Terras das Brasas Sagradas a terra das Brasas Sagradas I e II a história Oculta do Brasil Lendas de Raças Perdidas nas Selvas do Coração do Brasil



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 Terras das Brasas Sagradas

A Terra das Brasas Sagradas - I e II
A História Oculta do Brasil
Lendas de Raças Perdidas nas Selvas do Coração do Brasil

Mesmo os arqueólogos mais reacionários já admitem que ao que parece, os antigos se deslocavam muito mais do que se crê, e exploravam mais do que se pensa. Muito recentemente provou-se que no sec. XIV da E.C., uma imensa frota chinesa atingiu a Africa e ao que parece poderia ter chegado até a América também. A concepções de uam história fragmentada, com civilizações bem separadas, está fadada a desaparecer.



Algumas evidências

Abaixo relaciono algumas evidências que atestam a presença dos fenícios em período pré-colombiano, em terras brasileiras



  • As inscrições supostamente fenícias da Pedra da Gávea no Rio de Janeiro;A famosa Pedra da Paraíba, descoberta em 1872, que trazia uma inscrição de 8 linhas, cujos caracteres foram considerados de origem fenícia, pelo Dr. Cyrus H. Gordon da Universidade de Brandeis (Massachusetts);. As inscrições em mais de 20 cavernas da selva brasileira descobertas em 1872, pelo engenheiro Francisco Pinto, as quais o filólogo alemão Ludwig Schoenhagen, declarou serem de origem fenícia.

  • As mais de 2.800 inscrições em pedras ao longo do curso do Amazonas, descobertas por Bernardo da Silva Ramos, também consideradas de origem fenícia.

Capitulo I

A Chegada dos Fenícios

Segundo as crônicas ocultas, de tempos em tempos, um Ser de alta hierarquia espiritual, em sua forma una, ou dual, faz avatar na Face da Terra para cumprir a sagrada missão de elevar o estado de consciência da humanidade.

Na Fenícia(1), a consciência avatárica se manifestou através de Parelha Divina, representada pelo casal de filhos primogênitos do Rei Fenício Badezir, o príncipe Yet-Baal e sua irmã e contra-parte, a princesa Yet-Beel, expressões antropomórfica dos gêmeos espirituais, encarnados na terra para dinamizar a evolução humana.

Porém, insatisfeitos com a escolha sucessória feita pelo soberano, os outros filhos do rei Badezir, preteridos no trono, tramaram com facções rivais, para assassinar o príncipe Yet-Baal e sua irmã, os primogênitos escolhidos escolhidos pelo velho rei.

Assim, os demais filhos do rei Badezir, aliados a facções rivais, tramaram para assassinar seus irmãos e derrubar o monarcar, com esse intuito encabeçaram uma revolta palaciana, devido sua sede de poder, tornaram-se veículos das forças do mal, reagindo contra a elevação do estado de consciência da humanidade.

A guerra civil que se seguiria, dilaceraria o pais, ameaçando a civilização fenícia, a tal ponto, que para evitar que o país mergulhasse num mar de sangue, o rei, seu filho Yet-Baal, sua irmã e contra-parte, bem como seus aliados tomaram para si seis navios capazes de singrar os mares oceânicos e partiram para a longínqua colônia Fenícia, a "Terra das Brasas", situada para além dos mares oceânicos, de onde os fenícios obtinham a madeira que lhes permitia a fabricação da tinta vermelha, ou purpura, como era chamada.

Mesmo partindo para o exílio auto-imposto, Badezir, seus primogênitos, e seu séquito de 222 membros da mais alta nobreza da corte de Tyro, que lhe permaneceram fiéis, cumpria os desígnios da Lei Universal, no processo de ativar novamente a civilização no último rincão da atlântida.

Sua viagem foi cheia de perigos, pois as energias negativas os perseguiram lançando contra eles violentas tempestades e vendavais.

Mas por estarem a serviço do Lei, nada, nem ninguém, pode interpor-se em seu caminho.

