RenovaçÃo carismática católica secretaria ágape manual de Evangelização da Família introduçÃo projeto da Ofensiva Nacional para a Família Coord. Nacional



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Encontro19.07.2016
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Partilha em grupo

Diante do convívio diário com uma cultura onde tudo tem seu preço, tudo é negociado, que dificuldades encontro em acreditar e aceitar o dom supremo da vida eterna, pela fé?


Acredito na força do alto para o aperfeiçoamento da vida conjugal e na importância desta vivência para as novas gerações e para a Igreja?

Recomendável

O encontro sendo para casais, a partilha de grupo pode ser substituída ou precedida por uma partilha do casal.


Referências:
Prepare-se em oração e a seguir leia e reflita os textos bíblicos:

(Rm 3, 21-25a; 4, 13-17). Privados da Glória e redimidos por Jesus.

(Rm 10, 9-13) – Se confessares que Jesus é o Senhor e creres ... serás salvo.

(At 4,12;10, 43) – A salvação nos é dada por Jesus.

(Rom 5, 12-17) – Os milagres e prodígios de Deus através dos Apóstolos.

(Lc 19, 1-10) – A conversão de Zaqueo.

(Jo 3, 11-16) – De tal modo Deus amou o que deu seu Filho para salvá-lo.

(Mt 19, 23-26 – A Salvação é impossível para o homem, mas, não para Deus.





  1. FÉ E CONVERSÃO - JC MEU SENHOR.

Quando entramos em contato com o amor de Deus e com o infinito valor do presente da redenção em Jesus Cristo, somos cativados e livremente iniciamos um processo de adesão ao plano de Deus. A fé é um dom de Deus e também um ato livre da consciência e da vontade humanas e este processo de adesão ao projeto do Criador é a conversão. Nesta caminhada com Deus vamos acumulando uma experiência nova. Experiência que nos fortalece na fé e nos torna testemunhas da Boa Nova.


A adesão ao plano de Deus consiste em assumir, no estilo de vida pessoal, os ensinamentos de Jesus. Não apenas apreciar e admirar os ensinamentos, mas assumi-los no dia a dia. O ponto culminante da conversão consiste em fazer Jesus Cristo o Senhor, o meu Senhor. Fazê-lo meu Senhor significa que sempre, os Seus projetos têm primazia sobre os meus. Que até minha vida e a de meus entes mais queridos estão confiadas a Ele, sem qualquer restrição.
Se Jesus Cristo é o meu Senhor, toda atitude e atividade minha que se choca com a vontade do Pai, eu decido suprimi-la ou modificá-la. Os valores evangélicos passam a ser o meu referencial, a luz que esclarece e ilumina a minha consciência.
Alguns exemplos concretos favorecem o nosso entendimento do significado desta experiência de conversão, iniciada no encontro com Deus e orientada para o Senhorio de Jesus.
Exemplificando:

Imaginemos que há algum tempo, encontrei-me com Jesus e Ele me cativou. Proclamei minha fé em que Ele é o Filho de Deus que morreu na cruz para me salvar e que ressuscitou dos mortos e vive para sempre. Aceitei o presente da salvação e manifestei meu compromisso de fazê-Lo meu Senhor. Agora, imaginemos que hoje tive um sério conflito com meu cônjuge, por causa da educação de nossos filhos e estou profundamente magoado e com raiva. Fui ofendido e ofendi e não quero saber de reconciliação e nem de conversa. Gostaria de nem dormir na mesma cama. De repente, até por causa de minha oração da noite, me lembro de meu compromisso de tornar Jesus Cristo o meu Senhor! A situação ficou complicada, porque ainda estou com muita raiva e também não quero me humilhar! Fico parado. Penso. Por fim decido ser fiel ao meu compromisso com o Senhor. Então pergunto a Ele o que quer que eu faça? Nem seria necessário perguntar! Eu já sabia! Perdoa, é a ordem! Mas como vou fazer isto? Mas deste jeito vou perder toda a autoridade! Reluto um pouco e decido ser fiel a meu Senhor. Busco o diálogo e a reconciliação. O resultado é infalivelmente positivo e dei mais um passo na conversão. Assim estou fazendo Jesus o meu Senhor!


