Sefaz-ba secretaria da Fazenda do Estado da Bahia sgf superintendência da Gestão Fazendária dti



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PARTICULARIDADES DO AMBIENTE SEFAZ

Particularidades referentes ao ambiente SEFAZ devem ser tratadas da seguinte maneira:




  • No caso de relatórios e listagens com montagem dinâmica, ou seja, em que o usuário escolhe em tempo de execução os campos que serão apresentados, a rigor, dever-se-ia pontuar uma SE/CE distinta para cada uma das combinações possíveis entre os campos disponíveis para a montagem. Porém, esta forma de interpretação pode distorcer o tamanho funcional da aplicação e até inviabilizar a pontuação da funcionalidade. A Sefaz determina que a pontuação deste tipo de funcionalidade seja negociada caso a caso.



7.CÁLCULO DOS PONTOS DE FUNÇÃO BRUTOS


Os pontos de função brutos podem ser calculados somando os pontos obtidos com as funções do tipo Dados com os pontos obtidos com as funções do tipo Transação.

PFB = PF Dados + PF Transação


8.FATOR DE AJUSTE

O Fator de Ajuste (FA) é baseado em 14 (quatorze) características gerais que classificam a funcionalidade geral da aplicação que está sendo contada. Cada característica tem descrições associadas que ajudam a determinar os graus de influência das mesmas. Os graus de influência variam numa escala de zero a cinco, de nenhuma influência a grande influência.


As quatorze características gerais são resumidas no valor do fator de ajuste. Quando aplicado, este fator ajusta a contagem de pontos de função não ajustados em +/- 35% (trinta e cinco por cento) para produzir a contagem de Pontos de Função Ajustados.
A fórmula a ser aplicada para efetuar o cálculo do Fator de Ajuste é:
FA = (NI * 0,01) + 0,65
Onde:

NI – Nível de Influência




    1. CÁLCULO DO NÍVEL DE INFLUÊNCIA (NI)

O NI será calculado pelo somatório dos graus (pesos) das 14 características gerais do sistema (CGS):


Baseado nos requerimentos do usuário, cada CGS deve ser avaliada e ter um grau associado conforme a escala de apresentação sugerida a seguir:


  • 0  Não presente ou sem influência.

  • 1  Baixa influência.

  • 2  Moderada influência.

  • 3  Média influência.

  • 4  Significante influência.

  • 5  Forte influência.



      1. DETERMINAÇÃO DO GRAU DE CADA CGS

  1. COMUNICAÇÃO DE DADOS

Determina em que grau a aplicação se comunica diretamente com o processador. Os dados ou informações de controle utilizados na aplicação são enviados ou recebidos através de facilidades de comunicação. Dispositivos que estão localmente conectados à unidade de controle estão utilizando algum tipo de facilidade de comunicação.




Grau

Descrição

0

Aplicação puramente batch ou funciona em um aplicação stand-alone.

1

Aplicação é batch, mas possui entrada de dados remota ou impressão remota.

2

Aplicação é batch, mas utiliza entrada de dados remota e impressão remota.

3

Aplicação inclui coleções de dados on-line ou possui um front end de teleprocessamento para a execução de processamento batch ou sistema de consulta.

4

Aplicação é mais do que um front-end, mas suporta apenas um tipo de protocolo de comunicação.

5

Aplicação é mais do que um front-end e suporta mais de um tipo de protocolo de comunicação.


NOTA:

Protocolo é um conjunto de convenções que permite a transferência ou troca de informação entre dois sistemas ou dispositivos. Todos os links de comunicação necessitam de algum tipo de protocolo.



REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • Apenas aplicações batch sem qualquer interatividade devem possuir grau 0;

  • Aplicações que possuem uma tela de entrada de dados on-line, mas atualizam os dados através de uma processo batch devem ter grau 3;

  • Se a entrada de dados e a atualização ocorrem de forma on-line o grau associado deve ser 4;

Exemplo: Sistemas Cliente/Servidor.

  • Se além do item anterior, existem múltiplos tipos de protocolo de comunicação, o grau deve ser 5;

  • De uma forma geral, aplicações batch estão associadas a um grau de 0 a 3; aplicações on-line ao grau 4; aplicações de tempo real, aplicações web, sistemas de telecomunicação ou de controle de processo devem possuir grau 4 ou 5.


