SessãO 264 – ordinária 06 de abril de 2015 presidente luiz antonio pereira dos santos



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SESSÃO 2.264 – ORDINÁRIA

06 de abril de 2015

PRESIDENTE LUIZ ANTONIO PEREIRA DOS SANTOS: Invocando a proteção de Deus, declaro aberta a sessão plenária ordinária desse dia 06 de abril de 2015, às 18h11min. Quero agradecer as pessoas presentes que nos, vieram nos prestigiar nessa sessão e as pessoas que nos ouvem pela rádio web, acessando o site da Câmara de Vereadores.

LEITURA DOS EXPEDIENTES

Solicito ao Secretário que faça a leitura do expediente recebido do Poder Executivo Municipal, dos Vereadores e de diversos, respectivamente.



VEREADOR SECRETÁRIO ALEXANDRE SCORTEGAGNA:

EXPEDIENTE DO EXECUTIVO:

Ofício nº 032/2015, que responde o requerimento da Câmara nº 006/2015, e encaminha cópia do memorando nº 53/2015, da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto, informando, no item 1, quais as escolas da rede municipal de ensino que não se enquadram nas distâncias estabelecidas para que os professores tenham direito a receber o difícil acesso, em atenção ao requerimento nº 019/2015, de autoria do Vereador Jorge Luis Rizzon de Godoy; e informa também, no item 2 do memorando citado, o horário de funcionamento do Cemel, em atenção ao requerimento nº 020/2015, de autoria do Vereador Gilberto Miguel Malacarne.

Ofício nº 033/2015, que encaminha os demonstrativos contábeis relativos ao mês de fevereiro de 2015 e os Relatórios Resumidos da Execução Orçamentária referentes ao primeiro bimestre de 2015, para análise dos Vereadores.

EXPEDIENTE DE VEREADORES:

Indicação nº 034/2015, de autoria do Vereador Alexandre Scortegagna, que indica ao Prefeito Municipal a colocação de uma placa de “Pare” ou uma pintura no chão com a palavra “Pare” no entroncamento das ruas Heitor Curra e Flores da Cunha, próximo à entrada de acesso da escola Interativa, no bairro União.

Requerimento nº 023/2015, de autoria do Vereador Jorge Luis Rizzon de Godoy, que requer o envio de requerimento ao Prefeito Municipal para solicitar que encaminhe a esta Casa uma cópia do regimento escolar em vigor e da matriz curricular do ensino fundamental I e II, educação infantil e EJA.

Requerimento nº 024/2015, de autoria do Vereador Jorge Luis Rizzon de Godoy, que solicita prorrogação pelo prazo de 30 dias para emitir o parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final sobre o Projeto de Lei Complementar nº 004/2015.

Requerimento nº 025/2015, de autoria do Vereador Moacir Ascari, que requer o envio de requerimento ao Prefeito Municipal para solicitar que informe a esta Casa quais as medidas que foram adotadas em relação ao Termo de Compromisso firmado entre o Poder Público Municipal e o Senhor Elto Veadrigo.

EXPEDIENTE DE DIVERSOS:

Ofício nº 02/2015, do Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Vista Alegre do Prata, que solicita que esta Casa aprecie e aprove uma moção de apoio ao Legislativo Municipal de Vista Alegre do Prata, a fim de dar maior respaldo e sustentação ao pleito de conclusão da pavimentação da ERS-441, que liga o município de Guaporé a Nova Prata, passando por Vista Alegre do Sul, sendo que esta moção integrará a documentação que será entregue ao Governador de Estado e demais autoridades municipais.

Ofício do Presidente da Associação dos Amigos de Sospirolo, que solicita espaço para se manifestar na Tribuna Livre, a fim de discutir sobre o processo de tombamento do cemitério dos Combatentes, localizado no Travessão Martins.

E-mail da Coordenadora do Programa Plenarinho da Câmara dos Deputados, que informa que foram abertas as inscrições de câmaras mirins municipais para estudantes matriculados do 5º ao 9º ano do ensino fundamental, para participarem do Câmara Mirim 2015, no mês de outubro de 2015, em Brasília.

E-mail do Deputado Estadual João Reinelli, que encaminha convite para participar do Grande Expediente Especial em homenagem aos 140 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul, no dia 20 de maio de 2015, às 14:00 horas, no Plenário 20 de Setembro do Palácio Farroupilha, em Porto Alegre.

Cartões de felicitações de Páscoa da comunidade escolar Tiradentes e da escola Interativa.



