Sacramentum caritatis de sua santidade



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BENEDICTUS PP. XVI



Notas

(1) Cf. São Tomás de Aquino, Summa Theologiæ, III, q. 73, a. 3.

(2) Santo Agostinho, In Iohannis Evangelium Tractatus, 26, 5: PL 35, 1609.

(3) Bento XVI, Discurso aos participantes na Assembleia Plenária da Congregação para a Doutrina da Fé (10 de Fevereiro de 2006): AAS 98 (2006), 255.

(4) Cf. Bento XVI, Discurso aos membros do Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos (1 de Junho de 2006): L'Osservatore Romano (ed. port. de 8/VI/2006), 237.

(5) Cf. Propositio 2.

(6) Aludo aqui à necessidade duma hermenêutica da continuidade mesmo no que diz respeito a uma correcta leitura do desenvolvimento litúrgico depois do Concílio Vaticano II: cf. Bento XVI, Discurso à Cúria Romana (22 de Dezembro de 2005): AAS 98 (2006), 44-45.

(7) Tem a data de 7 de Outubro de 2004; veja-se o texto em AAS 97 (2005), 337-352.

(8) Cf. Ano da Eucaristia: sugestões e propostas (15 de Outubro de 2004): L'Osservatore Romano (15 de Outubro de 2004), Suplemento.

(9) Tem a data de 17 de Abril de 2003; veja-se o texto em AAS 95 (2003), 433-475. Há que recordar também a Instrução da Congr. para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Redemptionis sacramentum (25 de Março de 2004): AAS 96 (2004), 549-601, expressamente desejada por João Paulo II.

(10) Recordo apenas os principais: Conc. Ecum. de Trento, Doctrina et canones de ss. Missæ sacrificio: DS 1738-1759; Leão XIII, Carta enc. Miræ caritatis (28 de Maio de 1902): ASS (1903), 115-136; Pio XII, Carta enc. Mediator Dei (20 de Novembro de 1947): AAS 39 (1947), 521-595; Paulo VI, Carta enc. Mysterium fidei (3 de Setembro de 1965): AAS 57 (1965), 753-774; João Paulo II, Carta enc. Ecclesia de Eucharistia (17 de Abril de 2003): AAS 95 (2003), 433-475; Congr. para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instr. Eucharisticum mysterium (25 de Maio de 1967): AAS 59 (1967), 539-573; Instr. Liturgiam authenticam (28 de Março de 2001): AAS 93 (2001), 685-726.

(11) Cf. Propositio 1.

(12) N. 14: AAS 98 (2006), 229.

(13) Catecismo da Igreja Católica, 1327.

(14) Propositio 16.

(15) Bento XVI, Homilia na tomada de posse da Cátedra de Roma (7 de Maio de 2005): AAS 97 (2005), 752.

(16) Cf. Propositio 4.

(17) De Trinitate, VIII, 8, 12: CCL 50, 287.

(18) Carta enc. Deus caritas est(25 de Dezembro de 2005), 12: AAS 98 (2006), 228.

(19) Cf. Propositio 3.

(20) Cf. Breviário Romano: Hino do Ofício de Leituras, na solenidade do Corpo de Deus.

(21) Bento XVI, Carta enc. Deus caritas est (25 de Dezembro de 2005), 13: AAS 98 (2006), 228.

(22) Cf. Bento XVI, Homilia na Esplanada de Marienfeld (21 de Agosto de 2005): AAS 97 (2005), 891-892.

(23) Cf. Propositio 3.

(24) Cf. Missal Romano: Oração Eucarística IV.

(25) Catequese 23, 7: PG 33, 1114s.

(26) Cf. Sobre o sacerdócio, 6, 4: PG 48, 681.

(27) Ibid., 3, 4: o.c., 48, 642.

(28) Propositio 22.

(29) Cf. Propositio 42: « Este encontro eucarístico realiza-se no Espírito Santo, que nos transforma e santifica. Ele desperta no discípulo a vontade decidida de anunciar aos outros, com desassombro, tudo o que ouviu e viveu, para conduzi-los, também a eles, ao mesmo encontro com Cristo. Deste modo o discípulo, enviado pela Igreja, abre-se a uma missão sem fronteiras ».

(30) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 3. Veja-se, por exemplo, São João Crisóstomo, Catequeses 3, 13-19: SC 50, 174-177.

(31) João Paulo II, Carta enc. Ecclesia de Eucharistia (17 de Abril de 2003), 1: AAS 95 (2003), 433.

