ReintegraçÃo cósmica. (Integral dos três livros juntos )



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5. Contexto Cósmico

A comunidade planetária terrestre, em verdade, renasceu interiormente. A exemplo do que nos dizia o Mestre Jesus quando aqui esteve encarnado, que o ser terreno somente entraria nos reinos dos céus se nascesse novamente, porquanto renascendo intimamente, através das reformas no próprio espírito, traria indelevelmente para si próprio uma melhoria nas suas condições vibratórias podendo, assim, habitar ou conviver em ambientes existenciais mais desenvolvidos, foi exatamente esse o processo que ocorreu com toda a humanidade terrena ao longo de sua história.


Parte da humanidade ter rena já encontra-se apta a voltar a conviver com o contexto cósmico que nos rodeia. Outra parte ainda deve ser um pouco mais trabalhada no campo do esclarecimento e da postura íntima para tal mister.
Mas, o que é o contexto que nos rodeia?
É exatamente esse o novo campo de buscas e aprendizado que se abre para a evolução da humanidade terráquea. É um degrau a mais, sem ser o último, da escada infinita que nos estimula o desenvolvimento vertical e ascensional do Espírito.
O portal que nos liga ao cosmos foi na Terra edificado pelo Mestre, Seus emissários e demais trabalhadores de boa vontade, e é chegada a hora dos nossos sonhos evolutivos atravessarem esse portal rumo a um outro padrão de aprendizado.
Ainda temos e teremos diversas ordens de problemas a serem resolvidos na nossa retaguarda evolutiva. Mas se tivermos um pouco que seja de habilidade e muito de boa vontade, humildade e disposição para melhorar a si próprios e, ao mesmo tempo, contribuirmos com a comunidade em que estivermos inseridos, estaremos, efetivamente, preparados para levarmos adiante a administração interior não só das necessidades da Terra, mas também daquelas que nos alimentam e educam o espírito.
O céu de que nos falava o Mestre, hoje passa a envolver a Terra porque novo é o estado do espírito da coletividade planetária. É o contexto cósmico que nos seus muitos níveis existenciais e com diversos orbes superiores - verdadeiros paraísos - abre as suas possibilidades para que possa ser vislumbrado pela ótica terrena. São os muitos mundos e situações existenciais intermediárias entre a condição terrena e a dos mundos superiores que ora se descortinam ante os olhos dos homens e mulheres da Terra. São também as muitas coletividades planetárias que, ainda caminhando à própria retaguarda evolutiva da situação terrestre, posicionam-se, na espera ansiosa, de um dia, quem sabe, serem ajudadas pela civilização terrestre do futuro.
Eis que chegou o momento de nos reintegrarmos à convivência e ao intercâmbio com os irmãos e irmãs de outros orbes.
Terminou o isolamento que nos motivava a estacionar o espírito na inércia da acomodação dos valores transitórios da Terra. Doravante, seremos sempre motivados à melhora interior porquanto estaremos convivendo com seres bem mais evoluídos.
Sejamos, pois, caminhantes que jamais se detêm. Não peçamos ao Pai a estrada reta e desimpedida da evolução porquanto pouco vigilantes e ainda tão imperfeitos que somos, podemos desenvolver velocidade inconseqüente e criarmos mais e mais problemas para nós próprios.
Teremos que administrar ainda por muitas experiências existenciais a herança espiritual de nós próprios através das tendências e inclinações do passado longamente equivocado que nos acompanharão aonde formos e em que situação existencial estivermos. Ninguém se transforma em espírito evoluído de uma hora para outra. É um longo processo, com início, meio e fim. O momento cósmico que estamos vivendo é simplesmente o início.
Estamos a meio caminho do processo de reciclagem espiritual do orbe terreno que, na cultura religiosa planetária ficou conhecido como o Juízo Final quando Jesus retomaria à Terra para presidir pessoalmente a separação daquelas individualidades tendentes ao bem e aquelas outras que não atingiram ainda um nível mínimo de convivência fraterna com seus semelhantes. Ao que entendemos da Espiritualidade Maior, em verdade o Mestre cumprirá todas as Suas promessas. Um pouco mais e O teremos entre nós em visitação fraterna clara e objetiva aos sentidos de percepção terrenos como Ele próprio prometeu. É esperar para ver.
Precisamos entender que, após tantas reencarnações empreendidas em corpos materiais, através de diversas existências na carne, depois de muitos estudos nas matérias de aprendizado da vida terrena, a saber, o amor ao próximo, a postura diante da riqueza, do poder, da pobreza, da miséria, do perdão, da tolerância, etc., o nosso espírito, quando da conclusão de mais um período letivo de aprendizado, será avaliado (já estamos sendo) quanto à verdadeira aprendizagem ou não de tudo o que nos ensinado pelos muitos mestres espirituais que se fizeram presentes ao longo da história terrena a fim de que nos tornássemos seres tendentes ao bem e aptos à coexistência pacífica, ordeira e amorosa com o nosso próximo.
Para a entrega deste certificado cósmico, perdoem-nos a pobre comparação com a situação do cotidiano terrestre, aos que, por esforço e mérito pessoais, conseguiram obter a própria redenção dos seus espíritos e, principalmente, para confortar, estimular e orientar aqueles que não conseguiram a aprovação neste período escolar e que serão levados para um outro planeta-escola onde um curso de recuperação cósmica os espera, aqui virá o Mestre Jesus com toda a Sua majestosa simplicidade de Preposto Maior do Pai Amantíssimo.
Jesus, através de muitas parábolas, advertiu a esta geração que efetivamente haveria este grande dia. Em Mateus, capítulos 13 e 24, em Marcos, no capítulo 13, e em Lucas, capítulo 21, estão registradas as grandes mensagens do retorno do Mestre para dar início a um período de paz, fraternidade e trabalho redentor e edificante para toda a comunidade planetária.

