ReintegraçÃo cósmica. (Integral dos três livros juntos )



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IV. missão "planeta azul"
CAPÍTULO QUATRO

Agrupamentos Afins

Com o extermínio de praticamente toda a casta sacerdotal, dois dos principais cultos de devoção religiosa da cultura atlante - o de Luz Beyel e o de Set Iam - terminaram também por se perder na noite dos tempos.


Esses e outros cultos cujo objeto de veneração eram, também, seres potencializados no astral planetário, foram praticados durante toda a história daquela civilização. Nas suas últimas etapas, entretanto, esses deuses foram acusados de terem abandonado à própria sorte os fiéis atlantes, como se eles pudessem fazer alguma coisa.
No astral, recebiam o chamamento de seus irmãos encarnados, mas como já haviam perdido muito da antiga potencialidade que tinham os seus espíritos de se projetarem ou mesmo de se materializarem entre os "vivos" devido, principalmente, ao efeito de certas explosões ocorridas nos últimos períodos, eles se furtavam mesmo a projetar um vulto que fosse para o deleite dos seus fiéis.
Receosos quanto às vibrações dominantes naqueles dias, eles resolveram se afastar o máximo possível do ambiente dos encarnados para preservar o que restava de suas forças.
Estava, enfim, completamente desagregada a grande família de exilados que se congregou na Terra como espécie de última trincheira de uma batalha que estavam travando contra si mesmos. E, realmente, até os dias atuais, sequer conseguimos perceber tal fato.
Continuamos a transitar pelo mundo através das muitas vidas completamente despreocupados quanto às regras do jogo existencial, delas reclamando sempre e esquecendo que quem tem de se modificar somos nós próprios e não as normas cósmicas que nos regulam a jornada evolutiva.
Em mundos transitórios os pais nos fornecem o corpo transitório, jamais a. alma. E se além de transitórios são de caráter inferior, como é o caso da Terra, os filhos que chegam normalmente são os desencontros do passado e não os afetos do nosso espírito.
Com isso, as antigas relações de afinidade que uniam os seres sob o contexto da situação terrena, foram substituídas pelas situações de coexistência concernentes às leis de causa e efeito. Almas afins nada a ver com almas gêmeas - estavam, agora, separadas pelas injunções cármicas e somente no período pós Cristo voltariam a se encontrar em determinados núcleos familiares.
De fato, cada uma das famílias de exilados que terminou por se congregar na Terra, teve o conjunto de seus membros perdido entre as encarnações terrenas.

Como, no palco planetário, a situação existencial imediata fala mais alto, muitas vezes duas almas afins mas que não se reconheceram quando encarnadas, em situações de disputa, se permitiam baixar o padrão vibratório e cometer verdadeiras barbaridades espirituais em nome de um poder temporal, de uma paixão amorosa, de um credo religioso, enfim, de qualquer coisa que tivesse relação com o orgulho doentio que até hoje ainda nos caracteriza.


