Uma nova resposta ao conceito de espontaneidade



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Gustavo Queiroz Guimarães1
UMA NOVA RESPOSTA AO CONCEITO DE ESPONTANEIDADE
INTRODUÇÃO

O conceito de espontaneidade, embora seja um dos pilares do psicodrama, continua sendo um conceito difícil de ser apreendido. Vários textos definem a espontaneidade de uma maneira imprecisa e estereotipada. Neste texto, pretendo expor o conceito de espontaneidade seguindo a idéia moreniana de que a espontaneidade é melhor compreendida em função da conserva cultural.


Moreno (2003) considera quatro expressões de espontaneidade:

  • qualidade dramática: confere novidade e vivacidade a repetições;

  • criatividade: criação de novas obras e invenções, nascimento e criação de uma nova criança, criação de novos ambientes sociais;

  • originalidade: livre fluxo de expressão como variações da conserva cultural;

  • Adequação de resposta: resposta adequada a novas situações, aptidão plástica de adaptação, mobilidade e flexibilidade do eu.

Tenho a expectativa de que este texto possa ser uma resposta nova e adequada que facilite a apreensão do conceito de espontaneidade na obra de Moreno. E cabe a você, leitor, ousar uma nova resposta a mais um texto sobre a espontaneidade.


Utilizarei como referência de espontaneidade a seguinte situação: o contador de história, no momento em que está improvisando e recriando sua história junto com a platéia. Como referência de conserva cultural, utilizarei uma cena qualquer que seja narrada a partir da Gramática Narrativa (GN).
Espontaneidade Versus Gramática Narrativa
A Gramática Narrativa (GN), segundo Merritt e Liles (1989, p. 438) é uma forma de análise narrativa caracterizada por um conjunto de regras que descrevem a história (ou uma cena) como se seus elementos fossem previamente combinados, conservando sempre os mesmos componentes de sua estrutura: situação, eventos iniciadores, respostas internas, tentativas, conseqüências diretas e reações.
A GN teve sua origem a partir de análises de narrativas espontâneas. Seu modelo pode ser utilizado na elaboração de uma narrativa. A narrativa elaborada a partir deste modelo segue a estrutura pré-estabelecida da GN. Sabe-se que a GN é uma forma simples e ao mesmo tempo sólida de se estruturar uma narrativa. Por essas qualidades, a GN vem sendo utilizada por diversos psicólogos num treinamento cognitivo para desenvolver a habilidade narrativa. Na elaboração de uma narrativa segundo a GN, ao invés da estrutura desta narrativa seguir o fluxo da espontaneidade ou os passos de uma livre associação, ela segue rigorosamente a estrutura proposta pela GN. Assim, a GN constrói uma narrativa como se ela fosse um sistema fechado a novidades e completamente previsível.
Moreno diz que uma teoria de momento é inseparável de uma teoria da espontaneidade. Vejamos as seguintes palavras de Moreno:
Para que o momento seja experimentado como um momento sui generis, são requeridas as seguintes circunstâncias: (a) deve ocorrer uma mudança na situação; (b) a mudança deve ser suficiente para que o indivíduo perceba a experiência de novidade; (c) essa percepção implica atividade por parte do indivíduo, um ato de aquecimento preparatório de um estado espontâneo (MORENO, 2003, p.155).

Sabemos que um universo aberto é condição para a presença da espontaneidade. Se uma narrativa ancorada na GN é um sistema fechado, teoricamente ela possui 0 % de espontaneidade e conseqüentemente, ela é 100 % conserva cultural.


A categoria de momento só tem significado num universo aberto, isto é, num universo em que têm lugar a mudança e a novidade. Num universo fechado, pelo contrário, não existe momento e, com sua ausência, não há crescimento, espontaneidade ou criatividade (MORENO, 2003, p.155)

Proponho a compreensão da espontaneidade em contraponto à narrativa feita a partir do modelo de GN por duas razões: a primeira, é que este modelo facilitou a minha própria compreensão da espontaneidade; a segunda, é que para Moreno, a conserva cultural é a base necessária para a compreensão do conceito da espontaneidade e do momento.


