Roteiro de técnicas de estudo



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ROTEIRO DE TÉCNICAS DE ESTUDO

PROFESSORA MARIA CRISTINA PINTO




Intenções pedagógicas:

  • Administrar melhor o tempo;

  • Organizar os estudos;

  • Conhecer a técnica mind mapping;

  • Conhecer outras técnicas como associação e empilhamento;

  • Conscientizar-se dos 7 tipos de inteligências segundo Gardner;

  • Saber sobre os alimentos que favorecem o estudo e os que favorecem o sono;

  • Descobrir a importância do repouso cerebral (sono);

  • Conhecer alguns males e distúrbios que podem afetar de alguma forma a inteligência;

  • Montar um planejamento de estudo;

  • Saber o significado de alguns verbos nas instruções das atividades;

  • Aprender atividades para estimular o cérebro e ativar a memória.


Atividades previstas:

  • Leitura de textos da apostila;

  • Observação e análise das projeções;

  • Exercícios práticos;

  • Avaliação: O curso atendeu seu principal objetivo? – A organização da postura de estudante.

Estudar é ir à procura da Verdade !!!


A meta do estudante deve ser: chegar a aprender, enxergar com seus próprios olhos.
Quando uma pessoa estuda algo, ela chega a ter uma opinião própria sobre determinado assunto não dependendo de opiniões alheias para tirar suas conclusões.
Estudo é trabalho duro, penoso e exaustivo que requer empenho, dedicação e perseverança.

Estratégias de Estudos:

  • Leitura prévia, temática e analítica;

  • Elaboração de sínteses (mind maps) de livros e apostilas;

  • Interiorização, assimilação, retenção e recuperação;

  • Estratégia dos repasses periódicos;

  • Atualização contínua: autogerenciamento intelectual.

Para que o estudo seja eficaz:

  • Livrar-se de pendências e/ou preocupações que possam comprometer seu estudo,

  • Evitar consumir substâncias que prejudicam seu poder de concentração (álcool e drogas),

  • Organizar-se para o início dos estudos,

  • Escolher o ambiente adequado,

  • Alimentar-se corretamente,

  • Dormir pelo menos 8 horas de sono,

  • Realizar atividades físicas e de lazer.

Administre seu tempo e mude de vida

por Camila Micheletti

(texto adaptado para fim pedagógico)

Antes de começarmos a falar sobre administração do tempo, é preciso entender o que vamos tentar administrar. "Afinal, o que é o tempo? Como funciona? Por que às vezes passa voando e às vezes demora a passar?", questiona o conferencista e especialista em comportamento humano Carlos Hilsdorf, no seu livro Atitudes Vencedoras (Ed. Senac). Ele mesmo responde à questão, afirmando que o tempo pode ser dividido em duas categorias: o tempo medido e o tempo vivido. Na realidade, o que nos importa é o tempo vivido. Por isso, quando acaba o mês e você sente que não conseguiu realizar nada que havia planejado, é porque alguma coisa está errada.
Isso porque o tempo é a coisa mais democrática que existe: todos nós temos, todos os dias, as mesmas 24 horas disponíveis. "O problema não é o tempo, mas como você vivencia o tempo", alerta Hilsdorf.
Para saber administrar o tempo, é fundamental conhecer-se a si mesmo. "Você precisa saber qual é o seu horário mais produtivo - manhã, tarde ou noite - e direcionar as atividades mais importantes para este horário", destaca Elza Tsuzaki, consultora do Senac neste tema e bacharel em Administração de RH e Serviço Social. Ela orienta que também é importante cuidar da alimentação, já que comer alimentos nutritivos e que tragam energia faz toda a diferença na qualidade de vida. E estar bem fisicamente é fundamental na rotina diária. Pessoas estressadas e cansadas têm maior dificuldade de administrar o tempo.
Com essas informações em mente, faça uma lista das suas prioridades. De acordo com o consultor Sebastião de Almeida Junior, uma vez que não é possível ampliar a disponibilidade de tempo de alguém, há duas alternativas para gerenciá-lo. A primeira é dar prioridade para atividades mais importantes, somente realizando as outras se for possível. A segunda alternativa é encontrar meios de reduzir o tempo necessário para realizar determinadas tarefas sem prejudicar a qualidade. De qualquer forma, há necessidade da pessoa rever e alterar seus próprios hábitos de maneira criteriosa para efetivamente gerenciar seu tempo.
Um dos grandes problemas que as pessoas percebem na administração do tempo é não saber a diferença entre urgência, importância e prioridade. "Urgência está ligado ao tempo, ao prazo de execução e de início da tarefa. Uma tarefa pode ser mais urgente ou menos urgente, dependendo dos prazos que ela tem. Importância é o quanto aquela tarefa irá agregar para se atingir os nossos objetivos, dependendo da tarefa. A prioridade da tarefa surge a partir da combinação de seu grau de urgência e importância. Aí temos um dos maiores paradigmas a serem quebrados: uma tarefa prioritária não é aquela que se deva fazer logo (isto está diretamente ligado à urgência), nem tampouco uma coisa importante (isto está diretamente ligado à importância)", destaca o consultor e professor Alberto Alvarães.
Você precisa de um dia de 48 horas? Cuidado! É hora de rever seus hábitos e seus relacionamentos. Faça o melhor possível para superar esta fase atual da sua vida e eleja novos critérios para tomar decisões de tal forma que as suas atividades escolares caibam na sua agenda. Caso contrário, você não só prejudicará seus laços de família, mas como os de amizade (aspectos essenciais para o equilíbrio do indivíduo).

