Teologia do novo testamento


Nº 3. É possível uma exegese sem hipóteses? (1957)



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Nº 3. É possível uma exegese sem hipóteses? (1957)
A pergunta que dá o título a essas linhas deve responder afirmativamente que sempre que (sem hipóteses) significa com exatidão o seguinte: sem pressupor os resultados da exegese. Nesse sentido, sem hipóteses se impõe. Em outro sentido, é evidente que nenhuma exegese precisa de pressupostos, pois o exegeta não é uma tábua rasa, mas pelo contrário, ela aborda o texto com perguntas precisas, ou como modo objetivo de planejar o problema. E tem uma certa noção do conteúdo do texto.

1. a) A exigência de que a exegese seja elaborada sem hipóteses no sentido que pressuponha seus resultados, carece de prejuízos, será mostrada só brevemente com o conteúdo que se segue:

Esta exigência descarta antes de tudo a alegoria. Quando na prescrição da Lei que exigia para um sacrifício animal sem defeito.

b) mas inclusive quando se rejeita essa alegoria, a exegese pode estar inspirada por prejuízos. Assim, por exemplo, admitir que os evangelhos Mateus e João foram discípulos de Jesus, e por conseguinte os relatos e suas palavras são testemunhos historicamente exatos. Nesse caso, afirmaria que o relato dos vendedores expulsos do templo que Mateus situa nos dias anteriores a Páscoa e João ao princípio da vida pública de Jesus, teria lugar duas vezes. É possível empreender a exegese dos evangelhos com o pressuposto dogmático de que Jesus era o Messias e teria consciência de sê-lo? Ou pelo contrário, é necessária que essa exegese seja aberta a questão? A resposta a essa questão me parece clara. A eventual consciência messiânica seria um fato histórico e como tal, só poderia ser estabelecida como uma investigação histórica. Se esta última pudesse fazer provável o que Jesus soubesse que era o Messias, o resultado não seria mais que uma certeza absoluta. Toda verificação histórica é suscetível à discussão. Assim pois a questão de que Jesus soubesse e ou não que era o Messias fica aberta para a exegese. A exegese inspirada por prejuízos dogmáticos não responde o que diz o texto, mas dizem o que elas querem ouvir.

2. a) Deve distinguir entre a essência de hipóteses sinônimo da ausência de prejuízos de temos falado e que obriga a dizer: não há possibilidade de elaborar a exegese sem hipóteses. Que, de feto, essa exegese não existe, porque todo exegeta está determinado por sua individualidade, suas tendências e hábitos pessoais, seus dons e suas fraquezas, é coisa que não tem nenhum caráter de principio.

Pois o exegeta é obrigado a fazer abstração dessa individualidade e a exercitar-se para chegar a ser um interprete puramente objetiva. O método histórico é a hipótese incondicionada para interrogar os textos. A exegese como interpretação de textos históricos tomam parte da ciência histórica.

O método histórico exige evidentemente que um texto seja analisado segundo as regras gramaticais ou léxicas. Isto implica logicamente que a exegese histórica se informa sobre o estilo individual de um texto. As palavras de Jesus nos sinóticos resultam de um estilo distinto das que se falam em João. Isso delimita um problema de que a exegese deve dar conta. O estudo léxico, gramatical e estilístico conduz rapidamente a verificação de que cada texto se expressa na linguagem de sua esfera histórica. O exegeta é obrigado a conhecer esta linguagem; portanto, é necessário conhecer as condições históricas da linguagem da época. Para a compreensão da linguagem do NT, delimita o seguinte problema: Em que medida o grego está modificado pelos usos lingüísticos semíticos? É indispensável estudar a apocalíptica da literatura rabínica, os textos de Quruam e a história da religião helenística.

Citaremos um só exemplo: O vocábulo pneuma do NT se traduz em alemão por (espiritu) (Geist). Isso explica porque, no século XIX, a exegese interpretava o NT do ponto de vista do idealismo, que se remonta aos gregos, até que 1888, Hermann Gunkel demonstrou que o pneuma neotestamentario significava algo inteiramente distinto, a saber: o maravilhoso poder de Deus e o modo de sua ação.

