Universidade federal da paraíba centro de educaçÃO



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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA


CENTRO DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DAS RELIGIÕES









PROJETO DE APOIO À FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE ENSINO RELIGIOSO - Prolicen - 2012
RENOVAÇÃO
UMA ANÁLISE MÍTICA SOBRE AS LENDAS NOS LIVROS DIDÁTICOS

Profª Drª Eunice Simões Lins Gomes

Unidade de Lotação: DCR/CE/UFPB
euniceslgomes@gmail.com celular: 8773-0475
Profª Ms Leyla Thays Brito da Silva – Unidade de Lotação: DCR/CE/UFPB

leylahestia@hotmail.com Celular 88987090 Matricula Siape 1742355

Fevereiro de 2012



UMA ANÁLISE MÍTICA SOBRE AS LENDAS NOS LIVROS DIDÁTICOS
Profª DrªEunice Simões Lins Gomes1

Profª Ms Leyla Thays Brito da Silva2




1. JUSTIFICATIVA
Tendo em vista que o ensino religioso (ER) é uma disciplina de matrícula facultativa sendo assim, parte integrante da formação básica do cidadão constitui-se disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, sendo a escola um espaço de construção e socialização do saber e o educador ser o agente responsável para proporcionar o conhecimento e a reflexão sobre o fenômeno religioso, consideramos que no ambiente escolar seja possível refletir sobre a função sócio-educativa que a escola exerce, pois acreditamos ser um espaço privilegiado para produções de novos conhecimentos.

Sendo assim, estaremos dando continuidade no nosso projeto desenvolvido em 2011 pesquisando nos livros didáticos do ensino fundamental I e II, as lendas, juntamente com os professores, com o propósito de despertar para o uso da imaginação simbólica na sala de aula através da identificação das lendas.

Dentro do espírito da nova lei do ER, é preciso ter consciência que não há o desejo de catequizar os alunos na escola publica, mas fazer um ensino que respeite a pluralidade cultural, valorizando a diversidade cultural-religiosa em sala de aula e consciente da função social da educação no atual contexto histórico-cultural, auxiliar na compreensão das diferentes formas de exprimir o transcendente, inclusive, contribuir para o respeito daqueles que não pertence a nenhuma religião e dos que dizem não professar crença alguma, (HOLMES, 2010).

Consideramos que o ER na escola publica tem como proposta analisar o fenômeno religioso com base na convivência social dos alunos, apresentando transcendente, tal como é concebido nas mais variadas culturas e tradições religiosas. Em nosso caso, no estado da Paraíba, o ER valoriza a diversidade religiosa e o aspecto cultural da sociedade paraibana. Seu objetivo consiste em facilitar a compreensão do educando e reconhecer a escola como lugar privilegiado para o exercício e o aprendizado na busca de um diálogo sadio e interconfessional, sem quaisquer, forma de proselitismo.



2. OBJETIVOS

2.1 GERAL

Nossa proposta consiste em identificar nos livros didáticos do ensino fundamental I e II, as lendas e desenvolver a análise mítica de novas lendas selecionadas com os professores do ensino fundamental I e II da rede municipal e estadual. Estaremos dando continuidade na pesquisa realizando o estudo em uma escola da rede municipal e uma da rede estadual, com todo o material didático utilizado pelos professores.


2.2 ESPECÍFICOS

- Identificar e contextualizar as lendas presentes em todos os livros didáticos do ensino fundamental I e II;

- Catalogar as imagens míticas das lendas selecionadas para análise na pesquisa, em unidades de sentido de acordo com a teoria geral do imaginário proposta por Durand;

- Analisar juntamente com os professores do ensino fundamental I e II o significado mítico das lendas selecionadas de acordo com conteúdo didático pedagógico utilizado no ER.


3. FUNDAMENTOS TEÓRICOS-METODOLÓGICOS

Adotaremos para análise como critério de seleção, os livros didáticos das disciplinas Geografia, História, Português, Matemática e Ciências onde serão contempladas diversas editoras, e do ER a coleção “Redescobrindo o Universo Religioso” da Editora Vozes, e a coleção “Diversidade Religiosa no Mundo Atual” Paulinas, por se constituir um dos mais utilizados pelos educadores do ensino fundamental I e II da rede municipal e estadual do município de João Pessoa.

