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Descomplicando a Escatologia: apostila sobre o livro O apocalipse.

Escrito pelo pastor Carlos Augusto de Carvalho





"Bem-aventurado o que guarda a profecia deste livro" (Ap. 22:7)
A melhor interpretação do Apocalipse será o seu cumprimento”.

Wim Malgo


INTRODUÇÃO
TEXTOS BASES

Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados". 1º Co 15.51-52

Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras".1º Ts 4.15-18

ESCATOLOGIA = Escathos ( últimas coisas ) + Logia ( estudo )

Desde seu inicio a igreja se preocupou com esse assunto; quando, em algum momento da sua história, ela deixou de lado a Escatologia se corrompeu, pois perdeu o foco da palavra que diz: olhai para cima e levantai vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. Lucas 21.28.

A Escatologia é um levantar de cabeças, onde o crente deixa de olhar para esse mundo tão materializado e olha ansioso para as nuvens tentando ver, entre elas, o seu Senhor vindo em sua direção para levá-lo às moradas eternas.

“A Escatologia percorre a história e descortina a eternidade. Desvenda o Estado intermediário e o que há de suceder-se no Arrebatamento da igreja, na Grande Tribulação, no Milênio, na instauração do Juízo final e no estabelecimento do Estado Eterno”. 1



1- AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL (Daniel 9.24-27)
Para que o estudante de Escatologia possa entender melhor a profecia e se situar dentro desta quanto aos tempos e épocas envolvidos, faz-se necessário, antes de mais nada, aprender sobre as 70 semanas reveladas a Daniel. Assim sendo, daremos início ao nosso estudo por essa passagem.

Por essa profecia entenderemos melhor as peças e personagens envolvidos nos eventos finais: Israel, igreja, o Tribunal de Cristo, Grande Tribulação, o julgamento da Nações, Milênio, o juízo do Grande Trono Branco, o novo céu e a nova terra, o Estado Eterno e a razão pela qual Deus deixou de tratar com Israel, como seu representante na terra, e constituiu a igreja para assumir seu lugar nessa tarefa.

Apesar da discordância que existe entre alguns teólogos quanto a data de início dessa profecia, tomaremos como base o ano 444 a.C. por ser a mais aceita pela maioria.

As setenta semanas de anos são proféticas e cada uma delas correspondem a sete anos pela nossa cronologia, perfazendo 490 anos determinados pelo Senhor para fazer cessar a transgressão de Israel, visando a salvação do mesmo. “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para consumir a transgressão, e para acabar os pecados, e para expiar a iniqüidade, e para trazer a justiça eterna". Dn.9.24

As setenta semanas de anos de Daniel têm início com a ordem do rei Artaxerxes para que Jerusalém fosse restaurada (+- 445 a. C.) (Neemias 2); daí se contam 69 semanas até o dia em que o Messias foi “tirado” (3 de abril de 33 d.C).

Segundo as contas feitas por Thomas Ice, o dia em que Deus deixou de tratar com Israel e passou a cuidar da igreja foi 30 de março de 33 d.C., como consta: 69 x 7 x 360 dias = 173.880 dias, considerando-se o dia da ordem para restaurar Jerusalém como 5 de março, têm-se 5 de março de 444 a.C. + 173.880 dias = 30 de março de 33 d.C.

Logo, Desde a reconstrução de Jerusalém até a morte de Jesus passar-se-iam 69 semanas (483 anos). O período a seguir é o da igreja e será conhecido como Intermediário, ou seja, um tempo entre a 69ª e a 70ª. Esse período será chamado em Romanos 11.25, como plenitude dos gentios, essa plenitude terá como ápice o período final da Grande Tribulação.

Após o arrebatamento da igreja (2° Ts.2. 7-12), terá reinicio a última semana de anos (a 70ª), como as demais terá a duração de sete anos e será dividida em duas partes de três anos e meio cada: a primeira é o período da subida do antiCristo ao poder por meio de artimanhas, a segunda, a pior parte, é conhecida como Grande Tribulação. (Ap. 11.2-3; 12.6)

Ao final desta última semana, Jesus voltará com a sua esposa e implantará seu reino milenar, após prender o diabo por mil anos no poço do abismo.


2- A SEGUNDA VOLTA DE CRISTO

O ARREBATAMENTO DA IGREJA

A APARIÇÃO GLORIOSA

Os três primeiros capítulos do Apocalipse mostraram a história da igreja antes do arrebatamento. Desde o seu início glorioso, quando saiu para semear a terra com a Palavra de Deus, até o derradeiro final do tempo conhecido como período da graça.



