Resumos Sociologia 12ºAno o que é a Sociologia ?



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Resumos Sociologia 12ºAno
O que é a Sociologia ?
Podemos definir Sociologia como o estudo científico das sociedades humanas e dos factos sociais ou como uma forma específica e cientificamente fundada de conhecimento sobre o mundo e a realidade social. Além disso, pode também ser considerada uma base sólida para um olhar crítico e transformador face à sociedade.
A Sociologia tem, assim, as seguintes características:

  • É uma forma de conhecimento cientifica e não experimental;

  • Estuda a vida das pessoas em sociedade e os fenómenos sociais que daí advêm;

  • Estuda, portanto, as relações entre as pessoas, isto é, as relações sociais e ainda os contextos em que estas se formam e ocorrem;

  • Tenta dar resposta aos fenómenos humanos;

  • Tenta diminuir os problemas da sociedade bem como solucioná-los.

Deste modo, percebemos que a Sociologia é uma atitude perante o mundo e perante a realidade social sendo o seu laboratório o Planeta Terra, na sua totalidade e finitude. Este laboratório contém vestígios e registos dos acontecimentos e das mudanças que se efetuam constantemente.


Resumindo, a Sociologia interroga o que existe de mais profundo na nossa vida em comum. Como tal, implica uma determinada forma de “ler” a realidade social a fim de poder ver para além das fachadas aparentes. Assim, surge a expressão de imaginação sociológica que se traduz na procura constante de histórias de vida individuais que se cruzem e na procura das circunstâncias (económicas, políticas, sociais e culturais) em que elas se desenrolam.

O objeto das Ciências Sociais


Embora existam várias Ciências Sociais ( como a Economia, a História ou a Demografia) , cada uma delas possui técnicas de investigação e , acima de tudo, perspetivas diferentes sobre determinados temas. Porém, e apesar desta diversidade, há algo que é comum a todas : o seu objeto, cujo conhecimento exaustivo requer a intervenção conjugada das várias ciências.
Deste modo, faz sentido afirmar que a realidade social, isto é, o conjunto de fenómenos que se produzem e reproduzem na sociedade, é o objeto real das Ciências Sociais.
Como tal, temas como a violência, a religião ou a família são exemplos, entre muitos, de realidades que integram a vida das sociedades e cujo estudo é efetuado pelas Ciências Sociais.
Através do exemplo da Geografia que analisa as distribuições espaciais, as suas causas e consequências ou através do exemplo da Antropologia que estuda o homem como indivíduo, as suas relações com outros e com a natureza podemos concluir que:

As distintas Ciências Sociais analisam o mesmo objeto real ( a realidade social ) embora tenham diferentes interesses, pontos de vista ou perspetivas.

A unidade e complexidade do Social
Apesar de existirem várias e distintas Ciências Sociais, não podemos ser levados a pensar que a realidade social se reparte em “Setores” distintos , de modo a serem estudados, especificamente por cada uma delas.

Por outras palavras, a pluralidade dos ramos das Ciências não significa que a realidade social bem como os seus fenómenos particulares possam ser divididos em compartimentos perfeitamente separados.


Exemplificando, a Economia não pode ocupar-se apenas da realidade económica nem a História pode ocupar-se apenas dos fenómenos históricos. Percebemos, então, que a realidade social :

  • constitui uma unidade indivisível pois, o fenómeno analisado nunca se subdivide em compartimentos estanques mas a sua análise pode ser efetuada segundo perspetivas teóricas ou olhares científicos diferentes. Assim, qualquer fenómeno pode ser estudado tendo em conta as suas evoluções (demográficas, económicas ou históricas).

  • E é complexa pois a ação dos indivíduos desenvolve-se a vários níveis ( na família, na escola, ou na Igreja) e a várias dimensões ( na Sociedade portuguesa ou na sociedade europeia) .