Se a categoria do momento pudesse ser construída contra esse fundo mais adequado, a conserva cultural, o caminho ficaria aberto para uma teoria moderna do momento, assim como para uma teoria da espontaneidade e criatividade. (MORENO, 2003, p.156)

Vejamos os componentes da GN identificados por Stein e Glenn (1979):

1- Situação: as locações, personagens, o estado ou contextos habituais;

2- Eventos iniciadores: ações, eventos, mudanças no ambiente físico ou na percepção interna que o personagem constrói do evento;

3- Respostas internas: emoções do personagem, metas, desejos, intenções ou pensamentos que conduzem à formulação de um plano ou de uma seqüência de ações;

4- Tentativas: ações para resolver a situação ou atingir a meta;

5- Conseqüências diretas: marca a consecução ou não da meta;

6- Reações: como o personagem sente, pensa ou age em relação às consequências diretas.


Utilizando a estrutura da gramática narrativa para facilitar a apreensão do conceito de espontaneidade.
A GN pode ser utilizada para narrar uma cena onde a espontaneidade faz-se presente. Eu me recordo de uma certa cena sobre a descoberta da lei da gravidade:

Newton estava sentado embaixo de uma macieira (Situação).

De repente, uma maçã cai (evento inicial)

Newton tem um insight e percebe que se ela caiu é porque existe uma força que a atraiu (resposta interna).

Newton cria a lei da gravidade (ação).

A lei da gravidade ajuda toda a humanidade a compreender os fenômenos físicos de nosso universo (consequência)



