Sm 9026 juventude – mensagens à uma mensagem à juventude prov. 1: 10-19 I – a sedução



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SM 9026

JUVENTUDE – MENSAGENS À
UMA MENSAGEM À JUVENTUDE - Prov. 1:10-19
I – A Sedução (Tentar, persuadir).

1. O seduzido – Todos estão em perigo; todos são tentados, mas a juventude está em maior perigo;

a) Por causa da inexperiência.

b) Por causa dos esforços inauditos da parte dos homens o demônios para destruir a juventude.

c) Por causa de muitos alçapões e abismos: cinemas, teatros, clubes, jogos, danças, livros e revistas imorais etc.

d) Por falta de proteção – do lar e da igreja.

2. Os sedutores (pecadores) – Todos os que estão sem Cristo não estão salvos. Todos os que se desviaram da vereda da justiça. Todos têm influência. Nenhum irá para a destruição sozinho. Alguns pecadores têm mais influência do que outros.

a) Os que estão em autoridade – Um mestre, um pai, um rei. Jeroboão conduziu Israel ao pecado.

b) Os que passam como amigos.

c) Os que têm influência pessoal, riqueza, destaque social e intelectual etc.

3. A sedução – Os métodos usados.

a) Persuasão: "Tentar" - V. 10.

b) Amalgamação: "Vem conosco" - V. 11.

c) Remuneração: "E encheremos nossas casas" - V. 13.

d) Sociabilidade: - "Uma só bolsa" - V. 14.
II – A Destruição – Havendo recusado a instrução dos pais e a influência do Espírito Santo (V. 20-23), o único resultado será a destruição.

1. "Rirei da vossa perdição". - V. 26-27.

2. "Zombarei de vós vindo vosso temor.". - V. 27.

3. "Eu não responderei" na perdição e temor". - V. 28,27,29.


DEUS ESTÁ PROCURANDO HOMENS

Isa. 6:1-8; Ez. 22:30; I Crôn. 12:32
Nem todos os tempos são iguais. Cada época da história humana teve suas características peculiares, seus problemas, responsabilidades e mensagens especiais.

É importante e necessário que compreendamos o tempo em que estamos vivendo e conheçamos o que a época atual requer de nós.

A situação presente é crítica e solene, e exige uma visão penetrante para que saibamos o nosso dever e as muitas oportunidades.

O sermão do pregador escocês: 1) O mundo está de cabeça para baixo. 2) Precisa ser colocado de cabeça para cima. 3) Os cristãos devem fazer essa obra.


I – Deus Procura Homens Para Fazer Tal Obra.

1. O mundo hoje está cheio de homens, mas Deus está buscando homens à Sua feição.

a) Um homem à feição de Deus é um indivíduo que cumpre a Sua Palavra e submete-se à Sua vontade - Jer. 9:23, 24; Atos 13:22.
II – Um Homem de Deus - Jo. 1:6.

1. Na vida tinha um fim em vista. - Luc. 1:17.

a) Deus tem um plano para cada pessoa à Sua feição. - Ester 4:14.

b) Devemos perguntar: "Senhor, que queres que eu faça?"

2. A simplicidade de João. - Mar. 1:6.

a) Vivia mais para proclamar a mensagem do que das preocupações materiais.

b) Nossa vida deve ser uma apologia daquilo que iremos apresentar lá fora.

3. Seu caráter. - Luc. 7:24, 25; 3:4, 5.

a) Não era uma cana, porque não era vacilante.

(1) A obra hoje necessita de tais homens. Ver Educação, pág. 28; II Tim. 1:12.

b) Ele endireitava o que estava torto e não apagava o pavio que fumegava – amor pelas almas.

4. Sua mensagem. - Jo. 1:29.

a) Esse indivíduo que levava a mensagem era um homem (Jo. 1:6) e só tinha uma mensagem – a mensagem para aquele tempo, para todas as classes.

(1) O mundo hoje necessita de uma mensagem vital, vivida na vida do pregador. - I Jo. 1:1-3.

(2) Devemos apresentar a Palavra de Deus e não filosofias.

Achará Deus homens à Sua feição e na altura da necessidade atual?