(32) Ibid., 21: o.c., 447.

(33) Cf. João Paulo II, Carta enc. Redemptor hominis (4 de Março de 1979), 20: AAS 71 (1979), 309-316; Carta enc. Dominicæ Cenæ (24 de Fevereiro de 1980), 4: AAS 72 (1980), 119-121.

(34) Cf. Propositio 5.

(35) Cf. São Tomás de Aquino, Summa Theologiæ, III, q. 80, a. 4.

(36) N. 38: AAS 95 (2003), 458.

(37) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 23.

(38) Congr. para a Doutrina da Fé, Carta sobre alguns aspectos da Igreja entendida como comunhão Communionis notio (28 de Maio de 1992), 11: AAS 85 (1993), 844-845.

(39) Propositio 5: « O termo ‘‘católico'' exprime a universalidade resultante da unidade que a Eucaristia, celebrada em cada Igreja, fomenta e constrói. Assim, as Igrejas particulares na Igreja universal têm, na Eucaristia, a missão de tornar visível a sua própria unidade e a sua diversidade. Este laço de amor fraterno deixa transparecer a comunhão trinitária. Os concílios e os sínodos exprimem na história este aspecto fraterno da Igreja ».

(40) Cf. Ibid., 5.

(41) Decr. sobre o ministério e a vida dos presbíteros Presbyterorum ordinis, 5.

(42) Cf. Propositio 14.

(43) Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 1.

(44) De oratione dominica, 23: PL 4, 553.

(45) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 48; veja-se também o n. 9.

(46) Cf. Propositio 13.

(47) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 7.

(48) Cf. Ibid., 11; Decr. sobre a actividade missionária da Igreja Ad gentes, 9.13.

(49) Cf. João Paulo II, Carta ap. Dominicæ Cenæ (24 de Fevereiro de 1980), 7: AAS 72 (1980), 124-127; Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre o ministério e a vida dos presbíteros Presbyterorum ordinis, 5.

(50) Cf. Código dos Cânones das Igrejas Orientais, cân. 710.

(51) Cf. Rito da Iniciação Cristã dos Adultos, Introd. ger., nn. 34-36.

(52) Cf. Rito do Baptismo das Crianças, Introd., nn. 18-19.

(53) Cf. Propositio 15.

(54) Cf. Propositio 7; João Paulo II, Carta enc. Ecclesia de Eucharistia (17 de Abril de 2003), 36:AAS 95 (2003), 457-458.

(55) Cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Reconciliatio et pænitentia (2 de Dezembro de 1984), 18: AAS 77 (1985), 224-228.

(56) Cf. Catecismo da Igreja Católica, 1385.

(57) Pense-se na « Confissão » (Confiteor) ou nas palavras proferidas pelo sacerdote e a assembleia pouco antes de comungarem: « Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo ». Significativamente a liturgia prevê, para o sacerdote, algumas orações muito belas, recebidas da tradição, que lhe recordam a necessidade de ser perdoado, como, por exemplo, a oração feita em silêncio antes de convidar os fiéis para a comunhão sacramental: « ...livrai-me de todos os meus pecados e de todo o mal, por este vosso santíssimo corpo e sangue; conservai-me sempre fiel aos vossos mandamentos e não permitais que eu me separe de Vós ».

(58) Cf. São João Damasceno, Sobre a recta fé, 4, 9: PG 94, 1124C; São Gregório de Nazianzo, Discurso 39, 17: PG 36, 356A; Conc. Ecum. de Trento, Doctrina de sacramento pænitentiæ, cap. 2: DS 1672.

(59) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 11; João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Reconciliatio et pænitentia (2 de Dezembro de 1984), 30: AAS 77 (1985), 256-257.

(60) Cf. Propositio 7.

(61) Cf. João Paulo II, Motu proprio Misericordia Dei (7 de Abril de 2002): AAS 94 (2002), 452-459.

(62) Lembro, juntamente com os padres sinodais, que as celebrações penitenciais não sacramentais, mencionadas no ritual do sacramento da Reconciliação, podem ser úteis para fomentar o espírito de conversão e de comunhão nas comunidades cristãs, preparando assim os corações para a celebração do sacramento: cf. Propositio 7.

(63) Cf. Código de Direito Canónico, cân. 508.

(64) Paulo VI, Const. ap. Indulgentiarum doctrina (1 de Janeiro de 1967), Normæ, 1: AAS 59 (1967), 21.

(65)I bid., 9: o.c., 18-19.

(66) Cf. Catecismo da Igreja Católica, 1499-1531.

