RelaçÃo de figuras 6 Figura 1 Mapa de Localização e Vias de Acesso 6



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5.3. - ESTUDO HIDROQUÍMICO - QUALIDADE DAS ÁGUAS 47

5.3.1 - Caracterização Físico-Química das Águas de Poços de Caldas 47


Ambiente Geoquímico 51

5.3.2 - O Isótopo Radioativo de Trítio 52

A principal fonte de trítio na alta atmosfera é originada pelas reações nucleares de prótons de elevada energia com o nitrogênio, resultando em núcleos compostos de oxigênio excitado e a formação de nêutrons: 52


Resultados Obtidos e Interpretação dos Dados Analíticos na Área de Estudo 54

ÁGUAS PROVENIENTES DA ZONA AQÜÍFERA DE CIRCULAÇÃO RASA 55

ÁGUAS PROVENIENTES DA ZONA AQÜÍFERA DE CIRCULAÇÃO INTEMEDIÁRIA 55

ÁGUAS PROVENIENTES DA ZONA AQÜÍFERA DE CIRCULAÇÃO PROFUNDA 55


A Geotemperatura Relativa às Águas Termais 55

5.3.3. Qualidade Sanitária das Águas Subterrâneas 57

As águas subterrâneas de Poços de Caldas são citadas na literatura relativa à balnearioterapia como possuidora de propriedades bacteriostáticas Assim, possuem características químicas que lhes asseguram ausência de contaminantes patogênicos, tais como coliformes totais ou fecais e estreptococos, elementos mais comuns, presentes nas poluições originadas pela proximidade de concentrações humanas das nascentes, ou mesmo por deficiências estruturais nas captações e em seus fontanários. 57

5.4. - MODELO HIDROGEOLÓGICO 58

6. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO 62


Resultados Obtidos 62

7. - ANÁLISE DAS POSSIBILIDADES DE CONTAMINAÇÃO DAS FONTES E GRAU DE VULNERABILIDADE 63

A zona de transporte ou de captação (ZT), é aquela situada entre a área de recarga e o ponto de captação. Essa zona é que determina o tempo que um contaminante leva para chegar à captação. Esse tempo depende da distância percorrida pelo fluxo subterrâneo, das características hidráulicas do sistema aqüífero e do gradiente hidráulico local. Nessa área devem ser feitas algumas restrições de uso da terra, com relação à ocupação industrial, urbana e a determinadas práticas agrícolas. 66

9. CONCLUSÕES 67


Quanto aos aspectos socioeconômicos da região: 67

A área de influência direta do empreendimento corresponde à área definida como de proteção do aqüífero, que em sua maior parte inclui a zona central da sede do Município de Poços de Caldas. 67

10 - BIBLIOGRAFIA 69


RELAÇÃO DE QUADROS

Quadro 1 – População Economicamente Ativa

Quadro 2 – Principais Produtos Agrícolas

Quadro 3 – Valores Mensais de Descargas

Quadro 4 – Distribuição Anual e Total das Chuvas

Quadro 5 – Temperatura Média Compensada

Quadro 6 – Temperaturas Médias – Compensada, Máxima e Mínima

Quadro 7 – Balanço Hídrico de Poços de Caldas

Quadro 8 – Composição das Águas Superficiais (A) e das Fontes dos Aqüíferos da Zona Superior (B), em Poços de Caldas – MG

Quadro 9 – Composição das Águas Subterrâneas da Zona Intermediária (A) e das Águas Termais (B), em Poços de Caldas – MG.

Quadro 10 – Conteúdo de 3H Relativo ao Ano de 1987 e Datação Preliminar de Amostras d’Água Subterrânea, com Base nas Características Químicas Isotópicas e Hidrogeológicas da Área.

RELAÇÃO DE FIGURAS

Figura 1 – Mapa de Localização e Vias de Acesso

Figura 2 – Geologia da Área de Poços de Caldas

Figura 3 (a,b,c,d) – Carta-Imagem da Dinâmica do Uso e Ocupação do Solo do Entorno de Poços de Caldas

Figura 4 – Áreas de Proteção e Pontos d’Água


Figura 5 – Mapa Hidrogeológico

Figura 6 – Modelo Esquemático de Circulação de Águas Subterrâneas

Figura 7 – Perfil ao Longo do Vale do Córrego Vai e Volta

Figura 8 – Perfil ao Longo do Vale dos Ribeirões da Serra e Poços


Figura 9 – Diagrama de Piper-Hill Langelier


Figura 10 – Diagramas de Stiff

Figura 11 – Diagramas de Stiff

Figura 12 – Cálculo da Geotemperatura e da Fração de Mistura das Águas.