Nada de fim de mundo com a Sua chegada. Ao contrário. Será o início de um novo período evolutivo que a seu turno, será desenvolvido em seus múltiplos aspectos. A tendência à destruição predita e prevista por muitos foi, finalmente superada. A contribuição energética de altíssimo nível de espíritos maravilhosos como o que na Terra, durante a sua última romagem terrena ficou conhecido como Mahatma Gandhi; o esforço de muitos heróis anônimos na postura do amor plasmando no astral planetário a resultante de suas vibrações; a boa luta de muitos líderes religiosos e políticos na tentativa de se dar sempre uma chance à paz; os artistas maravilhosos que nas suas produções geniais semearam no coração de muitas gerações, ao longo das últimas décadas, o sonho e a esperança de um futuro melhor e com isso modificando o horizonte do futuro para muitos; a oração sincera dos membros dos diversos segmentos religiosos da cultura terrena; a contribuição científica que a todo momento descortina novos aspectos do Cosmos mostrando a nossa pequenez e a necessidade de agirmos cada vez mais com a devida ética diante da vida humana e do meio ambiente que é o nosso pedaço do cosmos em que vivemos e temos que bem administrá-lo, e tantos outros aspectos da produção humana dos últimos tempos que terminaram por plasmar na atmosfera astral planetária uma nova situação de possibilidades maravilhosas em relação ao futuro.