Oxalá passemos pela experiência de Isaías e futuramente possamos exclamar: "Eis-me aqui, envia-me a mim". - Isa. 6:1-8.
PRECISA-SE DE UM HOMEM

Jer. 5:1
A história de Diógenes, em pleno dia, em Atenas, com uma lanterna acesa à procura de um homem.

I – A Idéia Popular de um Homem.

1. Riqueza.

2. Aparência.

3. Sabedoria, gênio.

4. Força, poder.
II – A Idéia Divina.

1. O que procura conhecer a verdade. - Jer. 9:23-24.

2. O que procura fazer o que é justo e direito. - Atos 13:22; Jo. 1:6.

3. O que tem um caráter impoluto. - Luc. 7:24-25; 3:4-5.


III – O Valor de um Homem.

1. Divina capacidade no homem.

2. A salvação é levada a efeito através do homem.

3. Jesus teria morrido por uma só pessoa, se necessário, mostrando assim o valor do homem aos olhos de Deus.


A JUVENTUDE, A LIBERTADORA DA IGREIA

I Jo. 2:13-14
I – Golias Modernos que Afrontam a Igreja.

1. O mundanismo, as leituras, as vistas obscenas, cinemas imorais, etc.

2. Indiferentismo.

3. Criminalidades, suicídios.

4. Injúrias e blasfêmias contra a Verdade.
II – A Juventude é a Única Esperança da Igreja.

1. Os velhos nem sempre poderão levar as cargas.

a) São os esteios, mas diante deles está a sepultura, ponto final de descanso da luta!

2. Os jovens devem tomar a vanguarda.

3. Os jovens devem lembrar-se de seu Criador nos dias de sua juventude.

Não só ossos. . .

a) A juventude está pronta a se sacrificar pela Pátria, e por que não por Deus?

4. Qual é a sua atitude? Continuará o mundo ofendendo a verdade e ultrajando almas?

5. Não quer você ser um Davi?

a) Talvez você diga: "Sou muito jovem". Mas é por isso mesmo que você deve entrar nas fileiras.

6. Deus ainda hoje escolhe as coisas fracas deste mundo para confundir os fortes. - Jer. 1:6-8.

7. Levantem-se, jovens, senão as pedras clamarão, no último dia, contra vocês.

Revistam-se da armadura de Deus e batalhem pela cruz!
"JOVENS"

Leitura bíblica: I Jo. 2:14-17.

Texto: I Jo. 2:14.
Falo à juventude pelas mesmas três razões que o apóstolo João foi levado a escrever aos moços em sua primeira epístola. Não há melhores razões do que estas, e elas são hoje tão poderosas como quando João escreveu às diversas classes e deu conselhos adequados às suas necessidades e, ao mesmo tempo, à altura de sua compreensão.
I – As Qualidades dos jovens de João:

1. "Sois fortes" – Os tempos em que vivemos produzem jovens fortes. Os tempos requerem jovens fortes, de corpo e de caráter. Jovens firmes, resolvidos, dispostos, vigorosos, ativos, com firmeza de caráter. Força pertence aos jovens e não aos velhos.

2. "A palavra de Deus está em vós" – Não somente ouvir e ler a Palavra, mas em vós. "A tua palavra escondi no meu coração para não pecar contra ti". "Uma lâmpada para os meus pés". Desenvolve o caráter.

3. "Já vencestes o maligno" – O jovem forte vai vencer o maligno. O maligno é vencido pela Palavra, não pela força do homem, pois o inimigo é mais forte, mais experimentado e experiente, mais astuto, mais hábil.


II – Os Conselhos de João - V. 15.

1. Não ameis o mundo, nem o que nele há.

a) Concupiscência da carne.

b) Concupiscência dos olhos.

c) A soberba da vida é o mundo.
Conclusão: - V. 17.

1. O mundo passa e também a sua concupiscência.

2. Mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.
QUATRO CLASSES DE ESTUDANTES

Ez. 47:1-12
I – Até os Artelhos (Tornozelos) - V. 3.

1. Ouviram falar do colégio e ficaram animados.

a) Chegam, matriculam-se. Experimentam as primeiras provas nos estudos e desanimam.

2. São pessoas que facilmente se deixam vencer por qualquer coisa: saudades, trabalho etc.


II – Até os Joelhos - V. 4.

