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Encontro20.07.2016
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TEXTO VÍDEO RELATÓRIO
O relatório sobre a vida do Instituto fala do seu crescimento e ação entre luzes e sombras. Nessa fala se entrelaçam e se sintetizam 6 anos de caminho. O ícone de Pentecostes e da casa são o horizonte.
«Continuidade e novidade são os dinamismos que atravessam a Programação 2009-2014, juntamente com a categoria do encontro e a convicção de que “o amor está acima de tudo”, como lemos no hino à caridade do apóstolo Paulo (cf 1 Cor 13,1-13). O amor é também o dinamismo que permeia o Sistema Preventivo. Por isto, durante o sexênio, nos empenhamos para reavivar a identidade carismática: uma identidade aberta e profética no mundo de hoje, no qual queremos estar presentes, como comunidade, com a audácia do “da mihi animas cetera tolle”».
O caminho dos seis anos foi enriquecido pelo magistério do Papa Bento e do Papa Francisco, do Reitor-Mor, dos acontecimentos e eventos que marcaram a vida do Instituto. O tema do amor e da misericórdia, focalizado por ambos os Pontífices, reforçou as convicções presentes nos apelos aos caminhos de conversão expressos pelo CG XXII e depois na Programação do Conselho Geral.

Depois de expressar sua gratidão para com as irmãs do Conselho Geral, para com as Inspetoras e cada irmã em particular, para com as Comunidades Educativas e os diversos grupos da Família Salesiana, a Madre oferece uma panorâmica numérica sobre a presença das FMA e sobre as obras nos diversos continentes. As fma, no dia 31 de dezembro de 2013, são um total de 12.959, com uma diminuição em relação ao Capítulo passado, motivada sobretudo pela diminuição das profissões religiosas.


«Agradeço às Inspetorias e comunidades por terem acolhido com reconhecimento a proposta do CG XXII e o percurso de animação do Conselho geral; pela abertura de coração para comigo, para com a Vigária, as Conselheiras Visitadoras e as Conselheiras dos Âmbitos. As ressonâncias foram sempre positivas e estimulantes. Agradeço as comunidades, cada vez mais sensíveis ao compromisso de estar ao lado dos pobres para escutar o seu grito que hoje se faz ouvir também em lugares geográficos e existenciais que um dia já foram caracterizados pelo bem-estar. A missão nas comunidades, mesmo que as forças tenham diminuído em alguns contextos, se faz cada vez mais atenta às exigências sociais e às pobrezas dos jovens. A criatividade é muito grande em todo o mundo». 
Após a parte introdutória da Madre, a Vigária e as Conselheiras dos Âmbitos apresentam os processos transversais relativos à Programação do Conselho, que focalizaram o acompanhamento, o fazer experiência, o sentido de pertença ao Instituto e à comunidade eclesial em caminho. Privilegiou-se a dimensão mariana, a mentalidade de processo, favorecendo a coordenação entre os Âmbitos e a sinergia entre o próprio Conselho e na colaboração com as Assessoras. A formação, a comunicação, a inculturação e a interculturalidade, a solidariedade na atenção para com os mais pobres, o voluntariado, a ecologia foram o pano de fundo dos vários caminhos.

Em seguida, as Visitadoras dão sua contribuição em relação à vida das comunidades, e a Secretária Geral recorda os passos feitos pela Secretaria e pelo Arquivo Geral neste sexênio.


Antes de concluir, a Madre focaliza alguns elementos que devem ser reforçados.
Uma casa que expressa a identidade

«Percebe-se a exigência de sermos casa sempre aberta, com a qual testemunhar no cotidiano o absoluto de Deus, vivendo como pessoas enamoradas de Jesus. Nossas comunidades serão proféticas se viverem e compartilharem a identidade mística, fundada sobre fortes raízes carismáticas. (...) Somos chamadas a exprimir, hoje, a identidade de mulheres consagradas que marcam presença não pela eficiência, mas pela paixão de um coração enamorado».


Uma casa aberta à comunhão

O Espírito Santo simplifica e cria relações, dá dinamismo e novidade à casa, abre à profecia da fraternidade, do espírito de família, do apoio recíproco. Desperta o testemunho da força humanizadora do Evangelho e abre à misericórdia, à hospitalidade, à interculturalidade, a viver alegremente como pobres; torna-nos disponíveis para acolher os jovens mais pobres. (...) Provoca em nós a urgência de sermos comunidades vocacionais, que sejam “memória de Deus” e saibam despertá-la no coração dos outros.


Uma casa em saída missionária

O impulso do da mihi animas cetera tolle exige hoje uma conversão pastoral autêntica, para que os jovens voltem a ser, como indica o Papa Francisco, não somente nossa preocupação, mas a nossa principal ocupação pastoral. Isto nos desafia a construir uma casa em saída missionária, que testemunha e anuncia Jesus com os jovens e para os jovens, especialmente os mais pobres, para um mundo que tem sede dEle e do seu Evangelho. (...) Percebemos a urgência de privilegiar, em cada relacionamento, a cultura do encontro em um clima de alegria e de esperança».


Uma casa com rosto mariano

«A casa que queremos construir tem um rosto mariano no qual prevalecem atitudes de maternidade, de serviço, de autenticidade, de genuína humanidade e caridade. Uma casa de rosto mariano fortalece a liberdade do dom, exige o empenho de promover a vida e a sua dignidade, de estar do lado das jovens, especialmente nos lugares onde elas são exploradas, humilhadas e discriminadas».


Uma casa sempre em construção

«A nossa casa é um canteiro de obras aberto, no qual o Espírito Santo edifica, orienta a uma profunda formação espiritual, intelectual, comunitária e apostólica, conduz à responsabilidade pessoal da autoformação, dá luz para uma melhor qualidade das propostas formativas ordinárias e extraordinárias».


O Espírito de Deus habita a nossa casa… e a torna missionária


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