Em seguida será utilizada para a análise a proposta de Jolles (1930) em “formas simples”, e estruturaremos nosso estudo literário, catalogando de acordo com os registros que forem sendo inseridos no contexto cultural. No entanto, será escolhido as lendas como critério de análise, catalogadas por Jolles como legendas. Contudo, esclarecemos que não estaremos desenvolvendo explicações do texto, pois entendemos que cada relato possui a sua essência mítica que vem sendo repassada de geração a geração. Por último, realizaremos um novo recorte e desenvolveremos a análise mítica a partir da teoria geral do imaginário proposta por Durand(1997).
3.1 CONSIDERAÇÕES SOBRE LENDAS
Iniciamos conceituando etmologicamente a palavra lenda que provém do baixo latim, legenda, significa “o que deve ser lido”(BAYARD, 2002). No inicio essa leitura constituía uma compilação da vida dos santos e era lida nos refeitórios dos conventos. Aos poucos foi ingressando na vida profana; essas narrações populares, baseadas em fatos históricos precisos, não tardaram a evoluir e se embelezar. No contexto atual, a lenda, já transformada pela tradição, se constitui como um produto inconsciente da imaginação popular.

Discorrer sobre o universo lendário consiste, sobretudo, em revalorizarmos a dimensão da oralidade no processo de formação da cultura popular, tendo ela essencialmente o imaginário que configura uma herança cultural extraordinária para o entendimento do ser humano na totalidade de sua vivência na sociedade atual, assim, é nesse palco fecundo que o imaginário popular opera, desvendando sentimentos que germinam em narrativas, ou imagens arquetípicas que retratam a nossa cultura.

Sabemos que as sociedades promovem a continuidade das experiências dos nossos ancestrais acrescentando, a cada fase, a herança cultural da humanidade. Considerando que a partir da tradição oral foi possível conectar diferentes experiências das culturas humanas, e que a transmissão das ações do cotidiano, os relatos dos feitos heroicos, do fenômeno da natureza de forma imaginativa se tornaram preciosas fontes literárias, de modo que a oralidade aparece como a primeira manifestação da ciência a literária, não podemos deixar de enfatizar, deste modo, o papel da linguagem nas chamadas fontes orais, das quais destacamos as lendas, objeto de nossa análise.

Neste aspecto, avaliamos o homem como um ser de relações que desde os primórdios se articula com o outro, com o mundo, com si mesmo e com o transcendente em suas diversas manifestações. Segundo (FERREIRA-SANTOS, 2004), “nós somos os portadores da palavra e não seus produtores. É dádiva divina o poder de nomear as coisas”.

Neste processo de articulação, segundo Vaz (1995), o homem expressa o que tem de mais profundo em sua vivência. É dessa concepção que aparece a linguagem como meio no qual todas as relações acontecem, a qual é reconhecida como intermediária entre o homem e as coisas.

Na perspectiva de Cascudo apud Sales (1978), a lenda conserva as quatro características do conto popular e do folclore, de modo geral: antiguidade, persistência, anonimato e oralidade. Logo, as lendas são estórias muito antigas, que se perderam no tempo, mas que sobrevivem e persistem no tempo sendo transmitidas pela oralidade popular; estórias que existem e se reproduzem desde tempos imemoriais, sendo impossíveis de serem datadas, e que, também, não tem um autor reconhecido, são anônimas, e torna-se evidente esta análise ao analisar a lenda selecionada em nossa investigação e identificar o universo mítico que possui no ambiente escolar.

As lendas são contempladas no universo simbólico da linguagem, pois elas nos colocam em contato com a dimensão transcendental de uma dada cultura, entendendo, contudo, que o símbolo é portador de um sentido, representando o lado oculto das coisas do mundo e do ser humano. Nesse sentido, a lenda aparece como um símbolo oral da linguagem poética.

[...] uma das principais características das lendas é que o mundo sobrenatural é parte essencial delas. Toda lenda é composta de algum traço “sobrenatural”, que está além da natureza, pode-se dizer: além da realidade. (CASCUDO,1978 p. 271, citado por SALES, 2007 p. 70).


Portanto, a lenda concerne essencialmente a um fato acrescido da imaginação popular, ou seja, é uma narrativa imaginária que possui raízes na realidade objetiva. Nesta dimensão o mito está na disposição que o homem tem para representar/simbolizar, seja pelas imagens propriamente simbólicas ou pelos pretextos arquetípicos. O imaginário é o centro da capacidade do homem para transcender e que, com pouca variância, se realiza na forma de imagens simbólicas e de narrativas arquetípicas (DURAND, 1993).

A interação entre o homem e o mundo acontece de forma indireta, uma vez que entre ele e o universo físico existe o aspecto simbólico. Assim, o homem lida com os significados atribuídos às coisas pela sua cultura, pois, a dimensão cultural organiza o simbolismo lógico e o nível do significado, conforme (DURAND, 1993).

