Secretário de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia



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Anexo III da Resolução SEMAC nº 08/2009






GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL



SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE, DO PLANEJAMENTO, DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA – SEMAC
INSTITUTO DE MEIO AMBIENTE DO MATO GROSSO DO SUL






FORMULÁRIO TÉCNICO PARA REGISTRO DE POÇO TUBULAR PROFUNDO


ESPAÇO RESERVADO AO PROTOCOLO

IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE

Nome:

CPF/ CNPJ:

RG:

Endereço:

Cidade:

Telefones:

Email:

EU, ACIMA IDENTIFICADO E CONFORME ESPECIFICADO NESTE DOCUMENTO, SOLICITO

CERTIFICADO DE REGISTRO DE POÇO TUBULAR PROFUNDO

MANANCIAL SUBTERRÂNEO

Bacia Hidrográfica: ( ) rio Paraguai ( ) rio Paraná

UPG (Sub-bacia):

Município:

Coordenadas Geográficas do local tendo como Datum o SAD 69

Latitude (S): Longitude (W):

Formação/Aquifero:

Vazão (m³/h):

Regime de Bombeamento (h/dia):

CARACTERÍSTICAS HIDROGEOLÓGICAS




Unidade Geológica Aflorante:




Unidade Produtora:




Tipo de Aqüífero (assinalar)

( ) livre; ( ) semiconfinado; ( ) confinado; ( ) sedimentar; ( ) cristalino; ( ) cárstico; ( ) metasedimentar.

Obs.:

CARACTERÍSTICAS DO POÇO

Empresa Responsável pela Perfuração:

Data de conclusão da perfuração:

Profundidade do poço (m):

Diâmetro de revestimento (pol.):

Nível estático (m):

Material de revestimento:

Nível dinâmico (m):

Material do filtro:

Vazão de teste (m³/h):

Material do pré-filtro:

Vazão específica (m³/h/m):

Profundidade dos filtros:

CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA DE RECALQUE

Marca da Bomba:

Marca do Motor:

( ) submersa; ( ) superfície

Modelo:

Altura manométrica:

Potência:

Vazão:

Energia utilizada: ( ) Elétrica;

( ) Outra

RESPONSÁVEL TÉCNICO

Nome:

CREA nº




Endereço:

CEP:




Município:

Tel.:




Cel.:

e-mail:




DECLARO SOB AS PENAS DA LEI QUE TODAS AS INFORMAÇÕES PRESTADAS SÃO VERDADEIRAS

_________________________,______de_________________ de_______


_______________________________ __________________________________



Assinatura do requerente Assinatura do responsável técnico

Com reconhecimento de firma

Verso do documento de Anexo III da Resolução SEMAC nº 08/2009



DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA EM ANEXO

RESERVADO AO IMASUL

1. PERFIL LITOLÓGICO E CONSTRUTIVO DO POÇO




2. TESTE DE BOMBEAMENTO OU TESTE DE VAZÃO ESCALONADA




3. MAPA DE LOCALIZAÇÃO NA ESCALA 1:100.000 BASE TOPOGRÁFICA IBGE/DSG




4. ANÁLISE FISICO-QUÍMICA E BACTERIÓLOGICA




5. MAPA GEOLÓGICO DA ÁREA




OBSERVAÇÃO

Para os poços instalados antes da entrada em vigor da Resolução Conjunta SEMA-IMAP n. 004 de 13 de maio de 2004, será admitida a substituição dos documentos técnicos citados nos itens 1 e 5 da relação acima, por justificativa técnica contendo considerações e inferições a respeito dos mesmos.

