Universidade federal do rio grande do sul faculdade de educaçÃo nucleo de avaliaçÃo da unidade



Baixar 242.66 Kb.
Página1/6
Encontro04.08.2016
Tamanho242.66 Kb.
  1   2   3   4   5   6
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

NUCLEO DE AVALIAÇÃO DA UNIDADE



2004/2005

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

NÚCLEO DE AVALIAÇÃO DA UNIDADE

SEMINÁRIO REPENSANDO A FACED

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DO NAU

EQUIPE :
JORGE ALBERTO ROSA RIBEIRO (Coordenador a partir de 05/2004 – 05/2005)

ANGELA SILVA (Representante dos Técnicos Administrativos)

NAIRA LISBOA FRANZOI (Representante do DEE)

SERGIO ANDRÉS LULKIN (Representante do DEC)

MARCOS DA ROCHA OLIVEIRA (Bolsista do Núcleo)
ATUARAM TAMBÉM NO NAU/FACED:

RUSSEL TERESINHA DUTRA DA ROSA (Coordenadora entre 12/2003 e 05/2004)

LUANA COUTO (Representante discente até setembro 2004)

PALOMA DIAS SILVEIRA (Representante Discente)

POLLYANNA SILVA DA COSTA FERREIRA (Bolsista até 08/2004)

Maio de 2005

APRESENTAÇÃO
Este Relatório de Avaliação apresenta o resultado do trabalho realizado pelo Núcleo de Avaliação da Unidade – FACED – de 30 de março de 2004 até a presente data. A equipe optou por sistematizar as avaliações já realizadas e dados disponíveis na Unidade. Assim dá por suposto a existência de lacunas que o conjunto dos segmentos que compõem a Unidade – docentes, técnicos administrativos e discentes – deverá pensar como preencher. Esta avaliação está começando e em processo na nossa Unidade, Compreende-se que não estão atualizadas as informações relativas aos dois últimos anos e nem definidos os indicadores e os parâmetros que julgamos como os mais adequados para nossa Unidade. Deste modo, nosso encontro “Repensando a FACED” não assume um caráter conclusivo, mas o de problematizar e fazer avançar a avaliação da Unidade.

Este Relatório pretende servir de apoio para as atividades que serão desenvolvidas durante este Seminário. Nele se encontra um breve histórico dos programas de avaliação desenvolvidos na UFRGS e sua relação com os nacionais, até o atual Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Posteriormente, se apresentam as diretrizes gerais que orientam o PAIPUFRGS em correspondência com as que orientam as dimensões do SINAES. Logo a seguir os dados já sistematizados, relativos à nossa Unidade, são apresentados de acordo com estas dimensões. Cabe uma advertência: como as dimensões do SINAES foram publicizadas depois de os dados serem sistematizados com base nas diretrizes do PAIPUFRGS procurou-se, na medida do possível, estabelecer esta correspondência.


Introdução

A avaliação institucional praticada na UFRGS desde a década de 1990, tem como ponto central a busca do auto-conhecimento da Instituição. Na ocasião do desenvolvimento do Programa de Avaliação Institucional da UFRGS, conhecido como PAIUFRGS, que se realizou durante o período de 1994 a 2000, a ênfase encaminhou-se ao ensino de graduação pelo fato deste ter sido considerado o primeiro ponto que deveria ser abordado e, na seqüência, os demais seriam tratados. No entanto, com o decorrer do processo, o envolvimento mais profundo foi com a graduação, sendo que os outros segmentos acabaram participando de uma forma complementar.


