Ufv / III sen / outubro de 2009 / artes e humanidades radiodocumentário especial jorge amado



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UFV / III SEn / OUTUBRO DE 2009 / ARTES E HUMANIDADES

RADIODOCUMENTÁRIO ESPECIAL JORGE AMADO

FERNANDA MENDES VIEGAS (Outros/UFV), KATIA DE LOURDES FRAGA (Orientador/UFV), FERNANDA REIS (Outros/UFV), FERNANDO HENRIQUE NARDY COSTA (Outros/UFV), JÉSSICA MARÇAL DA SILVA (Outros/UFV), DANIEL DOS SANTOS LEITE (Outros/UFV), MATEUS ELIAS DOS SANTOS (Outros/UFV)

O Radiodocumentário “Especial Jorge Amado” é um trabalho de conclusão da disciplina Atividades Programadas em Jornalismo Radiofônico, ministrada pela professora do curso de Comunicação Social/Jornalismo, Kátia Fraga. O objetivo da atividade era que a turma – dividida em grupos - produzisse peças radiofônicas abordando os aspectos relevantes da vida e da obra de escritores brasileiros. Nosso grupo estudou a obra do escritor baiano, pertencente ao período do modernismo regionalista da literatura nacional. Na produção e edição do produto, os alunos envolvidos puderam colocar em prática técnicas do jornalismo radiofônico apreendidas em outros momentos do Curso, além de terem a oportunidade de trabalhar em equipe, desenvolver a criatividade e conhecer mais a história e o trabalho de um dos maiores escritores brasileiros. Com essa atividade transdiciplinar, ao envolver os estudos da comunicação e da literatura, os alunos puderam compreender e transmitir a importância da leitura de obras literárias nacionais. O rádio foi utilizado como canal atuante no processo de ensino e aprendizagem, e o resultado foi tão satisfatório que os documentários foram veiculados pela Rádio Universitária FM (100,7), no Espaço Universitário, na série intitulada “Grandes Escritores da Literatura Brasileira”, o que reforça a função educativa da emissora. Neste documentário há músicas, análises de especialistas sobre os livros de Jorge Amado, leituras dramatizadas e áudios retirados de novelas baseadas em produções do escritor. Estão presentes também depoimentos de pessoas que assistiram a essas obras, bem como declarações de amigos ilustres e pessoas íntimas de Jorge, como a escritora Zélia Gattai, sua esposa, e o cantor Caetano Veloso. Por meio dessa riqueza de conteúdo, o “Especial Jorge Amado” apresenta um interessante panorama ao público ouvinte que aprecia não só a produção literária, mas também a trajetória percorrida pelo literato baiano Jorge Amado. O documentário está disponível, também, no portal “Dzaí” em http://www.dzai.com.br/fernandaviegas/podcast/playpodcast?tv_aud_id=20359
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ÚLTIMA PARADA – SANTA HELENA

FERNANDA REIS (Outros/UFV), KATIA DE LOURDES FRAGA (Orientador/UFV), FERNANDA MENDES VIEGAS (Outros/UFV), JÉSSICA MARÇAL DA SILVA (Outros/UFV), FERNANDO HENRIQUE NARDY COSTA (Outros/UFV), DANIEL DOS SANTOS LEITE (Outros/UFV), MATEUS ELIAS DOS SANTOS (Outros/UFV)