Hora certa para bater papo e receber visitas

"Não falta tempo, o que falta é a organização". A afirmação é da geógrafa Rita Helena Purin, de 32 anos. A profissional fez um curso sobre o assunto no Senac/SP e aprendeu a ser mais criteriosa na escolha das atividades e conversas fora de hora. "Sinto que tenho mais tempo disponível. Passei a ser consciente e usar meu tempo nas coisas que realmente importam, estabelecendo prioridades.”


O que fazer com aquele colega que chega bem no momento que você está repleto de coisas por fazer ou mesmo aquela tia do interior que liga no meio da tarde pra saber as novidades? Nesta hora, você precisa ser franco, dizer que está muito ocupado no momento e cortar logo o papo. O ideal, segundo o consultor e autor do livro "Socorro, roubaram meu tempo" Marcelo Thalenberg, é instaurar a política de portas abertas: Você permite ser interrompido, mas com regras: todos os dias das 14h às 15h, por exemplo. “O que não pode acontecer é a política de porta arrombada: qualquer pessoa pode te acessar, a qualquer hora do dia”.
O problema, segundo Rita, é que nem sempre temos disposição para sermos apenas racionais e ter um controle rígido do tempo. Isso porque administrar o tempo exige disciplina, motivação, esforço, e nem sempre estamos dispostos a isso. Além das conversas e interrupções fora de hora, há vários outros desperdiçadores de tempo, como ver e-mails a toda hora, usar o messenger com conversas improdutivas, atender ao celular no horário de estudo, adiar para amanhã tarefas que poderiam ter sido feitas hoje. Estes são apenas alguns dos hábitos improdutivos que atrapalham a vida do estudante.

http://carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/ge/sucesso/tempo/020804-administracao_tempo.shtm

HORÁRIO:

ATIVIDADE:






































































































Alimentação:


Como o resto do organismo, o cérebro necessita de uma alimentação balanceada, com cereais, frutas ricas em vitamina C (laranja), legumes, carnes magras, leite desnatado ou iogurte, e, de carboidratos, como o pão. O cérebro tem 2% do peso de uma pessoa, mas consome diariamente 30% das calorias ingeridas. Além de ser energético, o carboidrato possui outras funções: são ativadores do metabolismo das gorduras e poupa a queima de proteínas com finalidade energética.
Entretanto, se a quantidade de carboidratos é insuficiente devido a uma dieta inadequada ou pelo excesso de exercícios, o corpo mobiliza as gorduras para o consumo energético e ao esgotarem as reservas lipídicas, o organismo passa a utilizar a proteína em maior quantidade como fonte de energia. Isso pode resultar no acúmulo de substâncias ácidas (cetoácidos ou corpos cetônicos), que são prejudiciais ao organismo, pois tornam o PH sanguíneo mais ácido. Por um período prolongado pode ocorrer uma acidose metabólica, ausência de substrato energético para funcionamento normal do cérebro, falência dos órgãos e até morte.
Durante as sessões de estudo, procure comer frutas e beber bastante água, evite muitos alimentos ricos em carboidratos, tais como: bolachas, pães, bolos, etc., pois estes induzem a produção de hormônios facilitadores do sono, lembre-se que o cérebro é o órgão do corpo humano que mais utiliza sangue e que mais consome energia, portanto alimente-se adequadamente. Já a carne (proteína) induz a produção de hormônios inibidores do sono.
Alimentos ricos em ácido fólico são necessários na dieta do estudante, pois, além de prevenir a anemia e a depressão, está envolvido na formação das células constituintes do tecido nervoso.
Os alimentos ricos em ácido fólico, são: as amêndoas, amendoins, laranja, feijão, fígado, cereais integrais...
Outra substância que deve estar presente na dieta do estudante, é o fósforo. Este elemento, ativa as funções neurológicas do cérebro.

Os alimentos ricos em fósforo, são: leite, carne bovina, aves, peixes, ovos, cereais, leguminosas, frutas, chás e café.

Água! A água ajuda a manter o bom funcionamento dos sistemas da memória, especialmente em pessoas mais velhas. De acordo com a Dra.Turkington, a falta de água no corpo tem um efeito direto e profundo sobre a memória; a desidratação pode levar a confusão e outros problemas do pensamento.

Como melhorar a sua memória:


Existem muitas coisas que você pode fazer para melhorar a sua memória, entre as quais o uso de determinadas técnicas mentais, e os cuidados com a nutrição e os medicamentos.


  • Estimular a memória. Utilize ao máximo a sua capacidade mental. Desafie o novo. Aprenda novas habilidades: aprenda a dançar, aprenda a lidar com computador, aprenda a jogar xadrez, aprenda a pintar. Isto poderá estimular os circuitos neurais do seu cérebro a crescerem.

  • Prestar atenção. Não tente guardar todos os fatos que acontecem, mas focalize sua atenção e se concentre naquilo que você achar mais importante, procurando afastar de si todos os demais pensamentos.
    Exercício: pegue um objeto qualquer, por exemplo, uma caneta e se concentre nela. Pense sobre suas diversas características: seu material, sua função, sua cor, sua anatomia, etc. Não permita que nenhum outro pensamento ocupe a sua mente enquanto você estiver concentrado na caneta.