O método histórico inclui a hipótese de que a história é uma sucessão interrompida de fatos, na qual os acontecimentos estejam ligados uns aos outros pelo encadeamento de causa e efeito. Isso não quer dizer que o curso da história esteja determinado pela lei de casualidade nem que não haja livres decisões por parte do homem, cujo ato determina inteiramente o curso da história. Mas uma livre decisão não se toma sem causa e a tarefa do historiador é justamente descobrir os efeitos e o encadeamento de uns e outros, de tal sorte que o curso da história em seu conjunto apareça como uma sucessão sem interrupção.

Este encadeamento significa que a continuidade da evolução histórica não pode ser rompçida pela investigação de potências sobrenaturais ou de forças do além e portanto, que nesse sentido, o milagre não existe. Haveria milagre, caso se produzisse um evento fora da história. Quando, por exemplo, os relatos do AT referem à intervenção ativa de Deus na história, a ciência histórica não pode constatar uma ação de Deus senão somente pela fé. Certamente, enquanto ciência histórica, não lhe é permitido pretender que seja uma ilusão e que não possa haver intervenção de Deus na história. Mas, enquanto ciência, não pode perceber semelhante intervenção nem portanto, levá-la em conta. Somente, pode deixar a cada qual em liberdade de ver em um acontecimento histórico que ela mesma interpreta como derivadas e causas intra-históricas, uma ação de Deus.

Este é o método que a investigação histórica utiliza com todos os documentos históricos. Não pode haver exceção quanto aos textos bíblicos, se isto, apesar de tudo devem ser compreendidos historicamente. Pode haver objeção quanto aos textos bíblicos que não pretendem ser documentos históricos, mas anúncio de testemunho e da fé.. Não é necessário interpretá-los historicamente, posto que falam em uma linguagem estranha com conceitos de uma época e de uma imagem do mundo que não é familiar. Em resumo, deve traduzi-los e esta tradução é uma tarefa da ciência histórica.

b) Como falamos de tradução, nos é apresentado o problema hermenêutico. Traduzir significa tornar compreensível. A compreensão da história como encadeamento de causa e efeito pressupõem a compreensão das forças em funcionamento que ligam uns com outros dos fenômenos isolados. Tais forças são as necessidades econômicas, as necessidades sociais, a aspiração ao poderio político, as paixões humanas as idéias e os ideais. E quanto a apreciação de tais fatores, os historiadores divergem e passa todos os seus esforços até a uma perspectiva comum, cada historiador se deixará sempre se guiar por uma maneira de planejar o problema, por uma perspectiva própria.

Não há deformação da história enquanto o modo de planejar o problema não se baseia em um prejuízo mas que se fique em uma simples interrogação e enquanto o historiador se dá conta de que seu modo de planejar o problema seja unilateral e de que interroga o fenômeno ou ao texto em uma perspectiva determinada. A imagem histórica não é falsificada, mas sim, um modo de abordar o problema , se por exemplo, toda a história fosse reduzida à história econômica. Mas os fenômenos históricos têm múltiplos aspectos. Tais acontecimentos como a Reforma podem ser estudados tanto desde o ângulo da Igreja como desde a história política,econômica ou filosófica. A mística pode ser considerada desde o ângulo de sua influência sobre a história da arte. A hipótese é constituída sempre por uma determinada maneira de planejar o problema, supondo que se queira compreender a história.

