Teologia Sistemática Louis Berkhof Título do original em Inglês Systematic Theology



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Teologia Sistemática

Louis Berkhof

Título do original em Inglês

Systematic Theology
1990 – Direitos reservados pelo autor. Publicado com a devida autorização por Luz Para o Caminho, Caixa postal 130, CEP 13001-970, Campinas, São Paulo, Brasil.
Berkhof, Louis

Teologia Sistemática/ Louis Berkhof; trad. por Odayr Olivetti. Campinas: Luz Para o Caminho, 1990.

791p.
1. Teologia doutrinal cristã – Estudo. I. Título
CDD 230.07

1ª Edição, 1990 – 3.000 exemplares.

2ª Tiragem, 1992 – 3.000 exemplares.

3ª Tiragem, 1994 – 3.000 exemplares.

4ª Tiragem, 1996 – 3.000 exemplares.

5ª Tiragem, 1998 – 3.000 exemplares.

6ª Tiragem, 2000 – 3.000 exemplares.

Editora Cultura Cristã
Digitalizador desconhecido

Doado por Marcos S. Ramos






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Prefácio
Agora que minha teologia sistemática está sendo novamente impressa, o prefácio pode ser curto. Não é necessário dizer muita coisa acerca da natureza da obra, visto que ela tem estado perante o público durante mais de quinze anos e tem sido amplamente usada. Tenho todas as razões para estar agradecido pela maneira bondosa como ela tem sido recebida, pelo testemunho favorável de muitos críticos e pelo fato de o livro estar sendo agora usado como livro-texto em muitos seminários teológicos e institutos bíblicos em nosso país, e de que têm sido feitos pelos pedidos do estrangeiro de permissão para traduzi-la em outras línguas. Estas são as bênçãos que eu não previa, pelas quais estou profundamente agradecido a Deus. A Ele toda a honra. E se a obra puder continuar sendo uma bênção em muitas partes da igreja de Jesus Cristo, simplesmente aumentará o meu reconhecimento da abundante graça de Deus.
L. BERKHOF
Grand Rapids, Michigan,