  1. Igreja de Éfeso (30 –100) Igreja apostólica (desejável);

  2. Esmirna (100 – 313) Perseguição pelos romanos (sofrimento);

  3. Pérgamo (313 – 600) Constantino (casamento pervertido);

  4. Tiatira (600 – 1517) Idade média (sacrifício contínuo);

  5. Sardes (1517 – 1648) Reforma protestante (restos);

  6. Filadélfia (1648- 1900) Missões (amor fraterno);

  7. Laodicéia (1900 – arrebatamento) Apostasia

Percebe-se que esse período chega ao fim no momento em que o apóstolo João, inicia o quarto capítulo com a frase: “DEPOIS DESTAS COISAS...”. Que coisas? Certamente, as coisas que se passaram nos três primeiros capítulos, ou seja, o período do evangelho da graça pregado pela igreja arrebatada.

A segunda vinda de Cristo se dará em duas etapas: na primeira Jesus encontrará a sua noiva nos ares, é o arrebatamento (1º Ts. 4.13-18); na segunda Ele voltará com a sua esposa e todo o olho o verá. (Ap.1.7/ Mt.24.30)

Passagens sobre o arrebatamento: Jo. 14.1-3/Rm.8.19/ 1º Co. 1.7-8; 15.51-53; 16.22/ Fl. 3.20-21; 4.5/ Cl. 3.4/ 1º Ts. 1.10; 2.19; 4.13-18; 5.9; 5.23/ 2º 2.1/ 1º Tm.6.14/ 2° Tm.4.1; 4.8/ Tt. 2.13/ Hb.9.28/ Tg.5.7-9/ 1º Pd.1.7,13; 1° Pd.5.4/ 1º Jo. 2.28-3.2/ Jd. 21/ Ap.2.25/ Ap.3.10.

Passagens sobre a segunda vinda: Dn.2.44-45; 7.9-14; 12.1-3/ Zc. 12.10; 14.1-15/ Mt. 13.41; 24.15-31; 26.64/ Mc. 13.14-27; 14.62/ Lc.21.25-28/ At.1.9-11; 3.19-21/ 1º Ts. 3.13/ 2º Ts. 1.6-10; 2.8/ 1º Pd. 4.12-13/ 2° Pd.3.1-14/ Jd.14-15/ Ap.1.7; 19.11; 20.6; 22.7,12,20.

Diferenças entre os dois eventos:


  1. no arrebatamento todos os salvos serão tirados; serão transformados e irão para o céu; a Terra passará pela Grande Tribulação; não existe sinais para o arrebatamento; não está mencionado no Velho Testamento; envolve apenas os crentes; se dará antes da ira; Cristo vem para os seus; Ele vem nos ares; toma para si sua noiva; somente os arrebatados o verão.

  2. na segunda vida não haverá arrebatamento; os santos transformados voltam à Terra; a Terra é julgada; a justiça é estabelecida; acontece após a Grande Tribulação; está predita várias vezes no Velho Testamento; afetará todos os vivos da Terra; conclui o dia da ira; satanás e acorrentado; Cristo vem com os seus; Ele pisa na Terra; Ele trás a noiva; todo olho O verá; inicia-se o milênio.

O arrebatamento se dará num abrir e piscar de olhos, como o ladrão que vem à noite. 1º Co.15.52/ 2º Pe. 3.10/ Mt.24.43-44

Alguns sinais relacionados a Segunda vinda de Jesus:



  1. terremotos (Mt.24.7/ Lc.21.11.12);

  2. pestes ( Lc.21.11);

  3. flagelos (Lc.21.11/ Ap.6.8/ Mt.24.7);

  4. guerras e revoluções (Mt.24.6);

  5. Imoralidade e desmandos sociais (2° Tm.3.1-4);

  6. corrupção total, violência, apostasia (Lc.21.34/ Mt.24.12-37);

  7. casamento desmoralizado (Lc.17.27);

  8. ocultismo, movimento nova era (Ap.2.24/ 1º Tm.4.1);

  9. falsos cristos (Mt.24.24);

  10. avivamento espiritual por parte dos evangelista do Evangelho do Reino (Joel2.28/ Tg5.7);

  11. igreja morna (Mt.24.12/ Ap. 3.15,16);

  12. movimento missionário (Mt.24.14).

No período da Grande Tribulação o Espírito Santo não será tirado. Esse termo, encontrado em 2° Ts. 2.7, foi mal traduzido. Esse verbo, no original, significa AFASTADO. (Almeida, edição revista e atualizada, 1969 / nova versão internacional, 2000)

O texto em questão refere-se àquele que detém o antiCristo até a hora designada por Deus para ele aparecer. Esse é o Espírito Santo que será afastado por um momento para a operação do erro agir livremente durante a Grande Tribulação. Lembre-se que não se pode, segundo a hermenêutica, fazer doutrina de apenas um versículo isolado, essa nasce de um contexto e não de um texto.

