Universidade federal de santa catarina curso de graduaçÃo em arquivologia



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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA

CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO – CED

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

CAMPUS UNIVERSITÁRIO - TRINDADE - CAIXA POSTAL 476

CEP 88.010-970 - FLORIANÓPOLIS - SANTA CATARINA

Telefone - (0xx48) 3721.9304 - E-mail: dptcin@cin.ufsc.br






PLANO DE ENSINO 2014.1

(Atenção para todas as notas de rodapé)


1 IDENTIFICAÇÃO

DISCIPLINA: CIN 7122 – ARQUIVO PERMANENTE

CARGA HORÁRIA: 72h/aulas semestrais - 4h/aulas semanais (02 créditos teóricos e 02 práticos).

PROFESSORA: Drª Eva Cristina Leite da Silva - e-mail: eva@cin.ufsc.br

OFERTA: Obrigatória ao Curso de Graduação em Arquivologia - 6ª fase.

EMENTA: Trata o conceito de respeito aos fundos como eixo das atividades de arranjo. O processo de elaboração e aplicação do arranjo. As relações entre a pesquisa histórica e os arquivos permanentes. Tratamento de acervos especiais.
2 OBJETIVOS

2.1 Geral

Proporcionar um espaço de estudo, reflexão e prática sobre fontes documentais nos arquivos permanentes.



2.2 Específicos

2.2.1 Propiciar aos discentes noções do princípio da proveniência;

2.2.2 caracterizar as relações entre classificação, avaliação documental e arquivo permanente;

2.2.3 investigar as tendências de acesso e as correlações com elaboração de instrumentos de pesquisa;

2.2.3 fomentar a elaboração de conhecimentos a respeito do valor do arquivo histórico.
3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

3.1 Arquivos Permanentes: conceitos e características;

3.1.1 definição, características gerais e específicas dos arquivos permanentes;

3.1.2 conceito de fundo e suas partes constitutivas;

3.1.3 informação e documentação de arquivo.


3.2 Classificação e arranjo em arquivos permanentes;

3.2.1 unidades de classificação e métodos;

3.2.2 classificação, arranjo e descrição de gêneros/suportes documentais.
3.3 O arquivo permanente e a questão do acesso;

3.3.1 relação entre o acesso e as novas tecnologias;

3.3.2 públicos e usos para o documento;

3.3.3 ações culturais: produção e divulgação.


3.4 Arquivo permanente como patrimônio.
4 METODOLOGIA

Para desenvolver os conteúdos da disciplina e subsidiar as atividades previstas serão utilizadas aulas expositivas, dialogadas e práticas, com atividades individuais e coletivas.


5 AVALIAÇÃO

Estão previstos como instrumentos de avaliação: apresentação e discussão da literatura nas aulas, nos seminários1 e prova. Para faltas em dia de avaliação ver Resolução 017/CUn, art.74, de 30/set./1997.

Frequência2 e participação nas aulas 15%; Pré-artigo 15%; Seminários 30%; Prova 40%.

Atividade de recuperação no final do semestre3: será considerado todo o conteúdo trabalhado no semestre letivo. E a nota final constituída pela: média das avaliações, mais (+) prova de recuperação, divida (÷) por dois.


6 CRONOGRAMA DE PREVISÃO DAS ATIVIDADES

Conteúdo

Período

Observações4

3.1 Arquivos Permanentes: conceitos e características;

3.1.1 definição, características gerais e específicas dos arquivos permanentes;

3.1.2 conceito de fundo e suas partes constitutivas;

3.1.3 informação e documentação de arquivo.



05 semanas

(18, 205, 25, e 27/mar., 01, 03, 08, 10, 15 e 17/abr.)



Recepção aos alunos, apresentação da disciplina.

Atividades dirigidas; aulas expositivas, dialogadas e práticas.



3.2 Classificação e arranjo em arquivos permanentes;

3.2.1 unidades de classificação e métodos;

3.2.2 classificação, arranjo e descrição de gêneros/suportes documentais.


05 semanas

(22, 24 e 29/abr., 016, 06, 08, 13, 15, 20 e 22/maio)



Atividades dirigidas; aulas expositivas, dialogadas e práticas; visita de estudos, pesquisas e apresentações de seminários7 (dias 08, 13 e 15/maio). Avaliação (29/04).