1. Avançam mais e com coragem.

2. Ainda que os estudos sejam um pouco puxados, vão avante.

3. Suportam saudades, trabalho etc., mas desanimam diante dos exames e regulamentos do educandário.


III – Até os Lombos (Rins) - V. 5.

1. São mais ousados. Avançam destemidamente.

2. Vencem obstáculos: estudos árduos, exames, trabalho, saudades, etc.

3. Fracassam quanto à disciplina e à vida espiritual.


IV – Os que Nadam - V. 5-9.

1. São os heróis. Os homens e mulheres do futuro.

a) Tudo enfrentam com serenidade, o ânimo alevantado e a confiança em Jesus.

2. Para nadar é preciso:

a) Abandonar a bagagem de comodidades que trazemos de casa.

b) Enfrentar os contratempos da pobreza, falta de inteligência, etc.

c) Vencer indolência, preconceitos, vícios, pecados.

3. Têm um alvo em vista.

a) Jesus é seu alvo seguro. - Heb. 12:2.

b) A pessoa que se nortear por Jesus será próspera e uma bênção. - Ez. 47:9.

4. Quem não tiver um alvo certo e seguro, baseado no temor de Deus, será um vencido na vida. - Ez. 47:11.

Jovens, vocês vencerão ou serão vencidos?


CONSELHOS AOS ESTUDANTES NAS FÉRIAS

Mar. 5:16-20; Sal. 126:5-6
I – Aos que Colportarão - Sal. 126:5-6.

1. Como levar a semente? - "Andando".

a) Parado é impossível levar a semente.

b) A ordem de Jesus é: "Ide".

c) Devemos semear sobre as águas. - Ecl. 11:1-6.

2. "Chorando". - Por quê?

a) Devido à incredulidade. - Jo. 11; Luc. 19 :41-44.

b) Devido a algumas dificuldades.

c) Devido a saudades do lar e colegas.

d) Em oração, lutando a sós com Deus.

3. "Voltarás com alegria..." – De quê?

a) Das boas experiências obtidas no trabalho.

b) Da farta disseminação da página evangélica.

c) De ver a realização das promessas de Deus. - Sal. 126:3.

d) Da recompensa na manhã da ressurreição. – "Estrelas na coroa".
II – Aos Que Voltarão aos Seus Lares - Mar. 5:16-20.

1. Mostrem que vocês estiveram com Jesus. - Atos 4:13.

2. Sejam uma carta aberta e um cheiro suave de vida para vida, daquilo que vocês aprenderam.

a) Sejam corteses e amorosos para com seus pais.

b) Que a sua conduta cristã seja tal que outros sejam influenciados a virem para este educandário. - Mal. 4:16.
QUATRO LIÇÕES DE ANIMAIS

Prov. 30:24-28
I – As Formigas – Previdência.

1. O conselho do sábio Salomão. - Prov. 6:6.

2. As formigas sabem o tempo de sua oportunidade e aproveitam-no muito bem.

3. Cada jovem tem o seu "verão" - a oportunidade.

4. A previdência não é contrária ao plano de Deus.

5. Cada jovem deve ser previdente. Deve construir seu caráter, para o dia do "amanhã", no temor de Deus.


II – Os Coelhos - Prudência.

1. São animais débeis, fracos. Constroem na rocha.

2. Ficam protegidos das aves de rapinas e animais ferozes.

3. A juventude está rodeada de inimigos – internos e externos.

- I Ped. 5:6-9; I Jo. 2:14-17.

4. Jesus é a Rocha segura de refúgio. - Isa. 26:4.



III – Gafanhotos – Cooperação.

1. Não têm rei. Cada um tem o senso do domínio próprio e cooperação mútua.

2. Esse espírito deve ser visto na mocidade.

a) Nos estudos, trabalhos, campanhas, negócios.

b) Se o gafanhoto tem o senso de destruição, a juventude deve ter o senso de construção. - Ecl. 9:10.
IV – A Aranha – Perseverança.

1. Observemos o trabalho perseverante da aranha na construção de sua linda teia.

2. A perseverança é uma grande virtude.

3. Muitos têm falhado na vida por falta de perseverança.

4. A mocidade deve ser perseverante, mesmo nas adversidades comuns da vida. - Filip. 4:13.
A MAGNIFICÊNCIA DAS COISAS PEQUENAS - Zac. 4:10
I – Coisas Naturais Pequenas Que Produzem Grandes Resultados.