REGRAS ADOTADAS NA SEFAZ:

  • Aplicações em VB/SQL devem possuir grau 4 ou 5;

  • Aplicações WEB devem possuir grau 4 ou 5;

  • Aplicativos que rodam na casa do auditor e que são integrados com as bases da SEFAZ devem possuir grau 3.

  1. PROCESSAMENTO DISTRIBUÍDO

Processamento distribuído representa em que grau existe transferência de dados entre os componentes da aplicação. Essa característica considera apenas o escopo interno da fronteira da aplicação.




Grau

Descrição

0

Não há transferência de dados ou processamento de funções entre os componentes da aplicação.

1

A aplicação transfere dados que serão processados pelo usuário final em outro componente do sistema.

2

Dados são preparados para transferência, então são transferidos e processados em um outro componente da aplicação (não pelo usuário final).

3

Existe processamento distribuído e transferência de dados on-line apenas em uma direção.

4

Existe processamento distribuído e transferência de dados on-line em ambas as direções.

5

As funções de processamento são dinamicamente executadas no componente mais adequado do sistema.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • Apenas aplicações com algum requisito de distribuição ou de tempo-real podem ter um valor associado;

  • Aplicações nas quais não há transferência de dados on-line recebem grau 1 ou 2;

  • Aplicações Cliente/Servidor ou WEB devem possuir grau entre 3 e 4;

  • Aplicações de tempo real, sistemas de telecomunicação ou de controle de processo podem possuir grau entre 0 e 5;

  • Para grau 5 é necessário a existência de múltiplos servidores ou processadores. Além disso, os servidores devem ser selecionados dinamicamente com base na sua disponibilidade em tempo real.



REGRAS ADOTADAS NA SEFAZ:

  • Para o ambiente cliente/servidor considerar grau 3;

  • Para ambiente WEB considerar grau 3;

  • Se na aplicação existe predominância de componentes instalados no servidor COM+ considerar grau 4;

  • Para ambiente de grande porte considerar grau 0 como regra geral. Considerar grau 1 se existem rotinas de exportação e ou integração de qualquer tipo com a plataforma baixa.


  1. PERFORMANCE

Descreve em que grau o tempo de resposta e a performance de transferência de dados influenciam no desenvolvimento da aplicação.



Os objetivos de performance da aplicação, solicitados ou aprovados pelo usuário, tanto em tempo de resposta quanto em transferência de dados, influenciam (ou vão influenciar) o projeto, o desenvolvimento, a instalação e o suporte que será fornecido na aplicação.



Grau

Descrição

0

Nenhum requerimento especial de performance foi solicitado pelo usuário.

1

Requerimentos de performance e de projeto foram estabelecidos e revistos, mas nenhuma ação especial foi requerida.

2

Tempo de resposta e volume de processamento são críticos durante horários de pico de processamento. Nenhum projeto especial para a utilização do processador foi requerido. A data limite para a disponibilidade de processamento é sempre o próximo dia útil.

3

Tempo de resposta e volume de processamento são críticos durante todo o horário comercial. Nenhum projeto especial para a utilização do processador foi requerido. A data limite para a comunicação com outros sistemas é um item importante.

4

Além de 3, os requerimentos de performance estabelecidos requerem tarefas de análise de performance na fase de projeto da aplicação.

5

Além de 4, ferramentas de análise de performance foram usadas nas fases de projeto, desenvolvimento e/ou implementação para atingir os requerimentos de performance estabelecidos.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • Grau 4 requer tarefas de análise de performance durante a fase de projeto;

  • Grau 5 requer uso de ferramentas específicas de análise de performance;

  • Geralmente, aplicações on-line e batch possuem grau entre 0 e 4;

  • Geralmente, aplicações de tempo real, sistemas de telecomunicação ou de controle de processo podem possuir grau de 0 a 5;

  • Aplicações web recebem grau 4 ou 5;

  • A maioria dos sistemas de informação on-line recebem grau 2.



REGRAS ADOTADAS NA SEFAZ:


  • Para sistemas de consulta considerar grau 0 ou 1;

  • Para sistemas transacionais considerar grau 2;

  • Considerar grau acima de 3 apenas para situações especiais e com justificativa.

  1. CONFIGURAÇÃO DO EQUIPAMENTO

Descreve em que grau as restrições dos recursos computacionais influenciam no desenvolvimento da aplicação.


Está presente em uma aplicação quando existem restrições operacionais devido à pesada utilização dos equipamentos.

