ReintegraçÃo cósmica. (Integral dos três livros juntos )



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2. O Futuro da Terra

Terminado o processo de expurgo planetário, em meados do próximo século, o planeta Terra, a partir de então, passará, efetivamente, a um nível de convivência cósmica que nem os mais arrojados e vanguardistas dos escritores de ficção do tempo presente poderiam imaginar.


Dificuldades de muitas ordens ainda estarão presentes nas diversas regiões terrestres. Mas o potencial fraterno de resolução desses problemas será tão forte e presente no coração de todos, que tomar-se-á incompatível a convivência com alguns padrões existenciais que, por exemplo, ainda na atualidade, caracterizam muitos agrupamentos terrestres, a saber, a miséria material, a falta de assistência médica e sanitária e a inexistência de possibilidades educacionais para muitos irmãos nossos em diversos pontos do planeta. Tais condições existenciais muito infelicitam a todos nós que direta ou indiretamente contribuímos para o atual estado das coisas do mundo.
Um mínimo necessário, em termos de condições materiais, será o padrão indistinto para todos. Um mínimo de condições existenciais para cada um, no qual se perceba o respeito à dignidade existencial do ser terráqueo será a meta constante do trabalho de todos.
Atingindo essa condição mínima de dignidade existencial planetária, a comunidade terrestre, como um todo, terá conquistado e criado um sistema político-econômico-social verdadeiramente cristão.
Quando todos tiverem as mesmas oportunidades e um padrão mínimo de sobrevivência material satisfatória, o que mais houver e puder ser conquistado em termos de comodidade existencial dependerá do esforço, da habilidade e da contribuição de cada um para a coletividade. A cada um segundo suas próprias obras. Este é o mais cobiçado dos sistemas de coexistência entre os seres a ser alcançado pelas comunidades planetárias. Mas para que possamos atingir esse nível, muito trabalho se espera de todos nós. Alcançar o nível político de convivência cristã não é processo fácil para individualidades que mais se preocupam em pedir e exigir do que em doar-se fraternalmente. E este, infelizmente, ainda é o retrato que mais nos caracteriza.
Se não há melhoramento interior no ser, não existirá nenhum sistema organizacional de coexistência que não apresente problemas. Melhorar os sistemas político-econômicos com vistas aos aspectos humanos e sociais é tarefa nobre que se impõe a todo e qualquer ser pensante de boa vontade. Entretanto. achar que tal se consegue sem que ocorra o melhoramento do homem e da mulher terrestres em termos de conquistas perceptivas, morais e mentais é equivocar-se nas entrelinhas das relações do que é causa e do que é efeito.
O que na Terra ficou conhecido como Cristianismo é, na realidade, muito mais um sistema político-filosófico cósmico do que propriamente um sistema religioso. Na Terra, devido ao atraso moral e mental dos seus habitantes, tal processo foi superficialmente percebido muito mais pela chamada fé do que pela razão do ser planetário terrestre.
Mas essa compreensão maior da necessidade da coexistência pacífica e fraterna entre os seres, não vem pela imposição, por força dos regimes políticos criados pelo homem, ou mesmo pelos ensinamentos advindos de um sistema teocrático qualquer. Tal percepção jamais virá de fora para dentro.
A exemplo de uma árvore que deseja modificar o seu próprio fruto, tal processo somente será possível se ocorrer uma espécie de mutação a nível celular dos seus potenciais criadores para que a sua produção exterior se modifique; o ser terrestre somente poderá modificar a sua produção em nível de sentimentos, atitudes e posturas, quando o seu coração e a sua mente, em conjunto. operarem a maravilhosa mutação no seu próprio interior para que os produtos de suas ações não mais sejam os frutos amargos da miséria, do ódio, do orgulho doentio e da inveja.
A percepção maior da necessidade estratégica do Cristianismo, como padrão de conduta política de todos e entre todos os seres, somente se faz presente, de forma consciente no íntimo do ser terrestre, quando este nasce de novo, ou seja, quando este renova a si próprio, como nos foi alertado pelo Mestre Jesus.
O renascimento interior, que nada mais é do que a submersão da consciência no oceano da busca interior e na superação de si mesmo com a conseqüente emersão da consciência plena e crística, é uma espécie de necessidade primária, básica e essencial, para que o homem e a mulher terrestres ascendam aos Reinos dos Céus, porquanto lá, nas moradas iluminadas do cosmos, apenas aquelas individualidades que tenham alcançado a condição de coexistência fraterna através da boa luta e do bom combate travados no íntimo, na busca da renovação interior, podem ter acesso.
