Rolando Freitas é professor de Educação Física, licenciado pela Universidade do



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Currículo
Rolando Freitas é professor de Educação Física, licenciado pela Universidade do

Porto, Instituto Superior de Educação Física e Mestre em Ciências do Desporto, área de especialização em Treino de Alto Rendimento Desportivo, pela Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade do Porto.

É treinador de andebol, tendo já orientado todos os escalões masculinos do S. C.

Salgueiros e ainda os Juniores do F.C. Porto, Juniores e Seniores do Boavista F.C., Seniores do C.C.D. Macieira, e Seniores do Desportivo Francisco de Holanda.

Por todos os clubes onde passou acumulou as funções de Coordenador do Departamento de Andebol. Foi seleccionador regional e Director-Técnico Regional da Associação de Andebol do Porto e pertenceu aos quadros técnicos da Federação Portuguesa de Andebol (actual Federação de Andebol de Portugal) durante quatro anos. Actualmente, pertence à Equipa Técnica Nacional de Andebol Masculina, sendo responsável pela Selecção Nacional de Juniores “B” e treinador adjunto da Selecção nacional de Juniores “A”.

Entre os diversos títulos conquistados destaca-se a conquista do Campeonato

Nacional da 1ª Divisão em Seniores Masculinos com o Francisco de Holanda, a Taça Presidente da República com o mesmo clube, além do Campeonato Nacional da 2ªDivisão de Juniores (Salgueiros) e a promoção à 2ª Divisão Nacional de Seniores (Macieira). Foi ainda finalista vencido da Taça de Portugal em 2004/2005, com o Francisco de Holanda. Apurou-se para a participação nas competições europeias de andebol com o Francisco Holanda em dois anos consecutivos.

Integrou o Projecto “Andebol 5” da Federação de Andebol de Portugal, na qualidade de formador de professores, assim como integra o Corpo Nacional de Prelectores da mesma instituição. Participou em vários cursos quer em Portugal, quer no estrangeiro, nomeadamente em Espanha, Bélgica e França. Foi prelector de todos os níveis de ensino dos cursos de treinadores nacionais de andebol, de cursos de árbitros, de acções de formação, de clinic’s de andebol e de simpósios. É autor de artigos em revistas técnicas.

 

 

 



DA FORMAÇÃO À COMPETIÇÃO
INDICE 1

CONHECIMENTO DO JOGO 2

CARACTERÍSTICAS DOS PRATICANTES 5

PROCESSO DE ENSINO 6

OUTRAS QUESTÕES 8

VOLUME DE TREINO 8

PRIMEIROS JOGOS 9

COMPETIÇÕES 9

PERÍODO TRANSITÓRIO 10

PRIMEIROS ANOS DE SÉNIOR 10

ABANDONO 10

BIBLIOGRAFIA 12
Da Formação à Competição

2

Quando falamos em percurso para a alta competição devemos antes de mais,



saber onde estamos e para onde queremos ir.

As bases do alto rendimento devem ser, segundo Torrescusa (1997) “conseguir

jogadores que sejam capazes de actuar eficazmente em múltiplas situações

variáveis utilizando e adaptando os seus recursos às circunstâncias”.

Para determos todos os dados que nos possam ajudar a decidir o que fazer há

que (Garcia Garcia Cuesta, 2002):

1. conhecer a modalidade onde se vai trabalhar

2. conhecer as características dos praticantes

3. conhecer o processo pedagógico

Conhecimento do Jogo

Quanto ao conhecimento do jogo existe uma grande preocupação na

estruturação e ensino dos sistemas, o que retira tempo de trabalho para outros

aspectos, nomeadamente com implicações ao nível da perda de potencial nas

acções individuais como sejam o remate, a finta ou a marcação entre outros

(Laguna, 2001). Um menor potencial a este nível tem consequências na

aplicação dos sistemas. Quantas vezes somos deparados com o facto de

querermos utilizar um determinado sistema e sermos confrontados com a

realidade que não temos jogadores capazes de interpretar uma ou outra

disposição, ofensiva ou defensiva? Quantas vezes somos confrontados com a

realidade que se o nosso adversário agir, vai comprometer decisivamente o

nosso sucesso por insuficiências próprias? Os conceitos tácticos evoluíram

bastante, mas não se progrediu de igual forma na formação individual dos

jogadores (Laguna, 2002).

