


3. Epsilon Eridani

4. Próxima Centauri

5. Antares

6. Capela


Cada uma dessas estrelas possui pelo menos um dos seus planetas como foco de vida fisico-material. Há casos em que muitos o são como no Sistema de Antares. Fato é que cada uma dessas estrelas, com seus respectivos mundos habitados fisicamente, formam, no atual momento cósmico do universo, os palcos para as experiências físico-materiais dos espíritos em evolução ligados à situação terrena, sob os auspícios do amor maior do Mestre Jesus.
Devemos, ainda, ressaltar que outros sistemas de mundos existem, sendo administrados por outros seres crísticos e cujas equipes de trabalho nos Visitam constantemente. O intercâmbio cósmico é processo bem mais complexo - em termos de riqueza co-existencial - do que a interação das diversas cidades de um mesmo país terreno.
Imaginemos, pois, um padrinho espiritual amoroso que, fazendo-se acompanhar sempre de Seus ministros, prepostos e mais uma longa cadeia hierárquica de seres que O assessoram, visita constantemente Seus afilhados que estão distribuídos pelas muitas moradas do Pai espalhadas pelo cosmos, não necessariamente da forma como Ele fez no caso terrestre, que foi uma espécie de exceção e que, a seu turno, será explicada. Em verdade, Ele sempre o faz em plena glória e majestade cercado por Seus anjos, ou seja, Ele sempre dirige-se às comunidades planetárias que Lhe estão confiadas em magníficas naves ou outros meios de transportes cósmicos inimagináveis para o conhecimento terrestre, sempre cercado pelos Seus assessores (anjos). É o que ocorrerá quando da Sua Grande Vinda.
O que a Espiritualidade afirma é que, somente na nossa galáxia, há diversos seres do naipe do Mestre Jesus que "comandam outros tantos sistemas de mundos" e que, a exemplo do Mestre, são, também, Prepostos do amor do Pai na Obra da Criação Universal. São pastores de outros rebanhos, de outras moradas que existem na infinita e eterna "Casa do Pai". E que entre Esses Prepostos e o Pai há ainda uma cadeia hierárquica de seres considerados "Quase-Deus", que também personificam o Amor do Pai nos diversos níveis existenciais da criação universal.
Não é objetivo do presente trabalho explorar o conjunto dos seis sistemas no nível de informações específicas para cada um deles porquanto este tema necessita de livro específico, por possuir assuntos bastante complexos e de difícil abordagem. E também, devido ao fato de muitas dessas informações que irão compor esse trabalho necessitarem de mais tempo terrestre para que ocorram as condições propícias à sua divulgação, pois sem que a idéia da convivência e intercâmbio cósmicos já esteja convenientemente discutida e aceita na cultura terrestre, não seria de boa estratégia a respectiva divulgação.
Os escritos já estão prontos, necessitando, apenas, da autorização dos mentores espirituais para que possamos divulgá-los de forma serena e produtiva para todos.

2. Demais Mestres de Capela

Partindo mais uma vez da ótica terrena, quem são as figuras amadas de Krishna, Moisés. Zoroastro, Confúcio. Buda, Maomé e tantos outros que, a exemplo do Mestre Jesus. aqui vieram trazendo recados do Alto em nome de um "Deus"? Será que a resposta a mais esta pergunta, sob a nossa pobre, parcial e distorcida ótica, seria ao menos parecida com as daqueles que lá do alto partindo da ótica cósmica responderiam a tal questionamento?