Quando o Mestre Jesus afirmava que "ninguém entraria no Reino dos Céus se não nascesse novamente" Ele estava, na realidade, avisando-nos de que sem a renovação interior não haveria a necessária modificação dos hábitos infelizes que revelam as tendências e fragilidades de cada um. Não havendo a modificação de tão infelizes atitudes com os conseqüentes registros energéticos na própria condição existencial da individualidade, como o espírito de alguém, que viveu na Terra, pode intentar possuir condições magnéticas para conviver com padrões vibratórios celestes de tão alto nível?
De há muito já sabemos que a cada pensamento, sentimento e/ou ação por nós plasmados na nossa consciência cósmica, potencializa-se uma espécie de registro magnético característico e específico da qualidade daquilo que praticamos no nosso próprio espírito. E como tal, o nosso espírito é, a todo instante, um espelho da nossa própria consciência.
Se somos individualidades infelizes e devedoras, imaginemos, portanto, a condição energética dos nossos espíritos. Se ainda praticamos o desamor, a intolerância, a crítica maledicente, o orgulho da exigência descabida e a falta de compreensão, como queremos que o nosso espírito reflita a luz da paz e da concórdia? E se ainda somos assim, como podemos querer conviver nas altas moradas celestes com seres superiores? Como alguém cheio de chagas e pústulas expostas, cheio de lama e sujeiras de toda ordem, pode ser levado à convivência em ambientes de altas vibrações devido ao altíssimo nível espiritual daqueles que ali vivem?
Ensombreados por um passado espiritual culposo e tão infeliz, como podemos modificar tal situação energética se ainda nos permitimos praticar posturas primitivas filhas do ódio e do orgulho? Como potencializar em nós próprios condições vibratórias para a coexistência com níveis existenciais mais elevados, sofisticados e puros, nas diversas moradas superiores que existem na casa do Pai, sem que venhamos a aniquilar, em nós próprios, o que ainda houver de negativo para que possa, então, surgir uma nova individualidade espiritual já regenerada e livre do peso dos registros cármicos expiatórios? O que é esse processo se não "o nascer de novo" que nos solicitava Jesus? E o renascimento espiritual somente se dá através da renovação interior que trará consigo a modificação da situação energética do nosso espírito.
Assim, as diversas tentativas políticas feitas pelos terráqueos na busca de desenvolver melhores condições existenciais, a saber, o capitalismo, o comunismo, o socialismo, a monarquia, a república, a teocracia e a democracia, dentre outras, caracterizam os acertos e desacertos do espírito do ser terrestre através dos tempos.
Somente provando dos frutos produzidos e cultivados pelo poder de criação da coletividade planetária, sentindo o sabor e o aroma agradável ou desagradável dos mesmos, e ativando a sua inteligência na busca de superar as adversidades e dificuldades do meio em que vive, poderá o ser terrestre perceber claramente o que lhe serve ou não, o que lhe pode ou não ser útil para melhorar a sua condição existencial.
Invariavelmente será a luta incessante do aprendizado na busca do progresso que fará a coletividade ,terrestre perceber ao menos o que não mais deve ser feito! Se pelo menos isto for identificado, os corações de todos os terráqueos abrir-se-ão inevitavelmente para a coexistência fraterna.
Tal processo de percepção mental e espiritual não pode ser ensinado porquanto não se dá de fora para dentro, mas, paradoxalmente, tem que ser aprendido e apreendido por todos. Não há universidades para tal. A vida já é a própria escola. A paz de espírito jamais será imposta, devendo, entretanto, ser conquistada por cada um. A iluminação será sempre produto da busca e do esforço pessoais, jamais produto que se compre ou seja dado por esta ou aquela religião.
Foi na falta dessa visão que muitos de nós pensávamos que o "amai-vos uns aos outros, perdoai sempre, exigi apenas de vós próprios" eram bobagens religiosas que deveriam ser memorizadas para. quando conveniente, ser recitadas. Em realidade, o que nos foi orientado, pelos mestres da educação planetária que aqui vieram, era muito mais do que simples e tolos preceitos religiosos. Eram e são, efetivamente, postulados e princípios morais-filosóficos de sérias conseqüências vibratórias para o espírito, constantes nas leis da maior das ciências cósmicas, que é a síntese de tudo o que mais importa no universo: aquela que dispõe sobre a convivência amorosa e fraterna entre todos os filhos da Criação Divina.