A iniciativa individual é o suporte de toda a actividade ofensiva e também o deve

ser da defensiva.

O conjunto das condutas perceptivas, reconhecimento dos sinais significativos

do jogo, das condutas decisoras, o tipo de soluções que se podem aplicar e das

condutas executoras, acções realizadas ou movimento conformam a

manifestação prática do comportamento táctico do jogador (Garcia, 2002). O

mecanismo de processamento de informações (Figura 1) de Marteniuk (1975)

Da Formação à Competição

3

Órgão dos



sentidos Mecanismo

Perceptivo

Mecanismo

Decisão


Mecanismo

Efector


Sistema

Muscular


Feedback

Extrínseco

Feedback

Extrínseco

Feedback Intrínseco

deve servir de apoio para a compreensão da forma de actuar do jogador

moderno.

Ao jogador pede-se que decida bem, mas em tempo útil. Por um lado, há que

tomar boas decisões, por outro não chega decidir bem, há que fazê-lo em tempo

de essa acção ter sucesso. Assim, a capacidade que os jogadores tem de

perceber a situação real de jogo, nomeadamente através do campo visual –

principalmente - ou dos sinais quinestésicos é decisiva para a tomada de

decisões. A sua capacidade perceptiva deve ainda ser selectiva de forma a

captar somente o essencial e transcendental.

Na verdade, a necessidade de compreender o envolvimento em cada momento

leva a que o jogador se concentre apenas nos aspectos significativos do jogo,

sem o que, seria abundante a informação que lhe chegaria e impossível de

tratar. Isto acarreta ainda que algumas acções tenham que ser automatizadas

de forma a libertar a atenção para outros factos mais importantes, como sejam

as acções que os defesas realizam. Por um lado deve reagir às intervenções

dos defesas, por outro lado, e mais importante, deve-as prever, antecipando-se.

Torna-se assim de extrema utilidade que a exercitação se faça em ambiente de

velocidade, espaço e oposição reais. Um dos aspectos que mais diferencia o

Figure 1 - Mecanismo de processamento de informações (Marteniuk,

1975)

Da Formação à Competição

4

Objectos Alteráveis Objectos Inalteráveis



Percepção do

Próprio


Movimento

Percepção dos

Movimentos

dos Outros

Campo de Jogo:

Limites do Campo

Áreas de Baliza

Objectivo do

Jogo:

Baliza


Companheiros Bola

C1,C2,...Cn

Adversários

A1, A2, ...An



Situação de Jogo

Objectos da Percepção em Andebol

jogador novato do jogador expert é o que concerne à selecção e tratamento da

informação.

Um jogador, em determinado momento do jogo, recolhe a informação que julga

ser importante, de todo o envolvimento, dos companheiros e dos adversários,

elabora uma resposta mental (decide) e executa a tarefa. Este é o modo básico

de actuação de um jogador, sendo que são estes os pressupostos da Táctica

Individual, a qual é definida por Teodurescu (1984) como o conjunto de acções

individuais utilizadas conscientemente por um jogador na luta com um ou mais

adversários e em colaboração com os companheiros, com o objectivo de

realização das missões do jogo, tanto no ataque como na defesa. As acções

abrangidas são do âmbito sensitivo e cognitivo do jogador.

