Snipi ficha de Referenciação Identificação da Criança/Família



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Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância

SNIPI

Ficha de Referenciação

Identificação da Criança/Família

Nome: ____________________________________________________________________________________________________________________________

Data Nasc: ______/_____/_______ Género: Masculino  Feminino  NISS _____________________

Residência : __________________________________________________________________________________________________ C.P. ________ - ______



Local onde se encontra a criança:

 Domicilio:  Ama :  Creche  J.I.:  Outro: Qual __________________________________________________________________________________

Familiar Responsável - (Grau de parentesco) _________________________________Nome: __________________________________________________________

______________________________________________________________________________ T.M.: _________________ Mail: _________________________



Motivos da Referenciação : Marque uma X em cada condição identificada

1. Alterações nas funções ou estruturas do corpo

2. Risco Grave de Atraso de Desenvolvimento

Serviços Envolvidos de:


1.1. Atrasos de Desenvolvimento s/etiologia conhe­cida
Abrangendo uma ou mais áreas validado por avaliação funda­mentada, feita por profissional competente para o efeito:

 Motora



  • Física

  • Cognitiva

 Linguagem e Comunicação

 Emocional

Social e Adaptativa
1.2. Atraso de Desenvolvimento por Condições Específicas
Diagnóstico relacionado com situações que se associam a atraso do desenvolvimento, entre outras:

Anomalia cromossómica (p. ex. Trissomia 21, Trissomia 18, Sin­droma de X-Fragil)

Perturbação neurológica (p. ex. paralisia cerebral, neuro-fibroma­tose)

Malformações congénitas (p. ex. sindromas polimalformativos)

Doença metabólica (p. ex. mucopolisacaridoses, glicogeno­ses)

Défice sensorial (p. ex. baixa visão/cegueira, surdez)

Perturbações relacionadas com exposição pré-natal a agentes teratogénicos ou a narcóticos, cocaína e outras drogas (p. ex. sindroma fetal alcoólico)

Perturbações relacionadas com infecções severas congé­nitas (p. ex. HIV, grupo TORCH, meningite)

Doença crónica grave (p. ex. tumores do SNC, D. renal, D. hemato­lógica)

Desenvolvimento atípico com alterações na relação e comunicação (p. ex. perturbações do espectro do autismo)

Perturbações graves da vinculação e outras perturbações emocionais.



2.1. Crianças Expostas a Factores de Risco Biológico
Baseiam-se num diagnóstico relacionado com, entre outros:
História familiar de anomalias genéticas, associadas a pertur­bações do desenvolvimento;

Exposição intra-uterina a tóxicos (álcool, drogas de abuso e infecções HIV e Hepatite C);

Complicações pré-natais severas (Hipertensão, toxémia, infec­ções, hemorragias, etc.);

Prematuridade < 33 semanas de gestação;

Muito baixo peso à nascença (< 1,5Kg);

Atraso de Crescimento Intra-Uterino (ACIU): Peso de nasci­mento < percentil 10 para o tempo de gestação;

Asfixia perinatal grave (Apgar ao 5º minuto <4 ou pH do san­gue do cordão <7,2 ou manifestações neurológicas ou orgâni­cas sis­témicas neonatais).

Complicações neonatais graves (sépsis, meningite, alterações metabólicas ou hidroelectrolíticas, convulsões)

Hemorragia intraventricular

Infecções congénitas (Grupo TORCH)

Infecções graves do sistema nervoso central (Meningite bac­te­riana, meningoencefalite)

Traumatismos cranianos graves

Otite média crónica com risco de défice auditivo



1. Acção Social

Serviço Local : TR - _____________________________

RSI/Instituição/TR - ______________________________

Processo Tribunal

 PPP  TC  Outro

TR - __________________________________________

Instituição c/acordos S.S. -  Sim  Não

Qual: __________________________________________

Ama / Nome: ___________________________________

TR: ___________________________________________


2. CPCJ

Qual : _________________________________________

TR : ___________________________________________
3. IPSS / Instituições

Qual : _________________________________________

Tipo de Resposta:

 Creche Familiar  Creche  J.I.  Apoios Específicos

Qual : _________________________________________
4. Serviços de Educação

J.I:____________________________________________

Tem Educação Especial  Sim  Não

TR: ___________________________________________


5. Serviços de Saúde

Hospital: _______________________________________

______________________________________________

Responsáveis: __________________________________

______________________________________________

Entidade Saúde Local_____________________________

______________________________________________

Médico de Referência: ____________________________

______________________________________________

Outros Técnicos: ________________________________

______________________________________________

Contactos (,TM,Mail):___________________________

____________________________________________________________________________________


2.2. Crianças Expostas a Factores de Risco Ambiental

Factores de Risco Parentais

Factores de Risco Contextual

Mães adolescentes <18 anos

Abuso de álcool ou outras substâncias aditivas

Maus-tratos activos (físicos, emocionais e abuso sexual) e passivos (negligência nos cuidados básicos a prestar à criança – saúde, alimentação, higiene e educação) *

Doença do foro psiquiátrico

Doença física incapacitante ou limitativa

Escolaridade <4º ano (ensino básico de acordo com a idade)



