Tabela 01 – CÓdigos de recolhimento da gfip



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TABELA 01 – CÓDIGOS DE RECOLHIMENTO DA GFIP




Cód.

Situação

115

Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social;

130

Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social relativas ao trabalhador avulso portuário;

135

Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social relativas ao trabalhador avulso não portuário;

145

Recolhimento ao FGTS de diferenças apuradas pela CAIXA;

150

Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social de empresa prestadora de serviços com cessão de mão-de-obra e empresa de trabalho temporário (Lei nº 6.019/74), em relação aos empregados cedidos, ou de obra de construção civil – empreitada parcial;

155

Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social de obra de construção civil – empreitada total ou obra própria;

211

Declaração para a Previdência Social de cooperativa de trabalho relativa aos contribuintes individuais cooperados;

307

Recolhimento de Parcelamento do FGTS;

317

Recolhimento de Parcelamento do FGTS de empresa com tomador de serviços;

327

Recolhimento de Parcelamento de débito com o FGTS, priorizando os valores devidos aos trabalhadores;

337

Recolhimento de Parcelamento de débito com o FGTS de empresas com tomador de serviços, priorizando os valores devidos aos trabalhadores;

345

Recolhimento de parcelamento de débito com o FGTS relativo à diferença de recolhimento, priorizando os valores devidos aos trabalhadores;

418

Recolhimento recursal para o FGTS;

604

Recolhimento ao FGTS de entidades com fins filantrópicos – Decreto-Lei n° 194, de 24/02/1967 (competências anteriores a 10/1989);

608

Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social relativos a dirigente sindical;

640

Recolhimento ao FGTS para empregado não optante (competência anterior a 10/1988);

650

Recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social relativos a dissídio coletivo, reclamatória trabalhista ou conciliação perante as Comissões de Conciliação Prévia;

660

Recolhimento exclusivo ao FGTS referente a dissídio coletivo, reclamatória trabalhista ou conciliação perante as Comissões de Conciliação Prévia.



TABELA 02 – CATEGORIAS DE SEGURADOS




Cód.

Categoria

01

Empregado;

02

Trabalhador avulso;

03

Trabalhador não vinculado ao RGPS, mas com direito ao FGTS;

04

Empregado sob contrato de trabalho por prazo determinado (Lei n 9.601/98), com as alterações da Medida Provisória n° 2.164-41, de 24/08/2001;

05

Contribuinte individual - Diretor não empregado com FGTS (Lei nº 8.036/90, art. 16);

06

Empregado doméstico;(categoria utilizada a partir da competência 03/2000)

07

Menor aprendiz – Lei n° 10.097/2000;

11

Contribuinte individual - Diretor não empregado e demais empresários sem FGTS;

12

Demais agentes públicos;

13

Contribuinte individual – Trabalhador autônomo ou a este equiparado, inclusive o operador de máquina, com contribuição sobre remuneração; trabalhador associado à cooperativa de produção;

14

Contribuinte individual – Trabalhador autônomo ou a este equiparado, inclusive o operador de máquina, com contribuição sobre salário-base; (categoria utilizada até a competência 02/2000)

15

Contribuinte individual – Transportador autônomo, com contribuição sobre remuneração;

16

Contribuinte individual – Transportador autônomo, com contribuição sobre salário-base;(categoria utilizada até a competência 02/2000)

17

Contribuinte individual – Cooperado que presta serviços a empresas contratantes da cooperativa de trabalho;(categoria utilizada a partir da competência 03/2000)

18

Contribuinte Individual – Transportador cooperado que presta serviços a empresas contratantes da cooperativa de trabalho; (categoria utilizada a partir da competência 03/2000)

19

Agente Político;

20

Servidor Público ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão, Servidor Público ocupante de cargo temporário;

21

Servidor Público titular de cargo efetivo, magistrado, membro do Ministério Público e do Tribunal e Conselho de Contas;

22

Contribuinte individual – contratado por outro contribuinte individual equiparado a empresa ou por produtor rural pessoa física ou por missão diplomática e repartição consular de carreira estrangeiras; (categoria utilizada a partir da competência 04/2003)

23

Contribuinte individual – transportador autônomo contratado por outro contribuinte individual equiparado à empresa ou por produtor rural pessoa física ou por missão diplomática e repartição consular de carreira estrangeiras; (categoria utilizada a partir da competência 04/2003)

