Stc- 6: (Sociedade, Tecnologia e ciência)



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STC- 6:

(Sociedade, Tecnologia e ciência)



INTRODUÇÃO:

Este trabalho foi-nos proposto pela formadora de STC-6, com a mobilidade de sabermos e entendermos como as casas típicas de Portugal, são construídas e os meios que utilizam para passar aos devaneios de invernos rigorosos ou verões muito quentes, conseguindo também solucionar algo para evitar as catástrofes da natureza.



Construção e Arquitectura:

A Serra de Monchique é uma serra do oeste do Algarve cujo ponto mais elevado é a Fóia com 902 m de altitude - é o mais alto do Algarve é um dos dois pontos mais proeminentes de Portugal (739 m).

Devido ao facto de estar próxima do mar possui um clima subtropical húmido, com precipitações médias anuais entres os 1000 e os 2000 mm, que associadas a temperaturas amenas permite a existência de uma vegetação rica e variada, onde se inclui o raríssimo carvalho de Monchique e a bela adelfeira, bem como espécies raras no sul, tais como o castanheiro, o carvalho cerquinho ou o carvalho roble.

Nesta serra existe um importante complexo termal, caldas de Monchique, rodeado por um parque de vegetação luxuriante onde existe a maior magnólia da Europa.

É ainda de salientar a fertilidade dos seus solos, devido não só à humidade, mas também ao facto da sua rocha, a foíte, ser de origem magmática.

Vários ribeiros e ribeiras têm origem na Serra de Monchique, entre as quais a Ribeira de seixe, a Ribeira de Aljezur (ou da Cerca), a Ribeira de Odiáxere, a Ribeira de Monchique e a Ribeira da Boina.

No centro de duas grandes serras Fóia e a Picota e o concelho de Monchique entra na história com a presença dos romanos nas CALDAS de Monchique atraídos pelo poder curativo das suas águas. Nos séculos seguintes, a serra foi-se povoando lentamente e no século XVI, Monchique era já uma povoação suficientemente importante para merecer a visita do rei D. Sebastião, que pretendeu conceder-lhe o estatuto de vila.
 Conhecer Monchique significa subir a Serra. Convém subir devagar, para melhor apreciar a paisagem ao longo da estrada, com curvas cada vez mais fechadas.

O ponto mais alto de todo o Algarve é a Fóia, a quase 1000 metros de altitude. A extensão da paisagem depende da maior ou maior nebulosidade, mas em dias de céu limpo os horizontes só têm limites no Cabo de São Vicente e na Serra da Arrábida perto de Lisboa.





Casas típicas de Portugal:

MINHO:



O Minho é uma província do Norte de Portugal que se dedica à agricultura, pastorícia, pecuária e ao turismo rural. Os principais produtos agrícolas são os cereais, que deram origem a um tipo de construção muito típico do Alto Minho: os espigueiros. São formados por uma câmara estreita, com paredes aprumadas e fendas verticais para arejamento.

Assentam numa base de pés simples, normalmente de pedra, rematados por cornijas ou capitais salientes, de forma a impedir o acesso a roedores.

As casas típicas das aldeias serranas são em granito com telhados de colmo, que nos dias de hoje foi na maioria substituídos pela telha.

As coberturas são inclinadas de quatro águas, com beirados salientes, para um melhor escoamento da chuva, chaminé estreita, acima do cume do telhado por cima dos barrotes, varanda corrida envidraçada, grandes blocos quadrangulares de granito.

O Minho é uma zona com um clima muito frio e chuvoso e as suas habitações são adequadas a esses factores climáticos, consoante a pluviosidade. Nos interiores das habitações do Minho predominam as madeiras e o ambiente rústico, com escadaria em madeira e lareiras em pedra. O mobiliário é tradicional com madeiras pouco tratadas.



Ribatejo:


No sul as casas são normalmente caiadas de branco e rebocadas, dado que o clima é quente e seco, quase todas pequenas e térreas.

Nestas regiões existem casas com diversas características dependendo da zona, os terrenos são bastante argilosos e calcários, sendo estes materiais com qualidade isoladora.

Predominando as cores azuis, verde, ocre, vermelhão, pintados com uma facha por fora nas partes laterais e rodapés.

Empregam telhados de duas águas (telhado em forma de v invertido), possibilitando assim o caimento da água para os dois lados.

A sua construção é em adobe (blocos de massa, constituída por areia e brita ligados entre si com argila), a fundição é feita em pedra a fim de evitar o contacto do adobe com a humidade.