Realmente, o mundo funciona como um relógio. (Reação)
Diante desta pequena narrativa, eu faço a seguinte pergunta: supondo que esta narrativa realmente se refira ao nascimento da teoria da gravidade, a espontaneidade está presente? E se está presente em qual dos componentes da GN a espontaneidade aparece?
Considerando a forma de espontaneidade “uma nova resposta a uma nova situação” ou “uma nova resposta a uma situação antiga”, nosso primeiro impulso é situá-la como uma resposta interna ou uma tentativa (componentes 3 e 4 da GN respectivamente). Neste raciocínio, tomando a cena acima descrita, a espontaneidade apareceria quando Newton teve o insight e quando ele criou a lei da gravidade.
Retomando o que foi dito acima sobre as circunstâncias para que um momento se torne sui generis, temos que: na circunstância (a), Moreno fala de uma situação e uma mudança desta situação. Podemos analisar à luz da GN que Moreno utiliza do componente 1(situação) e 2(evento iniciador) da GN. Se esta mudança pode ser encontrada na GN ela não serve para diferenciar um evento de grande presença de espontaneidade para um de pouca espontaneidade, uma vez que a GN é capaz de descrever de uma mesma maneira tanto um evento de grande espontaneidade como um completamente mecânico.
Na circunstância (b), Moreno destaca a percepção do indivíduo e também a experiência de novidade. A percepção do indivíduo é focalizada no componente 3 (resposta interna) da GN. Entretanto, a experiência de novidade é uma qualidade desta resposta interna. Acredito que nesta experiência de novidade esteja uma das chaves para se compreender a espontaneidade. O foco não é apenas a mudança de uma situação, mas dois aspectos subjetivos: a percepção da mudança pelo indivíduo e a experiência de novidade.
Na circunstância (c), Moreno nos fala ainda de uma resposta que se inicia com um aquecimento para a espontaneidade. O autor esclarece: “O processo de aquecimento manifesta-se em toda e qualquer expressão do organismo vivo, na medida em que este se esforça no sentido de um ato” (MORENO, 2003. p. 155) e “Se não houver sinais de aquecimento, concluiremos pela ausência ou perda da espontaneidade” (2003: 156).
A resposta interna (3) num episódio de espontaneidade pressupõe, durante algum tempo, mínimo que seja a falta de uma resposta adequada. É essa ausência de uma resposta adequada que possibilita a presença de auto arranques físicos e mentais que permitirão o surgimento de formas de expressão mais organizadas. Essa falta de uma resposta adequada é condição para que a nova resposta surja.
Moreno diz da percepção do novo e da ação em relação a este novo: uma resposta a uma nova situação ou uma nova resposta a uma velha situação. Até agora destacamos a percepção do novo. Falaremos da ação. Para Moreno, toda ação é interação por meio de papéis. Quando falamos na espontaneidade como resposta adequada nós estamos também falando de se assumir um papel.
O componente seguinte da GN seria a tentativa (4) que nesta nossa análise é uma ação, que se dá através do desempenho de um papel. Em nosso exemplo, poderíamos supor que a criação da lei da gravidade foi uma ação adequada e, portanto espontânea. Levanto a seguinte questão: será que a adequação da resposta está relacionada com sua consequência? Um jogador de basquete que arremessa a bola depende de acertar a cesta para seu ato ser considerado espontâneo ou basta o arremesso ter sido uma nova resposta? Quero pensar que a consequência (componente – 5) não é determinante para indicar a presença da espontaneidade. Talvez, se acompanharmos o desenrolar da história tomando a consequência (5) como uma nova situação (1), teríamos um movimento que revelaria a adequação das respostas como uma tentativa de êxito. Como diz Aguiar (1998), a espontaneidade se atualiza na interação.
Poderíamos dar-nos por satisfeitos com tal explicação, mas ela está longe de ser completa e carece de abordar um aspecto fundamental para a nossa compreensão.
Se analisarmos o seguinte estereótipo: um funcionário público que bate carimbos durante o dia inteiro (situação - 1). A cada instante ele tem um novo documento em mãos (Evento iniciador – 2). Ele olha o documento desanimado e sabe que deve cumprir seu dever (resposta interna – 3). Ele carimba mais um documento (Tentativa – 4). Ele cumpre bem a sua função (Consequência -5). Ele pensa: sou mesmo um funcionário responsável e infeliz! (Reação)
Percebemos nesse episódio uma total falta de espontaneidade. Sabemos que a repetição é uma circunstância que não favorece a espontaneidade. Nosso funcionário segue sua rotina sem perceber nenhuma novidade. O episódio se repete porque não há a presença da espontaneidade.
Podemos concluir que para haver espontaneidade é preciso ter algo novo, ou na situação ou na resposta do sujeito. A situação a que Moreno se refere em sua fórmula para definir espontaneidade é uma situação essencialmente qualitativa. Nas palavras de Moreno: “é devido à operação do fator “e” que pode ter lugar uma mudança na situação e que uma novidade é percebida pelo sujeito” (2003, p. 155). Essa resposta mecânica e estereotipada do funcionário não traz nenhuma mudança na situação, embora o documento carimbado possa autorizar um crédito de milhões ou executar uma hipoteca. Assim funcionam as respostas estereotipadas em outras dimensões de nossa sociedade, configurando o que Moreno denomina “conserva cultural”.
Pelo acima exposto, podemos constatar que uma história narrada pela GN, não é capaz de revelar a presença da espontaneidade. A estrutura da narrativa é a mesma, com ou sem a presença da espontaneidade. Porém, quando há a presença da espontaneidade, existe uma mudança qualitativa da situação. Acredito que a espontaneidade, para além de ser uma resposta nova a uma situação, é uma qualidade de presença. É esta qualidade de presença que permite o novo. Esta qualidade de presença é o que permite o aparecimento das diversas formas de espontaneidade, que poderá ser ilustrada pela citação de Moreno:
(...) metaforicamente, se acende uma luz numa sala e todas as suas partes se tornam claras. Quando se apaga a luz, a estrutura básica da sala continua sendo a mesma e, no entanto, desapareceu uma qualidade fundamental (MORENO, 2003, p. 136).

