RevisãO 2 unidade –9° ano



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REVISÃO

2 UNIDADE –9° ANO

Leia o texto para responder a questão abaixo:


No mundo dos sinais

Sob o sol de fogo, os mandacarus se erguem, cheios de espinhos. Mulungus e aroeiras expõem seus galhos queimados e retorcidos, sem folhas, sem flores, sem frutos.

Sinais de seca brava, terrível!

Clareia o dia. O boiadeiro toca o berrante, chamando os companheiros e o gado.

Toque de saída. Toque de estrada. Lá vão eles, deixando no estradão as marcas de sua passagem. TV Cultura, Jornal do Telecurso.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1111200803.htm



QUESTÃO 1. O fato que gerou a história narrada foi

(A) o encontro entre o narrador e o homem que ele achou ter “cara de goiabada”.

(B) o jogo de futebol que os meninos jogavam nas ruas da Ilha do Governador.

(C) o narrador ter comprado todas as flanelas do idoso e não querer o troco.

(D) a separação dos dois meninos que jogavam futebol.

Leia o texto abaixo.
Relato de um náufrago

Nada disso era errado, até certo ponto. Em todos os momentos, tratei de me defender. Encontrei sempre um meio de me defender. Encontrei sempre um meio de sobreviver, um ponto de apoio, por insignificante que fosse, para continuar esperando. No sexto dia, porém, já que não esperava mais nada. Eu era um morto na balsa.

À tarde, pensando que logo seriam cinco horas e os tubarões voltariam, fiz um desesperado esforço para me levantar e me amarrar à borda. Em Cartagena, há dois anos, vi na praia os restos de um homem destroçado por tubarão. Não queria morrer assim. Não queria ser repartido em pedaços entre um montão de animais insaciáveis.

Eram quase cinco horas. Pontuais, os tubarões estavam ali, rodando a balsa. Levantei-me penosamente para desatar os cabos do estrado. A tarde era fresca. O mar, tranquilo. Senti-me ligeiramente fortalecido. Subitamente, vi outra vez as sete gaivotas do dia anterior e essa visão infundiu em mim renovados desejos de viver.

Nesse instante teria comido qualquer coisa. A fome me incomodava. Mas o pior era a garganta e a dor nas mandíbulas, endurecidas pela falta de exercício. Precisava mastigar qualquer coisa. Tentei arrancar tiras de borrachas dos sapatos, mas não tinha com que cortá-las. Foi então que lembrei dos cartões da loja de Mobile.

Estavam num dos bolsos da calça, quase completamente desfeitos pela umidade.

Rasguei-os, levei-os à boca e comecei a mastigar. Foi um milagre: a garganta se aliviou um pouco e a boca se encheu de saliva. Lentamente continuei mastigando, como se aquilo fosse chiclete. [...] Pensava continuar mastigando os cartões indefinidamente para aliviar a dor das mandíbulas e até achei que seria desperdício jogá-los no mar. Senti descer até o estômago a minúscula papa de papelão moído e desde esse instante tive a sensação de que me salvaria, de que não seria destroçado pelos tubarões. [...]

Afinal, amanheceu o meu sétimo dia no mar. Não sei por que estava certo de que esse não seria o último. O mar estava tranquilo e nublado, e quando o sol saiu, mais ou menos às oito da manhã, eu me sentia reconfortado pelo bom sono da noite. Contra o céu cinza e baixo passaram sobre a balsa as sete gaivotas.

Dois dias antes eu sentira uma grande alegria vendo as sete gaivotas. Mas quando as vi pela terceira vez, depois de tê-las visto durante dois dias consecutivos, senti o terror renascer. “São sete gaivotas perdidas”, pensei, com desespero. Todo marinheiro sabe que, às vezes, um bando de gaivotas se perde no mar e voa sem direção, durante vários dias, até encontrar e seguir um barco que lhes indique a direção do porto. Talvez aquelas gaivotas que vira durante três dias fossem as mesmas todos os dias, perdidas no mar. Isso significa que eu me distanciava cada vez mais da terra.
MÀRQUEZ, Gabriel García. Relato de um náufrago. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1970. p. 70-3. Fragmento.
QUESTÃO 2. O trecho desse texto que apresenta uma opinião do narrador é:
A) “... fiz um desesperado esforço para me levantar...”. (ℓ. 5-6)

B) “... vi na praia os restos de um homem destroçado por tubarão.”. (ℓ. 7)

C) “Nesse instante teria comido qualquer coisa.”. (ℓ. 13)

D) “... até achei que seria desperdício jogá-los no mar.”. (ℓ. 21)



Leia a tirinha e responda a questão.