Konzag(1986) alega que, dado o grande número de companheiros e adversários

e o elevado número de possibilidades de escolha e execução que se

proporcionam no Andebol, existem determinadas condições especificas de

decisão (Figura 2). Para uma escolha acertada o jogador combina diversas

opções de forma consciente e, no mais curto espaço de tempo possível tem que

Figure 2 - Objectos da percepção em andebol

Da Formação à Competição

5

eleger entre:



um objectivo de acção-decisão, escolha de um objectivo de acção entre

mais de uma alternativa (remate em vez de passe);

uma decisão dentro do programa de acção, escolha de um programa de

acção adequado de um grupo de possíveis técnicas e variantes de realização

(remate em suspensão ou remate em apoio).

Konzag(1996) refere ainda que a actual orientação de acção sobre o campo de

jogo exige que os jogadores desenvolvam a capacidade de percepção

discriminativa, tanto para a situação de jogo como da sua própria actividade em

relação à variabilidade do envolvimento.

Características dos Praticantes

A quem vamos ensinar a modalidade? É diferente ensinar o jogo num meio onde

o andebol está perfeitamente difundido ou noutro onde “só ouvimos falar” do

jogo. Por outro lado, a que idade começam os jogadores a praticar a

modalidade?

No nosso caso, quando falamos de juniores que se transformam em seniores,

devemos nos interrogar sobre a qualidade dos mesmos e a sua experiência. Uns

tem muita qualidade mas pouca experiência, mas o contrário também é

verdade. São poucos aqueles que conseguem reunir estas duas qualidades.

E, os jogadores o que querem? Serem campeões da terra deles ou campeões

do mundo? Isto porque existe uma diferença clara entre o volume de trabalho

considerado suficiente para os diferentes objectivos atrás descritos. Na antiga

URRS o volume de trabalho de campeão nacional era de 2400 horas (1500

sessões), mas para ser campeão internacional seriam precisas 4500 horas –

2500 sessões (Platonov, 1997). Que modelos devemos utilizar?

Qual a disponibilidade dos jovens jogadores para treinar e treinar mais? Que

tempo podem dedicar aos treinos em detrimento dos estudos ou do trabalho?

Existe uma discrepância entre a realidade que caracteriza o trabalho dos nossos

juniores e as indicações deixadas por alguns registos (Ferreira, 2000).

Da Formação à Competição

6

Table 1 – Frequência e volume de treino semanais



(Adaptado de Ferreira, 2000)

Etapa de Ligação

16 – 18 anos

N.º UT’s semanais 6 - 10

N.º Horas semanais 14 - 22

Processo de Ensino

Por último, o processo de ensino do jogo. Existem inúmeras propostas de

classificação das etapas que devemos prosseguir para atingirmos o alto

rendimento. Quando discutimos o tema dos nossos juniores são vários os

autores que falam em etapa de ligação (Ferreira, 200), período especifico

(Garcia Cuesta, 2002) ou aperfeiçoamento específico (Antón Garcia, 2000).

Esta última etapa obriga a uma focagem especializada nas matérias mais

transcendentes para a sua afirmação como jogador de alto rendimento.

Quando o jovem passa do escalão júnior ao sénior, por vezes cometemos o erro

de pensar que a sua formação já terminou quando, o jogador ainda não é um

especialista, já que não domina as diferentes tarefas e elementos do jogo. Nesta

altura assume particular importância o aumento do volume de treino, de forma a

colmatar todas as insuficiências e potenciar todas as qualidades que o jogador

revela.

Chirosa et al. (1999) caracteriza as acções de um jogador da seguinte forma:



remata 4 a 10 vezes por jogo

corre entre 2 a 5 kms, sendo que 10 a 25% dos mesmos são a alta

velocidade

luta com o opositor

realiza entre 8 a 16 saltos por jogo

Desta forma, o treino dos jovens jogadores deve visar (Chirosa et al., 1999):

remate

Da Formação à Competição



7

eficácia


aumento da potência

qualidade em detrimento do volume indiscriminado

registo diário de remates executados

saltos


eficácia em altura e profundidade

deslocamentos

melhoria da velocidade de deslocamento

Por outro lado, os treinos devem ainda ter como objectivo o aumento da

capacidade aeróbia, através do volume geral de treino, e da potência aeróbia. A

via aláctica e a via anaeróbia láctica.