O Última Parada – Santa Helena é um produto da disciplina de Atividades Programadas em Jornalismo Radiofônico, do curso de Comunicação Social/ Jornalismo. Essa disciplina foi ministrada pela professora Kátia Fraga, no primeiro semestre de 2009. O trabalho em questão tem por finalidade trazer conteúdos de História, sobretudo biografias de personagens de destaque mundial, utilizando uma linguagem dinâmica, facilitando assim, o acesso e entendimento do ouvinte, além de garantir uma maneira educativa de entretenimento. O programa tem também o intuito de abordar e integrar diferentes áreas do conhecimento, como a História, a Comunicação e o Jornalismo. Para que exista dinamicidade, o programa é composto por entrevistas, reportagens e encenações sobre o tema central que se constitui nas possíveis causas de morte de Napoleão Bonaparte. Abordar a biografia do personagem em questão partindo das dúvidas existentes sobre o verdadeiro motivo de seu falecimento é o que torna o Última Parada, um programa curioso e interessante de ser ouvido. A montagem dessa peça radiofônica se baseou nos conceitos tratados ao longo da disciplina. Foram discutidas, por exemplo, questões relativas à comunicação no rádio (o que é o gênero radiofônico, quais formatos jornalísticos utilizados neste meio de comunicação) e em um posterior momento, essas discussões foram levadas à prática. O Última Parada é o resultado de uma construção de conhecimento teórico e prático da disciplina em que estava inserido. Para sua elaboração, foi feita, primeiramente, uma pesquisa sobre o tema. Buscou-se informações sobre o personagem consultando livros, revistas, documentos e profissionais da área de História, seguida por elaboração de pautas e roteiro, gravação em estúdio e edição final da peça radiofônica, sendo todo o processo orientado pela professora Kátia Fraga. O Última Parada – Santa Helena foi veiculado na Rádio Universitária, no Espaço Universitário e está também disponível na internet, no seguinte endereço: http://www.dzai.com.br//fernandaviegas/podcast/playpodcast?tv_aud_id=19753
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COISIFICAÇÃO E EROTISMO FEMININO NAS PUBLICIDADES DE CERVEJA

LARA CARLETTE THIENGO (Outros/UFV), DANIELA PINHEIRO FONSECA E SILVA (Outros/UFV), ERNANE CORREA RABELO (Orientador/UFV)

Mulher – erotização – cerveja. A tríade, predominante na mídia publicitária, transformou a mulher virgem impoluta e submissa dos lares, na mulher erótica e sensual estampada nas publicidades do produto. A transformação faz parte de um processo de “bundalização midiática”, conceito utilizado por Patrícia Lessa Santos (2002) para explicar a incessante exposição de corpos e alusão ao sexo que regem o mercado publicitário.A partir do pressuposto que gênero feminino é uma construção sócio-cultural, este estudo traz uma análise da aceitação da figura erótica da mulher nas propagandas de cerveja, especificamente os banners, pelo imaginário coletivo e, sobretudo, sua influência sobre o consumo do produto, a fim de explicar a persistência na promoção desta ideologia publicitária.Para tal análise, o marco teórico foi construído com contribuições de alguns artigos científicos e das obras de Bourdier (2005), Morin (1977) e Wolf (2005). O estudo é pautado nesta modificação do status feminino durante a contemporaneidade e a adesão da conotação erótica e banalizada ao que concerne à forma como essas construções do gênero feminino são veiculadas através dos meios de comunicação de massa, de acordo com as proposições da “indústria cultural”. A análise das propagandas permitiu considerar algumas estratégias utilizadas na construção deste estereótipo feminino. São elas: criação de fotografias que explorem os corpos, baseado nos sonhos e fantasias do consumidor; a coisificação da mulher por meio da utilização de imagens de partes de seus corpos, “os seios”, “o bumbum”; associação da imagem à textos publicitários com linguagem curta e imperativa; e a reafirmação de inferioridade feminina permitindo a inserção das mesmas em uma relação de dependência simbólica. Por fim, pode-se entender a comercialização erótica da figura feminina como resultado de um processo de idealização construída através dos séculos, sendo delimitada pela sociedade, objeto e promotora de consumo
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RADIODOCUMENTÁRIO CLARICE LISPECTOR: SOU BRASILEIRA, PRONTO E PONTO