Entidades iluminadas que conviviam e convivem com demais assessores do Mestre, seja nos mundos de Capela ou mesmo nos de Vega, de tempos em tempos, aqui vinham encarnando e reencarnando na Terra, cumprindo, assim, um plano pré-estabelecido pela Alta Espiritualidade quanto ao desenvolvimento da comunidade planetária terrena, sob a coordenação do Mestre Jesus. Esses irmãos maravilhosos, a princípio, eram portadores dos ensinamentos necessários à redenção da humanidade terrestre, rumo à fraternidade cósmica.
Muitos deles cumpriram rigorosamente todo o programa estabelecido previamente. Outros, por força das dificuldades de entendimento das coletividades regionais, devido às limitações de época e hábitos culturais políticos-religiosos profundamente arraigados a problemas localizados, tiveram que adequar as mensagens das quais eram portadores às realidades locais. Alguns poucos, traídos em suas forças, renderam-se a algumas conveniências de tempo e lugar, e o peso do corpo carnal e das paixões algo dificultou o pleno atingimento dos resultados esperados quanto à semeadura dos muitos aspectos da verdade cósmica.
Mas muitas sementes foram semeadas e frutos de todo esse trabalho de há muito já estão sendo saboreados pelos que buscam o desenvolvimento interior e a paz entre todos os seres terrestres.
O Bramanismo já recomendava aos homens a coragem moral. a retidão e a austeridade.
Rama, Orfeu e Hermes, tidos equivocadamente como lendas, semearam respectivamente na Índia, Grécia e no Egito, milênios atrás, o que ainda hoje o homem e a mulher dos dias atuais procuram desesperadamente aprender.
Krishna, dentre muitos outros ensinamentos, explicava que "da mesma forma que a terra suporta os que a calcam aos pés e lhe dilaceram o seio, lavrando-a, da mesma maneira nós devemos retribuir o mal com o bem. O homem honesto deve tombar sob o golpe dos maus, como a árvore do sândalo que, ao abater-se, perfuma o machado que a destruiu"...
Moisés, profeta, libertador e legislador, lega à posteridade as suas tradições no Pentateuco, registrando definitivamente no seio do povo de Israel a semente do conhecimento da existência do Pai Amantíssimo dentro das possibilidades da época.
Zoroastro surge na Pérsia - em aproximadamente 600 a.C. - como o primeiro teólogo da história fundando uma bela religião que mais tarde serviria de berço às ramificações que surgiram através do Mitraísmo, Maniqueísmo e Gnosticismo. Erradicando o politeísmo, o sacrifício de animais. a magia elevando, enfim, o culto religioso a um plano espiritual e ético dentro do que permitiam as condições da época, cumpria, assim, o espírito iluminado de Zoroastro a sua grande e digna missão.
Surgem no Oriente as figuras veneradas de Lao-Tsé, Mêncio e Confúcio, estabelecendo princípios morais, orientando os homens quanto a sua verdadeira conduta.
Pitágoras, Sócrates, Platão, Aristóteles e muitas outras figuras amadas da antiga Grécia enraizaram árvores fecundas de filosofia e de ensinamentos morais, cujos frutos saciam a todos que buscam a luz da sabedoria, do autoconhecimento e do esclarecimento.
Buda aparece na Índia apresentando uma religião que tem como base a fraternidade, a mansidão e o reto viver, enfim, o amor fundado no respeito mútuo entre todos.
Após o Mestre Jesus, que legou à humanidade o testemunho maior de paz, de perdão e de amor, através do seu próprio sofrimento e apresentando ao mundo a lei maior de todo o Cosmos que é o "amai-vos uns aos outros", as individualidades luminosas de Antonio de Pádua, Francisco de Assis, Mahatma Gandhi e tantos outros, que no esforço sábio e constante do colegiado de espíritos superiores que tem como missão maior promover o desenvolvimento em todos os orbes ainda atrasados quanto às outras realidades da existência cósmica do espírito, deixam as suas moradas celestiais e, a exemplo do Mestre Jesus, encamam na Terra em trabalhos melhoradores do gênero humano terrestre.
A título de conclusão deste capítulo, diríamos que quando da chegada à Terra das muitas levas de exilados, em especial de diversos mundos dos sistemas de Antares e de Capela, ficou inapelavelmente caracterizada na comunidade terrestre, a partir de então, a existência de agrupamentos distintos, sendo cada um deles possuidor de linguagem e hábitos específicos.
Com o passar dos tempos, essas fronteiras que limitavam as características específicas de cada agrupamento cristalizaram-se cada vez mais. Não havia como a Espiritualidade promover um único ensina-mento em uma só linguagem e no mesmo padrão frente a tanta diversidade de evolução, hábitos, línguas etc. Por isso a chegada de muitos mensageiros das verdades celestes em todos os tempos e em todos os focos estratégicos de divulgação entre os povos da Terra.
Este trabalho foi realizado através das encarnações e mesmo da reencarnação de alguns poucos desses espíritos - mestres luminares da humanidade terrena - que, orientados pelo Mestre dos Mestres, o amado Irmão Maior Jesus, executaram, na medida das possibilidades pessoais de cada um deles, das limitações da época e das condições em que viveram quando encarnados, o plano maior de redenção e esclarecimento do ser terrestre.


3. Jeová

Jeová, para muitos ou quase toda a população planetária, é o Deus do Antigo Testamento. Em outras palavras, é Deus que se apresenta a Moisés com pedidos e ordens que quando referentes à disciplina sociológica do povo hebreu de então, faria corar o mais desavisado dos pais entre os humanos pois nem mesmo estes - cheios de defeitos - fariam aos seus filhos ações tão pobres em amor, compreensão e fraternidade.


