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CANTAR EM ESPÍRITO E VERDADE



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CANTAR EM ESPÍRITO E VERDADE

Certa vez eu recebi um convite para pregar num congresso para músicos e o tema que me sugeriram foi “Cantar em espírito e verdade”. Logo me veio a inspiração de um livro que eu li e que tinha este mesmo título.

Estudando este tema, o Senhor me levou a compreender a maneira que Ele quer utilizar a música nos nossos grupos de oração. Vejamos:

Num primeiro momento, o Senhor utiliza-se da música num âmbito meramente humano, onde a melodia e a letra atraem as pessoas para os locais onde estão sendo ministradas. Esta é uma atração, que poderíamos classifica-la como que puramente física, pois as pessoas são quase que seduzidas unicamente pelo gosto natural de apreciar o que é belo. Daí a necessidade dos músicos buscarem constantemente o aperfeiçoamento da arte e da técnica de cantar e tocar.

Este primeiro momento tem apenas o objetivo de atrair as pessoas para o local onde está aconte-cendo o encontro de oração e não pode ficar apenas nisso, é preciso aprofundar, ir mais além. E é a partir deste ponto que se inicia o segundo momento da música ministrada.

Quando cantamos a música de Deus, estamos travando uma grande guerra contra o inimigo, daí a necessidade de cantarmos em espírito e verdade e de ministrar as palavras que saem de nossa boca. É aqui que o Senhor deseja realizar através da música a restauração e a salvação das almas que as escutam, pois esta melodia capaz de salvar almas é uma melodia espiritual, produzida pelo Espírito Santo que age no espírito do músico ungido. É esta melodia que atrai as almas do mesmo jeito que a primeira melodia, produzida pelos acordes dos instrumentos e pela voz do músico atraem as pessoas. Quando cantamos em Espírito e verdade atingimos este segundo momento da música ministrada nos encontros de oração. Mas o que é cantar em espírito e verdade e ministrar música?

Estas palavras muito usadas, mas também aparentemente complicadas, significam tão somente deixar Deus cantar através de nós para que cada palavra possa cair em primeiro lugar no nosso coração, para depois penetrar como uma flecha afiada no coração das pessoas que nos escutam.

Uma música quando é ministrada com unção, é capaz de realizar maravilhosos prodígios, como por exemplo, nos curar de vários problemas tanto espirituais como também físicos, converter e resgatar os que estão longe de Deus. E é isto que devemos buscar, cantar em espírito e verdade para que através do nosso canto, Deus possa agir na vida de várias pessoas, inclusive nas nossas, usando assim o dom de cantar e tocar que o próprio Deus nos deu. Desta forma conseguiremos atingir plenamente o objetivo do ministério da música, começaremos a presenciar poderosas conversões e restaurações de almas em nossos encontros de oração.

Portanto, não basta apenas ensaiar a técnica, é preciso também querer estar cheio do Espírito Santo de Deus e se deixar guiar por Ele, e isso somente conseguiremos quando nos rendermos à oração, à vivência dos sacramentos e à busca da santidade.

Tudo isso que refletimos em relação aos músicos, também se aplicam aos pregadores e aos servos em geral. Sempre que colocamos os nossos carismas a serviço da evangelização, Deus quer curar e restaurar o físico e o espírito daqueles que estamos evangelizando. Por isso, também os pregadores e os servos não devem se descuidar da oração pessoal e da busca constante dos sacramentos, sobretudo os sacramentos da Eucaristia e da Confissão.

Luiz César Martins
Ministério de Pregação RCC/Pr



MINISTÉRIO DAS ARTES


MÚSICOS CONSAGRADOS

Acompanhe este trecho do Evangelho:


"...e eles os lançarão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o sol, no Reino de seu Pai. Quem tiver ouvidos ouça!"


Trata-se da parábola do joio e do trigo. Nela Jesus nos fala dos súditos do Reino e dos súditos do maligno.