  • Relaxar. É impossível prestar atenção se você estiver tenso ou nervoso.
    Exercício: prenda a respiração por dez segundos e vá soltando-a lentamente.

  • Associar fatos a imagens. Aprenda técnicas mneumônicas.Elas são uma forma muito eficiente de memorizar grande quantidade de informação.

  • Visualizar imagens. Veja as figuras com os "olhos da mente".
    Exercício: Feche os olhos e imagine um bife frito, grande e suculento. Sinta o aroma e a maciez da carne. Imagine-se cortando a carne com uma faca e um garfo e soboreando-a. Se a sua boca encheu de água enquanto você visualizou esta cena, então você fez um bom trabalho!
    Faça exercícios com outros objetos como: um prato de sopa, uma taça de sorvete, uma torta de chocolate, imaginando sentado em uma cadeira de dentista, em uma sala de exame, etc.

  • A contínua atividade intelectual como a leitura, exercícios de memória, palavras cruzadas e jogo de xadrez auxiliam a manutenção da memória.

  • O estilo de vida ativo com atividade física feita com regularidade e uma dieta saudável são fundamentais para a manutenção da memória.

Semelhante ao que ocorre com exercícios musculares realizados para se manter a forma física, a atividade cerebral também deve ser realizada com freqüência, sempre procurando estimular nossos principais sentidos: olfato, paladar, tato, visão e audição, bem como nossa memória e inteligência.

Exercitando a memória:

a) Todo dia procure observar um objeto ou pessoa e desenhe mentalmente suas principais características. No fim de semana procure recordar as características deste objeto ou pessoa.


b) Procure identificar ingredientes dos alimentos pelo gosto e pelo cheiro. Faça isto diariamente e depois procure recordar dos mesmos.
c) Memorize os preços de produtos, placas de carro, números de telefone e procure recordá-los mais tarde.
d) Procure identificar as pessoas pela voz ao usar o telefone, por exemplo.



Estar relaxado e emocionalmente bem, é fundamental para manter uma boa atenção de conservar a memória. A tensão e a ansiedade prejudicam a memória. A depressão dificulta muito o processo de memorização.
Sono:

O repouso cerebral é muito importante, para se ter uma boa memória. Quem sofre de insônia tem sua memória prejudicada.


Com o objetivo de se conseguir uma boa memória, é fundamental que se permita sono suficiente e descanso do cérebro. Durante o sono profundo, o cérebro se desconecta dos sentidos e processa, revisa e armazena a memória.
A insônia leva a um estado de fadiga crônica e prejudica a habilidade de concentrar-se e armazenar informações.
Procure dormir adequadamente, ou seja, em torno de oito horas diárias, não invada a madrugada estudando ou na internet, pois, desta forma estará prejudicando varias funções importantes, tanto cerebrais quanto de recuperação celular, o sono não é perda de tempo, ele é muito importante no desempenho global, pois “sua máquina” precisa render ao máximo, e o máximo só se consegue cuidando bem dela.
Conheça seus ritmos e seus limites, procure respeitá-los, seu corpo e sua mente agradecerão.

Lazer:


Procure reservar um tempo para fazer atividades desestressantes, que você curta e que lhe reponham o equilíbrio mental diário.
O ideal seria atividades físicas, como caminhadas, ginástica, ou seja, atividades aeróbicas em geral, desta forma conseguirá “aliviar” a sua cabeça ao mesmo tempo em que fará circular mais sangue no seu cérebro. Isto ajudará muito no seu desempenho.
Lazer, também não é perda de tempo. É tão importante quanto todos os outros cuidados. Não seja carrasco consigo mesmo, saiba balancear motivação, estudo e lazer.

O que é inteligência?

"É a capacidade de se compreender o mundo à sua volta, de resolver problemas e de se adaptar ao meio ambiente por meio do raciocínio"


Orlando Bueno, coordenador do centro paulista de neuropsicologia da UNIFESP

TAMANHO (DO CRÂNIO) NÃO É DOCUMENTO

Eulina Oliveira


http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/0/artigo29765-2.asp

O cérebro humano não cresce e se desenvolve de maneira uniforme - algumas áreas ficam prontas antes que outras. A neurologista Lucia Iracema Zanotto de Mendonça, presidente da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia, explica que as funções motoras, visuais e de sensibilidade são as primeiras a se formar, ainda no primeiro ano de vida. Depois, vêm as funções superiores: memória, linguagem, raciocínio lógico e noção espacial e de cálculo.


O conjunto de todas elas é o que constitui a inteligência. "Aos 18 anos, a maior parte do cérebro de uma pessoa está formada", afirma Lucia Iracema. "Aos 21, esse órgão já está pronto. Não é à toa que essa é a chamada idade da razão", acrescenta. Segundo pesquisa recente publicada na revista científica Nature, é o modo de crescer do cérebro e não o seu tamanho (como se acreditava) que interfere na inteligência de uma pessoa. Após estudar o desenvolvimento de 307 crianças, por exemplo, cientistas do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos verificaram uma associação direta entre QI e a velocidade com que o córtex pré-frontal (região do cérebro responsável pelos pensamentos complexos) ganha espessura. Em crianças com QI mais alto, essa região cerebral atinge seu tamanho máximo em torno dos 11 anos de idade. Naquelas com QI mediano, isso ocorre aos oito anos. Os pesquisadores acreditam que o desenvolvimento lento do córtex na garotada mais inteligente possivelmente proporciona mais tempo ao cérebro para criar conexões (comunicação) mais complexas entre os neurônios - e já se sabe que quanto mais numerosas e fortes forem essas conexões, mais eficientes as capacidades cognitivas, como memória, aprendizado e inteligência.