Se nós que somos imperfeitos e temos filhos imperfeitos procuramos agir de forma mais misericordiosa quando do erro dos nossos filhos, é lícito, inteligente e razoável a nível de sentimento e razão, supor que o Pai Amantíssimo daria tais ordens aos líderes hebreus para o extermínio e castigo de tantos seres humanos?
Não seria mais lógico e menos cruel com o amor do Pai supor que tais ordens emanavam do próprio Moisés, no seu esforço heróico de fazer perceber às pessoas daquele tempo a existência de um único Deus, ou mesmo de uma entidade que apesar de evoluída - pois que era responsável pelo progresso dos humanos àquela época - ainda estava longe da perfeição e, levado por circunstâncias difíceis de serem compreendidas e avaliadas pela humanidade terrena que, dos ambientes astrais que envolvem a Terra, apresentava-se à Moisés, ordenando, a bem da educação daqueles homens e mulheres tão endurecidos, a aplicação aos povos de então disciplinas rígidas necessárias ao aprendizado daquelas mentes e corações tão arraigados ao primitivismo espiritual?

Será que Deus, nos seus atributos de perfeição, bondade, imutabilidade e tantos outros, teria mudado de opinião em algumas poucas dezenas de séculos do tempo terrestre, porquanto a Moisés teria se apresentado como o Deus implacável, impiedoso, que castigava duramente, que deveria ser temido antes de amado, e que em apenas alguns poucos séculos depois enviaria o Seu Preposto Maior, ou como queiram outros, a Sua própria Personificação terrestre, ensinando o "amai-vos uns aos outros" incondicionalmente, pregando o perdão, a misericórdia, a mansuetude e a compreensão?


Afirmam-nos os queridos irmãos da Espiritualidade como já referido no livro Reintegração Cósmica, que a entidade que ficou conhecida como Jeová era, na realidade, um ser extraterrestre. Ele foi escolhido pelo Mestre para dirigir as etapas iniciais e preparatórias da Sua própria vinda como um simples homem terreno. Jeová, por sua vez, escolheu a Moisés para ser uma espécie de médium, servindo, dessa forma, como intermediário entre as ordens e orientações que emanavam daquela equipe de seres extraterrestres comandada por Jeová e os homens e mulheres de então que, no seio do povo judeu, simbolizavam ao mesmo tempo a teimosia, o orgulho e a eterna esperança.

Esgotados todos os mecanismos e oportunidades de aprendizado permitidos pelas condições do entendimento terrestre à época de Moisés. os irmãos extraterrestres decidiram, então, permitir o uso da dor como instrumento de aprendizado e retificação de atitudes infelizes para os corações duros daqueles homens e mulheres.


Moisés, talvez - e este comentário é de inteira responsabilidade do autor terreno da presente obra , no seu desespero por não ser compreendido, radicalizou a sua postura neste ou naquele castigo, colocando, porém, a procedência de atos tão dolorosos como vindos da Deidade. Mas isso não importa para os objetivos destes modestos apontamentos.
Importa, sim, o fato de que Jeová é apenas uma entidade extraterrestre que, no exercício de seu mandato como responsável pela comunidade do povo hebreu, procedeu conforme as condições da época e por opção pessoal, por ter feito sofrer, contraiu inapelavelmente débitos, frente a leis de causa e efeito que imperam em todo o universo.
Jeová tinha a grande missão de, dentre muitas outras coisas, junto ao povo hebreu, testemunhar a existência de um único Deus e, por questões outras, ficou conhecido, na época, como o "Deus de Israel", o que seria aceitável. Mas, tempos depois, passou a ser confundido com o Deus Único, o Amantíssimo Pai de que nos falou Jesus, o que não procede! Ele não era perfeito. Perfeito, nos disse Jesus, somente o Pai!
É importante ressaltar que os referidos débitos espirituais contraídos pelo irmão Jeová, pertinentes às leis de causa e efeito, são medidos em escala diferente daquela que compatibiliza as ações e reações, atos e atitudes, dentro de uma situação específica de um determinado orbe. Não vamos nos estender nesse assunto, mas é importante que tenhamos a devida noção do gradualismo existente entre as muitas escalas que regem as leis de causa e efeito que são infalíveis em termos de justiça e perfeitas na ponderação de causas e conseqüências.
Jeová - originalmente um ser pertencente a uma das raças planetárias do Sistema de Vega - é um dos mestres a quem todos nós, espíritos presos magneticamente ao orbe terrestre, muito devemos pois, do seu trabalho conjunto ao de Moisés, resultou o marco de uma das grandes revelações encomendadas e trabalhadas pela Espiritualidade Superior para o ser terráqueo.
A Jeová devemos o reconhecimento de que, mesmo sabendo que iria algo complicar-se frente as leis divinas, por não detectar outra forma de apressar o desenvolvimento dos seres terrestres, resolveu assumir a incômoda conseqüência de autorizar e/ou fazer uso de procedimentos e instrumentos educativos que têm na dor e no sofrimento o remédio regenerador e renovador necessário ao ser de comportamento empedernido e equivocado. Mas a sua história - como também alguns esclarecimentos pertinentes àquela época - ainda está por ser contada. Apenas devemos indagar a nós próprios a possibilidade de quanto tempo mais necessitaria ainda o longo e penoso processo de evolução dos núcleos terrestres caso outra fosse a decisão de Jeová? Seguramente, no futuro, maiores esclarecimentos a respeito de tão apaixonante assunto serão veiculados.