Resumindo, a Economia, a Psicologia ou a Sociologia dividem-se não porque na realidade existam factos exclusivamente económicos, psicológicos ou sociológicos mas porque constroem distintos objetos científicos. Afinal de contas, são dimensões inerentes a toda a ação social.


Os Fenómenos Sociais Totais


Ao constatarmos a unidade e complexidade intrínsecas da realidade social percebemos que é inválida qualquer tentativa de compreender um fenómeno tomando-o isoladamente, ou seja, desligando-o dos restantes factos sociais com os quais interage bem como do contexto que o envolve e condiciona. Isto acontece porque, se procedermos desta forma, decerto perderemos o conjunto das interdependências deste fenómeno e também o todo social de que ele faz parte.
Assim não nos será possível atingir uma compreensão global daquele fenómeno.
No entanto, já será diferente se houver uma ação conjugada e complementar das várias Ciências Sociais (ação Interdisciplinar). Esta ação permite produzir conhecimentos integrados, completos e profundos. Dito de outra forma, conhecimentos mais próximos da realidade Social entendida como uma totalidade.
Surge assim o conceito de Fenómeno Social Total que podemos definir como : fenómenos que, seja na sua estrutura própria, seja nas suas relações e determinações, têm implicações simultaneamente em vários níveis e em várias dimensões do real-social (são pluridimensionais) podendo, portanto, interessar a algumas Ciências Sociais ou até mesmo a todas.
O conceito de Fenómeno Social Total demonstra que qualquer facto que ocorra, quer em sociedades arcaicas quer em modernas, é sempre complexo pois pode ser apreendido a partir de uma multiplicidade de ângulos distintos. Todo o comportamento só se torna compreensível dentro de uma totalidade.
Exemplo : O casamento

Objeto real e Objeto científico


O objeto real de estudo das ciências sociais é a realidade social , ou seja, o conjunto de fenómenos que se produzem e reproduzem numa sociedade.
O objeto científico são as distintas problemáticas que cada ciência social elabora a partir dos modos específicos de cada uma questionar e interpretar a realidade social (existem distintos códigos de leitura do real) . Está, assim, relacionado com as diferentes teorias, métodos e técnicas utilizadas.

Interdependência, pluralidade e interdisciplinaridade


Entre as ciências sociais existe uma relação de interdependência e também de complementaridade porque , embora conservem a sua autonomia individual através da existência de diferentes métodos e técnicas, todas procuram obter uma visão global sobre os fenómenos.
Procedendo deste modo, estas ciências fazem parte de um campo plural e diferenciado.
Com base na explicação anterior, não será difícil perceber que o cruzamento das distintas óticas de análise - ou a interdisciplinaridade – é a atitude mais propícia a que se forme um conhecimento global acerca dos fenómenos sociais. Além disso, é inegável que as explicações fornecidas por qualquer disciplina constituem avanços científicos. Contudo, apenas possibilitam visões parcelares e incompletas pelo que as ciências sociais devem articular-se entre si de modo a colmatar esta importante lacuna.
Um exemplo de interdisciplinaridade são as classes sociais de têm sido objeto de inúmeras investigações parte de várias ciências sociais como a Sociologia, a Demografia e a Economia.

A formação da Sociologia


O surgimento histórico da Sociologia como disciplina científica foi impulsionado pelas profundas transformações ocorridas na sociedade europeia em resultado da chamada “dupla revolução”, no final do séc. XVIII:

  • A Revolução Industrial, com implicações sobretudo na organização económica dos países;

  • A Revolução Francesa de 1789 cujos efeitos foram essencialmente políticos e sociais pois triunfaram as ideias como a liberdade e a igualdade;

Estes dois processos revolucionários originaram uma rutura radical com os modos de vida característicos do Antigo Regime, fundando uma nova ordem social – O mundo contemporâneo.


