The contribution of occupational therapist in rehabilitation psychosocial users with mental disorders attended in caps I of lins



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A Contribuição dO TerapEUTA Ocupacional na Reabilitação Psicossocial de Usuários com Transtornos Mentais Atendidos no CAPS I de Lins
THE CONTRIBUTION OF OCCUPATIONAL THERAPIST IN REHABILITATION PSYCHOSOCIAL USERS WITH MENTAL DISORDERS ATTENDED IN CAPS I OF LINS

Fernanda Pereira Silva – Graduanda em Terapia Ocupacional



nanda_stipp@hotmail.com – fone: (14) 9658-4922

Janaina Braz de Oliveira – Graduanda em Terapia Ocupacional



Janainabraz2010@bol.com.br – fone: (17) 9763-1673

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RESUMO

O transtorno mental é qualquer doença relacionada ao psiquismo humano gerando um impacto no cotidiano das pessoas, interferindo na capacidade de realizar atividades da vida diária, como atividades de autocuidado, higiene, alimentação, lazer, como também perda da auto estima, auto valorização e senso crítico, além de interferência no convívio sócio-familiar. Na reabilitação psicossocial com o intuito de se substituir o modelo hospitalocentrico surgem os CAPS,com o objetivo de prestar atenção humanizada e qualificada as pessoas com transtornos mentais. Assim, a contribuição do terapeuta ocupacional assume caráter de extrema importância, pois visa amenizar as limitações e diminuição do sofrimento psíquico, e através das atividades contribuir para que os usuários atendidos alcancem autonomia e independência, resgatando e fortalecendo os laços familiares e a reinserção social do indivíduo na comunidade.


Palavras chave: transtorno mental, reabilitação psicossocial, terapeuta ocupacional, CAPS.

ABSTRACT
Mental disorder is any disease related to the human psyche generating an impact on everyday life, interfering with the ability to perform activities of daily living such as self-care, hygiene, food, entertainment, as well as loss of self esteem, self-worth and sensecritical, and interference with social and family interaction. In psychosocial rehabilitation in order to replace this model arise CAPS, with the goal of providing humane care and skilled people with mental disorders. Thus, the contribution of the occupational therapist assumes the character of extreme importance since it refers to alleviate the limitations and decreased psychological distress, and through activities that help users achieve autonomy and independence met, restoring and strengthening family ties and social reintegration of the individual in the community.
Key words: mental disorder, psychosocial rehabilitation, occupational therapist, CAPS.

INTRODUÇÃO

Transtornos mentais são qualquer doença que acomete o psiquismo humano. Para Louzã (1996) o psiquismo é um conjunto de funções abstratas que emanam do cérebro. Tais funções abrangem o pensamento, a afetividade, o humor, a memória, a atenção, a senso-percepção, a inteligência, o juízo crítico, a vontade, a capacidade de prospecção – planejamento de coisas futuras, e a orientação em relação a si mesmo, ao tempo e ao espaço. As diversas funções psiquicas são integradas e coordenadas pela consciência. A perfeita integração entre estas funções é responsável pela capacidade do ser humano de interagir consigo mesmo, com os demais e com o meio-ambiente.

O tema abordado nos mostra que os indivíduos com transtornos mentais necessitam de uma melhora na qualidade de vida, nos aspectos biopsicossociais, uma vez que uma pessoa mentalmente saudável mantém um equilíbrio de bem estar físico, mental e social, alcançando assim um funcionamento satisfatório para as demandas do próprio individuo e a sociedade, caso o individuo não se enquadre a este equilíbrio entre as funções necessitará de atendimentos destinados a promoção da reabilitação psicossocial e nesta necessidade, fundamentou-se a criação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que se baseia nos pressupostos da reabilitação psicossocial, que enfoca a adaptação e a capacidade funcional em oposição a doença e à psicopatologia, visando a inclusão social dos usuários.

