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UNASPRESS - Agência de Notícias
Curso de Jornalismo do Centro Universitário Adventista
Campus Engenheiro Coelho, SP

Desenhos da Disney estimulam sexo e violência


César Augusto Ribeiro *
Ponta Grossa, Paraná, Brasil (Unaspress) - Desenhos animados podem conter
mensagens subliminares (mensagens subliminares são sugestões geralmente
imperceptíveis ao consciente, que são embutidas em vidros ou músicas, e que
pela repetição, acabam sendo aceitas de maneira inconsciente).
Depois que a notícia sobre a existência de imagens subliminares nos desenhos
da Disney foram divulgadas pelo pregador brasileiro Josué Yrion, radicado
nos EUA, inúmeros pesquisadores saíram à caça de mais evidências.
Infelizmente, para a Disney, a lista  foi ampliada. São fatos e provas
contundentes demais para ignorá-los. Até mesmo pessoas não-religiosas e,
portanto, sem o mesmo interesse no assunto que o pregador, ficaram
horrorizadas com aquilo que estava sendo mostrado a seus filhos em nome da
alegria e do encantamento.

Veja o que se descobriu: no filme "Mogly", a serpente diz ao menino que olhe


em seus olhos, porque levaria para o abismo, de onde jamais poderia sair; no
filme "Robin Hood", o herói usa uma bola de cristal para chamar o príncipe
das trevas e faz conjuros com os dedos das mãos, sinais reconhecidos como os
mesmos utilizados pelos satanistas para invocar demônios; no filme
"Hércules", o diabo sai do meio do abismo e diz que seu nome é Hades, o
senhor da morte; a capa do vídeo "A pequena sereia" é apontada como
pornografia infantil: colunas submersas têm forma de um membro sexual
masculino. No filme, na cena do casamento, existem sinais de excitação
sexual; no filme "Cinderela", o gato se chama Lúcifer; o significado
indígena da palavra "Pokahontas" é "espírito invocado do abismo". A garota
do filme vai a uma árvore e consulta o espírito de alguém que teria morrido
há 400 anos.
Homossexuais e lésbicas
Em junho de 1996, 97 e 98, a Walt Disney World foi a anfitriã do 6.º, 7.º e
8.º Fia Anual de Gays e Lésbicas. Num desenho animado, os organizadores
retrataram o Mickey e o Pato Donald como amantes homossexuais, e Minnie e
Margarida como lésbicas. A companhia não fez nenhuma objeção publicamente.
Os atores Ernie Sabella e Nathan Lane disseram que as personagens que
interpretam (Timão e Pumba) no filme "O Rei Leão" foram as primeiras
personagens homossexuais da Disney a aparecer na tela.
A Disney contratou Devin Smith para produzir  os filmes "Dogma", que ataca o
cristianismo, dizendo que a crença cristã é pouco mais que mitologia, e "A
procura de Amy", sobre um homem que diz ser amado por uma garota, até
descobrir que ela é lésbica. Eu mesmo vi uma chamada para este filme na TV a
cabo HBO no início de julho de 2000. Há um beijo na boca entre garota e sua
namorada (já na própria chamada) que é de tirar o fôlego. De nós, não
delas...
A Disney admitiu em janeiro que o até então inofensivo desenho animado
"Bernardo e Bianca", produzido em 1997, contém imagens subliminares ao longo
da fita. A cena acontece aos 28 minutos do filme: os dois ratinhos -
engajados em ajudar uma menina a se livrar de seqüestradores - então
viajando sobre um velho albatroz. À aterrissagem, o pássaro perde altura e
passa em frente a vários prédios. Numa janela aparece a imagem pornográfica
de uma mulher expondo o corpo.  A Disney só admitiu o que chama de "imagens
de fundo objetáveis" depois que elas apareceram na internet. A empresa
informou que recolheu cerca de 3,4 milhões de fitas nos EUA. A cena de nudez
no desenho animado amplia suspeitas entre milhares de cristãos do mundo
inteiro a respeito da idoneidade moral da companhia. Nos EUA, por exemplo, a
numerosa Convenção Batista do Sul, que agrega cerca de 15 milhões de
cristãos, aprovou há dois anos um boicote a todos os filmes, produtos e
centros de diversão da empresa.
Venenos da Rede Globo
"Pokémon" ("alguns demônios na mochila" - 'poke'=bolso; 'mon',abreviação de
'demon'. 'Pokemon'= demônios de bolso) pode ser uma novidade para os
pequenos, mas uma tremenda dor de cabeça para os pais cristãos, todos
instigados ao mal e à violência. O jornal Folha de S. Paulo, de 14/2/1999
traz a notícia de 685 crianças japonesas internadas após verem uma cena do
monstrinho Pikachu na tevê. Naquela noite, centenas de adultos, ao verem a
mesma cena no telejornal, também foram internadas com graves distúrbios.
Demônios? Obsessão? Paranóia? O que sei é que para um pai consciente isso
basta. Claro, você dirá, isso é normal no mundo de hoje. Para mim não é.
Conheço crianças com sérias perturbações (os pais acham que são normais)
porque passam as manhãs vendo esses desenhos, as quais vão se acostumando a
imagens e a realidade de sexo, lesbianismo, violência e satanismo sem ainda
poderem discernir entre realidade e fantasia. Só que não é fantasia, é
realidade! E então acontece uma verdadeira lavagem cerebral. Matam já desde
pequenos (basta ver quantos assassinatos há nos EUA praticados por crianças)
sem saber o real porquê.
Outro exemplo. Não acham estranho o boneco Tinky Winky, dos Tele Tubbies,
que é masculino, usar bolsa? Ah, disse a criadora australiana questionada
pela "Time", "criança usa bolsa, saia, qualquer coisa, porque é inocente". E
por que será que ele usa aquele triângulo, símbolo dos gays na cabeça?
Felizmente a revista "Time" considerou "O rei leão" como o mais sujo e
perverso filme já produzido pela Disney. Há um leão efeminado, ensinos de
bruxaria, consulta aos mortos e, quando Simbad bate as pernas em uma pedra e
o pó se levanta, aparece a palavra sexo, em inglês, numa fração de segundo.
Venenos da Editora Abril

