ReintegraçÃo cósmica. (Integral dos três livros juntos )



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II. PROBLEMAS EM CAPELA

CAPÍTULO TRÊS

Influência Luciferina.

Quanto mais evoluído for um sistema de mundos maior será a propagação dos efeitos vibratórios conseqüentes às atitudes íntimas dos seres que ali vivem.


Por isso individualidades muito perturbadas, cujas vibrações provocam desarmonia no ambiente em que se encontram, não podem adentrar moradas celestes desenvolvidas.
Nesses mundos, tudo o que sai do íntimo do ser ou o que por ele é emanado, propaga-se de tal forma que, a atmosfera que os rodeia fica impregnada pelos fluidos dos seus habitantes. Devido a uma característica especialissima de ambientes vibratórios desse porte, esses fluidos retornam "através do ar que respiram" para eles mesmos, como espécie de alimento etérico que é parte do processo alimentar dos seres que ali vivem.
Todos os sentimentos, sensações, pensamentos, posturas íntimas, atos e atitudes de cada ser compõem a sua cóntribuição particular para a formação da atmosfera energética desses mundos.
Quando um de seus habitantes, independente da posição hierárquica que esteja investido, começa a apresentar problemas vibratórios, o ambiente energético ao seu redor começa também a se caracterizar pela presença de certas distorções magnéticas, o que é bastante desagradável para quem com tais emanações não se afina.
Esses problemas são até percebidos visualmente pelos que estejam convivendo com o ser doente. É uma espécie de febre vibratória que é facilmente perceptível por todos, devido às características energéticas dos ambientes mais desenvolvidos.
Por essas e outras é que um ser pouco evoluído, que tem o estado íntimo de seu espírito caracterizado por inquietações de toda ordem — como é o caso dos terráqueos — não pode ainda habitar mundos mais adiantados na escala evolutiva. As nossas vibrações são tão inquietantes que causariam uma verdadeira explosão deletéria na atmosfera desses mundos.
O interessante é que aqueles a quem consideramos santos ou espíritos muito evoluídos que por aqui passaram, simplesmente conseguiram atingir esse marco diante da humanidade pelo fato de, aos olhos alheios, terem vivido de uma forma que serve de exemplo para todos nós. E não estamos nos referindo aqui aos grandes mestres da humanidade que passaram pela Terra, mas sim, aos que simplesmente conseguiram tornar as suas vidas relevantes e dignas diante do julgamento alheio.
Entretanto, é interessante notar que eles não tinham vida íntima pacificada. Ao contrário. Tiveram que lutar muito contra os próprios instintos e tendências para poderem exteriorizar apenas o que fosse construtivo.
Na verdade, a maioria teve e tem o grande mérito de, mesmo sem conseguir impedir que certos sentimentos, certas vontades e inclinações surgissem no interior de seus espíritos, conseguiam, sim, controlar tais impulsos através do esforço meritório da renovação íntima.
Esses — os que conseguiram superar a si mesmos —foram, na realidade, os que poderiam ser considerados como grandes espíritos que passaram na Terra, pois mesmo sentindo no íntimo a herança quase irresistível dos atos imperfeitos do passado, conseguiam superar toda essa herança espiritual de si mesmos através do autocontrole, da busca incessante do autoconhecimento. Sem essas ferramentas, ninguém conserta a si mesmo. Não há outro caminho a não ser a luta travada no silêncio e na solidão da própria alma.
Pois muito bem. Nos mundos mais adiantados, esses mesmos espíritos que na Terra consideramos como bem mais evoluídos que a média da humanidade, sequer conseguiriam neles viver. Teriam que primeiro se educar interiormente para dar fim à vida íntima ainda bastante agitada.
Mesmo conseguindo controlar a carga vibratória que lhes vem lá de dentro antes de ser potencializada em atitudes, ainda assim eles não poderiam adentrar nesses mundos, porque lá, basta pensar ou sentir de forma desequilibrada para alterar a atmosfera energética ao seu redor.
Reflitamos, portanto, quanto ao que ainda temos que evoluir para reconquistar um estado íntimo que um dia tivemos — o do autocontrole e da paz de espírito — mas que perdemos completamente devido a uma doença vibratória. ou câncer energético que terminou por decompor nossas expressões corporais ligadas ao Eu mais profundo.
Em palavras simples, a rebelião de Lúcifer nada mais foi do que uma doença vibratória, uma espécie de febre energética que vitimou a todos os que se permitiram com ela sintonizar. Depois de afinados com a vibração perturbada é muito difícil EScair, pois, nesses casos, o remédio nãopode ser encontrado nem adquirido em nenhum outro local a não ser rio íntimo dô Próprio espírito.
Se apenas um ser doente já perturba substancialmente a atmosfera desses mundos, imaginemos o tamanho do problema quando bilhões de seres espalhados em diversos orbes começaram a apresentar grau de compatibilidade vibratória com tais emanações fluídicas. Além disso, delas se alimentando e, ao mesmo tempo, contribuindo com suas vibrações doentes para a desarmonia que, a essa altura, era fator de preocupação para todos.
Apenas a título de ilustração, esse processo também ocorre na Terra só que de forma mais discreta, devido ao baixo poder de percepção do ser terreno como também pelas baixas e pesadas vibrações que ainda caracterizam o nosso mundo.
É bom mesmo que não possamos enxergar o que se passa ao nosso redor no que se refere às nossas próprias emanações fluídicas e da influência destas no ambiente psíquico do planeta. Melhor ainda é não atentarmos para o fato de como essa atmosfera envolve a todos nós e, em especial, àqueles que especificamente a geraram, porque se a tudo isso percebêssemos, seguramente seria bem maior o nível de loucura entre os habitantes do planeta.