Neste contexto extra hospitalar a contribuição do terapeuta ocupacional viabiliza o processo de reabilitação psicossocial destes portadores de transtornos mentais, sendo as atividades a grande norteadora em seu processo de intervenção, priorizando sempre o tratamento do paciente como um todo e visa uma melhoria em sua qualidade de vida.

Para Saraceno (apud PITTA, 2001) a reabilitação é considerada uma necessidade ética, e, portanto, deve pertencer a um grupo de profissionais que tem como prioridade a abordagem ética do problema da saúde mental. Reabilitação engloba a todos os profissionais e a todos envolvidos no processo saúde - doença, ou seja, todos os usuários, todas as famílias dos usuários e finalmente a comunidade inteira. Sendo assim, reabilitação torna-se um processo de reconstrução, contemplando as três vértices da vida de qualquer cidadão: casa, trabalho e lazer. Saraceno (apud PITTA, 2001) faz referência às intervenções extramuros que têm seu foco centrado na farmacologia e na psicoterapia. É comum a transposição das práticas tão condenadas, realizadas nas instituições para diferentes settings: hospitais-dia, CAPS, unidades psiquiátricas em hospitais gerais, entre outros.

DESENVOLVIMENTO
A Reforma Psiquiátrica é um processo político e social complexo, composto de atores, instituições e forças de diferentes origens, e que incide em diversos territórios. Compreendida como um conjunto de transformações de práticas, saberes, valores culturais e sociais, é no cotidiano da vida das instituições, dos serviços e das relações interpessoais que o processo da Reforma Psiquiátrica avançou, marcado por impasses, tensões, conflitos e desafios.

Em 1978 tem início o movimento social pelos direitos dos pacientes psiquiátricos em nosso país, também neste ano que surge o Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental (MTSM), movimento plural formado por trabalhadores integrantes do movimento sanitário, associações de familiares, sindicalistas, membros de associações de profissionais e pessoas com longo histórico de internações psiquiátricas, este Movimento que passa a denunciar a violência dos manicômios e a construir uma crítica ao chamado saber psiquiátrico e ao modelo hospitalocêntrico na assistência às pessoas com transtornos mentais. Segundo Amarante (1995) “O MTSM foi o primeiro movimento em saúde com participação popular, não sendo identificado com um movimento ou entidade de saúde, mas pela luta popular no campo da saúde mental”.

Surgem as primeiras propostas e ações para a reorientação da assistência. O II Congresso Nacional do MTSM em Bauru, SP, em 1987, adota o lema “Por uma sociedade sem manicômios”. Neste mesmo ano, é realizada a I Conferência Nacional de Saúde Mental no Rio de Janeiro.

Neste período surge o primeiro Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) no Brasil, na cidade de São Paulo, em 1987, destinando-se ao tratamento de pessoas com transtornos mentais severos e persistentes. Baseado na Portaria 336 deve responsabilizar-se sob coordenação do gestor local, pela organização da demanda e da rede de cuidados em saúde mental no âmbito do seu território; possuir capacidade técnica para desempenhar o papel de regulador da porta de entrada da rede assistencial, definido na Norma Operacional de Assistência á Saúde (NOAS), pode coordenar, por delegação do gestor local, as atividades de supervisão de unidades hospitalares psiquiátricas no âmbito do seu território, supervisionar e capacitar as equipes de atenção básica, serviços e programas de saúde mental no âmbito de seu território e/ou módulo assistencial; realizar, e manter atualizado, o cadastramento dos pacientes que utilizam medicamentos essenciais para a área de saúde mental regulamentados pela Portaria/GM/MS nº 1077 de 24 de agosto de 1999 e medicamentos excepcionais, regulamentados pela portaria SAS/MS nº 341 de 22 de agosto de 2001, dentro de sua área assistencial e ainda funcionar no período das 08 às 18 horas, em dois turnos, durante os cinco dias úteis da semana (BRASIL, Portaria/ GM nº 336, 2002).

