Título do original: The Blood Copyright 1993 by Benny Hinn



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Benny Hinn


O Sangue

Título do original: The Blood

Copyright © 1993 by Benny Hinn.

Publicado em inglês por Creation House

Tradução de: Myrian Talitha Lins

Primeira edição, 1994

Editora Betânia

Digitalizado por sssuca

08/01/2012






Este livro é dedicado a Suzanne, esposa e companheira maravilhosa desde 1979, sempre a meu lado, orando por mim, dando-me apoio.

Deus a tem usado grandemente para abençoar minha vida.

* * *

Se não fosse pela colaboração de alguns amigos fiéis, este livro não teria sido escrito. Meu reconhecimento a Stephen Strang, Neil Eskelin, Deborah Poulalion, John Mason, Dr. J. Rodman Williams, Dudley Hall, Sheryl Palmquist, o pessoal da editora Creation House da Strang Communications, meus colegas do Centro Cristão de Orlando, e muitos outros.

Obrigado a todos.

* * *

A razão por que escrevi este livro pode ser resumida nas seguintes palavras de R. A. Torrey:



"Se quisermos conhecer o poder de Deus, precisamos conhecer o poder do sangue de Jesus. Para experimentarmos na prática o poder da Palavra, do Espírito Santo e da oração, é preciso, primeiro, que conheçamos o poder do sangue de Cristo." 1

Índice




Índice 4

Prefácio 6

1 10

Poder e Promessa 10



2 15

Desde o Princípio 15

3 20

Cobertos com Sangue 20



4 25

Uma Aliança Eterna 25

5 34

A Promessa de Proteção 34



6 40

A Aplicação do Sangue 40

7 49

A Purificação do Leproso 49



8 52

Transformado Pelo Poder 52

9 58

Ungido da Cabeça aos Pés 58



10 63

O Passado Foi Sepultado 63

11 69

Comprados por Preço 69



12 74

Nosso Mediador 74

13 81

Maravilhosa Graça! 81



14 93

A Mão do Pai 93

15 100

Nossa Nova Família 100



16 107

O Grande Selo 107

17 112

A Comunhão na Ceia do Senhor 112


Prefácio


"Mas Jesus, fitando-o, o amou."

Marcos 10.21

A última coisa que faço quando estou de férias é assistir a um programa evangélico na televisão. A razão é que trabalho com te­levisão. Portanto ligar a tevê durante as férias não seria um des­canso para mim. Por isso, foi meio incomum eu ter parado para ver um programa, e mais ainda por se tratar do programa de Benny Hinn, a que eu nunca assistira. Hoje recordo esse incidente com muito carinho.

Eu estava dando um giro pelos canais com o controle remoto, e em dado momento parei no programa Benny Hinn. O culto trans­mitido era belíssimo, o que me causou enorme satisfação. Naquela hora não tinha a menor idéia do que Deus iria falar a meu coração.

É tão grande o número de pessoas que apreciam o ministério de Benny que seria até meio arriscado insinuar que pudesse existir alguém de opinião contrária. Iria parecer crítica, inveja profissio­nal ou mesmo uma atitude descaridosa. Mas em meu coração não havia nada disso; nem eu fazia oposição a Benny Hinn.

É que estando sempre tão envolvido em meu próprio trabalho, eu ainda não tivera tempo para familiarizar-me melhor com o mi­nistério dele, nem para dar atenção às críticas que lhe eram dirigidas. Em suma, não tinha nenhum tipo de relacionamento com ele e, por isso mesmo, ainda não formara opinião a seu respeito, quer positiva ou negativa. Mas havia uma coisa.

Pelo pouco que vira e ouvira — sempre que percorria os canais de televisão para chegar ao que desejava e tinha chance de entrever partes do programa dele — percebia que a mão de Deus estava sobre Benny, embora por vezes me sentisse meio incerto quanto ao seu método de ação e às suas práticas inusitadas.

Dessa vez, porém, parei para assistir.

Na ocasião, eu e Anna, minha esposa, estávamos gozando fé­rias numa pequena casa de campo. Percebendo o maravilhoso sen­timento de adoração que permeava o culto, recostei-me mais na poltrona e entrei no espírito daquela adoração que se elevava aos céus. Ali, o centro das atenções era Jesus. Aquele povo louvava e glorificava o nome dele de forma magistral. Vendo Benny dirigir a reunião pensei:

"Esse homem está sendo usado pelo Espírito Santo para con­duzir as pessoas à presença de Deus."

Era a primeira vez que o via dirigir um culto a Jesus. E na­quele instante, enquanto o observava, algo aconteceu: Deus der­ramou em meu coração um singular amor fraternal por aquele irmão. E não tive a menor dúvida de que foi uma operação do Pai em minha alma, pois mais tarde, lembrei-me das palavras do evangelista Marcos descrevendo o encontro de Jesus com o jovem rico: "Mas Jesus, fitando-o, o amou..."

Nós nos tínhamos visto apenas uma vez, quando estávamos ambos em Birmingham, Inglaterra, exercendo cada um o seu mi­nistério. Encontramo-nos num restaurante, e ele e sua esposa vie­ram à minha mesa cumprimentar-me. Contudo não poderia de forma alguma afirmar que mantivéssemos laços de amizade.