RESERVADO AO IMASUL

O SERVIDOR __________________________________________, MATRÍCULA Nº ______________, DECLARA QUE CONSTATOU TEREM SIDO APRESENTADOS, JUNTAMENTE COM ESTE FORMULÁRIO, A DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA ACIMA LISTADA, CONFORME ARTIGO ___ DA RESOLUÇÃO SEMAC Nº 08/2009.
_________________________,______de_________________ de_______
Município Data
___________________________________

Assinatura do Servidor


Anexo IV da Resolução SEMAC nº 08/2009


TERMO DE REFERÊNCIA PARA DESATIVAÇÃO DE POÇO
1. OBJETIVO

Este Termo de Referência define procedimentos genéricos para desativação de poços tubulares que tenham sido abandonados por qualquer motivo ou que não atenderam às normas vigentes ou que ainda apresente algum tipo de contaminação do aqüífero que inviabilize sua utilização.


Será efetuada em caráter temporário através de caixa de proteção da cabeça do poço ou definitivo através de tamponamento, dependendo da situação. Em caráter temporário quando paralisado devido a problemas construtivos ou qualidade da água, reparável ou simplesmente sem uso no momento.

.

2. CAMPO DE APLICAÇÃO



Por solicitação do usuário e aprovação do IMASUL e também por determinação deste em casos onde forem constatadas irregularidades construtivas que coloquem o aqüífero em risco ou ainda por detecção de contaminação inviabilizando seu uso.
3. DEFINIÇÕES

Águas Subterrâneas: As águas que ocorrem em subsuperfície terrestre.

Aqüífero: Formação ou grupo de formações geológicas capazes de armazenar e conduzir água subterrânea.

Poço Tubular: Obra de hidrogeologia de acesso a um ou mais aqüíferos, para captação de água subterrânea, executada com sonda perfuratriz mediante perfuração com diâmetro nominal de revestimento mínimo de 101,6 mm (4”), pode ser parcial ou totalmente revestido em função da geologia local.

Tamponamento: Conjunto de procedimentos empregados no preenchimento de um poço ou furo de pesquisa por calda de cimento, bentonita, brita ou outros materiais inertes com objetivo de restabelecer as condições originais do aqüífero e evitar contaminação através do poço.

Desinfecção: Conjunto de procedimentos empregados para higienização de poços com soluções desinfetantes. Para tal, as soluções mais utilizadas são à base de cloro, como hipoclorito de sódio, hipoclorito de cálcio, água sanitária e cal clorada.

Espaço anular ou anelar: Espaço entre o revestimento do poço e a parede da perfuração (diâmetro da perfuração).

Selo sanitário: Vedação do espaço anelar com argamassa ou calda de cimento com o objetivo de evitar a percolação de águas superficiais para dentro do poço no contato do revestimento e a parede da perfuração.

Laje de proteção: Piso de concreto que envolve a saliência do revestimento do poço, construída com pequeno declive do centro para as bordas.

Calda de cimento: Mistura fluida de cimento e água com consistência que permita a colocação através de um tubo dentro do poço.

Obturador ou Packer: Dispositivo usado para tampar ou selar um poço em uma profundidade específica; freqüentemente utilizado para reter a calda de cimento ao longo do perfil desejado.

Tremonha (tremie pipe): Tubo usado para posicionar a calda no fundo do poço evitando a formação de bolhas, vazios ou obstruções. Originalmente desenhado para posicionar concreto em baixo d’água; deve-se utilizá-lo sempre com a extremidade submersa na calda que esta sendo aplicada.

Poço seco: Perfuração para captação de água subterrânea sem sucesso, sem água.

Poço com vazão insuficiente: Poço tubular cuja vazão obtida não é economicamente viável para explotação.

Poço inacabado: Poço tubular perfurado e não completado.

Poço sem condições de operação: Poço tubular com problemas técnico-construtivos de reparação inviável, ou instalado em aqüífero contaminado, sem possibilidade de realização do tratamento recomendado.

Poço desativado temporariamente: Poço tubular paralisado temporariamente por problemas construtivos ou de qualidade de água, reparável ou implesmente sem uso.

