RelaçÃo de figuras 6 Figura 1 Mapa de Localização e Vias de Acesso 6



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SUMÁRIO


RELAÇÃO DE FIGURAS 6

Figura 1 – Mapa de Localização e Vias de Acesso 6

Figura 2 – Geologia da Área de Poços de Caldas 6

Figura 3 (a,b,c,d) – Carta-Imagem da Dinâmica do Uso e Ocupação do Solo do Entorno de Poços de Caldas 6

Figura 4 – Áreas de Proteção e Pontos d’Água 6

Figura 9 – Diagrama de Piper-Hill Langelier 6

RELAÇÃO DE GRÁFICOS 6

Gráfico 1 – Distribuição Anual e Total das Chuvas 6

Gráfico 4 – Umidade Relativa do Ar 6

RELAÇÃO DE ANEXOS 6



Anexo 1 – Descrição dos Pontos d’Água 6

Anexo 3 – Ilustrações Fotográficas 6

1 - INTRODUÇÃO 7

O presente relatório apresenta os estudos hidrogeológicos realizados com o objetivo de se estabelecer uma área de proteção ambiental para a Estância Hidromineral de Poços de Caldas, Minas Gerais, cujos limites (fig. n.° 1) são definidos pelo Manifesto de Mina n.º 1.048, de 16 de abril de1942, - Processo DNPM n.º 137/51 -, cujo titular é a Companhia Mineradora de Minas Gerais - COMIG. O estudo englobou as captações de água mineral usadas para abastecer as Termas Antônio Carlos, os fontanários públicos e o Palace Hotel de Poços de Caldas e as suas diversas formas de uso, com o objetivo de atender às determinações legais contidas na Portaria DNPM n.º 231, de 31/07/98, publicada no D.O.U. de 07/08/98. 7

Visando à finalidade acima citada, foi feito um diagnóstico ambiental integrado da área de abrangência do estudo, partindo do princípio de que é de fundamental importância deter o conhecimento do cenário atual, dos principais e mais relevantes impactos ambientais que podem ser derivados, levando-se em consideração que as principais fontes de águas minerais de Poços de Caldas encontram-se no centro da cidade, em uma zona urbana em franca expansão, o que facilita as diferentes interferências (ações que provocam potenciais impactos) inerentes à ocupação urbana, bem como às de outros usos na região, tais como a forte presença de indústrias de transformação e de minerações. A cada impacto ambiental detectado procurou-se avaliar seus efeitos sobre o sistema hidrogeológico local. Há que se ressaltar porém, que um impacto potencial não significa, obrigatoriamente, um efeito realmente incidente sobre os recursos hídricos, seja de baixa ou de elevada magnitude e/ou com área de abrangência significativa. A fase de diagnóstico foi orientada no sentido de levantar todas informações disponibilizadas, consistidas ou georeferenciadas, buscando verificar sua importância e abrangência e a magnitude dos impactos identificados no cenário atual, especialmente, sobre os recursos hídricos. 7

7

2 - OBJETIVOS 8

3 - SITUAÇÃO ATUAL 8

3.1 - BREVE HISTÓRICO DA ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE POÇOS DE CALDAS 8

3.2 - CARACTERIZAÇÃO DO PROCESSO 11

3.2.1 Histórico da Movimentação do Processo Junto ao Dnpm 12

3.2.2 – Caracterização da Poligonal Ativa 13

4 - ESTUDOS HIDROGEOLÓGICOS - CONTEXTO REGIONAL 13

O sistema aqüífero granular é, por isso, pouco importante e de distribuição irregular, mas, pelo elevado índice pluviométrico local é capaz de dar sustentação a diversas fontes de águas de circulação rápida. Está instalado em pacote de rochas intemperisadas e depósitos de tálus, coluviões e aluviões. A profundidade desse aqüífero é variável, podendo chegar a 30m, como pode ser constatado na descrição de vários perfis de poços tubulares. O aqüífero granular apresenta parâmetros hidrodinâmicos característicos dos aqüíferos de baixa produtividade. Suas nascentes mostram vazões sempre menores que 0,25l/s, ainda que tenham grande constância durante o ano. 13

O aqüífero fraturado está presente no conjunto de rochas frescas do Complexo Alcalino e em suas encaixantes (gnaisses frescos ou fenitizados). Os poços tubulares existentes nesse aqüífero mostram vazões baixas, mas suas locações não aparentam ter seguido critérios técnicos, pois, a boa disponibilidade hídrica superficial demonstra a capacidade desse sistema. 14

4.2. - DADOS SOCIOECONÔMICOS 14

4.2.1 - Aspectos Históricos de Poços de Caldas 14

4.2.2. - Informações Relevantes 15

Quadro -1- População Economicamente Ativa 16

No que tange aos transportes, trata-se de um área relativamente bem servida por rede viária (vide fig.1). Poços de Caldas está ligada a Campinas (SP) e a Pouso Alegre, Varginha e Alfenas (MG) e dessas cidades ao restante do país por rodovias estaduais e federais, inclusive as BR’s - 146, 267,e 381, esta última, em etapa final de duplicação. Conta ainda com aeroporto, com pista de asfalto de 1.251m de extensão por 30m de largura, e heliporto de 18 por 18m. 17

No campo da educação, Poços de Caldas possui uma excelente rede de ensino, que cobre desde o primeiro ao terceiro grau, com cursos técnicos de administração, patologia clínica, magistério, alimentos, edificações, contabilidade, eletrônica, eletrotécnica, enfermagem, mecânica, processamento de dados, química e segurança no trabalho, e superiores de administração arquitetura, ciências contábeis, da computação e ciências, direito, letras, fisioterapia, filosofia turismo, pedagogia e engenharia civil, entre outros. 17

4.3 - FISIOGRAFIA 17

4.3.1 - Geomorfologia 17

4.3.2 - Rede de Drenagem Superficial 18

ribeirão dos Antas em Alcominas, de abril/70 a agosto/71; 19

- ribeirão das Antas em Usina de Poços de Caldas, de setembro/35 a agosto/60; 19

- ribeirão de Caldas de : fevereiro/59 a dezembro/60. 19

Quadro 3 - Valores Mensais de Descargas 20

Considerando-se como ano hidrológico o período de outubro a setembro, as cheias ocorrem entre novembro e abril, e a recessão estende-se de maio a setembro. As vazões máximas ocorrem normalmente em fevereiro, mas, podem ter picos máximos em janeiro ou março. As vazões mínimas em geral, são observadas nos meses de setembro, outubro ou novembro. 20

4.4 - VEGETAÇÃO 21

4.5 - SOLOS 21

4.6 - CLIMATOLOGIA 22

4.6.1 – Pluviometria 22

4.6.2 - Evapotranspiração Potencial 23

Quadro 5 - Temperatura Média Compensada e Evapotranspiração 24

18,8 24

4.6.3 – Temperatura 24

Quadro 6 - Temperaturas Médias - Compensada, máxima e Mínima 25

4.6.4 – Umidade Relativa do Ar 25

4.6.5 – Tipos de Clima 26

4.6.6 – Balanço Hídrico 27

Quadro 7 - Balanço Hídrico de Poços de Caldas 27

Gráfico 6 - Balanço Hídrico de Poços de Caldas 30

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