Este exemplo pode ser estendido a outras pessoas e a qualquer de meus projetos, pensamentos e decisões. Quando eu for maduro espiritualmente e Jesus for verdadeiramente meu Senhor, Seus projetos terão prioridade sobre os meus. Nada perco com isto.
Mais um pequeno exemplo:

Fui para a Igreja ou para um encontro de orações, mas fui muito chateado e ressentido com alguém de minha família, pois tivemos alguma forma de desentendimento. Mas meu compromisso com Jesus é de que Ele seja sempre o meu Senhor. Chegando lá, logo escuto, bem no fundo de minha consciência, a voz do Senhor que me diz: “Se estás, portanto, para fazer a tua oferta diante do altar e te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só então, vem fazer a tua oferta.” (Mt 5, 23-24). Reluto, não quero ir! Mas por fim, decido pela reconciliação. Prevalece a vontade de meu Senhor e não a minha. Se assim procedo, então Jesus é o meu Senhor.


Resumindo, num lar onde Jesus é o Senhor, havendo um conflito, uma divisão, não se dorme tranqüilo sem fazer a reconciliação. Por isto mesmo, no projeto de Deus, os filhos têm PAI e MÃE e o Matrimônio é indissolúvel para o bem dos cônjuges e dos filhos. Indissolúvel também porque é sinal do amor perene de Deus por Sua Igreja. Para isto o Matrimônio é sustentado pela graça de Deus. O Matrimônio, em Cristo, é para o bem dos cônjuges, da família, da Igreja e da sociedade.
O Senhorio de Jesus se estende a todas as áreas da vida, a todos os projetos humanos e a toda a vida.
Para refletir sozinho(a)
Em quais das áreas abaixo, Jesus Cristo ainda não é o meu Senhor?


  • Perdão (pedir e perdoar)

  • Vivência da sexualidade

  • Fidelidade (geral e na relação conjugal)

  • Meu valor como pessoa

  • Valor de meu cônjuge com pessoa

  • Confiança

  • Escuta ativa de meu cônjuge

  • Negócios e bens materiais

O que decido, agora, fazer, para torná-Lo meu Senhor, nestas áreas de nosso relacionamento conjugal, familiar ou social?



Partilha do casal

Na reflexão acima, que desafios encontrei, para crescer, me converter e fazer Jesus Cristo meu Senhor?



Referências

Os textos bíblicos que seguem, meditados em oração, são fortemente recomendados para o crescimento pessoal e do casal.

(At 13, 38-39) – Por Jesus se anuncia a remissão dos pecados.

(Mt 5, 43-48) – Amai os vossos inimigos.

(Lc 8, 19-21) – Minha mãe e meus irmãos são os que fazem a vontade do Pai.

(Rm 10, 9-10) – Se confessares que Jesus e o Senhor e creres ... serás salvo.

(Fil 2, 6-11) – Jesus Cristo, sendo de condição Divina, humilhou-se.

(Mt 28, 18-20) – Ide, pois, pregai.




  1. PROMESSA E CUMPRIMENTO.

Neste encontro vamos exercitar a escuta ativa a Deus. Ele nos fala e esta escuta pode mudar nossa vida. Vamos ver que, insistentemente, Deus promete enviar o Espírito Santo, para nos revelar a verdade, para nos dar ajuda eficaz, e nos investir de poder para testemunhar. Veremos que esta promessa de nos dar o Espírito Santo já foi cumprida e vem se tornando realidade para cada pessoa que a pede com sinceridade, que anseia, que tem sede.