A proposta da Reforma Psiquiátrica no Brasil, tem como objetivo a desinstitucionalização e inclusão, integrando as pessoas com sofrimento psíquico nos diferentes espaços da sociedade. Segundo Rotelli & Amarante (1992), a desinstitucionalização não deve ser praticada apenas no interior do hospital psiquiátrico, mas repropõe a necessidade de desinstitucionalizar, isto é, reabilitar o contexto. Cuja principal função reabilitadora é a restituição da subjetividade do indivíduo na sua relação com as instituições sociais, ou melhor, a possibilidade de recuperação da contratualidade. Os CAPS, instituídos juntamente com os Núcleos de Assistência Psicossocial (NAPS), através da Portaria/SNAS Nº 224 - 29 de Janeiro de 1992, são unidades de saúde locais e regionais que contam com uma população definida pelo nível local e oferecem atendimento de cuidados intermediários entre o regime ambulatorial e a internação hospitalar, em um ou dois turnos de 4 horas, por equipe multiprofissional. Diferenciam-se entre as categorias: CAPS I, II e III, além de CAPS i - infantil e CAPS ad - álcool e droga (GAZABIM, BALLARIN e CARVALHO, 2007).

Para Alverne (2007) os CAPS são considerados como dispositivos substitutivos e extra-hospitalar, com o intuito de prestar atenção humanizada e qualificada as pessoas com transtornos mentais, para alcançarem autonomia e independência, resgatando os laços familiares e a inserção social do indivíduo na comunidade.

Para Delgado (2005) os CAPS devem ser substitutivos, e não complementares ao hospital psiquiátrico. Cabe aos CAPS o acolhimento e a atenção às pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, procurando preservar e fortalecer os laços sociais do usuário em seu território. De fato, o CAPS é o núcleo de uma nova clínica, produtora de autonomia, que convida o usuário à responsabilização e ao protagonismo em toda a trajetória do seu tratamento.

Este programa tem como objetivo reduzir os leitos psiquiátricos hospitalares e realizar a construção de alternativas de atenção baseada na comunidade. O movimento da reforma psiquiátrica e a reabilitação psicossocial exigem dos profissionais envolvidos olhar crítico sobre suas próprias práticas a fim de que haja a construção de um novo olhar sobre a doença mental com vistas a saúde e a cidadania (GAZABIM, BALLARIN e CARVALHO, 2007).

De acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS, a reabilitação social é um processo abrangente e não simplesmente uma técnica, representando assim um processo que oferece aos indivíduos com transtorno mental a oportunidade de atingir o seu potencial funcional de forma independente na comunidade. A reabilitação psicossocial permite que pessoas com incapacidades possam ganhar ou recuperar aptidões necessárias para a vida na comunidade. Este processo possibilita ao sujeito em sofrimento psíquico a reconstituição de seu cotidiano a partir da produção de sentidos e da inserção em seu contexto social.

A Terapia Ocupacional é uma profissão da área da saúde que, tradicionalmente, atua no campo da reabilitação. No processo de reabilitação, o terapeuta ocupacional faz uso da ação humana, através das atividades da vida prática e cotidiana da população atendida. Em sua história, segundo Soares (1991) a Terapia Ocupacional surgiu, basicamente, de dois processos: da ocupação de doentes crônicos em hospitais de longa permanência e da restauração da capacidade funcional dos incapacitados físicos.

É a partir dos anos 70 e 80, que os terapeutas ocupacionais passaram a analisar criticamente as intervenções oferecidas de forma hegemônica em espaços de exclusão social manicômios, centros de reabilitação, asilos, escolas especiais, instituições de internação permanente a pessoas com deficiências físicas, mentais entre outros e a questionar a possibilidade de ações realmente terapêuticas em espaços com este caráter.
Os terapeutas ocupacionais se engajaram em lutas de trabalhadores, usuários e familiares dos serviços em saúde mental, acompanharam a trajetória política dos movimentos de pessoas com deficiência e a luta por representatividade e força política na reforma psiquiátrica, juntamente com às propostas de desinstitucionalização, a luta por responsabilização do poder público pelo atendimento integral a essa parcela da população.