1. A semente – árvore frondosa.

2. A fagulha – grandes incêndios.

3. O fio de água na montanha – lagos e rios.


II – Providencial Insignificância em Grandes Vidas.

1. Exemplos característicos:

a) José, Moisés, Daniel etc.

2. Exemplos seculares:

a) Pasteur, Osvaldo Cruz, Rui Barbosa etc.
III – Acontecimentos Históricos Humildes e Resultando em Grandes Reformas.

1. A introdução do Evangelho.

2. O movimento da Reforma.

3 . Princípios denominacionais.

4. Empreendimentos missionários.
COMO VENCER NA VIDA

Zac. 4:10
I – Capricho nas Pequenas Tarefas.

1. Nossa vida é composta de pequenas coisas.

2. Não devemos formar o hábito de fazer coisas inacabadas.

3. O que pusermos na vida constituirá nosso caráter e o nosso futuro.

a) Devemos executar tudo que nos vier à mão para fazer com perfeição. - Ecl. 9:10.

b) Diligência e tenacidade.


II – Desejo de Vencer.

1. Todo jovem deve ter ambição, ou desejo veemente para realizar e alcançar um ideal.

2. O mundo hoje goza de muitos privilégios porque diversas pessoas tiveram um ideal na vida, e um forte desejo de alcançá-lo: Osvaldo Cruz, Santos Dumont, Edison, Pallesi e outros.
III – Perseverança.

1. A pessoa perseverante está fadada a vencer.

2. Grandes realizações têm sido levadas a eleito por causa da perseverança.

3. Para o perseverante não existem adversidades.

4. A perseverança é necessária nos menores detalhes e realizações da vida.

5. Sem perseverança não há sucesso.


IV – Fidelidade.

1. É uma grande virtude.

2. É uma jóia rara e de grande preço.

3. Quantos fracassos e quantas tragédias por falta de fidelidade!

4. Sejamos fiéis nos pontos mínimos e automaticamente o seremos nas grandes responsabilidades.

Com o auxílio divino tudo é possível. - Fil. 4:13.


QUE É SUCESSO?

Fil. 4:13
I – Que é Sucesso?

1. Para alguns – estudos, casamento etc.

2. Para outros – negócios, fama, notoriedade, louros.

3. Temos medidores para luz, água, pressão arterial, coração, temperatura etc., mas não há medidor para o sucesso.

a) Cada indivíduo tem um metro próprio. É a norma que ele mesmo estabelece em sua mente que constituirá sucesso.

b) Para a pessoa que tem o dinheiro como alvo, o real será seu metro.


II – Contrastes.

1. Alexandre, o Grande, conquistou o mundo mas não conquistou seus desejos e paixões.

a) Foi sucesso?

b) Suas últimas palavras foram: "Quando meu corpo estiver preparado para descer ao túmulo, que o meu braço direito seja deixado para fora. Desejo mostrar ao mundo que eu, Alexandre, nada levarei deste mundo."

2. Napoleão – grande guerreiro, a encarnação do egoísmo, acabou em Santa Helena.

a) Foi sucesso?

3. Exemplos das vidas de Pasteur, Edson, Osvaldo Cruze o que eles fizeram para o bem da humanidade.

a) Foi sucesso Sim! E um grande sucesso!

b) Riqueza, notoriedade, posição e poder não são medidas de sucesso. É o que temos jeito por outrem.
IDEAIS E AMBIÇÕES
I – Definição do Assunto.

1. Ideal - a) Uma concepção mental relacionada com padrão de perfeição. b) Um alvo fixo e certo em vista. c) Devemos seguir em pós de um ideal certo, como o fez Paulo. - Filip. 3:12.

2. Ambição - a) Desejo moderado de poder, de glória, de riqueza. b) Desejo veemente, aspiração, c) Desejo, propósito de alcançar alguma coisa recomendável, justa.
II – A Relação Entre o Ideal e a Ambição.

1. O ideal é o quadro mental de alguma coisa que gostaríamos de obter ou ser. A ambição é o intenso desejo reunido a uma forte determinação para se obter o ideal que temos em mente.