Açores:

Os Açores são constituídos por montanhas e vales cobertos de vegetação, lagoas de grande beleza, crateras de vulcões extintos, nascentes de águas fumegantes, cavernas misteriosas, tudo isto faz com os Açores tenham uma paisagem deslumbrante.

As casas sofreram várias alterações ao longo dos anos. As influências culturais e arquitectónicas de vários países, a geografia e clima determinou os diferentes estilos.

O material usado era a madeira, a pedra vulcânica e basáltica. A construção era simples e defensiva, isto para se defenderem contra os elementos da natureza. Estas eram cobertas de colmo ou telhas, possuíam um único piso, tinham paredes triangulares com pequenas janelas e portas com abertura bem acima do nível da rua.

A entrada ficava no meio da casa, de um lado estava um quarto para dormir e do outro a cozinha, com lareira, o forno e a amassadeira onde se preparava as refeições.

O piso era de terra batida, com excepção do quarto que tinha o chão e o tecto coberto de madeira.

Entre o tecto e o telhado havia um espaço chamado “falsa”, onde era armazenado os produtos agrícolas.

Ao redor da casa era um espaço para cultivo e criação de animais. Toda a casa e anexos eram cercados por um muro.

Ao longo dos anos, como já referi anteriormente, as casas evoluíram, ficaram mais confortáveis, mas o estilo predominante era o Português.

Surgiu a cantaria, os azulejos de Portugal, as peças decorativas das índias, as novas cores e formas sul – americanas, que clareavam os tons tristes e escuros das casas.







Casas ecológicas:


As casas ecológicas têm de ter em conta a orientação da construção, do terreno e da natureza que o rodeia, e devem ser criadas para serem auto-suficientes.

As construções  ecológicas estão na moda nos países mais avançados e ajudam a preservar o meio ambiente. Também, em Portugal, já começa a haver pessoas interessadas neste tipo de construções ecológicas.

Quando se sonha com a casa ideal, pensa-se num lugar belo e agradável, luminoso, quente no Inverno e fresca no Verão, com o ar puro, de fácil manutenção, respeitosa com o meio ambiente e que seja capaz de produzir a energia que consome.

Assim como, a possibilidade de aproveitamento da água existente no terreno e como o armazenamento da água das chuvas. Uma casa Idílica poderia estar inspirada num romance de ficção científica, mas esta é uma realidade tão acessível como qualquer outra construção convencional

Uma habitação que é inteligentemente concebida, saudável e regulada de forma auto-suficiente, onde a energia é proveniente de fontes naturais.

As águas da chuva filtram-se e armazenam-se para serem reutilizadas, tendo sempre como principio não haver perdas nem desperdícios.

A construção da casa propriamente dita deve ser construída com materiais não tóxicos e naturais, sendo os mais importantes a madeira, pedra e argila.

Uma vivenda confortável e bela é aquela que permite ao ser humano viver em harmonia com o meio ambiente.

Trata-se de construir, com sentido prático, casas ecológicas, que tenham uma conservação económica, sendo auto-suficiente em água, energia e tratamento de resíduos, utilizando materiais naturais que têm sido testados desde há séculos e as tecnologias mais recentes com a finalidade de construir a casa ecológica do século XXI.




A Casa dos meus sonhos:
A casa dos meus sonhos é uma vivenda muito simples, rodeada por um belo jardim e uma piscina. Com uma suite de casal simples e luminosa.

Tendo também um quarto de estudo, janelas grandes e muita luz. Uma sala enorme com lareira. Ainda iria ter uma sala de jogos e convívio com um balcão de bar e sofás confortáveis, onde poderia me divertir com os meus amigos, passando um tempo descontraída.

Aprecio muito o ambiente e o bem - estar dos meus, a minha casa teria painéis solares, estando localizada num sítio sossegado, os quartos serão decorados ao estilo de cada um, ao seu gosto pessoal e indo ao conforto de cada um.

Não esquecendo é claro teria de ter um espaço verde onde pudesse ter um estábulo para ter cavalos e não esquecendo os cachorros, e um belo lago onde pudesse ter uns patos, pois desde pequena que gosto muito destes animais.





Conclusão:
Gostei muito de este tema ter sido proposto, pois fiquei elucidada com as construções do nosso país, e pude pôr supostamente a minha casa que eu sonho para ter para mim e a minha família. Foi um trabalho muito interessante de realizar, pois fiquei a aprender os tipos de casas existentes em Portugal, como são construídas e os seus interiores são preenchidos à maneira de cada terra, ao gosto de cada um e suas possibilidades.

Teresa Fernandes Página



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