24

Contribuinte individual – Cooperado que presta serviços a entidade beneficente de assistência social isenta da cota patronal ou a pessoa física, por intermédio da cooperativa de trabalho; (categoria utilizada a partir da competência 04/2003)

25

Contribuinte individual – Transportador cooperado que presta serviços a entidade beneficente de assistência social isenta da cota patronal ou a pessoa física, por intermédio da cooperativa de trabalho; (categoria utilizada a partir da competência 04/2003)

26

Dirigente sindical, em relação ao adicional pago pelo sindicato; magistrado classista temporário da Justiça do Trabalho; magistrado dos Tribunais Eleitorais, quando, nas três situações, for mantida a qualidade de segurado empregado (sem FGTS). (categoria utilizada a partir da versão 8.0 do SEFIP. Ver nota abaixo)


Nota: A categoria 26 foi criada na versão 8.0 do SEFIP, podendo ser utilizada em qualquer competência, inclusive nas anteriores à data da implantação da referida versão. A categoria 26 substitui a categoria 01 informada em GFIP/SEFIP com código de recolhimento 903.

TABELA 03 – CÓDIGOS DE MOVIMENTAÇÃO DOS SEGURADOS




Cód

Situação

H

Rescisão, com justa causa, por iniciativa do empregador;

I1

Rescisão sem justa causa, por iniciativa do empregador, inclusive rescisão antecipada do contrato a termo;

I2

Rescisão por culpa recíproca ou força maior;

I3

Rescisão por término do contrato a termo;

I4

Rescisão sem justa causa do contrato de trabalho do empregado doméstico, por iniciativa do empregador;

J

Rescisão do contrato de trabalho por iniciativa do empregado;

K

Rescisão a pedido do empregado ou por iniciativa do empregador, com justa causa, no caso de empregado não optante, com menos de um ano de serviço;

L

Outros motivos de rescisão do contrato de trabalho;

M

Mudança de regime estatutário;

N1

Transferência de empregado para outro estabelecimento da mesma empresa;

N2

Transferência de empregado para outra empresa que tenha assumido os encargos trabalhistas, sem que tenha havido rescisão de contrato de trabalho;

O1

Afastamento temporário por motivo de acidente do trabalho, por período superior a 15 dias;

O2

Novo afastamento temporário em decorrência do mesmo acidente do trabalho;

O3

Afastamento temporário por motivo de acidente do trabalho, por período igual ou inferior a 15 dias;

P1

Afastamento temporário por motivo de doença, por período superior a 15 dias;

P2

Novo afastamento temporário em decorrência da mesma doença, dentro de 60 dias contados da cessação do afastamento anterior;

P3

Afastamento temporário por motivo de doença, por período igual ou inferior a 15 dias;

Q1

Afastamento temporário por motivo de licença-maternidade (120 dias);

Q2

Prorrogação do afastamento temporário por motivo de licença-maternidade;

Q3

Afastamento temporário por motivo de aborto não criminoso;

Q4

Afastamento temporário por motivo de licença-maternidade decorrente de adoção ou guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade (120 dias);

Q5

Afastamento temporário por motivo de licença-maternidade decorrente de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 1 (um) ano até 4 (quatro) anos de idade (60 dias);

Q6

Afastamento temporário por motivo de licença-maternidade decorrente de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 4 (quatro) anos até 8 (oito) anos de idade (30 dias);

R

Afastamento temporário para prestar serviço militar;

S2

Falecimento;

S3

Falecimento motivado por acidente de trabalho;

U1

Aposentadoria por tempo de contribuição ou idade sem continuidade de vínculo empregatício;

U2

Aposentadoria por tempo de contribuição ou idade com continuidade de vínculo empregatício;

U3

Aposentadoria por invalidez;

W

Afastamento temporário para exercício de mandato sindical;

X

Licença sem vencimentos;

Y

Outros motivos de afastamento temporário;

Z1

Retorno de afastamento temporário por motivo de licença-maternidade;

Z2

Retorno de afastamento temporário por motivo de acidente do trabalho;

Z3

Retorno de novo afastamento temporário em decorrência do mesmo acidente do trabalho;

Z4

Retorno de afastamento temporário por motivo de prestação de serviço militar;

Z5

Outros retornos de afastamento temporário e/ou licença;

Z6

Retorno de afastamento temporário por motivo de acidente do trabalho, por período igual ou inferior a 15 dias.


