Sumário carta de apresentaçÃo bloco 01 – administraçÃo financeira e sua importância tema 01 – FUNDAMENTOS DA administraçÃo financeira



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SUMÁRIO
CARTA DE APRESENTAÇÃO
BLOCO 01 – ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E SUA IMPORTÂNCIA

TEMA 01 – FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

Conteúdo 1 - A gênese da Administração Financeira

Conteúdo 2 - Objetivos e Funções da Administração Financeira

Conteúdo 3 - Interdisciplinaridade da Administração Financeira

Conteúdo 4 - Gestão Baseada em Valor
TEMA 02 – MERCADO FINANCEIRO NACIONAL

Conteúdo 1 - Estrutura do Mercado Financeiro

Conteúdo 2 – Dinâmica do Mercado Interbancário

Conteúdo 3 - O Mercado Bancário

Conteúdo 4 - Como as Empresas se relacionam com o Mercado Financeiro
BLOCO 02 – DECISÕES FINANCEIRAS

TEMA 03 DECISÕES FINANCEIRAS DE INVESTIMENTO

Conteúdo 1 - Orçamento do Capital

Conteúdo 2 - Fluxo de Caixa

Conteúdo 3 - Análise por meio do Payback, VPL, TIR

Conteúdo 4 - Análise do Capital de Giro
TEMA 04 – DECISÕES DE FINANCIAMENTO

Conteúdo 1 - Custo do Capital

Conteúdo 2 - Estrutura de Capital

Conteúdo 3 – Alavancagem

Conteúdo 4 - Alavancagem Financeira

GLOSSÁRIO
REFERÊNCIAS

CARTA DE APRESENTAÇÃO
Vivemos na era da informação, através da democratização digital ficou muito mais fácil o acesso aos conteúdos e obras elaborados pelo homem, nesse momento surge uma nova problemática que é a duvida que surge nas mentes dos jovens: o que seguir? qual rumo que devo tomar? Em que vou me aperfeiçoar?

Hoje o dono do sucesso será aquele que tiver um rumo bem focado na vida, a partir disso o caminho deverá ser traçado, as informações importantes deveram ser absorvidas e as fúteis deverão ser descartadas. Os obstáculos deverão ser suplantados e o rumo deverá ser veemente seguido.

A construção do conhecimento científico é muito mais profundo, pois nele deverá está contido a busca incansável pela verdade, a origem histórica dos fatos deverá ser entendida, para que o conhecimento não seja apenas de cunho técnico.

Sabemos que nesse árduo caminho do conhecimento existe o período da confusão, e todos deverão preparar-se para esse momento, nessa fase as informações parecem que não serão absorvidas, contudo não poderá haver desistência, pois a persistência é uma das principais virtudes dos homens de sucesso.

Preparamos esse material com o objetivo de fornecer ao gestor as ferramentas necessárias para que no momento mais importante da profissão, que é a tomada da decisão, o mesmo disponha dos conhecimentos necessários que lhe dará um rumo a ser seguido.

Lembrando sempre que antes da tomada de qualquer decisão a ética profissional e moral deveram prevalecer. Pois a empresa é uma celular social e diante dela existem diversas pessoas envolvidas no processo e o bom andamento da gestão trará benefícios a todos.

E o poder da decisão da aplicação dos recursos estará nas mãos do profissional da administração financeira, e a maximização do lucro deverá ter sempre em vista os objetivos de curto e logo prazo das empresas, ou seja, o crescimento deverá ser feito de forma consistente e em bases sólidas.

O conhecimento científico nunca se esgota e apenas estamos dando o rumo para essa caminhada, esperando o desenvolvimento pleno e a formação do profissional que venha agregar valor a empresa e a sociedade.




BLOCO 01 - ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E SUA IMPORTÂNCIA

TEMA 1 - FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

CONTEÚDO 1 - A GÊNESE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCERIA
A administração financeira evoluiu de conformidade com o desenvolvimento da sociedade, no ano 5.000 a.c para manter a estrutura do Estado em funcionamento, já existia um sistema tributário em funcionamento na Suméria. No ano 2.000 a.c os babilônios já tinham leis que regulamentava os empréstimos. No ano 1.530 os Faraóis do Egito já arrecadavam 20% de toda produção da região.