Hoje, outras são as predições e vaticínios em relação ao amanhã da comunidade planetária terrena.
É importante que se diga que aqueles que conseguirem a nota mínima exigida, ao final desse longo período reencarnacionista, para estarem aptos a conviver com realidades existenciais mais desenvolvidas, não são e não podem ser considerados espíritos evoluídos. São apenas individualidades espirituais desimpedidas de maiores problemas cármicos mas não evoluídos. O nosso padrão vibratório frente à média do cosmos ainda se assemelha à criança teimosa diante de um sábio, de um iletrado ante um devotado cientista.
Ainda temos muito a percorrer no caminho da redenção espiritual para que nos julguemos sequer razoavelmente evoluídos.
Mas a Terra, com suas conquistas e problemas a serem trabalhados pela humanidade que nela vive e viverá será ainda a grande escola e o tempo terrestre, o professor.
Receberemos cada vez mais a visitação fraterna de outras classes de seres que nas suas escolas cósmicas também evoluem rumo ao amor do Pai. E por eles mesmos seremos ajudados. E com eles trocaremos experiências na busca do grande ideal fraterno que une todos os seres do cosmos.
Que possamos todos reintegrar os nossos corações aos circuitos de amor que ora pulsam desejosos de nossa companhia no grande concerto da coexistência cósmica. Que venha a reintegração porque nela está mais uma etapa evolutiva, mais uma bênção do Pai, mais um testemunho de amor do Mestre por todos nós.
Fim de um ciclo, início de outro. É realmente sempre assim, nos dizem mais uma vez os amigos espirituais. E assim será por toda a eternidade, até onde nos leve o amor do Pai.
Por fim, nos é informado que haverá um dia neste planeta como nunca houve outro antes. Assim como, ao observarmos um fruto maduro ainda preso à árvore, prestes a cair ao chão, sabemos que a qualquer momento este fruto deverá cair, embora não possamos precisar com exatidão o dia nem a hora, tal é a expectativa quanto ao início do processo das visitas preliminares da equipe do Mestre na preparação de Sua Grande Vinda que será vista e percebida por todos os seres viventes. Mas, "quanto àquele dia e àquela hora, ninguém o sabe, nem mesmo os anjos do céu, somente o Pai" (Mateus 24,36 ).
"Ei-lo que vem com as nuvens. Todos os olhos o verão, mesmo aqueles que o traspassaram", nos diz o Apocalipse.
..."aparecerá no céu o Sinal do Filho do Homem. Todas as tribos da terra baterão no peito e verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu cercado de glória e majestade" ( Mateus 24,30 = Marcos 13,26 = Lucas 21,27).
"E como o relâmpago que parte do Oriente e ilumina até o Ocidente, assim será a Volta do Filho do Homem" ( Mateus 24,27).
"Vigiai, pois não sabeis nem o dia, nem a hora" (Mateus 25,13).

Passado e Presente

Era em uma tarde como outra qualquer. No horário terrestre algo em torno das 16 hs. O Sol, como se quisesse ser testemunha privilegiada do grande encontro, demorava a se inclinar para o horizonte, teimosamente suspenso na atmosfera, observando a tudo e a todos com os seus raios que refletiam a glória da Criação.


Há aproximadamente dois mil anos atrás, nas terras da Palestina, esse mesmo astro estava quase a pino, sendo obrigado por força de sua posição astronômica, a ser observador do mais pobre e ignorante de todos os crimes registrados na história da humanidade:
O Sol abrasador, calor sufocante, um homem preso ao madeiro da ignorância judaica e romana cercado por dois revolucionários também crucificados.
Legionários romanos, furiosos por ali estarem em pleno Sol, na hora mais desagradável do dia, após cumprida a execução, aguardavam impacientemente a consumação da morte dos três homens cruelmente flagelados, para que pudessem retornar aos seus aposentos, descansando para a folga que cairia justamente na festa pascal judaica do dia seguinte.
Homens rudes que olhavam a toda hora para o astro rei reclamando da demora de sua lenta descida para o horizonte, como se quisesse marcar nos corações daqueles espíritos embrutecidos a infelicidade do ato que acabavam de praticar.
Algumas mulheres choravam congregadas em pequenos grupos ao redor daquela elevação de terra que passou à História como sendo o Gólgota.
Alguns poucos homens taciturnos quedavam à distância com suas vestes escuras, homenageando no seu triste silêncio, o sofrimento daquele homem que entre os crucificados era o único que se mantinha em silêncio.
Outros passavam ao largo, soltando, através de gritos inconseqüentes, frases jocosas desnecessárias, que registravam ainda mais a miséria do espírito humano.
Alguns familiares e amigos dos crucificados, corajosamente reunidos num pequeno grupo caracterizado pelo desespero e aflição presentes em cada um dos seus membros, encontravam-se bem próximos ao local da crucificação. Uma mulher, dentre as outras do grupo, apoiada em um rapaz bastante jovem pede para aproximar-se, o que lhe foi permitido.
Escutamos o crucificado do meio balbuciar algumas poucas palavras para os dois que se aproximaram e que logo depois se afastaram lentamente.
O Sol continuava teimoso lá no alto. A impaciência e o calor aumentavam cada vez mais.