TABELA 04 – CÓDIGOS DE OCORRÊNCIA




QUANTIDADE

DE VÍNCULOS

CÓDIGO

EXPOSIÇÃO A AGENTES NOCIVOS

UM VÍNCULO

01 (OU “EM BRANCO”)

SEM EXPOSIÇÃO

02

APOSENTADORIA ESPECIAL 15 ANOS

03

APOSENTADORIA ESPECIAL 20 ANOS

04

APOSENTADORIA ESPECIAL 25 ANOS

MÚLTIPLOS

VÍNCULOS


05

SEM EXPOSIÇÃO

06

APOSENTADORIA ESPECIAL 15 ANOS

07

APOSENTADORIA ESPECIAL 20 ANOS

08

APOSENTADORIA ESPECIAL 25 ANOS


Nota: Embora o Manual da GFIP oriente que o código “em branco” seja utilizado para o segurado sem exposição a agentes nocivos, que nunca esteve exposto, e o código “01” para o segurado que já esteve exposto a agentes nocivos e não está mais, não há diferença para o cálculo do valor devido à Previdência Social, pois em nenhum dos casos há cálculo do adicional do RAT.

TABELA 05 – CÓDIGOS DE FPAS



CÓDIGO

FPAS

DISCRIMINATIVO

507

INDÚSTRIA – TRANSPORTE FERROVIÁRIO e de CARRIS URBANOS (inclusive Cabos Aéreos) EMPRESA METROVIÁRIA – EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES – OFICINA GRÁFICA DE EMPRESA JORNALÍSTICA – Oficinas Mecânicas de Manutenção e Reparação de Veículos e Máquinas, inclusive de concessionárias – ESCRITÓRIO E DEPÓSITO DE EMPRESA INDUSTRIAL – INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL – ARMAZENS GERAIS – SOCIEDADE COOPERATIVA (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código) – TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à indústria.

(continuação)

507

INDÚSTRIA DE CARNES E DERIVADOS (frigorífico) de animal de qualquer espécie, inclusive o setor industrial das agroindústrias de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura (exceto quanto aos empregados envolvidos diretamente com o abate – FPAS 531)

SETOR INDUSTRIAL DA AGROINDÚSTRIA de florestamento e reflorestamento quando não aplicável a substituição, na forma do art. 22 A da Lei 8.212/91



ESTALEIRO – setor de fabricação e desmontagem de embarcações navais

515

COMÉRCIO ATACADISTA – COMÉRCIO VAREJISTA – AGENTE AUTÔNOMO DO COMÉRCIO - COMÉRCIO ARMAZENADOR – TURISMO E HOSPITALIDADE (inclusive salão de barbeiro, instituto de beleza, empresa de compra, venda, locação e administração de imóvel, engraxate, empresa de asseio e conservação, sociedade beneficente e religiosa etc.) – ESTABELECIMENTO DE SERVIÇO DE SAÚDE (hospital, clínica, casa de saúde, laboratório de pesquisas e análises clínicas, cooperativa de serviço médico, banco de sangue, estabelecimento de ducha, massagem e fisioterapia e empresa de prótese) – COMÉRCIO TRANSPORTADOR, REVENDEDOR, RETALHISTA DE ÓLEO DIESEL, ÓLEO COMBUSTÍVEL E QUEROSENE (exceto quanto aos empregados envolvidos diretamente na atividade de transporte - Dec. 1.092/94 - FPAS 612) –

(continuação)

515

EMPRESA E SERVIÇOS DE PROCESSAMENTO DE DADOS – ESCRITÓRIO, CONSULTÓRIO OU LABORATÓRIO DE PROFISSIONAIS LIBERAIS (pessoa jurídica) – CONSÓRCIO – AUTO-ESCOLA – CURSO LIVRE – LOCAÇÕES DIVERSAS – PARTIDO POLÍTICO – EMPRESA DE TRABALHO TEMPORÁRIO (contribuição sobre a folha de salário de seus empregados) – SOCIEDADE COOPERATIVA (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código) - TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado ao comércio – EMPRESAS DE FACTORING