3.3 O arquivo permanente e a questão do acesso;

3.3.1 relação entre o acesso e as novas tecnologias;

3.3.2 públicos e usos para o documento;

3.3.3 ações culturais: produção e divulgação.



03 semanas

(27 e 29/maio, 03, 05, 10 e 12/jun.)



Atividades dirigidas; aulas expositivas, dialogadas e práticas.

3.4 Arquivo permanente como patrimônio.

04 semanas

(17, 198, 24, 26/jun., 01, 03, 08 e 10/jul.)



Atividades dirigidas; aulas expositivas, dialogadas e práticas; pesquisas e apresentações de seminários9 (dias 24 e 26/06, e 01/07). Avaliação dia 08/06.

3.5 Atividades de revisão e recuperação.

01 semana

(15 e 17/jul.)



Estudos e avaliação de recuperação.



BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELLOTTO, Heloísa L. Arquivos permanentes: tratamento documental. 2ª ed. Revista e ampliada. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
BRASIL. Conselho Nacional de Arquivos. NOBRADE: Norma brasileira de descrição arquivística. de Janeiro. 2006. Disponível em: http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/nobrade.pdf>
CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS. ISAD(G): Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística, adotada pelo Comitê de Normas de Descrição, Estocolmo, Suécia, 19-22 de setembro de 1999. 2ª ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001. 119 p. (Publicações técnicas, n. 49). Disponível em: <http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/isad_g_2001.pdf>.
DUCHEIN, Michel. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e problemas práticos. Trad. Maria Amélia Gomes Leite. Arquivo & Administração. Rio de Janeiro, v. 10-14, nº1, p.14-33, abr. 1982/ago. 1986.
DURANTI, Luciana. Registros documentais contemporâneos como prova de ação. Trad. Adelina Novaes e Cruz. Estudos históricos. Rio de Janeiro, v.7, n13, p.49-64, jan./jun. 1994.
GONÇALVES, Janice. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São Paulo: AESP; AAB-SP, 1998. (Projeto como fazer, 2).
LOPEZ, André P. A. Arquivos pessoais e as fronteiras da arquivologia. Gragoatá: Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras. Niterói: UFF, nº18, Acervos literários, 2ºsem. 2003. p.69-82.
LOPEZ, André P. A. Princípios arquivísticos e documentos digitais. Arquivo Rio Claro. Rio Claro: Arquivo do Município de Rio Claro, v.2, 2004. p. 70-85.
SOUSA, Renato T. B. A classificação como função matricial do que-fazer arquivístico. In: Sousa, Renato T. B ; SANTOS, Vanderlei B.; INNARELLI, Humberto C. Arquivística: temas contemporâneos: classificação, preservação digital, gestão do conhecimento. Brasília: SENAC, 2007. p.77-172.
TESSITORE, Viviane. Arranjo: estrutura ou função? Arquivo: boletim histórico e informativo, São Paulo, v.10, n.1, p.19-28, jan./jun. 1989.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERCH FUGUERAS, Ramon. Los archivos, entre la memoria histórica y la sociedad del conocimiento. Barcelona: UOC, 2003.
ACERVO: revista do Arquivo Nacional. Normas e terminologia em arquivos. v. 20, n.1-2 (jan./dez.2007). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2007.
_________. Preservação de acervos documentais. v. 23, n. 2 (jul./dez. 2010). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2010. Disponível em: http://revistaacervo.an.gov.br/seer/index.php/info/article/view/2010
DICIONÁRIO brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005. (Publicações técnicas, 51).
DICIONÁRIO de terminologia arquivística. Coord. Ana Maria de Almeida Camargo e Heloísa Liberalli Bellotto. São Paulo: AAB/SP; Secretaria de Estado da Cultura, 1996.
FRANÇOIS, Étienne. Os 'Tesouros da Stasi' ou a miragem dos arquivos. In: BOUTIER, Jean e JULIA, Dominique. Passados recompostos: campos e canteiros da história. Rio de Janeiro: Editora UFRJ/FGV, 1998, p.155-162.
HEREDIA HERRERA, Antonia. El princípio de procedencia y otos princípios de la archivística. São Paulo: ARQ-SP, 2003. (Scripta, 5).
LE GOFF, Jacques. História e memória. 2ª ed. Trad. Suzana Ferreira Borges. Campinas: UNICAMP, 1992.
LEMOS, Carlos. A. O que é patrimônio histórico. São Paulo: Brasiliense, 1981.
LODOLINI, Elio. Arquivistica: princípios y problemas. Trad. Mercedes Costa Paretas. Madrid: Anabad, 1993. (Manuales).
LOPEZ, André P. A. Como descrever documentos de arquivo: elaboração de instrumentos de pesquisa. São Paulo: AESP/IMESP, 2002. (Como fazer, 6).
MARTÍN-POZUELO CAMPILLOS, M. Paz. La construció teórica en archivística: èl princípio de procedência. Madrid: Universidad Carlos III; Boletin Oficial del Estado, 1995. (Cursos, 5).
MATTAR, Eliana (Org.). Acesso à informação e política de arquivos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2003.
MENESES, Ulpiano T. B. História, cativa da memória?: para um mapeamento da memória no campo das Ciências Sociais. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros. São Paulo, n.34, p.9-24, 1992.
RONDINELLI, Roseley C. Gerenciamento arquivístico de documentos ele eletrônicos. 2ª ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Cultura. Departamento do Patrimônio Histórico. O direito à memória: patrimônio histórico e cidadania. São Paulo/SP, 1992.
SMIT, Johanna W.; KOBASH, Nair Y. Como elaborar vocabulário controlado para aplicação em arquivos. São Paulo: AESP/IMESP, 2003. (Como fazer, 10).
SOUSA, Renato T. B. O Código de Classificação de Documentos de Arquivo do Conselho Nacional de Arquivos: estudo de caso de um instrumento de classificação. Arquivo Rio Claro. Arquivo do Município de Rio Claro, v.2, p.26-69, 2004.
SOUZA, Katia Isabelli M. de. Arquivista, visibilidade profissional: formação, associativismo e mercado de trabalho. Brasília: Starprint, 2011.