QUAL É O SEU TIPO DE INTELIGÊNCIA?

O psicólogo e neurologista americano Howard Gardner tornou-se conhecido pela sua teoria das inteligências múltiplas. Ele afirma que todas as pessoas são inteligentes, mas têm inteligências diferentes, que muitas vezes não são avaliadas ou incentivadas. No livro Estruturas da Mente (Artmed Editora), Gardner identificou inicialmente sete tipos de inteligência, que ele define como a capacidade de ser criativo e de resolver problemas. Segundo o especialista, muitas pessoas têm mais de um tipo de inteligência, mas todas possuem ao menos uma predominante. Conheça os tipos:



INTELIGÊNCIA LÓGICOMATEMÁTICA - capacidade de trabalhar com números e formas geométricas. Envolve também raciocínio científico ou indutivo, além de pensamento dedutivo. É o tipo predominante em cientistas, contadores, matemáticos e analistas de sistemas.

INTELIGÊNCIA LINGÜÍSTICA - envolve o uso da palavra escrita ou falada. Bastante desenvolvida em oradores, escritores e jornalistas.

MUSICAL - sensibilidade aguçada para sons e ritmos. Uma inteligência típica de cantores, compositores, instrumentistas e maestros.

CORPORAL-CINESTÉSICA - habilidade motora e capacidade de se comunicar com o corpo. Exemplos: bailarinos, atores, artistas circenses, atletas e mímicos.

ESPACIAL - capacidade de lidar com o espaço. Uma característica marcante em profissionais bem diferentes - de engenheiros, arquitetos e escultores a artistas gráficos, cirurgiões plásticos, navegadores e pilotos de Fórmula 1.

INTERPESSOAL - habilidade de trabalhar com outras pessoas e compreendê-las. Este tipo de inteligência é predominante em professores, psicólogos, médicos, advogados, terapeutas, políticos e líderes religiosos.

INTRAPESSOAL - corresponde à capacidade de controlar as emoções. Está relacionada a auto-reflexão e à intuição. Encontrada em filósofos e conselheiros espirituais.

VILÕES DA SABEDORIA:

Confira alguns males e distúrbios que podem afetar de alguma forma a inteligência.



Falta de estímulos à atividade cerebral: a inteligência precisa ser desenvolvida ao longo da vida por meio de desafios.

Desnutrição: compromete o funcionamento do corpo humano como um todo, inclusive a atividade cerebral.

Diarréias freqüentes na infância: estudo conduzido pelo norte-americano Richard Guerrant no Brasil indica que este problema é capaz de causar danos cerebrais e interferir no QI de crianças. Uma possível explicação é que as diarréias impediriam a absorção de nutrientes essenciais para o desenvolvimento do cérebro.

Doenças genéticas: que provocam retardo mental, como a síndrome de Down.

Paralisia cerebral: lesão de partes do cérebro, provocada, muitas vezes, pela falta de oxigenação das células cerebrais. A inteligência é afetada quando são atingidas áreas responsáveis pelo pensamento e pela memória.

Meningite: inflamação das membranas que recobrem e protegem o sistema nervoso central. Pode provocar dificuldades de aprendizado e até paralisia cerebral.

Encefalite: inflamação do cérebro causada principalmente por vírus. Pode causar lesões em regiões ligadas às funções cognitivas.

Traumatismos cranianos: também podem comprometer áreas do cérebro associadas ao intelecto.

Baixos níveis de hormônio do crescimento: pesquisadores da Universidade de Bristol, na Inglaterra, afirmam ter encontrado uma ligação entre pouca quantidade desse hormônio e baixo QI. Esse seria o motivo pelo qual algumas crianças com estatura mais baixa teriam desempenho menor na escola.

Problema que limitam movimentos: como acidentes que provocam confinamento e doenças infecciosas, podem levar a uma redução drástica dos estímulos à inteligência. 

O CÉREBRO DE EINSTEIN

O estudo da massa encefálica de Albert Einstein (1879-1955), um dos maiores gênios da história da humanidade, revela alterações nas áreas de processamento do raciocínio matemático, das imagens em movimento e da percepção espacial. São justamente as funções que o físico alemão utilizava no desenvolvimento de suas teorias. Constatou-se que tanto o lado direito quanto o esquerdo tinham uma quantidade maior de sulcos. E a região parietal, responsável pelo processamento do raciocínio matemático, era 15% maior do que o normal. Havia também mais células nutrindo os neurônios - uma indicação de grande atividade cerebral. Outras funções cerebrais, porém, foram menos favorecidas. Ele teve dislexia (dificuldade no aprendizado da leitura e escrita), um distúrbio genético. Não falou até os cinco anos e só foi alfabetizado aos nove.