Pelo menos para isso serve o baixo padrão vibratório que nos envolve: não nos permite perceber um palmo diante do próprio nariz. Entretanto, levando-se em consideração o assunto enfocado, até que nesse caso tem o seu lado aparentemente positivo.
Nos mundos evoluídos, entretanto, a situação vibratória é propícia à percepção das emanações fluídicas e de outras ordens.
Devido a isso, certos ambientes antes considerados paradisíacos — se comparados aos da Terra — encontravam-se profundamente abalados como se tempestades devassadoras por ali tivessem passado e a tudo desorganizado, intoxicando o ambiente com emanações deletérias e perturbadoras.
Os seres que não haviam ainda se contaminado com a influência luciferina encontravam-se próximos ao limite da capacidade de suportar a convivência com padrões vibratórios tão complicados.
Foi quando o Mestre determinou — por não haver mais nenhuma possibilidade de se resolver o impasse energético criado — que todos os seres rebelados fossem agrupados naqueles mesmos mundos onde já existiam condições energéticas perturbadas pois, para esses orbes, estava se dirigindo, constantemente, fluxo incessante de viajantes que buscavam melhor posicionamento estratégico diante do problema.
Com o passar do tempo e de forma natural, devido às condições energéticas reinantes, dezenove orbes terminaram por reunir, nos seus ambientes existenciais, a maioria dos seres problemáticos, pois ainda havia diversos grupos de rebeldes que insistiam em permanecer nos seus mundos de origem e outros que, hesitantes, ainda não tinham se definido quanto ao rumo a ser tomado pelos membros de suas famílias.
De fato, a contaminação psíquica promovida por Lúcifer, tal qual doença epidêmica que se propaga, havia marcado indelevelmente as condições espirituais de bilhões de seres, e, somente eles próprios poderiam, no futuro, promover a própria renovação íntima para buscarem a redenção de seus espíritos.
Em palavras simples diríamos que não havia médico disponível para tanto doente e nem essa doença podia ser tratada com medicamentos exteriores, ou seja, daqueles que compramos e ingerimos com a expectativa da resolução do problema.
No caso em questão, o único medicamento possível tinha que ser elaborado no íntimo de cada espírito doente através do Próprio esforço redentor pelos tempos afora.
Sabendo disso, o grande médico de almas esteve na Terra ensinando qual a única postura íntima capaz de produzir condições energéticas para que, novamente, o espírito pudesse se elevar em direção a moradas celestes mais adiantadas: h do amor incondicional ao próximo.
Já sabemos que o ser que ama sempre produz, ao seu redor, ambiente vibratório de altíssimo quilate, que o torna digno de potencializar o seu espírito nas mais altas expressões existenciais do cosmos.
Esse era e é o único caminho possível para aqueles que desejam a própria renovação íntima. Não há como se adquirir ou encontrar esse remédio. Ele tem de ser produzido no íntimo de cada um, nem que seja pelo desgaste da atuação do sofrimento e da dor que, para espíritos tão orgulhosos e teimosos como nós que estamos congregados na Terra, na ausência de melhores professores — já que fizemos de tudo com os que por amor ao próximo aqui vieram dando seus testemunhos — cumprem o papel renovador para aqueles doentes que teimam em permanecer com suas posturas tresloucadas.
Quando isso vai ser percebido pelo conjunto dos seres terráqueos é questão que deveria ser analisada em profundidade pois revela a incrível tendência psíquica herdada da opção equivocada em sempre se observar os pretensos direitos de cada um — o que é válido. Mas, quanto às obrigações, onde o nosso nível de discussão enquanto coletividade planetária?
Como podem todos ter direitos se ninguém tem obrigações? Quem vai sustentar o quê?
Aqui na Terra nos acostumamos a ver nações completamente despreocupadas em se despojarem de algo para ajudar a outras, mas que proferem belos discursos para defender os direitos alheios, num modismo de retórica estéril que, entretanto, encanta a muitos. Vemos, também, pessoas que não se obrigam a ajudar a outras, mas que defendem de maneira radical que aquele outro seja ajudado — porque é direito inalienável de todos serem ajudados — mas, por quem, se ele mesmo a ninguém ajuda?
Tudo bem. Todas as nações, é óbvio, devem ser ajudadas. Mas, por quem? Todos os seres terrenos têm direitos inalienáveis a sua condição de ser vivente mas, se não conseguimos, nós próprios, construir base de sustentação para os mesmos, a quem vamos exigir o cumprimento de tais direitos se não às próprias nações? Mas quem são as nações se não os próprios indivíduos que as formam? Só se formos exigir de Deus o que, por sinal, muitos continuam fazendo até hoje.
Ou seja, a eterna e equivocada busca de um remédio externo quando, na verdade, somente no nosso íntimo é que é possível criarmos condições para a resolução de todos os nossos problemas.
Ainda bem que conseguimos consolidar, nem que seja na teoria, os direitos humanos e muitos foram os heróis desse processo de luta incansável pela melhoria do nível existencial do ser terrestre. Mas, e quanto às suas obrigações? Enquanto destas não tivermos a devida consciência, também os direitos não serão exercidos de forma consistente.
Nos tempos de Capela é que surgiram os germes dessa postura que até hoje nos caracterizam os atos. Que venha a nós tudo o que queremos. Mas, de nossa parte...