QUESTÃO 3.No segundo quadrinho, Chico Bento diz: “Hum... Zé da Roça!” indica

(A) duvida

(B) irritação

(C) raiva

(D) curiosidade
QUESTÃO 4. Esse texto estabelece comparação entre o

A) passado e o futuro.

B) presente e o passado.

C) presente e o futuro.

D) real e o imaginário.

Leia o texto para responder a questão abaixo:


QUESTÃO 5. O folheto informativo acima tem por finalidade:

(A) ensinar a preparar produtos orgânicos.

(B) divulgar as feiras de produtos orgânicos.

(C) ensinar o cultivo dos produtos orgânicos.

(D) vender produtos orgânicos.
Leia o texto abaixo.
AS DUAS NOIVAS
O ônibus parou e ela subiu. Ele se encolheu, separando-se da outra, as mãos enfiadas entre os joelhos e olhando para o lado – como se adiantasse, já tinha sido visto. A noiva sorriu, agradavelmente surpreendida:

Mas que coincidência!

E sentou-se a seu lado. Você ainda não viu nada – pensou ele, sentindo-se perdido, ali entre as duas. Queria sumir, evaporar-se no ar. Num gesto meio vago, que se dirigia tanto a uma como a outra, fez a apresentação com voz sumida:

- Esta é minha noiva...

- Muito prazer – disseram ambas.
Fonte: Sabino, Fernando. Obra Reunida. Volume III, Editora Nova Aguilar S.A. – Rio de Janeiro, 1996, p. 148.Com cortes.
QUESTÃO 6. No texto, a ironia está no fato de que as moças

A) se conheciam.

B) se cumprimentaram.

C) falaram ao mesmo tempo.

D) noivaram com o mesmo rapaz.
Leia os textos para responder a questão abaixo:
Texto I

Sem-proteção Jovens enfrentam mal a acne, mostra pesquisa
Transtorno presente na vida da grande maioria dos adolescentes e jovens, a acne ainda gera muita confusão entre eles, principalmente no que diz respeito ao melhor modo de se livrar dela. E o que mostra uma pesquisa realizada pelo projeto Companheiros Unidos contra a Acne (Cucas), uma parceria do laboratório Roche e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD): Foram entrevistados 9273 estudantes, entre 11 e 19 anos, em colégios particulares de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Pará, Paraná, Alagoas, Ceará e Sergipe, dentre os quais 7623 (82%) disseram ter espinhas. O levantamento evidenciou que 64% desses entrevistados nunca foram ao médico em busca de tratamento para espinhas. "Apesar de não ser uma doença grave, a acne compromete a aparência e pode gerar muitas dificuldades ligadas à auto-estima e à sociabilidade", diz o dermatologista Samuel Henrique Mandelbaum, presidente da SBD de São Paulo. Outros 43% dos entrevistados disseram ter comprado produtos para a acne sem consultar o dermatologista - as pomadas, automedicação mais freqüente, além de não resolverem o problema, podem agravá-lo, já que possuem componentes oleosos que entopem os poros. (...)

Fernanda Colavitti


Texto II

Perda de Tempo
Os métodos mais usados por adolescentes e jovens brasileiros não resolvem os problemas mais sérios de acne.

23% lavam o rosto várias vezes ao dia

21% usam pomadas e cremes convencionais

5% fazem limpeza de pele

3% usam hidratante

2% evitam simplesmente tocar no local

2% usam sabonete neutro
(COLAVITTI, Fernanda – Revista Veja Outubro / 2001 – p. 138.)
QUESTÃO 7. Comparando os dois textos, percebe-se que eles são

(A) semelhantes.

(B) divergentes.

(C) contrários.

(D) complementares.