523

SINDICATO OU ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DE EMPREGADO, TRABALHADOR AVULSO OU EMPREGADOR, PERTENCENTE A ATIVIDADE OUTRORA NÃO VINCULADA AO ex-IAPC - EMPRESA BRASILEIRA DE NAVEGAÇÃO (exclusivamente em relação aos tripulantes de embarcação inscrita no Registro Especial Brasileiro – REB, Lei nº 9.432, de 1997 e Decreto n° 2.256, de 1997)

531

INDÚSTRIA DE CANA-DE-AÇÚCAR - DE LATICÍNIO - DE BENEFICIAMENTO DE CHÁ E MATE - DA UVA - DE EXTRAÇÃO E BENEFICIAMENTO DE FIBRAS VEGETAIS E DE DESCAROÇAMENTO DE ALGODÃO - DE BENEFICIAMENTO DE CAFÉ E DE CEREAIS – DE EXTRAÇÃO DE MADEIRA PARA SERRARIA, DE RESINA, LENHA E CARVÃO VEGETAL – MATADOURO OU ABATEDOURO E O SETOR DE ABATE DE ANIMAL DE QUALQUER ESPÉCIE, inclusive das agroindústrias de PISCICULTURA, CARCINICULTURA, SUINOCULTURA E AVICULTURA, E CHARQUEADA.

540

EMPRESA DE NAVEGAÇÃO MARÍTIMA, FLUVIAL OU LACUSTRE (exceto em relação aos tripulantes de embarcação inscrita no Registro Especial Brasileiro – REB – FPAS 523) – AGÊNCIA DE NAVEGAÇÃO – SERVIÇO PORTUÁRIO – EMPRESA DE DRAGAGEM – EMPRESA DE ADMINISTRAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE PORTOS – SERVIÇOS PORTUÁRIOS – ÓRGÃO DE GESTÃO DE MÃO-DE-OBRA (em relação aos empregados permanentes) – EMPRESA DE CAPTURA DE PESCADO (inclusive armador de pesca em relação aos empregados envolvidos na atividade de captura de pescado e do escritório). ESTALEIRO – setor de reparos e consertos sem desmontagem de embarcações navais

558

EMPRESA AEROVIÁRIA, INCLUSIVE TÁXI-AÉREO – EMPRESA DE SERVIÇO AÉREO ESPECIALIZADO – EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS – IMPLANTAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO, OPERAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA AEROPORTUÁRIA E DE SERVIÇOS AUXILIARES – EMPRESA DE FABRICAÇÃO, REPARO E MANUTENÇÃO OU REPRESENTAÇÃO DE AERONAVE, SUAS PEÇAS E ACESSÓRIOS – EMPRESA DE EQUIPAMENTO AERONÁUTICO.

566

EMPRESA DE COMUNICAÇÃO – EMPRESA DE PUBLICIDADE - EMPRESA JORNALÍSTICA - EMPRESA DE DIFUSÃO CULTURAL E ARTÍSTICA – ESTABELECIMENTO DE CULTURA FÍSICA – ESTABELECIMENTO HÍPICO – ESCRITÓRIO, CONSULTÓRIO DE PROFISSIONAL LIBERAL (pessoa física) – SINDICATO OU ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAL, EMPREGADO OU EMPREGADOR, PERTENCENTE A ATIVIDADE OUTRORA VINCULADA AO ex-IAPC – CONDOMÍNIO – CRECHE – ASSOCIAÇÕES DESPORTIVAS (exceto clubes de futebol profissional – FPAS 647 e 779) - ENTIDADES RECREATIVAS, CULTURAIS, DE ORIENTAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL E DE ASSISTENCIA SOCIAL – SOCIEDADE COOPERATIVA (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código)

574

ESTABELECIMENTO DE ENSINO – SOCIEDADE COOPERATIVA (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código)

582

ÓRGÃO DO PODER PÚBLICO (União, Estado, Distrito Federal e Município, inclusive suas respectivas Autarquias e as Fundações com personalidade jurídica de direito público.) – ORGANISMO OFICIAL BRASILEIRO E INTERNACIONAL do qual o Brasil seja membro efetivo e mantenha, no exterior, brasileiro civil que trabalha para a união ainda que lá domiciliado e contratado – REPARTIÇÃO DIPLOMÁTICA BRASILEIRA sediada no exterior que contrata auxiliares locais - MISSÃO DIPLOMÁTICA OU REPARTIÇÃO CONSULAR de carreira estrangeira e órgão a ela subordinado no Brasil, ou a membro dessa missão e repartição, observadas as exclusões legais (Decreto-Lei n.º 2.253/85), ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – CONSELHO DE FISCALIZAÇÃO DE PROFISSÃO REGULAMENTADA.