A PROBLEMÁTICA DE MATEUS 24: Jesus em Mt. 24 está respondendo a pergunta feita pelos discípulos sobre os sinais relacionados a Sua vinda e do fim do mundo. Jesus fala da destruição do templo e da cidade de Jerusalém, que aconteceu em 70 d.C. descreve os sinais que haveriam de acontecer antes de sua segunda vinda. Mostra como será o relacionamento do antiCristo com a nação de Israel durante a Grande Tribulação. Fala sobre a segunda etapa da sua vinda.

A PROBLEMÁTICA DE LUCAS 17.34-36: o texto se refere à nação de Israel durante a Grande Tribulação, e não à igreja.



  1. O TRIBUNAL DE CRISTO (BEMA)

Os crentes participaram de três eventos escatológicos importantes que são relatados na Bíblia: o arrebatamento da igreja; o Tribunal de Cristo e as Bodas.

O Tribunal de Cristo é revelado em 2º Co.5.10, Rm. 14.10 e 1º Co.3.10-15.

O julgamento não é para condenação, pois o crente já foi salvo em Cristo. É um julgamento que visa analisar as obras feitas pelo servo do Senhor durante sua vida terrena, para que seja recompensado. Lc.14.14

Esse julgamento ocorrerá logo após o arrebatamento da igreja, ou seja, antes do casamento de Cristo com a Noiva. Quando a Noiva retornar à terra com o seu Esposo, ela já virá recompensada, vestida de linho finos e adornada de coroas. Ap.19.8

Os atos de justiças dos crentes serão submetidos à prova do fogo para recebimento ou perda de galardão. 1ºCo.3.10-15
O julgamento se baseará em três premissas:

1. O cristão será julgado pelo seu trabalho no corpo de Cristo, que demonstrará como ele administrou a Obra do Seu Senhor;

2. Será julgado pela maneira como se conduziu enquanto estava nesse mundo. Trata-se do procedimento de cada um, se procedeu bem ou mal, se envergonhou o Nome do Senhor ou se o honrou. “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito, por meio do corpo”;

3. O cristão será julgado pelo tratamento dispensado a seus irmãos de fé. 1° Co 3.8,14,15/ 2° Co 5.10/2 Co 9.6/ Rm 14.10/ Mt 18.23-35

Existem quatro coroas a serem distribuídas aos salvos: a coroa incorruptível (1ºCo.9.25); a coroa da vida (Tg.1.12); a coroa de justiça (2º Tm.4.8) e uma coroa de glória (1ºPd.5.4). Alguns analistas consideram uma quinta coroa: a da alegria, para os ganhadores de almas. (1ºTs.2.19)

Durante a Grande Tribulação a igreja estará nos céus. Cumprir-se-á a palavra que o Senhor falou aos de Filadélfia e aos de Tessalônica: “Porque guardaste a Palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro...” Ap. 3.10 E ainda: “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo”. 1ºTs.5.2

Do capítulo quatro até o dezenove, não se visualiza mais a figura da igreja. A noiva não é vista presente na terra, logo, conclui-se que a mesma já está no céu, longe da Grande Tribulação.

4- SALVAÇÃO NA GRANDE TRIBULAÇÃO

Com relação a salvação de gentios (não judeus) no período da tribulação é necessário observar o que a Palavra de Deus diz em Joel 2.32, onde trata sobre o período da tribulação: “acontecerá que todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo”.

O texto não diz que todo judeu que invocar o Nome do Senhor será salvo, mas toda e qualquer pessoa, pois, Jesus morreu para todos, inclusive para os gentios da grande tribulação. O seu sacrifício justificará desde Adão até o último salvo que estiver sobre essa terra. “O meu Servo, o Justo, justificará a muitos”. ”eles o venceram pelo sangue do Cordeiro”. Is.53.11/ Ap.12.11

A Palavra diz: “Crer no Senhor Jesus e serás salvo...”. Ela não diz: “ Crer no Senhor Jesus até o dia do arrebatamento e serás salvo. O anjo no capitulo 7 diz a João que a multidão de toda raça, tribo, povo e nação que não se podia contar que subia da terra, eram os salvos da Grande Tribulação. Ap.7.14/ Ap.14.4/ Joel 2.32/ Atos 16.31/ Atos 2.21/ Mt.19.25 /Mt.24.13/ Jó 22.29/ Is.33.22/ Is.35.4/ Lc.9.24/ 1° Tm.4.16



5- APOCALIPSE CINCO – O LIVRO E O CORDEIRO

Alguns, erroneamente, afirmam que o livro que foi pego da mão do Eterno pelo Cordeiro é o livro da vida ou o livro do Cordeiro, o que não é verdade. Esse é um livro no qual se encerra a vontade final de Deus que não está oculta, uma vez que se encontra escrita por dentro e por fora dele, mesmo porque muitos dos eventos que se seguirão estão revelados em muitos livros do Velho Testamento e também do Novo.

