ReintegraçÃo cósmica. (Integral dos três livros juntos )



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IV. missão "planeta azul"
CAPÍTULO DOIS

Progresso Espiritual

Por volta de quarenta e dois mil anos atrás chegam a Terra vários grupos de exilados que totalizavam cerca de cinco bilhões de individualidades. Alguns poucos, em suas próprias naves, e a grande maioria no estado de espíritos desencarnados.


Entre esses últimos, muitos foram remanescentes de processos tardios de aferição espiritual do problema luciferiano. Contudo, era considerável também a quantidade dos que chegaram ao nosso planeta como produtos de recic1agens vibratórias de alguns mundos, com vistas a outros objetivos evolutivos mas que, por questões energéticas, foram congregados no orbe terreno.
Nessa época, a Terra já contava com uma população de cerca de 20 bilhões de individualidades cósmicas, entre encarnados e desencarnados. A partir de então, a população planetária, passou a ser de aproximadamente 25 bilhões de seres.
Com a chegada desses exilados, um outro surto desenvolvimentista passou a caracterizar diversas regiões planetárias.
A própria Atlântida rejuvenesceu os seus padrões existenciais e para muitos a questão luciferiana já era considerada como erros do passado. Nada mais tinha a ver com os problemas e buscas daquela nova geração atlante.
Com a chegada de novas naves - poucas, a bem da verdade - e de diversos seres ainda na posse de conhecimentos mais adiantados, aqueles dias foram marcados por novos esforços evolutivos apesar de que, destituídos de maiores preocupações quanto aos aspectos existenciais.
Mesmo distribuídos em facções, os atlantes construíram uma espécie de acordo estratégico que serviu como trampolim para muitas realizações.
Lúcifer, a título de estratégia e mesmo de refazimento energético, acompanhava sem interferir diretamente no curso dos acontecimentos - havia perdido a capacidade de materializar a si próprio diante dos encarnados e tudo o que podia fazer desde então era projetar-se, o que lhe custava muita energia, ou simplesmente envolver com suas vibrações aqueles a quem queria influenciar.
Espalhara a sua hoste pelas outras regiões planetárias dando continuidade ao processo de dominação que era o seu principal objetivo.
Percebia, com certa preocupação, a incursão de outras equipes siderais que não estavam vinculadas a sua luta e sequer tomavam conhecimento de sua presença enquanto pretenso líder planetário. Se tomavam ou tinham conhecimento da rebelião não deixavam transparecer.
O fato é que outras civilizações não tão evoluídas assim, com outras ordens de problemas, começavam a se aproximar do planeta azul pois este estava aparentemente entregue a própria sorte. Para Lúcifer, ele era o senhor da Terra. Sob a ótica cósmica de outros mundos, entretanto, o planeta estava sem dono ou sem governo porquanto desligado de qualquer circuito organizacional do cosmos.
O Mestre a tudo acompanhava. Diante das situações criadas pela rebelião, o convívio com outras civilizações - mesmo que algo problemáticas - do cosmos seria necessariamente fator positivo apesar de que outros problemas poderiam advir desse convívio.
Mas era - como ainda é - da lei cósmica a permissão para que, planetas que apresentavam situação vibratória como o caso da Terra, ficassem expostos às próprias conseqüências e efeitos dessa vibração.
As incursões promovidas por esses seres terminaram por criar uma série de realidades distintas apesar de paralelas - e histórias específicas dentro do mesmo contexto planetário.
Há cerca de vinte mil anos atrás a Terra possuía bases extraterrenas de diversas origens planetárias espalhadas por todo o planeta, cada qual responsável por um surto evolutivo específico que terminaria por gerar no futuro, diversos povos com histórias distintas quanto à origem do homem, à criação universal, cataclismos, dilúvios, eventos astronômicos, etc.
Eram tempos de deuses, suas histórias, seus feitos, da convivência que tinham com os homens e mulheres terrenos e a prole resultante, de criaturas viventes com olhos que voavam pelos céus, de seres que viviam muito mais que a média da humanidade, de gigantes, de monstros e toda sorte de acontecimentos.
Verdades e lendas, crenças e fanatismo se misturavam nas entrelinhas da história. As guerras, a lei do mais forte sobre o mais fraco davam a tônica da vida na Terra.
Na Mesopotâmia uma certa civilização extraterrestre havia começado de há muito a convivência com certos grupos já existentes na região. Além disso, criaram também "seus próprios seres terráqueos" para viverem no planeta. Esses últimos, durante algum tempo, fizeram praticamente o papel de escravos ante as necessidades dos "colonizadores".
De todo esse conjunto surgiu - de forma estranha para o conhecimento atual - um intrigante povo que passou à história como sendo os Sumérios. Dessas tradições remotíssimas é que foram herdadas certas passagens bíblicas como o caso de Adão e Eva, do Dilúvio Universal e outras.
De antiqüíssima civilização que um dia havia sido o lendário continente de Mu, restavam algumas ilhas que tinham também os seus deuses que desceram dos céus.
No continente americano, em especial na América do Sul, existiam naquele tempo, grupos de humanos que também recebiam visitas de deuses voadores.

Na África, seres originalmente exilados do sistema de Antares, haviam conseguido, a muito custo, construir surtos civilizatórios bastante apreciáveis e também detinham o privilégio de receber visitas dos senhores dos céus.