590

CARTÓRIO, TABELIONATO, oficializados ou não. - Pessoa Jurídica de Direito Privado constituída sob a forma de Serviço Social Autônomo ou Agência de Promoção e Desenvolvimento.

Empresa prestadora de serviços de engenharia, em relação ao brasileiro por ela contratado no Brasil ou transferido para prestar serviços no exterior, inclusive nas atividades de consultoria, projetos e obras, montagem, gerenciamento e congêneres, conforme disposto no art. 11 da Lei nº 7.064, de 1982.



604

PRODUTOR RURAL, pessoa física e jurídica, inclusive na atividade de criação de pescado em cativeiro, em relação a todos os seus empregados, excluído deste código o produtor rural pessoa jurídica que explora outra atividade econômica autônoma comercial, de serviços ou industrial – SETOR RURAL DA AGROINDÚSTRIA não relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70, a partir da competência novembro/2001, exceto as agroindústrias, inclusive sob a forma de cooperativa, de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura

– SETOR RURAL DA AGROINDÚSTRIA de florestamento e reflorestamento, quando aplicável a substituição na forma do art. 22 A da Lei 8.212/91



(continuação)

604

SOCIEDADE COOPERATIVA DE PRODUTORES RURAIS (exclusivamente em relação a– CONSÓRCIO SIMPLIFICADO DE PRODUTORES RURAIS os empregados contratados para a colheita da produção de seus cooperados), a partir da competência novembro/2001 - TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à área rural.

612

EMPRESA DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO – EMPRESA DE TRANSPORTE DE VALORES - EMPRESA DE LOCAÇÃO DE VEÍCULO – EMPRESA DE DISTRIBUIÇÃO DE PETRÓLEO (exclusivamente em relação à folha de pagamento dos empregados envolvidos diretamente na atividade de transporte) – SOCIEDADE COOPERATIVA (estabelecimento no qual explora atividade econômica relacionada neste código)

620

TOMADOR DE SERVIÇO DE TRANSPORTADOR RODOVIÁRIO AUTÔNOMO (contribuição previdenciária a cargo da empresa tomadora e contribuição descontada do transportador autônomo para o SEST e o SENAT).

639

ENTIDADE BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, com isenção requerida e concedida pela Previdência Social, inclusive aquela transformada em entidade de fins econômicos na forma do artigo 7° da Lei 9131/95, no período de pagamento parcial das contribuições patronais, nos termos do art. 13 da Lei n° 11.096, de 13 de janeiro de 2005

647

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA QUE MANTÉM EQUIPE DE FUTEBOL PROFISSIONAL, em qualquer modalidade desportiva e CLUBE DE FUTEBOL PROFISSIONAL – contribuição descontada dos empregados, atletas ou não, e as destinadas a outras entidades ou fundos.

655

EMPRESA DE TRABALHO TEMPORÁRIO (Lei n.º 6.019/74) – contribuição sobre a remuneração do trabalhador temporário.

680

ÓRGÃO GESTOR DE MÃO-DE-OBRA com relação a contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à Diretoria de Portos e Costas.

736

BANCO COMERCIAL - BANCO DE INVESTIMENTO – BANCO DE DESENVOLVIMENTO - CAIXA ECONÔMICA - SOCIEDADE DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO - SOCIEDADE DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO - SOCIEDADE CORRETORA – DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS – EMPRESA DE ARRENDAMENTO MERCANTIL – SOCIEDADE COOPERATIVA DE CRÉDITO - EMPRESA DE SEGURO PRIVADO E DE CAPITALIZAÇÃO (inclusive seguro saúde) – AGENTE AUTÔNOMO DE SEGURO PRIVADO E DE CRÉDITO – ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA (aberta e fechada).

