Revista Redescrições Revista on line do gt de Pragmatismo e Filosofia Norte-Americana


REFERÊNCIAS DANTO, A. A Transfiguração do lugar comum



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REFERÊNCIAS
DANTO, A. A Transfiguração do lugar comum. Tradução: Vera Pereira. São Paulo: Editora Cosac Naify, 2010.

__________. The art world. Journal of Philosophy, v.61, p. 571-584.

WARHOL, A. A Filosofia de Andy Warhol: (De A a B e de volta a A). Tradução de José Rubens Siqueira. Rio de Janeiro: Cobogó, 2008.

Revista Redescrições

Revista on line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-americana

Ano V, número 2, 2014

ISSN: 1984-7157



Editores: Aldir Carvalho Filho e Susana de Castro

Editor executivo: Marcos Carvalho Lopes

Editor adjunto: Frederico Graniço


www.ppgf.org


www.gtdepragmatismo.com



1 A exposição “Jaspes Johns – Pares trios álbuns” está no Instituto Tomie Ohtake.

2 Ron Athey apresentou-se no dia 23 de Junho no teatro Sergio Porto.

3 Sobre a autora: Graduou-se pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais no curso de Publicidade e Propaganda, e é mestre e doutora pelo Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais na linha de Estética e Filosofia da Arte. Sob orientação do Prof. Dr. Rodrigo Duarte, desenvolveu a dissertação intitulada Imagem e Linguagem na Pós-história de Vilém Flusser e a tese de doutoramento denominada Três questões sobre a arte contemporânea. Morou seis meses na França para um doutorado sanduíche na Université Paris I - Pantheon-Sorbonne, sob orientação do Prof. Dr. Marc Jimenez. É professora de Estética e Filosofia da Arte da Escola Guignard da Universidade do Estado de Minas Gerais.Para mais informações: https:/uemg.academia.edu/RachelCosta e http:/lattes.cnpq.br/4437860296445521. Contato: rachelcocosta@gmail.com.

4“(…) there is a kind of transhistorical essence in art, everywhere and always the same, but it only discloses itself through history”.

5Le Vite de Piu Eccellenti Pittori, Scultori e Architettori.

6 Eu uso a palavra invenção, mas o Danto no texto “O fim da arte” coloca a possibilidade de a perspectiva ser algo natural que deve apenas ser descoberto (2004a, p.4-6).

7 A teoria greenbergiana traz muitas dificuldades, mas a principal delas é o fato de desconsiderar vários dos movimentos artísticos modernistas. Sua discussão com o surrealismo e o fato de ter ignorado Duchamp são exemplos disso.

8Em diferentes textos, Danto aponta datas distintas para demarcar o início da arte pós-histórica. Em alguns momentos ela se dá na década de 1960, outros na década de 1970 e até 1980. Independentemente dessa marcação oscilante, a Brillo Box se constitui como um indicador do novo processo, pois ela é o primeiro exemplo da pluralidade criativa. A partir de então, a sensação de não pertencimento a uma narrativa se consolida (DANTO, 1997, p. 5).

9 Emuma entrevista Danto afirma ter participado dos cursos de Kojève na década de 1950 em Paris.

10“So the contemporary is, from one perspective, a period of information disorder, a condition of perfect aesthetic entropy. But it is equally a period of quite perfect freedom. Todaythereis no longerpaleofhistory”

11 Como Danto é um essencialista, considero necessária a tradução do verbo ser para o português levando em consideração as outras possibilidades verbais menos permanentes, como o caso de estar, parecer, ficar, haver e existir.

12Ramme argumenta que, em “O mundo da arte”, Danto combina historicismo com o conceito de formas de vida de Wittgenstein. “Forma de vida pode significar, entre outras coisas, o conjunto de ações que acompanha um jogo de linguagem ou que constitui uma linguagem, mas pode significar mais amplamente o conjunto de condições sociais ou culturais que produz e sustenta uma linguagem” (RAMME, 2009, p.201). Ela defende que, a ideia de contextualização histórica que fundamenta o conceito de Mundo da Arte é uma derivação da teoria Wittgensteiniana através do seguinte argumento: “Como a história da arte acabou em 1964, com a Brillo Boxde Andy Warhol, Danto reformula a sua tese dizendo que a arte se relaciona agora não com um momento histórico, mas com uma forma de vida” (RAMME, 2009, p.203).