Devido à própria situação energética reinante o Mestre havia decidido pelo isolamento dos seres inapelavelmente rebelados nos dezenove mundos que já estavam envolvidos vibratoriamente com o problema.


Lúcifer, percebendo que estava com algum problema de ordem vibratória — e disso, ao que nos é informado, ele teve certeza ao se defrontar pessoalmente com o Mestre no encontro íntimo que tiveram — isolou-se durante muito tempo no seu planeta de origem.
Mas por decisão própria, e mesmo antes que o Mestre tomasse a decisão de agrupar os seres doentes nos mundos que lhe eram afins, ele resolveu se deslocar para um desses mundos, numa espécie de último gesto de consciência para com os demais que não aceitaram os seus postulados, pois a sua presença os incomodava energeticamente.
Quanto aos que não concordavam com os postulados apresentados, é bom que se esclareça, Lúcifer jamais demonstrou algum tipo de desgosto pelo fato de não ter as suas idéias aceitas. Ao contrário. Ele sempre respeitou os que não comungavam dos seus ideais. Apenas não se sentia mais apto a viver sob o jugo de um sistema de valores do qual não mais compartilhava. E por se sentir deslocado do ambiente em que vivia, retirou-se do mesmo, procurando evitar, com isso, maiores problemas para todos.
Mas, efetivamente, ele havia ultrapassado aquele ponto do qual não mais se pode retornar. O problema estava criado.

II. PROBLEMAS EM CAPELA

CAPÍTULO QUATRO

Os Seguidores.

Devido ao problema, ocorreram verdadeiros choques energéticos e mesmo alguns confrontos psíquicos mais sérios no seio da maioria das famílias daqueles mundos.


A desarmonia e a desagregação que hoje se caracterizam como um dos grandes sintomas do equivocado modo de vida terreno, começava, naqueles dias, a ocupar espaço vibratório no espírito dos seres complicados.
Muitos dos comportamentos que, ainda hoje, complicam a evolução terrena têm as suas sementes germinadas naqueles tempos de equívoco. E não podia ser diferente pois a herança espiritual acompanha o ser em todos os caminhos que ele venha a trilhar até que dela se liberte através do próprio esforço redentor.

Esse é o nosso dilema: somente sabemos como os problemas começam; jamais, como e quando eles acabam.


Naquela época, devido ao livre-arbítrio de um ser cósmico, iniciou-se um processo que ainda não acabou. Muitas das famílias de Capela, de Vega e de Antares, tiveram como último recurso a separação de seus próprios membros, pois a discórdia estava implantada como epidemia avassaladora. A maioria delas teve parte de seus membros exilada e, até o momento, ainda aguarda a reintegração da Terra à convivência cósmica para o grande congraçamento há tanto tempo esperado.

Algumas, entretanto, terão ainda que aguardar muito mais, pois terão alguns de seus membros exilados da Terra para mundos ainda inferiores por não terem conseguido o padrão de evolução mínimo exigido para este final de ciclo.


Houve muito sofrimento naqueles dias. A angústia dominava o interior de todos pela crueza dos fatos. Em especial, afligia aqueles povos a inevitabilidade do exílio para seus afetas. Jamais eles haviam passado por problema semelhante.

Mesmo já tendo ocorrido problemas de outras ordens que chegaram realmente a perturbar, de forma localizada, a vida de alguns orbes que pertenciam à jurisdição do Mestre, todos se surpreenderam com o desenvolvimento dos fatos pois jamais havia acontecido processo sequer parecido. Nas proporções em que o caso estava ocorrendo afetava indistintamente a todos. Foi um problema que somente as altas hosLes de assessoramento da Deidade conseguiram entender em toda sua profundidade e extensão.


Somente o passado remotíssimo — não o da história terrena — dos mundos desses sistemas, pode explicar a relação de causa e efeito cósmico tão abrangente em mundos já razoavelmente evoluídos. Talvez algum dia saibamos o pano de fundo da rebelião de Lúcifer. Tudo o que temos condições de saber dentro do que nos é suportável — assim dizem os mentores deste trabalho — está sendo pouco a pouco informado.
O Mestre atendia a todas as delegações que se acercavam de Orbum em busca de esclarecimento e conforto. Seus assessores também desempenhavam o papel de orientação e consolo para as aflições daqueles dias.