744

PRODUTOR RURAL PESSOA FÍSICA E JURÍDICA, contribuição sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural – AGROINDÚSTRIA, contribuição sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção própria e adquirida de terceiros, industrializada ou não, a partir de novembro/2001, excluídas (i) as agroindústrias de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura, inclusive sob a forma de cooperativa, e (ii) a agroindústria de florestamento e reflorestamento quando não aplicável a substituição.

- Exclui-se da receita bruta, a receita de prestação de serviços.



779

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA QUE MANTÉM EQUIPE DE FUTEBOL PROFISSIONAL - contribuição de 5% da receita bruta, decorrente de espetáculo desportivo de que participe em todo território nacional em qualquer modalidade, inclusive jogos internacionais, a ser recolhida pela ENTIDADE PROMOTORA DO EVENTO (federação ou confederação), e de QUALQUER FORMA DE PATROCÍNIO, LICENCIAMENTO DE USO DE MARCAS E SÍMBOLOS, PUBLICIDADE, PROPAGANDA E TRANSMISSÃO DE ESPETÁCULOS DESPORTIVOS, a ser recolhida pela empresa ou entidade patrocinadora.

787

SINDICATO, FEDERAÇÃO E CONFEDERAÇÃO PATRONAL RURAL – ATIVIDADE COOPERATIVISTA RURAL – SETOR RURAL DA SOCIEDADE COOPERATIVA não relacionada no Decreto-Lei n.º 1.146/70 - SETOR RURAL DAS AGROINDÚSTRIAS de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura - SETOR RURAL DA AGROINDÚSTRIA de florestamento e reflorestamento quando não aplicável a substituição, na forma do art. 22 A da Lei 8.212/91 –

(continuação)

787

PRESTADOR DE MÃO-DE-OBRA RURAL LEGALMENTE CONSTITUÍDO COMO PESSOA JURÍDICA, a partir de 08/94 – PRODUTOR RURAL PESSOA JURÍDICA e AGROINDÚTRIA exclusivamente em relação aos empregados envolvidos na prestação de serviços rurais ou agroindustriais, caracterizados ou não como atividade autônoma, a partir de novembro/2001 – SETOR RURAL DO PRODUTOR PESSOA JURÍDICA excluído da substituição por ter atividade econômica autônoma (comercial, industrial ou de serviços)

795

ESTABELECIMENTOS RURAL E INDUSTRIAL DA SOCIEDADE COOPERATIVA relacionada no art. 2°, caput, do Decreto-Lei n.º 1.146/70

825

AGROINDÚSTRIA relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70, a partir da competência novembro/2001 - TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à agroindústria relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70

Exclui-se deste código a prestação de serviços a Terceiros.



833

SETOR INDUSTRIAL DA AGROINDÚSTRIA não relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70, a partir da competência novembro/2001, exceto as agroindústrias de piscicultura, carcinicultura, suinocultura e avicultura, inclusive sob a forma de cooperativa - SETOR INDUSTRIAL DA AGROINDÚSTRIA de florestamento e reflorestamento quando aplicável a substituição, na forma do art. 22 A da Lei 8.212/91. TOMADOR DE SERVIÇO DE TRABALHADOR AVULSO – contribuição sobre a remuneração de trabalhador avulso vinculado à agroindústria não relacionada no caput do art. 2º do Decreto-Lei nº 1.146/70 - Exclui-se deste código a prestação de serviços a Terceiros .

868

EMPREGADOR DOMÉSTICO – instituído para possibilitar o depósito do FGTS do empregado doméstico por meio da GFIP.



TABELA 06 – CÓDIGOS DE TERCEIROS




CÓDIGO

FPAS



SITUAÇÃO DO CONTRIBUINTE

TABELA AUXILIAR



CÓDIGO

TERCEIROS


(%)

507

Com convênio Sal. Educ. + SENAI + SESI

Com convênio SESI + SENAI

Com convênio Sal. Educ. + SESI

Com convênio SESI

Com convênio Sal. Educ. + SENAI

Com convênio SENAI

Com convênio Sal. Educação

Sem convênio

Com convênio Sal. Educação (SESCOOP)

Sem convênio Sal. Educação (SESCOOP)



