Santos, Iramar Santana dos



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Santos, Iramar Santana dos.




Prevalência de uso de produtos vitamínicos e minerais em idosos / Prevalence of use of products vitamin and minerals in aged.




Rio de Janeiro; s.n; 2000. 70 p. tab.










Analisa-se os produtos e a prevalência do uso de produtos vitamínicos e minerais consumidos por um grupo de idosas, baseando-nos na portaria SVS/MS n. 40 de 13 de janeiro de 1998; os produtos foram classificados como adequados ou inadequados, conforme os critérios de qualidade definidos pela Organizacäo Mundial de Saúde (OMS), e na Relacäo Nacional de Medicamentos (RENAME), que estabelecem que os medicamentos devem ser utilizados na forma de monofármaco e caracterizam mau uso como a näo prescricäo e a adocäo de mais de quatro fármacos por idoso. Encontrou-se um consumo de 2.462 produtos donde 374 eram à base de vitaminas e minerais. A prevalência dos produtos vitamínicos e minerais foi de 15,2 por cento proporcäo que se apresentou maior quando comparada com estudos anteriores. Conforme os critérios estabelecidos, 42,6 por cento dos produtos à base de vitaminas e minerais foram monofármacos e apresentaram maior percentual de associacöes de princípios ativos. Apenas 35,9 por cento dos vitamínicos e minerais atenderam aos critérios de adequacäo, enquanto que 59 por cento foram inadequados; em 5,1 por cento deles näo foi possível identificar a fórmula. A proporcäo da prescricäo médica foi de 86,2 por cento para os produtos näo vitamínicos e minerais e de 76,9 por cento para os vitamínicos e minerais, indicando que o ato de prescrever foi menos freqüente quando se tratou destes. O consumo dos 2.462 produtos foi analisado em 631 mulheres onde 231 consumiam vitamínicos e minerais com uma prevalência de 36,6 por cento, 345 consumiam outros produtos näo vitamínico-minerais e 55 idosas (8,7 por cento) näo consumiam medicamentos. Ao investigar variáveis associadas ao consumo, o grau de escolaridade foi a variável estatisticamente associada à prática de consumir vitamínicos e minerais; Xy=6,10; p=0,01; RP=1,16; IC 95 por cento:(1,02-1,319). Ao comparar as idosas que consumiam vitamínicos minerais em relacäo às que näo usavam medicamentos a Razäo de Prevalências foi de 1,22 (IC 95 por cento: 1,06-1,41) no estrato de renda maior que 1 salário mínimo, e de 0,82 (IC 95 por cento: 0,55-1,21) no estrato de renda menor que 1 salário mínimo.(AU).















Halfeld, Geraldo.







Normas sobre doses de vitaminas, sais minerais e oligoelementos em medicamentos e suplementos nutricionais / Rules for vitamins, minerals and trace elements in medicines and nutritional supplements







An. Acad. Nac. Med;154(3):128-33, jul.-set. 1994. tab







No presente estudo säo discutidas, inicialmente, a importância das vitaminas e sais minerais dentro de uma dieta alimentar normal, assim como questöes de suplementacäo dessas substâncias, tanto en estado carenciais como em casos näo clínicos. Chama-se atencäo para a tendência atual, abservada praticamente em todos os países que se situa na vanguarda no campo médico quanto `a utilizacäo profilática de polivitaminas com sais minerais e oligoelementos, para manter a saúde e o bem-estar e, sobretudo, para retardar ou amenizar os sintomas de envelhecimento. como existem poucos dados nacionais atualizados sobre este assunto, o autor efetuou uma análise com base em documentacäo internacional, ficando evidenciado que há quase um consenso sobre a matéria. As diversas publicacöes, tanto dos Estados Unidos da America do Norte como de alguns países europeus, fornecem elementos importantes sobre doses de vitaminas, sais minerais e oligoelementos, assim como sobre suplementacäo polivitamínica em geral. Recomenda-se, pois, a utilizacäo destas informacöes na revisäo dos dados brasileiros, acentuando que elas se aplicam bem à classe média da nossa populacäo. Entretanto adaptacöes poderäo ser necessárias segundo as condicöes regionais do país, na sua variacäo alimentar. O estudo que ora se publica pretende ser tomado como base para discussöes entre médicos, especialmente os nutrólogos e nutricionistas





Arroyave, Guillermo.







Abuso de megadosis de vitaminas / Abuse of megadoses of vitamins







Arch. latinoam. nutr;38(3):589-98, set. 1988.







Apresentado em: Reunion sobre Metas Nutricionales y Guias de Alimentación para América Latina: bases para su desarrollo, Caracas, 22-28 nov. 1987.