13“(…) a form of life is something lived and not merely known about. For art to play a role in a form of life, there must be fairly complex system of meanings in which it does so, and belonging to another form of life means that one can grasp the meaning of works of art from an earlier form only by reconstituting as much of relevant system of meanings as we are able”.

14“It is part of what defines contemporary art that the art of the past is available for such use as artists care to give it. What is not available to them is the spirit in which the art was made”

15“My only claim on the future is that this is the end state, the conclusion of an historical process whose structure it all at once renders visible”

16 Existem outros modos de pensar a história da arte, como por exemplo, a história da arte anacrônica de George Didi-Huberman (ver: O que vemos, o que nos olha, São Paulo, Editora 34, 1998) e Panofsky com sua história da arte como sucessão de formas simbólicas, sendo a análise de cada uma individual e determinada por um processo de três etapas (ver: Estudos em Iconologia: temas humanistas na arte do Renascimento. Lisboa: Estampa, 1986.). Apesar de que, no Brasil e em outros países do mundo, os estudos de história da arte são realizados, principalmente, utilizando como referência as obras de Giulio Argan e Ernest Gombrich, ambos adeptos da periodização e determinação clara e distinta de movimentos específicos.

17 David McCarthy (2004) situa o trabalho dos ingleses ligados ao coletivo The independent group, como Richard Hamilton, Eduardo Paolozzi, Peter Black, entre outros, como os precurssores do movimento na Inglaterra na década de 50.

18 Fernando Gerheim é professor e pesquisador da Escola de Comunicação da UFRJ, professor permanente no Programa de Pós-Graduação de Artes da Cena e professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRJ. Doutor em Literatura Comparada (UERJ) e autor de Signofobia (2012) e Linguagens Inventadas – palavra imagem objeto: formas de contágio (2008).

19 Fabio Mourilhe é doutor em filosofia (UFRJ), pesquisador, autor de diversos livros e organizador dos Colóquios Filosofia e Quadrinhos. Foi professor temporário no IFCS/UFRJ em 2012 e realizou estágio de doutoramento sanduíche no Dorothy F. Schmidt College of Arts and Letters na FAU em Boca Raton, EUA, em 2013 com Richard Shusterman.

20 Ver “A crise da representação”, in: Arte e crítica de arte. Giulio Carlo Argan. Editorial Estapa, Lisboa, 1988.

21 [Nota do editor] Kwame é um personagem fictício que criamos para falar das ideias de Danto articuladas ao contexto contemporâneo da arte. Decidimos adotar uma forma de reflexão que não excluísse o pensamento por imagens e metáforas, mais próxima do ensaio, no sentido de Benjamin, que por isso é citado na bibliografia, embora não o seja no texto. [Texto informado pelos autores.]

22 Capítulo 2 de Gender and Aesthetics - an Introduction (Nova Iorque e Londres: Routledge, 2004.); traduzido por Osvaldo Carvalho, com revisão Inês Lacerda Araújo.

23 Alexander Baumgarten introduziu o termo em suas Reflexões Sobre a Poesia [1735], trad. Karl Aschenbrenner e William B. Holther (impresso em Berkeley e Los Angeles: Universidade da Califórnia, 1954). "Estética" vem de uma raiz grega referindo-se a percepção sensorial. O termo entrou para a língua inglesa no início do século XIX.

24 (2) Discussão mais prolongada de Platão de beleza ocorre no Simpósio, especialmente o discurso de Diotima discutido no Capítulo 1. (N.T. vide página 20.)

25 John Locke, por exemplo, Ensaio sobre o Entendimento Humano [1690] (impresso em Freeport, NY: Livros para Bibliotecas, 1969) Livro 2, Capítulo 12, Seção 5: 281.

26 Peter Kivy, "Estudos Recentes e a Tradição Britânica: Uma Lógica do Gosto – Os Primeiros Cinquenta Anos" in George Dickie e R.J. Sclafani (eds), Estética: Uma Antologia Critica (impresso em Nova York: St. Martin, 1977): 626-42.

27 Alguns realizaram uma busca conjunta de fundamentos estéticos e morais, tais como Francis Hutcheson, Uma Investigação Sobre a Origem de Nossas Ideias de Beleza e Virtude (1725).

28 (6) Francis Hutcheson, Um Inquérito Sobre Beleza, Ordem, Harmonia, Design [1725], ed. Peter Kivy (The Hague: Martinus Nijhoff, 1973): 40; William Hogarth, A Análise da Beleza [1753], ed. Ronald Paulson ((impresso em New Haven, CT: Yale University, 1997).