PRESIDENTE LUIZ ANTONIO PEREIRA DOS SANTOS: Obrigado. Passamos então ao

PEQUENO EXPEDIENTE

Com os Vereadores inscritos. Com o Vereador Moacir Ascari.



VEREADOR MOACIR ASCARI: Senhor Presidente, Colegas Vereadores, pessoas que nos prestigiam na noite de hoje, Secretário da Saúde Vanderlei, Secretário Piroli, demais funcionários públicos municipais que se encontram na noite de hoje. Fiz um requerimento solicitando então ao Prefeito Municipal para que responda a esta Casa referente a um Termo de Ajustamento de Conduta feito há trinta meses atrás. E eu nunca tinha visto o Executivo Municipal fornecer um alvará provisório de trinta meses. E venceu agora na última sexta-feira, dia 27, venceu esse prazo, e com Termo de Ajustamento de Conduta entre as partes do Poder Público Municipal e por parte do empreendedor. Eu vi que nada foi feito nesses trinta meses, a não ser o recebimento do aluguel por parte do promitente. Então estou solicitando, já que venceu o prazo agora, quais as medidas que serão tomadas a partir de agora em diante referente este assunto. Já defendi nesta Casa aqui que obras irregulares elas vêm se repetindo, pedi que fossem suspenso o protocolo de qualquer obra nova de empreendedores que fazem obras em Flores da Cunha, até não sanarem todas as pendências que tem em obras anteriores. E a coisa vem se repetindo e certamente está se infringindo a lei orgânica do município. Então eu gostaria de agora que venceu o prazo quais as medidas necessárias estão sendo tomadas quanto a esse empreendedor que está no requerimento. Era isso.

PRESIDENTE LUIZ ANTONIO PEREIRA DOS SANTOS: Com a palavra a Vereadora Renata Zorgi Lusa.

VEREADORA RENATA ZORGI LUSA: Desculpe, Senhor Presidente, eu acho que é só do Grande Expediente.

PRESIDENTE LUIZ ANTONIO PEREIRA DOS SANTOS: Ah, perdão! Peço perdão, não, peço perdão. O segundo inscrito é o Vereador Alexandre Scortegagna. Desculpa, Vereadora!

VEREADOR ALEXANDRE SCORTEGAGNA: Obrigado Presidente. Senhor Presidente, Vereadores, Vereadora, nobres munícipes que nos visitam sejam bem-vindos, estendo um cumprimento ao Secretário da Saúde Vanderlei Stuani, Secretário da Agricultura Jones Piroli também, demais pessoas da comunidade em geral, comunidade civil sejam bem-vindos, bem-vindas. Senhor Presidente, na indicação que eu redigi e encaminhei ao Executivo, nº 034/2015, onde eu solicito que o Departamento de Trânsito juntamente com as pessoas cabíveis para desempenhar esta tarefa, façam uma visita in loco ali no entroncamento da rua Heitor Curra com a rua Flores da Cunha ali no bairro União, onde dá acesso a entrada da escola Interativa, porque há sinais verticais, placa pare sinalizando. Parece que há uma placa só, mas ao meio-dia horário de pico ali na saída de alunos, pais buscando alunos, ônibus levando empregados, enfim, ali, restaurante ali próximo, as ruas já são ruelas, um pouco menores, então ali o fluxo é grande e o perigo também. E as pessoas muitas vezes descem já essa, a rua Heitor Curra ela tem uma subida depois tem uma descida pro bairro União, alta velocidade ali, então o perigo é constante. Então deve-se fazer um estudo ali pra colocar ou faixa de pedestre ou algum redutor de velocidade e principalmente na Heitor Curra com a Flores da Cunha, Senhor Presidente, o entroncamento ali só tem uma placa, né, sinalização vertical. Mas é pouco porque quem vem da Interativa para o centro de Flores da Cunha não para e quem vem da, do centro para a RS-122, se dirige ao restaurante Santa Rita ali, o fluxo é grande e pode haver sinistros inesperados. Então que seja feito um estudo com o Departamento de Trânsito para sanar essa mazela que aí está. E depois que a escola Interativa se transferiu para o bairro União todos sabem que o fluxo aumenta, pais buscando e levando seus filhos até a escola. Então tem que oferecer uma infraestrutura com segurança. Era isto, Presidente, obrigado.