Leia os textos abaixo.
Texto 1

CARTA A EL-REI D. MANUEL

[...] E dali houvemos vista d’homens, que andavam pela praia, de 7 ou 8, segundo os navios pequenos disseram, por chegarem primeiro. [...] A feição deles é serem pardos, maneira d’avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura, nem estimam nenhuma cousa cobrir nem mostrar suas vergonhas. E estão acerca disso com tanta inocência como têm em mostrar o rosto [...]

Nela até agora não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem nenhuma cousa de metal, nem de ferro; nem lho vimos. A terra, porém, em si, é de muito bons ares, assim frios e temperados como os d’Antre Doiro e Minho, porque neste tempo d’agora assim os achávamos como os de lá.

Águas são muitas, infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem. Mas o melhor fruto que nela se pode fazer me parece que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar.

CAMINHA, Pero Vaz de. Carta a el-rei dom Manuel sobre o achamento do Brasil. Intr., atual. Do texto e notas de M. Viegas Guerreiro; leit paleogr. de Eduardo Nunes. Lisboa: Imprensa Nacional, 1974.
Texto 2

ÍNDIOS

Quem me dera, ao menos uma vez,

Ter de volta todo o ouro que entreguei

A quem conseguiu me convencer

Que era prova de amizade

Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.


Quem me dera, ao menos uma vez,

Esquecer que acreditei que era por brincadeira

Que se cortava sempre um pano de chão

De linho nobre e pura seda [...]


Quem me dera, ao menos uma vez,

Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,

Não ser atacado por ser inocente [...]
Nos deram espelhos e vimos um mundo

doente – Tentei chorar e não consegui.

RUSSO, Renato. Legião Urbana. Dois. (CD).

*Adaptado: Reforma Ortográfica.


QUESTÃO 8. Levando em consideração o tema “Índios”, qual é a principal diferença de opinião presente nesses textos?

A) O Texto 1 apresenta os índios como seres exóticos, e o Texto 2 como enganados.

B) O Texto 2 apresenta uma crítica aos índios, e o Texto 1 um elogio aos colonizadores.

C) O Texto 1 relata a vida dos índios, e o Texto 2 critica a vida dos indígenas colonizados.

D) O Texto 2 relata um fato histórico sobre os índios, e o Texto 1 como isso tudo aconteceu.
Leia o texto abaixo.


O ÚLTIMO ANDAR
No último andar é mais bonito:

do último andar se vê o mar.

É lá que eu quero morar.

O último andar é muito longe:

custa-se muito a chegar.

Mas é lá que eu quero morar.

Todo o céu fica a noite inteira

sobre o último andar

É lá que eu quero morar.

Quando faz lua no terraço

fica todo o luar.

É lá que eu quero morar.

Os passarinhos lá se escondem

para ninguém os maltratar:

no último andar.

De lá se avista o mundo inteiro:

tudo parece perto, no ar.

É lá que eu quero morar:

no último andar.
MEIRELES, Cecília. Ou isto ou aquilo.



QUESTÃO 9. Na expressão “Os passarinhos se escondem”. A palavra destacada se refere ao:

(A) Céu


(B) Mundo inteiro

(C) Terraço

(D) Último andar.

Leia o texto para responder a questão abaixo:

Um craque de bola diferente.
Os japoneses não são os campeões de futebol, mas em tecnologia estão entre os mais avançados do mundo. Uma das últimas novidades nessa área é o robô Crio. Ele, sim, é o craque da bola, capaz de driblar e fazer gol.

Achou demais? Pois saiba que esse robô ainda usa gestos e voz para responder a perguntas.

As crianças da índia foram as primeiras a conhecer a novidade cibernética.

Revista Gênios, Ano 1, nº 1, abril de 2005.



QUESTÃO 10. No trecho “Ele, sim é o craque da bola...”, a palavra sublinhada refere-se

(A) aos campeões de futebol.

(B) aos mais avançados do mundo.

(C) aos japoneses.

(D) ao robô Crio.

Leia o texto abaixo.

MEIRELES, Cecília. Uma fl or quebrada. In: Ou isto ou aquilo & Inéditos. São Paulo: Melhoramentos, 1974.



QUESTÃO 11. A raiz suspirava porque

A) a árvore perdeu a beleza.

B) a vida da flor foi breve.