5. O Terceiro Milênio

1. A Segunda Grande Vinda

Semeada a certeza de um único Deus, Seu Preposto Maior aqui veio para dar o testemunho do amor do Pai.


Há fatos e acontecimentos que transcendem ao atual nível do entendimento humano, cujas ocorrências somente tornam-se possíveis na realidade terrena se propiciados pela emanação energética conseqüente à presença pessoal do representante da Deidade no campo - no mundo - onde a Espiritualidade Maior queira atuar.
Tudo, entretanto, poderia ocorrer de forma bem diferente, sem que necessário fosse o sacrifício energético de entidades tão elevadas, para que as comunidades planetárias, ainda presas à ilusão dos sentimentos menores, andassem para a frente, em busca do aprendizado cósmico.
Parece, todavia, que esses Espíritos Superiores fazem absoluta questão de testemunharem sempre, em todo tempo e lugar, o amor do Pai que tudo dá sem nada pedir em troca.
Quem de nós gostaria de passar anos da nossa existência preso numa penitenciária, acompanhado dos mais infelizes marginais, podendo, a qualquer tempo, sofrer violentos atentados a sua dignidade pessoal?
Quem de nós se aproximaria por livre e espontânea vontade de uma pocilga suja para ali permanecer em postura heróica, tentando a todo custo limpá-la e embelezá-la juntamente com os porcos que, ao contrário, a tudo sujam e, inclusive, àquele que tenta ajudá-los?
Quem de nós dá tudo o que tem sem nada pedir?
Quem de nós que, podendo caminhar nas nuvens e sobre as águas, caminha de forma solidária com os irmãos em curso em chão tão acidentado quanto o terrestre?
Quem de nós podendo estar em ambientes celestiais e paradisíacos a tudo abandona para se embrenhar nas trevas e iluminá-la com Sua própria luz, ajudando os que ali se encontram a enxergarem o caminho rumo às moradas celestes?
Quem de nós seria o cordeiro que se infiltraria amorosamente entre lobos e chacais para ensiná-los a boa e fraterna convivência?
É justamente essa a distância que separa a nós, espíritos frágeis e imperfeitos, e esses Espíritos Superiores que como o Mestre Jesus, pastoreiam seus rebanhos por todo o universo.
Segundo a Espiritualidade e o testemunho do próprio Mestre, a superação das próprias tendências e inclinações inferiores e a caridade para com o próximo são matérias do treinamento necessários para nós outros que, ainda distantes da luz, ao menos desejamos seguir em busca da iluminação pessoal afastando-nos das trevas.
Esses Espíritos de Escol, de tempos em tempos, potencializam as suas presenças pessoais em ambientes de baixíssimas e pesadas vibrações para iluminarem as trevas da ignorância, ajudando a todos quanto se permitam serem ajudados e impelindo a todos aqueles, ainda empedernidos no orgulho e na ignorância, a alçarem vôos mais altos, objetivando o burilamento e o desenvolvimento espiritual.
O Mestre Jesus, há dois mil anos, utilizando o seu próprio sacrifício e testemunhos pessoais de amor e doação fraterna, aqui esteve, encarnado como um homem qualquer para que, em se cumprindo as Escrituras e a Sua vontade pessoal, Sua presença entre nós, propiciasse condições para que em apenas alguns poucos anos de ministério público, influenciasse o porvir de toda a humanidade em muitos dos seus campos de desenvolvimento e aprendizado, sejam eles de caráter filosófico, religioso, social, político e moral.
Que magnetismo emanava dAquele Homem para que em tão pouco tempo influenciasse tantos e semeasse nas terras da Palestina a semente da árvore, cujos frutos, toda a humanidade viria a saborear no futuro?
Poeta, semeador, mestre dos mestres, professor, líder, irmão, amigo, revolucionário sideral, filósofo, médico de corpos e almas, psicólogo admirável, mago, paranormal, clarividente, profeta, médium dos médiuns, homem de coragem e determinação inigualáveis, espírito de Escol a quem os espíritos imundos obedeciam, alquimista celeste porquanto transformava água em vinho e pedras em pães, general cósmico cujo exército de anjos acompanhou sem interferir a todo Seu sofrimento, astronauta angelical, pois que caminhava sobre as águas, ser extradimensional que se transfigurava e se comunicava com entidades astrais, preposto de Deus, pois era e é a Personificação Maior do amor para todos nós terráqueos. Isto tudo era apenas um pouco dos muitos aspectos que foram vistos no Mestre Jesus que, em apenas alguns poucos anos terrestres de trabalho entre homens e mulheres, pôde ser percebido pelos que O rodearam.