Na Ásia, dois focos civilizatórios provenientes também do sistema de Antares, na época denominados Clon e Chlin, começavam a constituir sociedades algo fechadas mas que apresentavam estranho padrão evolutivo para aquela época.
Lúcifer a isso tudo observava influenciando, na medida de suas possibilidades, o rumo dos acontecimentos.
Por essa época - há cerca de quinze mil anos as hierarquias cósmicas decidem convocar ao serviço fraterno todos aqueles que desejassem e pudessem ajudar a questão terrena.
De muitos mundos, diversos seres se apresentaram no sexto planeta em órbita no sistema de Antares onde estava provisoriamente instalada a sede do governo do Mestre, ofertando os seus concursos para a ajuda fraternal a seus infortunados irmãos cósmicos congregados no planeta azul.
Após a devida verificação de possibilidades energéticas de poderem ou não nascer na Terra, vários deles tiveram as suas ofertas aceitas pelo Mestre, que decidira também, naquela altura dos fatos, que no devido momento Ele próprio iria pessoalmente até aquele mundo infelicitado.
A ajuda somente poderia se dar através das encarnações pois a situação vibratória planetária não permitia outro tipo de processo cósmico.
Dessa forma, diversos seres vieram no estado de espíritos desencarnados para os ambientes terrenos e começaram a encarnar aqui e ali, levando ensinamentos e testemunhos redentores aos seus irmãos já considerados simplesmente como terráqueos pois já haviam tido milhares de oportunidades existenciais no contexto terreno desde que aqui chegaram.
Nenhum desses passou à história como a conhecemos hoje em dia. De alguns deles, remotíssimas lendas perdidas na noite dos tempos é que poderiam dar alguma pista quanto as suas existências.
Se ainda existissem certas bibliotecas que foram criminosamente destruídas pela ignorância humana ao longo das etapas históricas, seguramente teríamos notícias não só a respeito desses grandes mestres da luta evolutiva humana como também de certos povos e acontecimentos do passado remotíssimo.
Na Atlântida os problemas continuavam. Novos testes genéticos caracterizavam a influência atlante em algumas regiões planetárias. Além do mais, a questão da longevidade corporal estava na moda das discussões daquela época.
De fato, alguns grupos de atlantes viviam mais que outros e isso era motivo constante de contendas e disputas pela posse de certos conhecimentos.
Na realidade, a maneira como vivemos interfere no tempo de vida que teremos. Mas, o que se discutia naqueles dias eram manipulações químicas e genéticas que promoveriam certas condições ao corpo terreno para suportar, sem envelhecimento celular, a emanação energética característica do nosso Sol que acompanha os terráqueos nos muitos giros orbitais em torno do foco estelar.
Mais uma vez esquecia-se dos valores íntimos da existência, procurando nos aspectos e condições exteriores a solução para questões outras que não tinham relação direta com o verdadeiro problema daqueles seres: a ausência da simplicidade espiritual e da capacidade de perdoar e amar indistintamente.
Testes de toda ordem foram feitos com cobaias capturados em locais distantes, mas que terminavam por esbarrar no mesmo limite onde sempre esbarraram o orgulho e a vaidade humanas: o pouco ou nenhum conhecimento quanto ao Espírito e a incapacidade de dominar os processos existenciais que lhe dizem respeito.
Continuavam, por sua parte, os membros das famílias Val, Yel e outras provenientes do sistema de Capela, a se ajuntarem por questões vibratórias, no contexto da vida atlante, apesar de não terem mais a menor idéia - quando estavam reencarnados - a respeito do passado.
Lá também estavam os mesmos personagens espirituais provenientes de Tau Ceti que, mais uma vez reencarnados, disputavam a todo custo o poder temporal.
Len Mion - que tinha nesses seres facilmente manipulados por sua forte vibração espécies de fantoches utilizados ao sabor de seus interesses continuava a semear a sua crença de que aquele segmento de seres era o que mais tinha a ver com os objetivos da rebelião, com o que Lúcifer concordava.
Intrigas de toda ordem marcaram aqueles dias e, devido a incúria de todos, outro desastre estava a caminho.

IV. missão "planeta azul"
CAPÍTULO TRËS

Decadência Atlante

Há um aspecto que jamais foi abordado quanto ao passado terrestre que, somente a muito custo, concordamos em algo desenvolver a respeito.


