ReintegraçÃo cósmica. (Integral dos três livros juntos )



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2. Os Extraterrestres

A exemplo dos espíritos desencarnados - uma das hostes de assessoramento da Deidade - que se apresentaram de forma organizada ao conhecimento do mundo, com o advento da Codificação Espírita, é chegada a hora de mais uma dessas hostes que assessoram o Mestre Jesus apresentar-se ao mundo de forma amorosa e pacífica, entreabrindo o véu que historicamente impedia a humanidade de enxergar mais além.


Aqueles a quem chamamos de forma generalizada de extraterrestres são irmãos queridos dos quais descendem todas as raças terráqueas. São, na verdade, irmãos de outros orbes, que possuem espíritos muito mais evoluídos que o nosso e que possuem corpos físicos-materiais muito mais desenvolvidos e sofisticados que o do homem terrestre, possuindo faculdades de apresentação astral que muitas vezes atrapalham os mais preparados dos médiuns videntes, confundindo-os com espíritos de homens desencarnados.
Esses irmãos que, podendo viajar no astral, através dos seus maravilhosos corpos astrais, o fazem, também, por meio de naves interplanetárias, acompanhando, no caso terrestre, seus irmãos terráqueos em evolução desde tempos imemoriais.
Seres que têm como origem diversos planetas diferentes de inúmeros sistemas de estrelas da nossa e alguns poucos de outras galáxias. Individualidades interplanetárias, que apresentam diferentes níveis de evolução, pertencentes a raças planetárias distintas, com características específicas, mas todas congregadas na Missão Terra, ou seja, contribuindo de forma direta ou indireta com toda a história terrestre desde épocas que não mais pertencem aos registros da história da civilização atual.
Irmãos nossos, todos sob a administração d'Aquele que, por legado divino e por conquista e mérito pessoal, governa e administra amorosamente todos os rebanhos que lhe foram destinados pelo Amor do Pai Universal, ovelhas de outros campos que também têm seus pastores cósmicos sendo, entretanto, a maioria deles, proveniente de mundos que estão sob a jurisdição amorosa do Mestre Jesus ao 10, 16: "Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco").
Esses queridos irmãos, que têm na raça Capelina a ponte de comando da missão que os norteia - acompanhamento de diversas levas de individualidades espirituais que para a Terra foram trazidas, tendo algumas, inclusive, aportado a este planeta na posse de seus próprios corpos materiais originários do orbe de onde procediam -, missão esta posta em curso e já desenvolvida de há muitos milênios.
É este, pois, o grupo de assessores do Mestre Jesus que ora se apresenta à comunidade planetária, através de irmãos extraterrestres de diversas origens, sobre quem outras informações serão prestadas dentro em breve, complementando as muitas informações dispersas existentes sobre o assunto.

São exatamente esses irmãos, os Capelinos, que há cerca de uma década vêm se comunicando sistematicamente com o nosso grupo de estudo, através de esforços e trabalhos conjuntos com a Espiritualidade do orbe terrestre.


Havia e há, ainda hoje, uma equipe formada por espíritos ainda presos magneticamente à Terra - espíritos que estão reencarnando ciclicamente na Terra e que entre uma e outra experiência na carne, permanecem trabalhando nos ambientes espirituais que circundam a Terra, ajudando e inspirando o homem encarnado na sua luta cotidiana -, e uma plêiade de seres extraterrestres que, de suas naves estacionadas próximas à Terra, projetam-se através de seus corpos mentais-astrais, formando assim, equipes de trabalho que, no nosso caso, quando nos congregávamos nas reuniões de estudo, se apresentavam e, através de um longo e paciente trabalho, nos informaram e prepararam longamente a respeito do que estava para acontecer.
Muitos fatos que são considerados normais, porém não comuns nas reuniões espíritas kardecistas, começaram a ocorrer nas nossas sessões.
Alguns irmãos encarnados tinham certa relutância em aceitar tais fatos, e muitas dificuldades surgiram ao longo do tempo. Mas a equipe espiritual-astral continuava cheia de júbilo e esperança nos trabalhos a serem desenvolvidos num futuro próximo.