No existe evidencia de beneficio nutricional alguno que pueda derivarse de suplementos vitamínicos en exceso de los aportes dietéticos diarios recomendados por diversos comités de expertos internacionales y nacionales. Es de advertir, ademas, que en el caso de ciertas vitaminas como la vitamina A, puede acarrear riesgos de toxicidad. En todo caso, el uso de suplementos o megadosis de vitaminas conlleva un desafortunado desvío de recursos económicos hacia un gasto inútil. Este reduce la capacidad de adquirir alimentos que redundarían en claro beneficio para la salud de la familia. El uso de dosis altas de vitaminas debe ser restringido exclusivamente a situaciones clínicas bien definidas y bajo supervisión médica. En este trabajo se formulan consideraciones sobre el uso de megadosis de vitaminas, especialmente en el caso de aquéllas cuyo uso excesivo conlleva riesgo de toxicidad (AU).








Garcia, Yolanda Maria




Sinais clínicos, níveis bioquímicos e consumo alimentar de vitamina A em idosos atendidos em ambulatório geriátrico.-




São Paulo; s.n; 2001. 96 p. ilus, tab.




Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública. Departamento de Nutrição para obtenção do grau de Doutor.




Objetivo: Avalia o estado nutricional em relação à vitamina A, de idosos atendidos em ambulatório de Geriatria, através de parâmetros clínicos e bioquímicos, comparando-os com consumo alimentar e de suplementos vitamínicos. Método: Dosagem de vitamina A e carotenóides plasmáticos pelo método de Neeld-Pearson, exame clínico, inquérito alimentar e verificação do uso de suplementos vitamínicos. Resultados: Em 828 idosos, a média de idade foi 74,2 anos e 70,8 por cento eram mulheres. A médcia de vitamina A foi de 39,4mg/dL, sendo 38,2mg/dL para mulheres e 42,2mg/dL para homens, diferença estatisticamente significante (p=0,0027). A média de carotenóides foi 152,1mg/dL, 162,3mg/dL nas mulheres e 124,9mg/dL nos homens, 159,9mg/dL nos menos idosos e 133,2mg/dL nos mais idosos. As diferenças foram estatisticamente significantes para sexo (p=0,0000) e idade (p=0,0000). Para os sinais clínicos, houve diferenças de médias de vitamina A para xerose cutânea (p=0,0244) e hiperceratose folicular em dois pares de membros (p=0,0271), e de prevalência de níveis mais altos ou mais baixos para a hiperceratose folicular em um par de membros (p=0,0046). Não houve diferenças estatisticamente significantes em relação ao inquérito alimentar ou ao uso de suplementos. Conclusões: Os níveis de vitamina A e carotenóides foram adequados na maioria dos idosos e foram raros os resultados abaixo do limite de normalidade. Os homens tiveram níveis médios de vitamina A mais altos, enquanto as mulheres tiveram média mais alta de carotenóides; os sinais clínicos não se correlacionaram aos níveis de vitaminas; a ingestão alimentar e o consumo de suplementos vitamínicos não influenciaram os níveis de vitamina A nestes idosos (AU).






Stern F; Berner YN; Polyak Z; Bernadiner S; Komarnitsky M; Sela BA; Doolman R; Dror Y










[Nutritional status and vitamin B6 supplementation in the institutionalized elderly]




Harefuah; 139(3-4):97-102, 167, 166, 2000 Aug.










Nutritional status and vitamin B6 status were assessed in 18 men and 32 women, average age 84, living in a home for the aged. Average proportion of energy derived from protein was higher than the recommended; fiber intake was very low. Also low were intakes of calcium, magnesium, zinc, copper, vitamins D and E, thiamin, folic acid and vitamin B6. Supplementation with vitamin B6 (10 mg/d) for 28 days in those with the lowest B6 status assessed by B6 intake, activation coefficient of aspartate transaminase and plasma pyridoxamine concentrations led to improved B6 status (marked decrease in activation coefficient) and increased synthesis and decreased degradation of many short-lived neutrophil proteins. Though our elderly enjoy a variety of foods, some have marginal deficiencies that can be improved. Therefore, in the institutionalized elderly, micronutrient supplementation should be administered at a level low enough to be safe (below recommended upper level of intake) but high enough to be effective.






de Jong N; Paw MJ; de Groot LC; de Graaf C; Kok FJ; van Staveren WA










Functional biochemical and nutrient indices in frail elderly people are partly affected by dietary supplements but not by exercise.




J Nutr; 129(11):2028-36, 1999 Nov.