Os fatores ativos que presidem o encadeamento dos fenômenos que poderiam ser compreendidos mais que fenômenos, que estão nesse encadeamento de causa e efeito; o qual significa que a compreensão histórica implicação das mesmas coisas em questão. Pois é possível compreender a história política sem ter uma noção de Estado e de Direito que são em sua ausência o produto de sua histórica, mas das coisas mesmas em questão. Pois, é possível compreender a história política sem ter uma noção de Estado e de Direito, que não são em sua ausência, produto da história, mas das idéias? É possível compreender a história da religião, da filosofia, sem saber o que é a religião ou o que é filosofia? Assim, por exemplo, não seria possível compreender a publicação das teses de Lutero em 1517, sem o conhecer o sentido contra o catolicismo da época. Não seria possível compreender o Manifesto Comunista de 1848 sem compreender os princípios do capitalismo e do socialismo. Não seria possível compreender as decisões das pessoas que atuam na história sem compreender o homem em todas as suas possibilidades. Em resumo: a compreensão histórica pressupõe do mesmo conteúdo da história, assim como dos homens que atuam nela.

Isso equivale dizer que a compreensão histórica pressupõe sempre uma relação do intérprete a coisa expressa nos textos. Esta relação tem seu fundamento no contexto de vida próprio do intérprete. Só quem vive em um Estado, em uma sociedade, é capaz de compreender os fenômenos políticos e sociais do passado e da história dos mesmos, como só quem tem afinidade com a música poderá compreender um texto que trate de música.

Assim pois, uma certa compreensão das coisas fundamentadas em um contexto de vida está sempre pressuposta a exegese e é por isso que não elabora exegese sem hipóteses. A esta compreensão a chamou de pré-compreensão, pois não contém prejuízos, a imagem histórica não ficaria falsificada por ela, mas que em caso de que o exegeta toma a sua pré-compreensão toma por definitiva. Mas o conceito de vida só nos é autêntico se nos sentimos afetados por estes problemas, a história começa a falar. Em tal diálogo com o passado, este se torna vivo e através da história, aprendemos a compreender o nosso próprio presente; o conhecimento histórico é ao mesmo tempo, conhecimento do mesmo. A este encontro com a história, nascida da própria historicidade, o chama de encontro existencial.

Esta relação fundamental com a história é o pressuposto fundamental para a sua compreensão, isso não significa que dependa do gosto pessoal do historiador, o qual, priva de todo significado objetivo. Mas significa que a história precisamente em seu conteúdo objetivo, só poder ser captada pelo sujeito. Significa que, para a compreensão histórica, o esquema subjeto – objeto, válido para as ciências naturais de observação – está absolutamente fora de lugar.

O que acabamos de dizer, encerra também uma revelação importante, a saber: que o contexto histórico nunca é completo e definitivo – como tampouco o é para a compreensão com que os historiadores abordam os fenômenos para interrogá-los – pois os fenômenos históricos, por não serem fatos que possam ser observadas de uma maneira neutra. A questão é suscitada de precisamente pela situação histórica pela exigência do momento. Por isso, a investigação histórica nunca é encerrada. Naturalmente, há certos conhecimentos de história que podem passar por definitivos; os que somente concernem a dados claramente situados em relação a data e lugares específicos, como por exemplo, o assassinato de Cezar ou as publicações das teses de Lutero. Mas os que estes acontecimentos que podem ser fixados por meio de datas tem como importância histórica não pode ser decretado de uma vez para sempre. Por isso, deve dizer que um acontecimento histórico nunca pode ser conhecido pelo que é. Também podemos dizer que um acontecimento histórico é inseparável dom porvir.

Naturalmente, alguns conhecimentos históricos podem ser transmitidos, não como concluídos, mas aptos para esclarecer e ampliar a pré-compreensão das gerações vindouras. Podemos medir desde hoje as conseqüências das guerras mundiais? Não, posto que o fato é que um só no futuro se esclarece o significado de acontecimento histórico. Esse significado não poderia ser definitivo mas um dia em que a história chega a sua conclusão.