Um fato normal na prática espírita, porém não freqüente, é a revelação, por parte da Espiritualidade, de vidas passadas a espíritos encarnados. E, no nosso caso, segundo explicações da equipe que nos assistia, assim seria procedido para que tivéssemos condições de estabelecer alguns parâmetros, entendendo e aceitando mais facilmente o que estava por vir. E assim foi feito.
Descobrimos, então, que o nosso grupo de encarnados nada mais era do que a reencarnação de espíritos que, na época do Cristo, assumiram as personalidades dos dois zelotes que foram crucificados ao lado do Mestre, de um dos que O seguiam mais de perto, do centurião romano e de alguns legionários que executaram a crucificação, de algumas mulheres piedosas que acompanharam o Mestre na Via Crucis, de alguns membros do sinédrio judaico e de outras personalidades romanas e judaicas daquele tempo.
Desnecessário dizer da inquietação positiva e construtiva que se fez presente nos nossos corações. Os irmãos espirituais repetiam, constantemente, que o que fora informado individualmente era compatível com a capacidade do grupo em receber tais informações e que se assim estava ocorrendo era porque tudo fora medido e pesado conforme a sabedoria da Espiritualidade Superior.
Para que o grupo - que até hoje se pergunta o porquê de tanto acréscimo de misericórdia para com seus membros - aceitasse com menos dificuldade a missão que lhe era colocada nos ombros pelo amor do Mestre Jesus, foram-lhe informadas algumas vidas passadas de cada um dos integrantes, a fim de que os corações e mentes pudessem traçar alguma relação histórica entre o que fora feito em vidas passadas, seja na época do Cristo seja em períodos mais recentes, e o trabalho que estava por ser iniciado.
A partir de então, as informações a respeito da iminente vinda de Jesus passaram a ser veiculadas de forma crescente durante as reuniões do grupo.

Fomos informados de que a Segunda Vinda do Mestre seria, acima de tudo, mais um ato de amor pela comunidade de espíritos ainda presos ao orbe terrestre, frente a iminente e inevitável reciclagem espiritual pela qual o planeta Terra e suas esferas astrais-espirituais que circundam o planeta físico terão de passar.


Como já foi dito, de tempos em tempos, a exemplo do que aconteceu em diversos sistemas de mundos há muitos milênios, os planetas que possuem vida pensante nos níveis físico-material (espíritos encarnados) e espiritual (espíritos desencarnados) passam pelo que já foi denominado anteriormente de Juízo Final.
Nesse processo de reciclagem espiritual, aquelas individualidades que, depois de milhares de reencarnações dentro de um ciclo histórico de aprendizado, não conseguem atingir o nível mínimo de desenvolvimento interior estabelecido para os habitantes daquele planeta, serão levadas para recomeçarem o aprendizado, cujo sucesso ainda não lograram, em outro sistema de mundos, onde o magnetismo reinante seja compatível com o ainda baixo nível astral-magnético desses espíritos infelizes.
Por força da lei que rege a evolução dos mundos, espíritos empedernidos em sentimentos menores e com inclinações contrárias ao amor fraterno, tornam-se incompatíveis com orbes razoavelmente adiantados na escala cósmica.
Eis o motivo dos exílios entre os orbes ao longo da história da Criação.
Mesmo correndo o risco de nos tornarmos repetitivos devemos ressaltar que todo o esforço, em escala cósmica, que está sendo feito nos ambientes terrenos é para que o processo descrito anteriormente seja compreendido pela comunidade planetária. É para que possamos entender que, quando mais da metade da população espiritual de um orbe - entre encarnados e desencarnados - conclui o nível de aprendizado estabelecido para aquele período, o planeta dá mais um passo na classificação cósmica, tornando o restante de seus teimosos habitantes incompatível com o novo ambiente astral-magnético que passa a caracterizar aquele mundo.