1º de agosto de 1949.
ÍNDICE


Primeira Parte: A DOUTRINA DE DEUS 11

I. A Existência de Deus 11

A. Lugar da Doutrina de Deus na Dogmática. 11

B. Prova Bíblica da Existência de Deus. 12

C. A negação da existência de Deus em suas Várias Formas. 13

D. As Assim Chamadas Provas Racionais da Existência de Deus. 18

II. A cognoscibilidade de Deus 21

A. Deus Incompreensível e, contudo, Cognoscível. 21

B. Negação da Cognoscibilidade de Deus. 22

C. Auto-Revelação, Requisito de todo Conhecimento de Deus 26

III. Relação do Ser e dos Atributos de Deus 33

A. O Ser de Deus. 33

B. A Possibilidade de Conhecer o Ser de Deus 35

C. O Ser de Deus Revelado em Seus Atributos 37

IV. Os nomes de Deus 39

A. Os Nomes de Deus em Geral. 39

B. Os Nomes do Velho Testamento e Seu Significado 40

C. Os Nomes do Novo testamento e Seu Significado. 42

V. Os atributos de Deus em geral 44

A. Avaliação dos Termos Empregados 44

B. Método de Determinação dos Atributos de Deus. 44

C. Sugestões Feitas Quanto às Divisões dos Atributos. 47

VI. Os Atributos Incomunicáveis 50

A. Existência Autônoma de Deus. 50

B. A Imutabilidade de Deus 51

C. A Infinidade de Deus. 52

D. A Unidade de Deus. 54

VII. Os Atributos Comunicáveis 57

A. A Espiritualidade de Deus. 58

B. Atributos Intelectuais. 59

C. Atributos Morais. 63

D. Atributos de Soberania 69

VIII. A Trindade Santa 75

A. A Doutrina da Trindade na História 75

B. Deus como Trindade em Unidade 76

C. As Três Pessoas Consideradas Separadamente. 83



(AS OBRAS DE DEUS) 92

I. Os decretos Divinos em Geral 92

A. A Doutrina dos Decretos na Teologia. 92

B. Nomes Bíblicos para os Decretos Divinos. 93

C. A Natureza dos Decretos Divinos. 94

D. As Características do Decreto Divino. 95

E. Objeções à Doutrina dos Decretos. 97

II. Predestinação 101

A. A Doutrina da Predestinação na História. 101

B. Termos Bíblicos para a Predestinação. 103

C. O Autor e os Objetos da Predestinação 105

D. As Partes da Predestinação. 106

E. Supra e Infralapsarianismo. 110

III. Criação em Geral 118

A. A doutrina da Criação na História. 118

B. Prova Bíblica da Doutrina da Criação. 119

C. A Idéia da Criação 120

D. Teorias Divergentes a Respeito da origem do Mundo. 129

IV. Criação do Mundo Espiritual 132

A. A Doutrina dos Anjos na História 132

B. A Existência dos Anjos 134

C. A Natureza dos Anjos. 135

D. Número e organização dos Anjos. 136

E. O serviço dos Anjos 138

F. Os Anjos Maus. 139

V. Criação do Mundo Material 141

A. O Relato Bíblico da Criação 141

B. O Hexameron, ou a Obra dos Dias Separados. 142

VI. Providência 156

A. Providência em Geral 156

B. Preservação. 160

C. Concorrência. 162

D. Governo. 166

E. Providências Extraordinárias ou Milagres. 167



Segunda Parte: A DOUTRINA DO HOMEM COM RELAÇÃO A DEUS 170

I. A Origem do Homem 170

A. A doutrina do Homem na Dogmática. 170

B. Relato Bíblico da Origem do Homem. 170

C. A Teoria Evolucionista da Origem do Homem. 172

D. A Origem do Homem e a Unidade da Raça. 177

II. A Natureza do Homem 180

A. Os Elementos Constitutivos da Natureza Humana. 180

B. A Origem da Alma no Indivíduo. 185

III. O Homem Como a Imagem de Deus 191

A. Conceitos Históricos da Imagem de Deus no Homem. 191

B. Dados Bíblicos a Respeito da Imagem de Deus no Homem. 192

C. O Homem Como a Imagem de Deus. 194

D. A Condição Original do Homem como a Imagem de Deus. 198

IV. O Homem na Aliança das Obras 201

A. A Doutrina da Aliança das Obras na História. 201

B. O Fundamento Bíblico da Doutrina da Aliança das Obras. 203

C. Elementos da Aliança das Obras. 205

D. A Situação Atual da Aliança das Obras. 207

O HOMEM NO ESTADO DE PECADO 210

I. A Origem do Pecado 210

A. Conceitos Históricos a Respeito da Origem do Pecado. 210

B. Dados Bíblicos a Respeito da Origem do Pecado. 211

C. A Natureza do Primeiro Pecado ou da Queda do Homem. 213

D. O Primeiro Pecado ou a Queda como Ocasionada pela Tentação. 214

E. A Explicação Evolucionista da Origem do Pecado. 216

F. Os Resultados do Primeiro Pecado. 217

II. O Caráter Essencial do Primeiro Pecado 219

A. Teorias Filosóficas a Respeito da Natureza do Mal. 219

