Subprojeto pucpr/eam carga de macronutrientes nos tributários e qualidade físico-química no lago irai



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SUBPROJETO PUCPR/EAM

CARGA DE MACRONUTRIENTES NOS TRIBUTÁRIOS E QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA NO LAGO IRAI


Bolsista Viviane Fogaça

Categoria AP
Curitiba

2003


APRESENTAÇÃO
O Sub-Projeto em questão é apresentado neste relatório final, ao programa institucional de bolsas de aperfeiçoamento, executado na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, no Laboratório de Análises Ambientais, do Curso de Engenharia Ambiental, conforme descrições abaixo:


  • TÍTULO DO PROJETO

Projeto Interdisciplinar sobre Eutrofização das Águas de Abastecimento Público na Bacia do Altíssimo Iguaçu.

Coordenador: Cleverson Vitório Andreoli – Companhia de Saneamento do Paraná – SANEPAR.

  • TÍTULO DO SUB-PROJETO

Carga de Macronutrientes nos Tributários e Qualidade Físico-química no Lago Irai.

Coordenador: Harry Alberto Bollmann – Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR.

  • FINANCIADOR

CT-HIDRO - FINEP 01/2001

  • PERÍODO

Janeiro 2002 / Dezembro 2003

  • BOLSISTAS

Guilherme Samways

Soraia Marcela Freire

Viviane Fogaça
SUMÁRIO
LISTA DE ILUSTRAÇÕES......................................................................................vi

RESUMO..................................................................................................................vii



24

A execução do subprojeto foi realizada no Laboratório de Análises Ambientais do Curso de Engenharia Ambiental – Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da PUCPR, localizado no Parque Tecnológico, Bloco III. 24



As metodologias de coleta, preservação e transporte das amostras ao laboratório, bem como os procedimentos de determinação laboratorial, seguem os preceitos técnicos do Standardt Methods for the Examination of Water and Wastewater (1998) e os Manuais de Procedimentos do Laboratório de Análises Ambientais da PUCPR 24

4.1. PLANO AMOSTRAL 25

25



As coletas foram realizadas mensalmente, iniciadas em Abril/2002 e concluídas em Outubro/2003, em três pontos amostrais no reservatório, coletadas em três níveis de profundidade (superfície, base da zona eufótica e fundo), bem como no efluente à barragem. 25

Nos rios Canguiri, Timbu, Cerrado e Curralinho, tributários ao reservatório, também foram coletadas amostras na superfície das nascentes e jusantes dos respectivos rios (Figura 06, 07, 08, 09). 25