Desde que nos foi informado pela Espiritualidade procuramos, sob todas as maneiras ao nosso alcance, relevá-lo a nível de aspecto menos importante, como se numa tentativa infantil de fazer com que os mentores esquecessem do tal assunto, por ser tão fantástica e difícil a sua abordagem, pelo menos para o autor terreno do presente trabalho.
Todos os receios acompanhavam a nossa mente quando das reflexões a respeito e não foram poucas as vezes que pensamos em fazer cessar o fluxo de tais informações, como se tivéssemos poder para tanto.
O nosso livre-arbítrio - ou o que dele pudesse restar àquela altura dos fatos - teve, por fim, a frágil coragem de decidir que, se muitas coisas estranhas já haviam sido veiculadas, uma a mais outra a menos, não interferiria tanto assim no que pudesse ser a opinião dos pacientes irmãos e irmãs leitores do presente trabalho.
Dizíamos que, há aproximadamente cerca de vinte mil anos, a Terra possuía bases extraterrenas provenientes de origens planetárias diversas. Esses núcleos estavam espalhados por todo o planeta, o que propiciava surtos evolutivos específicos. Dessa conjuntura surgiram diversos povos com histórias distintas quanto à origem do homem, à criação universal, cataclismos, dilúvios, eventos astronômicos, etc.
Essa época planetária estava indelevelmente marcada por uma disputa que sequer Lúcifer chegou a perceber em profundidade.
Devido ao fato da Terra ser uma espécie de mundo de ninguém, ou seja, desvinculado de qualquer hierarquia celeste ou de algum outro tipo de organização sideral, estando puramente a mercê dos fatos conseqüentes à rebelião era, por isso - diante das leis cósmicas - território livre para incursões de toda ordem.
Por mais estranho que possa ainda parecer, há certas civilizações extraterrestres que não estão necessariamente harmonizadas com o que entendemos ser uma espécie de federação de forças ligadas ao bem e nem mesmo ao mal, da forma como o concebemos através dos valores terrenos. Simplesmente evoluem por caminhos outros que aqueles tão comuns ao pobre discernimento terrestre.
É evidente que existem aquelas que estão confederadas a um certo objetivo, seja ele nobre ou não, quanto aos aspectos da ótica cósmica.
Vamos, portanto, dizer que, por se encontrar a Terra na situação em que estava, ao tempo a que nos referimos, era fator de atração para algumas civilizações, fossem elas possuidoras de um outro padrão mental de valores perceptivos ou mesmo inclinadas à expansão dos seus domínios celestes através de meios não muito condizentes diante do que entendemos por fraternidade cósmica.
Dessa forma, logo que ficou caracterizado no planeta o isolamento deste diante das hostes capelinas que comandavam - como ainda o fazem - essa parte do cosmos, as civilizações que tinham interesses quanto a Terra, fossem de pesquisa ou mesmo de conquista, começaram a construir suas bases estratégicas com vistas aos objetivos pretendidos.
Na visão desses seres, os terráqueos eram um bando de loucos e criminosos siderais que estavam entregues a própria sorte, não possuindo, por isso, maiores direitos. Assim, podiam ser utilizados ou destruídos conforme alguns padrões de conduta de algumas civilizações que, a exemplo dos animais da natureza terrestre que mesmo não sendo bons nem maus, mas que destroem e matam quando necessário, agem, também, dessa forma.
Qual o sentimento de culpa de um leão ao atacar a sua presa? Por mais que nos choque a sensibilidade, existem por este universo afora, diversas raças que, mesmo dotadas do que chamamos de inteligência, são ainda destituídas de certos princípios que caracterizam a parte mais evoluída da vida cósmica. Mas isso é assunto para outros tempos, pois na atualidade planetária não é conveniente que desenvolvamos assunto tão complexo.
O mundo terreno, realmente, estava sendo disputado por diversas forças cujas características eram bem distintas umas das outras: Lúcifer e seu exército, nove civilizações que procuravam pesquisar e explorar algumas riquezas minerais e seis outras que pretendiam, em futuro próximo, simplesmente dominar o planeta.
As hostes celestes harmonizadas com o Mestre a tudo observavam, procurando, sempre que possível, veicular as encarnações dos espíritos missionários que se propunham a tal intento. Nada mais podiam fazer porque, diante das leis cósmicas, a humanidade terrena, realmente, não fazia por onde criar campo meritório passível de receber ajuda direta.
As previsões quanto ao futuro terrestre eram, naquela oportunidade, sombrias, pois não se vislumbrava melhoria redentora a curto ou médio prazo para o problema vibratório dos seres aqui congregados.
Não foi preciso que nenhuma das raças que pretendiam disputar o domínio planetário com a civilização atlante - na época único foco terráqueo com capacidade tecnológica de se opor a qualquer possível invasão - produzisse ou mesmo declarasse algum tipo de conflito com os pretensos mandatários da Terra, porque, seriam novamente os atlantes que, sozinhos, promoveriam outra grande catástrofe que terminou por expulsar até mesmo a maioria das raças que já tinham suas bases estabelecidas na Terra.
Conjugado à catástrofe, houve também um evento tectônico. Esse evento foi algo bem próximo - pelo que nos foi informado - do que viria a ser a tese proposta pelo Prof. Charles Hapgood, mas cujos postulados ainda não foram plenamente aceitos pela ciência: o deslocamento em um só bloco de toda a crosta terrestre.
Analisando-se o fato de terem sido encontradas carcaças congeladas de milhares de espécies grandes de mamíferos, principalmente mamutes e que ao serem analisados os conteúdos de seus estômagos terem sido encontrados vestígios alimentares comuns a pastagens de clima quente, questiona-se como é que eles foram parar naquela região de frio tão intenso e que, a principio, não poderia ter aquele tipo de vegetação.
Entretanto, esses animais ainda hoje são encontrados no norte da Sibéria e do Canadá, estando, portanto, muito próximos ao Pólo Norte. E, na verdade, eles morreram no local onde haviam vivido.
Concluiu-se que a terra em que estavam pastando, através do deslocamento em bloco de toda a crosta terrestre, foi levada a um clima mais frio, de forma repentina. Com isso, milhares e milhares de animais foram congelados em um breve momento de tempo geológico.
Antigos e, aparentemente, inexplicáveis mapas da Antártida - pois foram feitos antes do seu "descobrimento moderno"- fornecem indícios de que aquele continente também foi congelado muito rapidamente.
Em outras palavras, a camada mais externa da Terra flutua sobre uma outra camada semilíquida. Hapgood propôs que a crosta terrestre podia se deslocar inteira - na sua totalidade - como a casca solta de uma laranja. Segundo ele, esse tipo de cataclismo seria causado por um desequilíbrio do peso do gelo nas calotas polares.
É sabido que, com o tempo, o gelo se acumula nos pólos, alcançando uma grossura de até 3,5 km. O grande peso do gelo termina causando, de tempos em tempos, um desequilíbrio no globo. Em um dado momento crítico, o gelo se desloca inclinando-se para um determinado lado, arrastando consigo a crosta mais externa do planeta e, com isso, levando os continentes, em um só bloco e em um curtíssimo período geológico, para novas posições.
Agora, antigas calotas polares estão em um clima mais quente no qual começam a derreter enquanto que terras temperadas estão em regiões polares nas quais começam a congelar e acumular gelo. Assim o equilíbrio vai sendo mantido até que muitos milhares de anos depois - alguns cientistas defendem a hipótese do intervalo de 41 mil anos entre os deslocamentos - o gelo novamente acumulado nos pólos, provoque outro movimento de adequação e ajuste do globo planetário.
Dessa forma, o Prof. Charles Hapgood concluiu que continentes inteiros podiam, rapidamente, mudar de posição no planeta. E, no último evento ocorrido, eles teriam se deslocado em torno de 3,5 mil quilômetros no sentido Norte-Sul, em um curto período.
Com isso, o continente da Antártida - antes de clima temperado - teria sido englobado pela zona polar e, ao mesmo tempo, a América do Norte liberada do Círculo Polar Ártico, tornando-se área temperada. Da maneira semelhante, conforme a mesma tese, a região planetária atualmente conhecida como o Brasil, li cava quase que completamente inserida no hemisfério Norte.
Quando Hapgood propôs a teoria do deslocamento da crosta terrestre em um só bloco, a comunidade científica não se pronunciou, à honrosa exceção de Albert Einstein, que admitiu publicamente a possibilidade da hipótese estar correta. É importante ressaltar que a tese do Prof. Hapgood não foi formulada em relação à possível existência da Atlântida.