No nosso caso, a Terra deixará de ser um planeta de provas e expiação, como atualmente é caracterizado pela doutrina espírita, onde tantos espíritos endividados frente as leis de causa e efeito com carmas pesados - reencarnam para purgar faltas ainda presentes nas suas consciências criminosas, formando, por isto e pelo acréscimo de seus erros a cada tentativa no corpo carnal, este mundo tão cheio de dores e misérias que conhecemos. É importante lembrar que no que se refere às leis de causa e efeito, Deus a ninguém condena. Nós é que acionamos as leis de causa e efeito através de nossos atos infelizes nas muitas vidas que vivemos e nos defrontamos inapelavelmente com os efeitos por nós próprios criados.
Isto posto, continuamos a informar que doravante, ou seja, a partir do terceiro milênio, após a reciclagem espiritual pela qual passará nosso planeta, este receberá uma nova classificação na escala cósmica dos mundos, tornando-se, assim, impróprio para espíritos sofredores profundamente endividados conforme as leis divinas que regem o cosmos.
Na linguagem evangélica, caracterizada para uma época, mas contendo verdades eternas legadas às gerações posteriores através do esforço dos evangelistas e dos religiosos e filósofos de todos os tempos - segundo Mateus (Capítulo 25, versículos 31 a 46) e o Apocalipse -, o Juízo Final é explicado como sendo uma espécie de separação entre o joio e o trigo, ou seja, a separação dos espíritos aprovados, que atingiram a nota mínima exigida para os novos tempos, e aqueles outros - espíritos sofredores e endividados - que terão de ser repatriados, embora ainda sob o jugo amoroso e suave do Mestre Jesus, pois o Bom Pastor não abandona jamais uma única ovelha sequer do rebanho que lhe foi confiado (Lucas 15, 3-7. "Parábola da ovelha perdida". Mateus 18, 12 ss. ... "Assim é a vontade de vosso Pai celeste, que não se perca um só destes pequeninos").
A busca da perfeição é o único determinismo que existe nas leis do cosmo. Quando e como chegar próximo a esta perfeição dependerá, única e exclusivamente, do livre-arbítrio de cada individualidade espiritual.
O Espiritismo nos faz entender claramente este preceito. Através de múltiplas reencarnações, o espírito, através do seu livre-arbítrio, vai traçando um caminho mais ou menos longo, em busca da perfeição interior, em diversos mundos existentes nas diversas moradas que existem no universo.
Um exílio em planetas inferiores custa ao espírito uma multiplicidade de problemas além do tempo - no caso terrestre algo em torno de centenas de milhares de anos -, que deixa de conviver em ambientes mais evoluídos, reencarnando inúmeras vezes em condições materiais precárias, com sofrimentos inenarráveis, aprendendo, através da dor, o que não pôde perceber em condições normais de existência.
E é para diminuir o número de espíritos que serão exilados do planeta Terra para outros níveis inferiores - por força da Lei Maior de Causa e Efeito - que todo este trabalho está sendo levado adiante, por conta exclusiva do acréscimo de misericórdia do Pai Amantíssimo, do amor do Seu Filho Dileto, nosso Amado Mestre Jesus, e pelo esforço amoroso e constante de entidades espirituais e de outros orbes muito evoluídas que, em nome do Cristo e por amor aos seus irmãos em curso, trabalham amparando e inspirando a humanidade, como aquela a quem chamamos de Maria, Mãe de Jesus, acompanhada de uma plêiade de espíritos luminosos.
É, portanto, para poupar o futuro sofrimento de muitos e a todos esclarecer que a mais Alta Espiritualidade terrena juntamente com os irmãos de outros orbes, tentam levar a bom termo este trabalho. Mas nem tudo depende deles. Algo está por nossa conta, ou seja, algo depende de nós que estamos encarnados na última década deste milênio.
Quando da Segunda Vinda, o processo de julgamento geral já estará em vias de consumação. Até lá, ou seja, até a chegada do Mestre, muito pode ser feito para sensibilizar os corações dos homens e mulheres ainda empedernidos no ódio, no desamor, no orgulho doentio, na intolerância em todas suas formas e ignorantes quanto à possibilidades e realidades outras que não as terrenas, enfim, corações profundamente ligados e arraigados aos baixos apelos e inclinações negativas da matéria.