A espontaneidade não estaria especificamente em nenhum dos componentes da GN, e sim, permeando toda a cena no momento em que ela acontece. Uma qualidade de presença permite utilizar esta espontaneidade, como os olhos conferem sentido a luz. Essa qualidade de presença é ressaltada por Moreno quando ele diz que o principal objetivo de uma escola para a espontaneidade é permitir que o aluno possa experimentar o estado de espontaneidade. Afinal, o que é estado de espontaneidade, essa qualidade de presença?


Morente (1996) que enfatiza a distinção entre os conceitos de ideia e vivência. Ele cita um exemplo de Bergson, filósofo que inspirou Moreno em sua teoria de momento. O exemplo diz que por mais que uma pessoa estude os mapas de Paris, os nomes de suas ruas, fotos, depoimentos ela terá apenas uma idéia de Paris. Mas, se ele caminha durante vinte minutos pelas ruas de Paris, terá uma vivência. Ressalta a enorme diferença entre uma ideia e uma vivência. Desenvolverei aqui algumas ideias sobre esse estado de espontaneidade sem com isso negar o valor de sua vivência.

Espontaneidade Como Uma Qualidade de Presença
Entendo a espontaneidade como uma qualidade de presença. Podemos perceber essa qualidade de presença nas outras pessoas e também em nós mesmos. Ela está presente nas quatro expressões de espontaneidade: qualidade dramática, criatividade, originalidade e adequação de resposta.
Quando realizamos uma ação com esta qualidade de presença, produzimos significados, metáforas ou sentidos para nossa experiência. Somos flexíveis, potencialmente criativos, temos a sensação de estarmos vivenciando algo novo. Quando não apresentamos esta qualidade de presença, vivenciamos ou provocamos no grupo sentimentos de confusão, inadequação e repetição.
A qualidade de presença da espontaneidade está relacionada com o sentimento de surpresa: ela faz parecer novos, frescos e flexíveis todos os fenômenos psíquicos. É um estado que surge e só funciona no momento que surge e que gera uma energia de acesso imediato, disponível em graus variados e que opera como um catalisador psicológico.
Já a falta da espontaneidade está relacionada com a rigidez, a reação confusa, a resposta inepta, a repetição, a ação assustada ou perplexa, a resposta falsa ou a falta de resposta.
Moreno propõe uma educação para a espontaneidade. “... a evolução consciente através do treino da espontaneidade abre novos horizontes para o desenvolvimento da raça humana.” (MORENO, 2003, p.97) Para ele, a educação para a espontaneidade estimula o aluno a vivenciar diversos estados: de medo, raiva, tristeza, e tantos outros. O aprendizado é direcionado para esses estados. Se a criança estiver com fome, é possível aprender sobre a comida. O conteúdo é transmitido em função destes estados.
É fácil perceber o potencial da narração de história para que o conhecimento tenha um sentido enraizado no próprio sentir do aluno. Regina Machado faz a seguinte pergunta referindo-se à arte de narrar histórias:
Que efeito é esse que pode transformar uma audiência – de início um bando de gente com CPF, RG e muita pressa – num grupo de pessoas inteiras, que de repente vivem o compasso sonoro em que podem dizer “agora eu era herói”, como na imagem poética de Chico Buarque de Holanda? (MACHADO, 2004. p.15)

Para Moreno, o principal objetivo de uma escola para a espontaneidade é permitir que o aluno possa experimentar o estado de espontaneidade. Experimentar um modo de estar no mundo que permite uma liberdade, aliada a uma adequação e a uma aptidão privilegiada para responder ao momento.