Portanto, esta linguagem simbólica permite o ser humano ir além de si, do mundo e da história. Representa as conquistas de um ser humano ou de um povo. Exprime suas vidas, significa tudo que as palavras não conseguem dizer.

As lendas enquanto linguagem simbólica exercita o pensamento, expressa as experiências e constrói a história através da memória. Por sua vez a linguagem permite comunicação e transmissão de informações produzidas por meio da prática histórico-social e assimilação de conhecimento resultantes da interação social.

Para tanto, é necessário apreender o traço essencial da aprendizagem em que ela incide a área de desenvolvimento potencial, ou seja, que faz nascer, ou estimula e ativa no sujeito um grupo de processos internos de desenvolvimento dentro do domínio das inter-relações com os outros. (PORTO, 2007). Dessa forma o processo de aprendizagem consiste em uma fonte de desenvolvimento que ativa, novos processos, nos quais se desenvolvem pela aprendizagem, seja ela cognitiva, sensitiva, perceptiva ou imaginativa.

As lendas, foco de nossa análise aparecem com a consolidação da disposição mental, da produção lingüística que tem a capacidade de ao mesmo tempo “querer dizer”, “significar. A disposição mental da lenda consiste na imitação na intenção de conservar a tradição, a história. A lenda narra uma história, ou seja, é uma vida, “[...] e tal vida se obriga a ter um desenvolvimento que corresponde em todos os seus aspectos, à história de uma existência real.” (JOLLES, 1976, p. 42).

Neste caso, como sugerimos analisar as lendas nos livros didáticos, associamos a leitura lendária desses livros com a dimensão da aprendizagem imaginativa. Partindo deste pressuposto, trataremos a seguir sobre a função do livro didático na qualidade de mediador da significação e ressignificação da aprendizagem para uso do professor do ER na sala de aula.
3.2 CONCEPÇÕES SOBRE O LIVRO DIDÁTICO

Neste processo de construção do conhecimento, partimos da concepção de que o homem é um ser de relações, o qual é capaz de se conectar consigo mesmo, com o outro, com a natureza e com os mais variados objetos, sempre em busca de conferir sentido a algo - constituir significados para sua vida individual ou coletiva. Assim, podemos considerar o livro didático como um instrumento mediador que promove a ressignificação em todas as dimensões da aprendizagem.

Cabe lembrar que tais relações estabelecidas pelo homem ocorrem necessariamente pela linguagem, que de acordo com Nasser (2008), é definida como um conjunto de sinais, gestos e sons que comunicam uma mensagem, cuja comunicação se materializa em diversas formas, entre elas, pelo viés da imaginação simbólica.

Em face desse pensamento, Borau (2008), afirma que o homem é um animal simbólico, o qual compreende e transforma o mundo mediante a linguagem simbólica, nos remetendo, portanto, ao entendimento de que o que caracteriza o ser humano enquanto humano é a sua imensa capacidade de significar/remeter sentido. Sendo assim, utiliza a linguagem para expressar sua vivência cultural, imaginativa, transcendental e social, em outros termos, a sua identidade.

A partir desta perspectiva, o livro didático se destina a promover interações entre o educador e educando, oportunizando caminhos de acesso ao conhecimento sistematizado como auxiliar do trabalho docente em sala de aula. Desse modo, torna-se imprescindível entender que a educação além de valorizar o aspecto cognitivo do ser humano, contempla também o seu existir no conjunto de suas dimensões: física, afetiva, intelectual, religiosa e social. Nessa concepção, portanto, o livro didático expande sua função, pois, a utilização deste pelos discentes e docentes no universo pedagógico pode ser percebida, preferencialmente, como um intenso recurso no exercício de produção de significados, sentidos e definições.

Outra colocação adequada para nossa reflexão é que Gilz (2009) define texto como um processo, no qual os vários elementos da linguagem – o cultural, o histórico, o antropológico, o religioso, o cognitivo e imaginativo se inter-relacionam. Aponta consequentemente, o texto/livro didático enquanto possibilidade de sentido, em permanente elaboração e reelaboração.

Entendemos que o livro didático pode se apresentar como um estimulador para os docentes e discentes, incentivando para uma capacidade criadora, levando-os à descoberta de novos recursos, pois, ele como um recurso de ensino-aprendizagem se porta possível de constantes complementações por se tratar de um instrumento que converge ao trabalho docente, visto que o uso do livro didático depende do trabalho que o educador se propõe a desenvolver, bem como, de sua visão de mundo.