C) o trabalho foi em vão.

D) o vento causou sofrimento.
Leia o texto abaixo.
Você sabia que a Floresta Amazônica não é responsável por grande parte do oxigênio que respiramos?
É bem provável que você tenha ouvido por aí: “A Amazônia é o pulmão do mundo.” Bobagem! Embora as florestas tenham, sim, grande importância na produção do oxigênio, como é o caso da Floresta Amazônica, o grande pulmão do mundo, para usar a mesma expressão, está nas águas – ou melhor, nos seres que habitam rios e mares.

Um bom exemplo são os locais de encontro entre rios e mares, os chamados estuários, ambientes muito ricos em vida. Ali encontram-se as macrófitas aquáticas, plantas que se parecem com o capim terrestre; o fitoplâncton, que são algas microscópicas que vivem próximas às superfícies da água; as plantas herbáceas, que são rasteiras, maleáveis e se parecem com ervas. Pois bem!

Essas espécies são algumas das grandes produtoras do oxigênio que respiramos e não as enormes árvores das florestas. [...]

Quanto menores são os organismos, mais rápido é o seu metabolismo, as reações químicas que ocorrem dentro do corpo. No caso dessas espécies, essas reações estão diretamente ligadas à fotossíntese, processo pelo qual, utilizando se da luz do Sol, os vegetais produzem o seu próprio alimento e liberam oxigênio.


QUESADO, Letícia Barbosa. Ciência hoje das crianças, janeiro/fevereiro de 2010. Fragmento.
QUESTÃO 12. De acordo com esse texto, plantas de rios e mares produzem mais oxigênio porque são

A) encontradas próximas às superfícies da água.

B) menores e seu metabolismo é mais rápido.

C) parecidas com o capim terrestre.

D) rasteiras e parecidas com ervas.

Leia o texto abaixo.

Quanto tempo resistimos sem comer nem beber?

Há registros de pessoas que suportaram até 200 dias sem comer, mas esse tempo sempre varia conforme a estatura. Sem água, porém, a resistência é bem menor e o estado de saúde torna-se bastante grave após cerca de 36 horas. Ficar sem comer por um ou dois dias normalmente não ocasiona problemas que possam afetar gravemente a pessoa. Essa situação não costuma causar mais que tonturas e dor de cabeça. “O jejum

não tem indicação para ser usado de forma rotineira sob o ponto de vista médico, mas tem sido praticado desde a Antiguidade como preceito religioso para a purificação do espírito”, diz o endocrinologista Danilo Alvarenga de Carvalho. Quando feito sem controle médico, porém, o jejum pode implicar sérios riscos para a saúde, inclusive levando à morte. Sem a ingestão de alimentos, o organismo começa a queimar suas reservas de energia, principalmente as gorduras.

Depois delas, consome as proteínas que compõem os tecidos. Ficar muito tempo sem se alimentar também provoca diversas alterações metabólicas e hormonais, com perda de vitaminas e sais minerais, alterações da pressão arterial, desmaios e problemas psicológicos. Mas a falta de água é bem mais grave. Um homem de estatura média contém em seu corpo aproximadamente 40 litros de água, necessária para resfriar o corpo.

Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição para serem eliminadas pelos rins e intestinos. Numa pessoa saudável, existe um equilíbrio entre a quantidade de líquidos ingeridos e eliminados. A perda desse equilíbrio em poucos dias é o suficiente para matar.

(Superinteressante Especial: Mundo estranho, ago.2001.)



QUESTÃO 13. No trecho “Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição...” (3º parágrafo), a expressão destacada desempenha a função de

(A) adição de ideias.

(B) comparação entre dois fatos.

(C) consequência de um fato.

(D) finalidade de um fato enunciado.
Leia o texto abaixo.
Curiosidades: Nariz e orelhas nunca param de crescer
O tecido cartilaginoso, que forma o nariz e as orelhas, não deixa de crescer nem mesmo quando o indivíduo torna-se adulto. Daí por que o nariz e as orelhas de um idoso são maiores do que quando era jovem. A face também encolhe porque os músculos da mastigação se atrofiam com a perda dos dentes.

Disponível em: Acesso em: 26 mar. 10.