29 (7) Hume é um pouco incomum nisso, ele não se baseia principalmente na razão, uma posição que algumas feministas entenderam apropriada. Veja Anne Jaap Jacobson (ed.), As Interpretações Feministas de David Hume ((impresso em University Park, PA: Pennsylvania State University, 2000). Para gênero em "Do Padrão do Gosto", veja Carolyn Korsmeyer, "Conceitos de Gênero e Padrão de Gosto de Hume" in Peggy Zeglin Brand e Carolyn Korsmeyer (eds), Feminismo e Tradição em Estética ((impresso em University Park, PA: Universidade do Estado da Pensilvânia, 1995): 49-65; Marcia Lind, "Índios, Selvagens, Camponeses e Mulheres: A Estética de Hume" in Bat-Ami Bar On (ed.), Engendrando o Moderno: Leituras Críticas Feministas na Filosofia Ocidental Moderna ((impresso em Albany: State University of New York, 1994): 51-67.

30 Edmund Burke, Investigação Filosófica sobre a Origem de nossas Ideias do Sublime e do Belo [1757], ed. James T. Boulton (impresso em Notre Dame, IN: University of Notre Dame, 1968): 15.

31 Ibid.: 42.

32 Ibid.: 49. Veja também 92–107.

33 Ibid.: 115.

34 Veja Simone de Beauvoir, O Segundo Sexo [1949], trad. H. M. Parshley (New York: Vintage Books, 1989): 729–30. Para a crítica da rejeição do belo em ambos, feminismo e modernismo, veja Wendy Steiner, Venus no Exílio: A Rejeição do Belo na Arte do século XX (impresso em New York: The Free Press, 2001). Para beleza das pessoas e os valores do feminismo, veja Peg Zeglin Brand (ed.), Beleza Importa (impresso em Bloomington: Indiana University, 2000); Diana Tietjens Meyers, O Gênero no Espelho: Imaginário Cultural e Agencia de Mulheres (impresso em New York: Oxford University, 2002).

35 Kant, “Princípio Conjectural da História Humana” [1786], trad. Emil L. Fackenheim, in Kant na Hisória, ed. Lewis White Beck (Indianapolis: Hackett, 1963): 57.

36 Kant, Crítica do Juízo [1790], trad. Werner Pluhar (Indianapolis: Hackett, 1987) §59. Veja Ted Cohen, “Por que a Beleza é um Símbolo de Moralidade” in Ted Cohen e Paul Guyer (eds), Ensaios sobre a Estética de Kant (impresso em Chicago: University of Chicago, 1982): 221–36; para análise feminista desta reivindicação, veja Jane Kneller, “A Dimensão Estética da Autonomia Kantiana;” Marcia Moen, “Temas Feministas em Lugares Improváveis: Relendo a Crítica do Juízo de Kant;” Kim Hall, “Sensus Communis e Violência: Uma Leitura Feminista da Crítica do Juízo de Kant” todos em Robin May Schott (ed.), Interpretações Feministas de Emmanuel Kant (impresso em University Park, PA: Pennsylvania State University, 1997): 173–89, 213–55, 257–72.

37 Kant, Fundamentação da Metafísica dos Costumes [1785] trad. James W.Ellington (Indianapolis: Hackett, 1993).

38 Este ponto está desenvolvido no Capítulo 4. Veja também o Capítulo 2 de Fazendo Sentido do Gosto: Comida e Filosofia, de Carolyn Korsmeyer, (impresso em Ithaca, NY: Cornell University, 1999). Também de Carolyn Korsmeyer, “Percepções, Prazeres, Artes: Consideriando a Estética” in Janet Kourany (ed.), Filosofia na Voz Feminista (impresso em Princeton, NJ: Princeton University, 1998): 145–72. Algumas das ideias presentes nesse capítulo foram primeiramente desenvolvidas nesse ensaio.

39 Kant, Crítica do Juízo: 53. Para a história nestes termos, veja Jerome Stolnitz, “Sobre a Origem do Desinteresse Estético,” Jornal de Estética e Crítica de Arte, Winter, 1961: 131–43.

40 Na terminologia idiossincrática de Kant, o juízo de gosto está baseado na forma sem propósito de um objeto sem conceito algum de propósito. Crítica do Juízo, §11.