3. Quais são as conseqüências para a exegese dos escritos bíblicos? Vamos formulá-las com a ajuda de algumas teses.

a) A exegese dos escritos bíblicos deve ser compreendida sem prejuízos como toda a interpretação de textos.

b) mas não há exegese sem hipóteses porque sendo uma interpretação histórica, pressupõe o método da investigação histórico-crítica.

c) E alem disso, são hipóteses a relação viva do exegeta com o conteúdo da Bíblia e uma pré-compreensão.

d) Esta pré-compreensão será somente aberta, de sorte que seja possível um encontro existencial com o texto.

e) A compreensão está fundamentada na procura de Deus que preocupava o homem. Isto não quer dizer que o exegeta deva saber de todas as coisas relativas a Deus, mas que este já movido pela sua busca existencial; pouco importa as formas receptivas de sua consciência: problema da (salvação), da vitória sobre morte, da segurança do destino, da verdade neste mundo cheio de enigmas.

d) O encontro existencial com o texto pode conduzir a confessar a sua incredulidade, ou oferecer ao exegeta a compreensão do seu significado, uma resposta a pergunta que o texto faz, resposta que não pode ser refutada com uma argumentação, mas uma decisão existencial.



e) O texto fala da existência, mas não é compreendida como um todo. A decisão existencial que resulta a exegese não pode ser somente transmitida, mas efetuada novamente. Isto não significa que não possa haver continuidade da exegese da Escritura, mas que podem ser aceita como a reserva de um controle crítico contínuo. Assim como esta compreensão deve ser reconquistada na decisão com a exegese católica, assim toda exegese é uma diretriz que ao mesmo tempo é uma pergunta e resposta. A Palavra lhe mostrará quem é o homem e quem é Deus e forçará a proclamá-lo com um conceito renovado. Portanto, se deve dizer da Escritura que é o que é pela sua história e pelo seu futuro.

GUIA DE ESTUDO
LIÇÃO 1.


  1. Como podemos definir Teologia?

  2. O que Tomás de Aquino ensina sobre Teologia?

  3. Que significa teologia ensinada por Deus, teologia ensinada de Deus e teologia que conduz a Deus?

  4. Descreva os três sentidos da teologia bíblica.

  5. Quais os três níveis de compreensão apresenta a Hermenêutica?

  6. Qual é o ponto de partida para a teologia do Novo Testamento?

  7. Qual é o perigo que ocorre na crítica literária?

  8. O que significa a teologia dogmática?

  9. O que significa a Teologia histórica?

  10. O que significa Teologia Bíblica?


Lição 2


  1. Qual foi o princípio do qual os crentes da igreja primitiva começaram a interpretar o Novo Testamento?

  2. Sobre quais sentidos a igreja medieval desenvolveu a teoria e a prática da alegorização?

  3. Qual foi o principal ponto da Summa Theológica?

  4. Qual foi a contribuição de Lutero a interpretação das Escrituras?

  5. Que método utiliza Lutero em sua interpretação das Escrituras?

  6. Qual foi a metodologia utilizada por J. Cocceius para a interpretação bíblica?

  7. Qual é o ponto de partida da teologia bíblica do Escolasticismo Protestante?

  8. Como se explica a reação do pietista frente a proposta interpretativa do Escolasticismo Protestante?

  9. Que importância teve o método Racionalista utilizado por J. P. Gabler, distinguindo radicalmente entre Teologia Bíblica e Teologia Dogmática?

  10. Como se relaciona a posição de F. Scheleiermacher com a idéia de que a teologia do NT deve ser tratada como uma área da História das Religiões?



Lição 3.

  1. Em que consiste o método descritivo histórico?

  2. Ao E. Jacob construir sua teologia do Antigo Testamento, vê três temas que são do domínio da História. Diga qual é e se concorda defina quais fazem parte da Teologia do Novo Testamento.

  3. Como E. Lohse define a tarefa do Teólogo do Novo Testamento?

  4. Explique os três problemas essenciais que apresentam a crítica do modo descritivo.

  5. Em que consiste o método Confessional Kerigmático?

  6. Diga o que é a Teologia do NT para Schelkle e quais são as possibilidades que se oferecem à hora de trazer o plano da mesma.

  7. Quais são os problemas que são apresentados pelo Método Confessional Kerigmático?

  8. Quais métodos tratam de combinar os pontos fortes do método Descritivo/Histórico e o Confessional/Kergmático? Diga seus nomes e como funciona.