Isso posto, informam-nos os mentores do presente trabalho, que há cerca de 14.000 mil anos ocorreu um evento muito próximo do que foi exposto pela teoria citada anteriormente.


Devido ao conjunto de problemas de ordens tão diversas, de todas as civilizações que já estavam sediadas no planeta, somente três conseguiram permanecer.
Destas, uma voluntariamente se retirou, tempos depois, deixando a origem de uma história de um povo que, ao que estamos informados, em breve será esclarecida. Uma outra foi acometida por problema de ordem virótica que dizimou todos os membros da sua base terrestre. A última perdeu a conexão com suas equipes que foram posteriormente impedidas de se aproximarem do planeta o que provocou a decadência de um foco existencial cuja comunidade resultante de todos aqueles eventos remotos muito tempo depois viria a ser conhecido como os Maias.
Entretanto, essas páginas pertencem a histórias que a seu turno serão contadas, não necessariamente por este escrevente terreno, pois merecem atenção específica.
Por esse tempo, após a consumação do grande sofrimento que foi a última hecatombe atlante, muitos exilados terminaram purgando suas faltas cármicas mais pesadas.
Cerca de aproximadamente dois terços deles atingiram, portanto, uma certa condição de limpeza energética quanto às marcações que lhe eram características, o que permitiu ao Mestre determinar o estabelecimento de um certo campo protetor que envolveu a Terra durante um certo período, impedindo, dessa forma, incursões de outras equipes siderais com objetivos pouco edificantes.
O último grande desastre atlante - ocorreram vários ao longo de sua história - teve, também, como principais personagens, os mesmos espíritos que no passado haviam promovido a maior hecatombe já vista nessa porção do cosmos.
É como se estivessem treinando para, no futuro longínquo do fluxo do tempo terrestre - durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais -, perpetrarem outras loucuras, só que, dessa vez, completamente envolvidos por Satã que a todo custo buscava atingir seus objetivos estratégicos para impedir a reintegração da Terra.
Com a última, que teve também como base de sustentação as mesmas posturas íntimas viciadas no campo das disputas e intrigas de toda sorte, foi-se por fim, a esperança de reintegrar a Terra a curto prazo. Não haveria condições tão cedo para que esse processo pudesse ocorrer.
Devido aos dois grandes desastres atlantes - em especial o último - surgiu definitivamente no palco terreno a questão virótica como potencial inimigo à existência de corpos viventes na face da Terra, especialmente os de mamíferos.
Esse problema vinha se desenvolvendo lentamente desde há muito. Apenas os atlantes conseguiram coroar a tola pretensão terrestre com a perda total de qualquer domínio sobre as questões viróticas, bacteriológicas e outras do gênero ainda não completamente percebidas.
Desde então, em diversas oportunidades, a vida no planeta esteve ameaçada em determinados momentos por questões bacteriológicas e/ou viróticas que terminaram por não chegar ao conhecimento moderno. A última da qual se teve notícia, mesmo que de forma apenas superficial e simbólica, foi a que ocorreu na região de Sodoma e Gomorra, que teve que ser destruída para evitar que a propagação de um certo vírus ali surgido, pusesse um fim à vida no planeta.
Na verdade, precisamos entender que os seres humanos e os micróbios sempre coexistiram ao longo da evolução terrestre. Em certas épocas do passado, devido às pequenas aldeias, esses últimos ficavam circunscritos a uma certa região e, com isso, a população local ia desenvolvendo os anticorpos necessários.
Muitas páginas da Antiguidade foram escritas dessa forma. Entretanto, de vez em quando, problemas mais sérios ocorriam que terminavam por criar certas situações que ficavam completamente fora de controle.
Foi assim com Sodoma e Gomorra, que tiveram a sua destruição decretada por Jeová para salvar o resto do planeta.
Dia virá em que a humanidade irá perceber a angústia suprema daquele ser extraterreno em implementar a única opção possível para preservar a vida dos mamíferos na face da Terra.
Alguns outros exemplos ocorreram em tempos mais recentes como o caso da peste bubônica que veio da Ásia, através das hostes de Gengis Khan. Em 1391, morreram milhões de pessoas somente na Europa, que foram contaminadas através do ar porque é assim que se propaga a bactéria responsável pelo problema. Por volta do ano de 1665 a peste sumiu misteriosamente.
Em 1969, equivocadamente, os Estados Unidos afirmaram que estava encerrada a história das pragas promovidas pelos microorganismos. Ledo engano. Eles estão de volta e muitos problemas ainda terão que ser enfrentados nesse campo de luta existencial até que possamos realmente afirmar que os processos decorrentes dos agora chamados supermicróbios de fato acabaram.
No passado remoto foi bem pior a ordem de problemas referentes a essa questão.
Somente na história atlante em muitos de seus períodos históricos, diversas pragas ocorreram que, se fossem analisadas sob a atual ótica científica, fariam corar o mais arrojado dos cientistas. No entanto, assim foi.