Considerando a importância do livro didático no processo de ensino-aprendizagem, sucintamente, torna-se pertinente tecer alguns comentários sobre sua trajetória histórica, o qual conforme Gilz (2009), surgiu como um complemento aos grandes livros clássicos com o objetivo de possibilitar armazenar pensamentos, idéias e dados sobre a humanidade. Com seu uso dirigido ao ambiente escolar, reproduziu valores da sociedade, divulgando as ciências e filosofias, reforçando a aprendizagem centrada na memorização por muito tempo.

Hoje, o livro didático ampliou sua função inicial e, além de transferir os conhecimentos da linguagem oral e escrita, se tornou um importante instrumento pedagógico, capaz de intermediar o processo de ensino-aprendizagem e contribuir para a formação social e política do indivíduo.

Portanto, o livro didático tem uma função integradora no processo de ensino-aprendizagem, contribuindo diretamente para o aprender do educando, pois, sendo ele um ser humano dotado de potencialidades atribui significados que vão além da funcionalidade dos atos e recursos adotados em sala de aula, assim, prosseguimos para análise da lenda selecionada resultando num “referencial de aprendizagem” a ser aplicado no contexto da sala de aula.


3.3 O IMAGINÁRIO NA LENDA
Consideramos a relevância que o relato mítico possui, por dois motivos: Primeiro, porque segundo Bachelard (2002, p.194), é pelo estudo da obra literária que compreendemos a imaginação, em suas ambivalências, conflitos e dinamismos, “mais especificamente a palavra e a frase poética, onde se percebe como a forma é pouco importante e a matéria é fundamental”. (GOMES, 2009)

Segundo, por entendermos, que ao falar do nascedouro, nas mais diversas culturas, sem exceção, relatando o começo do nosso mundo, produzindo “literatura”, imaginando a história das origens, com suas lendas e mitos, existe uma necessidade independente do arcabouço cultural ou do período histórico, de narrarmos o início das coisas, o início do nosso mundo. Sendo assim, partimos do pressuposto que a cosmogonia consiste em um relato sobre o primórdio das coisas, como passou a existir, o cosmo, ou seja, uma elaboração humana decorrente de alguma necessidade imperativa, não apenas pessoal ou individual, mas coletiva.

Consideramos que o imaginário se manifesta nas culturas humanas através de imagens e símbolos, cuja função é colocar o homem em relação de significado com o mundo, com o outro e consigo mesmo, estaremos desenvolvendo a análise da lenda do povo indígena Karajá a partir da teoria geral do imaginário proposta por Durand (1997), concebendo o imaginário não como um elemento secundário do pensamento humano, mas como a própria matriz do pensamento.
4. AÇÕES


PROFESSOR

QUANTIDADE DE BOLSISTAS

Eunice Simões Lins Gomes

02




TOTAL: 02

Principais resultados esperados:



  1. Desenvolver a leitura da fundamentação teórica com os bolsistas e em seguida selecionar uma escola municipal e uma estadual bem como os livros didáticos a serem pesquisados;

  2. Identificar as lendas nos livros didáticos utilizados na sala de aula e fazer a sua catalogação para estudo;

  3. Desenvolver atividades de leitura com os professores a partir das lendas selecionadas com base na imaginação simbólica proposta por Gilbert Durand.

Ações a serem desenvolvidas para realização do projeto

- Selecionar as escolas, os livros didáticos e os professores de cada série do ensino fundamental I e I

Abril/2012 – Seleção dos candidatos às bolsas de estudo e início das atividades de planejamento da pesquisa, elaboradas em conjunto com os alunos para que eles possam vivenciar a fase do planejamento de uma pesquisa. A partir deste momento até a conclusão da pesquisa, serão realizadas discussões teóricas semanais, utilizando a bibliografia relacionada com cada fase da pesquisa, tendo os alunos bolsistas obrigatoriedade de fichar os textos.
Maio/Junho/Julho/2012 – Coleta e catalogação dos dados

Setembro – 17 A 22 set-2011 ENID e II SEMANA DE CIENCIA TECNOLOGIA ARTE E CULTURA-SECITEAC

Outubro – análise dos resultados.

Novembro – discussão dos resultados.