(67) Ibid., 1524.

(68) Cf. Propositio 44.

(69) Cf. II Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, Doc. sobre o sacerdócio ministerial Ultimis temporibus(30 de Novembro de 1971): AAS 63 (1971), 898-942.

(70) Cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis (25 de Março de 1992), 42-69: AAS 84 (1992), 729-778.

(71) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 10; Congr. para a Doutrina da Fé, Carta acerca de algumas questões relativas ao ministro da Eucaristia Sacerdotium ministeriale (6 de Agosto de 1983): AAS 75 (1983), 1001-1009.

(72) Catecismo da Igreja Católica, 1548.

(73) Ibid., 1552.

(74) Cf. In Iohannis Evangelium Tractatus 123, 5: PL 35, 1967.

(75) Cf. Propositio 11.

(76) Cf. Decr. sobre o ministério e a vida dos presbíteros Presbyterorum ordinis, 16.

(77) Cf. João XXIII, Carta enc. Sacerdotii nostri primordia (1 de Agosto de 1959): AAS 51 (1959), 545-579; Paulo VI, Carta enc. Sacerdotalis cœlibatus (24 de Junho de 1967): AAS 59 (1967), 657-697; João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis (25 de Março de 1992), 29: AAS 84 (1992), 703-705; Bento XVI, Discurso à Cúria Romana durante a apresentação dos votos natalícios (22 de Dezembro de 2006): L'Osservatore Romano (ed. port. de 30/XII/2006), 658.

(78) Cf. Propositio 11.

(79) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre a formação sacerdotal Optatam totius, 6; Código de Direito Canónico, cân. 241-§ 1 e cân. 1029; Código dos Cânones das Igrejas Orientais, cân. 342-§ 1 e cân. 758; João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis (25 de Março de 1992), 11.34.50: AAS 84 (1992), 673-675.712714.746-748; Congr. para o Clero, Directório para o ministério e a vida dos presbíteros (31 de Março de 1994), n. 58; Congr. para a Educação Católica, Instr. sobre os critérios de discernimento vocacional acerca das pessoas com tendências homossexuais e da sua admissão ao Seminário e às Ordens Sacras (4 de Novembro de 2005): AAS 97 (2005), 1007-1013.

(80) Cf. Propositio 12; João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis (25 de Março de 1992), 41: AAS 84 (1992), 726-729.

(81) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 29.

(82) Cf. Propositio 38.

(83) Cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Familiaris consortio (22 de Novembro de 1981), 57: AAS 74 (1982), 149-150.

(84) Carta ap. Mulieris dignitatem(15 de Agosto de 1988), 26: AAS 80 (1988), 1715-1716.

(85) Catecismo da Igreja Católica, 1617.

(86) Cf. Propositio 8.

(87) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 11.

(88) Cf. Propositio 8.

(89) Cf. João Paulo II, Carta ap. Mulieris dignitatem(15 de Agosto de 1988): AAS 80 (1988), 1653-1729; Congr. para a Doutrina da Fé, Carta aos bispos da Igreja Católica sobre a colaboração do homem e da mulher na Igreja e no mundo (31 de Maio de 2004): AAS 96 (2004), 671-687.

(90) Cf. Propositio 9.

(91) Cf. Catecismo da Igreja Católica, 1640.

(92) Cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Familiaris consortio (22 de Novembro de 1981), 84: AAS 74 (1982), 184-186; Congr. para a Doutrina da Fé, Carta aos bispos da Igreja Católica acerca da recepção da comunhão eucarística pelos fiéis divorciados re-casados Annus internationalis familiæ (14 de Setembro de 1994): AAS86 (1994), 974-979.

(93) Cf. Pont. Cons. para os Textos Legislativos, Instr. sobre as normas a observar pelos tribunais eclesiásticos nas causas matrimoniais Dignitatis connubii (25 de Janeiro de 2005), Cidade do Vaticano, 2005.

(94) Cf. Propositio 40.

(95) Bento XVI, Discurso ao Tribunal da Rota Romana por ocasião da inauguração do ano judicial (28 de Janeiro de 2006): AAS 98 (2006), 138.

(96) Propositio 40.

(97) Cf. Ibid., 40.

(98) Cf. Ibid., 40.

(99) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 48.

(100) Cf. Propositio 3.

(101) Apraz-me recordar aqui as palavras cheias de esperança e conforto que encontramos na Oração Eucarística II: « Lembrai-Vos dos nossos irmãos que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos aqueles que, na vossa misericórdia, partiram deste mundo. Acolhei-os na luz da vossa presença ».

