Uma História Verídica de Amor!!!



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Encontro29.07.2016
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Uma História Verídica de Amor!!!
Algumas pessoas amigas, conhecendo a história deste testemunho de amor, que certa vez contei em um retiro espiritual que ministrava, pediram que eu o redigisse, para ser colocado como matéria de um boletim informativo regional, em ocasião do aniversário das aparições de Medjugorje. Assim discorro o testemunho em honra e agradecimento a Nossa Senhora Rainha da Paz.
Em janeiro de 2006, recebi uma ligação de uma pessoa a qual eu irei chamar neste texto de Isabel, que com 35 anos, estava grávida pela sexta vez, e seu marido (o qual chamarei de Deodato), um gerente de um grande empreendimento, não desejava ter o sexto filho, e a pressionava para tirá-lo, ameaçando de romper o matrimônio se caso ela não abortasse.
Isabel, contou-me chorando toda a sua história, dizendo que não tinha mais forças para lutar contra o seu marido, e mesmo não querendo abortar, ela iria fazê-lo, e esperava agora só um milagre de Deus para salva-la. Ela chorava muito, tinha consciência que gerava um filho, um dom de Deus, tinha consciência do pecado de assassinato que estava para cometer, sabia que ela não podia decidir em deixar a criança que gerava em seu ventre viver ou morrer, mas totalmente sem apoio confiava até o ultimo momento, e esperava que Deus mudasse o coração de seu marido Deodato.
Isabel, sentia a criança como parte de seu ser, sentia muito amor por ela, mas se sentia fragilizada, sem forças para lutar. Conversei muito com ela, tentei dar esperança, força para lutar e enfrentar a situação, mas ela estava muito fragilizada. Por fim, ela me pediu que eu ligasse no trabalho de seu esposo e conversasse com ele. Foi o que eu fiz, liguei no mesmo dia, era por volta das 12:15 hs, fiquei com ele na ligação até às 13:45 hs mais ou menos, foi uma luta, ele era totalmente descrente do amor de Deus; de Deus não queria nem escutar falar, e quando pude perceber isto, parti do discurso religioso ao discurso científico do valor da vida e da sua geração, afirmando que a sua esposa Isabel quase no terceiro mês, não era mais uma mulher, e sim uma mãe, pois gerava o seu filho, e ele dizia que não era um filho, mas sim uma massa que estava ainda assumindo formas de gente.... enfim o discurso foi longo, ele afirmava também que não teria condições para manter a criança, dar educação, alimentação e etc..., mas tinha condições para comprar um carro zero, viagens e etc.....
Quando estava para concluir a conversa, ele me disse: “Para vocês padres é fácil falar, não são vocês que criam e cuidam!”. E neste momento eu lhe disse: “Então façamos um trato, você não manda matar o teu filho, e eu dou a minha palavra que após o nascimento, irei providenciar uma família para adotar a criança, e se por um motivo extremo não conseguir adoção para ela, adotaremos esta criança aqui no mosteiro com um filho nosso, e no período da gestação, todo os meses irei levar uma cesta básica!”. A discussão agora partiu para outro rumo, ele irritado me disse: “Eu não sou homem para botar filho no mundo e dar para os outros assumirem!”, e eu lhe disse com muita firmeza: “O senhor não é homem porque não possuía o mínimo de caráter, hombridade, dignidade e humanidade, e porque trata a sua esposa e seus sentimentos como lixo, porque para você é mais importante o dinheiro que é o teu deus. Mas na verdade, é o senhor um verdadeiro lixo em pessoa”. A conversa se estendeu um pouco mais, sem obter resultados positivos.
No mesmo dia telefonei a vários amigos de grupos de oração e pedi que colocassem esta situação em oração. Contei para os irmãos do Mosteiro, e pedi que oferecessem comigo orações ao Senhor para que mudasse esta situação. Me recordo que na quarta feira da semana seguinte, enquanto eu jejuava por esta intenção, o nosso oblato consagrado Marco, me disse: “Não é justo! Apelemos agora para a justiça divina!” Eu lhe disse: “É verdade, que se faça a justiça de Deus, vamos rezar nesta intenção, pois Deus não quer este mal, o qual é pura vontade do homem que o escolhe! Vamos também confiar em Nossa Senhora que em Medjugorje nos disse: Que com a oração e jejum podemos conseguir milagres!” E ele também iniciou o seu jejum com esta intenção.
Alguns dias depois, retornei a falar com ela, e percebia em sua voz um grande sofrimento.... mas as palavras eram nada em relação a toda aquela situação dramática. Liguei para ele Adeodato e tentei novamente convence-lo, mas não adiantou nada. O engraçado foi que pouco depois ligou a mãe dele dizendo que eu não devia me intrometer no relacionamento de seu filho com Isabel, e o pior é que ela me dizia: “Ah, eu já fiz três abortos, para mim isso é normal, não significa nada, ela apenas vai fazer mais um...!”. Neste momento senti as bochechas queimarem de raiva, e como Elias a ira de Deus me tomou naquele momento, e lhe disse: “E a senhora se arrependeu?” Ela me respondeu “Não!”. Então eu lhe disse: “Caso a senhora não se arrepender até o fim da vida, a senhora está condenada ao inferno!”. Ela me disse: “E daí?”. Eu lhe disse: “Então minha senhora, vá para os quintos do inferno, e deixe a Isabel em paz!”. E desliguei o telefone na sua cara.
Continuei a falar com Isabel por diversas vezes, e também com o seu marido, e aos poucos percebia que o coração de Adeodato, não desejava também matar, mas que também ele se tornava uma vítima do meio social que vivia, sofria a pressão por “amigos” de trabalho, que nada mais eram que a voz de satanás que o aconselhava a matar, dizendo que um filho a mais seria também comprometedor em sua posição. Percebia satanás agindo, e me sentia de mãos atadas diante do mal, mas minha confiança em Deus pela oração aumentava, a medida que percebia que tudo o que estava ao meu alcance já tinha feito, e que não havia mais nada a ser feito.