PRESIDENTE LUIZ ANTONIO PEREIRA DOS SANTOS: Obrigado, Vereador. Sem mais Vereadores então inscritos para o Pequeno Expediente, passamos para o

GRANDE EXPEDIENTE

Com os Vereadores inscritos. Com a palavra a Vereadora Renata Zorgi Lusa. Agora sim, Vereadora.



VEREADORA RENATA ZORGI LUSA: Senhor Presidente Luiz Antonio Pereira dos Santos; Nobres Colegas Vereadores; Jones Piroli, Secretário da Agricultura; Vanderlei Stuani, Secretário da Saúde; imprensa; funcionárias da Casa; ouvintes da rádio web; público presente, sejam todos bem-vindos. Hoje utilizo essa tribuna para falar um pouco da história do Casarão dos Veronese. Aconteceu na última quinta-feira, dia 02, o lançamento das obras de restauração do Casarão dos Veronese em Otávio Rocha distrito de Flores da Cunha, onde a maioria dos Colegas Vereadores estiveram presentes. A construção foi o primeiro patrimônio tombado na região da colonização italiana e tem o título de maior prédio construído em pedras do Estado por imigrantes italianos. Sua reforma será realizada com recursos provenientes da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio das empresas Florense e Keko. A partir de hoje iniciam as obras de restauração do Casarão dos Veronese em Otávio Rocha, Flores da Cunha. Tombado pelo Estado, são aproximadamente 900 metros retratando uma construção medieval. A neta, poetisa e escritora, Nelly Veronese Mascia, assim descreveu o velho casarão: “A casa de pedra. Cem anos de construção, a casa de pedra retrata tudo que os imigrantes passaram, seus utensílios falam de remotos tempos! Cada objeto tocado faz reviver uma vida passada entre as agruras e as delícias de desbravadores de mata... Sopitando no fundo de sua alma, como no velho baú de recordações, toda saudade que havia deixado, do outro lado do oceano! Benditos, valentes imigrantes, dando sua força, esperança e amor a nova terra de adoção! Em torno ‘al foccolare’ ainda ressoam as histórias, as músicas lembradas da terra saudosa e distante! Casa de pedra, tu tens vida e transmites a beleza de viver. Aqui houve a ternura do amor, na lua-de-mel dos recém-casados! Aqui nasceram crianças brasileiras, cujo sangue italiano corre em suas veias! Cada pedra colocada para formar a casa é parte das famílias e gerações que por aqui passaram... Cada pedra chora... Cada pedra conta a saudade da terra em que nasceram e a doação de suas vidas à nova terra! Pitoresca é a casa com o coqueiro ao lado, a sacudir seus leques ao vento, cantando a canção italiana. Dos imigrantes saudosos, recordando a terra de origem há um século deixada. E as gerações continuam em cada pedra, com suas raízes italianas. A casa de pedra é o marco da imigração italiana!” Neli conseguiu de forma poética e saudosa expressar o amor e orgulho dos seus antepassados e assim, esperamos que as novas gerações tenham acesso a história de nossos imigrantes. Eu pedi pra Madelaine, a nossa assessora passar um pouco do que representa o casarão, fotos pra vocês poderem acompanhar. (Exibição de imagens através da televisão). Protagonista de uma história de 120 anos, o lendário Casarão dos Veronese, em Otávio Rocha, tem seu passado e, principalmente, seu futuro garantidos a partir desta quinta-feira, dia dois. O lançamento oficial das obras de restauração foi em uma cerimônia marcada pela emoção, chega quase 30 anos após a construção ter sido tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, ainda em 1986. Em dois anos o espaço deverá estar transformado em um amplo centro de cultura, lazer e turismo, focado na cultura dos pioneiros colonizadores italianos. Entram aí aspectos como a religiosidade, o trabalho e, logicamente, a gastronomia. Toda essa trajetória teve início em 1885, quando da chegada do imigrante italiano Felice Veronese ao então Travessão Marcolino Moura, hoje distrito de Otávio Rocha, em Flores da Cunha. A edificação, de dois andares e cerca de 900 metros quadrados, surgiu dez anos depois, em 1895. Construída com pedra basalto, abrigou inicialmente a família, depois uma vinícola e também uma das primeiras fábricas de pólvora e foguetes do Brasil, a Veronese S/A, hoje reconhecida nacionalmente e internacionalmente pela fabricação de produtos químicos. Após se mudar para Caxias, os Veronese venderam o terreno para a família Galiotto, que manteve na propriedade alguns parreirais e usou-a para a criação de animais, com a casa servindo de depósito. Nesse período, porém, o imóvel começou a se deteriorar, o telhado ruiu e parte das pedras utilizadas nas paredes começou a ser retirada para outros fins. A partir daí, a Prefeitura de Flores da Cunha resolveu intervir. Em 2002, o então prefeito Heleno Oliboni desapropriou a área, compensando os