Mas, como fazê-lo?
Como sensibilizar tais corações?
Como afirmar ao mundo que o Cristo efetivamente voltará nesta virada de milênio para "Julgar os vivos e os mortos"?
Como adquirir coragem suficiente para fazer tal afirmativa e abrir espaços entre as coisas de um mundo cheio de dogmas inquestionáveis, para professar tal idéia com a mínima probabilidade de ser escutado?
Como dizer aos homens que Jesus, tido por uns como Deus ou uma espécie de Deus, voltará à Terra em uma nave espacial ou, como preferem alguns, em um disco voador, que é tido para muitos estudiosos como uma espécie de alucinação de parte da humanidade que, por falta de algo melhor para fazer, anda vendo coisas inexistentes a todo tempo e lugar?
Como reunir dois aspectos tão distantes do senso comum planetário, ou seja, Jesus voltando e ainda mais num disco voador?
Como congregar no mesmo fato aspectos de um processo que revolucionará, de forma profunda e irreversível a maneira como professamos a religião e a ciência e tudo o mais no nosso planeta?
Como dizer a todas as religiões terrenas que, justamente para um grupo de pessoas que têm por ponto comum o fato de não terem uma religião específica, mas de professarem - seja numa missa, numa reunião espírita, num culto protestante ou sob outras tantas formas religiosas - o amor a Deus e ao próximo; que precisamente com este grupo o Mestre decidiu trabalhar pela causa comum terráquea?
Que fé haveria de existir nos nossos corações para que através de simples mensagens mediúnicas tivéssemos a coragem de assim fazer?
Para que os objetivos amorosos do Mestre Jesus e de Sua equipe fossem alcançados, era necessário que um aviso fosse dado, embora, seguramente não levado a sério pela grande maioria nos primeiros momentos, mas que tivesse como resultante a possível propagação no coração das pessoas uma leve e serena desconfiança que, pouco a pouco, com o passar dos dias e dos acontecimentos que virão, passasse a ser admitida como uma doce e desejada possibilidade.
Essa possibilidade seria registrada da forma mais discreta e escondida no íntimo de cada um. Somente isto já marcaria, no astral do planeta, condições maravilhosas de vibração magnética, facilitando os trabalhos das equipes celestes e melhorando as condições para os espíritos encarnados que ainda estivessem em dúvidas quanto ao caminho a ser escolhido: o da fraternidade cósmica ou mais um mergulho no sofrimento e na dor da ignorância material de mundos inferiores.
Este aviso, se ao menos leve e suavemente aceito sob a forma de um fugaz desejo de como seria bom se isto fosse verdade, provocaria uma acentuada melhora nas vibrações emitidas pelos habitantes da Terra, exatamente o pretendido pela Espiritualidade.
Segundo os nossos Mestres Espirituais, quando da Segunda Grande Vinda do Mestre que será percebida por todos, haverá muita perplexidade em todo o planeta. O aviso prévio, se aceito pela humanidade, diminuiria, em muito, esta perplexidade, evitando, assim, sérios problemas de diversas ordens para bilhões de espíritos.
Para uma pequena porém considerável parte dos espíritos que formam a população do orbe terrestre de quase duas dezenas e meia de bilhões entre encarnados e desencarnados, a segunda Vinda do Mestre trará sentimentos de júbilo e ventura, pois, mesmo com as dificuldades iniciais do processo de aceitação, mais tarde esses espíritos mais evoluídos e experientes veriam que não poderia ser de outra forma.