Que espírito encarnado em uma obscura região de uma das partes do Império Romano de então poderia trabalhar de forma tão estratégica quanto ao porvir, e ao mesmo tempo tão anônimo quanto ao tempo em que viveu, pois que nem mesmo d'Ele, o imperador romano da época - Tibério - teve maiores notícias?
Que espírito encarnado nascendo em uma família sem maiores posses, em tão pouco tempo pôde se preparar e cumprir tão elevada missão? Quantas dificuldades teve que pessoalmente superar para levar adiante o seu testemunho amoroso em um mundo que não O queria, que não O compreendia?
Mas, assim mesmo, Ele veio e edificou com suas próprias mãos, sofrimento e suor, a primeira pedra da construção do Reino de Amor do Pai Universal no planeta. Ele, pessoalmente, começou a construir na Terra, a porta de entrada para o reino dos céus; Ele, em assim fazendo, não elevou a Terra aos céus, mas trouxe os céus à Terra e cabe a nós operários deste reino de amor e paz continuar e concluir o trabalho que o Mestre Jesus iniciou.
Ao longo dos tempos Ele tem mandado mestres de obras e engenheiros mais qualificados para orientar os despreparados e teimosos operários de tão elevada construção.
Dois mil anos, ao longo dos quais nós, que formamos a comunidade planetária, não conseguimos ainda sequer chegar a pelo menos um acordo quanto ao que queremos construir porquanto muitos ainda não têm a devida idéia do significado do portal celeste que a Espiritualidade Maior tenta construir na Terra. Se nem ainda concluímos ou acordamos quanto ao que fazer, toma-se, portanto, fácil perceber que pouco fizemos do que deveríamos ter feito.
De forma simbólica, somente concluiremos o que significa esse portal celeste fincado na Terra, quando todos os segmentos filosóficos e de ideais juntamente com todas as religiões planetárias se abraçarem em torno de um mesmo caminho em busca do ideal fraterno. Para isso, não é necessário mudar de credo religioso, bastando, apenas, aniquilar em nós próprios a intolerância estéril e descabida que de há muito cria fronteiras ilusórias entre os terráqueos. Feito isso, teremos concluído, apenas na teoria o que ainda deveremos fazer na prática nos dias futuros. Humildade, caridade, amor e perdão, eis as cores do ingresso que todos teremos que apresentar no portal para termos acesso às regiões celestes.
Muitos ainda esperam, como sinal do retorno do Mestre, o acontecimento de uma série de catástrofes que foram preditas e vaticinadas por grandes profetas e videntes do passado. Segundo o que nos foi informado pela Espiritualidade ao longo de quase uma década de recebimento de mensagens, o que estava previsto ocorrer até aproximadamente o ano de 1980 ocorreu. A partir daí, muito do que poderia ou, conforme as profecias, deveria ocorrer foi evitado por muitos fatores e, em especial, pelo próprio mérito da coletividade.-planetária.
Temos consciência de que essas notícias se chocam frontalmente com muitos trabalhos literários de comentários proféticos que surgiram ao longo dos últimos anos. Entretanto, somos obrigados a reafirmar que muito do que estava vaticinado para os dias atuais não ocorreu e não ocorrerá. Muitos problemas de ordens diversas ainda enfrentaremos na luta ascensional dos nossos espíritos. Mas, o fim de mundo predito, este não mais ocorrerá.
Explicam-nos os mentores espirituais que o Mestre quando esteve encarnado entre nós, deixou-nos um recado que devemos analisar em profundidade.
Jesus disse que a esta geração, ou seja, à geração de espíritos que ciclicamente reencarnam na Terra para aprendizado e desenvolvimento interior, e que a cada reencarnação, vai agregando ao seu espírito eterno a resultante de cada experiência em todos os campos da vida humana, o único sinal que a esta seria dado era o do profeta Jonas (Mateus 12, 3942; Lucas 11, 29-32). Mas que sinal era este?
Jonas, homem reto e temente a Deus como nos fala a Bíblia, viveu em Nínive na época do Império Assírio, muitos anos antes de Cristo. Havia muitas profecias quanto à destruição de Nínive que, a exemplo de Sodoma e Gomorra, por seus pecados, ou melhor, pelos pecados de seus habitantes caso não se arrependessem e fizessem penitência, seria destruída. Em outras palavras, se a resultante final de todos os atos e posturas dos habitantes de Nínive fosse negativa a cidade teria seu fim.