Esse problema, de certa forma, teve o seu início com a chegada de diversas levas das equipes dos rebelados que a todo momento aportavam à Terra. O nosso planeta - que já tinha a sua própria cota de problemas nesse campo, independente da contribuição externa - passou a ter ciclos de propagação viróticas e bacteriológicas, como também em outros níveis energéticos ainda não adequadamente percebidos pelo conhecimento atual.
Até hoje, portanto, administramos efeitos de um processo causal muito remoto. Pena que disso não tenhamos a devida consciência.
Mas, independente de percebermos ou não a causa remota dessa questão, podemos sentir o seu efeito e suas conseqüências que ainda estão a marcar a humanidade terrena como uma espécie de carma negativo de ordem vibratória a nos lembrar, a todo momento, as páginas do passado equivocado. E, enquanto dele não nos libertarmos - em termos de carma - os seus grilhões tornarão mais difícil ainda a jornada evolutiva dessa comunidade planetária que, por si só, já é bastante complicada.
Continuemos a gastar mais e mais em armamentos e instrumentos de destruição em detrimento das pesquisas necessárias ao bem-estar do ser terrestre e aguardemos o que nos reserva o futuro.
Na Atlântida já decadente - próxima ao seu final existia de tudo. Seres multicoloridos que apresentavam o mais bizarro dos aspectos. Outros grupamentos haviam que tinham uma única tonalidade de pele, fosse azul, vermelha, acinzentada, negra, marrom, esverdeada, amarela ou branca. Aqueles que pertenciam a um determinado grupo não se misturavam com os demais, em termos de acasalamento.
Toda essa multidiversidade de tonalidade de pele foi produto de muitas experiências genéticas e clonagens de todo tipo ocorridas ao longo dos muitos milhares de anos da história atlante.
O interessante é que, os acontecimentos ocorridos entre aproximadamente 17.000 e 12.000 a.C., se analisados diante do conhecimento moderno, mais pareceriam ficção do que, propriamente, realidade. Talvez, por isso, alguns ficcionistas direcionam suas histórias cheias de tecnologia para o passado terreno, em vez de para o futuro. Quem sabe se isso não é uma crise de memória do subconsciente - memória espiritual - confundida com o processo de criação mental?
Nesse período ocorreu uma série de acontecimentos geológicos, astronômicos e humanos que terminou por criar uma espécie de barreira ou cortina em relação ao passado.
Mas, voltando à Atlântida, certos ramos de seus cientistas pertencentes principalmente às tonalidades vermelha, marrom, branca e amarela, começaram a perceber que, de acordo com os registros históricos que detinham nos seus códices, estava próximo o momento geológico em que poderia ocorrer um deslocamento parcial ou total da crosta terrestre de proporções imprevisíveis.
Pelos seus registros, isso já havia ocorrido algumas poucas vezes no passado que eles conheciam através dos seus arquivos históricos, além de serem também conhecedores de que o eixo de inclinação do planeta variava a sua posição ao longo de suas evoluções em torno do Sol.
Com isso, alguns continentes que tinham clima tropical, por exemplo, passavam, em pouco tempo, a ter clima glacial e vive-versa; ocorriam muitos terremotos e erupções vulcânicas até que as placas tectônicas se ajustassem razoavelmente ao surgimento de algumas ilhas ou mesmo continentes, como também ao desaparecimento dos mesmos.
Começaram, então, a incrementar um processo de expansão do império atlante através da construção de muitas outras bases espalhadas pelo planeta.
O objetivo era construir em cada quadrante planetário algum tipo de base que pudesse servir após o esperado deslocamento da crosta terrestre - de foco de sobrevivência ou mesmo de desenvolvimento futuro para os atlantes que sobrevivessem ao problema o que, na expectativa de muitos dos que acreditavam na possibilidade geológica, ocorreria em grande número.
Entre os que assim pensavam, o continente atualmente denominado de América do Sul - além de já possuir diversas bases - viria também a ser escolhido para receber a maioria das que ainda seriam construí das.
Outros defendiam um maior incremento nos deslocamentos espaciais para a construção de bases que seriam construídas em alguns pontos do sistema solar.
Entretanto, haviam muitos que não concordavam com as análises em curso naqueles dias quanto a possíveis problemas com a crosta terrestre. Diziam alguns que o problema seguramente existiria, só que plotá-lo exatamente naquele instante histórico em que estavam vivendo era puro exercício de adivinhação. Outros sequer admitiam a probabilidade científica.
Ocorreram divergências e conflitos de toda ordem, não somente por causa dessa questão, mas, principalmente, porque havia uma tentativa em curso de um determinado grupamento querer se sobrepor aos demais por se achar descendente direto de Lúcifer e proveniente do já lendário planeta Alt'Lam. Foi uma espécie de Nazismo à moda atlante.
Por essa época, membros das diversas famílias de exilados provenientes principalmente de Capela e Tau Ceti estavam espalhados pelos muitos grupamentos atlantes. A antiga afinidade espiritual que os aproximava estava agora perdida nas entrelinhas do carma terreno assumido por força dos erros praticados nas reencarnações passadas.
Por injunções outras, no tempo a que nos referimos, os espíritos de Yel Liam, Vai Ellieh, Val carma terreno assumido por força dos erros praticados nas reencarnações passadas.