Exemplo: O usuário deseja rodar a aplicação em um equipamento comprometido pelo seu alto grau de utilização.




Grau

Descrição

0

Nenhuma restrição operacional explicita ou mesmo implícita foi incluída.

1

Existem restrições operacionais leves. Não é necessário esforço especial para resolver as restrições.

2

Algumas considerações de ajuste de performance e segurança são necessárias.

3

Requerimentos específicos quanto ao processador são necessários para uma parte definida da aplicação.

4

Requerimentos específicos quanto ao processador são necessários para a aplicação inteira.

5

Além do item 4, existem restrições especiais nos componentes distribuídos do sistema.



REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • A maioria das aplicações possuem grau 2;

  • Para os graus de 3 a 5, a aplicação deve ser cliente/servidor, de tempo real, de telecomunicação ou de controle de processo. É preciso também que exista um processador dedicado ou múltiplos processadores executando as mesmas transações e buscando a melhor forma de fazê-lo.



REGRAS ADOTADAS NA SEFAZ:


  • Para a ambiente cliente/servidor e WEB deve ser considerado grau 2;

  • Para o ambiente COM+ deve ser considerado grau 2;

  • Para a plataforma alta deverão ser observadas as restrições do ambiente e da aplicação.

  1. VOLUME DE TRANSAÇÕES

Descreve o grau em que o volume de transações influenciou no desenvolvimento da aplicação. Essa característica se assemelha à III – Performance, no que se refere a considerações de performance influenciarem o projeto, o desenvolvimento, a instalação e o suporte que será fornecido na aplicação.





Grau

Descrição

0

Não estão previstos períodos de picos de volume de transação.

1

Estão previstos picos de transações mensalmente, trimestralmente, anualmente ou em certo período do ano.

2

São previstos picos semanais.

3

São previstos picos diários.

4

Altos volumes de transações foram estabelecidos pelo usuário como requisitos da aplicação ou o tempo de resposta necessário atinge nível alto o suficiente para requerer tarefas de análise de performance na fase de projeto.

5

Além do descrito no item anterior, é necessário utilizar ferramentas de análise de performance nas fases de projeto, desenvolvimento e/ou implantação.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • Grau 4 requer tarefas de análise de performance durante a fase de projeto;

  • Grau 5 requer uso de ferramentas especificas de análise de performance;

  • Geralmente aplicações batch podem receber grau entre 0 e 3;

  • Geralmente aplicações on-line podem receber grau entre 0 e 4;

  • Geralmente aplicações de tempo real, sistemas de telecomunicação ou de controle de processo devem possuir grau de 0 a 5.


  1. ENTRADA DE DADOS ON-LINE

Descreve em que grau os dados são fornecidos à aplicação ou recuperados através de transações interativas.




Grau

Descrição

0

Todas as transações são processadas em modo batch.

1

De 1% a 7% das transações são entradas de dados on-line.

2

De 8% a 15% das transações são entradas de dados on-line.

3

De 16% a 23% das transações são entradas de dados on-line.

4

De 24% a 30% das transações são entradas de dados on-line.

5

Mais de 30% das transações são entradas de dados on-line.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • Geralmente aplicações batch possuem grau 0 ou 1;

  • Geralmente aplicações de tempo real, sistemas de telecomunicação ou de controle de processo possuem grau 5;

  • Aplicações batch precisam ser pelo menos 71% batch para ter grau menor que 5.



REGRAS ADOTADAS NA SEFAZ:


  • Para sistemas transacionais em ambiente cliente/servidor, COM+ e Web considerar grau 5.

  1. INTERFACE COM O USUÁRIO (EFICIÊNCIA DO USUÁRIO FINAL)

Descreve o grau de facilidades para o uso humano da aplicação que está sendo medida. Ou seja, a eficiência do usuário final no uso da aplicação.


Sejam os Itens:


  • Auxílio à navegação (teclas de atalho, acesso direto, menus dinâmicos).

  • Menus.

  • Documentação e auxilio on-line.

  • Movimentação automática de cursor.

  • Scrolling (Movimentação de tela vertical e/ou horizontal através de setas).

  • Impressão remota (através de transmissão on-line).

  • Teclas de função preestabelecidas.

  • Processos batch submetidos a partir de transações on-line.

  • Seleção feita por posicionamento de cursor em tela de dados.