0066

0067


0070

0071


0074

0075


0078

0079


4162

4163


0,8

3,3


1,8

4,3


2,3

4,8


3,3

5,8


3,3

5,8


663

698


Com convênio Sal. Educ. + SENAI + SESI

Com convênio SESI + SENAI

Com convênio Sal. Educ. + SESI

Com convênio SESI

Com convênio Sal. Educ. + SENAI

Com convênio SENAI

Com convênio Sal. Educação

Sem convênio



0066

0067


0070

0071


0074

0075


0078

0079


0,8

3,3


1,8

4,3


2,3

4,8


3,3

5,8


515



Com convênio Salário Educação

Sem convênio

Com convênio Salário Educação (SESCOOP)

Sem convênio Salário Educação (SESCOOP)



0114

0115


4162

4163


3,3

5,8


3,3

5,8


671

701


Com convênio Salário Educação

Sem convênio



0114

0115


3,3

5,8


523

604


736

Com convênio Salário Educação

Sem convênio



0002

0003


0,2

2,7


531

Com convênio Salário Educação

Sem convênio



0002

0003


2,7

5,2


540

680


710

Com convênio Salário Educação

Sem convênio



0130

0131


2,7

5,2


558

Com convênio Salário Educação

Sem convênio



0258

0259


2,7

5,2


566

Com convênio Salário Educação

Sem convênio

Com convênio Salário Educação (SESCOOP)

Sem convênio Salário Educação (SESCOOP)



0098

0099


4162

4163


2,0

4,5


3,0

5,5


574

Com convênio Salário Educação ou exceção prevista na MP 1.518/96.
Sem convênio
Com convênio Salário Educação ou exceção prevista MP 1.518/96 (SESCOOP)
Sem convênio Salário Educação (SESCOOP)

0098
0099

4162
4163

2,0
4,5

3,0
5,5


590

Com convênio Salário Educação

Sem convênio



-

0001


-

2,5


612

Com convênio Salário Educação

Com convênio Sal. Educação + SEST

Com convênio Sal. Educação + SENAT

Com convênio Sal. Educ. + SEST + SENAT

Com convênio SEST + SENAT

Com convênio SEST

Com convênio SENAT

Sem convênio

Com convênio Sal. Educação (SESCOOP)

Sem convênio Sal. Educação (SESCOOP)



3138

2114


1090

0066


0067

2115


1091

3139


4162

4163


3,3

1,8


2,3

0,8


3,3

4,3


4,8

5,8


3,3

5,8


620

Com convênio SEST

Com convênio SENAT

Com convênio SEST + SENAT

Sem convênio



2048

1024


-

3072


1,0

1,5


-

2,5


647

Com convênio Salário Educação

Sem convênio



0098

0099


2,0

4,5


655

Sem convênio

0001

2,5

744

PRODUTOR RURAL PF

PRODUTOR RURAL PJ



0512

0512


0,2

0,25


787

Com convênio Salário Educação

Sem convênio

Com convênio Salário Educação (SESCOOP)

Sem convênio Salário Educação (SESCOOP)



0514

0515


4098

4099


2,7

5,2


2,7

5,2


795

Com convênio Salário Educação

Sem convênio

Com convênio Salário Educação (SESCOOP)

Sem convênio Salário Educação (SESCOOP)



0514

0515


4098

4099


5,2

7,7


5,2

7,7


825

Com convênio Salário Educação

Sem convênio



0002

0003


2,7

5,2


833

Com convênio Sal. Educ. + SENAI + SESI

Com convênio SESI + SENAI

Com convênio Sal. Educ. + SESI

Com convênio SESI

Com convênio Sal. Educ. + SENAI

Com convênio SENAI

Com convênio Sal. Educação

Sem convênio



0066

0067


0070

0071


0074

0075


0078

0079


0,8

3,3


1,8

4,3


2,3

4,8


3,3

5,8


Notas:

1 - Códigos sem Contribuição para Outras Entidades  582, 639, 728 e 779.

2 - O Código Terceiros foi obtido através da soma dos códigos específicos das entidades abaixo:


Sal. Educ.

Incra

Senai

Sesi

Senac

Sesc

Sebrae

DPC

FundoAerov.