De fato, a Disney caminha à margem  da humanidade. Por que será que o Tio


Patinhas não tem esposa? Nem o Pato Donald? Nem o Mickey? Eles têm
sobrinhos. Mas onde estão os pais dessas crianças ? A Lalá, a Lelé e a Lili
são filhas de quem? E por que será que o Pateta nunca se casa com a
Clarabela? E nem o Mickey com a Minnie? E a bondosa vovó Donalda casou com
quem para ser avó? Por que ninguém tem esposa ou marido? Interessante, não?
Nenhum valor dos personagens segue os valores da humanidade. O Patinhas é
avarento, o Donald nervoso, o Pateta é atrapalhado, o Gastão sortudo, a Maga
feiticeira, o Gansolino preguiçoso, e assim por diante. Valores? Que
valores? Pra piorar, a Disney retratou os brasileiros através de um
personagem vadio, gozador, desempregado por opção e trambiqueiro: o Zé
Carioca. Para a Disney, ele é protótipo do nosso povo.
O que estranho em toda essa história é: porque uma empresa como a Disney
chegou a este ponto? Pôr uma imagem pornográfica num desenho de Bernardo e
Bianca? Para quê? Nessa hora, não tem jeito, tenho de apelar para Jesus: "A
boca fala daquilo que o coração está cheio", dizia Ele. "Sepulcros caiados",
gritava contra os fariseus, "vocês são bonitos por fora, mas podres por
dentro". Será que os batistas, com seu boicote, não tem razão?
* Especialista em Comunicação pelo Centro Nacional de Pesquisas Científicas
de Lion (França), com cursos de extensão de TV na EuroVisão (Genebra,
Suíça), de Rádio (Lausanne, Suíça) e Audiovisual (Roma). Publicitário, sócio
da agência Marchand Propaganda, em Ponta Grossa (PR).
irineokoch@yahoo.com.br


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