Sefaz-ba secretaria da Fazenda do Estado da Bahia sgf superintendência da Gestão Fazendária dti



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4.DETERMINAÇÃO DA FRONTEIRA DA APLICAÇÃO

A Fronteira de uma Aplicação é uma espécie de “membrana“ que separa o software a ser mensurado das demais aplicações. Essa separação deve ser feita baseando-se unicamente na Visão do Usuário e não em considerações de cunho técnico.


A Fronteira de uma Aplicação define o que é externo e interno à aplicação e poderá incluir mais de um sistema.
Exemplo: A fronteira do sistema SFSAT comporta todos os seus módulos (Atrac, Ctrac, etc.).
O escopo de uma contagem delimita, dentro da fronteira da aplicação, as funcionalidades e os grupos de dados que serão medidos.
Exemplo: Dentro da fronteira do SFSAT, o escopo de uma determinada contagem poderia envolver apenas as funções que seriam implementadas pela fábrica de software ou apenas aquelas que seriam utilizadas por determinada gerência. As demais funcionalidades não seriam pontuadas nesta ocasião.

REGRAS PARA IDENTIFICAÇÃO:


  • A Fronteira entre aplicações relacionadas é baseada em separadas áreas funcionais sob o ponto de vista de usuário, não levando em conta considerações técnicas;

  • A contagem de um Projeto de Manutenção inclui todas as funções que estão sendo incluídas, alteradas e excluídas. A Fronteira da aplicação permanece a mesma.


DICAS:


  • Pode-se utilizar as especificações do sistema ou um diagrama de contexto para determinar a fronteira da aplicação;

  • Pode-se determinar a fronteira de uma aplicação observando como os grupos de dados são mantidos (internos ou externos à aplicação).


5.PONTUAÇÃO DAS FUNÇÕES TIPO DADOS

As funções Tipo Dados são representadas pelos agrupamentos lógicos de dados atualizados ou consultados pela aplicação pontuada. Esses agrupamentos são chamados Arquivos Lógicos Referenciados (ALRs) e dividem-se em dois tipos:




  • Arquivos Lógicos Internos (ALI);

  • Arquivos de Interface Externa (AIE).


NOTA:


O termo arquivo não representa a definição comum de processamento de dados. Neste caso, a palavra arquivo refere-se a um agrupamento de dados logicamente relacionados e não a uma implementação física destes grupos.


    1. ARQUIVOS LÓGICOS INTERNOS

Grupo de dados ou informação de controle reconhecidos pelo usuário, logicamente relacionados e mantidos dentro da fronteira da aplicação.


A principal finalidade de um ALI é armazenar os dados mantidos através de um ou mais processos elementares da aplicação que está sendo contada.

REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:


  • O grupo de dados ou informações de controle é lógico e reconhecido pelo usuário;




  • O grupo de dados é mantido através de pelo menos um processo elementar de dentro da fronteira da aplicação.

Devem ser considerados ALIs:




  • Tabelas que mantêm dados do negócio do usuário;

  • Arquivos de Senha mantidos dentro da aplicação;

  • Arquivos de Help mantidos dentro da aplicação;

  • Dados relativos a parâmetros mantidos dentro da aplicação.


NOTA:


Arquivos de Senha, Help e Parâmetros devem ser contados como ALI se a própria aplicação disponibilizar ao usuário uma forma de atualizá-los. Em contrapartida, helps feitos em uma ferramenta externa não devem ser contados como ALI.


Não devem ser considerados ALIs:


  • Repetições do ALI já identificado;

  • Arquivos temporários (tabelas temporárias usadas para gerar relatórios);

  • Arquivos de Ordenação (índices);

  • Arquivos existentes por necessidade tecnológica;

  • Arquivos de backup;

  • Arquivos gerados para conter informações sobre transações incompletas, desde que não haja telas para consulta/manutenção destes arquivos na aplicação. Caso contrário, eles podem ser pontuados como Arquivos Lógicos Internos;

  • Views;

  • Partes de um mesmo arquivo distribuídas geograficamente ou replicadas por razões de tecnologia;

  • Arquivos de movimento, para importação/exportação de dados (ex: txts de remessa e retorno, arquivos intermediários de processos executados em várias fases, etc). Contudo, as rotinas que geram ou processam estes arquivos na aplicação podem ser processos elementares desta.

    1. ARQUIVOS DE INTERFACE EXTERNA

Grupo de dados ou informação de controle reconhecidos pelo usuário, logicamente relacionados e referenciados pela aplicação, mas mantidos dentro da fronteira de outra aplicação.


A principal finalidade de um AIE é agrupar os dados localizados fora da fronteira da aplicação sendo pontuada que são referenciados (porém não mantidos) por ela, através de um ou mais processos elementares dentro de sua fronteira. Isto significa que um AIE contado em uma aplicação deve ser (ou estar contido em) um ALI em outra aplicação.
D

  • A principal diferença entre um ALI e um AIE é que o AIE não é mantido pela aplicação que está sendo contada.



ICA:

REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:


  • O grupo de dados ou informações de controle é lógico e reconhecido pelo usuário;




  • O grupo de dados é referenciado e externo à aplicação que está sendo contada;




  • O grupo de dados não é mantido pela aplicação que está sendo contada;




  • O grupo de dados é mantido em (ou é parte de) um ALI de outra aplicação.

Devem ser considerados AIEs:




  • Arquivos de Senha mantidos fora da aplicação;

  • Arquivos de Help mantidos fora da aplicação, caso a aplicação pontuada efetue a leitura do arquivo de uma outra aplicação;

  • Dados relativos a parâmetros mantidos fora da aplicação.


NOTA:


Arquivos de Senha, Help e Parâmetros devem ser contados como AIE se uma outra aplicação mantiver esses dados (Robohelp, por exemplo), disponibilizando para o usuário uma forma de atualizá-los e se a aplicação pontuada acessar essas informações.

Não devem ser considerados AIEs:




  • Dados recebidos de outras aplicações que são mantidos em algum ALI da aplicação pontuada;

  • Dados formatados e enviados para fora da fronteira da aplicação;

  • Arquivos temporários;

  • Arquivos de Ordenação (índices);

  • Arquivos existentes por necessidade tecnológica;

  • Cópias dos Arquivos Lógicos Externos;

  • Views;

  • Partes de um mesmo arquivo distribuídas geograficamente ou replicadas por razões de tecnologia;

  • Arquivos de movimento , para importação/exportação de dados (ex: txts de remessa e retorno, arquivos intermediários de processos executados em várias fases, etc).


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