Jonas, mandado pelo ser responsável pelo desenvolvimento terrestre àquele tempo a Nínive e, como já o sabemos, era o extraterrestre do sistema de Vega que ficou conhecido como Jeová, tinha por missão anunciar aos habitantes daquela cidade que se seus habitantes não se arrependessem e fizessem penitência a cidade seria destruída. Esse era o Sinal de Jonas.
A cidade, efetivamente, estava predisposta, pelas circunstâncias dos erros de seu filhos, estava, enfim, vaticinada para a destruição, mas, ao sinal do profeta, toda a população de Nínive orou e fez penitência à moda dos costumes de então, evitando, assim, a destruição da cidade, apesar das profecias.
É importante ressaltar que Sodoma e Gomorra também foram avisadas do iminente desastre, ou seja, também estavam preditas profeticamente para terem seu fim, no entanto, seus habitantes não deram a devida importância e não tiveram a mesma sorte de Nínive. Mas, isso é outra história que a seu tempo será contada.
E o que quis dizer o Mestre referindo-se a esta geração e ao Sinal de .lonas nos tempos futuros, ou seja, nos tempos em que estamos vivendo?
Devido ao trôpego caminhar da humanidade; devido à constante opção de parte de seus habitantes pelos erros clamorosos do mau uso da força, da inteligência e do poder, enfim, devido ao orgulho que temos em afirmar que tudo sabemos - apesar de nossa ignorância a respeito de quase todas as coisas - e da propensão a taxar de herético ou demoníaco aquilo que para nós é novo ou ignoto, muitas predições e profecias foram feitas em relação ao tempo em que vivemos.
Falavam em hecatombes inexoráveis e tantos outros males que afligem a tão desgastada sensibilidade humana, se é que tal ainda possuímos depois de tantos erros. Muito de sofrimento estava destinado a todos aqueles espíritos que reencarnassem na última metade do século XX e, a estes, ou seja, àquela geração de espíritos a que Jesus se referiu, seria dado apenas o Sinal de Jonas.
Em outras palavras, se a comunidade planetária nao passasse a agir de forma mais digna frente os valores éticos e morais da coexistência pacífica entre todos, dando os primeiros passos efetivos para o melhoramento das condições do orbe, seguramente teríamos tido bem mais diversa e grave ordem de problemas.
Verdadeiras hecatombes estavam armadas pela força da ignorância e engatilhadas pela loucura da febre do desmando, do desamor e do poder. Sofrimentos indescritíveis nos esperavam a todos. A morte, efetivamente, seria desejada por muitos como sendo a única e melhor - no sentido de menos dolorosa - opção das que restariam aos infelizes sobreviventes das explosões atômicas e nucleares da loucura humana, como nos relatavam as profecias.
Quando de sua última passagem em corpo físico pela Terra, o espírito iluminado do então Mahatma Gandhi, em conversa com um repórter, chamava a sua atenção para o fato de que se a resultante final de todos os atos da humanidade fosse negativa de há muito a comunidade humana não mais existiria. Mas - como poderia ser assim? - assombrava-se o repórter. Se havia tanto mal e este era tão escandaloso nos atos da humanidade, onde a força benéfica para fazer frente a tanta miséria moral e compensar tanto mal? No anonimato do coração das atitudes fraternas dos homens e mulheres de boa vontade? Talvez! Quem sabe, aí, nos valorosos espíritos daqueles que sem que o mundo os percebesse, pregavam e, acima de tudo, testemunhavam o amor, a tolerância, a compreensão e o perdão, estava o segredo da boa luta, do bom combate, enfim, aquilo que faria frente ao mal e à ignorância, e equilibraria as forças do mundo, mantendo o equilíbrio positivo apesar das dores e do sofrimento de muitos.
E o perigoso estado do mundo foi vencido. A perigosa tendência à destruição foi, finalmente, superada. De forma até mesmo inconsciente, talvez, o Sinal de Jonas, mais uma vez, foi observado e levado a bom termo. Daquela vez salvou uma cidade. Na presente oportunidade, uma população planetária.
De fato, o espírito do planeta pouco a pouco vai respirando mais aliviado. O câncer que desagregava e corrompia os corações dos seus habitantes fora, finalmente, extirpado de forma decisiva pelo menos no que se refere a questões graves de ordem global, ou seja, guerras mundiais, fim do mundo etc. É óbvio que teremos ainda sérios problemas, porém localizados e de ordem menos complexa porquanto conseqüentes ao próprio livre-arbítrio coletivo.