O ponto culminante foi em uma sexta feira quando às 11:00 hs da manhã, recebi a ligação de Isabel, que me dizia: “já tomei banho, e estou indo agora para a clínica para fazer o aborto, vão comigo o meu esposo e a sua mãe.”. Terminada estas palavras ela caiu em um pranto e soluçava desesperada chorando, dizendo “eu não quero matar meu filho, eu o amo!”. Percebi que o seu esposo pegou a extensão do telefone, e eu a disse: “Cara Isabel, acredito que o Senhor Deus, tem um plano com tudo isso, na tua vida e na vida do teu esposo. Embora os que estão ao teu redor não te amam, pensam só em si mesmos, Ele o Senhor te ama, e não te abandona, você crê nisso?” “Sim creio!” – respondeu ela. Eu continuei dizendo: “Então vamos fazer uma coisa, já que se torna impossível de eu ir até ai agora, ou você vir aqui, acredito que a graça de Deus descerá sobre você, vamos rezar agora pedindo que Deus aja com a potência do seu amor. Então Isabel, coloque a tua mão direita na tua barriga, e eu vou rezar consagrando a vida da tua criança nas mãos de Nossa Senhora, e darei a ela a bênção especial e materna da Gospa da Maria Rainha da Paz, aquela bênção da qual Nossa Senhora em Medjugorje, prometeu que todos aqueles que a recebessem, receberiam graças especiais e até milagres”.
Diante do momento extremo que estávamos passando, pelo telefone orei ao Senhor pedindo sobre ela o dom do Espírito Santo, e consagrei a criança em seu útero a Nossa Senhora, dando a ela e a criança a bênção especial e materna da Gospa Maria Rainha da Paz, e disse a Isabel: “Isabel, pode ir, pois eu tenho certeza que o milagre já alcançamos, sabe porque? Porque esta criança partir de agora não é mais tua e nem do teu marido, é de Nossa Senhora, e eu tenho certeza que ninguém irá mata-la e arranca-la do teu ventre”. Ela apenas agradeceu e desligou o telefone chorando, e na extensão ficou o seu marido, o qual me agradeceu pelo apoio dado a Isabel, e me disse que não havia outro caminho. Mas o Senhor por meio de Maria já havia programado um outro caminho...
No dia seguinte ela me ligou, e quando escutou a minha voz, começou a chorar, e eu dizia: “Isabel, por favor, me conte logo o que aconteceu!!!”. Ela me disse: “Diácono Mateus Maria, você nem imagine onde estou! Eu ansioso disse: “Mas o que aconteceu?” ela chorando me disse: “Estou no hospital para fazer a ficha do pré-natal do meu filho, o aborto não aconteceu!”. E fui eu que comecei a chorar de alegria de experimentar mais uma vez o infinito amor de Deus que nunca abandona. Isabel ratificava tudo dizendo: “Agora, ninguém mais irá arrancar a minha criança do meu ventre!”.
Ela me contou que estava sentada na clínica com a comitiva de morte (seu esposo e sogra), quando o médico saiu da sala e disse: “Quem é a próxima?”. O seu esposo disse: “É a minha mulher!”, o médico olhou para eles, e para os demais, e com gritos de raiva disse: “Podem ir embora! Estou cansado de fazer aborto, estou já até com a pressão alta!”. O seu esposo desconsolado, disse: “Doutor, está aqui os mil dólares, ela é a próxima!”. O Médico enfurecido disse: “Quem você pensa que é para dizer o que eu devo fazer? Eu sou professor de obstetria, atendo nos melhores hospitais de São Paulo, quem você pensa que é? Eu já disse, vão embora todos, que eu não vou mais fazer aborto!”.
O milagre tão esperado aconteceu!
No dia 17 de junho de 2006, pude conhecer pessoalmente Isabel, que veio para a minha ordenação sacerdotal, ela me abraçou chorando, dizendo que faltava agora só um mês para nascer a criança. E aquele foi para mim um grande presente.
No final de Junho, nasce adiantada a menina (que chamarei no texto) de Estelinha. Nasce saudável, e muita chorona, como todas as meninas...risos....
No mesmo ano de 2007, em uma data festiva dedicada a Nossa Senhora, entre as crianças que batizei, ela também se tornou filha de Deus, e pude desta vez te-la em meus braços e consagra-la nas mãos de Nossa Senhora Rainha da Paz, por mais uma vez.
Mas... na homilia, do batizado, pude fazer a minha “santa vingança”....risos.... só falei do amor de Deus...via Estelinha no colo de seu pai, acariciando-o, e enquanto eu falava sobre a dom da vida como um presente de Deus, um milagre inegável na vida da família, ele Adeodato chorava, pois havia se arrependido e também não podia negar aquele presente de Deus em sua vida.
Após o batizado disse a Adeodato: “Caro Adeodato, não tenho nada contra você, embora fui muito grosseiro contigo. Na verdade queria apenas a tua felicidade, juntamente com Isabel, tendo em vista o grande dom da vida que o Senhor os dava’. Adeonadato me agradeceu e disse: “Mas mesmo assim, eu não creio em Deus!”. Eu lhe disse: “Mas este milagre em tuas mãos, você não pode negar....!”, e apenas sorri...
Dou testemunho desta história de amor, para mostrar que o amor vence a morte!!!
Muito obrigado Nossa Senhora Rainha da Paz, por nos ter em tuas mãos!
Pe. Mateus Maria, FMDJ

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