Os políticos do futuro - e de futuro - seguramente perceberão o que no momento está sendo dito. Os políticos presos às coisas do passado e às posturas viciadas - sem futuro - dificilmente conseguirão, ao menos, vislumbrar tais aspectos da política maior.
Mas, ao que nos é dado saber, apenas os políticos de futuro, a partir do próximo século, terão meio propício à propagação das idéias e testemunhos que renovarão a humanidade.
Pouco a pouco o condicionamento energético do orbe terrestre melhorará e vibrará em condições tais que a convivência com irmãos de outros orbes será comum e passará a fazer parte do dia-a-dia planetário.
Irmãos de outras moradas cósmicas aqui virão e impulsionarão - dentro das condições por nós atingidas e conquistadas - no que for permitido pela Espiritualidade Superior, a coletividade terrestre para vôos mais altos do espírito humano.
Muitas dificuldades continuarão a existir, pois, como já o dissemos, são fatores de progresso. Mas na justa medida das nossas necessidades e possibilidades, em sincronia com a sabedoria dos Mestres Espirituais que coordenam os destinos das coletividades planetárias, esses irmãos extraterrestres muito ajudarão em todos os campos de atividade da existência humana na Terra.
É importante ressaltar que eles também têm seus problemas enquanto coletividades planetárias. E mais ainda devemos perceber que a ajuda que eles prestam uns aos outros, através de intercâmbio de diversos níveis, é produto do mérito e das conquistas já alcançadas por todos eles. E mesmo assim, com esse nível de coexistência interplanetário, ainda têm diversas ordens de problemas a serem superados.
É importante que tal o percebamos para não nos perdermos na tola ilusão de que, com a chegada do Mestre, os problemas da Terra acabarão. Os problemas continuarão a existir e é importante que o repitamos. Apenas, gradualmente, irão mudando de nível e ordem de complexidade. Ele nos ajudará sim, repondo certas verdades, esclarecendo o que puder ser esclarecido diante da nossa capacidade de entendimento atual e o que nos for suportável. com a Sua presença e energia pessoais nos motivará e impulsionará na conquista de novas posturas íntimas e aquisições outras no campo da evolução, sem, entretanto, em nenhum momento, interferir no livre-arbítrio individual ou coletivo.
Haverá, realmente, esse dia e muitos dos que estão vivos no presente momento planetário O verão e a tudo assistirão pessoalmente.
A beleza radiante do amanhã dadivoso que espera, a todos nós que nos permitirmos vibrar com essa força amorosa inigualável que presentemente envolve o nosso planeta deslumbrará a todos os que se prepararem convenientemente para o grande dia da renovação.
A transição até esse dia é e será um pouco difícil pelo muito que ainda temos de nos modificar intimamente. E todo esse processo requer esforço espiritual de todos.
Depois desse grande dia, a presença pessoal do Mestre de tempos em tempos, e de seus Prepostos que em Seu nome aqui ficarão, coordenando os trabalhos de transição planetária e do início do processo de espiritualização de todo o orbe terrestre, será a força motriz que impulsionará a todos nós, terráqueos. para que possamos superar as próprias fragilidades. em busca da edificação definitiva do Reino de Paz e Amor do Pai Amantíssimo em nossa morada planetária.
É esse o trabalho, é essa a tarefa. Grande é a meta a ser alcançada por todos.
Muitos foram os caminhos dos nossos espíritos. Com tão trôpego caminhar, somos, talvez, a situação mais emblemática em todo o cosmos, de que, realmente, todos os caminhos levam ao Pai.
A eternidade nos envolve, nas suas estradas e realidades transitórias nos dando o benefício do esquecimento do passado equivocado. A cada estrada, uma nova paisagem, novos problemas, novas lutas empreendidas ao lado dos mesmos companheiros de sempre. Assim é a jornada do espírito pelos muitos caminhos do cosmos.
Que o período de transição planetária, que está apenas iniciando, e que teremos todos de enfrentar, encontre, nos nossos corações, a energia renovadora necessária para a prática da boa luta e do bom combate, frente às coisas e posturas espirituais viciadas que representam o passado do nosso mundo.
Que o Mestre ilumine a todos nós, na nossa busca de redenção espiritual, a fim de que possamos nascer de novo e tornarmo-nos dignos de sermos considerados cidadãos do Reino dos Céus.

