Sumário 1 introdução 2 I – a problemática filosófica contemporânea a Wittgenstein 6



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Referências bibliográficas


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1 Sigla e numeração referentes ao Tractatus Logico-Philosophicus. São Paulo: Edusp, 1994.

2 Sigla e numeração referentes às Investigações Filosóficas. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1975.

3 HALLER. Wittgenstein e a Filosofia Austríaca: Questões, p. 17.

4 MARCONDES. Filosofia Analítica, p. 38.

5 [...] muitos sistemas filosóficos atuais apresentam pontos comuns com questões que encontramos também em Descartes e Leibniz ou, muito antes, em Platão e Aristóteles. Mas, tal aspecto, se fosse considerado absoluto, forneceria uma imagem errônea da Filosofia atual. Também na vida filosófica, de maneira semelhante ao que se verifica nas ciências técnicas, ocorrem mudanças que caracterizam a Filosofia de hoje com o selo da unicidade, e isto não apenas por causa do caráter de moderno e, em parte, por causa da radicalidade das opiniões defendidas, que não encontram iguais no passado, mas também por causa das mudanças fundamentais nas problemáticas. (STEGMÜLLER. A Filosofia Contemporânea. Vol. I, p. 2).

6 Cf. ARISTÓTELES. Metafísica. Vol. II, p. 11.

7 Salles. O Caminho Para a Ruína.

8 Hamlyn, D. W. Uma História da Filosofia Ocidental.

9 Wittgenstein, o qual, como Martin Heidegger e Gabriel Marcel, nasceu no ano de 1889, desenvolve seus pensamentos no período imediatamente anterior à Primeira Guerra Mundial. Naquela época o neokantismo em torno de Cohen, Natorp e Windelband, depois a Filosofia da vida em torno de Dilthey, bem como a fenomenologia em torno de Husserl, determinavam a paisagem filosófica (WUCHTERL. Ludwig Wittgenstein. Análise lingüística e terapia. In: FLEISCHER (Org.). História da Filosofia. Filósofos do século XX, p. 62.).

10 Cf. Ibid., p. 62.

11 C.f. TUGENDHAT. Lições Introdutórias à Filosofia Analítica da Linguagem, p. 15.

12 Costa. Filosofia Analítica, p. 20.

13 Cf. Costa. Filosofia Analítica, p. 11.

14 Cf. D’AGOSTINI. Analíticos e Continentais, p. 278.

15 Em termos gerais, a Filosofia Analítica pode ser caracterizada por ter como idéia básica a concepção de que a filosofia deve realizar-se pela análise da linguagem. Sua questão central seria então, pelo menos em um primeiro momento, ‘Como uma proposição tem significado?’. É nesse sentido que, nessa concepção de filosofia, o problema da linguagem ocupa um lugar central. (MARCONDES. Filosofia Analítica, p. 12.

16 Cf. MUGUERZA e CEREZO, La Filosofia hoy, p.11.

17 Cf. D’AGOSTINI. Analíticos e Continentais, p. 289.

18 Cf. Ibid., p. 290.

19 Cf. Costa. Filosofia Analítica, p. 13.

20 Ibid., p.12.

21 Ibid., p. 14.

22 Ibid., p. 15.

23 MARCONDES. Filosofia Analítica, p. 13.

24 Costa. Filosofia Analítica, p. 28; 29.

25 Cf. Ibid., p. 29.

26 Cf. WITTGENSTEIN. Investigações Filosóficas, § 116.

27 D’AGOSTINI. Analíticos e Continentais, p. 288.

28 Ludwig Josef Johann Wittgenstein nasceu em Viena, em 26 de abril de 1889, o caçula numa família de oito filhos. Seu pai era industrial e um dos homens mais ricos da Áustria; a casa de Wittgenstein era um centro de vida social e cultural vienense. [...]. Seu avô paterno era um abastado mercador de lã judeu de Hesse que se convertera ao cristianismo protestante [...]. Seu pai Karl [...] estudou engenharia. Em algumas décadas acrescentou uma fortuna à sua herança por meio de um bem-sucedido envolvimento com a indústria do ferro e do aço, estabelecendo-se com um dos mais eminentes industriais do império austro-húngaro. [...] Era a mãe de Wittgenstein, Leopoldine, quem mais se dedicava a encorajar as atividades culturais e musicais da família. [...] O próprio Wittgenstein era dotado de uma fina sensibilidade musical. [...]. Leopoldine Wittgenstein era católica romana e Wittgenstein foi criado nessa crença. A religião permaneceu um tema poderoso por toda a sua vida (GRAYLING. Wittgenstein, 13; 14).