Para um pouco menos que dois terços desses bilhões de espíritos a presença da Pessoa do Mestre mais uma vez nos ambientes terrenos significará esclarecimento e conforto para seus corações e mentes. Esclarecimento porque será, efetivamente, uma grande surpresa a forma como este fato se processará e conforto porque, em sendo bons e nobres espíritos, porém ainda muito materializados, é seguramente uma espécie de alívio saberem que apesar de todas as hesitações e inclinações negativas ainda presentes nos seus corações, passaram no teste e estão recebendo do Mestre Maior uma espécie de certificado de conclusão de curso, pois já estão matriculados neste mesmo planeta-universidade para o curso superior de fraternidade cósmica que se iniciará no terceiro milênio.
Porém, para pouco menos de um terço desses bilhões de espíritos a Volta de Jesus trará profunda perplexidade e, a exemplo do morcego, que foge da luz devido a sua incompatibilidade para com as vibrações desta, tais espíritos não conseguirão vibrar positivamente, por decisão própria, devido ao grande peso da ignorância e das inclinações criminosas de que ainda estão revestidos serão, pois, exilados para um orbe onde possam continuar a busca da evolução, infelizmente ainda em níveis menos elevados.
Mesmo assim, para eles, a Vinda do Mestre, significará estímulo e justiça. Estímulo porque, embora exilados, o amor do Pastor que não abandona jamais suas ovelhas, acompanhará a todos os infelizes que da Terra forem banidos, como assim já o fez anteriormente com todos nós, espíritos exilados de outras épocas. Justiça, porque com a saída desses espíritos dos ambientes terrenos, cessa a profunda influenciação negativa através das diversas formas de obsessão tão bem caracterizadas nos estudos espíritas que toda a humanidade deveria conhecer independente de preferência religiosa.
Com a saída desses irmãos infelizes, um novo e maravilhoso ambiente astral caracterizará doravante o orbe terrestre.
E é justamente para diminuir, de forma considerável, a quantidade desses espíritos passíveis de exílio, que a Espiritualidade, na derradeira tentativa de que dispõe - muitas outras foram tentadas ao longo da história, através dos testemunhos e ensinamentos do próprio Mestre e de Seus emissários de tempos em tempos -, achou por bem escolher grupos de encarnados que dessem os avisos da Segunda Grande Vinda do Mestre para que ao menos fosse plantado no coração de cada um a semente da dúvida, caracterizada, como já exemplificado anteriormente, pelos sentimentos de como seria bom se isto fosse verdade, como seria maravilhoso se realmente Ele viesse.
Mas como a equipe espiritual responsável pelo programa da Volta do Mestre poderia pedir a divulgação de um tal aviso a homens e mulheres do mundo, com suas fragilidades interiores e obrigações profissionais e pessoais de diversas ordens e, como quaisquer outras pessoas, com medo do ridículo e de se exporem à execração de muitos?
Como poderia a Espiritualidade que, precisando de um grupo de encarnados para dar o primeiro aviso, exigir tanta fé e convicção de homens e mulheres do mundo ao ponto de, somente em nome dessa fé, presente em corações tão frágeis, se dispusessem a correr todos os riscos, sujeitando-se a serem tidos por muitos estudiosos das coisas da espiritualidade como vítimas de uma profunda obsessão coletiva, e pelos leigos em geral como um bando de loucos? E as posições por nós ocupadas no meio social em que estamos inseridos?
Aparece mais uma vez o Amantíssimo Coração cio nosso Irmão Maior Jesus que, sabedor das fragilidades e inclinações materiais do espírito humano, decide promover alguns eventos, que a seu turno serão explicados, promoveriam no íntimo de cada um de nós a profunda e inabalável certeza de que por mais estranho que possa parecer aos nossos sentidos de homens e mulheres encarnados, Ele promoveria alguns eventos, para que, a partir daí, o grupo pudesse passar a afirmar, com humildade, porém com convicção e fé inquebrantáveis que, em menos tempo do que possamos imaginar, Ele aqui estará novamente, para edificar de forma definitiva o reino de Amor do Pai Amantíssimo entre os Seus filhos habitantes da Terra.
Além disso, outros eventos serão promovidos, a título de preparar para a Sua Grande Vinda, para conclamar a todos, na medida das possibilidades de cada um, para um novo posicionamento interior frente o cosmos, ou no dizer evangélico, "exortando-os ao renascimento interior para que possam entrar no Reino dos Céus"; ou ainda, para alcançarem a salvação, como dizem algumas religiões.