Toda esta agitação que se prolongou durante o séc. XIX foi vivida com particular intensidade pelos pensadores que desenvolveram uma nova conceção dos mundos natural e social com base nas mudanças a que assistiam. Destacam-se, então, Auguste Comte (criador do termo “Sociologia”), Karl Marx e Herbert Spencer cujas análises foram muito importantes.
A passagem do séc. XIX para o XX marcou o início da Sociologia como forma de conhecimento científico ao mesmo tempo que se expandiam novos temas e perspetivas de análise. Surgem, então , outros dois nomes: Émile Durkheim (em França) e Max Weber (na Alemanha) que, por terem sido os fundadores dos alicerces teóricos fundamentais da disciplina, influenciaram de um modo decisivo as gerações seguintes de sociólogos.
Concluindo, os pioneiros da Sociologia confrontaram-se com os eventos que acompanharam as revoluções e tentaram compreender tanto as suas causas como as potenciais consequências.

Émile Durkheim – Os factos Sociais


Émile Durkeim entendia que os factos sociais forneciam a matéria-prima da Sociologia. Este autor definiu-os como “as maneiras de agir, de pensar e de sentir exteriores ao indivíduo e dotadas de um poder coercivo”.
Estavam assim enunciadas, para Durkheim, as duas características principais do Facto Social:


  • A exterioridade pois os indivíduos nascem inseridos numa família, num grupo social, aprendendo maneiras de agir, de pensar e de sentir que não foram por ele criadas e, por isso, são exteriores ao indivíduo;

  • A coercitividade porque as maneiras de agir, de pensar e de sentir são apreendidas pelos indivíduos através do processo da educação, de uma forma imperativa, isto é, existem sanções para quem não as respeitar.

Por último, as diferentes formas de pensar ou sentir que determinam o nosso comportamento e as nossas atitudes não são imutáveis no espaço e no tempo pelo que variam, sendo portanto relativas. Surge, deste modo, mais uma característica, a Relatividade.


Para justificar a sua conceção, Durkheim recorre ao exemplo do suicídio como facto social:

O suicídio é, antes de mais, um acontecimento humano, um ato pessoal e íntimo. O seu estudo entra no campo da Psicologia na medida em que o suicídio está ligado à estrutura da personalidade. Contudo, Durkheim constatou que o suicídio é um facto social ao estabelecer uma relação entre esse facto e outros. O sociólogo chegou então à conclusão que existem forças sociais externas aos indivíduos que influenciam as taxas de suicídio, principalmente o grau de integração do indivíduo na sociedade.
De facto, o comportamento dos indivíduos é condicionado pela sociedade em que estão inseridos existindo regras e princípios que modelam, de forma regular e permanente, as suas ações. Este conjunto de constrangimentos sociais designa-se por estrutura social.
Resumindo: A sociedade tem primazia sobre o indivíduo.

Max Weber – Estrutura e ação Sociais


Max Weber, optou por se colocar num plano distinto do de Durkheim e alargou a perspetiva sociológica ao introduzir o conceito de ação social.
Designando a Sociologia como uma Ciência compreensiva e interpretativa deu primazia à dimensão individual da realidade Social através da análise do sentido que os indivíduos atribuem às suas ações acentuando o seu caráter intencional. De facto, apesar da influência exercida pela estrutura social não deixamos de ser relativamente autónomos pois fazemos escolhas acerca da nossa conduta, refletimos criticamente sobre as regras que a sociedade tende a impôr-nos, adaptamo-nos e modificamos as normas e valores em função das circunstâncias. Numa palavra, atribuímos um certo sentido às nossas ações individuais que desencadeamos intencionalmente.
Resumindo, Max define ação social como “aquela ação em que o sentido intentado pelo agente ou pelos agentes está referido ao comportamento de outros e por ele se orienta o seu discurso”.
Comparando os dois sociólogos podemos concluir que: ao passo que Durkheim privilegiava as regularidades duradouras que se verificam nos fenómenos sociais, Weber afirmava o caráter singular e único destes fenómenos tentando compreender e interpretar o sentido da ação social através das suas configurações históricas.
Conhecimento Científico e Senso Comum
Desde sempre o ser humano tenta compreender e interpretar a realidade que o rodeia procurando explicações para os diferentes fenómenos. Este esforço resulta na construção de um conhecimento prático sobre a realidade designado como o conhecimento do senso comum.
Porém, a evolução do conhecimento cientifico, nomeadamente no que se refere as ciências sociais e exatas veio pôr em causa muitas das crenças do senso comum. Através da criação e do desenvolvimento de métodos rigorosos o conhecimento científico permitiu esclarecer as causas de diversos fenómenos naturais, bem como prever e controlar alguns.
Mas afinal quais as características que distinguem o Senso Comum do Conhecimento Científico?