A força, segundo Álvaro (1997) citando Cometi (1988), é outra das capacidades

que não devemos descurar, já que nesta idade o treino de força máxima e força

explosiva está na sua fase mais sensível.

Devem assim os jogadores intensificar o seu treino nos diferentes níveis de

desempenho no jogo, nomeadamente ao nível das capacidades física, técnica,

táctica e mental. Esta intensificação deve estar acompanhada de um

enriquecimento das suas capacidades como um objectivo próprio, independente

dos rivais ou dos resultados (Antón Garcia, 2000).

No entanto, uma particularidade é fundamental para que o processo de evolução

do jogador não estanque: não deixar de jogar! Antón Garcia (2000) indica como

mínimo a realização anual de 40 jogos e não menos de 440 horas anuais de

treino, assim como Ferreira (2000) que indica existir uma clara discrepância

entre os modelos apontados e os nossos juniores com 16-18 anos.

Por vezes, e não tão poucas como isso, os nossos juniores são impedidos de

continuar a jogar no seu clube por questões alheias ao andebol como sejam os

estudos ou o seu trabalho. Existem outras razões como a falta de

enquadramento competitivo no seu clube de origem. Torna-se fundamental que

o jogador não interrompa a sua evolução, não jogando. É preferível que o júnior

Da Formação à Competição

8

se desloque para outro clube, ainda que de divisão inferior, e que obtenha o seu



espaço para jogar, que fique no clube de origem, aprendendo com os “melhores”

mas não tendo oportunidade de ganhar a experiência indispensável, para

transformar a sua qualidade, num misto de qualidade/experiência óptimo.

Outras Questões

Existem ainda outras questões que se nos afiguram pertinentes a sua

abordagem.

Volume de Treino

Como vimos atrás o volume de treino do júnior é reduzido, muito aquém do

esperado. Esta situação tem tentado ser colmatada pela FAP, ao procurar criar

quadros competitivos que possibilitem o trabalho paralelo das selecções, para

que os melhores usufruam de condições de trabalho superiores, e que as

mesmas permitam a sua futura competência internacional. Julgo que por uma

questão cultural, ou talvez pela imprevisibilidade da futura carreira, o

investimento feito pelos jovens e o esforço pedido aos clubes não é duradouro,

pelo que tem caído por terra estas tentativas.

Uma forma de obviar esta situação é, criar no clube a situação que permita ao

jovem aumentar o volume de trabalho e aumentar os seus níveis de superação.

Assim, parece-me razoável que um jogador júnior – que revele competência

suficiente - possa treinar regularmente com a equipa sénior do clube mas, não

abandonar em definitivo o seu escalão. Somos muitas vezes confrontados com

situações que nos empurram este jogador para um ou outro escalão, pela

necessidade de criar um vínculo definitivo, quando não é isso que se pretende.

Isso acontece pela ausência de planeamento e funcionamento integrado das

estruturas do clube, ou pela sobrevalorização dos sistemas em detrimento da

melhoria individual. É meu! É teu! São diálogos comuns, mas pouco

interessantes para a vida do clube e a carreira do júnior.

O que se pretende é que, habitualmente o jogador júnior competente treine

habitualmente com a equipa sénior, não deixando de treinar com o seu escalão,

Da Formação à Competição

9

2-3x por semana. Com um planeamento, o jovem não repete rotinas, nem deve



ser alvo de sobreposição de cargas que induzam a fadiga crónica. Se tem

competência joga no escalão superior, devendo ser administrado o tempo de

jogo. Não faz sentido, numa análise superficial, que se impeça o júnior de jogar

no seu escalão, para não ter utilização no escalão sénior. De acordo com o nível

dos opositores e o avançar da época, pode ou não jogar 2x no fim-de-semana.

Esta situação resulta num volume de treino de 7-8 sessões semanais, mais 1-2

jogos, o que corresponde a 13 – 15 horas semanais.