RELAÇÃO DE GRÁFICOS

Gráfico 1 – Distribuição Anual e Total das Chuvas


Gráfico 2 – Temperatura Média Compensada e Evapotranspiração

Gráfico 3 – Temperaturas Médias – Compensada, Máxima e Mínima


Gráfico 4 – Umidade Relativa do Ar


Gráfico 5 – Balanço Hídrico de Poços de Caldas – 1965/1985

Gráfico 6 – Balanço Hídrico de Poços de Caldas



RELAÇÃO DE ANEXOS

Anexo 1 – Descrição dos Pontos d’Água


Anexo 2 – Boletins de Análises Químicas

Anexo 3 – Ilustrações Fotográficas


Anexo 4 - Figuras e Mapas

1 - INTRODUÇÃO




O presente relatório apresenta os estudos hidrogeológicos realizados com o objetivo de se estabelecer uma área de proteção ambiental para a Estância Hidromineral de Poços de Caldas, Minas Gerais, cujos limites (fig. n.° 1) são definidos pelo Manifesto de Mina n.º 1.048, de 16 de abril de1942, - Processo DNPM n.º 137/51 -, cujo titular é a Companhia Mineradora de Minas Gerais - COMIG. O estudo englobou as captações de água mineral usadas para abastecer as Termas Antônio Carlos, os fontanários públicos e o Palace Hotel de Poços de Caldas e as suas diversas formas de uso, com o objetivo de atender às determinações legais contidas na Portaria DNPM n.º 231, de 31/07/98, publicada no D.O.U. de 07/08/98.




Visando à finalidade acima citada, foi feito um diagnóstico ambiental integrado da área de abrangência do estudo, partindo do princípio de que é de fundamental importância deter o conhecimento do cenário atual, dos principais e mais relevantes impactos ambientais que podem ser derivados, levando-se em consideração que as principais fontes de águas minerais de Poços de Caldas encontram-se no centro da cidade, em uma zona urbana em franca expansão, o que facilita as diferentes interferências (ações que provocam potenciais impactos) inerentes à ocupação urbana, bem como às de outros usos na região, tais como a forte presença de indústrias de transformação e de minerações. A cada impacto ambiental detectado procurou-se avaliar seus efeitos sobre o sistema hidrogeológico local. Há que se ressaltar porém, que um impacto potencial não significa, obrigatoriamente, um efeito realmente incidente sobre os recursos hídricos, seja de baixa ou de elevada magnitude e/ou com área de abrangência significativa. A fase de diagnóstico foi orientada no sentido de levantar todas informações disponibilizadas, consistidas ou georeferenciadas, buscando verificar sua importância e abrangência e a magnitude dos impactos identificados no cenário atual, especialmente, sobre os recursos hídricos.

A premissa inicial dos trabalhos foi realizar uma pré-identificação das potenciais interferências sobre os recursos hídricos, associadas às diferentes tipologias de uso verificadas na área, de forma que o resultado dessa fase servisse como referência para as investigações e as análises mais aprofundadas, feitas ao longo do trabalho.


Com isso, foi possível conhecer bem as condições de ocorrência das fontes minerais de Poços de Caldas, estabelecer os riscos potenciais de contaminação, o grau de vulnerabilidade do sistema frente ao cenário atual e definir as medidas corretivas e preventivas para proteção e conservação da Estância Hidromineral em tela.


A metodologia utilizada para alcançar esses resultados constou das seguintes etapas:
a) pesquisa bibliográfica;

b) interpretação de imagens dos satélites LANDSAT 5 e 7, dos anos 1988 e 2000, respectivamente, à escala 1:50.000 e fotografias aéreas do vôo AST - 10, na escala 1:60.000;

c) levantamento de campo, com inventário hidrogeológico e identificação de atividades poluidoras na área central da zona urbana;

d) mapeamento hidrogeológico, com apoio de imagens aéreas e de sensores remotos, abrangendo todo o complexo geológico-geomorfológico da chaminé alcalina;

e) mapeamento hidroquímico, comparando análises químicas de vários estudos anteriores com as coletadas neste trabalho, buscando acompanhar a evolução hidroquímica das águas minerais, dando ênfase ao comportamento do elemento químico flúor, que, naquela região, apresenta uma ampla dispersão nas rochas da chaminé;

f) tratamento e interpretação dos dados;

g) elaboração de relatório técnico.

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