A decline in dietary intake due to inactivity and, consequently, development of a suboptimal nutritional status is a major problem in frail elderly people. However, benefits of micronutrient supplementation, all-round physical exercise or a combination of both on functional biochemical and hematologic indicators of nutritional and health status in frail elderly subjects have not been tested thoroughly. A 17-wk randomized controlled trial was performed in 145 free-living frail elderly people (43 men, 102 women, mean age, 78 +/- 5.7 y). Based on a 2 x 2 factorial design, subjects were assigned to one of the following: 1) nutrient-dense foods, 2) exercise, 3) both (1) and (2) or 4) a control group. Foods were enriched with micronutrients, frequently characterized as deficient [25-100% of the recommended daily allowance (RDA)] in elderly people. Exercises focused on skill training, including strength, endurance, coordination and flexibility. Dietary intake, blood vitamin levels and nutritional and health indicators, including (pre)albumin, ferritin, transferrin, C-reactive protein, hemoglobin and lymphocytes were measured. At baseline, 28% of the total population had an energy intake below 6.3 MJ, up to a maximum of 93% having vitamin intakes below two thirds of the Dutch RDA. Individual deficiencies in blood at baseline ranged from 3% for erythrocyte glutathione reductase-alpha to 39% for 25-hydroxy vitamin D and 42% for vitamin B-12. These were corrected after 17 wk in the two groups receiving the nutrient-dense foods, whereas no significant changes were observed in the control or exercise group. Biochemical and hematologic indicators at baseline were within the reference ranges (mean albumin, 46 g/L; prealbumin, 0.25 g/L; hemoglobin, 8.6 mmol/L) and were not affected by any of the interventions. The long-term protective effects of nutrient supplementation and exercise, by maintaining optimal nutrient levels and thereby reducing the initial chance of developing critical biochemical values, require further investigation. Other indicative functional variables for suboptimal nutritional status, in addition to those currently selected, should also be explored.



Avaliação da qualidade do uso de medicamentos em idosos

Rev. Saúde Pública v.33 n.5 São Paulo out. 1999

Gabriela B G Mosegui, Suely Rozenfeld, Renato Peixoto Veras e Cid M M Vianna





O objetivo do estudo foi avaliar a qualidade do uso de medicamentos através da análise do padrão do uso, do grau de concordância com listas de medicamentos essenciais, do valor terapêutico e das interações medicamentosas encontradas entre mulheres com mais de 60 anos.

Métodos
Foram pesquisadas 634 mulheres que freqüentam a Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Os dados foram coletados através de questionário padronizado e testado. As variáveis utilizadas foram relativas aos medicamentos e a seu modo de utilização. As unidades de análise foram o medicamento e o indivíduo.

Resultados
Das 634 mulheres estudadas, 9,1% não tomam qualquer tipo de medicamento. A média de medicamentos consumidos foi de 4,0 por mulher. Das 2.510 especialidades farmacêuticas citadas, há 538 princípios ativos diferentes. Cerca de 26% dos medicamentos são concordantes com as recomendações da Organização Mundial da Saúde, e 17%, com as da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais. Cerca de 17% dos medicamentos são inadequados para o uso. No que diz respeito a redundâncias, 14,1% das mulheres podem sofrer conseqüências decorrentes desse evento. Quanto às interações medicamentosas, 15,5% das entrevistadas estão expostas às principais interações.

Conclusões
Os dados sugerem que o padrão do uso dos medicamentos entre as idosas é bastante influenciado pela prescrição médica e que sua qualidade é prejudicada pela baixa seletividade do mercado farmacêutico.


SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINAS NA PREVENÇÃO DE CÂNCER

VITAMIN SUPPLEMENTATION IN CANCER CHEMOPREVENTION

 

Rev. Nutr. v.14 n.2 Campinas maio/ago. 2001






Cyntia Rosa de Melo SILVA1
Maria Margareth Veloso NAVES1

Este trabalho constitui uma revisão de dados epidemiológicos sobre a relação entre o consumo de vitaminas e prevenção de câncer. Estudos observacionais evidenciam uma associação inversa consistente entre a ingestão de frutas e hortaliças e risco de câncer, e um efeito protetor das vitaminas C, E e dos carotenóides contra certos tipos de câncer. Resultados de estudos de intervenção, na prevenção primária de câncer, são contraditórios, sendo que em dois desses estudos o -caroteno, suplementado em doses consideradas farmacológicas, isolado ou associado à vitamina E ou à vitamina A, mostrou-se deletério para tabagistas. Ao contrário, a ingestão de doses mais fisiológicas de antioxidantes parece ser mais eficaz, sendo que a ação sinérgica dessas substâncias na quimioprevenção de câncer já foi demonstrada tanto em modelo in vivo de carcinogênese quanto em estudo epidemiológico de intervenção. Como estratégia de prevenção de câncer preconiza-se o consumo de dietas ricas em frutas e hortaliças, que aportem cerca de 150 mg de vitamina C, 30 mg de vitamina E e 4 mg de carotenóides. A ingestão de quantidades mais elevadas, na forma de suplementos, não está recomendada.


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