Após tantos débitos assumidos, somente após a purgação dos mesmos é que tornava-se possível o reencontro em condições satisfatórias em um mesmo núcleo familiar.
E isso somente começou a ser possível - em escala planetária - depois da presença do Mestre entre nós.
Na verdade, cada família de exilados tem dentro do objetivo geral da grande família planetária congregada na Terra - uma meta específica para atingir. Enquanto uma boa parte dessa família não consegue libertar-se dos débitos mais pesados, o conjunto dos seus membros, na sua totalidade, fica impossibilitado de levar adiante os projetos reencarnatórios com vistas ao objetivo maior.
Imaginemos, portanto, todas as famílias de exilados incapacitadas de desenvolver algum tipo de estratégia para o soerguimento do nível existencial planetário durante muito tempo. Assim permaneceu a situação terrena até que alguns focos civilizatórios conseguiram se desenvolver.
Não foi por outro motivo que, em sua maioria, os períodos históricos imediatamente posteriores à derrocada atlante ficaram como que perdidos nas brumas do passado.
De fato, caberia ao pensamento moderno perguntar quantas vezes o homem foi forçado a começar tudo de novo na face da Terra. Se algum tipo de resposta fosse dada a esse questionamento, seguramente já seria um novo padrão de reflexão para os que buscam entender as origens da humanidade terrena. E, se é verdade que a ciência terrena mais vale pelas indagações que ela aprende a formular do que, propriamente, pela quantidade de respostas que fornece, em que tipo ou campo de estudo se faz alguma indagação quanto à possibilidade da origem do ser terreno vir a ter outras hipóteses que não a de ter evoluído de um certo ramo dos primatas?
Imaginemos que a Terra fosse' um planeta aquático com apenas uma pequena ilha em toda a superfície. Mas, que nessa ilha existissem fauna e flora.
Um observador atento, percebendo a fantástica quantidade de água rodeando um pequeníssimo pedaço de terra, fatalmente entenderia que seria impossível a pequena ilha influenciar a totalidade do imenso oceano e admitiria que daquela imensa massa aquática é que deveriam ter surgido os componentes que terminaram por influenciar o surgimento da vida vegetal e animal naquele diminuto torrão.
Vejamos, agora, a situação do nosso pequeno planeta cercado pela imensidão do oceano cósmico. Será que pretendemos supor que foi da Terra que saiu algum tipo de influência sobre o cosmos? Mas, e quanto aos bombardeios de corpos celestes ocorridos ao longo da evolução planetária - mais de quatro bilhões de anos - semeando a vida através de elementos químicos aqui depositados e reações de toda ordem promovidas pela salutar interferência desse imenso oceano sobre o diminuto planeta? O que devemos pensar senão sobre a possibilidade de que tudo o que existe na Terra - em termos de vida - é produto de um lento processo de elaboração proveniente do encontro dos "espermatozóides celestes e do óvulo terrestre da Mãe Terra" semeando a vida nos moldes possíveis à natureza terrena?
Por que é tão difícil se discutir imparcialmente a possibilidade da origem extraterrestre do ser humano, se tudo o que existe na Terra é produto dessa chuva cósmica, desse grande oceano que, nas vagas de suas ondas existenciais, promove a vida onde for possível gerá-la?
É mais fácil e inteligente supor que o tal "elo perdido" entre o homem e o macaco é uma certeza ou possibilidade científica mais razoável do que examinar as evidências da origem vinda de fora dos limites terrenos? Que pavor provoca o termo "extraterrestre" em muitos pesquisadores para fazer com que possibilidades mais e mais bizarras sejam avaliadas com o beneplácito da ciência em detrimento de outras?
Infelizmente, grande é o número dos que supõem ter sido a pequena ilha. que, além de ter gerado vida nela própria, deve, provavelmente, nessa rota de análise, terminar por semear o cosmos qualquer dia desses. Realmente, temos olhos mas, às vezes, nada enxergamos. Pergunto-me se, de fato, queremos enxergar alguma coisa.
Continuemos, contudo, na nossa modesta narrativa dos fatos pós Atlântida.
Os quatro troncos raciais que, por volta de 7.000 a.C., caracterizavam todos os grupamentos terrestres estavam em lenta marcha evolutiva.
Devido à miséria reinante - entre os atlantes não havia esse problema - a conquista, fosse de uma região geográfica, de um objeto, de alguém ou de um simples pedaço de comida, passou a ser, entre alguns grupamentos, a .tônica da sobrevivência durante muitos séculos.