Por injunções outras, no tempo a que nos referimos, os espíritos de Yel Liam, Val Ellieh, Val Elliah e Val Ellam encontravam-se todos reencarnados em um dos grupamentos que defendiam a expansão do império devido à catástrofe iminente.


Já sem maiores noções do passado, sabiam apenas, dentro da cultura atlante, que eram estrangeiros na Terra pois, devido a um problema celestial ocorrido com o principal dentre os deuses atlantes, que era exatamente Lúcifer - na época, alguns dos seres que no passado haviam sido potencializados no astral terreno já eram cultuados como tais - todos eles foram expulsos do que pensavam ser seus mundos de origem.
Os quatro personagens, apesar de pertencerem a famílias diferentes de um dos então chamados troncos dos "Filhos de Alt'Lam", todos de pele suavemente amarelada por uma questão de descendência e já com certos traços do que hoje se conceitua como sendo oriental, terminaram se encontrando em certo departamento de trabalho atlante que buscava, através de suas forças militares, a tão buscada expansão do império.
Val Ellieh - que no futuro das outras reencarnações terrenas viria a ser um dos que foi crucificado ao lado do Mestre e, mais tarde, Marco Polo dentre outras personificações do seu espírito - era, na altura dos fatos, autoridade militar de vulto no meio das frotas aéreas da Atlântida do Norte.
Val Elliah - o outro que foi crucificado ao lado do Mestre e mais tarde, em Veneza, um rico comerciante que de certa forma financiou parte das aventuras da família Polo - era uma espécie de "engenheiro de armas" da frota aérea do Norte.
Val Ellam, piloto da nave principal de comando. Depois, nos tempos de Veneza, reencarnou como pai de Marco Polo.
E, Yel Liam - que viria a personificar Judas Iscariotes e, depois, um alto magistrado do conselho de Veneza na época dos Polo - cientista militar especializado em forças magnéticas minerais e muito versado nas filosofias políticas de então. Era uma outra grande autoridade da frota do Norte. Ele e Val Ellieh, pertenciam ao chamado Grande Conselho Atlante da época em questão.
Pertenciam, portanto, ao conjunto dos que desejavam expandir o império mas não aceitavam a supremacia de um outro tronco que também se auto denominava "Filhos de Alt'Lam" e ainda mais como sendo os únicos que ainda poderiam ser considerados "Fiéis a Lúcifer": o que se caracterizava por possuir pele branca.
A esse grupamento pertencia o espírito daquele que, no futuro, reencarnaria com a personalidade de Hitler, que já naquele tempo defendia a supremacia de uma raça sobre as demais.
Entretanto, além da triste expectativa de uma catástrofe natural que era esperada para qualquer momento, foi detectado nos quadrantes dos céus terrenos o aparecimento de um estranho e desconhecido corpo celeste que, segundo os cálculos, passaria muito próximo á Terra, havendo mesmo a possibilidade de ter a sua rota atraída perigosamente para o planeta. Como se já não bastassem tais problemas, alguns conflitos entre certas regiões militares atlantes foram deflagrados.
Devido ao calor das disputas armadas, toda atenção daqueles dias estava voltada principalmente para uma espécie de guerra planetária que estava acontecendo.
Explosões de toda ordem, provocadas ou acidentais, ocorriam por todo o planeta e, em especial, no seu hemisfério norte. Um certo conjunto de explosões nucleares de caráter limpo terminou por propiciar condições para aumentar mais ainda o que, por si só, já era um verdadeiro inferno: alterou definitivamente a órbita daquela espécie de bólide celeste.
Quando a certeza do cruzamento orbital se fez nos meios militares, o conflito que já durava há cerca de um ano e meio, cessou com a derrota de todos os envolvidos. Mas já era tarde.

Todos os esforços restantes se voltaram não mais para o possível problema de deslocamento da crosta terrestre - que, na verdade, já havia começado a ocorrer mas cujos efeitos ainda suaves, foram confundidos com conseqüências das explosões e de outros problemas - mas, sim, para o astro intruso que se aproximava perigosamente.


Ocorreram, realmente, alguns grandes tremores de terra que provocaram o desaparecimento de forma repentina de algumas pequenas regiões planetárias. Mas, o desaparecimento das diversas bases atlantes e de seus núcleos centrais, como muitos crêem e reza a tradição, não foi de uma hora para outra. Durou algumas poucas décadas pois tudo foi ocorrendo na medida em que os acontecimentos singulares iam se desenvolvendo.

As bases e os núcleos centrais do grande império distribuído nas muitas ilhas de um arquipélago que existia no Atlântico Norte, em algumas poucas localizadas no Mediterrâneo, na região Amazônica, em Atlan que era o ponto mais a leste da América do Sul, no México, na Bolívia, no Peru, no Chile, em algumas regiões da Antártida atualmente cobertas pelo gelo, no Egito, em alguns regiões da África, no Norte da Europa e outras poucas localidades começaram a desmoronar naqueles dias.