O joio é muito parecido com o trigo. É um trigo falsificado. O povo de Israel utilizava joio seco para acender o fogo. O Senhor está dizendo que os maus, os que zombam dEle, só servem para acender o fogo e acabarão como súditos do maligno, no destino dele: a fornalha de fogo.

Por isso, até na última hora, Ele usa de misericórdia e perdão. Não se cansa de dar mais uma chance. Ele alerta:


"Saia do meio do joio, desagarre-se e deixe de ser joio. Aquilo que a natureza não pode fazer: transformar joio em trigo, Eu posso. Saia do meio do joio! Não proceda como ele, porque Eu virei. Vou intervir e limpar a face da terra. Todo o joio será arrancado e é com ele que irei fazer o fogo da limpeza deste mundo".

Existem muitos conjuntos e bandas "consagrados ao demônio". O conjunto Kiss, que fez sucesso no Brasil e em tantas partes do mundo, por trás do nome "Beijo", esconde, letra por letra a expressão: "Knight in Satan Service", que significa "Cavaleiros a Serviço de Satanás".


Antigamente se pensava que os nomes, as atitudes consagrados ao demônio eram apenas gestos agressivo para atingir a sociedade. Percebeu-se depois que não era isso.


Ao contrário: eram consagrados mesmo! Para ter sucesso e realizar o que eles queriam... Para gravar discos e ter as tiragens desejadas... Para fazer shows e terem as pessoas a seus pés... Para serem aplaudidos e exaltados, eles se consagram a Satanás e estão a seu serviço, como faz o Kiss, e a este preço conseguem o sucesso que buscam.


São súditos do maligno e eles lhes faz exigências severas. Ai deles se não obedecerem! O demônio exige atos de adoração, rituais terríveis, sacrifício de animais, e eles fazem esse rituais antes de apresentações. É uma tristeza! Há muita gente, infelizmente, servindo diretamente como súditos do maligno: a serviço de Satanás.


Além desses que sabem e que vivem assim por opção, músicos, conjuntos e bandas, sem fazer uma consagração formal, estão a serviço de Satanás: com a música que cantam, com os shows que fazem, com as letras que divulgam, com seus procedimentos e atitudes.


A música arrasta multidões! A mentalidade que ela produz forma realmente opinião. Faz a cabeça e o coração. Infelizmente, há uma multidão de artistas, bandas e conjuntos que, mesmo sem uma consagração formal, estão a serviço de Satanás.


O Senhor tem feito tudo para tirar você das garras e do engano de Satanás. Se você não se converter, será arrancado como o joio. Será feito um feixe sequinho, ótimo para fazer fogo. Somente o músico, o artista que, pela graça de Deus, é trigo será recolhido e levado ao celeiro do Senhor. Considerado justo, resplandecerá no Reino dos Céus.


Diante desse espetáculo deprimente de conjuntos que se consagram a Satanás, é necessário que você tenha a sua banda, seu conjunto, seu ministério de música, verdadeiramente consagrados ao Senhor.

Já que na face da terra existe esse sacrilégio, essa profanação, em que homens, criaturas humanas consagram a Satanás o próprio serviço, a própria arte, a música e a sua musicalidade: é necessário que haja uma reparação.

É preciso dar ao Senhor toda glória, com Ministérios de Música verdadeiramente consagrados a Deus.




Castidade: a arma do músico consagrado

Certa vez, tivemos em oração a seguinte imagem:




"Da platéia vinham demônios se projetando em cima dos músicos e dos cantores, demônios rindo das pessoas da platéia".
A imagem é muito forte! Ela mostra o que acontece na realidade. Não se pode ser inocente! Você, menina, que toca e canta, quando se prepara para essas apresentações, num palco, num altar, num encontro... você deve se pentear, se maquiar como Maria e unicamente como Maria! Por amor a Deus!