Apesar de todo o problema, nada houve de violência —como a entendemos na Terra — entre as partes em desesperado conflito. Aconteceram, sim, verdadeiras guerras mentais que deixaram muitas seqüelas, até os tempos atuais, em muitos dos que participaram dos embates energéticos.


A famíliaYel, por ser o foco da propagação das inquietações que terminaram por causar todo o problema, foi a primeira a se esfacelar.

No primeiro momeno, mesmo à revelia de Lúcifer, foi entre os membros dessa família que se formou o que poderíamos chamar de primeiro escalão da revolta. Alguns deles tiveram, na verdade, participação mais radical do que a do próprio Lúcifer ante o Mestre e Seus assessores.


O comandante da rebelião sempre evitou o confronto com o Mestre, pois, apesar de tudo, reconhecia-se em condição existencial inferior em termos de aquisições meritórias. Somente concordou em afrontar Gabriel porque não havia mesmo mais retorno.
Ao juízo do autor terreno deste trabalho, conforme o que posso ter depreendido das informações que foram dadas pelos mentores, desde a eclosão do problema, Lúcifer passou a ser uma individualidade atormentada. Não que abrisse mão dos seus postulados, mas, ao que tudo indica, no nascedouro da questão, jamais pensara em criar problema de tamanha proporção. Por orgulho e aspectos outros do seu espírito, entregou-se à consecução da própria obra mesmo com a amargura a lhe caracterizar o íntimo. Entretanto, procurava de todas as formas não demonstrar a própria inquietação.
Na medida em que a sua organização corporal foi perdendo as diversas potencialidades, pois ia cada vez mais se acuando em mundos de vibrações pesadas e, principalmente, pelas próprias vibrações dele emanadas, o desespero, o sofrimento energético, a revolta, e mesmo, algumas vezes, o sentimento de terror de não ter como voltar no tempo e reajustar suas próprias atitudes, invadiam o espírito de Lúcifer.
Ao que entendemos, somente quando ele ficou "entricheirado" na Terra é que o seu comportamento mergulhou em conivências com posturas pesadíssimas a nível cármico, que muito o descaracterizaram. Mas, quem poderá julgá-lo? Não nos propomos a tal.
Mais ainda o incomodava a situação dos que o seguiram. A sua própria família estava agora dividida, e mesmo a pequeníssima parte que terminou por permanecer ao lado do Mestre, contraiu sérios problemas vibratórios dos quais ainda se tratam até os dias atuais lá em Capela.
Com a cisão ocorrida entre os membros do grupo de traCarma e Compromisso

balhoYel começou a desagregação geral. Foi exatamente nessa etapa do problema que Lúcifer decidiu sair dos ambientes de Capela e dirigiu-se para o primeiro mundo que ostentou a bandeira da rebelião: um planeta do sistema de Antares que passou a ser conhecido, desde então — fazendo-se uma aproximação para a linguagem terrena —, como Alt' Lam.


Alguns membros da fanulia Yel simpáticos à causa luciferiana seguiram o infelicitado lider. Outros permaneceram entre os mundos do sistema de Capela na prática de proselitismos e da propagação energética entre aqueles povos.
Entre esses, encontrava-se a figura deYel Liam que atacava com ardor e discurso ardiloso a injustiça — aos olhos dele — que os altos dignitários da hierarquia praticavam contra Lúcifer, através de irradiações magnéticas que o admoestavam a toda hora e que acabaram por minar-lhe os potenciais do seu tão poderoso espírito.
Percorrendo os mundos de Capela, os de Vega e depois os de Tau Ceti, Yel Liam tentava a todo custo, através de argumentações de ordem filosófica e da apresentação dos postulados rebeldes, influenciar a quem pudesse. Nascia no seu discurso radical a figura de um Lúcifer perseguido, caluniado, bombardeado por poderosíssimas vibrações, traído mesmo na sua possibilidade de exigir explicações.

Quando se encontrava em um dos mundos de Tau Ceti, Yel Liam encontrou um ser que viria a transformar-se em um dos principais seguidores de Lúcifer e que, após o exílio na Terra, tornar-se-ia tão ou mais importante, em algumas etapas da história terrena, que o próprio lider rebelde.


Esse ser, que já se alinhara desde que tivera conhecimento dos postulados luciferianos, havia provocado, com muita sutileza, problemas de toda ordem em alguns planetas habitados no sistema de Tau Ceti. Ao encontrar-se com Yel Liam, imediatamente incorporou-se ao movimento que estava em curso de transformar um vilão em herói.
A partir de então, Len Mion — que depois viria a ser conhecido na Terra pelo nome de Satã — integrou-se totalmente entre os rebeldes.
Foram, portanto,Yel Liam e Len Mion os principais artífices dos problemas que ocorreram em alguns dos mundos de Capela, a saber Arden, Dan, Zian e Mollen, como também, em alguns de Vega, além dos de Tau Ceti e, de forma especial, no planeta que servia de morada para Len Mion, que na linguagem terrena seria algo próximo a Gron Mion, que terminou por se tornar um dos mundos rebelados.
Com esses dois seres começou a surgir a preocupação geopolítica de ocupar espaços — bases e planetas espalhados pelos sistemas — estratégicos para fortalecer o movimento que surgia.
A partir desse ponto, os postulados filosóficos que formavam o que poderíamos chamar de bandeira de Lúcifer já eram questões algo secundárias para os seres que, como Yel Liam e Len Mion, menos desenvolvidos que o próprio Yel Luzbel, mergulharam fundo na questão da dominação e do exercício do poder.
Outros seres que, após um longuíssimo percurso na rota de exílio terminaram por se agrupar na Terra, viriam a personificar figuras de porte em certas páginas da história terrena como Napoleão, Tiradentes, Woodrow Wilson, Danton, Robespierre, Pedro II, Trotsky, Samora Machel e muitos que no futuro serão nominados, no caso todos pertencentes à família Yel, integraram-se ao movimento de distorção dos ideais luciferianos ainda mesmo no seu nascedouro.