MICHELLY AKEMI ODA (Outros/UFV), THIAGO OLIVEIRA DE ARAUJO (Outros/UFV), MARISTELA GUEDES LEÃO COUTINHO (Outros/UFV), LUIZ NEMER NETO (Outros/UFV), FERNANDA DO CARMO PÔNZIO (Outros/UFV), SAMANTA MARTINS NOGUEIRA (Outros/UFV), KATIA DE LOURDES FRAGA (Orientador/UFV)

O radiodocumentário “Clarice Lispector: Sou brasileira ponto e pronto” foi desenvolvido como parte da disciplina Atividades Programadas em Jornalismo Radiofônico. A disciplina é norteada no princípio de que o rádio, como influente veículo de comunicação, tem uma importante missão além da de divertir ou entreter: educar. Através de informações gerais ou temas específicos, o rádio leva ao ouvinte conhecimentos novos e o desperta para diferentes aprendizados e conteúdos. Por isso, os preceitos e práticas aprendidos em sala de aula foram fundamentais para o desenvolvimento deste documentário sobre literatura brasileira, que fez parte de uma série. Quando se fala em escritores nacionais, o nome de Clarice Lispector é fundamental. Dona de uma escrita profunda e intimista, ela se consolidou como a maior voz feminina da literatura brasileira. A inovação na formatação do programa, em fragmentos, só foi possível graças ao debate e as reflexões desenvolvidas durante as atividades de ensino em sala de aula. O roteiro do programa é construído através de três vozes principais. A primeira é “O biógrafo”, responsável por falar da vida da escritora. A segunda é “A Voz”, com aspectos marcantes dos trabalhos de Clarice. E, por fim, “O leitor”, que fará uma leitura dramatizada do conto clariceano “A quinta história”. O radiodocumentário “Clarice Lispector: Sou brasileira ponto e pronto” proporciona aos ouvintes conhecerem um pouco sobre a vida profissional e pessoal da autora. A estruturação inovadora e simples do radiodocumentário possibilita “levar Clarice” aos alunos de ensino fundamental, médio e superior, despertando o interesse e o gosto por suas obras.
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A ESTREITA RELAÇÃO ENTRE AS EMISSORAS DE RÁDIO E OS DETENTORES DO PODER

NÍZEA ANDRADE COELHO (Outros/UFV), LARA CARLETTE THIENGO (Outros/UFV), LUCIANA CHRYSTINA DE CASTRO PEREIRA (Outros/UFV), PÂMERA TADEU MACIEL MATTOS (Outros/UFV), DANIELA PINHEIRO FONSECA E SILVA (Outros/UFV), MAÍSA MARYELLI DE OLIVEIRA (Outros/UFV), KATIA DE LOURDES FRAGA (Orientador/UFV)

O rádio surgiu como uma arma de guerra e, utilizado para facilitar operações militares, teve como marco de sua relevância a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Já nesta época podia-se notar uma ligeira associação entre rádio e política. No entanto, esta ligação se concretizou logo após o conflito, com a transmissão das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em 1920, quando o rádio assumiu caráter de meio de comunicação de massa. O objetivo deste trabalho é analisar a relação entre o rádio e a política, com enfoque nos governos brasileiros. A pesquisa se baseou, principalmente, em dois autores: NUNES, M.V. e ORTRIWANO, G. S. Após a década de 1920, o aparelho foi descoberto pelos Governos como o mais eficiente meio comunicativo para difundir as idéias do partido. Seja na Itália de Mussolini, na Alemanha de Hitler, ou no populismo de Getúlio Vargas, a propaganda política radiofônica possibilitou a formação de um cenário imaginário, correspondente aos anseios do povo, conquistando e persuadindo o ouvinte. No Brasil, a ditadura militar proporcionou uma mudança no perfil do rádio. O autoritarismo e a grande censura impostos fizeram com que os programas informativos perdessem espaço para os musicais. A partir de então, o domínio das concessões concentrou-se nas mãos daqueles que tinham interesses semelhantes aos do governo. No decorrer desse processo surgiu uma tendência pela formação de grupos de comunicação, o que também implica politicamente na dominação das emissoras pelos políticos. A estreita relação entre estes pode ser entendida no sentido do radialista que se torna político ou do político que adquire emissoras de rádio. Conclui-se, portanto, que as emissoras estão subordinadas, em muitos casos, ao poder publico e a influência política, dificultando a transmissão imparcial da informação. Uma alternativa que vem sido adotada é a admissão do ombudsman, que se apresenta como interlocutor entre os ouvintes e as emissoras.
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A CONSTRUÇÃO DA SUBPARTITURA DENTRO DO PROCESSO COREOGRÁFICO: “AS CONTRADIÇÕES DOS CORPOS”.