O primeiro tipo de conhecimento caracterizava-se por ser:



  • Subjetivo – é pessoal, ou seja, baseia-se em opiniões;

  • Espontâneo – pois surge da informação obtida através dos nossos sentidos, do aparente;

  • Errático – na medida em que se constrói, aleatoriamente ao longo da vida de cada indivíduo;

  • Ingénuo – é assimilado sem sentido crítico;

  • Dogmático – acreditamos nele como se se tratassem de verdades inquestionáveis.

Em oposição, o conhecimento cientifico é :



  • Objetivo – procura ser universal, válido para todos;

  • Sistemático – é construído de forma sistemática e consciente;

  • Metódico – é obtido recorrendo a métodos e técnicas de investigação que asseguram a sua validade;

  • Crítico – procura questionar a realidade e questionar-se a si próprio;

  • Comprovável/ verificável – pode ser testado a qualquer momento e assim confirmado ou infirmado;

Resumindo, podemos definir Senso Comum como as opiniões pessoais que se baseiam em representações, noções e julgamentos individuais. É o conhecimento subjetivo da realidade que nos rodeia. Baseia-se no aparente e em explicações. É, ainda, muito importante para a Sociologia pois as ideias que as pessoas manifestam nas suas relações com os outros fazem parte da Realidade social e por isso é essencial recolhê-las e analisá-las.


Já o Conhecimento científico caracteriza-se pelas interrogações que formula, pelo conjunto de teorias que constrói e pelos métodos e técnicas que utiliza.

A rutura com o Senso Comum


O processo de construção do conhecimento cientifico é bastante diferente do das ciências sociais. Isto porque, enquanto no primeiro os objetos de estudo são completamente exteriores ao cientista, nas ciências sociais e humanas, o cientista faz parte do seu objeto de estudo, ou seja, ele próprio é um ser humano, um ser social.
Assim , também ele tem um conhecimento pessoal e prático de si da realidade em que vive: o conhecimento do Senso Comum.
É , portanto, necessária a rutura do sociólogo face às suas ideias pré - concebidas, ou seja, face ás noções que ele já tinha no início da pesquisa. Só assim as conclusões obtidas poderão revelar-se válidas no momento da análise da realidade em questão.
Conseguimos, desta forma, perceber que o senso comum se baseia no aparente e no subjetivo pelo que é fundamental que qualquer cientista social deva ultrapassar estas noções e procurar ver para além do óbvio, das suas opiniões pessoais e das ideias que circulam na sociedade sobre os fenómenos sociais. Tem de recorrer à rutura com o senso comum.
Esta é uma tarefa constrangedora na medida em que o tema de estudo é o nosso próprio comportamento enquanto seres sociais. Contudo, a Sociologia mostra que é necessário adotar uma perspetiva mais abrangente do modo como somos e tentar compreender as razões pelas quais agimos.
Por último, o sociólogo deve manter uma atitude de vigilância constante e esforçar-se por ser imparcial de modo a produzir conhecimento científico.