Um silêncio repentino se fez, como se toda a natureza calasse as suas diversas vozes para ouvir a de um simples homem que, naquele instante, começava a pedir a um Pai que só ele deveria conhecer, que perdoasse a todos nós que, por ignorância e desconhecimento, estávamos praticando aquele ato.


Estava de costas para o crucificado procurando identificar em algum ponto do ambiente que nos rodeava, o motivo para aquele silêncio incomum, quando escutamos aquele homem estranho pedir ao Pai dele que nos perdoasse.
Voltei-me devagar procurando os olhos daquele homem e o fato é que a partir daquele instante, tive uma certa dificuldade em encarar o crucificado do meio.
Algo se arrebentara dentro do meu espírito. Alguns dos outros legionários também se inquietaram. A sensação de termos feito algo profundamente errado e injusto se instalara no nosso íntimo para nunca mais sair.
Afastei-me um pouco do resto dos legionários que montavam guarda.
Observava as condições dos outros crucificados quando comecei a perguntar a mim mesmo que tinha eu a ver com as brigas e desentendimentos dos judeus? Apenas por algum tipo de má sorte é que me encontrava ali! Já tinha servido em diversos locais que refletiam a glória e o poder de Roma cumprindo de forma eficiente as leis do mundo romano e seria exatamente ali, naquele fim de mundo, que iria começar a fraquejar frente a mais um dos muitos condenados que eram executados a toda hora para fazer valer a justiça de Cesar?
Ainda aturdido pelo que acabara de escutar do crucificado, quedei-me, pensativo, procurando dar fim àquela aflição que se fizera inapelavelmente no meu íntimo. Mas, e o Sol? Por que não descia logo, escondendo-se no horizonte, acabando com tão demorada e irritante execução?
Aproximei-me do crucificado do meio para verificar a quanto ia a Sua resistência e com certa dificuldade o encarei. O Espírito daquele homem através do seu olhar, entrou de vez no meu coração para também nunca mais sair. Na hora senti-me como uma criança apanhada em plena falta, mas a paz que vinha daquele olhar era incompatível com Seu estado físico. Aquilo não era possível. No entanto assim o era. A sensação que emanava dAquele homem era de suavidade, de fraternidade, apesar de toda dor horrenda que sentia.

Virei o rosto para logo tornar a olhar para o crucificado. Pouco havia nele do homem que pela manhã, ao ser entregue aos meus cuidados após ter sofrido os primeiros flagelos, recebera a visita de uma senhora aflita que depois soube ser sua mãe. Era a mesma que na companhia do jovem rapaz aproximara-se da cruz. Entretanto, antes de permitir a entrada daquela senhora até onde estava o homem que ia ser crucificado, adentrei o ambiente onde encontrava-se o prisioneiro, e procurando observá-lo, notei, de minha parte, que era eu que estava sendo observado.


Eram os mesmos olhos que por trás de tanto sofrimento ainda expressavam paz, brandura e amor. Efetivamente não era aquele o meu dia. Não era possível tal fato. No entanto assim o era.
Quem era Aquele homem de quem pouco ou quase nada sabia a respeito? Que poder ele tinha que sem nada fazer perturbava o mais fundo de minha alma?
Afastei-me profundamente perturbado, expressando ao Sol o meu desapontamento por tão pouca colaboração. Os momentos lentamente se passaram.
De repente, mais uma vez, aquele extraordinário silêncio que penetrava no mais íntimo do meu espírito se fizera presente. Como que desconfiado, não mais procurei coisa alguma ao redor do ambiente em que nos encontrávamos. Olhei fixamente para o crucificado do meio que, imóvel na Sua agonia, começava a contorcer-se lentamente.