Cronologia de Eventos

antes de 3.000.000 anos a.C. outras experiências existenciais que no futuro serão explicadas.


♦ ≈ 3.000.000 anos a.C. chegada das primeiras levas de humanóides (seres especialmente preparados para a vida na Terra, possuidores de grande nível instintivo mas ainda não dotados da luz da razão).
♦ ≈ 1.000.000 a 950.000 anos a. C. quatro grupos distintos, já bastante melhorados, porquanto resultantes das múltiplas experiências ocorridas ao longo do tempo, foram deixados na Terra, para uma espécie de teste final quanto à adaptação climática e, em especial à questão gravitacional. Ao final do período de testes e ajustes, seria decidido se um, alguns ou todos os grupos permaneceriam no planeta. O que desse processo resultasse, seria a base de humanóides que, juntamente com os seres mais evoluídos que chegariam em um segundo momento, formariam a humanidade futura. Cerca de quarenta mil humanóides se dividiam entre os quatro grupos, cujos portes variavam entre sessenta centímetros e dois metros de altura, possuindo, todos, pele acinzentada. A essa altura, mais uma leva de espíritos simples e ignorantes mas com a herança maior da luz do raciocínio com a conseqüente responsabilidade cármica, estava apta a iniciar a jornada evolutiva de ascensão espiritual na Terra, encarnando nos corpos resultantes dos cruzamentos desses humanóides.
♦ ≈ 800.000 anos a.C. chegada de equipes de seres mais evoluídos de diversas origens planetárias, para conviverem, diretamente, com os já existentes. Esses irmãos passaram por toda uma série de adaptações nas suas condições energéticas e, em especial, nos seus corpos, para tomar possível a permanência na Terra. O objetivo era a edificação do portal cósmico.
♦ ≈ 742.000 anos a.C. início da inquietação de Lúcifer nos sistema de Capela.
♦ ≈ 687.000 a.C. começa a rebelião de Lúcifer. Durante os próximos 68.000 anos, vários seguidores de Lúcifer visitam a Terra e outros orbes, propagando os postulados da rebelião.
♦ ≈ 619.000 a.C. a Terra e outros mundos rebelados têm seus circuitos de convivência cósmica cortados. Início do período de isolamento cósmico. Começam a chegar os primeiros exilados de expurgos planetários conseqüentes à rebelião. Muitos vêm no estado de espíritos desencarnados. Outros, entretanto, aqui aportam em naves espaciais.
♦ ≈ 100.000 anos a.C. a Terra passa a ser o último e único planeta rebelado. A partir de então, tudo o que restava das forças conscientes da falange de Lúcifer estava congregado na Terra.
♦ ≈ 40.000 anos a. C. chegam outros exilados cerca de 5 bilhões de individualidades, sendo, alguns poucos, em suas próprias naves, e a grande maioria no estado de espíritos desencarnados - que foram remanescentes de processos expurgos retardados, ainda provenientes da rebelião de Lúcifer, como, também, de reciclagens vibratórias de alguns mundos, com vistas a outros objetivos evolutivos. Por essa época, a Terra já contava com uma população de cerca de 20 bilhões de individualidades cósmicas, entre encarnados e desencarnados. A partir de então, a população planetária passou a ser de, aproximadamente, 25 bilhões de seres.
♦ ≈ 12.000 anos a.C. fim da civilização atlante.
♦ ≈ 11.000 anos a.C. chegada de algumas dezenas de milhares de exilados, todos no estado de espíritos desencarnados, provenientes, também, de alguns expurgos retardados de Capela e Antares. Essa foi a última leva de exilados que veio para o nosso planeta.
♦ ≈ 4.000 anos a.C. Jeová assume a coordenação dos trabalhos das equipes do Mestre no planeta Terra.
♦ ≈ 300 anos a. C. Jeová dá por concluída a sua missão e retira-se do ambiente terreno. A partir de então os extraterrestres passam a acompanhar, discretamente a evolução planetária.
♦ 27 d.C. consumada a crucificação do Mestre, Lúcifer é retirado do ambiente terreno. Satã, seu principal companheiro de desdita, assume o comando do que restava da rebelião.
♦ 1940 d.C. os extraterrestres começam a, novamente, se fazerem percebidos, obedecendo ao plano de preparação planetária, para a reintegração cósmica da Terra.
♦ 1993 d.C. em trabalho desenvolvido pela Espiritualidade Maior, Satã é assistido fraternalmente, sendo, desde então, retirado dos ambientes astrais terrenos.
Esclarecimento Estratégico
Resolvemos distribuir as obras que estão sendo por nós preparadas a pedido e sob orientação dos mentores espirituais em sete grupos distintos, dadas as características comuns e objetivando propiciar melhor visualização para quem desejar enxergar em profundidade o planejamento global da Espiritualidade, ao menos no que diz respeito à utilização deste aparelho terrestre.