Dificuldades de produção do conhecimento científico (caderno)




  • Rutura com o Senso Comum

  • Familiaridade com o Social

  • Ilusão da transparência do Social

  • Explicações do tipo Naturalista

  • Explicações do tipo Individualista

  • Explicações do tipo Etnocentrista


A Sociologia enquanto disciplina científica

Enquanto ciência Social, a Sociologia:



  • Procura distanciar-se das conceções do Senso Comum;

  • Procura explicar os fenómenos sociais através de fatores (também eles de ordem social);

  • Pretende compreender a realidade bem como explicá-la e fundamentar eventuais intervenções, analisando o seu impacto;

  • Influencia as ações dos indivíduos e das organizações;

  • Contribui para a transformação das sociedades que analisa;

  • Procede à rutura com o senso comum ao mesmo tempo que o analisa fazendo dele seu objeto de estudo.

Regularidades, Particularidades e Singularidades Sociais


Frequentemente a análise sociológica desencadeia a identificação de uma regularidade social – é um padrão existente na vida social, ou seja, um fenómeno que se verifica ser relativamente comum permitindo explicar , com o máximo de certeza, os procedimentos dos seres humanos.
Mas a Sociologia também se dedica ao estudo de particularidades sociais – correspondem a fenómenos sociais que se verificam em pequenas comunidades, grupos, empresas ou bairros.

Os estudos efetuados nestas realidades muito particulares não podem ser generalizados ou extrapolados para outras.


A Sociologia preocupa-se ainda com as singularidades sociais – cada indivíduo apropria-se de forma diferente de tudo o que o rodeia (princípios, normas, valores, entre outros). A Sociologia também faz o estudo e a análise de como se produz, sociologicamente, aquilo que é específico é único.

Embora a realidade seja a mesma, apropriamo-nos dela de formas diferentes.


Problemas sociais e problemas sociológicos


Problemas sociais são fenómenos que ocorrem na sociedade e que devido a causas sociais particulares se transformam em problemas sociais que requerem uma intervenção.
No entanto, ao serem estudados pela Sociologia transformam-se em problemas Sociológicos mas , para que tal aconteça, é necessário formular interrogações sobre os fenómenos em análise.
Assim o problema social pode ser um problema sociológico se for objeto de análise da Sociologia. Nesta análise podemos encontrar fatores, causas e tendências que explicam o problema social bem como formas de combate que podem orientar a ação das instituições e dos indivíduos.

Todavia, um problema sociológico não tem que ser um problema social pois a Sociologia estuda muitos temas que não são considerados problemáticos.




A Cultura

A palavra cultura é pluridimensional e pode significar:



  • Terra trabalhada;

  • Desenvolvimento do espírito;

  • Civilização

  • Desenvolvimento material e técnico;

  • Património social;

  • Modo de vida de um povo.



Cultura





  • Conjunto de elementos que caracterizam uma sociedade e determinam os comportamentos dos indivíduos dessa sociedade.

  • Representa tudo o que não é inato no ser humano, isto é, natural.

Relativamente ao significado sociológico de cultura:




  • Existe uma grande diversidade cultural (não há uma cultura mas sim culturas).

  • A cultura é sempre dinâmica e cumulativa, produzida e transmitida de geração em geração sendo aperfeiçoada.

  • A cultura é aprendida e não herdada geneticamente. Ao contrário de outros animais, o Homem tem de aprender tudo sobre a vida em sociedade.

  • Os elementos culturais são partilhados por um determinado número de pessoas sendo que, por essa razão, elas constituem uma comunidade distinta das demais.

  • A cultura concretiza-se num determinado moco de vida que compreende maneiras de agir, de pensar e de sentir.


Subcultura – Qualquer grupo social que se distingue da sociedade envolvente pela sua cultura específica (valores, normas, e prática). Todas as sociedades são portadoras de múltiplas subculturas que no seu conjunto coexistem com a cultura dominante.
Padrões de cultura – São tipos formais de comportamento individual e coletivo que condicionam e explicam as atitudes do grupo e no grupo. Cada padrão de cultura corresponde a maneiras próprias de os indivíduos resolverem os seus problemas e só pode ser entendido no quadro social em que ocorre.





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