De quantas batalhas havia participado e nem mesmo quando do silêncio dos esconderijos à espreita do inimigo, jamais percebera tamanha e incômoda ausência de qualquer tipo de som.


Mas, de repente, como se todo o oxigênio existente no ar estivesse concentrado nos pulmões daquele homem, ele, com uma voz que era misto do desespero físico e da mais autêntica e irresistível majestade espiritual, começou a emitir sons que não pude compreender. Tudo estava parado ao redor.
Encontrava-me cabisbaixo pois repentinamente muito me afligia assistir o sofrimento dAquele homem quando comecei a escutar mais uma vez ele chamando o Seu Pai para entregar o seu Espírito pois Sua Obra estava acabada. Tudo estava consumado.

O Sol como que envergonhado frente a tanta injustiça e entristecido frente a tanta dor, sumira de repente, em plena tarde, sem maiores explicações. Não atinava com o que estava ocorrendo. Mas como entender coisas do alto se não compreendia o que estava se passando a poucos metros de distância?


Por que tudo tremia de repente? Que tempestade fulminante e inesperada era aquela que acentuava ainda mais a inquietação que reinava entre nós, tristes e infelizes testemunhas de tão hediondo erro?
O Sol, da mesma forma intrigante como sumira, voltara a brilhar. Tudo cessara. Como se com vergonha do que acabara de assistir, corria, agora, célere para o horizonte, pondo de forma misericordiosa um fim ilusório ao que acabáramos de promover.
Quase dois mil anos depois, voltávamos a observar o astro-rei, em plena tarde, desejando que ele, agora, não andasse tão rápido. Que lá permanecesse, teimosamente suspenso na atmosfera, para dar tempo a que se cumprisse o que fora prometido por aquele mesmo homem que do madeiro do Seu sofrimento olhava a todos com carinho e afeição.
Em plena tarde do agreste nordestino, estávamos nós, os mesmos personagens espirituais de outrora, esperando a volta do crucificado do meio como Ele mesmo prometera.