No momento presente sabemos claramente que tudo o que ocorreu e que ocorrerá foi previamente planejado pela Espiritualidade Maior, como tudo o mais. Estudiosos que somos da doutrina espírita como de outras filosofias religiosas, já imaginávamos, e hoje temos absoluta certeza, que os nossos espíritos foram treinados antes de renascermos com as personalidades atuais que nos caracterizam, conforme as necessidades dos trabalhos pertinentes ao Plano Maior de apresentação à Terra das diversas hostes e classes de seres que assessoram o Mestre Jesus.
Se assim não o fora, seguramente não teríamos ido sequer ao fim das nossas incansáveis reuniões preparatórias ao adventos preliminares da equipe do Mestre, pois muitas foram as dificuldades e, sinceramente, sentimo-nos tão frágeis como quaisquer outros irmãos em curso evolutivo.
Um esclarecimento rápido deve ser feito antes de continuarmos a desenvolver as informações que nos foram transmitidas.
Desde meados do ano de 1989, o processo da Segunda Vinda foi iniciado, através da fixação por parte da Espiritualidade Maior, do marco inicial do primeiro instante do terceiro milênio. A partir da fixação deste marco - que nada mais é do que um divisor de períodos astrais -, os espíritos desencarnados que não mais reencarnariam na Terra já estavam sendo levados para planos paralelos, para dali aguardarem o momento do exílio, quando serão recambiados, em verdadeiros comboios espirituais, para outros orbes em evolução inferior ao terrestre.
Esses espíritos já haviam passado por todas as oportunidades de aprendizado e de desenvolvimento espiritual que lhes foram reservados ao longo da história da humanidade. Por seus deméritos, por seu desamor, por seu orgulho e pelas próprias circunstâncias quantitativas resultantes do livre-arbítrio reencarnatório da coletividade planetária, através de atitudes inconseqüentes e infelizes, tais como abortos, mortes prematuras, conflitos, guerras e outras tantas mazelas da humanidade, esses espíritos não mais possuíam oportunidades, em termos de chances reencarnatórias, para viverem ainda na carne, a última tentativa de renascimento interior que é proporcionada ao gênero humano terrestre.
Daí o porquê dos últimos esforços serem endereçados aos espíritos que estão encarnados, e não para os desencarnados. Sabemos, entretanto, que a Espiritualidade tentará, até o último momento permitido pelas leis do tempo cósmico, tudo o que for possível para converter, um só desencarnado que seja, para o caminho da fraternidade cósmica.
O que estamos, portanto, afirmando é que o esforço maior é para sensibilizar os espíritos que estão encarnados no planeta Terra para que estes, tocados pelo amor do Mestre, possam refletir este sentimento maior através do amor fraterno ao seu próximo. Quanto aos espíritos desencarnados, em linhas gerais, a história de cada um deles está praticamente consumada. O que tinha de ser feito já o foi. Pouco ainda, em alguns casos, resta a ser feito. E o que resta, está sendo feito pelos mentores espirituais, dentro das possibilidades de cada espírito necessitado.
Mas, antes de levarmos adiante outros desdobramentos quanto à Volta do Mestre, é necessário que discorramos a respeito do significado do exílio da individualidade cósmica para mundos e situações existenciais inferiores. Nada melhor, para isso, do que utilizarmos a história dos que para a Terra vieram como exilados, ou seja, a nossa própria história.

2. Reciclagem Planetária

1. Causa da Reciclagem

Um dos aspectos que compõem o quadro da Volta do Mestre Jesus é a reciclagem espiritual pela qual o orbe terrestre está passando.


Essa reciclagem é normal e comum a todos os mundos em evolução. Assinala o fim de um período e o início de outro. É, por assim dizer, um dos muitos marcos da presença concreta do Amor do Pai Universal por todo e em todo o Universo.