41 David Bindman, Dos Primatas a Apolo: Estética e a Ideia de Raça no século XVIII (Ithaca, NY: Cornell University Press, 2002); Lind, “Índios, Selvagens, Camponeses e Mulheres,”; Adrian M. S. Piper, “Xenofobia e Racionalismo Kantiano” in Schott, Interpretações Feministas, 21–73; Hall, “Sensus Communis e Violência.”

42 Hutcheson, Um Inquérito: 77.

43 Kant, Observações sobre o Sentimento de Belo e Sublime [1763], trad. John. Goldthwaite (impresso em Berkeley and Los Angeles: University of California, 1960): 78–9. Veja Mary Bittner Wiseman, “Beleza Exilada” e Jane Kneller, “Disciplina e Silêncio: Mulheres e Imaginação na Teoria de Gosto de Kant” ambos em Hilde Hein e Carolyn Korsmeyer (eds), Estética na Perspectiva Feminista (impresso em Bloomington: Indiana University, 1993): 169–78 e 179–92; Paul Mattick, Jr., “Belo e Sublime: ‘Totemismo Sexual’ na Constitutição da Arte” in Brand e Korsmeyer, Feminismo e Tradição na Estética: 27–48; Cornelia Klinger, “Os Conceitos de Sublime e de Beleza em Kant e Lyotard” in Schott, Interpretações Feministas: 191–211. Alguns estudiosos rejeitam a exclusão das mulheres da sublimidade e argumentam pelo “feminino sublime.” Veja Capítulos 3 e 6.

44 “Efeminação... é uma construção misógina em que a sexualidade dos homens é policiada pela acusação de deslizarem na razoabilidade própria que supostamente constitui virilidade, na frouxidão e fraqueza convencionalmente atribuídas às mulheres”. Alan Sinfield, Políticas Culturais — Leitura Gay (impresso em Philadelphia: University of Pennsylvania, 1994): 32. Para um estudo mais histórico desses termos, veja de Sinfield O Século Selvagem: Efeminação, Oscar Wilde, e o Momento Gay (impresso em New York: Columbia University, 1994): Capítulo 2.

45 Paul Mattick, Jr. (ed.), Século XVII Estética e Reconstrução da Aret (impresso em Cambridge: Cambridge University, 1993); Terry Eagleton, A Ideologia da Estética (Cambridge, MA: Blackwell, 1990); Luc Ferry, Homo Estética: A Invenção do Gosto na Era da Democracia, trad. Robert de Loaiza (impresso em Chicago: University of Chicago, 1993); Pierre Bourdieu, Distinção: Uma Crítica Social do Juízo de Gosto, trad. Richard Nice (London: Routledge, 1994 [1979]).

46 Arthur Schopenhauer, O Mundo como Vontade e Representação [3ª edição 1859], vol. I, trad. E. F. J. Payne (New York: Dover, 1969): 209.

47 Schopenhauer, “A Fraqueza da Mulher” in Rosemary Agonito (ed.), História das Ideias nas Mulheres (New York: G. P. Putnam’s Sons, 1977): 199.

48 Jerome Stolnitz, de Estética e Filosofia da Crítica de Arte (1960). Esta citação retirada de trechos em Philip Alperson (ed.), A Filosofia das Artes Visuais (impresso em New York: Oxford University, 1992): 10.

49 Rebecca Schneider, O Corpo Explícito na Performance (London: Routledge, 1997): 14.

50 Stolnitz, Estética: 12.

51 Susan McClary, Finais Femininos: Música, Gênero, e Sexualidade (impresso em Minneapolis: University of Minnesota, 1991): 4.

52 "O objeto de interesse da arte e o conceito de uma estética filosófica estão intimamente ligados aos mesmos pressupostos metafísicos, universalistas, e essencialistas da tradição filosófica Ocidental que aparecem altamente suspeitos a partir de uma perspectiva feminista em relação a outros domínios da formação da teoria de dominação masculina." Cornelia Klinger, “Estética” in Alison M. Jaggar e Iris Marion Young (eds), Um Compannheiro para a Filosofia Feminista (Malden, MA: Blackwell, 1998): 344.

53 Lynda Nead, A Fêmea Nua: Arte, Obscenidade e Sexualidade (London: Routledge, 1992), Part I. Nead critica a influente análise de Kenneth Clark do nu em O Nu: Um Estudo da Arte Ideal (London: John Murray, 1956). Para uma análise da mostra da influência do nu na arte do século XX, veja Carol Duncan, “As Tetas Quentes do MoMA” in Carolyn Korsmeyer (ed.), Estética: A Grande Questão (Malden, MA: Blackwell, 1998): 115–27.