Resulta do atrás exposto a necessidade de estar definido um modelo de jogo

para o clube, de forma a facilitar a integração do jovem nos modelos técnicotácticos

da equipa sénior. Este modelo facilita a compreensão do jogo pelo

jovem que tem apenas que se concentrar nas suas tarefas individuais e

necessidade de evolução.

Primeiros Jogos

Com os primeiros jogos no escalão sénior pode suceder um fenómeno bastante

típico, mesmo havendo uma prevenção do mesmo: o jovem pensa que é um

jogador feito e que já nada tem a fazer no escalão inferior, esquecendo-se que é

neste grupo que tem obtido os minutos de jogo indispensáveis à sua afirmação

mais acima. É fundamental agir de forma rigorosa com estes comportamentos,

podendo ser vedada a participação nos seniores, mas nunca a redução do

volume de treino.

Competições

Outro problema prende-se com a coincidência de compromissos dos dois

escalões, implicando uma decisão de quem coordena. É uma situação fácil de

resolver caso as linhas directrizes tenham sido claramente definidas à partida, o

que nem sempre sucede. O escalão sénior deve ter sempre prioridade caso a

sua participação seja significativa. Esta regra poderá ser alterada pelo

cumprimento de objectivos de rendimento no escalão de juniores.

Da Formação à Competição

10

Período Transitório



Um outro aspecto que nos deve merecer atenção é o trabalho realizado durante

o período transitório. Nesta altura, sem problemas competitivos, é o momento de

“construir-se” o jogador. Aproveitar para realizar programas extras de trabalho,

nomeadamente em áreas onde o jogador pode estar mais carenciado. O treino

de força, principalmente aquele destinado ao aumento da força máxima deve ser

prescrito neste período.

Primeiros Anos de Sénior

Nos primeiros anos de sénior podem existir limitações à utilização do jovem

sénior na equipa principal. Se prevemos que a sua participação poderá ser

reduzida, devemos ponderar a hipótese de o jogador actuar noutro clube, que

lhe permita ser mais utilizado. Já vimos antes que esta situação está, por vezes,

dependente da vontade do próprio jogador que prefere ficar num clube “melhor”

e não jogar, a rodar num clube de uma divisão inferior. Como dissemos atrás. É

um erro de avaliação grave, que pode colocar em risco a carreira do andebolista

e atrasar significativamente a sua afirmação individual. Normalmente, ficar à

espera só dá resultado em alturas de desinvestimento dos melhores clubes.

Abandono

Finalmente, a questão do abandono. É hábito afirmar-se que em cada geração

de jogadores formados no clube, seria bom se aproveitarmos 1 ou 2 para

integrar a equipa principal. Esta disposição representa um abandono de cerca

de 12 jogadores por ano. Sabendo que os oriundos das melhores equipas,

continuam a jogar noutros lados, que é feito dos restantes? Na verdade, 5-6

andebolistas juniores deixam de jogar e outros, ao compreenderem os seus

papéis dentro de planteis seniores de qualidade, ponderam o abandono ao não

serem utilizados regularmente. É uma questão de díficil resolução. A FAP, com a

criação dos clubes-satélite ou das equipas “B” procurou obviar a este problema.

Permitir que um número limitado de seniores de 1º ano jogassem no escalão

inferior foi outra solução em tempos. Julgo que a questão passa pela valorização

das competições inferiores e estabilidades destes mesmos quadros

Da Formação à Competição

11

competitivos, de forma a que seja aliciante para o jovem, praticar andebol a um



nível que, a qualquer momento lhe permita o reingresso num andebol mais

exigente competitivamente. Para isso, há ainda que melhorar o trabalho destes

grupos. Somos confrontados cada vez mais, com jogadores que preferem ter

uma equipa competitiva, em local onde as condições de trabalho sejam

interessantes em detrimento de opções meramente económicas. Há então que

apostar no enquadramento profissional, competente e responsável, investindo

nos quadros e nas estruturas.

Da Formação à Competição

12

Bibliografia



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Da Formação à Competição

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