Apenas a título de informação, alguns dos personagens nomeados e muitos outros membros da família Yel estão no momento reencarnados na Terra. Alguns em posições de vulto. Outros — que formam a grande maioria — encontram-se no anonimato.


Ao que nos é informado, apenas um dos que foram anteriormente nominados e que na atualidade encontra-se reencarnado como um homem simples do mundo — tem consciência dos fatos. Daqui a alguns anos é provável que muitos venham a tê-la.
A rebelião que já começara sem a real vontade — da parte do seu próprio líder — de se transformar em movimento de grande porte, começou a ser perigosamente deformada por outros seres que, devido à doença vibratória reinante, não mais atinavam com a própria loucura.
Como é que se consegue convencer um louco de que ele está realmente louco? O problema era semelhante, só que em outra ordem de fatores, já que, mesmo algo perturbados, esses seres detinham ainda grande potencial nas suas posturas íntimas para desenvolver as ações necessárias conforme os objetivos que os norteavam.
Quando um problema de ordem filosófica transformou-se num prenúncio de uma grande anarquia, os que ainda hesitavam e que permaneciam nos seus mundos de origem, foram convidados a se posicionarem de forma definitiva quanto aos caminhos que desejavam seguir.
Em todos os mundos dos sistemas de Capela, à exceção de Orbum, como também nos dos sistemas de Vega, Tau Ceti, Epsilon Eridani, Antares e no nosso Sistema Solar, existiam seres que ainda estavam na dúvida, apesar de já apresentarem desarmonia vibratória porquanto afinados com o problema reinante.
Muitos dos que se encontravam nesse estado, que poderíamos chamar de perturbação inicial, apesar de não se sentirem seguros ou concordarem com tudo o que estava ocorrendo, e que se encontravam nos mundos do Sistema Solar e de Epsilon Eridani foram, simplesmente, atropelados pelos fatos. E, por não aceitarem os avisos e apelos provenientes de Orbum, terminaram por se tornar prisioneiros da própria situação.
Nos mundos de Capela e de Vega, os que se posicionavam de forma hesitante, na sua grande maioria, se dirigiram para o planeta Gron Mion, no sistema de Tau Ceti. Outros, terminaram por seguir para o planeta Alt'Lam, no sistema de Antares, onde se encontrava Lúcifer.
Dessa forma, em Capela e em Vega, nenhum dos mundos alinhou-se aos rebeldes apesar de que todos eles — a exceção de Orbum, como já o dissemos — tiveram parte de seus filhos exilados para outros mundos.
O interessante na vida cósmica é que, por exemplo,Vega não é berço planetário para os seres que vivem em alguns dos seus mundos. Na verdade, os veguianos de hoje, são provenientes de um outro sistema de mundos cuja estrela principal começou a apresentar problemas, obrigando-os a se transferir para outra morada sideral.
Os mundos de Vega foram escolhidos por serem um sistema ainda—em ajustes naturais de formação planetária e, com a grande tecnologia que dispõem, os veguianos estão interferindo um pouco nas transformações que ali ocorrem. É óbvio que com isso eles enfrentam algumas ordens de problemas que assustariam qualquer cientista terreno.
Não é à toa que eles são conhecidos como os grandes viajores dessa parte da galáxia. Seus meios de transporte são os mais desenvolvidos de todos os sistemas. Exportam, inclusive, alguns tipos de naves para outros mundos.
Foi, contudo, no sistema de Antares que ocorreu a maior frente da rebelião.
Lúcifer decidira deslocar-se para um de seus planetas — Alt'Lam — justamente porque esse mundo tinha como principal característica o fato de ser um centro de pesquisa comportarnental dos espíritos em evolução. Além do que, quase que a totalidade de seus habitantes era simpática aos postulados luciferianos.
Além de Alt'Lam, vários outros mundos de Antares se alinharam com os rebeldes. As minorias que discordavam dos postulados e que viviam nesses mundos tiveram a oportunidade de migrar para outros que estavam ligados à administração de Orbum.
Dessa forma, dezenove foram os mundos, então habitados, que se rebelaram e que terminaram por congregar nos seus ambientes existenciais — conforme o padrão vibratório de cada um — todo o conjunto dos seres que se complicaram. Entre esses havia os que possuíam habitantes nativos quanto à origem planetária, os que tinham população proveniente de outros orbes, como também aqueles que serviam de morada temporária para seres em missões de diversas ordens.
Os mundos que se posicionaram contra a administração de Orbum estavam assim distribuídos:

— catorze no sistema de Antares,

— um no Sistema Solar,

— dois em Epsilon Eridani e



— dois em Tau Ceti.
Apenas para ressaltar, lembramos que nesses planetas estavam se congregando seres provenientes dos sistemas de Capela e Vega. Além do que, ocorreram também problemas temporários com alguns mundos de outros sistemas que mais adiante serão explicados.
Enquanto os revoltosos se dirigiam ou eram levados para os mundos afins, a família Val, que se encontrava em missão no planeta azul, ao perceber que o mesmo estava irremediavelmente envolvido no problema luciferiano devido a forte tendência dos que habitavam temporariamente a Terra em missão de trabalho, antes mesmo de ser decretado o isolamento dos mundos rebeldes, deslocou-se de volta ao seu mundo-residência, o planeta Zian, em Capela.
Ao retornar ao seu planeta de origem o grupo Val encontrou um ambiente que deixou os seus membros perplexos: era o exato momento em que os indecisos estavam sendo solicitados a assumirem postura definitiva pelos representantes das hostes do Mestre. Muitos amigos e afeições estavam entre os que se encontravam naquela situação.
A própria família também estava dividida e, entre os seus pares, apesar da afeição reinante, já começavam a ocorrer problemas de vibração psíquica.
Contatados durante a viagem de volta pelo próprio Mestre, que se colocava com toda a sua simplicidade à disposição de todos para a conversação fraterna, o grupo permaneceu pouquíssimo tempo em Zian, logo se dirigindo para Orbum.
O Mestre, com a sua capacidade ímpar de presciência, já havia percebido a situação de cada um dos membros da equipe pela qual Ele dedicava especial atenção.
Instigados, talvez, pelos fatos e devido ao próprio desgaste que já dominava o íntimo de cada um, mesmo com a atitude compassiva do Mestre que, humildemente, sem tentar a ninguém convencer de coisa alguma, solicitava que todos refletissem pois no estado vibratório em que muitos já se encontravam somente o discernimento e a tranqüilidade interior — paz íntima — podiam produzir o ambiente psíquico necessário a um processo decisório consciente, terminaram se complicando de vez.
O fato é que todos já estavam vitimados por uma espécie de vírus cancerígeno que inapelavelmente se propagara através dos efeitos nocivos da atitude rebelde.
Esse vírus — aqui estamos falando de forma figurada pois não existe no vocabulário terreno expressão correspondente que possa significar o que realmente se propagou através dos espaços celestes e contaminou os que se encontravam propensos e/ou enfraquecidos pelo problema em questão — conseguia deformar mais ainda as posturas íntimas dos envolvidos.
As vibrações que eram emanadas do íntimo de cada um dos que se deixaram de alguma forma envolver pelo problema — nem que, a princípio, apenas de maneira superficial com alguns aspectos que fossem da questão luciferiana —perturbavam de tal maneira o ambiente em que estivessem inseridos que, se pudéssemos traçar um paralelo com a situação terrestre, diríamos que o ar ficava com odor desagradável, dando pequenos choques nos que o respirassem, isso quando o mesmo não se tornava irrespirável.
Além disso, poderíamos também ressaltar que tamanha era a desarmonia que caracterizava os seres que apresentavam mesmo uma pequena fração da vibração problemática, que eles não podiam chegar perto uns dos outros.
Devido a esses aspectos, o encontro com o Mestre foi de um nível tal de constrangimento que a lembrança do fato inapelavelmente registrado na sede consciencial mais profunda do ser — independente de sua situação evolutiva —até bem pouco tempo, ar a machucava com suas vibrações os espíritos que dele p ciparam, mesmo tendo decorrido tantas páginas da vida cósmica. Somente a Sua presença na Terra conseguiu apagar muito dos choques conscienciais dos tempos de Capela. Ainda assim, O crucificamos!
Infelizmente, para a desdita de toda a família, o comportamento vibratório da maioria dos seus membros já estava consumado. O grupo retirou-se para reunião íntima a fim de discutir se havia ainda algo que pudesse ser feito.
Apenas quarenta e dois, dos setecentos e trinta e seis membros da família Val não tinham ainda, até aquele momento, se contaminado com a questão luciferiana. Estes tentavam de toda forma esclarecer os outros, mas nada conseguiam.
Nesse encontro que foi realizado em uma base sideral próxima a Orbum — espécie de satélite artificial do planeta — houve a decisão de que, já que era irreversível o problema vibratório na grande maioria, os quarenta e dois decidiram seguir com a família, mesmo não estando envolvidos intimamente com a questão. Posteriormente terminaram também por se complicar. Era impossível que isso não ocorresse, pois, cercados por tanta vibração doentia, o contágio era apenas uma questão de tempo.
De toda a forma, esses quarenta e dois seres, sempre conseguiram manter um padrão vibratório algo superior ao restante da família. Alguns, inclusive, há milênios não reencarnam na Terra, permanecendo nas altas esferas da espiritualidade terrestre, ajudando os que ainda se encontram na retaguarda evolutiva.