(102) Cf. Bento XVI, Homilia no 40º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II e solenidade da Imaculada Conceição (8 de Dezembro de 2005): AAS 98 (2006), 15-16.

(103) Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 58.

(104) Propositio 4.

(105) Relatio post disceptationem, 4: L'Osservatore Romano (ed. port. de 19/XI/2005), 660.

(106) Cf. Sermones 1, 7; 11, 10; 22, 7; 29, 76: Sermones dominicales ad fidem codicum nunc denuo editi (Grottaferrata 1977), pp. 135.209s.292s.337; Bento XVI, Mensagem aos Movimentos Eclesiais e às Novas Comunidades (22 de Maio de 2006): AAS 98 (2006), 463.

(107) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 22.

(108) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a divina revelação Dei Verbum, 2.4.

(109) Propositio 33.

(110) Sermo 227, 1: PL 38, 1099.

(111) Santo Agostinho, In Iohannis Evangelium Tractatus, 21, 8: PL 35, 1568.

(112) Ibid., 28, 1: o.c., 35, 1622.

(113) Cf. Propositio 30.Mesmo a Santa Missa que a Igreja celebra durante a semana, na qual os fiéis são convidados a participar, encontra a sua forma própria no dia do Senhor, o dia da ressurreição de Cristo: cf. Propositio 43.

(114) Cf. Propositio 2.

(115) Cf. Propositio 25.

(116) Cf. Propositio 19. E a Propositio 25 especifica: « Uma autêntica acção litúrgica exprime a sacralidade do mistério eucarístico. Esta deveria transparecer nas palavras e acções do sacerdote celebrante, quando intercede junto de Deus Pai quer com os fiéis quer pelos fiéis ».

(117) Instrução Geral do Missal Romano, 22; cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 41; Congr. para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instr. Redemptionis sacramentum (25 de Março de 2004), 19-25: AAS 96 (2004), 555-557.

(118) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre o múnus pastoral dos bispos na Igreja Christus Dominus, 14; Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 41.

(119) Instrução Geral do Missal Romano, 22.

(120) Cf. Ibid., 22.

(121) Cf. Propositio 25.

(122) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 112-130.

(123) Cf. Propositio 27.

(124) Cf. Ibid., 27.

(125) Em tudo o que diz respeito a estes aspectos, é preciso ater-se fielmente a quanto está indicado na Instrução Geral do Missal Romano, 319-351.

(126) Cf. Instrução Geral do Missal Romano, 39-41; Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 112-118.

(127) Sermo 34, 1: PL 38, 210.

(128) Cf. Propositio 25: « Como todas as expressões artísticas, também o canto deve estar intimamente harmonizado com a liturgia, colaborar eficazmente para o seu fim, ou seja, deve exprimir a fé, a oração, o enlevo, o amor por Jesus presente na Eucaristia ».

(129) Cf. Propositio 29.

(130) Cf. Propositio 36.

(131) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 116; Instrução Geral do Missal Romano, 41.

(132) Instrução Geral do Missal Romano, 28; cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 56; Sagr. Congr. dos Ritos, Instr. Eucharisticum mysterium (25 de Maio de 1967), 3: AAS (1967), 540-543.

(133) Cf. Propositio 18.

(134) Ibid., 18.

(135) Instrução Geral do Missal Romano, 29.

(136) Cf. João Paulo II, Carta enc. Fides et ratio (14 de Setembro de 1998), 13: AAS 91 (1999), 15-16.

(137)São Jerónimo, Commentariorum in Isaiam, Prol.: PL 24, 17; cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a divina revelação Dei Verbum, 25.

(138) Cf. Propositio 31.

(139) Instrução Geral do Missal Romano, 29; cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 7.33.52.

(140) Propositio 19.

(141) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 52.

(142) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. sobre a divina revelação Dei Verbum, 21.

(143) Com esta finalidade, o Sínodo exortou a elaborar subsídios pastorais, baseados no Leccionário trienal, que ajudem a ligar de maneira intrínseca a proclamação das leituras previstas com a doutrina da fé: cf. Propositio 19.

(144) Cf. Propositio 20.

(145) Instrução Geral do Missal Romano, 78.

(146) Cf. Ibid., 78-79.

(147) Cf. Propositio 22.

(148) Instrução Geral do Missal Romano, 79d.

(149) Ibid., 79c.