54 Linda Nochlin examina o Mercado de escravos de Gérôme e outras pinturas nas quais o poder do sexo é o tema, em “Arte das Mulheres e Poder” em Mulheres, Arte, Poder e Outros Ensaios (New York: Harper and Row, 1988): 1–36. Veja também a discussão de “olhares” múltiplos na pintura e literatura in Rosemary Geisdorfer Feal e Carlos Feal, Pintura na Página: Abordagens Interartísticas nos Textos Hispânicos Modernos (impresso em Albany: State University of New York, 1995): 202–5.

55 Teorias do olhar desenvolvidas mais amplamente na teoria do cinema feminista. O ensaio de galvanização para essa perspectiva é de Laura Mulvey, “Prazer Visual e Narrativa de Cinema,” Screen 16: 3 (Outono, 1975): 6–18. Para isto, bem como refinementos de sua visão original, veja de Mulvey Visual e Outros Prazeres (London: Macmillan, 1989). Para uma seleção de teorias de filmes feministas, veja Mary Ann Doane, O Desejo pelo Desejo (impresso em Bloomington: Indiana University, 1987) e Femmes Fatales: Feminismo, Teoria do Filme, Psicanálise (New York: Routledge, 1991); E. Ann Kaplan (ed.), Psicanálise e Cinema (New York: Routledge, 1990); Constance Penley (ed.), Feminismo e Teoria do Filme (New York: Routledge, 1988). Para pintura, veja Griselda Pollock, Visão e Diferença: Feminilidade, Feminismo e as Hisórias da Arte (London: Routledge, 1988).

56 Mulvey, “Prazer Visual e Narrativa de Cinema.”.

57 Naomi Scheman, “Pensando acerca da Qualidade da Arte Visual das Mulheres” in Engendramentos: Construções de Conhecimento, Autoridade, e Privilégio (New York: Routledge, 1993): 159.

58 Veja também John Berger, Maneiras de Ver (New York: Penguin, 1972); James Elkins, O Objeto Contra-ataca: Na Natureza de Ver (San Diego, CA: Harcourt Brace, 1996); Nead, A Fêmea Nua; Norman Bryson, Michael Ann Holly, e Keith Moxey (eds), Teoria Visual: Pintura e Interpretação (impresso em Cambridge: Polity, 1991).


59 Kaja Silverman complica as teorias do olhar em Subjetividade Masculina às Margens (New York: Routledge, 1992). Veja também Bell Hooks, “A Oposição do Olhar” in Olhares Negros (Boston: South End Press, 1992): 115–31. Cynthia Freeland, “Teoria do Filme” in Um Companheiro para a Filosofia Feminista (Malden, MA: Blackwell, 1998): Capítulo 35. Mary Devereaux, “Textos Opressivos, Leituras Resistentes, e o Espectador de Gênero” in Brand and Korsmeyer, Feminismo e Tradição na Estética: 121–41.

60 Contextualização ou posicionalidade são um componente de grande parte da filosofia pós-moderna. Uma declaração feminista influente é de Donna Haraway, “Conhecimentos Situados: A Questão da Ciência no Feminismo e o Privilégio da Perspectiva Parcial,” Estudos Feministas 14:3 (Outono, 1988) 575–96.

61 Algumas feministas argumentam que a distância da visão perpetua um ideal de supremacia. Para diversas perspectivas da visão, veja Barb Bolt, “Lançando Luz Sobre a Matéria,” Hypatia 15:2 (Spring, 2000): 202–16; Luce Irigaray, Uma Ética da Diferença Sexual, trad. Carolyn Burke and Gillian C. Gill (impresso em London: Athlone, 1993); Martin Jay, Olhos baixos: a difamação da Visão no pensamento francês do século XX (impresso em Berkeley and Los Angeles: University of California, 1993); Evelyn Fox Keller e Christine R. Grontkowski, “O Olho da Mente” in Sandra Harding e Merrill B. Hintikka (eds), Descobrindo a Realidade: Perspectivas Feministas em Epistemologia, Metafísica, Metodologia,e Pilosofia da Ciência (Boston: D. Reidel, 1983): 207–24; Cathryn Vasseleu, Texturas da Luz: Visão e Toque em Irigaray, Levinas, e Merleau-Ponty (London: Routledge, 1998).



Revista Redescrições – Revista on line do GT de Pragmatismo Ano V, Número 1, 2013


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