B. A Idéia Bíblica do Pecado. 223

C. O Conceito Pelagiano de Pecado. 225

D. O Conceito Católico romano do Pecado. 227

III. A Transmissão do Pecado 230

A. Resenha Histórica. 230

B. A Universalidade do Pecado 232

C. A Relação do pecado de Adão com o da Raça. 233

IV. O Pecado na Vida da Raça Humana 237

A. O Pecado Original. 237

B. O Pecado Fatual. 244

V. A Punição do Pecado 249

A. Punições Naturais e positivas. 249

B. A Natureza e o Propósito das Punições. 250

C. O Castigo Efetivo do Pecado. 252



O HOMEM NA ALIANÇA DA GRAÇA 256

I. Nome e Conceito da Aliança 256

A. O Nome. 256

B. O conceito. 257

II. A Aliança da Redenção 259

A. A discussão Separada Disto é Desejável. 259

B. Dados Bíblicos Quanto à Aliança da Redenção. 259

C. O Filho na Aliança da Redenção. 260

D. Requisitos e Promessas da Aliança da Redenção 263

E. Relação desta Aliança com a Aliança da Graça. 264

III. Natureza da Aliança da Graça 266

A. Comparação da Aliança da Graça com a Aliança das Obras. 266

B. As Partes Contratantes. 266

C. O Conteúdo da Aliança da Graça. 270

D. Características da Aliança da Graça. 271

E. Relação de Cristo com a Aliança da Graça. 276

IV. O Aspecto Duplo da Aliança 278

A. Uma Aliança Externa e uma Interna. 278

B. A Essência e a Administração da Aliança. 279

C. Uma Aliança Condicional e uma Absoluta. 279

D. A Aliança como Relação Puramente Legal e como Comunhão de Vida. 279

E. Participação na Aliança como uma Relação Legal. 281

V. Diferentes Dispensações da Aliança 284

A. O Conceito Adequado das diferentes Dispensações. 284

B. A Dispensação do Velho Testamento. 287

C. A Dispensação do Novo Testamento. 293



Terceira Parte: A DOUTRINA DA PESSOA E OBRA DE CRISTO 296

A PESSOA DE CRISTO 296

I. A Doutrina de Cristo na História 296

A. Relação entre Antropologia e Cristologia. 296

B. A Doutrina de Cristo antes da Reforma. 296

C. A Doutrina de Cristo Depois da Reforma. 299

II. Nomes e Naturezas de Cristo 304

A. Os Nomes de Cristo 304

B. As Naturezas de Cristo. 307

III. A Unipersonalidade de Cristo 313

A. Exposição do Conceito da Igreja a Respeito da Pessoa de Cristo. 313

B. Prova Bíblica da Unipersonalidade de Cristo. 314

C. Os Efeitos da União das Duas Naturezas em uma Pessoa. 315

D. A Unipersonalidade de Cristo, um Mistério. 317

E. A Doutrina Luterana da Comunicação de Atributos. 317

F. A Doutrina da “Kénosis” em Suas Várias Formas. 319

G. A Teoria da Encarnação Gradual. 321



OS ESTADOS DE CRISTO 324

I. O Estado de Humilhação 324

A. Introdução: A Doutrina dos Estados de Cristo em Geral. 324

B. O Estado de Humilhação. 325

II. O Estado de Exaltação 337

A. Notas Gerais Sobre o Estado de Exaltação 337

B. Os Estágios do Estado de Exaltação. 338

OS OFÍCIOS DE CRISTO 349

I. Introdução: O Ofício Profético 349

A. Observações Introdutórias Sobre os Ofícios em Geral. 349

B. O Ofício Profético. 350

II. O Ofício Sacerdotal 354

A. A Idéia Bíblica de Um Sacerdote. 354

B. A Obra Sacrificial de Cristo. 355

III. Causa e necessidade da Expiação 360

A. A Causa Motora da Expiação 360

B. Conceitos Históricos da necessidade da Expiação. 361

C. Provas da Necessidade da Expiação. 363

D. Objeções à Doutrina da Absoluta Necessidade da Expiação. 364

IV. A Natureza da Expiação 366

A. Declaração da Doutrina da Expiação Substitutiva e Penal. 366

B. Objeções à Doutrina da Expiação Substitutiva e penal ou da Satisfação. 374

V. Teorias Divergentes da Expiação 377

A. Teorias da Igreja Primitiva. 377

B. A Teoria da Satisfação, de Anselmo (Teoria Comercial). 378

C. A Teoria da Influência Moral. 379

D. A Teoria do Exemplo. 380

E. A Teoria Governamental. 381

F. A Teoria Mística. 382

G. A teoria do Arrependimento Vicário 383

VI. Propósito e Extensão da Expiação 386

A. O Propósito da Expiação. 386

B. A Extensão da Expiação. 387

VII. A Obra Intercessória de Cristo 394

A. Prova Bíblica da Obra Intercessória de Cristo. 394

B. Natureza da Obra Intercessória de Cristo. 395

C. As Pessoas Por Quem e as Coisas Pelas Quais Ele Intercede. 397

D. Características da Sua Intercessão. 398

VIII. O Ofício Real 400