Todo esse conjunto de aglomerações atlantes foi sendo destruído na medida em que a crosta se movia, com os terremotos e as explosões vulcânicas, devido às chuvas químicas resultantes principalmente da explosão ocorrida já dentro da atmosfera terrena de algumas partes fragmentadas do agente celeste intruso, com a mudança abrupta dos climas regionais e, principalmente, devido ao já combalido estado tecnológico e à psicologia decadente dos sobreviventes; tudo isso compôs o pano de fundo da grande derrocada daquela que foi a maior forma político-organizacional que já se fez presente na Terra: a civilização atlante.
Em determinado momento, o que restava da frota aérea do Norte estava em pleno vôo quando a pequena Ilha na qual estava sediada a base de suas operações localizada no Atlântico Norte - como também os seus familiares - simplesmente desapareceu sob as ondas de um vagalhão sendo posteriormente tragada por um sismo bem mais potente que os que de há muito já prenunciavam ocorrências daquela ordem. Literalmente, aqueles seres infelizes ficaram sem chão para pousar.
Perambularam durante certo tempo por outras bases que ainda estavam de pé buscando, com todas as forças, reconstruir algo do antigo poderio.
Como eles, muitos foram os que sobreviveram ao grande desastre.
Muitas gerações de espíritos ainda reencarnaram nas decadentes bases atlantes que insistentemente tentavam manter vivo o sonho do império planetário.
Entretanto, com tecnologia já decadente e destituídos de instrumentos preciosos de engenharia, ainda assim, há cerca de treze milênios, ou seja, lá pelos idos de 11.000 a.C., muitas gerações de atlantes começaram a construir verdadeiras obras - numa tentativa desesperada de preservação cultural e mesmo de sobrevivência do que restava do orgulho atlante ao longo dos séculos.
É bom que se informe que os sobreviventes atlantes eram, na sua grande maioria, engenheiros e cientistas. As outras duas das principais classes sociais que caracterizavam a Atlântida nos seus últimos períodos, a dos militares e a dos sacerdotes, estranhamente pereceram quase que na totalidade de seus membros, durante as diversas etapas do trágico final. Foram. portanto, muitos engenheiros e cientistas e pouquíssimos sacerdotes e militares que deram início às principais empreitadas.
As primeiras que foram construí das até hoje constituem equações enigmáticas para a mentalidade moderna: a cidade de Tiahuanaco, na Bolívia, que terminou de ser construída em, aproximadamente, 10.000 a.C. e a Grande Esfinge; também construída por essa mesma época.
Na verdade, esses dois principais ramos de descendentes atlantes apenas deram continuidade ao que anteriormente os grupamentos a que pertenciam - os de pele vermelha e marrom no continente americano e os de pele negra e amarela em certas regiões da Ásia, da África e do Oriente - já haviam decidido construir quando da tentativa de expansão do império, antes da grande derrocada. Por aquela época, bases desses grupamentos haviam sido fixadas principalmente nas regiões das Américas e no Egito.
Nos dias atuais pergunta-se nos meios acadêmicos se, de fato, é possível ter existido uma civilização avançada na Terra, milhares de anos antes do registro da História como a conhecemos.
Entretanto, é bom não esquecer que a História moderna é o resultado de uma outra da qual foram subtraídos milhares de papiros, livros e outras formas de preservação informativa, nos muitos incêndios, destruições e loucuras praticadas por fanáticos ao longo desse mesmo processo histórico.
Ainda assim, há certos monumentos espalhados pelo mundo que têm certos aspectos em comum que, pela simples falta de explicação para as suas existências dentro dos padrões ditos aceitáveis por alguns cientistas, deveriam ao menos merecer avaliação analítica menos tendenciosa que costuma enquadrar nos seus interesses, às vezes inconfessáveis, apenas o que for conveniente, muitas vezes, em detrimento da própria verdade ou, pelo menos, de uma de suas vertentes ou possibilidades.
Queiramos ou não, havia uma cultura avançada tecnologicamente que existia antes de a História registrada ter inicio.
Nas "Crônicas do Peru", escritas no século XVII, Garcia de la Vega conta que, quando os espanhóis chegaram a América do Sul, perguntaram aos Incas se eles haviam construído a cidade de Tiahuanaco. Os Incas disseram que a mesma havia sido construído milhares de anos antes deles.
Pena é que poucos levam a sério o que qualquer historiador descompromissado de interesses menores perceberia: o fato de existir a cidade com seus monumentos, templos e engenharia ainda carentes de explicação quanto à tecnologia disponível por quem a construiu, além do testemunho histórico anteriormente citado.
Se a História não se valer de fatos concretos como esses para ao menos se permitir estudar uma possibilidade, de que ela se valerá para buscar a verdade quanto ao passado terrestre?
Seria mesmo interessante imaginar a ira incontida de alguns arqueólogos pelo fato de existirem certas cidades de arquitetura megalítica, além da Grande Esfinge e de muitas outras que terminam estragando as suas teses. Mas, infelizmente - para eles -, elas existem. E, o pior: têm muitas coisas em comum.
Tiahuanaco, na Bolívia, muitas pirâmides americanas, a imensa fortaleza de Sacsayhuaman, no Peru, a Grande Esfinge, as Pirâmides de Gizé e o Sireion, no Egito, Stonehenge na Inglaterra e muitas outras, foram todas construídas em épocas das quais não se tem registro histórico; todas elas envolvem nas suas construções pedras - na maioria, rochas megalíticas - que pesam centenas de toneladas e cujas junções medem menos de 1 mm; todas são consideradas de origem desconhecida pela chamada ciência oficial; as de caráter astronômico, possuem alinhamentos precisos e, no caso das pirâmides americanas e egípcias, todas foram alinhadas precisamente com os pontos cardeais; seja lá quem as erigiu, empregava um estilo bastante singular de construção desconhecido até para o conhecimento atual; tanto as culturas americanas quanto a egípcia mumificavam seus mortos além de apresentarem toucados reais de estilo parecido nas suas gravuras e obras artísticas.
A mais modesta conclusão a que se pode chegar - na medida em que as construções existem - é que uma remota grande civilização que atuou no México, na América do Sul, no Egito e em outras partes, mas que ainda não foi identificada pelos historiadores, espalhou uma série de construções que foram todas filhas de uma influencia comum espalhada na Terra.
Existe o registro histórico de uma lendária civilização atlante; existe o vácuo histórico de "quem construiu" o que de fato está construído nas regiões já citadas: pena que exista também a milenar incapacidade do ser terreno em superar o orgulho do pretenso saber e suas tolas e fugazes conveniências que faz com que as construções existentes mais pareçam obra de algum tipo de magia.
Quando é que sairemos desse circuito fechado que promove o eterno retorno da nossa própria ignorância à tônica dos fatos, sempre que eles exigem alguma resposta fora da cômoda postura ortodoxa, é análise que não nos propomos fazer.
Muitos ainda não entenderam porque a Espiritualidade faz uso de homens e mulheres comuns do mundo para chamar a atenção para fatos e possibilidades que a própria ciência poderia tratar de forma mais adequada e digna.
Enquanto não saímos desse circuito que nos premia a vida do espírito com novas e renovadas voltas a lide carnal para o devido aprendizado e melhoramento intimo, continuemos a analisar as informações que nos passam os mentores do presente trabalho.
Para melhor compreensão, os principais grupos remanescentes do desastre atlante encontravam-se espalhados pela Terra nos seguintes focos de civilização:
- atlantes que escaparam e se misturaram com grupos já existentes no continente americano, fossem produtos de experiências genéticas que tinham sido distribuídos em especial na América do Norte ou mesmo com seres que já se encontravam nas bases localizadas na América do Sul. Neste último, também existiam alguns grupos sediados em antigas bases de algumas civilizações extraterrenas que tentaram dominar o planeta ou que buscavam a simples extração de alguns produtos minerais e vegetais, além de certos componentes genéticos de alguns animais da natureza terrestre.
De toda essa diversidade resultou, mais tarde, os peles-vermelhas americanos, os incas, o índio brasileiro, os maias, os toltecas e os aztecas.
- atlantes que terminaram se unindo a um certo grupo extraterreno proveniente do planeta Ra Am, de uma das estrelas da constelação de Leão, que veio à Terra para tentar solucionar um certo problema energético de seu mundo de origem. Dessa união resultou o Egito antigo.
- atlantes que guerrearam com certos grupos de seres exilados do planeta Mathab, de Antares, e que se congregaram na região da Índia. Os conflitos descritos nos Vedas descrevem certos painéis dessa história. Desse foco civilizatório, surgiriam, depois, os hindus.