4.2.1.1. Preservação da Amostra 28

4.2.1.2. Volume de Amostra 28

4.2.1.3. Prazo para Determinação 28

4.2.1.4. Método 28

4.2.1.5. Equipamentos Utilizados 28

4.2.1.6. Referências Bibliográficas 28

4.2.2.1 Preservação da Amostra 29

4.2.2.2. Volume de Amostra 29

4.2.2.3. Prazo para Determinação 29

4.2.2.4. Método 29

4.2.3.1. Preservação da Amostra 29

4.2.3.2. Volume de Amostra 29

4.2.3.3. Prazo para Determinação 30

4.2.3.4. Método 30

4.2.3.5. Equipamentos Utilizados 30

4.2.4.1. Preservação da Amostra 30

4.2.4.2. Volume de Amostra 30

4.2.4.3. Prazo para Determinação 30

4.2.4.4. Método 31

4.2.4.5. Equipamentos Utilizados 31

4.2.5.1. Preservação da Amostra 31

4.2.5.2. Volume de Amostra 32

4.2.5.3. Prazo para determinação 32

4.2.5.4. Método 32

4.2.5.5. Adaptações a Metodologia 32

4.2.5.6. Equipamentos Utilizados 32

4.2.6.1. Preservação da Amostra 33

4.2.6.2. Volume de Amostra 33

4.2.6.3. Prazo para determinação 33

4.2.6.4. Método 33

4.2.6.5. Adaptações a Metodologia 33

4.2.6.6. Equipamentos Utilizados 33

4.2.6.7. Refêrencias Bibliográficas 33

4.2.7. FÓSFORO TOTAL - Método Espectrofotométrico 34

4.2.7.1. Preservação da Amostra 34

4.2.7.2. Volume de Amostra 34

4.2.7.3. Prazo para determinação 34

4.2.7.4 Método 34

4.2.7.5. Adaptações a Metodologia 34

4.2.7.6. Equipamentos Utilizados 34

4.2.7.7. Referências Bibliográficas 35



4.2.8. FÓSFORO REATIVO TOTAL 35

4.2.8.1. Preservação da Amostra 35

4.2.8.2. Volume de Amostra 35

4.2.8.3. Prazo para determinação 35

4.2.8.4. Método 35

4.2.8.5. Adaptações a Metodologia 35

4.2.8.6. Equipamentos Utilizados 36

4.2.8.7. Referências Bibliográficas 36



4.2.9. Turbidez – MÉTODO NEFELOMÉTRICO 36

4.2.9.1. Preservação da Amostra 36

4.2.9.2. Volume de Amostra 36

4.2.9.3. Prazo para Determinação 36

4.2.9.4. Método 36

4.2.9.5. Adaptações a Metodologia 36

4.2.9.6. Equipamentos Utilizados 37

4.2.10. CONDUTIVIDADE 37

4.2.10.1. Preservação da Amostra 37

4.2.10.2. Volume de Amostra 37

4.2.10.3. Prazo para determinação 37

4.2.10.4. Método 37

4.2.10.5. Adaptações a Metodologia 37

4.2.10.6. Equipamentos Utilizados 38

4.2.10.7. Referências Bibliográficas 38

4.2.11.1. Preservação da Amostra 38

4.2.11.2. Volume de Amostra 38

4.2.11.3. Prazo para determinação 38

4.2.11.4. Método 38

4.2.11.5. Adaptações a Metodologia 38

4.2.11.6. Equipamentos Utilizados 39

4.2.11.7. Referências Bibliográficas 39

4.2.12.1. Preservação da Amostra 39

4.2.12.2. Volume de Amostra 39

4.2.12.3. Prazo para determinação 39

4.2.12.4. Método 39

4.2.12.5. Adaptações a Metodologia 39

4.2.12.6. Equipamentos Utilizados 40

4.2.12.7. Referências Bibliográficas 40

4.2.13.1. Preservação da Amostra 40

4.2.13.2. Volume de Amostra 40

4.2.13.3. Prazo para Determinação 40

4.2.13.4. Método 40

4.2.13.5. Adaptações à Metodologia 41

4.2.13.7. Referências Bibliográficas 41

CÓD. DA ESTAÇÃO 43

Pto. RE2 Fundo 43

Reservat. 43

Reservat. 43

NITR. AMONIACAL 43

N. NITRATO 43

CÓD. DA ESTAÇÃO 44



Pto. 44

CU1 44

Rio Curralinho 44

Rio Curralinho 44

NITR. AMONIACAL 44

N. NITRATO 44

CÓD. DA ESTAÇÃO 45



Pto. RE2 Fundo 45

Reservat. 45

Reservat. 45

NITR. AMONIACAL 45

N. NITRATO 45

COD. DA ESTAÇÃO 46



Parâmetros Adicionais: 46

CÓD. DA ESTAÇÃO 47



Pto. CU1 47

Rio Curralinho 47

Rio Curralinho 47

NITR. AMONIACAL 47

N. NITRATO 47

Pto. RE2 Fundo 48

Reservat. 48

Reservat. 48

COND. DO TEMPO 48

NITR. AMONIACAL 48

N. NITRATO 48



Parâmetro Adicional: 49

Pto. 50


CA1 50

Pto. 50

CU1 50

Rio Curralinho 50

Rio Curralinho 50

COND. DO TEMPO 50

NITR. AMONIACAL 50

N. NITRATO 50



*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 50

Pto. RE2 Fundo 51

Reservat. 51

Reservat. 51

COND. DO TEMPO 51

NITR. AMONIACAL 51

N. NITRATO 51



*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 51

Pto. CU1 53

Rio Curralinho 53

Rio Curralinho 53

COND. DO TEMPO 53

NITR. AMONIACAL 53

N. NITRATO 53



*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 53

Pto. RE2 Fundo 54

Reservat. 54

Reservat. 54

COND. DO TEMPO 54

NITR. AMONIACAL 54

N. NITRATO 54



*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 54