Este Programa, acatando os princípios gerais do Programa de Avaliação das Instituições Universitárias Brasileiras (PAIUB), formulou os seus próprios princípios: democratização, avaliação pensada e executada como projeto coletivo com o objetivo de tornar socialmente viáveis ações universitárias de ensino, pesquisa e extensão; autonomia, que a partir do auto-conhecimento da realidade institucional, abarca a possibilidade de estabelecer prioridades e gerir recursos em direção a objetivos; qualidade formal das ações e qualidade política de influência, que habilita a instituição como formadora de quadros, referência para a população como formadora de opiniões e de ações de intervenção na sociedade; comparabilidade interna, por dentro de cada curso/unidade de modo que, ao analisar-se historicamente em relação a si próprio, possa enxergar-se e redefinir, se necessário, seus rumos e trajetórias para o futuro; e legitimidade/auto-adesão, pelo compromisso da universidade de assumir a possibilidade e o desafio de usar a avaliação como instrumento de transformação na persecução de seu projeto pedagógico para o futuro.

Ao decidir avaliar-se, a comunidade da UFRGS assumiu duas grandes prioridades em relação à avaliação: estimular o desenvolvimento da qualidade acadêmica e científica em todos os campos do conhecimento e ampliar e diversificar suas relações enquanto instituição aberta à sociedade em suas dimensões regional, nacional e internacional. Em sendo assim, o PAIUFRGS, baseando-se na concepção do PAIUB, visou a um tríplice objetivo. Primeiro, o aperfeiçoamento da qualidade acadêmica, com ênfase nos cursos de graduação; segundo, a melhoria da gestão universitária gerando dados e diagnósticos confiáveis e, a prestação de contas à sociedade do desempenho da Universidade na utilização de verbas governamentais.


Neste cenário, a UFRGS está implementando o aprofundamento de sua Avaliação Institucional, com ênfase na Avaliação Interna, através do vigente Programa de Avaliação Institucional Permanente da UFRGS – PAIPUFRGS. Este está elaborado numa perspectiva de organicidade avaliativa do conjunto de suas funções, quais sejam o ensino de graduação e de pós-graduação, a pesquisa, a extensão e a gestão acadêmica e administrativa, nas suas relações com os diferentes segmentos da sociedade e, também, com seus diversos níveis de relacionamento local, regional, nacional e internacional. Além disto, o Programa fundamenta-se em três princípios basilares, coincidentes com os da própria Universidade, quais sejam: o da pertinência social, o da excelência sem excludência e o da UFRGS como bem público. Enquanto universidade pública, pois, a UFRGS apresenta-se como a expressão da sociedade democrática e pluricultural, inspirada nos ideais de liberdade, de respeito pela diferença e solidariedade, constituindo-se em instância necessária de consciência crítica, na qual a coletividade possa repensar suas formas de vida e suas organizações sociais, econômicas e políticas (Estatuto, Art.2º, Título I).
Com o objetivo principal de sistematizar a permanente avaliação institucional, a UFRGS criou, em novembro de 2000, a Secretaria de Avaliação Institucional – SAI como um órgão da Administração Central, responsável por coordenar e articular as diversas ações de avaliação desenvolvidas na Instituição. A implementação dos trabalhos, ao longo de dois anos, produziu efeitos geradores da necessidade de alterar a estrutura inicial ordiais da referida Secretaria, qual seja, a de coordenar e articular os Núcleos de Avaliação das Unidades – NAUs, responsáveis pela avaliação das Unidades da Universidade, considerando os seguintes aspectos: ensino, pesquisa, extensão, gestão acadêmica, gestão administrativa, infra-estrutura, pessoal docente, pessoal técnico-administrativo, estudantes e relações institucionais. Em sendo assim, é possível afirmar que estes Núcleos representam e atuam como instâncias reguladoras de todos os processos avaliativos internos (auto-avaliação). Portanto, desta forma a coerência e a consistência das avaliações, nas Unidades e na Universidade como um todo, estão garantidas.
Ratificando e complementando, destaca-se um parágrafo da Proposta para uma política de avaliação da Educação Superior, editada na Revista Avaliação:
As funções mais importantes da auto-avaliação permanente são a de produzir conhecimentos, pôr em questão a realização das finalidades essenciais, identificar as causalidades dos problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e a capacidade profissional dos professores, tornar mais efetiva a vinculação da instituição com o entorno social e a comunidade mais ampla, julgar acerca da relevância científica e social de suas atividades e seus produtos, prestar contas à sociedade, justificar publicamente sua existência e fornecer todas as informações que sejam necessárias ao conhecimento do Estado e da população. Em uma breve formulação: auto-conhecimento para aumento do engajamento profissional, para fundamentadas emissões de juízos de valor e articulação de ações de melhoramento, tanto das pessoas envolvidas, quanto da instituição (p.83).
Princípios da Avaliação Institucional Permanente