  • Penha, T. (2000) Tipologia de maus-tratos

Isolamento (ao nível geográfico e dificuldade no acesso a recursos formais e informais; discriminação sócio-cultural e étnica, racial ou sexual; discriminação religiosa; conflitualidade na relação com a criança) e/ou Pobreza (recurso a bancos alimentares e/ou centros de apoio social; desempregados; famílias beneficiárias de RSI ou de apoios da acção social)

Desorganização Familiar

(conflitualidade familiar frequente; negligência da habi­tação a nível da organização do espaço e da higiene)

Preocupações acentuadas, expressas por um dos pais, pessoa que presta cuidados à criança ou profis­sional de saúde, relativamente ao desenvolvimento da criança, ao estilo parental ou interacção mãe/pai-criança



Os pais foram informados desta referenciação?  Sim  Não

Os pais foram orientados para o serviço de I.P. da sua área (ELI)  Sim  Não



Data Preenchimento: _________________________

Data de entrada na ELI: _______________________



Identificação do referenciador: Nome: ________________________________________________ Serviço: ________________________________________________________

Contactos: (morada, telefone, email)__________________________________________________________________________________________Mail: ______________________



Traduzido e adaptado pela Eq I.P do ISS, IP/CDL – SATPR (TNM/MGP)

Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA Ficha de Referenciação



A referenciação para o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância – SNIPI, é fundamental para diligenciar com as famílias das crianças o apoio necessário ao seu desenvolvimento e integração social. Esta Ficha tem como finalidade obter informação relevante para problemáticas que podem afetar o desenvolvimento das crianças, ajudando à tomada de decisão para a elegibilidade em IPI e preparação da intervenção na criança/família. Este 1º passo é necessariamente o mais importante e depende de si.

Muito obrigada.
INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO:
Identificação da Criança/Família: Nome da criança completo para permitir a sua localização em todos os sistemas de informação; NISS – N.º de Identificação da Segurança Social fundamental para se identificar a criança como cliente da Intervenção Precoce e se proceder a um acompanhamento social integrado e mais eficaz; Familiar responsável pela criança (pais ou outros) com a máxima informação de contactos;
Motivos da Referenciação: Neste campo coloca-se uma ou mais “X” nas condições devidamente identificadas e considerados mais relevantes. O campo 1 Alterações nas funções ou estruturas do corpo (abrangendo uma ou mais áreas do desenvolvimento), quer estejam no subcampo 1.1 Atrasos de Desenvolvimento s/etiologia conhe­cida, quer estejam no subcampo 1.2. Atraso de Desenvolvimento por Condições Específicas, devem ser acompanhadas por avaliações fundamentadas feitas por profissionais competentes para o efeito. Por exemplo, um docente de educação pré-escolar, se coloca uma X no campo 1.1, deve fazer acompanhar esta Ficha de uma descrição detalhada dos comportamentos observados na criança referentes a estas alterações *.
Serviços Envolvidos: Sempre que o elemento referenciador detenha informação, ou tenha condições de a obter, sobre os campos aqui apresentados (Serviços de Ação Social, CPCJ - Comissões de Proteção de Crianças e Jovens, Serviços de Educação e de Saúde) deve preenche-los, identificando os TR (Técnicos Responsáveis) e contactos. Sempre que possível colocar o n.º de utente do Serviço Nacional de Saúde assim como o nome do médico assistente quer seja do serviço público quer do privado (nome, local e contacto telefónico), afim da saúde poder interligar de forma ágil, se necessário.
Informação à família sobre esta referenciação ao SNIPI/ELI: Esta deve ser sempre informada deste procedimento por parte do referenciador. Quem referencia é por certo um elemento chave na primeira linha de todo um processo de intervenção na criança/família. Com esta Ficha de Referenciação pretende-se envolver no pedido de apoio/referenciação os pais e torná-los participantes activos na referenciação/ acompanhamento (art. 2 do Dec. lei nº 281/2009).
Identificação do Referenciador: Este campo é de preenchimento obrigatório, com contactos atualizados e completos.
Data de preenchimento desta Ficha de Referenciação: O preenchimento deste campo é importante na medida em que possibilita à ELI avaliar a sua capacidade de resposta às necessidades de IPI da sua área de abrangência.


*Exemplo de descrição sumaria do motivo da referenciação por docente de educação pré-escolar:

Pretende-se com linguagem comum e simples descrever de uma forma clara e concisa o problema/comportamento que dá origem à referenciação. Pretende-se saber o que já fez para resolver o problema: discutiu com os colegas esta situação; participou aos responsáveis da criança e eles confirmam ou não o problema; identificou factores para o que está a acontecer. Pretende-se saber qual é o seu objectivo com a referenciação: que trabalho já desenvolveu com a criança na Creche/J.I e com a família; quais os resultados. Pretende-se saber que apoios especializados teve/tem: identificar a equipa técnica e há quanto tempo está a ser apoiado (o que já foi ou está a ser feito com a criança e família); a participação da escola no processo de acompanhamento; saber se tem acompanhamentos da área da saúde (médico, enfermagem, psicológico ou outro). Pretende-se saber informação/orientações da área social e qual a evolução do problema da criança;




ELI de Alcobaça - Nazaré




Descrição Sumária do Motivo da Referenciação





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