ORDEM DE SERVIÇO Nº: 273/02 DATA DA COLETA: 05/08/02 Nº COLETA: 05 COLETADO POR: Adenilson 55

CÓD. DA ESTAÇÃO 56



Pto. CU1 56

Rio Curralinho 56

Rio Curralinho 56

COND. DO TEMPO 56

NITR. AMONIACAL 56

N. NITRATO 56



*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 56

Pto. RE2 Fundo 57

Reservat. 57

Reservat. 57

ASPECTO 57

NITR. AMONIACAL 57

N. NITRATO 57

OD 57

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 57

CÓD. DA ESTAÇÃO 59



Pto. CU1 59

Rio Curralinho 59

Rio Curralinho 59

NITR. AMONIACAL 59

N. NITRATO 59

SST 59


*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 59

Pto. RE2 Fundo 60

Reservat. 60

Reservat. 60

NITR. AMONIACAL 60

N. NITRATO 60

TEMP.AR 60

PROF. SECCHI 60

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 60

CÓD. DA ESTAÇÃO 62



Pto. CU1 62

Rio Curralinho 62

Rio Curralinho 62

NITR. AMONIACAL 62

N. NITRATO 62

TURBIDEZ 62



*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 62

Pto. RE2 Fundo 63

Reservat. 63

Reservat. 63

NITR. AMONIACAL 63

N. NITRATO 63

PROF. SECCHI 63



*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 63

CÓD. DA ESTAÇÃO 65



Pto. CU1 65

Rio Curralinho 65

Rio Curralinho 65

NITR. AMONIACAL 65

N. NITRATO 65

TEMP. AMOSTRA 65



*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 2-Forte 65

Pto. RE2 Fundo 66

Reservat. 66

Reservat. 66

NITR. AMONIACAL 66

N. NITRATO 66

PROF. SECCHI 66

CÓD. DA ESTAÇÃO 68

Pto. CU1 68

Rio Curralinho 68

Rio Curralinho 68

NITR. AMONIACAL 68

N. NITRATO 68

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 68

Pto. RE2 Fundo 69

Reservat. 69

Reservat. 69

NITR. AMONIACAL 69

N. NITRATO 69

PROF. SECCHI 69

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 70

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 71

CÓD. DA ESTAÇÃO 71

Pto. CU1 71

Rio Curralinho 71

Rio Curralinho 71

NITR. AMONIACAL 71

N. NITRATO 71

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 71



Pto. RE2 Fundo 72

Reservat. 72

Reservat. 72

NITR. AMONIACAL 72

N. NITRATO 72

PROF. SECCHI 72

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 73

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 73

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 74

CÓD. DA ESTAÇÃO 74

Pto. CU1 74

Rio Curralinho 74

Rio Curralinho 74

NITR. AMONIACAL 74

N. NITRATO 74

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 74

Pto. RE2 Fundo 75

Reservat. 75

Reservat. 75

NITR. AMONIACAL 75

N. NITRATO 75

PROF. SECCHI 75

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 76

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 77

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 77

CÓD. DA ESTAÇÃO 77

Pto. CU1 77

Rio Curralinho 77

Rio Curralinho 77

NITR. AMONIACAL 77

N. NITRATO 77

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 77

Pto. RE2 Fundo 78

Reservat. 78

Reservat. 78

NITR. AMONIACAL 78

N. NITRATO 78

PROF. SECCHI 79

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 79

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 80

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 80

CÓD. DA ESTAÇÃO 80

Pto. 80

CU1 80

Rio Curralinho 80

Rio Curralinho 80

NITR. AMONIACAL 80

N. NITRATO 80

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 81



Pto. RE2 Fundo 81

Reservat. 81

Reservat. 81

NITR. AMONIACAL 81

N. NITRATO 81

PROF. SECCHI 82

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 82

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 82

FICHA DE COLETA PROJETO MONITORAMENTO CTHIDRO 84

CÓD. DA ESTAÇÃO 84



Pto. 84

CU1 84

Rio Curralinho 84

Rio Curralinho 84

NITR. AMONIACAL 84

N. NITRATO 84

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 84

CÓD. DA ESTAÇÃO 85

NITR. AMONIACAL 85

N. NITRATO 85

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12- Forte 85

CÓD. DA ESTAÇÃO 86

NITR. AMONIACAL 86

N. NITRATO 86

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 86

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 87

CÓD. DA ESTAÇÃO 87

NITR. AMONIACAL 87

N. NITRATO 87

*Escala de Odor: 0–Sem Odor, T–Limite de Detecção, 2–Muito Fraco, 4-Fraco, 6–(Interm.), 8–Moderado, 10–(Interm.), 12-Forte 88