  • Utilização intensa de campos com vídeo reverso, intensificados, sublinhados, coloridos e outros indicadores.

  • Impressão da documentação das transações on-line.

  • Utilização de mouse.

  • Janelas pop-up.

  • O menor número possível de telas para executar uma função do negócio.

  • Suporte bilíngüe (suporte para duas linguagens – contar como 4 itens).

  • Suporte multilíngue (suporte para mais de duas linguagens – contar como 6 itens).




Grau

Descrição

0

Nenhum dos itens descritos acima.

1

De 1 a 3 itens acima.

2

De 4 a 5 itens acima.

3

Mais de 5 dos itens acima, mas não há requerimentos específicos do usuário quanto à amigabilidade do sistema.

4

Mais de 5 dos itens acima. Além disso, foram estabelecidos requerimentos quanto à amigabilidade do sistema fortes o suficiente para gerarem atividades especificas na fase de projeto envolvendo fatores como minimização da digitação, maximização de defaults e uso de templates.

5

Mais de 5 dos itens acima. Além disso, foram estabelecidos requerimentos quanto à amigabilidade fortes para requerer ferramentas e processos especiais para demonstrar que os objetivos foram alcançados.



REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • Aplicações batch sem qualquer interatividade com o usuário devem possuir grau 0;

  • Aplicações em modo texto recebem grau 1 ou 2;

  • Aplicações com interface gráfica com pouco volume de transação recebem grau 3;

  • Aplicações com interface gráfica com auto volume de transação e a maioria das aplicações web intranet recebem grau 4 (requer tarefas na fase de projeto);

  • Aplicações web na internet recebem grau 5 (requer ferramentas e processos especiais para demonstrar que os objetivos foram alcançados).


  1. ATUALIZAÇÃO ON-LINE

Descreve em que grau os ALIs da aplicação são atualizados de forma on-line.




Grau

Descrição

0

Nenhum arquivo é atualizado on-line.

1

Atualização on-line de um a 3 arquivos de controle. O volume de atualizações é baixo e a recuperação de dados é fácil.

2

Atualização on-line 4 ou mais arquivos de controle. O volume de atualizações é baixo e a recuperação de dados é fácil.

3

Atualização on-line da maioria dos Arquivos Lógicos Internos.

4

Além do item 3, é necessário proteção contra perda de dados que foi projetada e implementada no sistema.

5

Além do item 4, altos volumes trazem considerações de custo no processo de recuperação. Processos para automatizar a recuperação foram incluídos minimizando a intervenção do operador.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  1. P

    • Aplicações batch que não atualizam de forma on-line os seus ALIs devem possuir grau 0;

    • Se existe proteção contra perda de dados, a exemplo de commit e rollback (Rotinas de backup não devem ser consideradas) o grau deve ser 4. Recuperação automática de dados provida pelo sistema operacional conta se causar impacto na aplicação;

    • Para o grau 5 a aplicação deve possuir implementada em código a capacidade de recuperação automática de dados;

    • Atualizações on-line de arquivos que modificam a forma pela qual a aplicação processa ou valida dados recebem grau 1 ou 2;

    • Atualizações on-line de dados persistidos pelo usuário recebem grau 3;

    • Aplicações de gerenciamento de informações recebem grau 3 ou menor;

    • A maioria das aplicações com interface gráfica recebem grau 3 ou maior.
    ROCESSAMENTO COMPLEXO

Descreve em que grau a lógica de processamento influenciou o desenvolvimento da aplicação.


Sejam os Itens:


  • Controle sensível (por exemplo, processamento especial de auditoria) e/ou processamento de segurança específico da aplicação.

  • Processamento lógico extensivo.

  • Processamento matemático extensivo.

  • Processamento gerando muitas exceções, resultando em transações incompletas que devem ser processadas novamente.

Exemplo: Transações incompletas em terminais ATM causados por interrupções de teleprocessamento ou falhas nas validações.

  • Processamento complexo para tratar múltiplas possibilidades de entrada/saída

Exemplo: Multimídia ou diferentes dispositivos independentes.


Grau

Descrição

0

Nenhum dos itens descritos acima.

1

Apenas 1 dos itens acima.

2

2 dos itens acima.

3

3 dos itens acima.

4

4 dos itens acima.