Na idade média (476 a 1453 d.c) a igreja proibiu a cobrança de juros, nessa época os judeus exercia forte papel nos empréstimos de dinheiro, a quem diga que foram eles que financiaram as navegações que descobriu o Brasil, já que nem a coroa portuguesa nem a igreja detinham de recursos suficiente na época. Nesse mesmo período surgiu a primeira bolsa de valores.

Mais foi na idade moderna (1453 a 1789 d.c) que surgiu o primeiro banco nos moldes moderno o banco de Rialto em Veneza. Nesse período começou a existir o mundo capitalista, o trabalho passou a ser remunerado, veio à idéia da maximização dos lucros, a produção passou a ser independente o trabalho passou a ser remunerado.



Rialto - Veneza
Logo depois veio a revolução industrial com a linha de montagem e a mecanização da produção, a contabilidade passou a preocupar-se com a mensuração do custo das mercadorias produzidas, implantando então o CMV (Custo da Mercadoria Vendida, utilizado no comércio) E CPV (Custo do Produto Vendido, utilizado na indústria).

Com a segunda guerra mundial as empresas passaram por uma situação financeira muito difícil e implantaram o calculo da rentabilidade do investimento, o estudo do orçamento da liquidez e a política de financiamento, tornado esse período um dos mais importantes na evolução da administração financeira.

Antes da crise de 1929 predominância nos fatores externos prevalecia o que era chamado de abordagem tradicional, o gestor preocupava-se com a captação dos recursos através dos fornecedores, banqueiros, acionistas investidores e muito pouco com a gestão dos ativos. Após a crise observa-se um enfoque mais administrativo destacando-se a preocupação com a liquidez e solvência das organizações dessa forma a estrutura das empresas evoluíram de forma significativa.


Crise de 1929
A administração financeira era considerada como parte da ciência econômica foi só a partir dos anos 20 que passou a ser estudada separadamente, nos dias atuais passou a ter uma postura questionadora.

Observamos uma revolução no pensamento da administração financeira com as teorias de Taylor, Fayol e Ford, a partir dessas influências, devido a inexpressivos resultados, as empresas passaram a preocupar-se com fatores internos com o gerenciamento e maximização operacional dos ativos. Em meados dos anos 50 o analista financeiro voltou a preocupar-se com os fatores externos analisando os aplicadores de recursos;





Fayol
Com a teoria de KEYNES, após a década de 50 o administrador das finanças passou a preocupar-se tanto com a captação dos recursos como com a aplicação dos mesmos. Dois conceitos importantes surgiram nesse período: retorno do investimento e custo do capital.


Keynes
A moderna teoria financeira passou a ser denominada a partir das proposições de Franco Modigliani (anos 50) e Merton Miller (anos 60), que abordam a irrelevância do mercado de capital e da política de dividendos para mensuração do valor real da empresa.

Nos anos 90 a administração financeira passou a executar a gestão do risco, analisando o risco versos retorno. A moderna gestão adotou a idéia de portifolio, ou seja, um ativo deverá ser analisado com base na sua contribuição ao risco total em conjunto com outros ativos, conforme teoria dos autores: Markowitz, Sharpe, Fama e Lintner.


Linha do tempo:


Período

FATORES

5.000 a.c

Sistema tributário na Suméria.

2.000 a.c

Babilônios tinham leis que regulamentavam o empréstimo.

1530 a.c

Faraós do Egito arrecadavam 20% da produção.

Idade média

A igreja proibiu a cobrança de juros, surgiu a primeira bolsa de valores.

Idade moderna

Surge o primeiro banco nos moldes moderno o Rialto.

Revolução Industrial

Surge a linha de montagem e a contabilidade implanta o CMV e o CPV.

Segunda guerra

Mundial


Calculo da rentabilidade do investimento; O estudo do orçamento da liquidez e a política de financiamento.

Crise de 1929

Preocupação com a liquidez e solvência das organizações.

Teorias de Taylor, Ford e Fayol

Gerenciamento e maximização operacional dos ativos.

Teoria de Keynes

Retorno do investimento e custo do capital.

Modigliani e Miller

Irrelevância do mercado de capital e da política de dividendos para mensuração do valor real da empresa.

Anos 90

Risco X Retorno e a idéia de Portifolio.