Poço de monitoramento: Poço utilizado para obtenção de parâmetros hidrodinâmicos do aqüífero e ou de qualidade de água.
5. PROCEDIMENTOS

A desativação temporária de um poço tubular deve ser efetuada de acordo com a Figura 1.0 apresentada no item 6, contendo uma caixa protetora construída em material resistente, preferencialmente aço com abas laterais que permitam sua fixação na laje de proteção do poço cuja fixação é recomendada através de parafusos e cimento. O usuário deverá comunicar ao IMASUL através de protocolo apresentando o formulário Desativação Temporária ou Permanente de Poço Tubular Profundo preenchido com as informações do poço e os motivos da desativação temporária, assinado pelo usuário e pelo responsável técnico devidamente habilitado.

A desativação permanente de poço efetuada através do tamponamento objetiva eliminar qualquer possibilidade de penetração de poluentes no(s) aqüífero(s) sobrejacente(s) e também impedir que infiltrações superficiais entrem em contato com as águas subterrâneas. Deve ser planejada e executada de modo a melhor adaptá-la às condições geológicas e hidrogeológicas locais. Tais serviços devem ser realizados por profissionais habilitados ou empresas qualificadas que estejam familiarizados às praticas de construção de poços tubulares.

O projeto de tamponamento a ser apresentado deve seguir as seguintes recomendações para sua execução:



  1. Remover o equipamento de bombeamento, tubulação de recalque ou qualquer obstáculo (material desmoronado) que esteja obstruindo o poço;

  2. Determinar o volume total do poço e da coluna d’água para cálculo do volume dos materiais necessários. A Tabela 1.0 apresentado no item 8 orienta o volume de calda de cimento em função da profundidade e diâmetro do poço ou intervalo a ser cimentado;

  3. Determinar o método e os materiais de tamponamento a serem empregados (em função do tipo de aqüífero e do perfil construtivo do poço);

  4. Sacar a primeira barra de revestimento, sempre que possível. Caso o revestimento seja mantido assegurar a execução de cimentação sanitária adequada;

  5. Desinfetar o poço;

  6. Descer o obturador ou packer até a profundidade onde se deseja cimentar;

  7. Preencher o poço com o material de tamponamento selecionado, cuidadosamente para não causar obstruções;

  8. Recolher Anotação de Responsabilidade Técnica – ART do responsável técnico pelo tamponamento.

Recomenda-se que o tamponamento em nenhum caso seja inferior a 15 metros.


OBS: Em virtude do caráter genérico deste Termo de Referência, eventualmente são necessários procedimentos especiais em virtude da natureza geológica/hidrogeológica ou construtiva, cabendo ao solicitante (usuário do poço), mediante projeto técnico apresentar uma solução mais adequada para o tamponamento.
6. CAIXA PROTETORA

A caixa protetora deve ser construída de material resistente, preferencialmente aço, com abas laterais que permitam sua fixação na laje de proteção. Para fixação da caixa recomenda-se a utilização de parafusos e cimento.



7. DIMENSIONAMENTO DO VOLUME DE CALDA DE CIMENTO

Tabela para auxiliar o dimensionamento do volume de calda de cimento em função da profundidade e diâmetro do poço tubular.




Diâmetro do poço

Volume de calda por profundidade ¹

Metro linear por saco de cimento ²

Saco de cimento por metro de profundidade

polegadas

L/m

m³/m

m/saco

Saco/m

2

1,99

0,002

17,89

0,06

3

4,60

0,005

7,92

0,13

4

8,07

0,008

4,48

0,22

5

12,42

0,013

2,87

0,35

6

18,63

0,019

1,98

0,50

7

24,84

0,025

1,46

0,68

8

32,30

0,033

1,13

0,89

10

50,93

0,051

0,72

1,40

12

73,29

0,073

0,49

2,05

16

130,43

0,130

0,28

3,57

20

203,72

0,204

0,18

5,56

24

305,58

0,288

0,07

14,26

36

658,37

0,66

0,043

23,43

40

822,61

0,82

0,032

31,25

48

1170,16

1,17

0,031

32,21

50

1287,48

1,28

0,028

35,52

60

1856,50

1,85

0,020

51,21

80

3307,58

3,29

0,011

91,24
1   2   3   4


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