QUESTÃO 14. Na frase “ ...Daí por que o nariz e as orelhas de um idoso são maiores do que quando era jovem”, o termo destacado indica

A) causa.

B) condição.

C) finalidade.

D) oposição.

Leia o texto abaixo e responda.
Decida

Em um mundo cada vez mais complexo, com excesso de informação, pressão por desempenho e repleto de alternativas, as pessoas precisam tomar decisões também a respeito de assuntos delicados. E devem fazer isso sem ter muito tempo para pensar.

Cada vez mais, o sucesso e a satisfação pessoal dependem da habilidade de fazer escolhas adequadas. Com frequência, as pessoas são instadas a tomar uma decisão que pode modificar sua vida pessoal. Devo ou não me casar? Que tal só morarmos juntos? Devo ou não me separar? [...] Em que escola matricular nosso filho? Aliás, ele vai ganhar carro aos 18 anos ou sairá à noite de carona [...]? É certo comprar aquela casa maior e contrair um financiamento a perder de vista? No trabalho, acontece a mesma coisa. Devo dar uma resposta dura àquela provocação feita pelo chefe? Peço ou não peço aumento? Posso ou não baixar os preços dos produtos que vendo de forma a aumentar a saída? Que tal largar tudo e abrir aquela pousada na praia? Psicólogos americanos que estudaram a vida de gerentes empregados em grandes companhias descobriram que eles chegam a tomar uma decisão a cada nove minutos. São mais de 10.000 decisões por ano – 10.000 possibilidades de acertar, ou de errar. Não há como fugir. Ou você decide, ou alguém decide em seu lugar.

Veja. 14 jan. 04. *Adaptado: Reforma Ortográfica. Fragmento.

QUESTÃO 15. Qual é a tese defendida nesse texto?

A) A compra de uma casa é um problema a longo prazo.

B) A vida moderna exige a tomada de decisões difíceis.

C) Os casais têm dúvidas quanto à educação dos filhos.

D) Os gerentes de grandes empresas tomam milhares de decisões.

Leia o artigo a seguir e responda.
O texto como placebo
Autoajuda encerra uma lição que vale para a ciência: O paciente precisa do amparo das palavras

por Moacyr Scliar


A palavra placebo (do latim agradarei) refere-se a uma substância ou um procedimento que, teoricamente, não faria efeito sobre o organismo, mas que acaba tendo resultados terapêuticos, pela crença que uma pessoa deposita nela. Pergunta: é o texto um placebo?

No caso da ficção, pode-se dizer que sim. É algo que resulta da imaginação de um escritor, de um cineasta, de um dramaturgo; mas, quando agrada o espectador ou o leitor, exerce um efeito que poderíamos chamar de terapêutico. A ficção ajuda a viver. E isso inclui uma melhora da saúde – pelo menos do ponto de vista psicológico.

Para muitas pessoas a leitura é um amparo, um consolo, uma terapia. Daí nasceu inclusive um gênero de livros que se tornou popular: as obras de autoajuda.

Diferentemente da ficção, elas aconselham o leitor acerca de problemas específicos: luto, controle do stress, divórcio, depressão, ansiedade, relaxamento, autoestima, e até a felicidade. Esse tipo de leitura faz um enorme sucesso; não há livraria que não tenha uma seção destinada especialmente à autoajuda.


Fonte: Mente e Cérebro. Rio de Janeiro/São Paulo: Duetto, Ed. 201, out.2009. Disponível em:

http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/o_texto_como_placebo.html. Acesso em: 30 abr. 2010.Com cortes. Adapt.


QUESTÃO 16. No texto, o autor defende que os livros de autoajuda são placebos porque

(A) não há livraria que não tenha uma seção destinada a eles.

(B) tornaram-se populares nas livrarias especializadas no assunto.

(C) levam à melhora de saúde da pessoa, pois resultam da imaginação de um escritor, de um cineasta, de um dramaturgo.

(D) promovem o bem-estar da pessoa quando aconselham, por exemplo, sobre problemas, como o controle do estresse, da depressão, da ansiedade.

Leia o texto abaixo e responda.
Ai, que sono!
A cabeça fica pesada, os olhos não param abertos, os movimentos se tornam vagarosos... Aos poucos, você vai se desligando de tudo e quase nem ouve mais a TV nem as vozes das pessoas ao redor. Está na hora de ir para a cama!