Ela traz os louros da vitória aos espíritos aprovados e o estímulo amoroso e justo das leis universais para aqueles que não lograram sucesso.
De forma simbólica, poderíamos afirmar que a todo momento, pelo menos um mundo no universo está iniciando, passando ou concluindo o processo cíclico de melhoria espiritual.
Podemos, portanto, imaginar quão grandioso é o intercâmbio entre os mundos dos diversos níveis existenciais que há no cosmos, e o trabalho levado a efeito pelos mestres e operários siderais.
De forma pobre e resumida, esta é uma pequena amostragem do labor incessante que espera por todos os espíritos obreiros na grande messe da fraternidade universal.
Mas - haveria alguém de perguntar - onde o Amor de Deus, que permite que seus filhos, mesmo os teimosos, enfrentem as dolorosas dificuldades de um exílio planetário que, como já anteriormente informado por diversos autores em muitas obras do gênero, implica sofrimentos inenarráveis para o espírito que, exilado para mundos inferiores em evolução cósmica, aprenderá na dor e no sofrimento, decorrentes dos débitos adquiridos, o que não conseguiu assimilar através do aconselhamento amoroso e edificante?
O Amor do Pai Universal é a marca maior de Sua Criação. As leis irrevogáveis e inalteráveis de ação e reação, de causa e efeito, que regem toda a escala evolutiva, são produtos do Amor do Pai. São perfeitas em sabedoria e justiça, porquanto emanadas dAquele que é perfeito em todos os Seus atributos.
Se essas leis são perfeitas, não é por falta de Amor do Pai que espíritos infelizes terão de ser exilados, mas, sim, porque tais leis corporificam realidades vibratório-magnéticas, no plano astral-espiritual que, obrigatoriamente, impulsionam e marcam os corpos imorredouros (almas ou espíritos, corpos astrais ou mentais, como quer que se os deseje chamar), que vão para onde houver condições de compatibilidade conforme o condicionamento energético que lhes caracterize.
Ou seja, os espíritos somente podem estar, encarnados ou na erraticidade, em orbes cujo nível vibratório-magnético seja compatível com o deles próprios. Se tal patamar se modifica - e por efeito da reciclagem de que estamos falando, tal alteração se dá para melhor - só os espíritos preparados para evoluírem igualmente seu padrão vibratório poderão ali permanecer.
Aqueles incapazes de fazê-lo, em conseqüência das ações infelizes a que deram causa e dos débitos que acumularam, não suportarão, eles próprios, a nova freqüência vibracional, e buscarão, automaticamente, ainda que contra seus desejos, um mundo ao qual se afine sua pobre pulsação magnética, no qual continuará seu desenvolvimento.
Normalmente, uma individualidade problemática, cheia de tendências e inclinações cristalizadas por hábitos do pretérito espiritual no íntimo do seu próprio espírito, com vibração pessoal e desarmônica em relação ao fluxo normal progressista do cosmos, ou seja, tendente à estagnação e acomodação nas posturas infelizes, quando defrontado com situações de harmonia que lhe são superiores à condição vibratória, tendem a fugir e/ou perturbar o ambiente em que se encontra. Sem maiores preocupações com a escolha de palavras polidas, diríamos que um espírito, cuja vibração é inferior à situação energética ou ao ambiente que o rodeia, tende ao suicídio tresloucado. Outras vezes há que o mundo caminha para a frente, mas o peso dos débitos espirituais é tão grande para o espírito sofredor e perturbado, que faz com que ele não consiga acompanhar o ritmo e, dessa forma, o desespero lhe invade o íntimo já desgastado e instável potencializando-se através de suas inclinações e tendências menores que terminam por levá-lo à derrocada.
A sensação que tal espírito sente é como se cem mil pessoas estivessem caminhando, felizes e sorridentes, em uma determinada direção em certa estrada e, somente ele, na direção contrária, cabisbaixo e cansado. Chega a um ponto em que, para as suas posturas e inclinações interiores, tal situação se torna insuportável.