Poucos focos de civilização escaparam a esse tipo de comportamento bestial e primitivo.
Mesmo assim, alguns grupamentos conseguiam evoluir mesmo que muito lentamente.
Enquanto não vinha a evolução, um outro componente comportamental até então existente apenas de maneira sutil, ainda difícil de ser percebido por entre as nuvens carregadas das paixões terrenas, surgia como câncer aniquilando o poderio da única postura íntima o amor - capaz de redimir toda a coletividade planetária: o ódio.
Foi esse o principal subproduto herdado do exclusivismo atlante que tornou muitos seres incapazes de conviver com outros que lhes fossem diferentes em hábitos, costumes e necessidades.
Não é, portanto, sem explicação, que os primeiros registros do que atualmente se conhece equivocadamente por História Universal - herança do antropocentrismo estéril da humanidade - falam de comportamentos pouco fraternos entre os que foram personagens das páginas iniciais dos grupamentos que depois viriam a se transformar nas civilizações egípcia, chinesa, mesopotâmica, indo-européia e demais focos que deram origem ao atual período pós-atlante que vivemos.
Foi, também, um momento existencial cheio de revelações primitivas e sobrenaturais na medida em que o que era natural - convivência com seres astrais, com extraterrestres, com produtos estranhos de manipulações genéticas, etc. - tornava-se, com o passar dos tempos, raro e depois ausente do panorama terrestre.
Por esse tempo, as principais civilizações da Terra já lidavam com a lembrança dos deuses e de certos acontecimentos de forma lendária e já de forma muito distorcida em relação aos fatos originais.
Deuses que vinham nos seus carros voadores, humanos que eram arrebatados aos céus, gigantes, monstros exóticos, certos homens e mulheres que viviam bem mais do que o normal terreno, aparecimento de anjos, mitos e heróis, instruções dadas por senhores das estrelas, tudo isso era fator comum a todas as civilizações daquele tempo.
Abraão, na cidade de Ur, já crescera acostumado com relatos da tradição suméria quanto a deuses, suas interferências na vida humana, nuvens estranhas nos céus a perseguir ou acompanhar certas levas de trabalhadores sumérios e as incompreensíveis disputas entre os maiores do panteão sumério.
Afinal, Enlil e Enki - deuses da tradição suméria - muitas vezes disputaram situações e grupos de pessoas em nome de objetivos desconhecidos à mentalidade terrena que, somente há algum tempo, renomados pesquisadores tiveram o despojamento de colocar seus nomes em risco diante da comunidade científica, tamanha era a quantidade de indícios, mesmo que inquietantes, da presença de extraterrestres entre os humanos no passado da Terra.
A raça de extraterrestres que estava por trás da origem do povo sumério que tempos depois - a partir de 4.000 a.C. - juntamente com os acadianos e hurritas, dariam início à civilização mesopotâmica, desde há muito já havia saído do contexto terreno.
Convidados a se retirarem pela equipe de Jeová que estava prestes a assumir o controle planetário para preparar a vinda do Mestre dos Mestres, que decidira nascer como um simples homem terráqueo, aquele outro grupo de extraterrestres se afastou a contragosto do que já julgava ser uma espécie de conquista de suas hostes pois de há muito vinham extraindo certos componentes minerais e interferindo diretamente na vida terrena numa região compreendida entre a atual Turquia e o Iraque.
Tão grande era sua influência e poderio durante um certo tempo, que outras regiões que ficaram livres da influência atlante - desde a grande derrocada foram por esse povo dominadas.
Portanto, quando Abraão - que nasceu com essa missão - começou a ser envolvido por anjos, e outros fatos de origem tida como divina, não estranhou; já estava afeito a situações desse nível, pois, naquele tempo, tais fatos eram normais.
Na verdade, jamais o Mestre escolheu o povo hebreu para ser o Seu berço de nascimento, até porque na época da escolha não havia nenhum povo hebreu. Foi escolhido, isso: sim, o espírito que encarnou com a personalidade de Abraão para que, através de sua descendência que iria ser trabalhada por Jeová, surgisse o povo escolhido para o trabalho futuro.
Analisar o passado com os olhos do presente é fator de complicação que muitas vezes modifica a tônica ou mesmo a ótica dos fatos. Dia virá em que tudo isso será observado sob outras óticas que não a de todo conveniente aos valores atuais de certas religiões. Esse fato, em nada diminuirá a história ou crença religiosa. Ao contrário, se inteligentemente aceito, posto que inevitável, tornará mais belo e produtivo o pano de fundo das religiões terrenas.