5

Todos itens acima.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • As seguintes perguntas devem ser feitas para auxiliar a avaliação do grau:

  1. A aplicação provê segurança no nível em que apenas tipos de usuários específicos podem ver ou atualizar os dados?

  2. Existe trilha de auditoria?

  3. Existe um conjunto significante de estruturas de decisão (if/then/else, mais de 4 ifs aninhados, etc.) no processamento lógico?

  4. Existe extensivo processamento matemático (processamento aritmético envolvendo mais do que as 4 operações básicas)?

  5. Existem edições e validações complexas de dados?

  6. Recursos como multimídia são implementados na aplicação?

OBS: O grau atribuído independe da plataforma.


  1. REUSABILIDADE

Descreve em que grau o código de uma aplicação ou seus componentes foram especificados, projetados, desenvolvidos e possuem suporte para serem reutilizados por outra aplicação.




Grau

Descrição

0

Nenhum código reutilizável.

1

Código reutilizável é utilizado somente na aplicação.

2

Menos de 10% de reutilização de código.

3

10% ou mais da aplicação prevê reutilização de código.

4

A aplicação foi especificamente gerada em pacotes (componentes) e/ou documentada para ter seu código facilmente reutilizado por outra aplicação e é customizada em nível de código fonte.

5

Aplicação especificamente projetada e/ou documentada para ter seu código facilmente reutilizado por outra aplicação e pode ser customizada através de parâmetros que podem ser alterados pelo usuário.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • Para a maioria das aplicações deve-se considerar grau 1 (reuso é considerado sem levar em conta onde foi desenvolvido);

  • Para grau 2 ou maior, o código precisa ter sido desenvolvido para uso em mais de uma aplicação, e estar disponível em uma biblioteca de uso geral (ex: sistemas que utilizam DLLs);

  • Aplicações customizadas por parametrização recebem grau 5. O código reutilizado pode sofrer pequenas alterações na aplicação.

OBS: O grau atribuído independe da plataforma.


  1. FACILIDADE DE INSTALAÇÃO

Avalia o grau do esforço de conversão de ambientes legados que influenciou o desenvolvimento da aplicação. Facilidades de conversão e instalação são características da aplicação que está sendo desenvolvida. Planos de conversão e instalação foram gerados e executados e/ou ferramentas de conversão foram providas e testadas durante a fase de teste da aplicação.





Grau

Descrição

0

Nenhuma consideração especial foi estabelecida pelo usuário e nenhum procedimento especial para configuração de hardware ou de software é necessário para instalação.

1

Nenhuma consideração especial foi estabelecida pelo usuário, mas procedimento especial para configuração de hardware ou de software é necessário para instalação.

2

Requerimentos de conversão e instalação foram estabelecidos pelo usuário e roteiros de conversão e instalação foram providos e testados. O impacto da conversão no projeto não é considerado importante.

3

Requerimentos de conversão e instalação foram estabelecidos pelo usuário e roteiros de conversão e instalação foram providos e testados. O impacto da conversão no projeto é considerado importante.

4

Além do item 2, ferramentas de instalação e conversão automáticas foram providas e testadas.

5

Além do item 3, ferramentas de instalação e conversão automáticas foram providas e testadas.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • A maioria das aplicações requer algum tipo de configuração especial para instalação e recebem grau 1.

OBS: O grau atribuído independe da plataforma.



  1. FACILIDADE OPERACIONAL

Descreve em que nível a aplicação atende a aspectos operacionais, tais como processos de startup, de backup, e de recovery. Esta CGS considera em que nível a aplicação minimiza a necessidade de intervenções manuais.




Grau

Descrição

0

Nenhuma consideração especial de operação, além do processo normal de back-up foi estabelecido pelo usuário.

1-4

Verifique quais das seguintes afirmativas podem ser identificadas na aplicação. Selecione as que forem aplicáveis. Cada item vale um ponto, exceto se definido explicitamente.

  • Foram desenvolvidos processos de inicialização, back-up e recuperação, mas a intervenção do operador é necessária.

  • Foram estabelecidos processos de inicialização, back-up e recuperação, e nenhuma intervenção do operador é necessária (contar como 2 itens).

  • A aplicação minimiza a necessidade de montar fitas magnéticas e/ou acesso remoto que requer intervenção manual.

  • A aplicação minimiza a necessidade de manuseio de papel.

5

A aplicação foi projetada para trabalhar sem operador; nenhuma intervenção do operador é necessária para operar o sistema além de iniciar e encerrar a aplicação. A aplicação possui rotinas automáticas para recuperação em caso de erro.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:


  • Grau 5 é associado para aplicações que automaticamente executem a recuperação de erros internamente no código.