Senar

Sest

Senat

Sescoop

0001

0002

0004

0008

0016

0032

0064

0128

0256

0512

1024

2048

4096


TABELA 07 – COMPATIBILIDADE “SITUAÇÃO x FPAS x CÓDIGO GPS”




ITEM/

NOTAS

SITUAÇÕES


FPAS DECORRENTES DA GFIP

CNPJ/CEI

COD PAGTO GPS



ENTIDADE

FILANTRÓPICA



639

CNPJ

2305/2631/2640 2119(SEST/SENAT/SENAR)

CEI

2321/2658/2682 2216(SEST/SENAT/SENAR)

(a), (b)


OPTANTE PELO SIMPLES

507, 515, 531, 540, 574, 558, 566, 604, 612, 620, 647, 787, 795, 825 e 833

CNPJ

2003/2631/2640

2119 (SEST/SENAT/SENAR)



CEI

2658/2682



ÓRGÃO PÚBLICO

582

CNPJ

2402 /2631/2640

CEI

2429/2658/2682

(c)


ÓRGÃO PÚBLICO

(FPAS 582) com

TRANSPORTADOR AUTÔNOMO


620 (até competência 11/2000)

CNPJ

2402/2631/2640

2119(SEST/SENAT)



CEI

2429/2658/2682

2216(SEST/SENAT/)



620 (qualquer competência)

CNPJ/CEI

2445

(d)


PRODUTO RURAL

de FPAS 582



744 (até competência 05/2000)

CNPJ

2607, 2615

CEI

2704, 2712

744 (qualquer competência)

CNPJ/CEI

2437



PRODUTO RURAL

de demais FPAS



744

CNPJ

2607, 2615

CEI

2704, 2712




EVENTO DESPORTIVO/

PATROCÍNIO


779

CNPJ/CEI

2500


(b), (e)


RECLAMATÓRIA TRABALHISTA

Cód. Recolhimento GFIP 650/904



507, 515, 523, 531, 540, 558, 566, 574, 582, 590, 604, 612, 639, 647, 655, 663, 671, 680,

698, 701, 710, 728, 736, 787, 795, 825 e 833



CNPJ

2909, 2917

CEI

2801, 2810


(g)


FOLHA DE PGTO

COOPERATIVA DE TRABALHO



880

CNPJ

2127

10º

(b), (e)


(f)

FOLHA DE PAGAMENTO

(DEMAIS SITUAÇÕES)



507, 515, 523, 531, 540, 558, 566, 574, 590, 604, 612, 620, 647, 655, 663, 671, 680, 698,

701, 710, 728, 736, 787, 795, 825 e 833



CNPJ

2100, 2119, 2135

2631, 2640,



CEI

2208, 2216, 2232

2658, 2682



Notas:


  1. A retenção de 11% deixou de ser devida nos serviços prestados pelas empresas optantes pelo SIMPLES referente às notas fiscais/faturas emitidas a partir de 01/01/2000 (IN/INSS/DC 08 de 21/01/2000), voltando a ser devida a partir de 01/09/2002, com a entrada em vigor da IN/67 de 10/05/2002. A opção pelo SIMPLES para creches, pré-escolas e entidades de ensino fundamental, vinculadas ao FPAS 574, está prevista na Lei 10034 de 24/10/2000.

  2. Os códigos FPAS 825 e 833 (agroindústrias) têm aplicação a partir da competência 11/2001 e foram criados pela IN/INSS/DC 60 de 30/10/2001.

  3. O código de pagamento de GPS 2445 (Órgão Público - Recolhimento sobre contratação de Transportador Autônomo) foi criado pela Resolução/INSS/DC 40 de 23/11/2000.

  4. O código de pagamento de GPS 2437 (Órgão Público - Recolhimento sobre aquisição de produto rural de produtor PF) foi criado pela Resolução/INSS/DC 25 de 24/05/2000.

  5. Os códigos FPAS 698, 701, 710 e 728 (férias e 13º do trabalhador avulso) foram extintos pela IN/INSS/DC 38 de 12/09/2000.

  6. Os códigos de pagamento de GPS 2135 e 2232 (Empresas em Geral CNPJ e CEI - Convênio com o FNDE) foram extintos pela IN/INSS/DC 02 de 20/10/1999.

  7. O código de pagamento de GPS 2127, para recolhimento das contribuições descontadas dos cooperados pela Cooperativa de Trabalho, foi criado pela IN/INSS/DC nº 89 de 11/06/2003. O código FPAS 880 é um FPAS derivado do FPAS principal da empresa, criado pelo sistema para efeito de batimento com a GPS cód. 2127, quando a GFIP apresenta informação de segurado cooperado de cooperativa de trabalho.


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