Afinal, o que define esse estado de espontaneidade, essa qualidade de presença na arte de contar histórias?
“Quando o contador de estórias começa, as crianças rapidamente se reúnem à sua volta” (MORENO, 1984. p. 45) O que atrai as crianças? O que atraiu aquela multidão bíblica que escutou o sermão da montanha? Para Moreno, trata-se de uma presença espontânea, que permite o livre fluxo de palavras, idéias, expressões e gestos.
A espontaneidade é um elemento presente no ato da narração de história. Quando eu estou no papel de contador de histórias, costumo usar um colete. Uma amiga brinca que quando eu coloco o colete eu me transformo em outra pessoa. Com o colete, eu sinalizo e me aqueço: agora eu sou um contador de histórias, um narrador espontâneo. Machado (2004) diz que “um bom contador de história vive um determinado ‘estado’ que tem o efeito de produzir em quem o escuta uma experiência estética singular”. Ela chama essa qualidade do contador de história de um estado de presença.
Para Regina Machado (2004), esta qualidade de presença é justamente o que o contador de história tem a oferecer para a história. Uma boa narração de história deve permitir à platéia experimentar o estado de espontaneidade ou lhe possibilitar a recuperação de seu potencial espontâneo criador, despertando-os para serem protagonistas de suas próprias vidas.
Lembremos mais uma vez que a Narração de Histórias não é estranha ao Psicodrama. Nos Jardins de Viena, as crianças se reuniam em volta de Moreno para ouvir contos de fada. Moreno, o criador do Psicodrama, como se tocasse uma flauta mágica, encantava aquelas crianças que formavam círculos para compartilharem aquele instante, não tanto pelas histórias, mas pela atmosfera de suspense, mistério e magia que ali se formava. Naqueles momentos, o irreal tornava-se real. Foi contando histórias que Moreno começou suas experiências com a espontaneidade. A espontaneidade fluía no papel do contador de histórias.

REFERÊNCIAS
AGUIAR, Moysés. Teatro Espontâneo e Psicodrama. São Paulo: Ágora, 1998.

BUSTOS, d.m. Locus, matriz, status nascendi e o conceito de grupamentos. Asas e raízes. In HOLMES, KARP E WATSON (org.) O psicodrama após Moreno: inovações na teoria e na prática. São Paulo: Ágora, 1998.

BUSTOS, D.M. Psicoterapia Psicodramatica: acción + palavra. Buenos Aires: Editorial Paidos, 1975.

CUKIER, Rosa. Sobrevivência Emocional: as dores da infância revividas no drama adulto. São Paulo: Agora. 1998.

GONÇALVES, Camila Sales, José Roberto Wolff, Wilson Castello de Almeida. Lições de Psicodrama: introdução ao pensamento de J.L. Moreno. São Paulo: Agora, 1988.

MACHADO, Regina. Acordais: fundamentos teórico-poéticos da arte de contar histórias. São Paulo. DCL. 2004.

MERRITT, d.D. & Liles, B.Z. Narrative analysis: clinical applications of story generation and story retelling, Journal of Speech and Hearing Disorders 54:438-447, 1989.
MORENO, Jacob Levy. Psicodrama. 09 ed. São Paulo: Editora Pensamento Cultrix Ltda. 2003.

MORENO, Jacob Levy. O teatro da espontaneidade. São Paulo. Summus. 1984.

MORENTE, Manuel Garcia. Fundamentos de Filosofia: Lições Preliminares de Filosofia. 5.ed. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1966. Lição I, p.23-32.

PUTINI, Escolástica Fornari. Psicodrama na Educação. Ijuí: Editora Unijuí, 1991.

Stein, N.L. & Glenn, C.G. An Analysis of Story Comprehension in Elementary School Children, pp. 53-120. In: Freedle, R.O. (ed.) New Directions in Discourse Processing, Norwood (NJ), Arblex, 1979.

VALE, Z.M.C. Teatro Espontâneo como instrumento de pesquisa-ação. Texto para disciplina de Fenomenologia no Mestrado de Psicologia Social. Belo Horizonte: UFMG, 2005.



VALE, Z.M.C. Playback theatre: teatro-arte espontâneo e terapêutico. Revista Brasileira de Psicodrama, São Paulo, v. 9, n. 2, p. 39-54, 2001.



1 Este trabalho foi orientado por Zoe M. C. Vale, supervisora-didata da FEBRAP e docente do IMPSI.


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