Todo este trabalho tem como objetivo maior o processo de esclarecimento planetário frente a muitos aspectos das verdades eternas e do necessário conhecimento da vida cósmica para que nela possa a comunidade terrena, ser reintegrada ativamente.

Neste sentido, os escritos por nós recebidos até julho de 1995, estão didaticamente distribuídos em sete grupos de livros, a saber:


Contexto Filosófico-Espiritualista
O processo de reintegração da Terra à convivência cósmica somente poderá ser desenvolvido tendo como base toda uma preparação filosófica em nível de entendimento e da necessária postura política fraterna dos habitantes do orbe terrestre para que a reintegração aos circuitos cósmicos possa ser efetivamente consumada.

Para tal fim, foram fornecidos, durante todo o longo e penoso processo da história humana, toda a base política-humanística-espiritual e filosófica necessária ao esclarecimento do espírito humano, para aqueles que realmente desejaram - ou desejavam - alimentar-se da luz do esclarecimento espiritual.

Muitos mestres do conhecimento cósmico na Terra estiveram reencarnados fornecendo, na medida das possibilidades de entendimento nos núcleos terrestres à época dos seus testemunhos amorosos, as principais sementes necessárias ao desenvolvimento do espírito.

Neste final de ciclo, esses mesmos mestres, a pedido de Jesus, o Mestre dos Mestres, estarão atualizando e adequando seus ensinamentos para os dias finais deste milênio, fornecendo, assim, a base filosófica necessária ao entendimento do que ora ocorre com a comunidade de espíritos congregados ao orbe terrestre.

Em homenagem ao espírito amigo e iluminado de Platão, resolvemos denominar os dez livros que irão compor essa base filosófica, como pertencentes à série "Diálogos", porque será através da conversação desses grandes trabalhadores do progresso terrestre que os ensinamentos necessários e complementares a toda base de reflexão já existente para este fim de período cósmico, virão a todos nós apresentados através de diálogos, posto que, foi efetivamente dessa forma que ocorreram.

Contexto Cósmico
Nesse grupo estão agrupados os livros que abordarão aspectos do Cosmos, sua hierarquia, seus diversos níveis existenciais, os sistemas de mundos comandados pelo Mestre Jesus, Seus assessores, a História da Terra sob a ótica cósmica, a História de grupos de individualidades que para a Terra foram exiladas, certas ordens de problemas cósmicos e mais alguns outros aspectos que dizem respeito à vida cósmica.

Pertencem, pois, a esse grupo o livro anteriormente publicado Reintegração Cósmica, o presente trabalho, como também, o próximo livro a ser editado.



Contexto Terrestre
Todo esse processo de final de período cósmico com a conseqüente transição necessária ao terceiro milênio, os fatos que dele decorrerão e o vislumbre do que deverá e/ou poderá ocorrer com a comunidade terráquea são assuntos que serão abordados nos livros que irão compor os temas relativos à vida sociológica-política dos terráqueos frente a iminente reintegração à vida cósmica e aos demais aspectos conseqüentes.

Elucidativos
Temas gerais serão abordados nos livros que irão compor esse grupo, porquanto necessários ao entendimento do todo.

O fenômeno da morte, as Profecias, vida em outros níveis próximos à Terra, a misteriosa Atlântida, estudos sobre a Prece e muitos outros assuntos serão desenvolvidos e estudados como complemento à possibilidade de entendimento e percepção de como tudo está relacionado e interligado e de que, efetivamente, nenhum cabelo cai de nossa cabeça sem que esteja permitido e previsto dentro das leis que formam o grande circuito cósmico que emana e é mantido pelo amor do Pai.



Contexto Doutrinário
Nos livros aqui agrupados, serão apresentados diversos aspectos da temática da reencarnação, através da experiência de cinco individualidades espirituais que contarão suas muitas reencarnações, observando, em especial, as posturas felizes e infelizes assumidas quando do trato dos problemas humanos, decorrentes das intolerâncias raciais, religiosas, políticas e algumas outras características do espírito humano terrestre.
Esses livros aparecem apenas como apoio ao muito que já foi escrito a respeito do assunto por outros trabalhadores da causa do Mestre e é nosso dever ressaltar que será exatamente a opinião desses espíritos, conforme o grau de evolução que lhes é peculiar, que desfilarão pelas páginas dos livros que compõem esta série e não os ensinamentos da Espiritualidade Maior que normalmente caracterizam obras com propósitos de esclarecimento.
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