Curiosidade
Segue história de Fayol, importante personalidade da administração financeira:
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Henri Fayol (1841-1925), foi um engenheiro de minas francês e um dos teóricos clássicos da Ciência da Administração, sendo o fundador da Teoria Clássica da Administração e autor de Administração Industrial e Geral.
Vida

Fayol era filho de pais franceses. Seu pai André Fayol, um contramestre em metalurgia. Casou-se com Adélaïde Saulé e teve três filhos, Marie Henriette, Madeleine e Henri Joseph, o último sempre hostil às idéias do pai.


Criou o Centro de Estudos Administrativos, onde se reuniam semanalmente pessoas interessadas na administração de negócios comerciais, industriais e governamentais, contribuindo para a difusão das doutrinas administrativas. Entre seus seguidores estavam Luther Guilick, James D. Mooney, Oliver Sheldon e Lyndal F. Urwick.
Também direcionou seu trabalho para a empresa como um todo, ou seja, procurando cuidar da empresa de cima para baixo, ao contrário das idéias adotadas por Taylor e Ford.
Juntamente com Taylor e Ford são considerados os pioneiros da administração. Sua visão, diferentemente de Taylor (trabalhador) e Ford (dono), foi a de um Gerente ou Diretor.
Em 1888, aos 47 anos, assumiu a direção geral da mineradora de carvão francesa Commentry-Fourchambault-Decazeville, em falência. Reestabeleceu a saúde econômica-financeira da companhia.
Após 58 anos de estudos, pesquisa e observação reuniu suas teorias na obra Administração Industrial Geral (Administration Industrielle et Generale), em 1916. Só foi traduzida para o inglês em 1949.
Fayol sempre afirmava que seu êxito se devia não só às suas qualidades pessoais, mas aos métodos que empregava.
Pesquisas

Henri Fayol é um dos principais contribuintes para o desenvolvimento do conhecimento administrativo moderno. Uma das contribuições da teoria criada e divulgada por ele foi o desenvolvimento a abordagem conhecida como Gestão Administrativa ou processo administrativo, onde pela primeira vez falou-se em administração como disciplina e profissão, que por sua vez, poderia ser ensinada através de uma Teoria Geral da Administração.


Outra contribuição da teoria de Fayol é a identificação das atuais quatro funções da Administração que são: Planejar, Organizar, Liderar e Controlar, à qual Fayol ainda acrescenta a função de Coordenar.
Segundo Fayol a Administração é uma função distinta das outras funções, como finanças, produção e distribuição, e o trabalho do gerente está distinto das operações técnicas das empresas. Com essa distinção Fayol contribuiu para que se torne mais nítido o papel dos executivos. Identificou catorze princípios que devem ser seguidos para que a Administração seja eficaz. Esses princípios se tornaram uma espécie de prescrição administrativa universal, que segundo Fayol devem ser aplicadas de modo flexível. Os quatorze princípios são:
1. Divisão do Trabalho: dividir o trabalho em tarefas especializadas e destinar responsabilidades a indivíduos específicos;

2. Autoridade e Responsabilidade: a autoridade sendo o poder de dar ordens e no poder de se fazer obedecer. Estatutária ( normas legais) e Pessoal (projeção das qualidades do chefe). Responsabilidade resumindo na obrigação de prestar contas, ambas sendo delegadas mutuamente;

3. Disciplina: tornar as expectativas claras e punir as violações;

4. Unidade de Comando: cada agente, para cada ação só deve receber ordens, ou seja, se reportar a um único chefe/gerente;

5. Unidade de Direção: os esforços dos empregados devem centrar-se no atingimento dos objetivos organizacionais;

6. Subordinação: prevalência dos interesses gerais da organização;

7. Remuneração do pessoal: sistematicamente recompensar os esforços que sustentam a direção da organização. Deve ser justa, evitando-se a exploração;

8. Centralização: um único núcleo de comando centralizado, atuando de forma similar ao cérebro, que comanda o organismo. Considera que centralizar é aumentar a importância da carga de trabalho do chefe e que descentralizar é distribuir de forma mais homogênea as atribuições e tarefas;

9. Hierarquia: cadeia de comando (cadeia escalar). Também recomendava uma comunicação horizontal embrião do mecanismo de coordenação;

10. Ordem: ordenar as tarefas e os materiais para que possam auxiliar a direção da organização.

11. Equidade: disciplina e ordem juntas melhoram o comportamento dos empregados.

12. Estabilidade do Pessoal: promover a lealdade e a longevidade do empregado. Segurança no emprego, as organizações devem buscar reter seus funcionários, evitando o prejuízo/custos decorrente de novos processos de seleção, treinamento e adaptações;

13. Iniciativa: estimular em seus liderados a inciativa para solução dos problemas que se apresentem.Cita Fayol: " o chefe deve saber sacrificar algumas vezes o seu amor próprio, para dar satisfações desta natureza a seus subordinados";

14. Espírito de Equipe (União): cultiva o espírito de corpo, a harmonia e o entendimento entre os membros de uma organização. Consciência da identidade de objetivos e esforços. Destinos interligados.