5 FORMAS DE ATIVAR O CÉREBRO:

De acordo com a neurologista Lúcia Iracema Zanotto de Mendonça, estudos indicam que, logo após o cérebro se desenvolver, começam as perdas celulares nesse órgão. "Isso ocorre entre os 20 e 30 anos", afirma. No entanto, é possível minimizar esses danos, mantendo o cérebro sempre ativo. "Até mesmo pessoas de 80 anos podem ter suas funções cerebrais preservadas, desde que tenham qualidade de vida", garante Lúcia. Confira, a seguir, algumas dicas práticas da especialista:



1 – Mantenha uma atividade intelectual constante e variada - não adianta só fazer palavras cruzadas. É preciso, por exemplo, praticar uma leitura que propicie o raciocínio, como a literatura. Nada, aliás, ativa mais os neurônios do que o exercício de abrir um livro e se entreter com a narrativa. Para que você possa ler uma frase, os neurônios precisam recorrer às regras de gramática. Para pular para o parágrafo seguinte, eles cuidam de memorizar o anterior. E, finalmente, para entender a história, o cérebro irá buscar na memória um conhecimento básico que já foi armazenado ao longo da vida.

2 – Exercitar a função vísuo-construtiva - além do quebra-cabeça, são ótimas atividades: trabalhos manuais, corte e costura e conserto de aparelhos domésticos.

3 – Ter uma vida social ativa - "viver isoladamente é um passo para a depressão, que é um fator de perda cognitiva e intelectual", explica Lúcia. Além disso, um bom papo com os amigos também é capaz de estimular funções cognitivas, como a atenção. Mesmo as conversas mais descontraídas sobre futebol, política ou a respeito dos últimos lançamentos no cinema podem colaborar para aumentar o seu conhecimento.

4 – Alimente-se bem - a desnutrição compromete a atividade cerebral, assim como o corpo como um todo. Uma dieta equilibrada, por outro lado, nutre o cérebro, melhora suas funções e retarda a sua deterioração. "Para isso, o ideal é incluir na alimentação legumes, peixes, azeite de oliva e vinho na medida", recomenda a neurologista.

5 – Fuja do sedentarismo - Exercícios físicos ativam o organismo e melhoram a oxigenação do cérebro, levando sangue às áreas menos irrigadas.

MEMORIZAÇÃO:


Quanto maior o poder de Concentração, maior é a qualidade e a quantidade dos registros arquivados em nossa memória.

A memória humana é seletiva. Quanto mais participamos ou vivenciamos; quanto melhor for o entendimento; quanto mais repassamos e associamos as informações, mais tempo duram os registros e melhor será o acesso às informações memorizadas.

Para aumentar tanto o poder de concentração quanto o de memória, atente para as seguintes sugestões:


  1. Procure controlar a quantidade e os tipos de informações que você absorve - não é tudo o que vemos e percebemos que fica acessível à nossa memória. Somente as informações significativas ficam alcançáveis facilmente; as outras, ficam “enterradas”.

  2. Estabeleça prioridades, decidindo as informações que devem ser armazenadas na memória - geralmente, quando o esquecimento não faz diferença, é sinal de que a informação não é tão importante.

  3. Tenha uma estratégia de estudo - identifique o que você quer estudar, quando e como. Ao estimar prazos e meios, torna-se mais fácil encontrar uma forma de se concentrar nas tarefas.

  4. Concentre-se em uma coisa de cada vez - ler e assistir televisão, falar ao telefone e fazer contas, conversar com alguém e ler, ao mesmo tempo, é praticamente impossível. Quando nos sobrecarregamos de informações, não nos concentramos em nada direito e, ainda por cima, não conseguimos guardar tudo o que nos foi apresentado.

  5. Encontre um local tranqüilo, mas não silencioso - o silêncio absoluto pode nos induzir ao sono, enquanto alguns ruídos exigem um maior esforço de concentração. Do mesmo modo, o barulho demasiado acaba sendo prejudicial à capacidade de concentração.

  6. Escolha um ambiente que favoreça sua concentração - geralmente, deve ser ventilado, sem temperaturas quentes ou frias.

  7. Livre-se de pendências e/ou preocupações que possam comprometer seu trabalho - quando estiver consciente de que determinada tarefa necessita de um grau maior de cuidado e concentração, procure organizar-se para que nada o atrapalhe.

  8. Evite consumir substâncias que prejudicam seu poder de concentração - nada de acreditar que drogas ou álcool estimulam a concentração. Isso é um mito equivocado, pois tais substâncias alteram as ondas cerebrais.

  9. Realize as tarefas mais exigentes primeiro - sempre que possível, programe-se para agilizar suas atividades mais complicadas durante os períodos do dia em que você se sente mais disposto(a).

O segredo de uma boa capacidade de concentração é, então, estar realmente mobilizado para apreender as informações disponíveis. Escolher uma tarefa como prioritária é essencial para que a mesma possa ser compreendida. Nesse caso, certas interferências externas devem ser afastadas.

http://www.ade-sergipe.com.br/sistema/upload_dir/120166134MEMORIZACION.doc



TÉCNICAS PARA MEMORIZAÇÃO:
Método da associação

Neste método nós associaremos algo que queremos lembrar, e que é para nós desconhecido, com alguma coisa que nos é familiar, ou que apresenta uma rima com a palavra de origem. Ou seja, associamos algo difícil de lembrar com algo fácil de lembrar, de modo que tenham uma relação entre si. Podemos fazer associação por uma fusão de duas imagens mentais, por semelhança entre fonemas.