A. O Reinado Espiritual de Cristo. 400

B. O Reinado de Cristo Sobre o Universo. 404



Quarta Parte: A DOUTRINA DA APLICAÇÃO DA OBRA DE REDENÇÃO 407

I. Soteriologia em Geral 407

A. Relação entre Soteriologia e os Loci Anteriores. 407

B. A Ordo Salutis (a Ordem da Salvação). 407

II. Operações do Espírito Santo em Geral 416

A. Transição Para a Obra do Espírito Santo. 416

B. Operações Gerais e Especiais do Espírito Santo. 417

C. O Espírito Santo Como o Despenseiro da Graça Divina. 419

III. Graça Comum 425

A. Origem da Doutrina da Graça Comum. 425

B. Nome e Conceito da Graça Comum. 427

C. A Graça Comum e a Obra Expiatória de Cristo. 430

D. Relação Entre a Graça Especial e a Comum. 432

E. Meios Pelos Quais Opera a Graça Comum. 433

F. Frutos da Graça Comum. 434

G. Objeções à Doutrina Reformada da Graça Comum. 437

IV. A União Mística 441

A. Natureza da União Mística. 441

B. Características da União Mística. 444

C. Conceitos Errôneos da União Mística. 445

D. Significado da União Mística. 446

V. Vocação em Geral e Vocação Externa 448

A. Razões Para Discutir Primeiro a Vocação. 448

B. Vocação em Geral. 451

C. Vocação Externa. 453

VI. Regeneração e Vocação Eficaz 459

A. Termos Bíblicos Para a Regeneração e Suas Implicações. 459

B. Emprego do Termo Regeneração na Teologia. 459

C. A Natureza Essencial da Regeneração. 462

D. A Vocação Eficaz em Relação à Vocação Externa e à Regeneração. 463

E. A Necessidade da Regeneração. 466

F. A Causa Eficiente da Regeneração. 467

G. O Emprego da Palavra de Deus Como Instrumento da Regeneração. 468

H. Conceitos Divergentes de Regeneração. 471

VII. Conversão 475

A. Os Termos Bíblicos Para Conversão. 475

B. A Idéia de Conversão. Definição. 477

C. Características da Conversão. 479

D. Elementos Diferentes na Conversão. 481

E. A Psicologia da Conversão. 482

F. O Autor da Conversão. 485

G. Necessidade da Conversão. 486

H. Relação da Conversão com Outros Estágios do Processo de Salvação. 486

VIII. Fé 489

A. Termos Bíblicos Para Fé. 489

B. Expressões Figuradas Empregadas Para Descrever a Atividade da Fé. 491

C. A Doutrina da Fé na História. 492

D. A Idéia de Fé na Bíblia. 494

E. A Fé em Geral 496

F. A Fé no Sentido Religioso e Particularmente a Fé Salvadora. 497

G. Fé e Certeza. 503

H. O Conceito Católico Romano de Fé. 505

IX. Justificação 507

A. Termos Bíblicos Para Justificação e Seus Significados. 507

B. A Doutrina da Justificação na História. 508

C. Natureza e Características da Justificação. 510

D. Elementos da Justificação. 511

E. Esfera em Que Ocorre a Justificação. 513

F. Ocasião em que se da a Justificação. 514

G. Base da Justificação. 520

H. Objeções à Doutrina da Justificação. 521

I. Conceitos Divergentes de Justificação. 521

X. Santificação 524

A. Termos Bíblicos Para Santificação e Santidade. 524

B. A Doutrina da Santificação na História. 525

C. A Idéia Bíblica de Santidade e Santificação. 527

D. Natureza da Santificação. 529

E. Características da Santificação. 531

F. O Autor e os Meios da Santificação. 532

G. Relação da Santificação com Outros Estágios da Ordo Salutis. 533

H. O Caráter Imperfeito da Santificação Nesta Vida. 534

I. Santificação e Boas Obras. 538

XI. A Perseverança dos Santos 542

A. A Doutrina da Perseverança dos Santos na História. 542

B. Exposição da Doutrina da Perseverança. 542

C. Prova da Doutrina da Perseverança. 543

D. Objeções à Doutrina da Perseverança. 545

E. A Negação Desta Doutrina Torna a Salvação Dependente da Vontade Humana. 546



Quinta Parte: A DOUTRINA DA IGREJA E DOS MEIOS DE GRAÇA 548

A IGREJA 548

I. Nomes Bíblicos da Igreja e a Doutrina da Igreja na História. 550

A. Nomes Bíblicos da Igreja. 550

B. A Doutrina da Igreja na História. 553

II. Natureza da Igreja 557

A. A Essência da Igreja. 557

B. O caráter Multiforme da Igreja. 559

C. Várias Definições da Igreja 562

D. A igreja e o Reino de Deus. 563

E. A Igreja e as Diferentes Dispensações 565

F. Os Atributos da Igreja. 567

G. As Marcas da Igreja 571

III. O Governo da Igreja 575

A. Diferentes Teorias a Respeito do Governo da Igreja. 575