29 Cf. WUCHTERL. Ludwig Wittgenstein. Análise lingüística e terapia. In: FLEISCHER (Org.). História da Filosofia. Filósofos do século XX, p. 62.

30 O Tractatus Logico-Philosophicus foi publicado pela primeira vez, em 1921, no periódico alemão Annalen der Naturphilosophie, sob o título Logisch-Philosophische Abhandlung. A edição era precária, com muitos erros. A primeira edição revista pelo autor foi a inglesa de 1922, com o texto alemão e a tradução inglesa face a face, assinada por C.K. Ogden, que expressamente divide a autoria com P.F. Ramsey (WITTGENSTEIN. Tractatus Logico-Philosophicus, p. 9).

31 Sua primeira grande obra, o Tractatus Logio-Philosophicus, contém uma espécie de Filosofia da Linguagem ideal, tendo sido escrito enquanto ele serviu como voluntário, durante a Primeira Guerra Mundial (Costa. Filosofia Analítica, p. 52).

32 O livro trata dos problemas filosóficos e mostra – creio eu – que a formulação desses problemas repousa sobre o mau entendimento da lógica de nossa linguagem (WITTGENSTEIN. Tractatus Logico-Philosophicus, p. 131).

33 Ibid., p. 133.

34 Costa. Filosofia Analítica, p. 52.

35 “A figuração é um modelo da realidade” (T. 2.12).

36 “A figuração concorda ou não com a realidade; é correta ou incorreta, verdadeira ou falsa” (T. 2.21). “Na concordância ou discordância de seu sentido com a realidade consiste sua verdade ou falsidade” (T. 2.222). “A totalidade dos pensamentos verdadeiros são uma figuração do mundo” (T. 3.01).

37 “A significação de uma palavra é seu uso na linguagem” (I.F. § 43). “Uma palavra só tem significação no contexto da proposição” (I.F. § 49).

38 “Há quatro anos, porém, tive a oportunidade de reler meu primeiro livro (o Tractatus Lógico-Philosophicus) e de esclarecer seus pensamentos. De súbito, pareceu-me dever publicar juntos aqueles velhos pensamentos e os novos, pois estes apenas poderiam ser verdadeiramente compreendidos por sua oposição ao meu velho modo de pensar, tendo-o como pano de fundo” (WITTGENSTEIN. Investigações Filosóficas, p. 12).

39 C.f. TUGENDHAT. Lições Introdutórias à Filosofia Analítica da Linguagem, p. 11.

40 “Na figuração e no afigurado deve haver algo de idêntico, a fim de que um possa ser, de modo geral, uma figuração do outro” (T. 2.161).

41 “A proposição é uma função de verdade das proposições elementares” (T. 5). “A proposição é a expressão da concordância e discordância com as possibilidades de verdades das proposições elementares” (T. 4.4).

42 “É verdadeira a proposição elementar, então o estado de coisas existe; é falsa a proposição elementar, então o estado de coisas não existe” (T. 4.25). “As possibilidades de verdade das proposições elementares significam as possibilidades de existência e inexistência dos estados de coisas” (T. 4.3).

43 Cf. CONDÉ. Wittgenstein Linguagem e Mundo, p. 42.

44 Cf. WUCHTERL. Ludwig Wittgenstein. Análise lingüística e terapia. In: FLEISCHER (Org.). História da Filosofia. Filósofos do século XX, p. 63.

45 WITTGENSTEIN. Tractatus Logico-Philosophicus, p. 131.

46 Ibid., p. 133.

47 Proposições lapidares, porque em torno destas idéias principais, expressas por estas sete frases, é desenvolvida toda a primeira teoria Wittgensteiniana. Elas são numeradas por numerais inteiros e desmembradas em sub-numerais que explicitam a idéia principal.

48 Cf. CONDÉ. Wittgenstein Linguagem e Mundo, p. 44.

49 Ibid., p. 47.

50 Cf. WUCHTERL. Ludwig Wittgenstein. Análise lingüística e terapia. In: FLEISCHER (Org.). História da Filosofia. Filósofos do século XX, p. 64.

51 Cf. OLIVEIRA. Reviravolta Lingüístico-Pragmática, p. 95.

52 Significa mesma forma.

53 Cf. OLIVEIRA. Reviravolta Lingüístico-Pragmática, p. 97.

54 Cf. Ibid., p. 101.

55 Cf. WUCHTERL. Ludwig Wittgenstein. Análise lingüística e terapia. In: FLEISCHER (Org.). História da Filosofia. Filósofos do século XX, p. 65.