proprietários. O projeto de restauro do prédio foi aprovado via Lei de Incentivo à Cultura Estadual ainda em 2012, mas só no ano passado a Prefeitura de Flores da Cunha em parceria com a Fundação Otávio Rocha, conseguiu fechar as parcerias e arrecadar a verba para o início das obras. A restauração custará entorno de dois milhões e meio de reais e será feita com recursos provenientes da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com patrocínio das empresas Florense e Keko. A Arquium Construções e Restauro de Porto Alegre foi a vencedora da licitação. O Casarão dos Veronese constitui-se num dos mais importantes referenciais históricos da arquitetura da imigração italiana no Estado. Em entrevista ao Pioneiro em 2014, Cristina Schneider, uma das responsáveis pelo projeto de restauro, explicou que como a casa está em estado de degradação, uma estrutura metálica será construída para sustentá-la, promovendo o contraste entre o antigo e o novo. O início das obras no Casarão dos Veronese também coincide com as comemorações dos 140 anos da imigração italiana na Serra, iniciada em 1875. A construção surgiu cerca de 20 anos depois, em 1895, como já foi colocado. A empresa vencedora da licitação para o trabalho no Casarão dos Veronese é a Arquium Construções e Restauro, de Porto Alegre. O empreendimento trabalha também atualmente na restauração do Mercado Público de Porto Alegre, da capital gaúcha, sob o comando do arquiteto Edegar Bittencourt da Luz. O projeto original de recuperação é de autoria do arquiteto Evaldo Schumacher, hoje falecido, e com a coautoria da arquiteta Sandra Barella. Será mantido com algumas alterações na divulgação e na descrição de itens específicos das salas temáticas, conforme a gestora cultural da Patrimonium, Cristina Seibert Schneider. Com a assinatura do início das obras agora no dia 02, já no dia de hoje começou a ser montada a estrutura de trabalho. A licitação prevê o prazo de conclusão máximo de 24 meses, portanto dois anos. O projeto desenvolvido para o Casarão dos Veronese transforma o local em um espaço cultural. Cada sala terá uma temática como a uva, o vinho, o milho, a polenta, o trigo e o pão, além da recriação de ambientes dos antigos casarões que abrigavam os colonizadores italianos. A Patrìmonium trabalha também na readequação do projeto, pensando na expografia (design, linguagem e interação) das salas temáticas. Um espaço gastronômico compõe o Casarão, com o serviço de pequenas refeições da culinária italiana. O roteiro turístico Caminhos da Colônia terá o local como sede. Felice Veronese, imigrante de Monte Magré, norte da Itália, que se estabeleceu em 1882 no travessão Marcolino Moura, hoje distrito de Otávio Rocha. Em 27 de novembro de 1986 o Casarão, considerado um dos mais importantes prédios históricos da imigração italiana, foi tombado pelo Iphae - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado, sendo hoje o único bem tombado de Flores da Cunha. Em 1989 é iniciada uma restauração que não seguiu adiante devido aos custos. Preservar um casarão desta magnitude, não é a história pela história, mas a história mais linda e sofrida dos nossos antepassados. E isso não será por 20 ou 30 anos, mas será para que as novas gerações tenham acesso a essa história de amor, fé e trabalho. Temos que preservar nossa história para um dia poder mostrar aos nossos filhos, netos e bisnetos, como foi difícil o início de tudo, e se não preservarmos algumas dessas construções centenárias vamos mostrar de que forma? Esse é o legado da nossa imigração italiana que merece ser preservada e valorizada da qual temos muito orgulho! Graças ao empenho de tantas pessoas hoje a obra de restauração é uma realidade. Não posso deixar de lembrar aqui, nessa tribuna hoje, de Floriano Molon que foi incansável nesta luta; a Associação dos Amigos de Otávio Rocha, aqui representado temos o Pedro Ferrari que participou diretamente; a professora Cleudes Piazza da UCS e historiadora, que representa o ECIRS, Elementos Culturais das Antigas Colônias Italianas da Região Nordeste do Rio Grande do Sul; o prefeito da época Heleno Oliboni, pelo tombamento em 2001; e a atual Administração em nome Prefeito Lídio Scortegagna, que se empenhou pessoalmente na agilização para o projeto de restauração. Sem esquecer é claro das grandes empresas parceiras Florense e Keko, que demonstram todo o orgulho e a consideração pela nossa cultura italiana. Obrigada a todos que contribuíram para que esse sonho saísse do papel e hoje começasse a se tornar realidade. Estaremos todos juntos acompanhando as obras de restauro do nosso Casarão dos Veronese. Pela atenção de todos, muito obrigada. Por hoje era isso, Senhor Presidente.

