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SEFAZ-BA Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia

SGF Superintendência da Gestão Fazendária

DTI Diretoria de Tecnologia da Informação

GEDES Gerência de Administração de Dados e Desenvolvimento de Sistemas

ANÁLISE DE


PONTOS DE FUNÇÃO


BASEADO NO CPM 4.2.1 DO IFPUG





Salvador (Ba), Março de 2007.



ÍNDICE


Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia 18/07/16 2

DTI - Diretoria de Tecnologia da Informação 2

Página 47 514.doc 2

1. OBJETIVO 4

2. VISÃO GERAL DA APF 5

3. DETERMINAÇÃO DO TIPO DA CONTAGEM 7

4. DETERMINAÇÃO DA FRONTEIRA DA APLICAÇÃO 8

5. PONTUAÇÃO DAS FUNÇÕES TIPO DADOS 9

5.1. ARQUIVOS LÓGICOS INTERNOS 9

5.2. ARQUIVOS DE INTERFACE EXTERNA 10

5.3. COMPLEXIDADE FUNCIONAL 11

5.3.1. DADO ELEMENTAR REFERENCIADO 11

5.3.2. REGISTRO LÓGICO REFERENCIADO 12

5.4. CÁLCULO DOS PONTOS 13

5.5. PRÁTICAS DE CONTAGEM 14

5.6. PARTICULARIDADES DO AMBIENTE SEFAZ 17

6. PONTUAÇÃO DAS FUNÇÕES TIPO TRANSAÇÃO 19

6.1. ENTRADAS EXTERNAS 19

6.2. SAÍDAS EXTERNAS 21

6.3. CONSULTAS EXTERNAS 24

6.4. COMPLEXIDADE FUNCIONAL 26

6.5. CÁLCULO DOS PONTOS 26

6.6. SITUAÇÕES ESPECIAIS 27

6.7. PARTICULARIDADES DO AMBIENTE SEFAZ 28



7. CÁLCULO DOS PONTOS DE FUNÇÃO BRUTOS 29

8. FATOR DE AJUSTE 30

8.1. CÁLCULO DO NÍVEL DE INFLUÊNCIA (NI) 30

8.1.1. DETERMINAÇÃO DO GRAU DE CADA CGS 30

I. COMUNICAÇÃO DE DADOS 30

II. PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO 31

III. PERFORMANCE 32

IV. CONFIGURAÇÃO DO EQUIPAMENTO 33

V. VOLUME DE TRANSAÇÕES 34

VI. ENTRADA DE DADOS ON-LINE 34

VII. INTERFACE COM O USUÁRIO (EFICIÊNCIA DO USUÁRIO FINAL) 35

VIII. ATUALIZAÇÃO ON-LINE 36

IX. PROCESSAMENTO COMPLEXO 36

X. REUSABILIDADE 37

XI. FACILIDADE DE INSTALAÇÃO 38

XII. FACILIDADE OPERACIONAL 38

XIII. MÚLTIPLOS LOCAIS 39

XIV. FACILIDADE DE MUDANÇAS (FLEXIBILIDADE) 40

9. CÁLCULO DOS PONTOS DE FUNÇÃO AJUSTADOS 42

9.1. PROJETO DE DESENVOLVIMENTO 42

9.2. PROJETO DE MANUTENÇÃO 42

9.3. CÁLCULO DA APLICAÇÃO 42



10. CONSIDERAÇÕES PARA OS SISTEMAS SEFAZ 44

10.1. ELEMENTOS DE INTERFACE 44

10.1.1. BOTÕES DE RÁDIO 44

10.1.2. CHECK LIST 44

10.1.3. COMBO BOX 44

10.1.4. TREE VIEW 44

10.2. SISTEMAS OU APLICATIVOS DE APOIO 44

1.2.1 PROD 44



11. GLOSSÁRIO 45



1.OBJETIVO


Este documento tem como principal objetivo apresentar, de forma resumida, as regras de contagem utilizadas na Análise de Pontos de Função estabelecidas no CPM4.2.1 (Counting Practices Manual) do IFPUG. Além disso, estão incluídas algumas definições de contagem adotadas na SEFAZ, objetivando tornar a aplicação da técnica mais direta. Esta documentação deverá ser utilizada como principal referência nas pontuações efetuadas nos sistemas da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia.

2.VISÃO GERAL DA APF

A Análise de Pontos de Função (APF) é um método padronizado para medição de sistemas, o qual visa estabelecer uma medida de “tamanho” funcional do Software (Pontos de Função). A análise das medidas deve ser feita quantificando as funcionalidades (números de pontos de função) que o software provê, sob a visão do usuário, baseando-se primeiramente no desenho lógico.


Os objetivos da APF são:


  • medir a funcionalidade que o usuário requisitou e recebeu;

  • medir o desenvolvimento e/ou manutenção do sistema independentemente da tecnologia utilizada para implementação.

Além desses objetivos principais, o processo de contagem de pontos de função deve ser:



  • simples o suficiente para minimizar as despesas gerais no processo de medida;

  • uma medida consistente entre vários projetos e organizações.

As organizações podem aplicar a análise por pontos de função como:




  • uma ferramenta para determinar o tamanho de uma aplicação;

  • um veículo para estimar custos e recursos requeridos para desenvolvimento e manutenção do software;

  • uma ferramenta para ajudar ao usuário a determinar o benefício de um pacote para suas organizações ao contar funções que especificamente atendam às suas necessidades;

  • um fator de normalização para comparação de software.

A contagem dos pontos geralmente obedece aos seguintes passos propostos:




  1. Determinação do Tipo da Contagem.

  2. Determinação da Fronteira da Aplicação e do Escopo da contagem.

  3. Pontuação das Funções Tipo Dados.

  4. Pontuação das Funções Tipo Transação.

  5. Cálculo dos Pontos de Função Brutos.

  6. Determinação do Fator de Ajuste.

  7. Cálculo dos Pontos de Função Ajustados.


Fluxograma de contagem:



3.DETERMINAÇÃO DO TIPO DA CONTAGEM

Este é o primeiro passo do procedimento de contagem. Existem 3 tipos de contagem consideradas na APF:




  • Projeto de Desenvolvimento.

  • Projeto de Manutenção.

  • Cálculo da Aplicação.

O Projeto de Desenvolvimento efetua a pontuação da primeira versão do software, sendo abordadas não só as funcionalidades providas ao usuário como as existentes no processo de conversão dos dados (se existirem). Deve-se determinar, a partir da MDMS (Metodologia de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas), o(s) momento(s) onde a(s) pontuação(ões) deve(m) ser efetuada(s) .


O Projeto de Manutenção mede as modificações em uma aplicação existente. As alterações podem adicionar, modificar ou excluir funcionalidades entregues ao usuário quando o projeto de desenvolvimento já foi concluído. Quando as funcionalidades de um Projeto de Manutenção são instaladas, a contagem total da aplicação deve ser atualizada para refletir as mudanças feitas na aplicação.
O Cálculo da Aplicação é feito com uma aplicação instalada. Também pode ser referenciada como Baseline ou como Contagem dos Pontos de Função Instalados. Esse cálculo é efetuado através da pontuação das funcionalidades existentes em uma dada versão de uma aplicação e atualizado todas as vezes que um Projeto de Manutenção altera a contagem dos pontos de função de uma aplicação.
NOTA:


Na etapa 7, Cálculo dos Pontos de Função Ajustados, serão tratadas as fórmulas para cada tipo de contagem.


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