Devemos ressaltar que tudo o que aqui foi afirmado refere-se às questões inerentes à coexistência humana. Entretanto, há outros dois aspectos que devemos considerar e que dizem respeito ao que os terráqueos estão fazendo com a sua própria morada planetária e aos possíveis eventos astronômicos que podem causar graves conseqüências à vida na Terra. O primeiro, será sempre uma relação de causa e efeito em nível de responsabilidade coletiva pois sobre os ombros da humanidade cairão todos os efeitos dos seus próprios atos; quanto ao segundo, tais eventos pertencem a um outro padrão de análise que somente sob a ótica cósmica devem ser observados e, não, através da ótica terrena o que, no momento, nos impede de ir mais além.
Superado este problema o Mestre Jesus virá mais uma vez para revitalizar os operários da grande empresa de construção do Pai Celestial, para que, construída a porta para a redenção espiritual, fique claro para todos os que na Terra estão congregados o que deve ser feito por cada um, em termos de esforço e superação pessoais.
Todo esse conjunto de informações, na realidade, de há muito já foi dito e testemunhado pelos mensageiros do Alto. Porém, somos tão cegos, surdos, teimosos, ignorantes e orgulhosos, que o Mestre, pessoalmente, aqui virá mais uma vez, para que em uma série de simples e rápidas visitas ao nosso planeta, ocorram condições magnéticas conseqüentes a Sua energia pessoal, e da mesma forma como em tão pouco tempo terrestre, no passado, através de Seu ministério público Ele influenciou de forma decisiva todo o porvir, o Mestre nos ajudará a fazer definitivamente o que não logramos fazer em milhares de anos, ou seja, acabar com a nossa cegueira e surdez, teimosia e ignorância, tornando-nos humildes e simples de coração.
Feito isso, será procedida pelos Prepostos da Deidade a aferição dos valores de nível espiritual-energético e dos resultados alcançados pelo esforço pessoal de cada um, pois, no passado, Ele afirmou que seria dado a cada um segundo as próprias obras.
A presença dEle mais uma vez, servirá como um novo marco espiritual para toda a comunidade planetária.
Entretanto, como já informado no livro Reintegração Cósmica, antes que o Mestre se apresente diante de todas as Suas ovelhas terráqueas em toda Sua glória e majestade, ou seja, com toda a Sua corte celeste, no dia da Segunda Grande Vinda, a equipe do Mestre deverá promover alguns eventos preliminares para a preparação do grande acontecimento.
Muitos estudiosos se perguntam o porquê de nunca ter ocorrido uma espécie de contato oficial entre os extraterrestres e os terráqueos. Se observarmos o problema sob a ótica cósmica, perceberemos a Terra está sendo preparada para o grande ato oficial da política cósmica de reintegração da Terra à convivência com outros orbes. Para isso, a maior autoridade nessa parte do cosmos virá, pessoalmente, para presidir o processo. Em outras palavras, o primeiro encontro oficial, objetivo, claro e percebido pelos canais de registros comuns à vida na Terra, entre os terráqueos e os extraterrestres, ocorrerá, exatamente, com o Mestre Jesus e Seus assessores. A partir daí é que as outras equipes siderais se potencializarão ante à percepção terrena.
Assim decidiu o Mestre por duas razões fundamentais que precisam ser entendidas. Primeiro, o fato da cultura religiosa do mundo encontrar-se completamente distorcida quanto ao significado da Volta do Mestre, relacionando este fato com o fim do próprio planeta. Muitos acreditam equivocadamente que, se Jesus voltar, o mundo se acabará! Alguns até se desesperam intimamente ao imaginarem que tal possa ocorrer. Segundo, muitos terráqueos, devido ao desconhecimento normal e aceitável diante da quarentena cósmica, têm receio de que a Terra possa ser invadida por seres alienígenas e, para esses, qualquer ser extraterrestre é um invasor em potencial.
Como resolver tamanho problema? Jesus voltará e, sabendo disso, o que restava do exército das trevas trabalhou, eficientemente, ao longo dos séculos, semeando o medo e o pavor, tentando, impedir, com isso, o retorno do Mestre para promover a reintegração da Terra à vida cósmica pois que isso acarretaria - como acarretará - o exílio forçado para mundos inferiores dos seres ainda muito complicados diante das leis divinas e sem possibilidades melhoradoras a curto prazo.
Existe, de fato, na atualidade terrena, muitas pessoas que pensam que o mundo vai se acabar com a volta do Mestre e outras que têm verdadeiro pavor aos extraterrestres. E, parte dessas pessoas, são tendentes a comportamentos desequilibrados, podendo praticar loucuras de toda sorte.