Perguntaríamos: afinal, qual a importância da vinda do Espírito Santo? Vejamos o que disse Jesus aos discípulos, enquanto estava com eles: “Não vos deixarei órfãos. Eu virei a vós. Ainda um pouco e o mundo não mais me verá, mas vós me vereis. Nesse dia compreendereis que estou em meu Pai e vós em mim e eu em vós” (Jo 14, 18-20). Vemos neste texto a preocupação de Jesus de estar com os discípulos; de que eles possam estar com Deus, estar junto de Deus, muito próximos d’Ele. Como é que se dá esta proximidade? Este “Eu virei a vós”? É através do envio do Espírito Santo que Jesus acabava de prometer. Ver (Jo 14, 15-17).
São sábias as palavras de Antenágoras I que diz: “Sem o Espírito Santo: Deus fica distante da gente, portanto ausente; Jesus Cristo, um perdido na história; O Evangelho, uma letra morta; A Igreja, apenas uma agremiação religiosa; A autoridade, um poder que se evita; A pregação, uma propaganda da Igreja; A oração, uma obrigação a cumprir; A liturgia, um ritual do passado; E a moral, uma repressão. Com o Espírito Santo: Deus entra na vida do mundo, onde inicia seu reino; Jesus Cristo, o Filho de Deus, se fez um de nós; O Evangelho, é o novo estilo de vida; A Igreja, gente unida com as três pessoas da Trindade; A autoridade, um apoio e serviço; A pregação, o anúncio da novidade do Reino; A oração, a experiência do contato com Deus; A liturgia, um memorial que antecipa o futuro; E a moral, a ação que liberta”.
Observando a vivência em nossa Igreja, vemos alguns entre nós que mantém uma grande distância de Deus. É como se Deus estivesse muito longe, lá no céu, ou lá no passado. Às vezes até se diz: parece que Deus não me escuta, não ouve minhas orações! Torna-se perceptível uma fraqueza nos relacionamentos cristãos e na fé!
Vejamos as promessas de Jesus em Lucas: “Eis que eu vos enviarei o que meu Pai prometeu. (O Espírito Santo). Por isso, permanecei na cidade até serdes revestidos da força do alto” (Lc 24, 49).
Os próprios apóstolos, escolhidos por Jesus, que conviveram e caminharam com Ele, necessitaram do Espírito para manter a proximidade com Ele e para receber a força do Alto!
Em Atos 2, vemos apóstolos amedrontados, trancados numa sala, antes do cumprimento da promessa e após receberem o Espírito prometido, os mesmos apóstolos, cheios do Espírito e de Seus dons, saírem a anunciar, com entusiasmo, poder e coragem.
Acolher o Espírito é estar com Jesus. É receber a força para viver e para testemunhar o Reino de Deus. É receber os dons necessários para responder ao chamado, à vocação, pois, se Deus nos criou à Sua imagem e semelhança, importantes, nossa missão é também importante.
Não raras vezes, devido a nossa pobre auto-imagem, somos tentados a pensar: não seriam estas promessas de Jesus, só para os apóstolos? Vejamos o que nos revela a Palavra em Atos 2, 38-39 e em João 7, 37-39. A promessa é para nós! Todos, de perto e de longe! É para quem tem sede!
Sob a luz do Espírito, todos somos capazes para desempenhar nossa importante missão. No caso dos cônjuges, temos poder para superar dificuldades, curar ressentimentos, manter um relacionamento verdadeiro, transparente e que nos realiza como pessoas; educar na fé nossos filhos e filhas e testemunhar para o mundo o amor e o Matrimônio planejado por Deus.

Partilha em grupo

Já experimentei a manifestação do Espírito Santo em mim? Quais as principais resistências ou dificuldades que acho que tenho e têm dificultado ou impedido esta manifestação?


Referências:

Nem mesmo a inteligência humana intelectualmente privilegiada consegue extrair da Palavra de Deus a grandeza da revelação sem a luz do Espírito. Em oração, peça a presença do Espírito e reflita sobre os textos abaixo.

