Um bosque perto de si



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UM BOSQUE PERTO DE SI
Vamos construir o mapa dos Ecossistemas Florestais Portugueses

Ficha do Aluno

Nome do Bosque / Local .....................................................................................................
Distrito..................................... Concelho..........................Freguesia..................................





Área aprox. bosque............................................


Procedimento para estimativa da área de um bosque




PAISAGEM



1.1 ALT (altitude) ........................................................................



1.2 EXP (exposição): ..................................................................
Código: 1-N, 2-NE, 3-E, 4-SE, 5-S, 6-SW, 7-W, 8-NW

Preencher apenas no caso de se tratar de um terreno com inclinação (encosta).





1.3 TOP (topografia): .................................................................

Código: 1- cume vivo, 2- cume arredondado, 3- escarpa, 4- talude, 5-vertente de montanha, 6- sopé, 7- depressão aberta e fechada, 8- planalto, 9- terreno aberto
Topografias características de bosques



Preencher com base na observação do local com apoio da classificação indicada na gravura.





1.4 DECL (declive): ...................................................................

Código: 1-nulo a fraco, 2-mediano, 3-forte, 4-abrupto
Tipos de declives


Preencher com base na observação do local, devendo o observador colocar-se no centro do bosque.



2. SUBSTRATO






2.1 SOLO (natureza): .................................................................

Código:

1 – Mineral - composição dominante: rocha

2 – Terrosa - sem rocha e sem matéria orgânica

3 – Orgânica - composição dominante: matéria orgânica



Preencher com base na análise do solo do bosque.


Composição dos solos:

Mineral – composição dominante: rocha

Terrosa - sem rocha e sem matéria orgânica

Orgânica - composição dominante: matéria orgânica





2.2 SOLO COB (cobertura solo livre): ..................................

Código: 1-nulo, 2-pouco, 3-médio, 4-muito, 5-total
Tipos de cobertura de solos

Preencher com informação sobre o tipo de cobertura de solo, ou seja, a quantidade de vegetação (plantas vasculares, musgos e líquenes),




2.3 ACIDEZ SOLO: ...................................................................

Código: 1- dominantemente ácidos, 2-dominantemente alcalinos,

3- dominantemente neutros



Preencher com base na análise e identificação das características dominantes do solo (neutro, ácido ou básico) do bosque.






2.4 HUMU (húmus): ...................................................................

Código: 1- negligível, 2- pouco, 3- muito

Preencher tendo em conta a quantidade de húmus existente no bosque.





2.5 IGEO (idade geológica do terreno): ...................................

Preencher este campo com base no Atlas do Ambiente Digital, do Instituto do Ambiente.





2.6 AFLO (afloramentos rochosos) ......................

Código: 1-nulo, 2-pouco, 3-médio, 4-muito, 5-total
Tipos de afloramentos



Preencher com base na dimensão dos blocos rochosos (> 20 cm) existentes na área de estudo.





2.7 ROCHA (rochas dominantes):------------------------

Código: 1-Calcários, 2–Granitos, 3–Xistos, 4–Basaltos, 5- Outros

Preencher com informação relativa ao tipo de rocha dominante no bosque.





3. CLIMA






3.1 PRECI (precipitação anual)..........................................mm


Preencher com dados dos valores médios anuais da precipitação (em milímetros), à temperatura (em graus celsius) e à insolação (número de horas de exposição).



3.2 TEMP (temperatura, valores médios anuais)............... ºC



3.3 INSO (insolação, valores médios anuais)................horas




4. VEGETAÇÃO



4.1 BOSQUE. (1- Puro, 2 - Misto: ....%...........(espécie)

....%...........(espécie)

....%...........(espécie) )

Puro – bosque com apenas uma espécie arbórea


Misto – mais que uma espécie arbórea (indicar a percentagem aproximada da espécie x, y, etc)




4.2 ESP. DOMINANTE: ………………………

Código:

  1. Q. faginea (carvalho-português) 2 - Q. pyrenaica (carvalho-negral), 3 - Q. robur (carvalho-roble), 4 - Q. rotundifolia (azinheira), 5 - Q. suber (sobreiro), 6 - Outra(s)..................