OBS: O grau atribuído independe da plataforma.



REGRAS ADOTADAS NA SEFAZ:


  • Contar 3 para as aplicações on-line (Ambiente VB/SQL, COM+ e WEB).


  1. MÚLTIPLOS LOCAIS

Descreve o grau de influência que os múltiplos locais e diferentes organizações causaram no projeto de desenvolvimento. A aplicação foi especificamente projetada, desenvolvida e suportada para ser instalada em múltiplos locais para múltiplas organizações.




Grau

Descrição

0

Os requerimentos do usuário não consideram a necessidade de instalação em mais de um local.

1

A necessidade de múltiplos locais foi considerada no projeto, e a aplicação foi projetada para operar apenas em ambientes idênticos de software e hardware.

2

A necessidade de múltiplos locais foi considerada no projeto, e a aplicação foi projetada para trabalhar apenas em ambientes similares de software e/ou hardware.

3

A necessidade de múltiplos locais foi considerada no projeto, e a aplicação foi preparada para trabalhar em diferentes ambientes de software e/ou hardware.

4

Documentação e plano de manutenção foram providos e testados para suportar a aplicação em múltiplos locais; além disso, o item 2 caracteriza a aplicação.

5

Documentação e plano de manutenção foram providos e testados para suportar a aplicação em múltiplos locais; além disso, o item 3 caracteriza a aplicação.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

  • Ambiente idêntico => possui o mesmo tipo de hardware e de software (segue um padrão definido e homologado);

  • Ambiente similar => possui variações em versões de hardware ou software;

Exemplo: Windows 98 e NT, em hardware com configuração similar.

  • Ambientes diferentes => diferentes plataformas.

Exemplo: Windows, Unix e Linux, em diferentes tipos de hardware.



REGRAS ADOTADAS NA SEFAZ:


  • Considerar ambiente idêntico para sistemas que rodam em VB/SQL Server. Nesses casos, associar grau 1;

  • Considerar ambiente similar para sistemas que possuem ao mesmo tempo implementações em bancos similares SQL e Access. Nesses casos, associar grau 2;

  • Ambientes diferentes serão considerados para sistemas que possuem diferença de plataforma em sua implementação: VB e WEB, VB e Clipper. Nesses casos, associar grau 3.

OBS: O grau geralmente vai depender do número de plataformas.


  1. FACILIDADE DE MUDANÇAS (FLEXIBILIDADE)

Descreve o grau de facilidade que a aplicação possui para modificar a sua lógica de processamento ou estrutura de dados.


Sejam os Itens:


  • Estão disponíveis facilidades como consultas e relatórios flexíveis para atender solicitações simples (contar como 1 item). Por exemplo: referência ou lógica aplicada a apenas um arquivo lógico.

  • Estão disponíveis facilidades como consultas e relatórios flexíveis para atender solicitações de complexidade média (contar como 2 itens). Por exemplo: referência ou lógica aplicada a mais de um arquivo lógico.

  • Estão disponíveis facilidades como consultas e relatórios flexíveis para atender solicitações complexas (contar como 3 itens). Por exemplo: referência ou lógica aplicada a combinações de vários arquivos lógicos.

  • Dados de controle são armazenados em tabelas que são mantidas pelo usuário através de processos on-line, mas mudanças são tornadas efetivas apenas no próximo dia útil.

  • Dados de controle são armazenados em tabelas que são mantidas pelo usuário através de processos on-line, as mudanças têm efeito imediato (contar como 2 itens).




Grau

Descrição

0

Nenhum dos itens descritos acima.

1

Apenas 1 dos itens acima.

2

2 dos itens acima.

3

3 dos itens acima.

4

4 dos itens acima.

5

5 dos itens acima.


REGRAS PARA A IDENTIFICAÇÃO:

Esta seção está dividida em 2 áreas.


  • A primeira área esta relacionada com a capacidade de executar consultas e relatórios e freqüentemente são providas por linguagens como SQL ou por ferramentas de construção de relatórios;

Exemplo: Cristal Reports.


  • A segunda área (as duas ultimas assertivas) está relacionada com interatividade das informações de controle do negócio do sistema com o usuário.



REGRAS ADOTADAS NA SEFAZ:

OBS: O grau atribuído independe da plataforma.


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