CÓD. DA ESTAÇÃO 88

NITR. AMONIACAL 88

N. NITRATO 88

CÓDIGO DA ESTAÇÃO 89

NITROGÊNIO AMONIACAL 89

N. NITRATO 89



5.20. CONCENTRAÇÃO DE FÓSFORO TOTAL PARA OS RIOS CANGUIRI, TIMBU, CERCADO E CURRALINHO 90

5.21. CONCENTRAÇÃO DE NITROGÊNIO TOTAL KJELDAHL PARA OS RIOS CANGUIRI, TIMBU, CERCADO E CURRALINHO 91

5.22 CONCENTRAÇÃO DA DEMANDA BIOQUÍMICA DE OXIGÊNIO PARA OS RIOS CANGUIRI, TIMBU, CERCADO E CURRALINHO 92

5.23 CONCENTRAÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO PARA OS RIOS CANGUIRI, TIMBU, CERCADO E CURRALINHO 93

5.24 CONCENTRAÇÃO DA CARGA ORGÂNICA DE FÓSFORO TOTAL PARA A FOZ DOS RIOS CANGUIRI, TIMBU, CERCADO E CURRALINHO 94

94



5.25 CONCENTRAÇÃO DA CARGA ORGÂNICA DE NITROGÊNIO TOTAL KJELDAHL PARA A FOZ DOS RIOS CANGUIRI, TIMBU, CERCADO E CURRALINHO 95

5.26 CONCENTRAÇÃO DA CARGA ORGÂNICA DA DBO5 PARA A FOZ DOS RIOS CANGUIRI, TIMBU, CERCADO E CURRALINHO 96



5.27 CONCENTRAÇÃO DA CARGA ORGÂNICA DA DQO PARA A FOZ DOS RIOS CANGUIRI, TIMBU, CERCADO E CURRALINHO 97

FIGURA 12: Concentração de Carga Orgânica de Fosfato Total 98

Para ambas concentrações de carga orgânica, de Fósforo Total, Nitrogênio Total, DBO5 e DQO, verifica-se que o rio Timbu tem a maior e a mais significativa contribuição de poluentes, uma média de 74%. Este portanto, tendo uma maior influência na floração de algas no reservatório do Irai. 101

8. COMENTÁRIOS SOBRE A LEGISLAÇÃO FEDERAL BRASILEIRA RELATIVA À POLUIÇÃO E À PROTEÇÃO DE MANANCIAIS 110

A legislação federal brasileira fornece alguns elementos de apoio à ação legal relativa à proteção de águas destinadas ao abastecimento. Assim, por exemplo, na coletânea de leis, decretos e portarias do Ministério da Saúde aparecem os seguintes tópicos. 111

1. A propriedade dos corpos d’água está assegurada pela Constituição Federal (1969), que estabelece como pertencentes à União os “lagos e correntes de água em terrenos de seu domínio, ou que banhem mais de um Estado, constituam limite com os outros paises ou se estendam a território estrangeiro” (Art.4, II); e como pertencentes aos Estados “os lagos em terrenos de seu domínio, bem como os rios que neles têm nascente e foz” (Art. 5º ). 111

2. A competência para tratar de assuntos relativos a saneamento básico é atribuída, pela Constituição Federal , ao Ministério do Interior; a recursos naturas renováveis (flora e fauna, e à vigilância e defesa sanitária animal e vegetal, ao Ministério da Agricultura; a regime hidrológico, ao Ministério das Minas e Energia (Art.39). A Lei n° 4089, de 13 de julho de 1962, transfere esta competência, no que se refere a aspectos hidráulicos e sanitários, ao Departamento Nacional de Obras de Saneamento. 111

3. A ilegalidade da poluição das águas está explícita, no Código de Águas (Decreto-lei 24643, de 10 de julho de 1934), da seguinte forma: “A ninguém é lícito conspurcar ou contaminar as águas que não consome, com prejuízo de terceiros” (Art. 109, seguindo-se artigos referentes a casos especiais). Também o Código de Pesca (Decreto-lei 794, de 19 de outubro de 1933) estabelece: “O lançamento de resíduos e detritos comprovadamente tóxicos nas águas interiores ou litorâneas será regulado por instruções emanadas do Serviço de Caça e Pesca. É expressamente proibido o lançamento de óleos e produtos oleosos nas águas interiores ou litorâneas” (Art. 16,I). O Código Penal, (Decreto-lei 2848, de 7 de dezembro de 1940, em vigor até 31 de dezembro de 1976), por sua vez, estabelece que constitui crime contra a saúde pública “envenenar água potável, de uso comum ou particular, ou substância alimentícia ou medicinal destinadas a consumo” (Art. 270) e “corromper ou poluir água potável, de uso comum ou particular, tornando-a imprópria para consumo ou nociva à saúde” (Art. 271). 112