Sua chegada as terras brasileiras foi registrada na Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, uma verdadeira esfinge alada, esculpida pelos antigos, habitantes da região, para comemorar a chegada dos fenícios, e que servia de lar aos gêmeos espirituais, onde ainda hoje se lê "Tyro Phonekya Tsor Badezir Primogenitus Yet-Baal" que pode ser traduzido por "De Tiro – Fenícia, veio o rei Badezir, com os primogênitos do Deus Branco”, o termo "Deus Branco", relaciona-se a estirpe espiritual de deuses civilizadores, representadas pelos manus e avataras.

Chegando ao Brasil, o velho exilarca, partiu da região do Rio de Janeiro, para governar as terras do Amazonas e seu reinado vinha da região norte, do atual Brasil, até a Bahia, lá foi instituído o Poder Temporal, da civilização que começou a desenvolver nas terras onde chegaram, juntamente com seus filhos e aliados.

Seus filhos os gêmeos espirituais, Yet-Baal e Yet-Beel tinham seu governo no sul, do que hoje é o Brasil, englobando os atuais estados de São Paulo, passando pelo sul de Minas Gerais, Niterói no Rio de Janeiro, indo até a Bahia, constituindo o Poder Espiritual da nova civilização. Os dois reinos faziam fronteira, em Salvador, próximo a ilha de Itaparica.

Capitulo II

O que Badezir e seus descendentes encontraram aqui.

O trabalho que estavam empenhados esses imigrantes fenícios, era o de formação do Quinto Sistema de Evolução, através do desenvolvimento de uma nova civilização, organizada de forma sinárquica(2), aqui em terras sul-americanas, partindo das terras brasileiras, integrando os povos Tupis(3), Incas, Toltecas e Maias, que habitavam a América, pré-colombiana.

Os fenícios, há muito haviam estabelecido suas colônias nessa terra distante, que futuramente seria chamada Brasil, inclusive, haviam trazido para cá, algumas tribos dos Cários (4), um povo auxiliador, para sua grande empresa de colonização, formado por agricultores de índole guerreira., trazidos ao continente americano, porque poderiam tornar-se, como o foram, bons aliados dos fenícios, no esforço de assegurar suas distantes colônias nas terras brasileiras.

Os Cários, ou Tupis como vierem a ser chamados mais tarde os descendentes das tribos que aqui chegaram, trazidos para cá pelos fenícios, não tinham para onde voltar, pois segundo suas tradições seu país tinha sido vítima da fúria das águas e por isso, procuravam uma nova pátria, uma Terra de Promissão destinada a eles por Tupã, como anunciado por seus sacerdotes.

O professor Henrique José de Souza, afirma que Tupi é um nome coletivo de todos os adoradores de Tupã, o Deus Supremo e significava “Filho de Tupã”. A religião Tupi apareceu no Norte do Brasil, na época de 1050 a 100 anos antes de Cristo, simultaneamente com a chegada dos fenícios. Essa religião foi propagada pelos sacerdotes Cários, emissários da Ordem dos piagas (5), sob a direção de um sacerdote chamado Sumer , cujo nome, devido ao regionalismo, perdeu a letra “R”, recebendo em substituição ao “S” a letra “T”, sendo a partir de então chamado de Tomé .

Esses primeiros sul-americanos, eram brancos, um pouco amarelados, como todos os povos do sul da Europa e da Ásia menor e tinham religião organizada, com sacerdotes (pagés), semelhantes à organização religiosa dos fenícios. Essa foi, mais uma das razões porque os fenícios nutriam grande simpatia, por esse povo.

Porém diferentemente da religião dos Fenícios, a religião praticada pelos Tupis, não, não tinha templos, nem idolos, eles adoravam a Energia, representada por Tupã, cujo simbolo era o Raio, não se viam como criaturas, criados por seu Deus, mas como uma linhagem divina, descendente direta de Tupã. Portanto, seu culto era o culto da própria individualidade. Adorar Tupã, era levar um vida nobre, destemida e corajosa. Tudo o que enobrecia o Tupi agradava Tupã.