Mesmo se penteando, maquiando e se vestindo como Maria, você ainda corre riscos, porque as pessoas estão com a sensibilidade aguçada. Mas se você se veste como uma "Madona", com todos os requintes da sensualidade... Não, minha filha, num conjunto de Deus, ou santa... ou nada.

Tenha realmente uma decisão de castidade nas suas vestes, na sua pintura, no seu penteado... Viva a castidade, e ela vai se mostrar nas suas roupas, dos pés à cabeça, nas jóias, nas bijuterias que você usa... em tudo. Tudo pela santidade. Tudo como Maria. Vivendo na castidade. Sempre se propondo: Quero ser pura e inspirar pureza. Quero ser santa e levar santidade!

Você está numa guerra, em qualquer apresentação musical! Todo o seu trabalho de música só pode inspirar e levar à santidade. Você não pode brincar nestes momentos decisivos. O inimigo já tem usado e abusado demais.


Você, rapaz, também é alvo! Precisa ser casto em tudo: nas suas roupas, no seu jeito de se apresentar. Porque o homem quando quer sabe se mostrar sensual. Por amor de Deus, não vá na onda dos artistas, eles estão a serviço de Satanás. Você não é do "Kiss", Knight in Satan Service, Cavaleiros a Serviço de Satanás! Você está a serviço de Jesus e da santidade!


Por isso, músicos de Deus: "Ou santos ou nada". É preciso se decidir por um compromisso de castidade e vivê-lo. Quando o grupo, a banda inteirinha faz um compromisso de castidade, um cuida do outro, para nenhum cair.


Todos nós do Ministério de Música Canção Nova fizemos um compromisso de castidade: os casados e os solteiros. Nós nos seguramos uns aos outros, oramos uns pelos outros. Não empurramos ninguém. Nós seguramos e não deixamos ninguém cair. Do contrário, somos presas do inimigo. Ele vem, e numa rasteira derruba todo mundo junto. Nesta hora, o que carregou o grupo inteiro, grita: "Se tivéssemos feito antes um compromisso de santidade...!"

Pe. Jonas Abib


MINISTÉRIO DAS ARTES


PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O MINISTÉRIO DE MÚSICA
(Quando este artigo foi publicado o Ministério das Artes era tratado como Secretaria Davi).


1. Quem é o ministro de música?

Um ministro de música é, antes de tudo, um filho de Deus, uma pessoa que tem uma relação de amor com o Pai e, como expressão natural de seu coração, externa este amor em forma de canção. Seu trabalho é uma conseqüência disto.


É uma pessoa que foi agraciada e ungida.

Agraciada com o dom de cantar, de tocar, de utilizar o som e o silêncio em melodias que tocam o coração dos irmãos e o de Deus; ungida para colocar este dom a serviço do seu Grupo de Oração, da RCC, da Igreja e de todo o povo de Deus.

Ultimamente algumas pessoas têm insistido em dizer que quem canta ou toca na RCC só pode ser chamado de ministro se atingir determinado “grau de elevação espiritual”. Isso não é correto! O fato de sermos chamados a ministrar em nome de Deus não é uma espécie de “troféu” que conquistamos depois de muito esforço e sacrifício. Todo ministério é um dom, uma vocação, um chamado ao qual devemos responder, por isso não burocratizemos demais nossa vocação: você é ministro, Deus quis assim, só resta mergulhar e ser fiel em Unidade com a Igreja.




2. Como servir em um ministério de música que não tem instrumentos, microfones, etc?

O instrumento principal de um ministério de música é a pessoa humana aberta à ação do Espírito Santo.


Um ministro ungido, mesmo possuindo uma voz rouca e acompanhando somente de palmas, é capaz de tocar corações e transformar vidas.

No entanto é muito importante que nos esforcemos realmente para adquirir instrumentos (e dos bons!) e invistamos em nossa qualificação técnica, a fim de que o nosso serviço se torne cada vez melhor.