Ninguém era digno de abrir o livro e desatar-lhe os selos porque o único que morreu e ressurgiu dos mortos para conceder a salvação é Jesus Cristo.

6- APOCALIPSE SEIS

Os capítulos 4 – 11 do Apocalipse abrangem os acontecimentos da última semana de anos de Daniel, que termina com o retorno de Cristo para reinar em Israel sobre todas as nações. Esta informação está contida no capítulo 11.15, onde se abre um adendo até o capítulo 20.3, para revelar os autores envolvidos e os acontecimentos que culminaram com o retorno do Senhor.

Quando Jesus abre o primeiro selo, um dos seres viventes anuncia a primeira séria de julgamentos que ocorrerão durante a Grande Tribulação.

Vem! Foi a ordem dada a um ser que monta um cavalo branco (falsa paz). Esse cavaleiro vem para conquistar o mundo, traz uma coroa na cabeça e em sua mão um arco sem flechas. O fato dele estar montando um cavalo branco, da mesma maneira que Cristo no capítulo 19.11, demonstra que ele procura imitar o verdadeiro Cristo para enganar as pessoas que estão na terra. Esse ser, sem dúvidas, é o antiCristo que, no início da tribulação, vem para conquistar o mundo sem o uso de força, como fica evidenciado pelo arco sem flechas que ele tem na mão. O antiCristo dominará pelo uso do engano, da lisonja e da sedução política, conseguirá explicar o arrebatamento com mentiras que já estão sendo preparadas desde agora , e implantará uma falsa paz, iludindo os moradores da terra de que os problemas sociais e políticos do mundo serão resolvidos por ele. Usando de estratégias políticas e democráticas enganará a muitos.

O antiCristo será o grande inimigo de Cristo, ainda que esse termo só seja usado por João (1°Jo. 2.18,22 / 4.3 / 2° Jo. 7)

Usará organismos como os Iluminados, o Banco Internacional, A Opus Dei, a Maçonaria, O Movimento Nova Era, a Máfia, o Clube de Roma e a Apostasia de igrejas mortas na fé. Dessa união demoníaca surgirá a igreja mundial com seu líder (O Falso Profeta) e o governo mundial com o seu líder (O antiCristo).



De acordo com Daniel 9.27, esse iníquo subirá ao poder durante a última semana de anos. O poder do antiCristo surgirá de uma confederação de dez nações ( Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão...Dn 7 24), (Vi uma besta que saía do mar. Tinha dez chifres e sete cabeças, com dez coroas...Ap. 13.1. O texto dá a entender que o antiCristo se levantará pela força, aplicando um golpe sobre três reis que podem tê-lo traído ou lhe feito oposição. Seu poder maior será durante a segunda parte da Grande Tribulação, por quarenta e dois meses. (...Vi outro chifre, pequeno, que surgiu entre eles e três dos primeiros foram arrancados para dar lugar a ele...), (...E depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. c), (...Foi-lhe dada autoridade para agir quarenta e dois meses.). Ap.7.8/ Dn. 7.24/ Ap.13.5
O cavaleiro montado no cavalo branco de Apocalipse 6 não é o Senhor Jesus presente no capítulo 19, vejamos as diferenças:

Apocalipse seis

Apocalipse dezenove


No versículo um, o cavaleiro de branco saiu de um dos selos que foi aberto por Jesus;

No versículo onze, o Cavaleiro sai do céu;

No versículo dois, o cavaleiro não tem título próprio;

No versículo dezesseis, Jesus tem o título de Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

No versículo dois, o cavaleiro tem um arco sem flechas, não tem armas; seus seguidores lutam por ele.

No versículo quinze, Jesus tem uma espada para ferir as nações;

No versículo dois, o cavaleiro tem uma coroa que lhe foi dada;

No versículo doze, Jesus tem várias coroas (diademas);

Do versículo quatro ao oito, a destruição e o inferno seguem esse cavaleiro;

No versículo quatorze, os exércitos de Deus seguem a Cristo;

Concluindo: Esse cavaleiro é o falso Cristo, “O antiCristo”.

Concluindo: Esse Cavaleiro é o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.



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