É bom atentarmos para o fato de que todos os acontecimentos do passado terrestre somente tiveram os seus registros escritos estudados a partir do século XIX, o que demonstra que muito ainda está por surgir. Entretanto, mesmo ainda não tendo sido convenientemente explorado todo o passado pertinente a essa época, já se percebeu uma estranha semelhança entre as narrativas referentes aos deuses védicos e gregos. Se outras tradições tivessem sobrevivido à ignorância da própria humanidade terrena também dariam notícias misteriosamente parecidas com as anteriormente citadas.
Os Vedas afirmam que os deuses eram todos membros de uma grande família. Porém, essa família nem sempre vivia conforme o comportamento que se poderia esperar de seres tidos como tais. Às vezes deixava a desejar, em termos de comportamento amoroso, tanto ou mais do que uma simples família terrena, dizemos nós.
A origem de todas essas lendas de deuses e heróis, sejam elas de caráter grego, hindu, mesopotâmico ou de outras civilizações desse tempo, tinha um foco comum: os seres astralizados nos tempos áureos da Atlântida e que ainda eram comandados por Lúcifer e que, de vez em quando, realmente apareciam e raras vezes interferiam diretamente no desenvolvimento da vida terrena.
O único detalhe a se acrescentar é que, na altura dos fatos, Lúcifer havia determinado que apenas treze dentre todos os que se encontravam no estado astral deveriam coexistir com os humanos encarnados nas principais civilizações daquele tempo. Tal medida visava a impedir que todos se desgastassem energeticamente falando - de uma só vez. Afinal de contas, nenhum deles sabia como seria o futuro planetário e, por conseguinte, o próprio futuro do que um dia fora um movimento rebelde.
Assim, a presença de doze seres nos panteões védicos e gregos e a semelhança entre os seus nomes: Dyaus e Zeus, Dyaus-Pitar e Júpiter, Varuna e Urano, por exemplo. Por motivos pouco importantes para a nossa modesta narrativa, o décimo-terceiro jamais apareceu para os "simples mortais" ou simplesmente nunca foi devidamente percebido. O estranho é que na tradição daqueles tempos ficou registrado o número doze como a quantidade dos deuses que "dominavam a Terra". No futuro, estranhamente, doze seriam também os apóstolos de Jesus. Devemos atentar para o fato de que, na realidade, era Jesus e mais doze, o que dava a exata quantidade real dos seres astralizados que, sob o comando de um décimo-terceiro, interferiam no panorama terrestre.
É bom não esquecer que para Lúcifer era muito agradável a existência de vários deuses. Isso lhe ajudava na sua tese cósmica a respeito da existência ou não do Pai Universal.
Entretanto, começava a surgir um povo que, dentre os daquela época, era o único que não tinha deuses pois eles, os hebreus, tinham a Jeová. Os outros deuses - os assessores de Lúcifer - começaram a reconhecer e mesmo a temer a figura de Jeová, desde que ele assumira a sua condição de responsável pela preparação planetária para a vinda Daquele que iria redimir a todos mas que, equivocadamente, até hoje é tido, por muitos irmãos judeus, como um messias exclusivo de um único povo entre os povos terrenos. Como as nossas conveniências distorcem a verdade dos fatos! Lúcifer foi até pouco tempo atrás, professor dessa matéria.
Outro questionamento que se impõe, diz respeito ao objetivo dos povos daquele período histórico ao se referirem a "carros voadores, deuses que desciam e subiam aos céus e que conviviam com os humanos ensinando, copulando e matando" se, de fato, essas coisas não existiram? Como tantos povos, distantes geograficamente falando, e em alguns casos, de épocas distintas, podiam inventar o fator extraterrestre e para quê eles o fariam? Será mesmo que tinham condições culturais de vislumbrarem o aspecto extraterreno se esse não existisse?
Os registros históricos existem, e isso é um fato. Se existem, retratam o quê? O aspecto extraterrestre. Se assim é, do que mais precisa a ciência atual para pelo menos estudar com mais seriedade e imparcialidade sem macular com pechas morais aos que se dedicam com o sacrifício dos seus nomes a esse tipo de estudo - a possibilidade desse passado que pulsa por aparecer diante dos olhos do presente?
Foi, portanto, com certa dose de preocupação que Lúcifer e os seus assessores, perceberam a presença de um ser vindo de fora e que agora se intrometia no panorama terreno.