A administração é função distinta das demais (finanças, produção, distribuição, segurança e contabilidade)
Críticas

1.Obsessão pelo comando;

2.Organização vista como sistema fechado, independente do meio externo;

3.Manipulador dos trabalhadores.


Funções do administrador

Henry Fayol atribuiu cinco funções ao administrador dentro de uma estrutura organizacional, chamadas de PO3C:


1.Prever e planejar (prévoir - visualizar o futuro e traçar o programa de ação)

2.Organizar (organiser - constituir o duplo organismo material e social da empresa)

3.Comandar (commander - dirigir e orientar a organização)

4.Coordenar (coordonner - unir e harmonizar os atos e esforços coletivos)

5.Controlar (contrôler - verificar se as normas e regras estabelecidas estão sendo seguidas)

Tais ações conduziriam a uma administração eficaz das atividades da organização.


Posteriormente, as funções de Comando e Coordenação foram reunidas sob o nome de Direção, passando as iniciais para PODC: Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar. E ainda Planejar, Organizar, Executar e Avaliar, assim passando as iniciais para POEA.
Além destas ainda temos: Motivar, Comunicar, Decidir, Assessorar, entre outras coisas.

CONTEÚDO 2 - OBJETIVOS E FUNÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
A administração financeira é uma ciência que tem como objetivo a maximização da riqueza das corporações, negociando a captação de recursos, de terceiro ou próprio, de maneira equilibrada e aplicando de forma a obter os melhores resultados dos mesmos através do planejamento, execução e controle dos recursos.

Como toda ciência a administração financeira evolui de acordo com o desenvolvimento da sociedade, no passando o gestor das finanças passava boa parte do seu tempo executado cálculos para a tomada de decisões, como estamos na era da informação esses cálculos são feitos de forma automática, deixando o administrador mais focado no processo decisório.

Com a globalização dos mercados o gestor das finanças passou a preocupar-se não somente com os fatores internos das corporações como também com os fenômenos externos, como concorrência, fidelização dos clientes, macroeconomia e o mercado de capitais, pois a corporação tem que oferecer retornos mais atrativos que os fornecidos no mercado financeiro, caso contrário não conseguirá investidores para as atividades operacionais da empresa.

Os bons resultados das corporações dependerá da qualidade das decisões tomadas pelo gestor, afinal administrar e decidir, a capitação de recursos com baixo custos para aplicação em ativos eficientes tornará a organização bem sucedida. Para tanto o administrador necessita de informações fornecidas pela contabilidade através dos seus relatórios que destacamos o Balanço Patrimonial, que é um relatório estático retratando a situação patrimonial do momento (origem e aplicação de recursos) e a Demonstração dos Resultados dos Recursos (DRE), que é um relatório dinâmico espelhando resultado da empresa (lucro ou prejuízo).


Segue abaixo modelo de um balanço patrimonial:
(MELHORAR ESSE GRÁFICO)
Modelo de DRE:


RECEITA BRUTA

R$ 580.000,00

(-) Devoluções

R$ (26.000,00)

(-) Impostos sobre vendas

R$ (35.000,00)

(=) RECEITA LIQUIDA

R$ 519.000,00

(-) CMV – Custo das Mercadorias Vendidas

R$ (190.000,00)

(=) RESULTADO BRUTO

R$ 329.000,00

(-) Despesas de vendas

R$ (58.000,00)

(-) Despesas c/ pessoal

R$ (77.000,00)

(-) Despesas administrativas

R$ (11.000,00)

(=) RESULTADO ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO

R$ 183.000,00

(+) Receita Financeira

R$ 13.000,00

(-) Despesas Financeiras

R$ (8.500,00)