(Jo 14, 15-17) – Jesus promete o Espírito.

(Jo 16, 7-8) – Jesus vai ao Pai e envia o Espírito.

(Lc 24, 49) – Jesus vai enviar o Prometido do Pai e então terão poder.

(Ez 11, 19-20) – Eu lhes darei um novo coração, de carne e serão meu povo e eu, seu Deus.

(At 1, 4-5; 1,8) – Não saiam de Jerusalém até que sejam batizados no Espírito.

(At 2 ) - Os apóstolos recebem o Espírito e são transformados.

(1 Cor 12, 1-11) – Os dons do Espírito.

(Jer 31, 33) – Vou gravar minha Lei em seus corações; serei seu Deus, ... sereis meu povo.

38-39) – A promessa é para vocês ... e para todos que estão distante.

(Jo 7, 37-39) – Quem tem sede vinde a mim.




  1. PROMESSA PARA VOCÊ - ORAÇÃO

Neste encontro vamos nos lembrar de que a promessa do Espírito Santo é para todos que querem, todos que têm sede e que com sinceridade pedem a Jesus. Por isto, vamos nos preparar e pedir em oração, que Deus derrame sobre nós o Seu Espírito, que nos inunde com a sua presença e dons e vamos estar abertos para recebê-los.


Vamos reler Atos 2, 37-39 e procurar entrar no ambiente daquela multidão que escutava o apóstolo Pedro, cheio do Espírito Santo, anunciar a Boa Nova e as promessas. Vamos, com eles, reviver aquele anúncio; questionar: o que devo fazer?
Já vimos que nosso pecado nos separa do amor de Deus. Então, para que Deus possa habitar o nosso coração, vamos agora pedir em oração que o Senhor nos ajude a perdoar e pedir perdão.
Oração de perdão e cura (se possível diante do santíssimo)
Iniciando, ler Mateus 5, 23; 6,14.

Motivação (espontaria pelo dirigente).

Oração de perdão e cura (espontaria pelo dirigente).

Ato concreto de perdão e cura entre os cônjuges (espontaria pelo dirigente).


Oração pela efusão do espírito (se possível diante do santíssimo).
Iniciando, vamos ler Marcos 11, 22-25 e Mateus 7, 7-11.

Oração (espontaria, conduzida pelo dirigente).

Louvor e agradecimento (espontâneo).

Fechamento.

Reler Marcos 11, 24.

Deste momento em diante, com toda a força de nossa decisão pessoal, não mais aceitamos a idéia de que não temos recebido o Espírito e seus dons. Vamos sempre agradecer o cumprimento da promessa e os dons que recebemos de Deus e vamos estar atentos para escutar o Espírito, atentos e abertos aos frutos e aos dons do Espírito. Abertos para colocar a serviço da comunidade nossos dons e carismas que do alto recebemos.


Referências:
(Mc 11, 22-25) – Quando perdirdes, credes que rescebestes e assim será.

(At 2, 37-39) – O que fazer? A promessa é para vos.

(Jo 7, 37-39) – Se alguém tem sede, vem a mim e beba.

(1 Tes 5, 23-24) – O Deus que te chamou é fiel.

(At 10, 43-46a) – Os dons do Espírito é derramado sobre os gentios.

(At 19, 1-7) – Discípulos são batizados e recebem o Espírito.

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  1. VIVENDO NO ESPÍRITO SANTO.

O Espírito Santo que nos foi dado, que caminha conosco, nos fortalece e orienta em nossas dificuldades, também nos abre os ouvidos e o coração para a escuta em geral e para a escuta a Deus.

Em oração escutemos o que Deus nos diz, em Atos 20, 28. Ler (At 20, 28).

Que resposta damos a Deus, quando Ele nos diz “cuidai de vós mesmos?” Quais são os desafios que, com a força do Espírito vamos aceitar?