O ministério, então, pode solicitar do Grupo de Oração que coloque a aquisição de instrumentos dentro de seus planos e deve colocar-se à disposição para realizar os trabalhos necessários para a alocação dos recursos financeiros necessários, como rifas, bingos, campanhas etc.


3. Qual o número ideal de servos em um ministério de música?

O ideal seria que o ministério tivesse um número de pessoas compatível com o volume de trabalho dentro do grupo e nas atividades paroquiais.

Mas sabemos que é o Senhor quem chama as pessoas para o servir (muito embora nem todos atendam esse chamado).

Pelo Brasil encontramos ministérios com apenas três pessoas que servem muito bem ao seu grupo.


Outros, de comunidades maiores, possuem até 40 pessoas! Portanto, a quantidade de ministros é bastante variável e não temos regras para isso.


4. Como chamar mais pessoas para o ministério?

Em primeiro lugar orar, pedir ao Senhor que envie mais operários para a sua messe, como nos ensina a Palavra de Deus em Mateus 9,37s.


“Então disse a seus discípulos: “A colheita é grande mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao dono da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita”.


Em segundo lugar, trabalhar para que isso aconteça.

Alguns grupos de oração consideram constantemente, dentro de seu planejamento, a inserção de novos servos não só no ministério de música como em outros serviços, desenvolvendo o seu próprio método de inserção como palestras, encontros e outras dinâmicas. Caso isso não esteja acontecendo e o ministério de música sinta a necessidade de novos membros, deve entrar em acordo com a coordenação do grupo, para que seja discernida a melhor forma de colocar mais pessoas.


E não se esqueça que nada atrai mais do que o amor! Assim sendo, se o ministério, de fato, vive o amor, certamente chamará mais pessoas naturalmente.


5. O que fazer se nosso principal cantor (ou instrumentista) dá contra-testemunho, falta às reuniões e ensaios, e ainda se mostra cheio de razão?

Excluí-lo imediatamente? Este talvez não seja um ato de amor.

Deixa tudo como está? Certamente seria uma atitude de desamor que revelaria descaso para com a pessoa e o ministério.

O que fazer? Vejamos o que nos sugere o próprio Jesus, em Mateus 18,15s.


“Se o teu irmão pecar, vai corrigi-lo a sós. Se ele te ouvir ganhaste o teu irmão. Se não te ouvir, porém, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida pela palavra de duas ou três testemunhas.”


Uma questão como esta envolve dois aspectos muito importantes:


1. O amor pela pessoa.

2. O zelo pelo serviço.

O amor por aquele irmão nos leva a não descartá-lo de nosso meio, mas, sim, intensificar o processo de pastoreio, inclusive contando com a ajuda de outras secretarias (Marcos, Ágape etc) e da coordenação do grupo.

Embora seja uma questão delicada, é importante que se entre logo em processo de discerni-mento e resolução do caso, afim de que ele não venha a se tornar ainda mais difícil com o passar do tempo.

6. Como agir se o coordenador do ministério é o primeiro a dar mal exemplo, faltando aos ensaios, chegando atrasado etc?

Podemos nos espelhar na resposta da questão anterior.

O coordenador é uma pessoa comum, sujeita a tentações e fraquezas, e não um super-herói.
Ele pode, por exemplo, estar atribulado por problemas pessoais, por isso é bom rezar por ele, conversar com ele, mostrando interesse fraterno por sua vida e tentando entender a razão pela qual vem agindo dessa maneira, ao invés de acusá-lo precipitadamente.

Uma conversa amigável e sincera pode resolver muitos problemas.

Dependendo da situação, você pode procurar a coordenação do Grupo e expor suas preocupa-ções.
Qualquer decisão mais objetiva já faz parte do trabalho da liderança do grupo de oração, que geralmente está atenta à atuação de cada coordenador de ministério.


7. Quem escolhe o repertório e as pessoas que vão servir em reuniões e encontros? O ministério de música ou o coordenador do Grupo de Oração?

