Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Biomédicas



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5 BOLSISTAS PRODUTIVIDADE - CNPq


O número de docentes do Instituto com bolsas de produtividade do CNPq – científica e tecnológica – vêm crescendo nos últimos anos. Considerando a alta competitividade dessas bolsas e a rigorosa seleção realizada em escala nacional, com avaliação efetuada por membros externos ao Instituto, esse indicador fornece, de um modo geral, uma dimensão de como os docentes se destacam no país. Portanto, devemos ressaltar sua importância e indicar que todos os docentes sejam incentivados a pleitear sua concessão. Este parâmetro, por ser efetuado por membros externos e respeitar as diferenças de áreas pode ser empregado, pelo Instituto, como forma de valorização profissional para seus docentes.

Em 2010, 95 docentes (66,4% dos docentes na ativa) recebem bolsas de produtividade científica, ou tecnológica, do CNPq, sendo 52 nível 1 e 42 nível 2. Os docentes qualificados como nível 1 se dividem em 12- 1A, 15 – 1B, 11-1C, 14-1D, 2-Sênior. Na Tabela 2 apresentamos a distribuição dessas Bolsas de Produtividade entre os Departamentos do ICB.



Tabela 2- Distribuição de Bolsas produtividade CNPq nos pelos Departamentos no ICB.




Nível da Bolsa de Pesquisador






Total




1A

1B

1C

1D

Senior

2




BMA

1

1

1

-

-

6




09

BMB

2

2

3

5

-

4




16

BMC

1

2

2

3

-

6




14

BMF

2

2

-

1

-

5




10

BMI

2

3

2

1

-

6




14

BMM

1

2

1

4

1

8




17

BMP

2

3

2

-

1

7




15

ICB

11

15

11

14

2

42




95



6 PRODUÇÃO CIENTÍFICA


Durante o ano 2010, pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas participaram da autoria de 432 artigos científicos, sendo a grande maioria das publicações em revistas que apresentam valores de fator de impacto (381, fonte JCR 2010), e, portanto, de abrangência internacional. Em 208 (54,3%) desses artigos indexados, os pesquisadores aparecem como autores responsáveis (primeiro ou último autor), em uma clara indicação da maturidade e inserção internacional dos grupos de pesquisa aqui instalados. Por outro lado é importante salientar que a produção científica como co-autores (em 45,4% desses trabalhos) também revela capacidade de cooperação científica que deve ser valorizada. A Tabela 3 indica a distribuição de artigos nos quais os pesquisadores do ICB aparecem como autores responsáveis em cada Depto.

Tabela 3- Distribuição dos artigos científicos indexados cujos pesquisadores do ICB aparecem

como autores responsáveis (Primeiro ou último autores).





Autores Responsáveis/Total

%

BMA




25/38




65,8

BMB




44/77




57,1

BMC




24/57




59,6

BMF




26/54




48,1

BMI




31/62




50,0

BMM




44/68




64,7

BMP




22/52




42,7

Entre os artigos científicos incluímos ainda 10 capítulos publicados em livros de abrangência internacional, revelando o prestígio internacional de nossos docentes, uma vez que em muitos casos foram convidados para isso. Além disso, deve-se salientar que os docentes participaram como autores e co-autores em 39 capítulos de livros nacionais e 20 artigos em revistas de divulgação científica no Brasil. Esses trabalhos devem ser valorizados pela importância no país, seja ela pelo valor didático ou pela sua capacidade de divulgação das pesquisas científicas desenvolvidas no Instituto.

A evolução da produção científica do ICB, desde o ano 2000, é apresentada na figura 4. A figura mostra uma clara tendência de aumento na quantidade de artigos científicos publicados na última década. Esse aumento parece ainda continuar em 2010, sendo que como pode se verificar na figura 5 há uma tendência de estabilização de publicações em revistas não indexadas (ou que não tem fator de impacto).

Figura 4- Evolução do número de publicações de pesquisadores do ICB. Chamamos a atenção

que os critérios usados antes de 2008 podem ter sido ligeiramente diferentes dos

adotados atualmente.



Figura 5- Avaliação da evolução do número de publicações dos últimos anos, considerando

aqueles indexados ou não.

Considerando-se apenas as publicações com fator de impacto, verificamos que nos últimos 3 anos (Figura 6) há uma tendência de redução do número de publicações em revistas com fator de impacto abaixo de 2,0, com melhoria em revistas com fator de impacto superiores a esse valor. Verifica-se também que classicamente a maior parte dos artigos publicados no ICB tem fator de impacto entre 2,0 e 2,9, sendo expressivo o número de artigos publicados (77, ou 20%) com fator de impacto acima de 4,0. Obviamente, o parâmetro de fator de impacto deve ser observado com cuidado, já que as diferentes áreas podem apresentar fatores de impacto médios distintos, e certamente este não é o único parâmetro de qualidade científica. Entretanto, avaliamos que em geral esses dados podem indicar uma ligeira melhora na qualidade das publicações do ICB. Também acreditamos que publicações com melhor fator de impacto devem ser valorizadas, e por esse motivo, no final desse anuário divulgamos a primeira página de todos os artigos com fator de impacto maior do que 4 publicados em 2010.


Figura 6- Distribuição de fator de impacto em publicações do ICB desde 2008 a 2010.


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