Agora, de repente, em plenas férias, tinha a intuição de que Deus me dava um profundo sentimento de fraternidade para com aquele homem que eu conhecia apenas de passagem — aliás, um homem muito criticado; o mais criticado de todos que eu conhe­cia. Mas eu próprio não o hostilizava, embora também não pu­desse dizer que era seu amigo. Naquele instante, porém, amei aquele irmão e senti o coração cheio de gratidão a Deus cujo amor, mui­tas vezes, nos apanha de surpresa.

É interessante recordar tais momentos, lembrar essas experi­ências que todos nós temos, quando percebemos que o Espírito Santo está prestes a realizar algo, mas ainda não temos a menor idéia do que se trata.

É assim que interpreto o instante que vivi, naquelas férias, há mais de um ano. No momento eu não tinha como imaginar que, algumas semanas depois, Benny Hinn iria telefonar para mim, e pela primeira vez, iríamos ter uma conversa prolongada.

Algum dia, o próprio Benny vai relatar os detalhes de como Deus orientou-o a procurar um pequeno número de líderes cristãos — a maioria dos quais, como eu, conhecia-o apenas de passagem — para se aconselhar com eles. Admirei seu gesto, e aplaudi-o por isso; não porque fosse um dos líderes consultados, mas por­que estou convicto de que a atitude mais importante que um líder espiritual deve tomar é a de submeter-se a outros.

Isso não significa que ele esteja trocando a direção do Espírito Santo por orientações humanas, não. Mas é bom reconhecer que somos humanos e podemos ser tentados a ter atitudes de indepen­dência, que nos podem levar a cometer erros, a ficar confusos, a fracassar ou a agir insensatamente em nosso ministério. Foi com esse pensamento que Benny me ligou.

— Irmão Hayford, disse ele, Deus está abençoando meu mi­nistério de uma forma que eu nunca poderia ter imaginado, fazendo coisas que eu próprio nunca poderia ter feito. Sei que tudo que me tem acontecido é operação de Deus. Mas sinto que preciso ter contato com alguns irmãos a quem eu possa pedir opinião. Te­mos visto muitos ministérios fracassarem porque o dirigente não tinha ninguém a quem prestar contas. E eu não quero envergonhar o corpo de Cristo. Será que, vez por outra, eu poderia conversar com o irmão sobre a obra e a atuação de Deus?

Antes de ele acabar de falar, eu já compreendia por que o Es­pírito Santo tocara meu coração naquela ocasião, semanas antes. Em resposta, disse-lhe que me colocava fraternalmente à sua disposição.

— Benny, falei, Deus está lhe dando o ministério de conduzir pessoas à presença dele. Terei muito prazer em ajudá-lo naquilo que puder para que o mantenha no rumo certo, para que todos vejam mais a Jesus do que a você, pois creio que é isso que quer de fato.

No ano transcorrido desde então, Benny Hinn tem reafirmado seu desejo de dar um novo enfoque ao seu ministério, direcionando-o para as verdades essenciais da Palavra de Deus e remo­vendo dele tudo que possa desviar a atenção dos ouvintes daquilo que é sua prioridade máxima: glorificar somente a Jesus Cristo, nosso amado e poderoso Salvador.

Vários outros servos de Deus têm confirmado o anseio desse pre­gador cheio da graça de Deus: de ser apenas o que deve ser. Glória a Deus por essa humildade espelhada em Jesus e que, creio eu, está abrindo portas para que a vida e o poder do Senhor operem ampla­mente por intermédio desse vaso escolhido que é Benny Hinn.

Este livro é um dos marcos dessa nova fase de sua vida. Além de focalizar diretamente um dos elementos essenciais e fundamen­tais do evangelho, apresenta ainda uma verdade nova, ungida pelo Espírito, para a qual, creio, o próprio Espírito deseja fazer con­vergir a atenção de todo o povo de Deus.

Alguns dias antes de Benny convidar-me para escrever este pre­fácio, tive uma experiência em que senti o coração vibrar com renovado amor pelo sangue de Jesus. E tão intensa foi ela que de­cidi dedicar-me ao estudo do assunto e preparar uma série de men­sagens para entregar à minha congregação, a Church on the Way (Igreja no Caminho).

Quando soube que Benny tinha planos de escrever este livro, senti fortalecer-se mais minha convicção de que o Espírito Santo deseja que a igreja hoje estude esse assunto da mais alta im­portância: o sangue de Jesus.

Por quê? Primeiro, porque é por ele que flui até nós o poder divino que traz à humanidade a glória e a graça redentoras. Se­gundo, porque numa atmosfera onde se ensinam fatos sobre o san­gue e a cruz, à luz da Palavra de Deus, não há confusão sobre a pessoa ou a obra do Salvador. E por último, porque os poderes do inferno não resistem à afirmação do sangue de Jesus, seja ela feita do púlpito, num lar ou num coração.

Dou graças a Deus por este livro. Ele constitui uma poderosa proclamação da maior verdade que a humanidade conhece, a de que o Filho de Deus declarou: "Está consumado", e que somente por meio do seu sangue e da sua cruz ele rompeu o poder do pe­cado, da morte e do inferno. Ele é o Senhor!

Ademais está aqui o testemunho de um homem que atendeu ao chamado de Deus para ensinar verdades básicas que mostrarão a pessoa de Jesus a todo ouvinte, leitor ou espectador, conduzindo-o à presença de Deus.

Glória ao Cordeiro que foi morto!

Jack W. Hayford, pastor.

Church on the Way (Igreja no Caminho)

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