A Terapia Ocupacional integra o núcleo de sustentação dos Centros de Reabilitação juntamente com a Fisioterapia, o Serviço Social, a Fonoaudiologia e a Enfermagem. Ela tem sua ação voltada para o treinamento e para o desenvolvimento de habilidades, na construção de um cotidiano para indivíduos incluídos na sociedade.

Priorizar o social em Reabilitação Psicossocial implica em sair de Centros de Reabilitação, de Hospitais e de Oficinas Abrigadas, para criar espaços de intervenção na própria comunidade.

Para analisar a contribuição do Terapeuta Ocupacional na reabilitação psicossocial de usuária com transtornos mentais do CAPS I de Lins, foi realizada pesquisa no CAPS I de Lins, localizado a Rua Olavo Bilac 824, no período de 22 junho a 14 de setembro.

O método utilizado foi o estudo de caso, com um grupo de 03 usuárias com transtornos mentais, do sexo feminino, com idades entre 31 e 41 anos.

Na pesquisa foram utilizados conhecimentos teóricos e práticos que orientaram a intervenção realizada de acordo com os objetivos propostos.

As usuárias foram escolhidas aleatoriamente. Foram realizados atendimentos semanais, tendo como setting terapêutico a sala destinada para atendimento de terapia ocupacional no CAPS I de Lins.

Caso 1
Foi entrevistada a usuária A.P.V.P., 41 anos, sexo feminino, residente em Lins, com diagnostico de F32.1 – episódio depressivo moderado. Sobre a contribuição do terapeuta ocupacional, assim relatou:


Durante as terapias me sinto muito bem. Às vezes não tenho vontade de ir para o atendimento, mas quando eu chego e começo a fazer as atividades até me esqueço do tempo, não tenho mais vontade de ir embora.
Caso 2
Foi entrevistada a usuária C.P., 31 anos, sexo feminino, residente em Lins, com diagnostico F25.2 – Transtorno afetivo tipo misto. Sobre a contribuição do terapeuta ocupacional, assim relatou:
É uma experiência muito boa. O tratamento de Terapia Ocupacional nos transmite uma paz, nos acalma, e nos mostra que apesar de tudo o que acontece conosco somos capazes de realizar varias coisas.
Caso 3
Foi entrevistada a usuária N. A. M., 34 anos, sexo feminino, residente em Lins, com diagnostico F25.1 – Transtorno esquizoafetivo tipo depressivo. Sobre a contribuição do terapeuta ocupacional, assim relatou:
Após os atendimentos fico mais tranqüila, durante as atividades da um pouco de paz. Sei que todos os tratamentos são importantes, e o apoio da família também. As vezes sinto um vazio, e as atividades preenchem esse vazio.

CONCLUSÃO
Como descrito anteriormente o transtorno mental provocou e provoca ainda hoje a exclusão destes usuários da sociedade, devido a dificuldade de integração consigo mesmo e demais indivíduos. Os CAPS, que são considerados como dispositivos na rede de atenção substitutiva a saúde, são de extrema importância a estes usuários, uma vez que eles são uma forma de tratamento extra-hospitalar, e por ter como finalidade melhorar as condições psíquicas e favorecer o processo de reabilitação, o terapeuta ocupacional tem extrema importância neste serviço.

A pesquisa realizada demonstrou que o terapeuta ocupacional por meio das atividades produtivas encontrou possibilidades de obter resultados satisfatórios, estando de acordo com os objetivos almejados e necessidades apresentadas por esses usuários, promovendo assim minimizar o sofrimento psíquico, estimular capacidade pragmática e volitiva e contribuir para a reabilitação psicossocial.

Os objetivos da pesquisa foram alcançados, porém, pelo aumento considerável do número de pessoas que necessitam de acompanhamento e tratamento em saúde mental este tema ainda pode ser fruto de muita discussão, dando assim origem a novas idéias.

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