Um dos grande segredos para que as coisas andem bem em qualquer grupo de pessoas é a distribuição de tarefas.

Se existe um ministério de música, então é natural que coisas como escolha de repertório, escala de instrumentistas e cantores etc, sejam atribuições próprias do ministério de música, até mesmo para que o coordenador do grupo possa cuidar de outros afazeres.

Assim, esta função pertence ao ministério, a não ser em circunstâncias especiais. Entretanto a opinião e as orientações vindas da coordenação do grupo e dos pregadores do encontro devem ser levadas em consideração, a fim de que se preserve a unidade.




8. Como agir com os pregadores que costumam pedir no meio de suas palestras cantos que o ministério não ensaiou ou não sabe tocar?

O ideal é que o ministério e o pregador combinem antecipadamente a(s) música(s) a serem utili-zadas naquela determinada palestra.

Porém, se o pregador sente a inspiração de um canto no meio da pregação, ele deve se dirigir ao ministério de música e perguntar se seria possível cantá-la. Caso o ministério não a conheça ou não esteja preparado para executá-la, deve-se entrar em acordo e substituí-la por outra similar.
Em último caso, de acordo com a moção do Espírito Santo, o pregador pode, naturalmente, sem constrangimentos, cantar a música com a assembléia, sem o acompanhamento do ministério.


9. Como agir em relação às pessoas do ministério que costumam faltar às reuniões e ensaios e só aparecem às vésperas de um grande encontro ou show?

Como sabemos, um ministério não é somente um grupo de pessoas que se reúnem para tocar.


Temos uma missão específica: servir no grupo de oração.

Para tanto, precisamos participar do grupo.

Assim, as pessoas que não vão às orações, aos ensaios, enfim, aqueles que não participam ativa-mente da vida do ministério de música, no final das contas acabam por não pertencerem efetiva-mente ao grupo. Portanto não é aconselhável que estes toquem ou cantem, pois sua postura mostra que não assumiram compromisso com a Obra. Porém reforçamos a importância do fato de que todo discernimento a esse respeito deve ser feito em comunhão com a coordenação do grupo de oração.


10.    O ministério de música deve ter um caixa financeiro?

Esta decisão dever ser tomada pela coordenação do grupo de oração.

Alguns grupos de oração preferem manter um caixa único e, dali, destinar os recursos para as diversas necessidades de todos os ministérios.

Outros preferem que cada ministério tenha seu caixa e o administre da melhor maneira possível.


O importante é que, se tomada a decisão de ter um caixa específico da música, que ele seja administrado por um tesoureiro responsável, que faça demonstrativos periódicos do movimento financeiro do ministério, a fim de que tudo transcorra de maneira transparente.


11.    Como deve acontecer a escolha de um coordenador de ministério de música?

A escolha de um novo coordenador é sempre um grande desafio para qualquer equipe de pes-soas.


Alguns ministérios simplesmente se reúnem e fazem uma eleição (na qual todos os integrantes são candidatos), chegando, através da votação, à pessoa escolhida. Porém, aqui temos um problema:
E se a coordenação do grupo de oração não concordar com a escolha?

Bem, em outros grupos acontece de a coordenação escolher livremente um coordenador para o ministério. Surge, então, outra questão:

E se o ministério não concordar com a pessoa escolhida?

Uma boa idéia para se resolver este impasse seria aproveitar um pouco do dois caminhos.


Em um primeiro momento, o ministério se reúne e, através de votação, escolhe o nome das três pessoas mais indicadas para a missão.

Em seguida encaminha-se este resultado para a coordenação do grupo de oração, que escolhe dentre estes três aquele que mais se identifica com a função e com a linha de atuação da coordenação do grupo.




12.   Como fazer se temos instrumentos, mas não temos quem os toque?

Esta situação é semelhante à da questão número quatro, assim a mesma resposta pode dar algumas luzes. O melhor mesmo é rezar para que Deus providencie um instrumentista de acordo com Seu coração. Mas isso não quer dizer apenas esperar acomodados. É preciso que tenhamos uma postura mais ativa.