Para a identificação das espécies, dar atenção às características das folhas das árvores












Q. faginea (carvalho-português)

Q. pyrenaica (carvalho-negral)

Q. robur (carvalho-roble)

Q. rotundifolia (azinheira)

Q. suber (sobreiro)


4.3 Estratificação do bosque





Bosque de Quercus pyrenaica, Serra de Montemuro


Vegetação do bosque



Código (4.3): 1- nulo (0-20%), 2- pouco (20-40%), 3-médio (40 – 60%), 4-muito (60 - 80%), 5-total (80 - 100%)



4.3.1 EARV (estrato arbóreo): .............

Árvores / arbustos com altura entre 2 m e 4 m.

Preencher de acordo com as dimensões das árvores / arbustos existentes no bosque.






4.3.2 EARB (estrato arbustivo): ...........

Árvores / arbustos com altura entre 1 m e 2 m.



4.3.3 EHER (estrato herbáceo): ............

Vegetação que não atinge 1 m.



4.4 BRI (musgos no solo) ---------------------------

Código: 1- isolado, 2- esparso, 3- aproximado, 4- denso, 5- muito denso


Briófitos nos troncos de árvores (Foto: César Garcia)

Preencher de acordo com a quantidade de musgos existentes no solo dos bosques.





4.5 LIQ (líquenes no solo) ………………………

Código: 1- isolado, 2- esparso, 3- aproximado, 4- denso, 5- muito denso

Preencher de acordo com a quantidade de líquenes existentes no solo dos bosques.





4.6 BRI (musgos no tronco) -------------------------

Código: 1- isolado, 2- esparso, 3- aproximado, 4- denso, 5- muito denso

Preencher de acordo a quantidade de musgos no tronco das árvores.





4.7 LIQ (líquenes no tronco) -------------------------

Código: 1- isolado, 2- esparso, 3- aproximado, 4- denso, 5- muito denso


Preencher de acordo a quantidade de líquenes no tronco das árvores.


5. IMPACTOS



5.1 DISTÂN. (distância entre a área de estudo e estradas) Metros / Km -------------------------

Preencher de acordo com a distância entre o centro do bosque e estradas / caminhos




Código:

0 – ausência de intervenção; 1 – presença humana; 2 – presença de gado bovino; 3 – presença de gado caprino; 4 – presença de gado suino; 5 - presença de gado cavalar; 6 – vestígios de fogo (troncos chamuscados, plantas indicadoras como a Funaria hygrometrica); 7- presença e vestígios de veículos motorizados (rodado de tractores, presença de automóveis, motas, etc.); 8 - presença e vestígios de máquinas agrícolas; 9 – presença de postes de baixa e alta tensão; 10 – campismo; 11. Outras.


Fazer círculo em redor dos ícones relativos à situação do bosque no que respeita ao tipo de intervenções na área de estudo.



6. FLORA E FAUNA
6.1- FLORA – IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES

Recolher-se informação sobre as espécies dominates (árvores, arbustos e herbáceas), na área de estudo, bem como sobre musgos e líquenes.

Registar observações relativas às formas, cheiros e cores de flores, frutos e sementes e copas de árvores.
Efectuar colheitas para posterior determinação das espécies em actividades da sala de aula.

Se possível, acompanhar a colheita com fotos da flora e da zona circundante.


Cuidados a ter nas colheitas de espécies:

  • Transportar as espécies em folhas de jornal secas, substituir quando húmidas.

  • No caso de serem utilizados sacos de plástico, substitui-los, no fim da saída, por folhas de jornal.

  • Não colher plantas em elevadas quantidades, em especial quando se tratar de exemplares únicos ou raros no local de estudo.


ESPÉCIES DOMINANTES (ÁRVORES, ARBUSTOS, HERBÁCEAS)


Observações (in situ)

N.º da foto

Nome da espécie
























































6.2- FAUNA – IDENTIFICAÇÃO DE ESPÉCIES

(Informação sobre os animais observados no interior do bosque ou vestígios da sua presença - pegadas, dejectos, etc.).


Fotografar os animais e/ou as suas pegadas e identificar os animais com recurso a guia de campo. Numerar as fotos.
ESPÉCIES OBSERVADAS


Observações (in situ)

N.º da foto

Nome da espécie































































Autores: César Garcia, Cecília Sérgio & Manuela Sim-Sim. Museu Nacional de História Natural, Centro de Biologia Ambiental da Universidade de Lisboa




Ficha criada no âmbito do projecto europeu Volvox (www.eurovolvox.org/)






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