Como seu discernimento está perturbado pelas próprias vibrações, normalmente ele resolve, desesperadamente e de forma ilusória, fazer cessar a mente e a percepção que lhe doem, através do suicídio, o que é erro gravíssimo que somente lhe perturbará muito mais ainda a situação por si só já angustiante.
Assim se sentem as individualidades perturbadas em mundos razoavelmente evoluídos. Eles mesmos se tornam incompatíveis com a situação melhoradora do ambiente.
Em outras palavras, se o próprio espírito que tem a consciência criminosa pelos atos cometidos, e estando passível de exílio, não acender, de moto próprio, a luz do Amor Universal em si mesmo, vibrando, dessa forma, com o fator magnético resultante de leis por nós desconhecidas em sua essência mas, reveladas em seus efeitos por nós próprios sentidos no estado de individualidades em busca do aprendizado cósmico, esse espírito sofredor, será, inapelavelmente, exilado, e não porque Deus o condenou, pois a nenhum de Seus filhos o Pai Amantíssimo condena.
Se nós, que somos pais e mães imperfeitos, não condenamos os nossos filhos carnais que erram repetidas vezes, o que se dirá dAquele que é só Amor?
Deus a ninguém condena e isso nos obrigamos a repetir. Nós é que, através de atos e posturas infelizes e inconseqüentes, nesta e em outras vidas, acionamos as leis de causa e efeito que regem, de forma irrevogável, todos os seres do universo.
Dito isso, esse espírito exilado assim o será por múltiplas causas e débitos por ele mesmo acumulados ao longo dos tempos cósmicos; por se constituir parcela ou centelha vibratória incompatível com o magnetismo que passou a reinar no orbe do qual era habitante, mas cuja evolução não cuidou em acompanhar.
Em suma, é da lei maior do cosmos que assim o seja. E ninguém, nem mesmo o Pai, derroga ou revoga Suas próprias leis.
A título de esclarecimento, repetiremos aqui a classificação dos orbes, constante na Codificação Espírita, para ilustrarmos ainda mais a atual situação do orbe terrestre frente a escala evolutiva dos mundos.
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, escrito por Allan Kardec, conforme a orientação dos espíritos, "resulta que muito diferentes umas das outras são as condições dos mundos, quanto ao grau de adiantamento ou de inferioridade dos seus habitantes. Entre eles há os em que estes últimos são inferiores aos da Terra, física e moralmente; outros, da mesma categoria que a nossa; e outros que lhe são mais ou menos superiores em todos os aspectos. Nos mundos inferiores, a existência é toda material, reinam soberanas as paixões, sendo quase nula a vida moral. À medida que esta se desenvolve, diminui a influência da matéria, de tal maneira que, nos mundos mais adiantados, a vida é, por assim dizer, toda espiritual".
"Nos mundos intermédios, misturam-se o bem e o mal, predominando um ou outro, segundo o grau de adiantamento da maioria dos que os habitam. Embora se não possa fazer, dos diversos mundos, uma classificação absoluta, pode-se, contudo, em virtude do estado em que se acham e da destinação que trazem, tomando por base os matizes mais adiantados, dividi-los, de modo geral, como segue: mundos primitivos, destinados às primeiras encarnações da alma humana; mundos de expiação e provas, onde domina o mal; mundos de regeneração, nos quais as almas que ainda têm o que expiar haurem novas forças, repousando das fadigas da luta; mundos ditosos, onde o bem sobrepuja o mal; mundos celestes ou divinos, habitações de Espíritos depurados onde exclusivamente reina o bem. A Terra pertence à categoria dos mundos de expiação e provas, razão por que aí vive o homem a braços com tantas misérias".
Mas, por pouco tempo!
O progresso é lei da natureza. Tudo morre para renascer, e nada sofre o aniquilamento, diz-nos Santo Agostinho, através de Kardec.
É bom que seja assim. E graças ao Amor do Pai assim o é.
"Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a lei", escreveram no túmulo de Kardec, e nada melhor que a visão cósmica da morte para significar e explicar a necessidade das reciclagens planetárias que ocorrem em todos os orbes em evolução no universo.
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