(150) Tendo em consideração antigos e veneráveis costumes e votos expressos pelos padres sinodais, pedi aos Dicastérios competentes que estudassem a possibilidade de se colocar a saudação da paz noutro momento, por exemplo antes da apresentação das oferendas ao altar. Aliás, tal escolha não deixaria de suscitar uma significativa evocação da advertência feita pelo Senhor a propósito da necessidade de reconciliação antes de qualquer oferta a Deus (Mt 5, 23s): cf. Propositio 23.

(151) Cf. Congr. para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instr. Redemptionis sacramentum (25 de Março de 2004), 80-96: AAS 96 (2004), 574-577.

(152) Cf. Propositio 34.

(153) Cf. Propositio 35.

(154) Cf. Propositio 24.

(155) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 14-20.30s.48s; Congr. para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instr. Redemptionis sacramentum (25 de Março de 2004), 36-42: AAS 96 (2004), 561-564.

(156) N. 48.

(157) Ibid., 48.

(158) Cf. Congr. para o Clero e outros Dicastérios da Cúria Romana, Instr. acerca de algumas questões sobre a colaboração dos fiéis leigos no sagrado ministério dos sacerdotes Ecclesiæ de mysterio (15 de Agosto de 1997): AAS 89 (1997), 852-877.

(159) Cf. Propositio 33.

(160) Instrução Geral do Missal Romano, 92.

(161) Cf. Ibid., 94.

(162) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre o apostolado dos leigos Apostolicam actuositatem, 24; Instrução Geral do Missal Romano, nn. 95-111; Congr. para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instr. Redemptionis sacramentum (25 de Março 2004), 43-47: AAS 96 (2004), 564-566; Propositio 33: « Estes ministérios devem ser introduzidos segundo um mandato específico e segundo as reais exigências da comunidade que celebra. As pessoas encarregadas destes serviços litúrgicos laicais devem ser escolhidas cuidadosamente, bem preparadas e acompanhadas por uma formação permanente. A sua nomeação deve ser temporária. Tais pessoas devem ser conhecidas pela comunidade e desta receberem também um grato reconhecimento ».

(163) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 37-42.

(164) Cf. nn. 386-399.

(165) Veja-se o texto em AAS 87 (1995), 288-314.

(166) Cf. Exort. ap. pós-sinodal Ecclesia in Africa (14 de Setembro de 1995), 55-71: AAS 88 (1996), 34-47; Exort. ap. pós-sinodal Ecclesia in America (22 de Janeiro de 1999), 16.40.64.70-72: AAS 91 (1999), 752-753.775-776.799.805-809; Exort. ap. pós-sinodal Ecclesia in Asia (6 de Novembro de 1999), 21s: AAS 92 (2000), 482-487; Exort. ap. pós-sinodal Ecclesia in Oceania (22 de Novembro de 2001), 16: AAS 94 (2002), 382-384; Exort. ap. pós-sinodal Ecclesia in Europa (28 de Junho de 2003), 58-60: AAS 95 (2003), 685-686.

(167) Cf. Propositio 26.

(168) Cf. Propositio 35; Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 11.

(169) Cf. Catecismo da Igreja Católica, 1388; Conc. Ecum. Vat. II, Const. sobre a sagrada liturgia Sacrosanctum Concilium, 55.

(170) Cf. Carta enc. Ecclesia de Eucharistia (17 de Abril de 2003), 34: AAS 95 (2003), 456.

(171) Assim, por exemplo, São Tomás de Aquino, Summa Theologiæ, III, q. 80, a. 1,2; Santa Teresa de Jesus, Caminho de perfeição, cap. 35. A doutrina foi confirmada autorizadamente pelo Concílio de Trento, Sessão XIII, cân. 8.

(172) Cf. João Paulo II, Carta enc. Ut unum sint (25 de Maio de 1995), 8: AAS 87 (1995), 925-926.

(173) Cf. Propositio 41; Conc. Ecum. Vat. II, Decr. sobre o ecumenismo Unitatis redintegratio, 8.15; João Paulo II, Carta enc. Ut unum sint (25 de Maio de 1995), 46: AAS 87 (1995), 948; Carta enc. Ecclesia de Eucharistia (17 de Abril de 2003), 45-46: AAS 95 (2003), 463-464; Código de Direito Canónico, cân. 844-§§ 3 e 4; Código dos Cânones das Igrejas Orientais, cân. 671-§§ 3 e 4; Pont. Cons. para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Directório para a aplicação dos princípios e normas sobre o ecumenismo (25 de Março de 1993), 125.129-131: AAS 85 (1993), 1087.1088-1089.

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