Universidade federal de santa catarina centro de comunicação e expressão programa de póS-graduaçÃo em literatura



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Universidade federal de santa catarina

centro de comunicação e expressão

PROGRAMA DE PÓS-gRADUAÇÃO EM LITERATURA





Disciplina: PGL410104. Literatura Comparada: Oriente e desconstrução da metafísica

Professor responsável: Raul Antelo

Período: 1º semestre de 2014
Proposta
Nesta hora de civilização europeia (...) nós, ocidentais, somos do Oriente, como do Ocidente os orientais (...); o decorativismo do longínquo nos persegue como uma infância sonhada (...). No fundo, é por não sermos orientais que somos tão orientais. É sempre por não sermos qualquer coisa que a somos tão intensamente (...). Só estamos verdadeiramente onde não vemos [estamos]. Só ali nos sentimos. Longe da vista, perto do coração.

Fernando Pessoa, carta a Isaac del Vando-Villar, setembro 1924.


Dada a situação pós-colonial e a consistência plurivariada dos estudos da cultura, não é possível aceitar uma definição de arte, à maneira de Rancière, entendida como diversos regimes de verdade. Relembremos que o filósofo estipula a existência de um regime ético das imagens, voltado tanto à origem (elas são verdadeiras?), quanto à destinação (quais os efeitos?); um regime poético ou representativo, que trabalha com a tensão poiesis/mimesis e, por último, um regime estético das artes, que seria um momento de suspensão do logos e ativação do pathos. A proposta de Rancière não é completamente convincente porque ela equivale a privilegiar o “milagre grego”, em que Platão ainda seria o fiador de um regime ético das imagens, em detrimento de Aristóteles quem, por sua vez, inauguraria um regime representativo, democrático e dialético, válido até Auerbach ou Brecht. Essa posição desacata e desconhece a norma arcaica ou a norma teológico-política da revelação, que vai do ícone bizantino às história(s) do cinema de Godard, muito ativa em culturas não-europeias e que podemos detectar na miniatura persa, na arquitetura islâmica ou na caligrafia chinesa. O objetivo do curso é analisar a arqueologia da sensibilidade oriental operando, na América Latina, no que poderíamos chamar de pensamento da diferença, que caminha pari passu com certa reivindicação marginal-nacionalista, ao mesmo tempo em que se opõe às hierarquias críticas do teocentrismo oficial.
Tópicos:



  1. Freud, Derrida e a pirâmide judia.

  2. Imagem e ícone.

  3. Metáfora e vazio.


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IDEM - In a Persian garden: a song-cycle for four solo voices (soprano, contralto, tenor, and bass), with pianoforte accompaniment; the words selected from the Rubaiyát of Omar Khayyám (Fitzgerald's translation) ; the music composed by Liza Lehmann. London, Metzler & Co., c1896. 

IDEM - The Rubáiyát, comprising the metrical translations by Edward Fitzgerald & E. H. Whinfield, and the prose version of Justin Huntly McCarthy, with an appendix showing the variations in the first three editions of Fitzgerald's rendering, ed. with an introduction by Jessie B. Rittenhouse. Boston, Little, Brown, and Company, 1901. 

IDEM - Les Rubáiyát d'Omar Kheyyám: le poète-astronome de la Perse. Traduits en vers français d'après la version anglaise d'Ed. FitzGerald; avec notices, texte anglais en regard, commentaire, notes, bibliographie et index par Fernand Henry. Paris, Librairie orientale et américaine, J. Maissonneuve, 1903.Parte inferior do formulário

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IDEM – Rubáiyát de Omar-al-Khayyam. Trad. Carlos Muzzio Sáenz-Peña. Pról. Rubén Darío. Pref. Alvaro Melián Lafinur. Ilus. G. López Naguil. 2ª ed. Madrid, F. Beltrán, 1916.

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IDEM - The Rubaiyat & six plays of Calderon (The painter of his own dishonour. Keep your own secret. Gil Perez, the Gallecian. Three judgments at a blow. The mayor of Zalamea. Beware of smooth water), translated by Edward Fitzgerald. London, Toronto, J.M. Dent & sons, ltd.; New York, E.P. Dutton & co. 1928.

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IDEM - Omar Khayyám: a new version based upon recent discoveries by Arthur J. Arberry. London, J. Murray, 1952. 

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