Este fato marcou o grupo Val que terminou por agir de maneira diferente de todas as outras famílias. Estas — como foi o caso da familiaYel — quando tinham entre os seus membros alguns que não compartilhavam com os postulados, terminaram por ficar divididas e somente a parcela rebelde é que terminou sendo exilada. Os outros permaneceram nos seus sistemas. Era consternação por toda parte. Nunca tão poucos haviam criado tamanhos problemas para tantos.


Todas as famílias que se envolveram com a questão, à exceção do grupo Val, tiveram a divisão no seio dos seus próprios membros como marca a acompanhá-los até os tempos atuais.

Ao longo dos muitos roteiros do exílio que terminou por congregar na Terra somente aqueles mais complicados, muitos foram retornando aos seus sistemas planetários na medida em que os mundos onde estavam vivendo por força da rebelião eram reintegrados à convivência cósmica.


Pouco a pouco, todas as famílias foram recompondo, ou melhor, reagrupando os seus pares que, após cumprido o processo de redenção espiritual necessário, voltavam a ser reintegrados à convivência com os antigos companheiros.
Ninguém na Terra pode imaginar a alegria não só dos membros das diversas famílias mas, em especial, a do próprio Mestre e de seus assessores, quando um só dos rebelados, se rendia às evidências inequívocas dos erros cometidos e, quando já de posse de uma nova ccrnclição vibratória conquistada pelo próprio esforço redentor, solicitava ao Mestre o seu reingresso para o local de onde fora banido por força da opção tresloucada.
Entretanto, nos tempos cósmicos atuais, a maioria das famílias que se envolveram com o problema luciferino ainda não conseguiu reagrupar todos os seus membros. Poucas já conseguiram essa graça.
As que continuam a sofrer a dor da separação esperam, ansiosamente, pelo momento da reintegração da Terra para poderem realizar o grande sonho tão aguardado que é a reunião de todos os seus pares.
Infelizmente algumas ainda terão que aguardar sabe Deus quanto mais tempo ainda, pois muitos dos seus membros serão exilados da Terra para ambientes existenciais inferiores porque não conseguiram atingir, após tantas vidas transitórias, o nível vibratório mínimo de tendência à fraternidade. Essas terão que aédinpanImr- e esperar por dias futuros em outro sistema planetário para a realização do tão acalentado sonho.
Portanto, a família Val foi e ainda é a única que se encontra com o conjunto total de seus membros congregada nos diversos níveis terrenos. Eventualmente alguns de seus membros — quando no estado de espíritos desencarnados — têm rápidas experiências existenciais em outros ambientes, mas, imediatamente retornam para o orbe terrestre assim que terminam essas vidas transitórias em outras moradas cósmicas.
É por isso que um dos espíritos luminares que dos ambientes espirituais que envolvem a Terra, despeja as suas luzes de ternura e ajuda a todos quanto seja possível ajudar, recentemente foi convidado a retornar aos mundos iluminados de Capela, pois já tinha cumprido com sobra o seu processo de redenção espiritual. Ainda assim, solicitou ao Mestre que lhe fosse permitido permanecer na Terra pois, um compromisso assumido pela família espiritual a que pertence — nos tempos idos de Capela — o mantinha preso à situação terrena, o que lhe foi concedido.
Não lhe citaremos o nome com o qual é conhecido o seu espírito atendendo a pedido dele próprio.
Da mesma forma não citamos os nomes dos verdadeiros autores destes livros em atenção à solicitação de todos eles. São trabalhadores que, no momento, têm seus nomes espirituais fortemente vinculados a certos campos de esclarecimento das hostes do Mestre.
Algum dia, talvez, esse aspecto seja esclarecido. Isso se for ou da vontade deles ou de quem coordena amorosamente todo esse processo. Quanto a minha própria, conta muito pouco nesse mister.
Apenas a título de conclusão do presente capítulo, temos a informar que o total dos seres que se envolveram com Lúcifer e que terminaram por ser congregados nos dezenove mundos rebelados ultrapassou a casa dos duzentos e treze bilhões de individualidades.
Muito tempo depois, ao tornar-se o último e único mundo a ostentar a bandeira da rebelião, a Terra passou a contar com cerca de vinte bilhões de seres presos ao astral planetário. Além desses, havia ainda outros cinco bilhões de rebeldes que estavam em situação existencial mais crítica ainda que os que foram congregados na Terra e que estavam aguardando, em certas regiões planetárias, a possibilidade de também aqui serem alotados, o que ocorreu posteriormente.
Portanto, há cerca de cento e dois mil anos, aproximadamente cento e oitenta e oito bilhões de seres já tinham sido reintegrados à convivência cósmica.

No início da década de oitenta, o número dos que continuavam presos ao orbe terrestre já havia diminuído para, aproximadamente, vinte e quatro bilhões de individualidades, ou seja, apenas cerca de um bilhão de individualidades espirituais, ao longo desses cento e dois mil anos terrestres, conseguiram a necessária redenção para voltarem a conviver nos seus mundos de origem.