Vejamos alguns exemplos esclarecedores:

a) Queremos lembrar que a capital da Austrália é Camberra, então fazemos uma frase associada:

AUSTRÁLIA CAMBERRA = na estrada ali o cão berra

Dessa forma ligamos algo desconhecido a uma frase de apoio, através da semelhança de fonemas, que nos faz lembrar o que queremos.

b) Podemos utilizar esse método e recordar fórmulas matemáticas, por exemplo: a fórmula do trabalho realizado, na física, é:

t = F.x.cos a onde t é a letra grega "tal"
 
Olhando a figura, podemos imaginar o rapazinho que faz a força para arrastar a caixa, dizendo: "Tal flecha coça", onde os sons consonantais nos lembram: t = F.x.cos a

c) Ou ainda, o conhecido Que MaCeTe que exprime a fórmula do calor sensível da termologia:

Q = M.C.T

d) Para gravar a ordem dos 9 planetas grave a frase:

Minha velha, traga meu jantar: salada, uvas, nozes e pêra.

Para cada letra inicial de palavras da frase, é atribuído o nome de um planeta:



MINHA - MERCÚRIO

VELHA - VÊNUS

TRAGA - TERRA

MEU - MARTE

JANTAR - JANTAR

SALADA - SATURNO

UVAS - URANO

NOZES - NETUNO

PERA – PLUTÃO
Método do empilhamento:

Este método consiste em, empilhar, literalmente, uma figura sobre a outra.

Vejamos um exemplo:

Queremos memorizar (para não esquecer mais) as 13 maiores obras do escritor José de Alencar, da época romântica da literatura brasileira (1836-1881)



-O Guarani

-Cinco Minutos

-As Minas de Prata

-Lucíola


-Iracema

-O Gaúcho

-A Pata da Gazela

-O Tronco do Ipê

-Sonhos D'ouro

-Ubirajara

-Senhora

-O Sertanejo







Música:

Atrelar fórmulas, conceitos, itens ou títulos de livros à melodias de músicas conhecidas, é uma excelente estratégia para memorizar.



Tabelas:
Não perca tempo decorando-as. Deixe-as em lugares visíveis para possíveis consultas.
http://www.ca.ufsc.br/qmc/tabela/tabela.html

DICAS PARA SE DAR BEM NOS ESTUDOS:

Como estudar corretamente:


Organize uma seqüência de trabalho, isto é, o que fazer em primeiro lugar, de acordo com as necessidades. As tarefas para o dia seguinte devem ser prioritárias.
No final de cada tarefa, levante e dê uma voltinha, por alguns minutos. Isso ajuda a descansar a mente e o corpo. Depois volte e retome o trabalho.

Anotações da aula:


As anotações em sala de aula, ou após a aula, são muito importantes para o estudo, pois elas são pessoais, ou seja, o aluno escreve com suas palavras o que está entendendo ou entendeu da aula.
Quando registramos nossas impressões sobre a aula, usamos as memórias visual e auditiva. Este processo contribui para a memorização.

Quando apenas ouvimos, retemos 20%


Quando ouvimos e registramos, retemos 60%
Quando ouvimos, registramos e aplicamos, retemos de 80 a 100%

Crie o hábito de rever as anotações quando chegar em casa, ao revê-las podemos relembrar coisas importantes que deixamos de anotar durante a aula.


As anotações também podem ser feitas em forma de "MIND MAPPING".

Técnica simples e divertida ajuda no aprendizado e memorização

Paula Balsinelli
 


http://www.igeducacao.ig.com.br/materias/204501-205000/204872/204872_1.html








Existe uma forma diferente e super legal de estudar e memorizar as matérias. Trata-se da técnica de “Mapas Mentais”, que foi criada em 1974, pelo psicólogo, matemático e cientista Tony Buzan.
Segundo Buzan, o processo de memorização e aprendizado é mais eficaz quando transformamos os conteúdos em mapas super resumidos; um agrupamento de conceitos e idéias dispostos graficamente. Estes mapas são incrementados com cores, formas, imagens e palavras.
A proposta de “Mapas Mentais” faz todo o sentido. Estudos comprovam que a utilização destes recursos como fontes de estímulo, multiplica o potencial do cérebro.


Como funcionam os “Mapas Mentais”

Podemos fazer uma analogia da disposição das idéias dos “Mapas Mentais” com a estrutura de uma árvore. A árvore possui o tronco central (que corresponde ao nosso tema principal), os galhos que saem do tronco (que são os grandes parágrafos ou agrupamento de uma idéia), alguns ramos mais finos que saem desses galhos (que são pontos de menor importância), e as folhas (que são os detalhes relevantes).

Os “Mapas Mentais” não têm o aspecto de árvore, eles são mais parecidos com fluxogramas. A analogia acima mencionada serve para ilustrar como o esquema de disposição de idéias funciona.


Estudando em casa:


Criar o hábito de estudar com certa constância, facilita o entendimento do conteúdo, possibilita o esclarecimento de dúvidas e não acumula matéria para o dia de prova. É melhor estudar 2 horas todos os dias, que ficar doido com um calhamaço de folhas para estudar em apenas um dia. Siga os passos abaixo:

1º Passo: Ler o conteúdo a ser estudado despreocupadamente.
2º Passo: Ler o conteúdo sublinhando o que você está achando mais importante no texto.
3º Passo: Fazer um questionário sobre a matéria em questão, procurando abordar todos os aspectos do texto.
4º Passo: Fazer um mind mapping do material (observando cores diferentes para as ramificações).
5º Passo: Depois de ter assimilado a teoria, é hora das atividades dadas pelo professor. Resolva as atividades e se caso ainda tenha alguma, registre-a para esclarecer com o professor assim que for possível.