  9. Quais são as cinco partes da Teologia do Novo Testamento de Culmann?

  10. O que Bultmann desejava associar em sua teologia do Novo Testamento?



Lição 4.

  1. Em quais áreas temos hipóteses em nossa proximidade a Teologia do Novo Testamento que influenciam em nossas conclusões em respeito à mesma?

  2. Segundo o autor, qual deve ser o ponto de partida para elaborar a teologia do Novo Testamento?

  3. O que se encontra condicionado a seleção do método do teólogo ao elaborar a teologia do Novo Testamento?

  4. Qual advertência faz Culmann em relação a declarar um tema como centro do Novo Testamento?

  5. O método descritivo responde satisfatoriamente para encontrar o propósito de Deus no texto? Por que?

  6. Quais perguntas são inseparáveis e pertencem as tarefas da interpretação bíblica?

  7. Se os autores do AT e do NT escreveram com o propósito de que seus escritos fossem aceitos como história? O que se espera da Teologia do Novo Testamento?

  8. Quais são as três posições em relação ao AT e o NT? Explique.

  9. Quais os três usos mostrados pela escola Antioquina?

  10. Explique porque a substancia e ocasião de revelação no AT e NT marca uma das diferenças básicas entre eles.

  11. A revelação progressiva no AT sucede da mesma forma que no NT? Argumente.



Lição 5

  1. Por que se pode dizer que há unidade e diversidade no Novo Testamento?

  2. O método misto ou alternativo equivale a qual realidade indicada?

  3. Qual o método mais indicado para elaboração da Teologia do Novo Testamento?

  4. Como a teologia do Novo Testamento pode refletir adequadamente em seu conteúdo?

  5. Qual a importância tem ao definir o centro da Teologia do Novo Testamento?

  6. Quais são os passos a seguir para manter uma teoria descritiva cronológica?

  7. Ao ver o ensino de Jesus e seu conteúdo essencial, como pode definir o centro da mesma?

  8. Como se pode chegar à conclusão de que a justificação (segundo Paulo) é outra expressão contextualizada do conceito do Reino?

  9. Como se relaciona o termo Messias com o Reino de Deus?

  10. Segundo estas observações: Qual é o tema central de todo o Novo Testamento?


Lição 6 (6.1- 6.2)

Primeira parte

  1. Cite as três formas de uso que Paulo faz do Reino de Deus.

  2. Como é visto o Messias no tempo que vai de Davi até o exílio?

  3. Comente as observações em relação ao “segredo messiânico”

  4. Quais são as três funções de Jesus tratadas em Rm. 3: 24-26? Argumente cada uma delas.

  5. O que Paulo quis dizer: “já não conhecemos a Cristo segundo a carne” Significa que Paulo não se importa com o Jesus histórico? Explique.

  6. Dê três razões que Romanos 9: 5 se refere a Jesus como Deus?

  7. Quais são as três naturezas que se baseiam nos reformadores para declarar que a cruz de Cristo foi à forma de substituição para o homem?

  8. Como os reformadores vêem a morte de Jesus?

  9. O que significa o sacrifício de Jesus na Páscoa e no dia da Expiação?

  10. Quais são os elementos que Jesus tem para apresentar o Reino?


Lição 6

Segunda parte

  1. Qual a qualificação preferida de Paulo ao referir-se ao Reino de Deus?

  2. As palavras alma, espírito, alimento e carne no Antigo Testamento expressam a unidade do homem. Argumente esta afirmação.

  3. Em que consiste a Regra da Congregação 3: 13 – 4: 1?

  4. Como é vista a filosofia platônica sobre o corpo e a alma?

  5. Existem quatro dualismos no pensamento grego, quais são?

  6. Quais palavras usadas por Paulo para expressar o conceito de carne?

  7. Quais os vocábulos utilizados por Paulo para referir-se ao pecado e o que quer dizer com eles?

  8. Quais são as várias interpretações de que o pecado é original? (Romanos 5:12– 21).

  9. Segundo Paulo, que termos são importantes no passo de deixar o incrédulo chegar a ser cristão?

Catálogo: portugues
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