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SAÍDAS EXTERNAS

Uma Saída Externa (SE) é um processo elementar que envia dados ou informações de controle para fora da fronteira da aplicação. A intenção principal de uma SE é apresentar informação ao usuário gerada através de processamento lógico em complemento à recuperação de dados ou informação de controle.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:
Todas as regras devem se aplicar para que o processo elementar seja contado como uma única ocorrência de uma SE:


  • Os dados ou informações de controle devem ser enviados para fora da fronteira da aplicação;

  • O processamento lógico deve efetuar pelo menos uma das operações abaixo:

    • Possuir pelo menos uma fórmula matemática ou cálculo;

    • Criar dados derivados;

    • Manter pelo menos um ALI;

    • Alterar o comportamento do sistema.

Para contar o processo elementar como único, uma das 3 seguintes afirmativas deve se aplicar:



    • O processamento lógico é único e diferente de outros processamentos lógicos executados por outras SEs existentes na aplicação;

    • O conjunto de dados identificado é diferente de outros identificados para outras SEs existentes na aplicação;

    • Os ALIs ou AIEs referenciados são diferentes de outros arquivos referenciados por outras SEs existentes na aplicação.

São exemplos de Saídas Externas:




  • Relatórios que efetuam cálculos;

  • Envio de dados, arquivos e/ou mensagens para outra aplicação ou para a tela quando dados são calculados ou derivados ou quando ocorre uma atualização como parte do processo elementar, mesmo que estes não cruzem a fronteira;

  • Exibição de dados derivados ou calculados ou envio dos mesmos através de um arquivo;

  • Gráficos (quando estes utilizam alguns cálculos);

  • Telas de Login (com função de criptografia/decriptografia);

  • Envio de e-mails (desde que estes contenham fórmulas, cálculos ou dados derivados ou algum ALI seja mantido durante o processo);

  • Consulta de registros filho durante o processo de manutenção do registro pai, com processamento adicional.

Exemplo: Durante a inclusão de um empregado, os dependentes do mesmo são listados através de uma consulta, com processamento de dados derivados. Esta, por sua vez, é um processo elementar independente, e deve ser pontuada como Saída Externa em separado (seus DERs, contudo, não são contados no processo de inclusão de empregado).

As seguintes situações não podem ser consideradas Saídas Externas:




  • Relatórios idênticos, apenas com valores diferentes;

  • Relatórios ou arquivos enviados para outra aplicação que não possuem dados derivados, cálculos ou fórmulas e não mantêm um ALI dentro da aplicação que está enviando dados;

  • Campos de totalização encontrados em um detalhamento do relatório ou consulta (na verdade, estes são contados como DERs da Saída Externa);

  • “Refresh” ou limpeza de dados na tela;

  • Re-ordenamento de campos sem que haja um outro processamento lógico;

  • Referência a dados mantidos como ALI por uma outra aplicação;

  • Arquivos de Help;

  • Telas de Logoff;

  • Múltiplos métodos para invocar uma mesma Saída;

  • Mensagens de Erro resultantes de uma validação de uma Entrada Externa ou da requisição de uma Saída ou Consulta Externa;

  • Mensagens de Confirmação, indicando que algum processamento foi concluído;

  • Mensagens que questionam ao usuário se a operação deve ou não ser concluída;

  • Dados Idênticos enviados a mais de uma aplicação;

  • Relatórios baseados em consultas SQL alteradas pelos usuários;

  • Dados trafegados dentro da própria fronteira da aplicação através de processamento on-line ou batch;

  • Processos que recuperam ou mantêm dados de código (code data).



REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO DE ALRs EM UMA SE:

  • Contar um ALR para cada ALI ou AIE lido durante o processamento do processo elementar;

  • Contar um ALR para cada ALI mantido durante o processamento do processo elementar;

  • Contar apenas um ALR para cada ALI que é mantido e lido durante o processo elementar.



NOTA:


Uma Saída Externa pode existir sem referenciar nenhum arquivo lógico.



REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO DE DERs EM UMA SE:


  • Contar um DER para cada campo não repetido e reconhecido pelo usuário que atravessa a fronteira da aplicação e é necessário para especificar quando, o que e/ou como os dados devem ser recuperados ou gerados por um processo elementar;

Exemplo: Dados definidos como critérios de filtragem da busca.

  • Contar um DER para cada campo não repetido e reconhecido pelo usuário que sai da fronteira da aplicação;

  • Contar apenas um DER para cada campo que entra e sai da fronteira da aplicação;

  • Contar um DER para a capacidade de enviar mensagens de resposta para fora da fronteira da aplicação que indiquem erros ocorridos durante o processamento, confirmação de que o processo está completo ou que verifiquem se o processo deve continuar. Deve-se contar apenas um DER para as mensagens, mesmo que essas sejam diferentes (mensagens de erro ou de confirmação, por exemplo);

  • Contar um DER para a habilidade de especificar a ação a ser tomada, mesmo que existam múltiplos métodos para invocar a mesma lógica de processamento;

Exemplo: Uma funcionalidade que possa ser disparada pelo Botão X em uma tela de cadastro, por uma tecla de função, por um click no mouse, etc.

Contar um DER para cada dado derivado, não repetido, que sai através da fronteira da aplicação, mesmo que não seja gravado em ALI;



  • Não contar como DERs:

    • Numeração de página (dinâmica ou estática);

    • Id do usuário;

    • Literais;

Exemplo: “Relatório de XXXXX”.

    • Nomes das colunas;

    • Indicador de posição da informação;

Exemplo: “Página 30 de 147”.

    • Comandos de paginação;

Exemplo: Próximo, Último, Anterior, Primeiro.

    • Campo com informação de data ou hora de disparo da saída externa.


NOTA:


A “data do sistema” (no disparo de eventos temporais) e comandos de disparo dos processos elementares (cliques de botão, mensagens entre objetos,etc.) não cruzam a fronteira da aplicação. A primeira não deve ser contada, mas os últimos, por representarem a habilidade de especificar a ação a ser tomada, devem ser contados como um DER das saídas externas.


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