2. Ideais formam ambições, determinam nossas w,idas e caracteres.

a) Se o ideal é baixo, a ambição também o será.

b) Cuidemos da formação de nossos ideais. É a cidadela de nossa vida e caráter.

3. A possibilidade humana para alcançar ideais puros e alevantados.

a) Somos responsáveis perante Deus pela nossa própria educação.

b) A conversão nos ajudará a obter ideais novos, puros, elevados e nobres - "Se alguém está em Cristo, nova criatura é..."

4. A ambição não deve ser desencorajada.

a) Em vez de a mocidade ser desanimada, deve ser bem dirigida na sua ambição em busca de ideais nobres e santos.

b) "Deus não pede à mocidade ser menos aspiradora, ambiciosa" - Christian Education, p. 70.

5. O ideal supremo: Cristo. - Fil. 3:13.

a) Cristo na vida, é o segredo do sucesso.

b) Com este ideal na vida, as dificuldades serão vencidas com facilidade.

c) Os grandes ideais exigem sacrifícios - S. Dumont.
O DESPERTAR DE DONS

II Tim. 1:6
I – Que é um Dom?

1. O Novo Testamento usa o termo para expressar poderes e graças concedidas aos cristãos pelo Espírito Santo.

2. Há dons ordinários e extraordinários. .

a) Ordinários – Sabedoria, entendimento, conselho, conhecimento, verdade, piedade, mais Gál. 5:22-23, acrescentadas de paciência e castidade.

b) Extraordinários – Poder de falar e interpretar línguas, profetizar, curar, discernir espíritos. - Cor. 12:4-11.
II – O Conselho – "Desperta o Dom".

1. Infere-se a possibilidade de dons inertes. Será possível? Sim.

2. Exemplos de dons inertes:

a) O ferro nas montanhas de Minas e sua transformação em aço, cabelos e cordas para relógios etc., e seu extraordinário valor.

b) O petróleo bruto e sua adaptação para fábricas, vapores, autos, aviões etc., e a rapidez das viagens.
III – O Despertar e o Aperfeiçoar de Dons Trazem Valor.

1. O macaco amestrado e os selvagens nas matas.

2. Há diferença entre o ser inteligente e o irracional. Aquele tem a faculdade de escolha; este, não.
IV – O Indivíduo Deve Descobrir, Despertar Seu Dom.

1. Cada pessoa tem um dom ou mais.

2. Há indivíduos que procuram aspirações erradas.

3. Conheces a tua vocação?

a) Devemos ter um alvo em vista.

4. O dom recomendado – De Deus - Efés. 4:8-11; I Cor. 12:28.

II Tim. 1:6.
HEROÍSMO MORAL - Prov. 16:32
Uma grande verdade num princípio simples – o governo do próprio do espírito.

I – O Inimigo.

1. Os nossos impulsos.

2. Os nossos hábitos.

3. Os nossos preconceitos.

4. Os nossos interesses.
II – A Conquista.

1. Assalto é impossível.

2. Estratégia é inútil.

3. Faina não consegue ganhar.

4. Somente por uma submissão à direção divina.

a) Paulo nos aponta o segredo. - Gál. 2:20.


III – Os Resultados.

1. Uma vitória nobre – Humanidade aperfeiçoada.

2. Uma paz abençoada – Consciência delicada e tranqüila.
UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE

Jer. 18:16
Se houvesse uma única oportunidade na vida, a maioria das pessoas passaria mal.

I – Experiência de Jeremias.

1. Na consecução do trabalho, o vaso quebra-se.

2. O barro não foi atirado fora.

3. O segundo vaso não saiu tão bom como o primeiro, mas foi aproveitado.

4. A aplicação da parábola:

a) Deus tem um plano para cada indivíduo. Possivelmente seja o barro deformado.

b) O ministro ou o professor não devem desanimar diante da primeira experiência com o pecador ou com um aluno. Lembrem-se do oleiro.

c) Deve haver uma segunda oportunidade. Assim age o nosso Deus.

(1) Exemplos: A estátua de Miguel Ângelo na galeria de Florença foi tirada dum bloco que estava completamente abandonado.
II – A Experiência com João Marcos - Atos 15:35-39.