Aprofundamento do conteúdo trabalhado em sala de aula:


Muitos alunos ficam apenas com o que o professor aborda em sala de aula e por este motivo, muitas vezes, não chegam a compreender o conteúdo.
Uma dica legal para que o estudante finalmente se liberte e possa discutir e analisar os fatos com mais profundidade é a PESQUISA.
Muitas vezes atitudes simples nos ajudam a ter mais conhecimento sobre fatos e, por este motivo, ser vista como uma pessoa "interessada".
Ler e levar para a sala de aula um recorte de jornal, ou de uma revista sobre o tema estudado é um modo simples de aprofundamento.

Estudando línguas estrangeiras:


Para deixar menos enfadonho o estudo de outras línguas, a leitura de livros literários e histórias em quadrinhos escritos na língua estudada, auxiliam bastante. Esta estratégia torna-se mais eficiente quando, concomitantemente à leitura, há consultas em dicionários da língua estudada.

Estudando exatas:

Quando a matéria requer exercícios, como por exemplo Matemática, o estudante deve procurar em livros de outros autores exercícios diferentes.
A Matemática sempre foi um "bicho de 7 cabeças" para o estudante.
As dicas são basicamente as mesmas:


"ATENÇÃO!!! PERGUNTAR É SINÔNIMO DE INTELIGÊNCIA E INTERESSE, POIS QUEM NÃO PERGUNTA É PORQUE PROVAVELMENTE ESTÁ COM A MENTE VOANDO FORA DA SALA DE AULA"

  • * Prestar atenção às aulas fazendo anotações;

  • * Resolver exercícios em sala e em casa, formulando assim perguntas para o

  • Professor;

  • * Quando chegar em casa: REVISÃO! Escreva observações e perguntas, se as tiver.

  • * Pesquisar outros livros é muito importante para o domínio da matéria.

Como estudar sozinho


Simone Janner Grohs e Sílvia Silveira da Silva

Aprender sozinho exige organização e perseverança. Abaixo, algumas sugestões de como preparar o ambiente de estudo e a cabeça para enfrentar livros e testes e chegar com tudo em cima no vestibular:



  • Seja um vestibulando sincero. Identifique os pontos fortes – aquelas matérias mais fáceis – e as dificuldades – disciplinas mais complexas.

  • Prepare o ambiente de estudo – pode ser no quarto, na sala, na cozinha, enfim, o lugar que você mais se sente à vontade –, deixando o local com boa luminosidade e bem arejado (agora que a temperatura fica mais elevada é melhor ter por perto um ventilador ou um aparelho de ar-condicionado).

  • Ao interromper o estudo, deixe um sinal específico para retomar a aprendizagem exatamente de onde parou, sem perda de esforço nem de tempo.

  • Escolha cadeiras confortáveis, que, depois de horas de estudos, não causem dores na coluna, nos braços e nas pernas. Ficar deitado ou recostado na cama pode causar problemas posturais e dar sono.

  • Acostume-se a estudar no mesmo local e no mesmo horário.

  • Realize os estudos com duas intenções: aprender (primeiro objetivo) e recordar.

  • Inicie os estudos depois de pelo menos 10 minutos de relaxamento, período em que você deverá se concentrar em pensamentos e sentimentos equilibradores. Pense sempre positivo. Não brigue com a situação. O vestibular é uma realidade que deve ser enfrentada com disposição.

  • Evite movimentos e sons que tirem a concentração. Não é necessário se desligar totalmente do mundo – uma música, por exemplo, em volume mais baixo é sempre uma boa companhia –, mas resista a atender telefonemas, fique longe de conversas e evite barulhos repetitivos.

  • Se for necessário decorar algum conteúdo, procure ler em voz alta a matéria e com rapidez. Não se detenha em memorizar datas ou fórmulas.

  • Elabore seus próprios exemplos (ganchos), relacionando os conteúdos estudados. Pode ser até a associação de uma matéria com alguma música que você pode cantarolar até em um passeio no parque.

  • Aproveite o deslocamento em um ônibus ou o banho para repassar o que foi estudado.

  • Evite fixar-se em algum conteúdo ou exercício difícil até chegar a uma resposta. Prefira seguir adiante, retomando esse tema complexo após ter passado por outros assuntos que possam ajudar a resolver o impasse.

  • Não queira se transformar em um super-herói. Identifique os seus limites.

  • Faça esquemas, gráficos, mapas, mapas mentais e resumos sempre que desejar dominar um conteúdo extenso.

  • Procure ler jornais e revistas e assistir a programas de rádio e TV. Se tiver Internet, realize pesquisas que possam servir como entretenimento e instrumento de aprendizagem.

Como ser organizado(a):

  1. Programar as atividades a serem realizadas (poderá usar para isso uma agenda ou fazer um planejamento de estudos).

  2. Distinguir momentos de estudo e os momentos de lazer.

  3. Cumprir o horário que estabelecer para o estudo, ou seja, não protele o que é importante.

  4. Tentar sempre antecipar os estudos ou as datas de entrega dos trabalhos.

  5. Aproveitar o tempo ao máximo.

Planejamento de estudos:


  1. Reunir todo o material a ser utilizado na preparação para as provas.

  2. Separar o estudo por matéria.

  3. Contar quantas páginas de conteúdo para cada matéria a ser estudada.

  4. Utilizar a planilha que segue.

Planejamento de estudos:

Conteúdo
Biologia

Metas semanais

25 páginas



Metas diárias











5 pág

5
pág

5 pág

5 pág

5 pág





Controle de estudo



























Escala de revisão



























Química

25 páginas














5 pág

5 pág

5 pág

5 pág

5 pág































































Física

25 páginas















5 pág

5 pág

5 pág

5 pág

5 pág
































































Dentro da planilha “Controle de estudo”, você registrará diariamente a quantidade de páginas que estudou em cada matéria, desta forma poderá acompanhar o andamento do seu estudo e controlar se está cumprindo com as metas semanais.