Para fundamentar o Segundo Ciclo Avaliativo da UFRGS, que tem ênfase na avaliação interna, com auto-avaliação, privilegiando o ensino, a pesquisa, a extensão e a gestão, de forma orgânica, faz-se mister partir de seu documento maior, o Estatuto da UFRGS (UFRGS, 1996), dos compromissos assumidos através do seu Plano de Gestão (UFRGS, 2000-2004), do espírito universal dos Anais da Conferência Mundial sobre o Ensino Superior (UNESCO, 1998) e contribuições das 27 Unidades Acadêmicas, do Colégio de Aplicação e da Escola Técnica da UFRGS.


Em assim sendo, os princípios basilares que norteiam a UFRGS são os mesmos que orientam a sua avaliação institucional - Pertinência Social e Excelência sem Excludência numa Universidade como Bem Público.
A UFRGS como Bem Público constitui-se em corpo social, bem público a serviço da sociedade, que se afirma através de sua capacidade de representação cultural, intelectual e científica. A sua missão é inequívoca em dois grandes sentidos: 1) formar recursos humanos qualificados, competentes científica e tecnologicamente e com compromisso para o exercício da cidadania, e 2) produzir conhecimento, com o desafio de garantir a inovação e a crítica, fruto do respeito à diversidade, à heterogeneidade, à pluralidade de idéias que convivem no mesmo espaço institucional, abrigo da polêmica e da multiplicidade de saberes.
Enquanto universidade pública, pois a UFRGS apresenta-se como a "expressão da sociedade democrática e pluricultural, inspirada nos ideais de liberdade, de respeito pela diferença e solidariedade, constituindo-se em instância necessária de consciência crítica, na qual a coletividade possa repensar suas formas de vida e suas organizações sociais, econômicas e políticas" (Estatuto, Art.2º, Título I).
O princípio da Pertinência Social deve estar visível na formação educativa oferecida e na produção científica, filosófica, artística e tecnológica desenvolvida, correspondendo ao que a sociedade espera, precisa, deseja e tem direito de receber de uma instituição pública. Este princípio se expressa em conceber o ensino superior em função de seu papel e seu lugar na sociedade, de sua missão de educação, pesquisa e extensão, de seus laços com o mundo do trabalho, de suas relações com o Estado, das fontes de financiamento públicas e de suas interações com os outros graus e formas de ensino.
O princípio da Excelência sem Excludência deve atingir todas as áreas da Universidade, acadêmicas e de gestão administrativa, ao mesmo tempo em que suas atividades são oferecidas, sem restrição, a estudantes, à população em geral e aos diversos setores da sociedade. A excelência sem excludência reflete-se nos patamares de qualidade estipulados e na eqüidade com que lida com as esferas locais, regionais, nacionais e internacionais, bem como com os diferentes estratos da sociedade - desd aqueles que demandam tecnologias avançadas até aqueles que necessitam da transposição inovadora e crítica do conhecimento produzido para a solução de problemas básicos de sobrevivência.
Meta
Avaliar o cumprimento da missão da Universidade na sua finalidade de educação e produção de conhecimento integrados no ensino, na pesquisa, na extensão, na gestão acadêmica e administrativa, em cada Unidade acadêmica e na Universidade como um todo, tendo por base os princípios da Pertinência social e da Excelência sem Excludência.
Objetivos


  1. Enfatizar a avaliação interna, como mecanismo qualificado para trabalhar com as diversas atividades e funções que são desenvolvidas pela UFRGS;