Uma idéia interessante é detectar pessoas do ministério que tenham vontade de aprender a tocar, e financiar (ainda que parcialmente) um curso de música ou um professor particular para elas.


O resultado virá em médio prazo (mais ou menos cinco meses, dependendo do aluno), mas, em geral, vale a pena.
13.  O que fazer quando as pessoas começam a faltar aos ensaios e às reuniões e se mostram desestimulados?

Muitas vezes acontece de o ministério ser um peso nas costas daqueles que o integram.


O excesso de trabalho, cobranças exageradas, incompreensão e, principalmente, a falta de amor entre os irmãos, fazem com que, aos poucos, as pessoas comecem a deixar de gostar do ministério e acabem por abandonar o barco.

Assim, quando se começa a observar que muitos faltam, outros reclamam o tempo todo, outros não vêem a hora de acabar aquele ensaio... pode-se ter certeza que algo precisa mudar.


Ë necessário que o ministério de música seja uma família feliz, onde os irmãos se reúnem para partilhar o amor e louvar a Deus através da canção. Quando ele se afasta deste caminho acaba por tornar-se aquele peso do qual falamos no início.

Problemas tão essenciais devem ser resolvidos em oração e com a utilização do carisma do discernimento. Fazer uma boa escuta, perceber quais os direcionamentos do Senhor, são passos indispensáveis em um momento como esse.

Entrementes, quanto ao relacionamento entre os ministérios, é bom que procuremos estreitar os laços de amizade. Para isso, é interessante de vez em quando combinar, com todos do ministério (e não somente com uma “panelinha”), encontros informais, tais como: sair para tomar um sorvete, ou assistir um bom filme na casa de alguém, ou ir ao cinema, ou fazer uma serenata para um irmão que aniversaria, ou ir a um show, uma praia, um passeio, um piquenique, um museu... quanta coisa se pode fazer entre irmãos!

Muito embora a solução venha de Deus, estes momentos de divertimento e amizade podem mudar completamente o perfil do ministério.

Separar um dia para uma avaliação mais séria, com os pés no chão, também é uma idéia que deve ser levada em consideração.

O importante é não se esconder atrás de velhas fórmulas como: “...é porque seguir a Deus não é pra todo mundo...” ou “...somente uns poucos permanecem fiéis...”.

Se o problema existe, devemos empenhar todos os nossos esforços para resolvê-lo!


14.  Qual o papel da Secretaria Davi Diocesana?

O Secretário Davi Diocesano tem uma dupla função:


1. Manter contato direto com o Secretário Davi Estadual. 2. Prestar assessoria aos ministérios de arte (música, dança, teatro...) de toda a sua Diocese, de acordo com os direcionamentos do Conselho Diocesano da RCC.


O contato com o Secretário Estadual acontece por meio de cartas, e-mails, telefonemas e com a participação em encontros e reuniões estaduais.

A assessoria aos ministérios de música engloba, por sua vez, três aspectos:

· O Secretário Diocesano deve estar intimamente ligado e “antenado” no que acontece na Coordenação Diocesana da RCC, ele deve permanecer em unidade com todas s orientações, caminhos, idéias, projetos etc, pois não vai conduzir o povo da Secretária Davi de acordo com sua própria cabeça, mas, sim, baseado naquilo que Deus mostra para toda a RCC da Diocese;


· A partir daí ele deve procurar meios de promover a articulação da troca de experiências entre os ministérios da Diocese.

· Pensar e viabilizar (talvez junto com uma equipe de apoio) a oferta e a viabilização de formação para os ministérios.

Isto se dará através de apostilas, cartas e-mails, telefonemas, visitas a cada ministério, reuniões com coordenadores de ministério, retiros, vigílias, encontros etc.



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