B. Os Princípios Fundamentais do Sistema Reformado ou Presbiteriano. 577

C. Os Oficiais da Igreja. 580

D. As Assembléias Eclesiásticas. 585

IV. O Poder da Igreja. 590

A. A Fonte do Poder da Igreja. 590

B. A Natureza Deste Poder. 591

C. Diferentes Espécies de Poder Eclesiástico. 591

OS MEIOS DE GRAÇA 601

I. Os Meios e Graça em Geral 601

A. A Idéia dos Meios de Graça 601

B. Características da Palavra e dos Sacramentos Como Meios de Graça 601

C. Conceitos Históricos a Respeito dos Meios de Graça 603

D. Elementos Característicos da Doutrina Reformada dos Meios de Graça. 605

II. A Palavra Como Meio de Graça 607

A. Sentido da Expressão “Palavra de Deus” Neste Contexto. 607

B. A Relação da Palavra com o Espírito Santo. 608

C. As Duas Partes da Palavra de Deus Considerada Como Meio de Graça. 609

D. O Tríplice Uso da Lei. 611

III. Os Sacramentos em Geral 613

A. Relação Entre a Palavra e os Sacramentos. 613

B. Origem e Sentido da Palavra “Sacramento”. 613

C. Partes Componentes do Sacramento. 614

D. Necessidade dos Sacramentos. 615

E. Os Sacramentos do Velho e do Novo Testamentos Comparados. 616

F. Número dos Sacramentos. 617

IV. O Batismo Cristão 619

A. Analogias do Batismo Cristão. 619

B. A Instituição do Batismo Cristão. 621

C. A Doutrina do Batismo na História. 623

D. O Modo Próprio do Batismo. 624

E. Legítimos Administradores do Batismo. 628

F. Os Objetos do Batismo 629

V. A Ceia do Senhor 642

A. Analogias da Ceia do Senhor em Israel. 642

B. A Doutrina da Ceia do Senhor na História. 643

C. Nomes Bíblicos para a Ceia do Senhor. 644

D. Instituição da Ceia do Senhor. 645

E. As Realidades Significadas e Seladas na Ceia do Senhor. 648

F. A União Sacramental ou a Questão da Presença Real de Cristo na Ceia do Senhor. 650

G. A Ceia do Senhor Como Meio de Graça ou Sua Eficácia. 653

H. As Pessoas para as Quais Foi Instituída a Ceia do Senhor. 654



Sexta Parte: A DOUTRINA DAS ÚLTIMAS COISAS 657

ESCATOLOGIA INDIVIDUAL 657

Capítulo Introdutório. 657

A Escatologia na Filosofia e na Religião. 657

B. A Escatologia na História da Igreja Cristã 658

C. Relação da Escatologia com o Restante da Dogmática. 660

D. O Nome “Escatologia”. 662

E. Conteúdo da Escatologia: Escatologia Geral e Individual. 662

I. Morte Física 664

A. Natureza da Morte Física. 664

B. Relação Entre o Pecado e a Morte. 665

C. Significado da Morte dos Crentes. 666

II. A Imortalidade da Alma 668

A. Diferentes Conotações do Termo “Imortalidade”. 668

B. Testemunho da Revelação Geral Quanto à Imortalidade da Alma. 669

C. Testemunho da Revelação Especial Quanto à Imortalidade da Alma. 670

D. Objeções à Doutrina da Imortalidade Pessoal e Seus Modernos Substitutos. 672

III. O Estado Intermediário 675

A. Conceito Bíblico de Estado Intermediário. 675

B. A Doutrina do Estado Intermediário na História. 676

C. A Construção Moderna da Doutrina do Sheol-Hades. 677

D. A Doutrina Católica Romana a Respeito do Domicilio da Alma Depois da Morte. 682

E. O Estado da Alma Depois da Morte, Um Estado de Existência Consciente. 684

F. O Estado Intermediário não é um Estado de Provação ou Prova Posterior. 688

ESCATOLOGIA GERAL 691

I. A Segunda Vinda de Cristo 691

A. A segunda Vinda, um Evento Único. 691

B. Os grandiosos Eventos que Precederão a Parousia. 692

C. A Parousia ou a Segunda Vinda Propriamente Dita. 699

II. Correntes Milenistas 704

A. Premilenismo 704

B. Pós-Milenismo 712

III. A Ressurreição dos Mortos 716

A. A Doutrina da Ressurreição na História. 716

B. Prova Bíblica da Ressurreição. 717

C. A Natureza da Ressurreição. 718

D. A Ocasião da Ressurreição. 720

IV. O Juízo Final 724

A. A Doutrina do Juízo Final na História. 724

B. Natureza do Juízo Final. 725

C. Conceitos Errôneos a Respeito do Juízo. 725

D. O Juiz e os Seus Assistentes 727

E. As Partes que Serão Julgadas 728

F. A Ocasião do Juízo. 728

G. O Padrão do Juízo. 729

H. As Diferentes Partes do Juízo. 730

V. O Estado Final 731

A. O Estado Final dos Ímpios. 731

B. O Estado Final dos Justos. 732

INDICE DE PASSAGENS BIBLICAS 765





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