1 A nota do seminário é única para todos os integrantes da equipe. Todos são corresponsáveis pela mesma (itens principais a serem considerados: domínio do conteúdo; capacidade de organização e exposição das idéias; integração do grupo; dinamicidade; adequação ao tempo previsto; entre outros).

2 Frequência 72h/aula = 100%. É obrigatória frequência mínima de 75% das aulas (conforme Resolução 017/CUn, art.69, de 30/09/97). O controle do número de faltas é de responsabilidade de cada estudante.

3 Para os alunos que obtiverem nova inferior a 6,0 (seis).

4 Pode ocorrer alguma alteração entre a data e a atividade programada, o que será previamente avisado.

5 Aula Magna do Curso de Graduação em Arquivologia, a ser proferida por Sandra B. Zanon, arquivista na Superintendência Regional, Departamento da Polícia Federal. Horário: 09h. Local: auditório do Centro de Ciências da Educação (CED).

6 Feriado, dia do trabalho. Atividade de reposição: estudo, elaboração individual e entrega de texto dissertativo “pré-artigo”, com aproximadamente 03p., respeitar as normas estabelecidas na Revista Ágora, tema: “Arquivos permanentes: conceitos e características”, haverá correção a cegas entre pares. Data de entrega 06 de maio, não será aceito em data posterior.

7 Seminário I: pesquisa e estudo da fundamentação teórica, elaboração escrita (entregar antes do início da apresentação, não será aceita em data posterior), apresentação e discussão. Temas: 1- Arquivo permanente: classificação e métodos; 2- Arquivo permanente: arranjo e descrição; 3- Arquivo permanente, preservação e conservação: gêneros/suporte documentais.

8 Feriado, Corpus Christi. Atividade de reposição: término da organização do produto final de acesso ao patrimônio documental (seminário II).

9 Seminário II: a) análise de uma unidade de arquivo permanente (local escolhido pela equipe), pautada pela fundamentação teórica estudada no seminário I; b) apresentação do produto final (entregar antes do início da apresentação, não será aceito em data posterior). Objetivo contribuir no acesso ao patrimônio documental, segundo a realidade encontrada e os respectivos temas: 1- Arquivo permanente: classificação e métodos; 2- Arquivo permanente: arranjo e descrição; 3- Arquivo permanente, preservação e conservação: gêneros/suporte documentais.



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