O Decreto Federal 50877, de 29 de junho de 1961, estabelece: “Os resíduos líquidos, sólidos ou gasosos, domiciliares ou industriais, somente poderão ser lançados às águas, in natura ou depois de tratados, quando essa operação não implicar na poluição das águas receptoras” (Art. 1); e “Para efeito deste Decreto, considera-se poluição qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas das águas que possa importar em prejuízo à saúde, à segurança e ao bem-estar das populações e, ainda, comprometer sua utilização para fins agrícolas, industriais, comerciais, recreativos e, principalmente, a existência normal da fauna aquática” (Art. 3). São consideradas poluídas, segundo esse Decreto, as águas que não satisfaçam os seguintes padrões: índice de coliformes, até 200/cm3; oxigênio dissolvido não inferior a 4 ppm (media diária, 3 ppm); DBO media mensal, até 5 ppm; pH não inferior a 5 nem superior a 9,5 (Art. 4). 112

10. ATIVIDADES DO BOLSISTA 119

De acordo com a proposta no Plano de Trabalho, a bolsista executou as seguintes atividades: 119

Preparação de campanhas de coleta de amostras dos rios tributários ao reservatório, bem como em pontos dentro do lago, representativos de sua qualidade geral; 119

Coleta de amostras propriamente dita, preservação e transporte ao laboratório; 119

Desenvolvimento metodológico de determinações físico-quimicas previstas para cada amostra dentro dos prazos e preservação. 119

11. CONCLUSÃO 120

12. Referências Bibliográficas 121


.............32

24

A execução do subprojeto foi realizada no Laboratório de Análises Ambientais do Curso de Engenharia Ambiental – Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da PUCPR, localizado no Parque Tecnológico, Bloco III. 24



As metodologias de coleta, preservação e transporte das amostras ao laboratório, bem como os procedimentos de determinação laboratorial, seguem os preceitos técnicos do Standardt Methods for the Examination of Water and Wastewater (1998) e os Manuais de Procedimentos do Laboratório de Análises Ambientais da PUCPR 24

4.1. PLANO AMOSTRAL 25

25



As coletas foram realizadas mensalmente, iniciadas em Abril/2002 e concluídas em Outubro/2003, em três pontos amostrais no reservatório, coletadas em três níveis de profundidade (superfície, base da zona eufótica e fundo), bem como no efluente à barragem. 25

Nos rios Canguiri, Timbu, Cerrado e Curralinho, tributários ao reservatório, também foram coletadas amostras na superfície das nascentes e jusantes dos respectivos rios (Figura 06, 07, 08, 09). 25

4.2.1.1. Preservação da Amostra 28

4.2.1.2. Volume de Amostra 28

4.2.1.3. Prazo para Determinação 28

4.2.1.4. Método 28

4.2.1.5. Equipamentos Utilizados 28

4.2.1.6. Referências Bibliográficas 28

4.2.2.1 Preservação da Amostra 29

4.2.2.2. Volume de Amostra 29

4.2.2.3. Prazo para Determinação 29

4.2.2.4. Método 29

4.2.3.1. Preservação da Amostra 29

4.2.3.2. Volume de Amostra 29

4.2.3.3. Prazo para Determinação 30

4.2.3.4. Método 30

4.2.3.5. Equipamentos Utilizados 30

4.2.4.1. Preservação da Amostra 30

4.2.4.2. Volume de Amostra 30

4.2.4.3. Prazo para Determinação 30

4.2.4.4. Método 31

4.2.4.5. Equipamentos Utilizados 31

4.2.5.1. Preservação da Amostra 31

4.2.5.2. Volume de Amostra 32

4.2.5.3. Prazo para determinação 32

4.2.5.4. Método 32

4.2.5.5. Adaptações a Metodologia 32

4.2.5.6. Equipamentos Utilizados 32

4.2.6.1. Preservação da Amostra 33

4.2.6.2. Volume de Amostra 33

4.2.6.3. Prazo para determinação 33

4.2.6.4. Método 33

4.2.6.5. Adaptações a Metodologia 33

4.2.6.6. Equipamentos Utilizados 33




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