1. Os pontos de vista de Paulo e Barnabé.

a) Paulo era de atitudes positivas, portanto não podia admitir um caráter instável. Estava certo no seu ponto de vista.

b) Barnabé "era um homem de bem, e cheio do Espírito Santo e de fé". Foi quem se responsabilizou por Paulo em Jerusalém, quando todos se atemorizavam dele. Sempre estava auxiliando alguém.

c) Paulo era o homem da primeira oportunidade. Barnabé era o homem da segunda oportunidade.

2. João Marcos teve uma segunda oportunidade e reabilitou-se totalmente.

a) O testemunho de Paulo. - Col. 4:10; II Tim. 4:9-11.
III – Aplicação.

1. Jovens, apeguem-se à 1ª oportunidade. Nem sempre ela volta.

2. Ministros e professores, mantendo o espírito de Paulo, mas dosem-no com uma dose dupla do espírito de Barnabé. Vocês jamais se arrependerão.

Conselhos: Ecl. 9:10; Prov. 16:3; 27:23.


VASOS DE BARRO

Jer. 18:1-9
I – Deus tem um plano para cada vida.

1. O plano do oleiro.

a) Não fabrica por acaso.

b) Cada vaso é feito segundo um modelo.

c) Embora diferentes na forma e cor, todos os vasos são úteis.

2. O plano de Deus.

a) Deus opera da mesma maneira conosco.

b) Tem um propósito, uma vocação especial para cada vida.

c) Há diferença de dons, de facilidades para executar as coisas.

(1) Há formosura por igual – a de sermos úteis e bons, de fazermos nossa parte para o Reino.


II – A Vida pode estragar-se enquanto é construída.

1. No caso do oleiro.

a) Por defeitos da massa.

b) Por ter recebido pouco barro.

c) Por ter mudado de plano.

2. Em nossa vida.

a) Há uma grande diferença.

b) O barro é passivo nas mãos do oleiro.

(1) Não tem vontade própria; não pode escolher a espécie de vaso que deverá ser.

(2) Não pode interferir na sua feitura.

c) Com o homem é diferente.

(1) Tem vontade própria.

(2) Pode resistir ao Oleiro divino.

(3) Pode contribuir para perder o desígnio de Deus.

(4) Sua é a culpa quando peca e se rebela.

(5) Deus quer somente que o homem seja bom e útil - uma bênção à humanidade.


III – É possível uma Vida arruinada ser consertada?

1. No caso do oleiro.

a) Se fracassa a primeira vez, prova de novo, com mais cuidado.

b) Se o vaso não sai como se esperava, ao menos não está perdido de todo.

c) Terá menor valor, porém alguma coisa foi aproveitada.

2. No caso do oleiro divino.

a) Se nosso vaso se estragar, que será?

(1) Deus sempre está disposto a nos conceder uma segunda oportunidade.

(2) Não será o desígnio original de Deus, mas o Seu plano não fracassará de todo.

(3) Não é culpa de Deus se o vaso não alcança o valor duma jóia de arte. A culpa está com os defeitos do barro, que pensa e tem vontade. Exemplos: Saul e Davi.

(4) A paciência do Oleiro divino faz maravilhas.

Deixemos que Deus modele nossa vida segundo a Sua vontade, para que nos convertamos num vaso útil e de bênçãos.


TRANSFORMANDO DERROTAS EM VITÓRIAS

Luc. 18:9-14; I Cor. 15:57
I – A paciência, unta característica.

1. Os cristãos estão sujeitos a tribulações. - Rom. 5:3.

2. A tribulação é permitida para desenvolver paciência e fé. - Tia. 1:3.

3. Deus permite as provações a fim de que nos aproximemos mais dEle.


II – Transformando Derrotas em Vitórias.

1. Davi e o leão Golias.

2. Daniel na cova dos leões.

3. Negligência no cumprimento dos deveres bíblicos.

4. Orgulho e ódio no coração.

5. Crítica destrutiva.


II – O mal que nos causam.

l. Interferem com a nossa devoção.

2. Abrem caminho para maiores pecados.

3. Endurecem nossa consciência.

4. Lançar-nos-ão fora da Igreja e do reino de Deus.
III – Como devemos tratá-los.

l. Capturá-los.

2 . Destruí-los.

3. Sepultá-los. - Prov. 28:13.


A HORA DA OPORTUNIDADE - Zac. 4:10
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