PAULO CEZAR DA SILVA (Monitor/UFV), SOLANGE PIMENTEL CALDEIRA (Orientador/UFV)

O poema “As Contradições do Corpo”, de Carlos Drummond de Andrade inspirou coreógrafo e bailarinos para uma criação artística que, através de laboratórios coreográficos, acionaram uma bagagem anterior, somada a experiências e as reflexões atuais dos bailarinos: a subpartitura. Esta vem antes da ‘partitura final’, um exercício onde os bailarinos, com auxílio do encenador ou coreógrafo, buscam em suas próprias memórias e experiências instrumental para elaborar as projeções solicitadas pelo encenador ou coreógrafo. A subpartitura, embora elemento bastante utilizado no teatro, ainda é relativamente novo na dança. A pesquisa, que tem como fundamentação teórica principal Patrice Pavis e sua obra ‘A Análise dos Espetáculos’ (1996), propôs um estudo sobre a análise dos componentes de um espetáculo com ênfase na ‘subpartitura’. Assim, foi desenvolvido um projeto coreográfico com o Grupo de Dança Experimental do Curso de Dança - UFV sob coordenação da professora Solange Caldeira, baseado no poema “As Contradições do Corpo”, com o objetivo de pesquisar através do trabalho coreográfico a construção da ‘subpartitura’. Buscou-se estruturar uma composição coreográfica em que os bailarinos não atuassem apenas como intérpretes, reproduzindo movimentos e gestos, mas os incorporassem em cena, vivenciando cada movimento, cada sensação e sentimento como único e real. O resultado alcançado de forma parcial pelos bailarinos e pelo coreógrafo, devido pequeno tempo disponível para pesquisa e trabalho em grupo, viabilizou algumas cenas em que são estabelecidas relações entre os corpos, os movimentos e os elementos da dança: tempo, espaço, peso, tema, música e intenções, permitindo uma modificação da matéria - movimento humano – dentro da construção da ‘subpartitura’ que, em diálogo com a literatura, possibilitou maior expressividade, permeada pela transmigração de linguagens: literatura e dança / poesia e dança.
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UAI, TREM! - UMA EXPERIMENTAÇÃO RADIOFÔNICA PARA O PÚBLICO INFANTIL

SAMANTA MARTINS NOGUEIRA (Outros/UFV), THIAGO OLIVEIRA DE ARAUJO (Outros/UFV), LUIZ NEMER NETO (Outros/UFV), MARISTELA GUEDES LEÃO COUTINHO (Outros/UFV), MICHELLY AKEMI ODA (Outros/UFV), FERNANDA DO CARMO PÔNZIO (Outros/UFV), KATIA DE LOURDES FRAGA (Orientador/UFV)