PRESIDENTE LUIZ ANTONIO PEREIRA DOS SANTOS: Com a palavra o Vereador Valdir Franceschet.

VEREADOR VALDIR FRANCESCHET: Senhor Presidente, Senhores Vereadores, Vereadora, imprensa aqui representada pelo jornalista Fabiano, Secretário Municipal da Agricultura Piroli; nossa amiga e profissional da área, a Molon, engenheira agrônoma; colega técnico também Diogo; Secretário da Saúde e demais pessoas que nos prestigiam. Presidente estava atentamente e a gente participou também, na verdade da assinatura do restauro do Casarão dos Veronese. A princípio, analisando assim, para os leigos e até nós, o valor em cima ele parece um valor bastante elevado, mas a história, preservar e fazer os restauros custa muito dinheiro. Quem teve a oportunidade de viajar pra Europa, principalmente na Itália, a gente aprendeu a respeitar todos aqueles que lá conseguiram restaurar ou salvar a história toda. E não é só da Europa. Hoje tem uma história linda, né, e a Igreja Católica é responsável por isso, uma boa parte preserva e ganha recursos para continuar preservando e restaurando outras também. E Flores da Cunha 2015 acho que é o marco, acho não, tenho certeza, nesta área para o turismo que nós estamos atrasados na questão turística, o pessoal ainda ganha bastante dinheiro e não quer explorar isto. E certamente as pessoas que virão de fora é que irão ganhar dinheiro e explorar a questão do turismo usando, trazendo de volta aquilo que se trouxe da Itália há muitos anos e mostrando para a população, pras novas gerações Vereadora. Como você colocou e eu também disse, olhando os números, somente os números ele assusta um pouco, né? Ele assusta, mas é o início, porque de repente logo ali a frente muitos empresários, muitas pessoas que detém o recurso comecem a fazer isto para ganhar dinheiro, acho que era interessante! Presidente, na verdade os meus assuntos hoje era bem, bem, bem pouca coisa. Fiz este comentário dizendo que também sou favorável, né, manter a história dos nossos imigrantes viva, escrever pra que alguém conte um dia. E quero fazer algumas colocações, Presidente! Sobre o projeto de resolução nº 001/2015, de autoria da Mesa, né, não pode ser diferente, que institui a logomarca da Câmara de Vereadores de Flores da Cunha e dá outras providências. Aqui diz no artigo 2º: “A logomarca prevista nesta Resolução não se aplica aos impressos de comunicação oficial, expedientes internos e externos emitidos pelas unidades administrativas da Câmara de Vereadores e bancadas parlamentares, bem assim aos documentos do processo legislativo, atos normativos e publicações legais, que devem utilizar o brasão do Município”, conforme a Lei Municipal nº 3.029, de 12 de abril de 2013. O encaminhamento foi legal, é legal, inclusive tem os pareceres, a gente concordou e um, como Vereador, né, eu não concordo pra nós, que nós, que a Casa, este Poder, cria uma logomarca que ela não é oficial pra ser utilizada nos informes oficiais da Casa, isso chama-se gastos supérfluos, na minha concepção! Os Senhores tirem a conclusão que querem tirar. Não tem a necessidade de nós gastarmos isto, pra quê? Pra chegar aonde? Poderia suspender isto, Presidente e a Mesa também, né, e também suspender a campanha, aquela que a Mesa Diretora ou o Senhor como Presidente vai fazer de três mês gastando em torno de trinta mil reais. Poderia ser passado para as entidades que prestam serviços gratuitamente e recebem dois, três mil reais da população, prestam serviços pra população. Em cima disso, nós temos hoje outras ferramentas que custam menos pra dizer qual que é a função do vereador. No meu modo de ver eu acredito que uma das ferramentas mais importante que o vereador pode se utilizar é ele mesmo como Vereador, estar presente e dispensar alguns gastos. Hoje nós temos aí o site da Casa, né? Hoje tem a rádio web que custa em doze meses quarenta e cinco mil e seiscentos reais, né? Positiva, Comunicações e Marketing estava orçado num valor de setenta e nove mil e quinhentos, não foi gasto isso, mas vai ser gasto na campanha Presidente. Se nós