Cronologia de Eventos
♦ antes de 3.000.000 anos a.C. outras experiências existenciais que no futuro serão explicadas.
♦ ≈ 3.000.000 anos a.C. chegada das primeiras levas de humanóides (seres especialmente preparados para a vida na Terra, possuidores de grande nível instintivo mas ainda não dotados da luz da razão).
♦ ≈ 1.000.000 a 950.000 anos a. C. quatro grupos distintos, já bastante melhorados, porquanto resultantes das múltiplas experiências ocorridas ao longo do tempo, foram deixados na Terra, para uma espécie de teste final quanto à adaptação climática e, em especial à questão gravitacional. Ao final do período de testes e ajustes, seria decidido se um, alguns ou todos os grupos permaneceriam no planeta. O que desse processo resultasse, seria a base de humanóides que, juntamente com os seres mais evoluídos que chegariam em um segundo momento, formariam a humanidade futura. Cerca de quarenta mil humanóides se dividiam entre os quatro grupos, cujos portes variavam entre sessenta centímetros e dois metros de altura, possuindo, todos, pele acinzentada. A essa altura, mais uma leva de espíritos simples e ignorantes mas com a herança maior da luz do raciocínio com a conseqüente responsabilidade cármica, estava apta a iniciar a jornada evolutiva de ascensão espiritual na Terra, encarnando nos corpos resultantes dos cruzamentos desses humanóides.
♦ ≈ 800.000 anos a.C. chegada de equipes de seres mais evoluídos de diversas origens planetárias, para conviverem, diretamente, com os já existentes. Esses irmãos passaram por toda uma série de adaptações nas suas condições energéticas e, em especial, nos seus corpos, para tomar possível a permanência na Terra. O objetivo era a edificação do portal cósmico.
♦ ≈ 742.000 anos a.C. início da inquietação de Lúcifer nos sistema de Capela.
♦ ≈ 687.000 a.C. começa a rebelião de Lúcifer. Durante os próximos 68.000 anos, vários seguidores de Lúcifer visitam a Terra e outros orbes, propagando os postulados da rebelião.
♦ ≈ 619.000 a.C. a Terra e outros mundos rebelados têm seus circuitos de convivência cósmica cortados. Início do período de isolamento cósmico. Começam a chegar os primeiros exilados de expurgos planetários conseqüentes à rebelião. Muitos vêm no estado de espíritos desencarnados. Outros, entretanto, aqui aportam em naves espaciais.
♦ ≈ 100.000 anos a.C. a Terra passa a ser o último e único planeta rebelado. A partir de então, tudo o que restava das forças conscientes da falange revolucionária estava congregado no nosso planeta. Lúcifer desloca-se para a Terra e desembarca na base Atlan que, na atualidade, é a cidade de Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte.
♦ ≈ 63.000 anos a.C. primeiro grande desastre atlante. Decadência total da civilização planetária. A Terra entra em um período de impasse energético jamais percebido pelas hostes da Deidade que perdurou por cerca de 23.000 anos.
♦ ≈ 40.000 anos a. C. chegam outros exilados cerca de 5 bilhões de individualidades, sendo, alguns poucos, em suas próprias naves, e a grande maioria no estado de espíritos desencarnados - que foram remanescentes de processos expurgos retardados, ainda provenientes da rebelião de Lúcifer, como, também, de reciclagens vibratórias de alguns mundos, com vistas a outros objetivos evolutivos. Por essa época, a Terra já contava com uma população de cerca de 20 bilhões de individualidades cósmicas, entre encarnados e desencarnados. A partir de então, a população planetária passou a ser de, aproximadamente, 25 bilhões de seres.
♦ ≈ 12.000 anos a.C. fim da civilização atlante. A partir da confusa mistura de um cataclismo, dos efeitos decorrentes de experimentos e problemas com alguns artefatos herdados das gerações atlantes do passado remotíssimo e mais um evento astronômico, a grande civilização atlante ficou reduzida a cinco núcleos principais que se espalharam pela Terra.
♦ ≈ 11.000 anos a.C. chegada de algumas dezenas de milhares de exilados, todos no estado de espíritos desencarnados, provenientes, também, de alguns expurgos retardados de Capela e Antares. Essa foi a última leva de exilados que veio para o nosso planeta.
♦ ≈ 8.000 anos a.C. os remanescentes dos atlantes começam a sucumbir por problemas diversos. Alguns grupos de ex-atlantes se espalham ainda mais pela Terra. Na Índia, por exemplo, entram em confronto com a população local sendo eles - os ex-atlantes - uma das partes envolvidas nos conflitos descritos nos Vedas.
♦ ≈ 4.000 anos a.C. Jeová assume a coordenação dos trabalhos das equipes do Mestre no planeta Terra.
♦ ≈ 300 anos a. C. Jeová dá por concluída a sua missão e retira-se do ambiente terreno. A partir de então os extraterrestres passam a acompanhar, discretamente a evolução planetária.
♦ 27 d.C. consumada a crucificação do Mestre, Lúcifer é retirado do ambiente terreno. Satã, seu principal companheiro de desdita, assume o comando do que restava da rebelião.
♦ 1940 d.C. os extraterrestres começam a, novamente, se fazerem percebidos, obedecendo ao plano de preparação planetária, para a reintegração cósmica da Terra.
♦ 1993 d.C. em trabalho desenvolvido pela Espiritualidade Maior, Satã é assistido fraternalmente, sendo, desde então, retirado dos ambientes astrais terrenos.
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