A partir do mês de julho de 1989 — com a fixação do marco do início dos novos tempos terrestres — começou o processo de exílio espiritual para aqueles que, já no estado de espíritos desencarnados e que não mais tinham oportunidade reencarnatória na Terra, pois já haviam passado por todas as chances a que tinham direito diante das leis divinas que regem a evolução espiritual, e mesmo assim, não conseguiram atingir a condição mínima de vivência fraterna com o seu semelhante.
Com isso, na altura do final do ano de 1995 — foi em relação a esta data que os mentores deram a informação —e desde a fixação do marco, cerca de seis bilhões e meio de espíritos já foram exilados em verdadeiros comboios espirituais para outros dois orbes que servirão de morada planetária para eles e os demais que da Terra ainda sairão, durante mais um ciclo existencial, até que aprendam a potencializar nas suas posturas o que nos solicita a constituição cósmica que rege a vida de todos os filhos criados: o "amai-vos uns aos outros".
Somos, portanto, ainda congregados no orbe terreno, cerca de dezessete bilhões e meio de almas das quais, aproximadamente cinco bilhões e novecentos milhões estão reencarnadas. As demais, encontram-se distribuídas pelos diversos ambientes espirituais/astrais que circundam ou, como preferem alguns, envolvem a Terra, sendo cada uma no nível vibratório que lhe for afim.
A partir do mês de maio até dezembro de 1997, deverão sair em mais um comboio espiritual cerca de mais um bilhão e oitocentos milhões de espíritos que, desde o início do ano de 1996, já estavam sendo agrupados em ambientes próprios para esse mister.
Devem permanecer, a partir de então, nos ambientes terrenos, cerca de quinze bilhões e setecentos milhões de espíritos entre encarnados e desencarnados.
Entre esses últimos, nos umbrais terrenos — ambientes onde estão reunidos o que resta dos espíritos trevosos que não mais reencarnarão no planeta mas que ainda não foram resgatados pelos espíritos trabalhadores das hostes do Mestre — existem cerca de uns três bilhões de individualidades espirituais que fatalmente estarão, também, sendo agrupados em regiões especiais até que, lá pelo final do ano de 1998, sejam retirados dos ambientes ligados a Terra livrando, definitivamente, o nosso planeta da influência negativa dessas almas infelizes.
Dos que estão atualmente desencarnados, a história espiritual da grande maioria já está consumada. Pequena parte deles — cerca de algumas poucas centenas de milhões de espíritos — é que ainda está sendo trabalhada pela Espiritualidade Superior numa tentativa final de poupá-los do exílio.
Quanto aos que estão encarnados, aí sim, haverá problemas e todo esforço será válido, pois um pouco menos da metade da população encarnada terrestre ainda está associada às vibrações trevosas. E será — como já está sendo —o mundo dos encarnados o palco da grande luta de esclarecimento que será travada entre a luz e as trevas. Mas nessa luta não há perdedores, pois todos ganham.
Devemos ressaltar que, a partir da primeira década do terceiro milênio, grandes falanges de seres de outros orbes estarão — como já estão — se deslocando para os ambientes espirituais terrenos para a adaptação vibratória necessária à encarnação desses espíritos bastante evoluídos no palco de luta terrestre com vistas à melhoria planetária.
Esses seres, na sua maioria, são exatamente aqueles que mesmo tendo sido exilados no passado, logo retornaram a seus mundos de origem pela redenção espiritual que lograram com seus próprios esforços bem antes do que o resto da média dos rebelados.
Eles assim farão porque também se sentem responsáveis pelo acontecido. Além do que, existe uma espécie de compromisso consciencial de todos os participantes dessa tresloucada aventura, no sentido de somente se considerar como página virada do passado a equivocada ocorrência, quando o último dos rebelados for ajudado. Como muitos ainda serão exilados da Terra para outros dois mundos podemos concluir que ainda teremos mais páginas dessa infeliz história a serem escritas.
Quem com atenção ler o Apocalipse perceberá a clara referência a esses tempos que ainda virão. Mil anos na Terra talvez correspondam a muitos milhares de anos para os dois mundos que receberão os exilados.
Se o próprio Mestre e Sua assessoria, além do próprio Lúcifer, agem dessa forma, todos os demais também assim se portam. Percebamos, pois, como ainda resta trabalho a ser feito. E o incrível é que pouquíssimos têm idéia disso, tão bem feito foi o trabalho de distorção das informações realizado pelas trevas ao longo dos séculos.

E bom não esquecer que do total dos que estão congregados no orbe terrestre, aproximadamente 2/5 são de espíritos que começaram a sua jornada evolutiva cósmica na Terra, ou seja, não são exilados de outros mundos.


Não padecem da grande angústia de terem sido agentes de tamanho desatino, apesar de terem também seu nível de complexidade de problemas cármicos e de conquistas espirituais a serem resolvidos.
Por fim, lembremo-nos de que o Pai cria constantemente e que sempre alguns filhos do Seu amor estarão começando a longa jornada evolutiva nesse ou naquele mundo. Assim nos informam os mentores deste trabalho.
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