Dormir é gostoso. Tanto que dá a maior preguiça acordar de manhã. Cair no sono também é importante para a saúde, porque ajuda a descansar e recarregar as energias. Além disso, enquanto dormimos, muitas coisas acontecem em nosso corpo.Os sentidos funcionam, mas o cérebro reage menos aos estímulos. Porém, se você tiver uma sensação na pele ou sentir um cheiro, isso pode influenciar seus sonhos.

As pálpebras se fecham para evitar a entrada de luz. Nós somos programados para descansar quando está escuro. A respiração fica mais lenta. Com os órgãos funcionando devagar precisamos de menos oxigênio.Os ouvidos praticamente se desligam. Só ouvimos sons bem altos, como o do despertador tocando.

O organismo libera maior quantidade de substâncias que estimulam o crescimento e renovam as células.A temperatura do corpo cai e sentimos um pouquinho de frio.



Recreio. n. 468, p. 12.


QUESTÃO 17. Durante o sono, a respiração é mais lenta, porque

A) a temperatura do corpo diminui.

B) as pálpebras se fecham.

C) o corpo precisa de menos oxigênio.

D) os ouvidos se desligam.

Leia o texto abaixo.

Português popular

O Brasil anda mesmo em alta no mundo, e a Língua Portuguesa não fica atrás em popularidade.

Segundo a coluna do jornalista Anselmo Góis, no jornal O Globo, o Comitê Olímpico Internacional (COI) ofereceu aos seus 300 funcionários duas opções “linguísticas”: a chance de aprender a língua russa – por causa dos Jogos de Inverno em Sogi, que serão realizados em 2014 – e o português – haja vista a proximidade dos Jogos Olímpicos de 2016 com sede no Rio de Janeiro. Resultado: apenas 5 pessoas, em meio aos 300 funcionários do COI, escolheram estudar russo. Em contrapartida, os outros 200 preferiram estudar a língua falada no Brasil.

Nosso idioma vai muito bem, obrigado.



Língua Portuguesa, ano 4, n. 53, mar. 2010, p. 11.
QUESTÃO 18. Nesse texto, qual é o argumento utilizado pelo autor para sustentar sua tese?

A) “O Brasil anda mesmo em alta no mundo, e a Língua Portuguesa não fica atrás em popularidade.”.

B) “... o Comitê Olímpico Internacional (COI) ofereceu aos seus 300 funcionários duas opções ‘linguísticas’:...”.

C) “... haja vista a proximidade dos Jogos Olímpicos de 2016 com sede no Rio de Janeiro.”.

D) “... apenas 5 pessoas, em meio aos 300 funcionários do COI, escolheram estudar russo.”.

Leia o texto abaixo.

CINDERELA

(Fragmento)

Era uma vez um senhor viúvo que tinha uma filha a quem amava muito. Ele decidiu

casar-se novamente com uma viúva que tinha duas filhas.

O pobre homem morreu, deixando sua filha desolada. No entanto, a madrasta e suas filhas ficaram felizes com a herança.

As três mulheres invejavam a beleza e a bondade da moça. Então a converteram em sua criada, e a chamavam Cinderela. Cinderela lavava, limpava, passava e cozinhava.

[...]

http://pensador.uol.com.br/contos_de_pierrot_e_colombina/



QUESTÃO 19. Nesse texto, pode-se afirmar que a palavra “pobre” deve ser compreendida como

(A) uma característica própria de alguém sem recursos financeiros.

(B) uma situação que não permite a compra de tudo o que se precisa.

(C) um termo muito usado para se dizer que se tem pena de alguém.

(D) uma forma de definir que pessoa está necessitando de dinheiro.

Leia o texto abaixo e responda.
"Se chovesse felicidade, eu lhe desejaria uma tempestade. Feliz Ano Novo!"
(Autor desconhecido)

(Fonte: http://www.sitequente.com/frases/ano-novo.html)



QUESTÃO 20. Nesse texto, a palavra sublinhada pode ser entendida como
(A) pouca felicidade.

(B) média felicidade.

(C) muita felicidade.

(D) nenhuma felicidade.


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