56 Significa estruturas que possuem a mesma forma. Neste caso, a mesma forma, tanto externa quanto interna. (Cf. Apud. OLIVEIRA. Reviravolta Lingüístico-Pragmática, p. 104).

57 OLIVEIRA. Reviravolta Lingüístico-Pragmática, p. 109.

58 T. 4.12.

59 Sabe-se que a única obra filosófica publicada por Wittgenstein foi o Tractatus, em 1921. Todas as outras publicações, que abrangem umas trinta mil páginas até hoje não foram integralmente publicadas (Cf. WUCHTERL. Ludwig Wittgenstein. Análise lingüística e terapia. In: FLEISCHER (Org.). História da Filosofia. Filósofos do século XX, p. 62). Wittgenstein escreveu, entre 1932 e 1934, um grade manuscrito que só foi publicado, em inglês, em 1974 e em português em 2002. Esta obra, intitulada Gramática Filosófica seria de suma importância para este trabalho, uma vez que um de seus temas aborda diretamente o sentido da proposição” (Cf. GRAYLING. Wittgenstein, p. 87).

60 C.f. D’AGOSTINI. Analíticos e Continentais, p. 289.

61 STEGMÜLLER. A Filosofia Contemporânea, p. 430.

62 WITTGENSTEIN. Tractatus Logico-Philosophicus. Prefácio, p. 133.

63 OLIVEIRA. Reviravolta Lingüístico-Pragmática, p. 119.

64 Cf. I.F. § 4.

65 Cf. OLIVEIRA. Reviravolta Lingüístico-Pragmática, p. 122.

66 Cf. Apud. Ibid., p. 124.

67 Cf. Ibid., p. 128.

68 Ibid., p. 128.

69 Cf. Ibid., p. 131.

70 O termo ter-em-mente, como pode ser visto na análise de Spaniol, é carregado de um sentido e uma significação de relevada importância e implicação no entendimento, principalmente, do Segundo Wittgenstein. Só este tema seria de suficiente importância para o desenvolvimento de um trabalho como este que se está apresentando. A consciência de tal importância implica na consciência de que a abordagem deste termo carecerá aqui de maior aprofundamento. O que, infelizmente, deixará a desejar na qualidade deste trabalho, mas por hora, não se tem fôlego para abordar este item à altura que ele merece (Cf SPANIOL. Filosofia e Método no Segundo Wittgenstein, p. 54).

71 Cf. STEGMÜLLER. A Filosofia Contemporânea. Vol. II, p. 492.

72 Cf. OLIVEIRA. Reviravolta Lingüístico-Pragmática, p. 138.

73 Para Wittgenstein, gramática pode significar regras do emprego de uma palavra, mas também pode significar o complexo das regras que constituem uma linguagem, ou ainda, as significações dadas dessas regras (Apud. OLIVEIRA. Reviravolta Lingüístico-Pragmática, p. 141).

74 Cf. GLOCK. Dicionário: Wittgenstein, p. 194.

75 Cf. Ibid., p. 197.

76 Acredita-se que o aprendizado da linguagem consiste no fato de que se dá nomes aos objetos: homens, formas, cores, dores, estados de espírito, números, etc. Como foi dito, - o denominar é algo análogo a pregar uma etiqueta numa coisa. Pode-se chamar isso de preparação para o uso de uma palavra (I.F, § 26).

77 Cf. OLIVEIRA. Reviravolta Lingüístico-Pragmática, p. 142.

78 Cf. Ibid., p. 141.

79 Cf. GLOCK. Dicionário: Wittgenstein, p. 173.

80 Cf. CONDÉ. Wittgenstein Linguagem e Mundo, p. 101.

81 WUCHTERL. Ludwig Wittgenstein. Análise lingüística e terapia. In: FLEISCHER (Org.). História da Filosofia. Filósofos do século XX, p. 73.

82 Cf. CONDÉ. Wittgenstein Linguagem e Mundo, p. 104.

83 Cf. WITTGENSTEIN, Ludwing. Investigações Filosóficas, 222.

84 “Por muitos considerado o mais importante filósofo do século XX” (Costa. Filosofia Analítica, p. 51).

85 Cf. ARISTÓTELES. Metafísica. Vol. II, p. 11.

86 WITTGENSTEIN. Investigações Filosóficas, Prefácio, p. 12.

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