(=) RESULTADO DEPOIS DO RESULTADO FINANCEIRO

R$ 187.500,00

(+)Outras Receitas

R$ 5.000,00

(-) Outras Despesas

R$ (7.500,00)

(=) RESULTADO LÍQUIDO ANTES DO IR E CSSL

R$ 185.000,00

(-) IR E CSSL

R$ (31.450,00)

(=) RESULTADO LÍQUIDO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES

R$ 153.550,00

(-) Participações

R$ (53.742,50)

(=) RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCICIO

R$ 99.807,50

(MELHORAR ESSE GRÁFICO)
Funções da Administração Financeira
Dentre as diversas funções do administrador financeiro podemos destacar: o Planejamento, controle, gestão dos Ativos e Passivos das organizações.


  • Planejamento – Para elaboração de um bom planejamento o gestor deverá está bem engajado com os objetivos dos sócios da organização e ciente dos objetivos da empresa. Um bom planejamento não poderá ser mensurado positivamente de tal forma que seu alcance seja uma utopia, ou subjugado que seu alcance torne-se certo.

A partir do planejamento o gestor irá decidir em quais ativos deverá investir e comparar os resultados dos os mesmos com o planejado, excluindo aqueles que não obtiverem um bom rendimento. Deverá também analisar se a capitação dos recursos favoreceu para a maximização dos resultados da empresa e colaborou para remuneração do capital dos acionistas ou cotistas da empresa.




  • Controle – O gestor deverá está ciente se o planejamento está sendo executado conforme previsto, e corrigir as distorções ocorridas no decorrer do processo que estão prejudicando o desempenho na execução do projeto. Devendo também controlar todo desempenho financeiro da empresa, através da análise dos índices e das demonstrações contábeis e financeiras, para que não haja problemas que venham levar a organização à descontinuidade das suas atividades;




  • Administração dos ativos – Consiste na aplicação dos recursos da empresa da melhor forma, ou seja, que venha a maximizar os resultados sem, contudo ocorrer riscos elevados à organização. O gestor financeiro deverá ficar atento com o fluxo do caixa da empresa, ou seja, com a entrada e saída de recursos de tal forma a não comprometer a liquidez e capacidade de pagamento em curto prazo, pois a má gestão desses recursos poderá incorrer na busca de capital com o custo mais elevado.




  • Administração de passivos – O administrador financeiro deverá estabelecer a melhor estrutura financeira para organização, ou seja, de quanto deverá ser o capital próprio e o capital de terceiro, para que a empresa tenha uma adequada liquidez. O gestor deverá também fazer boas negociações na aquisição de capital de terceiros, procurando recursos com baixas taxas de remuneração e com bons prazos para pagamento, salientado que esse tipo de recurso tem origem no mercado financeiro através dos bancos de varejo e os de investimento, além dos fornecedores e dos dividendos.

Lembrando que o gestor das finanças tem que tomar duas decisões primordiais na gestão dos recursos da empresa: Em quê investir e de onde se originarão os recursos para execução do investimento. O ponto chave desse binômio é o equilíbrio e maturidade financeira da organização, levando sempre em consideração o risco X retorno de cada operação.

Ressaltamos que o capital próprio também é remunerado através do lucro, e que os sócios da empresa tem uma perspectiva de ganho, que deve superar as oferecidas pelo mercado especulativo, pois caso não seja atrativo investir na empresa, a capitação de recursos será cada vez mais difícil.

Se houver um resultado de lucro acima das expectativas dos sócios, se justificará uma política de dividendos, pois essa ação dissolverá parte do lucro dos acionistas ou cotistas com os outros investidores, tornando essa operação inviável se a lucratividade da organização for abaixo do esperado pelos proprietários.


Para tomada da decisão financeira dois fatores deve ser considerados:



  • Econômico – que é a relação entre o resultado operacional da empresa com o custo pelo qual se fez necessário para obtenção do redito. Os riscos são inerentes à própria atividade da empresa, tais como sazonalidade , concorrência, mudança de tecnologia, qualidade do produto taxa de juros, intervenções governamentais etc;




  • Financeiro - é o resultado de geração de recursos disponíveis com as obrigações passivas vencíveis em curto prazo. Uma organização para ficar com uma situação confortável deverá dispor de recursos disponíveis necessários para pagamento de seu passivo. O risco está na má gestão dos recursos que poderá ocasionar o não pagamento das suas obrigações prejudicando a saúde financeira da empresa.



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