Certamente, entre os tantos desafios está o de gostar de nós mesmos, da criatura que Deus criou ao nos formar no seio materno. Descobrir e cultivar nossas qualidades. Procurar satisfazer nossas necessidades de ser amados(as) e valorizados(as). Buscar isto, com a ajuda do Espírito, com abertura em diálogo e com perseverança.
Qual é o rebanho sobre o qual o Senhor nos constituiu pastores?
Para quem assumiu, um dia, o Matrimônio, a primeira ovelha é o cônjuge. E a seguir os filhos. Este é o primeiro rebanho pelo qual somos responsáveis diante de Deus! Esta responsabilidade se estende a outras ovelhas fora do lar, mas a primeira e mais prioritária é a família. Nosso primeiro desafio é fazer com que cada pessoa, em nossa casa, se sinta amada e valorizada; estabelecer com cada uma delas o diálogo e relacionamentos transparentes.
Qual é o valor das “ovelhas”?
Elas foram conquistadas com o sangue do Filho de Deus! O Mestre que nos deu a vida e que, com seu sangue, nos redimiu e nos deu a vida eterna, agora nos envia a pastorear o seu precioso rebanho. Rebanho que Ele ama infinitamente. Quanta confiança Ele deposita em nós!
Leia, em oração, o Evangelho de São João, (Jo 21, 15-17). Ao ler lembre-se, hoje, você é o discípulo ao qual Jesus pergunta: você me ama? (Ler o texto).
A Igreja nos chama a pastorear a família. Como fazer isto? O primeiro passo, como vimos, é viver os valores evangélicos em nosso próprio lar, com nossa família. Esta é também a tarefa mais difícil. Mas, esta vivência é uma experiência de fé indispensável para um segundo passo que é fazer Pastoral Familiar na comunidade. Como? A Pastoral Familiar é um chamado prioritário e urgente da Igreja. A família é plano de Deus. Deus mesmo quis ter família! Jesus Cristo teve pai legal e mãe. Realizou seu primeiro milagre num casamento. Em várias ocasiões Ele se compara “com o noivo” da Igreja. Um dos primeiros passos para fazer Pastoral Familiar, é buscar formação específica. Outro passo é aproximar-se de pessoas da comunidade ou da paróquia, que queiram iniciar ou que já estejam trabalhando nesta pastoral.
A Igreja nos desafia a evangelizar com renovado ardor, com poder, com o poder do Espírito Santo. Leia 1 Coríntios 2, 1-5 e escute, no Espírito, o que significa evangelizar com poder. Veja o que pergunta o Papa Paulo VI: “O que é que é feito, em nossos dias, daquela energia escondida da Boa Nova, suscetível de impressionar profundamente a consciência dos homens? (EN # 4)”. Também aqui notamos a exortação para que façamos uma evangelização transformadora. Se lemos o Projeto Ser Igreja no Novo Milênio, também ai vamos ser desafiados a evangelizar com o entusiasmo e poder, como faziam os primeiros cristãos. E se refletimos sobre o Capítulo 15 de São João, vamos também ser desafiados a permanecer em Deus, acolher o Espírito, viver o amor e produzir frutos do Espírito.

Partilhe com teu cônjuge

Qual é a tua resposta às indagações do Senhor? Como você se sentiu ao ser questionado e enviado por teu Criador em (Jo 21)? O que você decide fazer em decorrência de tua resposta?



Partilha em grupo

Partilhe as mesmas questões acima com o grupo.


Referências:
(Atos 20, 28) – Cuidai de vós mesmos e do rebanho.

(Jo 21, 15-17) – Você me ama? Apascenta minhas ovelhas.



(Jo 15) – Se permanecerdes em mim, dareis muito fruto.
Plenária para testemunhos
Qual a principal experiência que vivi nesta caminhada?
Fechamento.
Orientações finais e Oração de encerramento.




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