Tudo mudava com a chegada de Jeová.


Até as equipes de seres extraterrenos às quais pertenciam Enlil e Enki e que dominavam as terras mesopotâmicas e adjacências foram "convidadas" a se retirar do panorama terrestre, o que, de fato, fizeram.
Os deuses começaram a deixar de se fazer presentes na vida dos encarnados. Jeová e sua equipe, utilizando a tecnologia de que dispunham, praticamente conseguiram isolar o panorama terrestre da interferência direta, fosse dos seres astralizados ou mesmo de alguma equipe de extraterrestres ainda presente no ambiente planetário, desde o momento em que começaram a atuar mais abertamente.
Com a destruição de Sodoma e Gomorra pelas hostes de Jeová, ficou claro para Lúcifer que "alguém" de fora havia chegado para "dominar a Terra".
Preocupado por não mais possuir algum tipo de tecnologia à disposição de sua influência - e não foi nenhuma coincidência Jeová ter vindo para a Terra somente após a derrocada atlante -, Lúcifer se viu forçado a optar pela estratégia da obsessão espiritual, única maneira de tentar continuar a exercer a sua influência e o conseqüente domínio sobre o destino do planeta.
Estava, por fim, implementada a única e menos danosa das opções para os seres terráqueos conforme o planejamento da assessoria do Mestre possível de ser desenvolvida dentro do contexto vibratório da situação terrestre: a do envolvimento espiritual conforme a tendência de cada um dos espíritos aqui congregados.
Entretanto, mesmo sem ter processos tecnológicos disponíveis, os rebeldes ainda tinham o controle vibratório cármico de praticamente toda a situação existencial planetária.
Se fosse possível, naquele tempo, o surgimento de uma doutrina semelhante a do Espiritismo, não tenhamos dúvidas, a Espiritualidade Maior teria, então, implementado. Infelizmente, a situação energética do orbe terreno àquela época não permitia tal intento.