Pensamento
"Todas as vezes que em jogo estiver qualquer trabalho político, veja-se sempre um outro lhe servindo de escudo, de cobertura exterior, etc. O poder temporal é um e o espiritual, bem outro"
JHS

1 -   Os historiadores nos dizem que os fenícios, eram um povo de origem semita, que viviam na costa do Libano, que comercializavam tecidos belíssimos, tingidos de purpura, tendo sido também os inventores da moeda. 2000 anos antes do Cristianismo, os fenícios formaram uma elevada concepção da divindade, acreditando num deus supremo, designado pelo nome de "El" . El era o “criador da criação”, “amigo dos homens”, “misericordioso de grande coração”, “árbitro supremo” e “bondoso, cuja palavra é vida”. O governo do universo é confiado a três deuses, filhos de El : Baal governa a terra, Yam , o mar, e Mot , o inferno. Os fenícios veneravam a natureza, suas fontes, suas florestas, suas montanhas, numa espécie de panteísmo. Para eles tudo estava impregnado de divino, e os bens deste mundo eram um dom dos deuses. Deus aceita o sacrifício e dá tudo de volta. Os fenícios acreditavam também na vida após a morte. Todas as inscrições sobre os sarcófagos de Tiro, Sidon e Biblos provam a certeza de uma vida após a morte, eles acreditavam na ressurreição.

2 -   Sinarquia (Segundo Saint Yves D'Alveidre, Sun Arque = Com Governo) Sistema de Governo Iniciático-Político-Econômico, que conjuga as formas de governo teocrático, aristocrático e democrático. O teocrático, relacionado ao autoridade espiritual dos sacerdotes e instrutores, o aristocrático, relacionado ao poder dos dirigentes e juízes e o democrático, relacionado a força ecômica dos empresários e trabalhadores.

3 - Não confundir Tupis com Tapuias, os últimos eram considerados pelos próprios Tupis como bárbaros. Enquanto o Tupi, se integrou totalmente aos portugueses, aliando-se a eles em muitas guerras contra os Tapuias, esses fugiram para o sertão. Os Tapuias eram muito primitivos, vivendo praticamente na idade da pedra, não se integraram aos europeus. A maioria das tribos indigenas remanescentes hoje, como a dos Ianomamis são Tapuias. Segundo o prof. Henrique José de Souza o povo brasileiro nasceu, quando Diogo Alvares Corrêia (o Caramuru), casou-se com a India Tupi, Catarina Paraguaçu, seus descendentes foram os Brasis (os primeiros brasileiros). Hoje os Tupis estão praticamente inteiramente miscigenados aos portugueses, vivendo em seus descendentes, a ponto de podermos dizer que A Alma do brasileiro é uma Alma Tupi. Somos em nossa maioria Tupis reencarnados.

4 -   Os historiadores, citam vários casos de emigração de povos com o auxílio dos navios fenícios. Segundo o Professor Henrique José de Souza, nas terras brasileiras, ou Caraíbas (Terra dos Cários) e nas ilhas em redor, viviam as Sete Tribos da nação tupi, refugiados da desmoronada Atlântida. Chamaram-se Caris (ou Cários) e eram ligados aos povos cários do Mar Mediterrâneo. Os sacerdotes deram-lhe o nome ‘Tupi” que significa “Filho de Tupã”. O padre Antônio Viera, o grande apostolo dos indígênas brasileiros, assevera em diversos pontos de seus livros que os Tupinambás, como os Tabajaras, lhe contaram que os povos Tupis emigraram para o norte do Brasil, pelo mar, vindos de um país que não mais existia (Talvez a Atlântida)

5 - A ausencia de Templos, idolos ou de um culto estruturado, fez com que os europeus aqui chegados, considerassem os Tupis ateus, porém eles possuiam uma religião altamente evoluida, eram adoradores da Divindade em forma de energia, cujo os Templos eram seus próprios corpos. Segundo estudiosos das religiões, há dois tipos de religiões, uma que transforma os Deus em homem, como a dos gregos e o outra que transforma o homem em deus, divinizando-o através de uma ligação direta com a divindade. Essa última prescinde de culto, de templos, de ritos e até mesmo de adoração, pois o que fortalece a vida de seus praticantes, a tradição e os costumes estabelecidos são o culto ao divino, que não é visto como afastado, mas integrado aos adeptos. Os Tupis cultuavam também seus antepassados, acreditando na reencarnação. Esse tipo de religião, que caracteriza as Eras Heróicas é que era a praticada pelos Tupis.






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