O programa “Uai, Trem!” é um produto radiofônico experimental do gênero especial infantil, que procura respeitar o intelecto e a capacidade cognitiva das crianças por meio de uma história ficcional que aborda temas reais. Esses servem como complemento à educação e escolarização fornecidas pela família, escola e demais redes de relações interpessoais nas quais a criança está inserida. O “Uai, Trem!” é destinado à faixa etária de oito a doze anos, pois nessa etapa as crianças já passaram por uma socialização suficiente para entender a narrativa e conteúdo do programa. Apesar dessa delimitação, ele também tem grande valor educativo para pessoas de demais idades, uma vez que as informações transmitidas podem ser desconhecidas e curiosas a elas. O desenvolvimento desse projeto se deu pelo fato de haver uma insuficiência do gênero infantil nas rádios, principalmente nas emissoras comerciais. Porém, as possibilidades que o rádio propicia para se trabalhar com esse gênero não justificam essa escassez. A principal delas é poder despertar o imaginário através de uma história contada sem imagens, mas com muitos efeitos ficcionais. Sons, vozes e músicas podem ser uma forma eficiente para cativar um público acostumado a produtos audiovisuais de grande apelo imagético. Os ouvintes são transportados para a atmosfera lúdica do ambiente, como o trem voador e os países, por meio de músicas, efeitos sonoros e interpretação dos locutores. Por trás do “Uai, Trem!”, encontra-se a finalidade de inserir as funções do rádio de informar, prestar serviços e entreter, ao cotidiano do público infantil. Os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula puderam ser desenvolvidos na prática para a elaboração do programa. O exercício das técnicas primordiais para um jornalista que atua na área radiofônica, como apuração, locução, respiração, entonação, interpretação e edição, facilitaram o processo de aprendizagem dos alunos envolvidos. Sem contar no caráter educativo do rádio e em outras potencialidades que o rádio oferece e que pudemos apreender nas dinâmicas viabilizadas pelo processo ensino e aprendizagem.
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TERRITÓRIO LIVRE: EXPERIMENTAÇÃO RADIOFÔNICA HIPERTEXTUAL

THIAGO OLIVEIRA DE ARAUJO (Outros/UFV), FERNANDA DO CARMO PÔNZIO (Outros/UFV), MARISTELA GUEDES LEÃO COUTINHO (Outros/UFV), MICHELLY AKEMI ODA (Outros/UFV), LUIZ NEMER NETO (Outros/UFV), SAMANTA MARTINS NOGUEIRA (Outros/UFV), KATIA DE LOURDES FRAGA (Orientador/UFV)



O "Território Livre" é um programa experimental jornalístico de áudio que trabalha com conexões improváveis. O programa é fruto de um intenso processo de pesquisa e reflexão com base nas atividades de ensino realizadas nas disciplinas de Radiojornalismo (2008/2) e Atividades Programadas em Jornalismo Radiofônico (2009/1). Elaborou-se a partir das aulas uma série de trabalhos acadêmicos, permitindo que fosse desenvolvido um panorama do cenário atual do Rádio a partir das influências que as novas mídias têm na mudança de paradigmas nas técnicas de produção, na formatação e na recepção de programas radiofônicos. Os conceitos apreendidos durante as práticas de ensino foram então aplicados na elaboração de dois programas pilotos: "Acreditar" e "Quaresma", transmitidos na programação da Rádio Universitária – 100,7 FM. Desconstruindo os limites de um radiojornal temático padrão, concebeu-se uma linguagem radiofônica hipertextual ao se interligar reportagens e entrevistas em torno de uma única palavra. Dessa forma, foi realizado um programa com duas possibilidades de transmissão. A primeira, em uma narrativa linear, por meio da tecnologia disponível atualmente nas emissoras de rádios analógicas. A segunda é uma proposta de recepção sob demanda, somente possível devido à multilinearidade dos conteúdos abordados, bem como de uma possibilidade real de transmissão, atrelada diretamente a digitalização do Rádio, emulada aqui a partir do uso da internet. A experiência agora extrapola a sala de aula e contribui para a irradiação de edições semanais do Território Livre, toda terça-feira, às 13 horas, na Universitária FM, que são agora exibidas simultaneamente em um blog (www.programaterrritoriolivre.blogspot.com) do programa, proporcionando espaço de debate e de complementaridade das temáticas apresentadas.


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