Por incrível que possa parecer, o que os primeiros livros da Bíblia descrevem em termos das atividades de Jeová e sua equipe é bastante modesto, comparado com o que de fato ocorreu.


As investidas das hostes luciferinas estavam em guerra declarada com aquela equipe de seres que, comandada pela impressionante figura de Jeová, se expunha de todas as formas possíveis de assim o fazerem para enfrentar a avalanche de desgraças humanas promovidas pela sanha desesperada das trevas.
Todos os povos daquela época terminaram por servir de massa de manobra para as hostes que do astral tentavam exercer o seu jugo.
O povo hebreu, por ter inserido na sua história futura - através do anúncio dos profetas - a possível guarida Àquele que viria, recebeu todas as terríveis investi das de Lúcifer porque, segundo o que se espalhara nos ambientes terrenos, seria naquele estranho grupamento humano com hábitos tão diferentes dos demais, que apareceria O que haveria de vir.
De um lado, as trevas tentando a todo custo destruir os hebreus. Do outro, a equipe de Jeová tentando preservá-lo preparando-o para a sua missão futura.
Por todo o mundo era uma época de lendas, heróis e mitos de toda ordem. As lembranças do passado cheias do fator "deuses de fora" em "carros voadores" que interferiam na vida humana semeavam no presente o meio propício a posições extremadas e às narrativas quando das incursões de Jeová junto ao povo hebreu e as circunstâncias daquele tempo.
Especificamente, quando da saída dos hebreus do domínio egípcio sob a tutela de Moisés, essa interferência rasgou de vez, os véus interdimensionais planetários. Nunca ficou tão claro para todos os que viveram naquela época que, realmente, existia uma interferência de fora - considerada divina porque não havia outra forma de considerá-la em um mundo sem qualquer avanço tecnológico - que se fazia presente mesmo que nos céus, mas possível de ser percebida por todos e cujos efeitos seriam sentidos através de fatos mirabolantes, que modificavam o curso da história.
Para que isso fosse possível, grandes espíritos encarnavam, adrede preparados para servirem de instrumentos mediúnicos-energéticos àquelas forças extraordinárias que eram emanadas do astral terreno. Somente assim é que se tornava possível a atuação das hostes, fossem luminosas ou trevosas.
Moisés, no caso, foi, dentre muitos outros méritos conquistados pelo seu espírito eterno, um dos grandes instrumentos dos quais se serviu Jeová para fazer cumprir no palco terreno os desígnios do Mais Alto com vistas ao futuro.
Por essa época, novamente os quatro personagens utilizados apenas como sujeitos ilustrativos da presente narrativa, após separados por muitas reencarnações em pontos distintos do planeta enfrentando sofrimentos inenarráveis, estavam convivendo em um mesmo momento e ambiente históricos.
Yel Liam e Vai Ellieh estavam reencarnados como dois dos mais próximos companheiros de Moises, quando da saída do Egito. Val Elliah, como um soldado egípcio do exército do faraó e Val Ellam, como um dos sacerdotes egípcios que tentavam ajudar o faraó a enfrentar a "mágica" dos hebreus, sem muito sucesso.
Se as diversas culturas daquele tempo já eram permeadas pela herança dos tempos da antiga Suméria, cheia de componentes extraterrenas, com a interferência de Jeová e sua equipe sobre a questão hebréia no Egito é que entraram na moda de então as revelações sobrenaturais de toda ordem. Inclusive, contra esse exagero o próprio Moisés, mais tarde, se preocuparia a ponto de legislar a respeito.
Fato é que, no passado, a intervenção extraterrestre não produzia reações de histeria e pavor entre os povos primitivos por uma razão bem simples: na psicologia de então havia a suprema e tranqüila convicção íntima da existência de realidades superiores (deuses), apesar de, na época de Moisés, por exemplo, não haver mais a mínima capacidade de entendimento técnico ou científico quanto a essas realidades.
No momento presente, esses mesmos seres já não teriam lugar no mundo moderno pois o psiquismo humano os rechaçaria inconscientemente. Jamais poderiam vir como deuses. Simplesmente se apresentam como o que de fato são: cidadãos cósmicos que residem temporariamente em outras moradas siderais da mesma forma que nós, seres humanos terráqueos, residimos transitoriamente na Terra.
Mas, a saída dos hebreus do domínio do faraó foi uma grande derrota para Lúcifer.
Chegamos ao ponto da presente narrativa em que nos obrigamos a enveredar por um caminho que mais ainda aflige a nossa condição de escrevente dessas noticias vindas do Alto: algo comentar sobre o passado, como ele poderia ter sido se outras opções históricas tivessem ocorrido.
Informa-nos a Espiritualidade que, se os hebreus tivessem permanecido sob o jugo egípcio, teriam perdido a sua cultura e os traços mais marcantes de sua personalidade enquanto povo porque, sediados em terra estrangeira e prisioneiros da dominação egípcia, seriam alvo fácil para as investidas das trevas que visavam a sua desagregação e a sua descaracterização, caso não pudessem simplesmente destruí-lo.
Entretanto, sair do Egito e conquistar uma "terra prometida" para nela enraizar - naquele tempo - os alicerces necessários para o futuro, era fator essencial para a futura vinda do tão esperado Messias. Se tivessem permanecido como escravos no Egito - e esse era o plano de Lúcifer - os hebreus teriam se tornado mais um dos povos que desapareceria ao longo da História.
Mesmo que, mais de mil anos depois, dominado pelo império romano, pelo menos a cultura greco-romana era mais complacente com os costumes dos povos por ele conquistados, que se tornavam nativos de suas províncias, o povo hebreu, ainda assim, poderia servir de berço à vinda do Mestre.
Foi essa, portanto, a estratégia que Jeová se obrigou a por em prática - corria por conta do seu próprio livre-arbítrio - para preservar a futura vinda do Mestre: retirar o povo hebreu do jugo egípcio mesmo que a custa de interferências diretas tanto de sua pessoa como de sua equipe. Se ele não tivesse agido dessa forma é provável que até os dias atuais o Mestre ainda não tivesse vindo à Terra ou, pelo menos, não teria vindo no tempo em que encarnou como Jesus. Estaríamos, de qualquer forma, ainda muito distantes do momento da reintegração cósmica do nosso planeta.
Se os hebreus não tivessem saído do Egito, outra teria sido a história da Terra.
Conquistada a "terra prometida", continuou o povo hebreu a ser alvo de investidas violentas que visavam, como já o dissemos, desagregá-lo, descaracterizá-lo, ou, preferencialmente, destruí-lo.
Muitas foram as tentativas levadas a efeito pelo quartel-general de Lúcifer.
Uma das mais marcantes foi quando, ao tempo dos assírios - povo mais odiado da antiguidade devido aos seus hábitos cruéis - as suas principais lideranças políticas foram completamente "dominadas" pela estratégia luciferina, através de processos obsessivos, e pela altura do ano 722 a.C., toda a força de guerra daquele povo caiu sobre os reinos de Israel e de Judá, dominando-os completamente.
Antes disso, porém, em 747 a.C., Nabon Assar, completamente obsedado pelo quartel-general de Lúcifer resolveu por fogo em todos os registros culturais, religiosos e históricos que encontrou pela frente, prestando, dessa forma, um grande desserviço ao futuro da humanidade. Naquele momento, se acentuou mais e mais, o tal elo perdido que nos separa do passado remoto.
Muitos foram, também, os outros fatos que caracterizaram a luta entre a Luz e as Trevas com vistas ao porvir. Mas, finalmente, era chegada a hora de preparar objetivamente o caminho D'aquele que havia de vir.

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