somarmos esses valores dá cento e vinte e cinco mil reais e cem, de divulgação da Casa, Vereador Malacarne! Poderia fazer aquela obra lá que vai lá pra zona Malacarne... Botando mais um pouquinho de dinheiro. Então eu sei lá, sei não, eu tenho certeza absoluta que a maior divulgação é o próprio Vereador estar presente, Vereador Elio. Participar, ir visitar, ouvir, chamar as pessoas na Casa, quando tem alguns projetos importantes pra ela participar aqui. A mídia ela é importante, mas ela custa caro! E, Presidente, se nós avaliarmos assim, ó, em 2014, o orçamento de 2014 foi um milhão, oitocentos e cinquenta e três, e se nós usarmos os cento e vinte e cinco mil e cem reais quanto por cento dá? Que a Casa está gastando. Quase sete por cento! E aí imaginou-se se o Executivo gastar sete por cento num orçamento de cem milhões? Sete milhões! Ah, vamos analisando, daí o Estado, e aí a União... Nós falamos mal deles lá em cima, por favor, né, Vereador Elio? Eu acho que tem que rever esses números. Nós tivemos na presidência da Casa, Presidente Luiz Antonio, em 2012, houve uma renúncia de repasse que a Casa fez a renúncia no mês de setembro e outubro. Somando, somando ali um valor de duzentos e dezoito reais, duzentos e dezoito mil reais, isto, obrigado Vereador Moacir, mas no final do ano a sobra que deu mais noventa e sete mil e uns quebradinhos, dando um total de trezentos e quinze mil reais que o Poder Legislativo devolveu aos cofres públicos, ao Executivo para utilizar em ações, em obras e tal. Dos quais os duzentos e dezoito mil foi feito o repasse para construção, para a pavimentação daquela estrada que vem de São Vitor descendo em direção ao pedágio e ligando a RS-122, antecipando os recursos para que o Executivo pudesse utilizar, né? E é isso que a Casa quer, é isso que esse Poder também quer e esse Vereador também quer. E eu não era governo, mas não interessa isso. Se o dinheiro é do povo vamos devolver, não vamos segurar até o final do ano, né? Não é crítica, entende? É uma forma diferente de repente de visualizar. Mas há uma necessidade grande de que a Casa seja conhecida! Mas se a Câmara de Vereadores nasceu com o município não é conhecida Vereador Elio, por favor! E as pessoas não tem que conhecer todas as ações e os trabalhos que faz o vereador! É empresário ele tem os compromissos, as obrigações, os problemas todos e nós somos o representante dele. Eu vejo que não tem a necessidade. Vereador, Presidente Luiz, revê isso aí, revê, devolve lá pro Poder Executivo, não é porque eu sou Governo, e que faça ações aí na saúde, na educação, obras, benfeitorias, saí lá a Estrada dos Motoristas, Vereador Malacarne que o Senhor cobra a estrada pra sua região lá, né? Ali estive também fazendo uma medição, há trezentos metros lá, aquela rua que vai pra sede dos Motoristas, aquela é importante, claro que é, o Senhor defendeu isto e eu também defendi. E que o recurso praticamente só falta ser liberado da União, é uma emenda parlamentar, vai uma parte pra Nova Roma e a outra parte pra concluir aquilo ali. Mas nesse sentido na verdade foi um pouco até de desabafo que fui contra. Dias atrás numa reunião que teve aqui pós a sessão para, não discuti o ato, não discutir a decisão da Mesa Diretora, mas sim para que os Vereadores divulgasse esta campanha que ia ser com um recurso que tinha umas sobras do ano passado, na Casa, para ser gasto em termos de divulgação da Casa do Poder Legislativo. Eu pessoalmente sou contra, sei que outros Vereadores são contra, mas não se manifestam. Acho que temos que ter posição, né, em se manifestar. Não participei da discussão, nem também era obrigado a ser convidado, né, Presidente? A decisão é da Mesa do Senhor, mas seria melhor que todos participassem também na questão da decisão, aí não se cairia em certos erros! Nós temos que olhar muitas vezes pra dentro de nós pra depois criticar os outros. Vereador Moacir, o Senhor quer ocupar os três minutinhos... Presidente, muito obrigado, Senhores Vereadores também.



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