Dezembro - Preparação do material de divulgação da pesquisa; elaboração de artigos para revistas indexadas e relatório final.
5. MATERIAL DE CONSUMO





Material

Qtde

01

Resmas de papel

25

02

Tonner preto para impressora HP 2600n

02

03

Mídia digital – Pan drive 08 gigas

01


6. ORÇAMENTO

Ordem de materiais

Material

Quantidade

Valores

01

Resmas de Papel

25 pacotes

R$ 300,00

02

Tonner preto para impressora HP 2600n

02

R$ 260,00

03

Mídia digital – Pan drive 08 gigas

01

R$ 60,00




TOTAL: R$ 620,00

7. REFERÊNCIAS
ALVES, Rubem. Concerto para o corpo e alma. 3.ed. SP:Campinas, Papirus/Speculum, 1998.

BACHELARD, G. A terra e o devaneio do repouso: ensaio sobre as imagens da intimidade. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

BAYARD, Jean-Pierre. História das lendas. SP: Book e BooksBrasil.com, 2002.

BORAU, José Luis Vázquez. O fenômeno religioso: símbolos, mitos e ritos das religiões. SP: Paulus, 2008.

CAILLOIS, Roger. O homem e o sagrado. Lisboa-Portugal: Edições 70, 2001.

______. O mito e o homem. Lisboa- Portugal: Edições 70, 2001.

CASSIRER, E. Linguagem e mito. 4. Ed. SP: Editora Perspectiva, 2003.

______. Ensaio sobre o homem: introdução a filosofia da cultura humana. SP: Martins Fontes, 1997.

DEMO, P. Desafios modernos da educação. 7 ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

DURAND, Gilbert. Campos do imaginário. Lisboa: Instituto Jean Piaget, 1988.

DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário. 2.ed.SP: Martns Fontes, 1997.

DURAND, Gilbert. Mito e sociedade: a mitanálise e a sociologia das profundezas. Lisboa: A regra do jogo, 1980.

DURAND, Gilbert. O imaginário: Ensaio acerca das ciências e da filosofia da imagem. RJ: DIFEL, 1994.

DURAND, G. A imaginação Simbólica. 6. ed. Lisboa: Edições 70, 1995.

DURKHEIM, E. As formas elementares da vida religiosa.

ELIADE, Mircea. Imagens e Símbolos.ensaio sobe o simbolismo mágico-religioso. SP: Martins Fontes, 2002.

ELIADE, M. O sagrado e o profano. SP: Martins Fontes, 2002.

______. Mito e realidade. 6. ed. SP: EditoraPerspectiva, 2004.

______. Tratado de história das religiões. SP: Martins Fontes, 2002.

______. História da idéias e crenças religiosas. SP: Martins Fontes, 2002.

FERREIRA-SANTOS, Marcos. Cultura Imaterial e processos simbólicos. Revista do museu de arqueologia e etnologia. SP, v.14, p.139-151, 2004.

______. A sacralidade do texto em culturas orais. In: Diálogo, Revista de Ensino Religioso, São Paulo, v.IX, n.35,p.14-18, agosto, 2004.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. SP: Paz e Terra, 1996.

GILZ, Claudino. O livro didático na formação de ensino religioso. RJ: Vozes, 2009.

GOMES, Eunice Simões Lins. A catástrofe e o imaginário dos sobreviventes: quando a imaginação molda o social. João Pessoa: Ed.UFPB, 2009.

GOMES-DA-SILVA, Pierre Normando e GOMES, Eunice Simões Lins. Malhação: Corpo juvenil e imaginário pós-moderno. João Pessoa: Ed.UFPB, 2010.

HOLMES, Maria José Torres. Ensino religioso, problemas e desafios: um olhar a partir de representações na sua práxis. João Pessoa: UFPB, 2010. Originalmente apreentada como dissertação de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciências das Religiões, da Universidade Federal da Paraíba, 2010.

JOLLES, André. As formas simples. Tradução de Álvaro Cabral. São Paulo: Cultrix, 1976

JUNG, C.G. O homem e seus símbolos. Petrópolis,RJ: Vozes, 2008.

NASSER, Maria Celina Cabrera. O uso dos símbolos em sala de aula: sugestões para a sala de aula. SP: Paulinas, 2006.

PORTO, Olívia. Psicopedagogia institucional: teoria, prática e assessoramento psicopedagógico. RJ: Wak, 2007.

SALES, André Valério. Câmara Cascudo: o que é folclore, lenda, mito e a presença lendária dos holandeses no Brasil. JP: Ed. Universitária/UFPB, 2007.



SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. Campinas: Autores associados, 1996.


1 Profª Drª no Departamento de Ciências das Religiões –DCR, lecionando as disciplinas Introdução aos Sistemas Simbólicos e Estrutura Antropológica do Imaginário. Vice coordenadora e docente no Programa de Pós-Graduação em Ciências das Religiões da UFPB-PPGCR e Líder do grupo de pesquisa GEPAI (htt://gepai.yolasite.com/ ).

euniceslgomes@gmail.com


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