- atlantes que se uniram a certo foco indo-europeu que era, na verdade, um agrupamento de espíritos provenientes do planeta Zaus-Maha, também do sistema de Antares, que no futuro terrestre, se transformaria no império persa.


- atlantes que se misturaram com a semente de um povo que no futuro viria a formar a cultura helênica.
- atlantes que formaram com os remanescentes de seres exilados de focos da raça amarela vindos de dois mundos de Antares, os planetas Clon e Chlin, que no futuro, formariam a base civilizatória da Coréia e da China respectivamente.
- descendentes de atlantes que se misturaram com focos de exilados, todos de raça negra, também provenientes de três planetas do sistema de Antares, a saber, Bainim, Beltim e Bo-Im que forneceriam, depois, três dos principais grupos étnicos africanos.
Além desses núcleos civilizatórios, a essa altura dos fatos, existiam outras potências "de fora" que ainda permaneciam na tentativa de dominar ou simplesmente explorar a Terra: a raça Lemus espalhada em duas bases no Pacífico e um grupo que viria a fornecer a base de toda a história futura dos sumérios dos quais surgiria mais tarde a civilização mesopotâmica; esta, por sua vez, seria o foco originário de toda uma história cuja cultura político-religiosa seria eternizada nos livros da Bíblia, quase sempre confundida com a história do gênero humano terrestre.
Essa era a situação terrestre, algum tempo após o fim do império atlante, por volta de 10.000 a.C..
Durante os três milênios seguintes, alguns poucos desses núcleos evoluíram consideravelmente. Muitos estacionaram e, se tornaram decadentes com o passar dos tempos sendo substituídos por outras culturas. Outros, simplesmente, desapareceram.
Como produto direto dessa época resultaram, por volta de 7.000 a.C., quatro troncos raciais que dominariam o panorama terrestre até os dias atuais: a raça branca concentrada nas florestas do continente europeu em alguns focos civilizatórios, a raça negra na África, a raça amarela na Ásia e a raça vermelha primitiva, no continente americano.
Todas as demais variedades da humanidade terrena resultam de misturas, de combinações, de degenerescências ou de seleções dessas quatro raças matrizes.
Por essa época também iniciou-se a cultura mais atual dos "deuses" que conviviam com os humanos, fossem principalmente nas tradições gregas ou mesmo mesopotâmicas.
Na verdade, muitos dos que se transformaram em deuses eram simples sobreviventes do desastre atlante que ainda se encontravam dotados de certos componentes energéticos ou mesmo de produtos de um sucateamento da tecnologia restante que perdurou durante alguns séculos, permitindo a alguns poucos seres certas doses de poderio mental-tecnológico que a muitos impressionava.
Yel Luzbel e Len Mion eram, então, dois desses deuses que dos ambientes astrais "dominavam a Terra". A tudo tinham acompanhado sem poder interferir.
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