Cumprindo as metas diárias, você garantirá um belo e merecido final de semana.



Escala de revisão: Este item é muito importante para garantir a assimilação do conteúdo de forma organizada e sistemática. Através destas revisões programadas você vai garantir a eficácia do teu estudo.

Verbos nos comandos das atividades:

Às vezes, as dificuldades residem no desconhecimento do significado de alguns verbos utilizados nas instruções das tarefas. Vejamos o significado habitual dos verbos mais freqüentes:


Analisar – Examinar cada parte de um todo, buscando sentido direto.

Apontar – Destacar um ou mais elementos de forma objetiva.

Aplicar – Colocar em prática, adaptar.

Argumentar – Raciocinar, raciocínio pelo qual se tira uma conseqüência.

Associar – Unir idéias buscando pontos em comuns.

Avaliar – Determinar o valor de, apreciar o merecimento de.

Caracterizar – Destacar os elementos principais ou distintivos.
Citar –
Trancrever, copiar, reproduzir, mencionar.

Comentar – Desenvolver um raciocínio próprio.

Comparar – Apresentar semelhanças e diferenças.

Conceituar – Definir, formular uma idéia.

Concluir – Terminar, acabar, deduzir.

Contrapor – Apresentar uma idéia contrária.

Construir – Juntar diferentes elementos para formar um todo,dar estrutura.

Criar – Dar existência, transformar, originar, desenvolver, produzir, gerar.
Criticar - Dar opinião pessoal. Tomar posição, a favor ou contra.
Deduzir – Expor com minúcia, concluir, diminuir.

Definir - Dar o significado exato.
Demonstrar -
Apresentar provas.
Delimitar - Dizer onde começa e onde acaba.

Descrever – Expor com minúcia.

Destacar – Fazer sobressair, distinguir.

Determinar – Estabelecer, indicar elementos com precisão, decidir.

Diferenciar – Fazer comparações buscando divergências, diferenças entre si.

Discutir – Debater, buscar reflexões e observações.

Discursar – Relatar, expor um assunto.

Dissertar – Fazer reflexões de modo amplo abordadno fatos e opiniões.
Distinguir –
Mostrar as diferenças.

Elaborar – Construir, preparar, organizar uma idéia.

Enumerar – Enunciar ou expor uma por uma as partes de um todo relatar.

Estabelecer – Determinar, comparar com mais precisão.

Exemplificar – Explicar, citar, mencionar em forma de exemplo.

Explicar – Estabelecer uma causa, detalhando-a, fazer compreender.
Identificar – Dizer o que é, mostrar o que é.
Indicar –
Designar uma coisa, uma pessoa ou uma idéia.

Inferir – Deduzir pelo raciocínio, concluir.

Interpretar – Tornar claro o sentido de reproduzir o pensamento, estabelecer o sentido.
Justificar -
Dizer por que motivo.

Provar – Demonstrar, justificar, fazer conhecer.
Reescrever - Escrever de novo.
Relacionar -
Estabelecer ligações.
Reorganizar – Melhorar, reestruturar, reformar, reconstruir.

Resumir – Exposição das idéias principais, características gerais de algo.

Seriar – Fazer a classificação de dispor em séries, enumerar, listar.

Sintetizar – Resumir, tornar sintético.

Sublinhar - Grifar.

Transcrever - Copiar.

Transferir – Mudar de lugar ou de situação, adiar, transmitir.
Leitura:

Estudar implica saber ler, ou seja, não basta passar os olhos pelo texto. É preciso aprender técnicas de leitura.

Uma boa leitura de um livro exige os seguintes momentos:

a) Observar a capa e a contracapa de um livro,
b) Ler as orelhas e o prefácio,
c) Ver o índice e as primeiras páginas,
d) Ler o livro.

Uma boa leitura de um texto exige os seguintes momentos:

a) Analisar o título do texto,
b) Olhar as fotos e ilustrações,
c) Ler as legendas explicativas,
d) Ler o texto.

Identificação de elementos fundamentais, através de uma leitura rápida:

a) Ler o texto rapidamente, atentando para as palavras que lhe pareçam mais importantes, a fim de destacar as idéias fundamentais,
b) Circular estas palavras importantes.

Análise do texto:

a) Após uma leitura “descompromissada”, reler o texto e procurar no dicionário o
significado das palavras desconhecidas,
b) Selecionar as palavras-chave e as expressões contendo as idéias principais,
c) Identificar, nas passagens mais difíceis, o verbo, o sujeito e os complementos, escrever
com suas próprias palavras, na margem, as idéias mais importantes;
d) Fazer um esquema, um resumo dessas idéias,
e) Dar um título para cada parágrafo.

O que você mentaliza é o que mais ajuda ou atrapalha, seja positivo, tenha força de vontade, persista. Não adiantam as melhores técnicas do mundo se você não confiar em você mesmo, e tenha certeza que você é a diferença. Pense que tem tudo para ser diferenciado e competente naquilo que se propor a fazer. Confie no seu potencial e mãos à obra. Não é todo mundo que tem esta chance de fazer diferente, aproveite.

Sucesso hoje e sempre!






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