Paras superar o primeiro problema o Mestre resolveu promover eventos preliminares que,


pouco a pouco, irão esclarecendo e possibilitando a todos os terráqueos a percepção de que Ele, realmente, voltará, para que a Terra possa elevar-se a níveis existenciais mais dignos. Para isso, a equipe do Mestre - e talvez Ele próprio - promova alguns eventos preliminares visando esse objetivo. Quando perceberem que Ele, discretamente, já voltou algumas vezes e o mundo não se acabou, abrirão os seus espíritos para o grande dia da Vinda Oficial do Mestre Jesus.
Quanto ao segundo, o Mestre, por ser o Príncipe da Paz, é o único extraterrestre que, em se apresentando como tal, faria cessar qualquer medo de invasão alienígena ou coisa do gênero. E assim Ele o fará. É esperar para ver.
Partindo-se do princípio de que aqueles que, na atualidade, não residem na Terra podem e devem ser classificados como extraterrestres, a equipe do Mestre - obviamente formada por seres que vivem em outros recantos cósmicos sendo, portanto, extraterrestres - a muitos surpreenderá porquanto formada, na sua maioria, por seres que no passado personificaram alguns dos mestres da humanidade em reencarnações verdadeiramente heróicas no seio da humanidade terrena.
Seguramente provocaria estupefação se esses assessores do Mestre - Gabriel, Rafael, Pedro, Zoroastro, Lucas, José, Maria, João, Tiago, Buda, Krishna, Antônio de Pádua, Francisco de Assis, Sócrates, Pitágoras, Platão, Aristóteles, Elias, Enoch, Jonas, Hermes Trismegisto e muitos outros - se apresentassem em naves espaciais nessas visitas preliminares para o advento da Grande Vinda. Mas é isso mesmo que acontecerá. E necessário que assim ocorra devido a distorções de toda ordem que se agregaram aos ensinamentos religiosos e a certos valores do mundo terreno. Feito isso, a Terra estará preparada para o grande dia da renovação que ocorrerá de forma bela e suave como tudo o mais que emana do Mestre.
Muitos dos nossos problemas, enquanto comunidade planetária em desenvolvimento espiritual, continuarão a existir porquanto a dificuldade representa apenas o patamar de um novo aprendizado. E já é momento de sabermos que este processo jamais acaba porque eterno é o desenvolvimento espiritual.
Os seres adiantados de outros orbes têm, também, suas ordens de problemas a serem resolvidos, problemas estes concernentes ao seu estágio de evolução.
Dito isto, deve ficar claro que o Mestre não vem nos livrar dos nossos problemas, das nossas dificuldades de espíritos ainda muito imperfeitos.
Ele, mais uma vez, fará brilhar a Sua luz para que possamos ver, todos nós, a Luz do mundo. E influenciados e sensibilizados por Ele, possamos juntamente com Ele, empreender a tentativa maior de superarmos a nós próprios nos nossos sentimentos, fragilidades e inclinações menores em busca do posicionamento espiritual cósmico mínimo necessário para ingressarmos nos novos tempos planetários que se iniciarão de forma decisiva, a partir da metade do século XXI, quando na Terra não existirá mais nenhum espírito tendente à criminalidade, seja ela gratuita, decorrente ou conseqüente de alguma outra causa.
A partir do ano 2050, aproximadamente, apenas terão permanecido no planeta aqueles espíritos já considerados aptos à convivência fraterna, ou seja, homens e mulheres de boa vontade que busquem a paz e o progresso de todos.
Este é o segundo grande momento da grande obra do Mestre Jesus no que se refere à potencialização de Sua presença pessoal entre nós.
Quando dos eventos preliminares ou preparatórios para o grande advento da Segunda Vinda, ao que estamos informados, a equipe que se apresentar o fará de forma simples e singela, não potencializando em quase nada a sua majestosa condição de energia radiante e magnetismo.
Mas, quando de Sua Grande Vinda, para que não haja dúvidas até mesmo no mais empedernido dos corações, a Sua Augusta Presença será inapelavelmente vista, percebida e sentida por todos aqueles que não fecharem os olhos para a Luz. Quanto aos que não quiserem ver, perceberão. Se ainda assim não O quiserem perceber, sentirão a Sua presença. Se ainda assim não quiserem sentir, o Mestre teimosa e amorosamente qual sol que ilumina indistintamente a todos, continuará derramando sempre a Sua Luz e o Seu Amor, na certeza maior de que tempo virá em que todas as ovelhas desgarradas e escondidas na escuridão dos subterrâneos das trevas e da ignorância reconhecerão e seguirão o chamamento do Seu pastor celeste.
Aguardemos pois! O Mestre não tarda. Ele prometeu e assim o fará!
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