  2. Utilizar as informações disponíveis na Universidade, inclusive as advindas das diversas avaliações externas, realizadas pelos órgãos governamentais;

  3. Consultar a comunidade universitária e a comunidade externa sobre seu grau de satisfação em relação ao cumprimento da missão da Universidade;

  4. Utilizar os resultados da avaliação como instrumentos de planejamento e de gestão.


Responsabilidades:
À Secretaria de Avaliação Institucional - SAI, compete:

  • Coordenar e articular, com as Unidades acadêmicas, e com os diversos setores da administração central, o desenvolvimento do Programa de Avaliação Institucional Permanente da UFRGS - PAIPUFRGS: 2º Ciclo Avaliativo;

  • Subsidiar as Unidades Acadêmicas, com dados e informações necessárias e pertinentes para a execução do PAIPUFRGS;

  • Organizar e desenvolver seminários e outros eventos que se fizerem necessários para ancorar o desenvolvimento das atividades do PAIPUFRGS;

  • Sistematizar os processos e resultados das ações de avaliação, em relatórios parciais e em publicação final, para divulgar o trabalho realizado.


Aos Núcleos de avaliação da Unidades - NAU's, articulados com a SAI, compete:


  • Implantar o processo de avaliação das Unidades, segundo o Programa de Avaliação Institucional Permanente na UFRGS: 2º Ciclo Avaliativo, envolvendo a comunidade de alunos, professores e técnico-administrativos;

  • Realizar eventos que sirvam de suporte teórico e prático ao processo de avaliação;

  • Responsabilizar-se pela análise e diagnóstico de sua Unidade, coordenando o Processo de Avaliação interna;

  • Participar do trabalho referente às quatro questões de avaliação para a Universidade: 1) acompanhamento de egressos, 2) análise da alocação, qualificação e desempenho com vistas a valorização dos técnico-administrativos; 3) otimização do processo de avaliação docente e de disciplina pelo docente; e 4) análise das condições físicas e de equipamentos da Unidade, para subsidiar as prioridades de infra-estrutura da Unidade;

  • Elaborar o projeto de avaliação interna da Unidade, contemplando suas peculiaridades e especificidades, entendendo as questões de avaliação para as Unidades Acadêmicas como referências orientadoras: 1) ensino; 2) pesquisa; 3) extensão; 4) gestão acadêmica; 5) gestão administrativa; 6) infra-estrutura; 7) pessoal docente; 8) pessoal técnico-administrativo; 9) estudantes; 10) relações institucionais;

  • Organizar relatórios de avaliação, de acordo com o Programa de Avaliação, atentando às suas duas vertentes de desenvolvimento: uma que "olha" a Universidade por inteiro, e outra que busca as especificidades das atividades desenvolvidas em cada Unidade Acadêmica da Instituição, incluindo a escola Técnica e o Colégio de Aplicação.


SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) fundamenta-se na necessidade de promover a melhoria da qualidade da educação superior, a orientação da expansão da sua oferta, o aumento permanente da sua eficácia institucional, da sua efetividade acadêmica e social e, especialmente, do aprofundamento dos seus compromissos e responsabilidades sociais.
Princípios fundamentais do Sinaes

  • Responsabilidade social com a qualidade da educação superior;

  • Reconhecimento da diversidade do sistema;

  • Respeito à identidade, à missão e à história das instituições;

  • Globalidade, isto é, compreensão de que a instituição deve ser avaliada a partir de um conjunto significativo de indicadores de qualidade, vistos em sua relação orgânica e não de forma isolada;

  • Continuidade do processo avaliativo.

O Sinaes integra três modalidades principais de instrumentos de avaliação, aplicados em diferentes momentos:



  1. Avaliação das Instituições de Educação Superior (Avalies) - é o centro de referência e articulação do sistema de avaliação que se desenvolve em duas etapas principais:

  1. auto-avaliação - coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada IES, a partir de 1º de setembro de 2004;

  2. avaliação externa - realizada por comissões designadas pelo Inep, segundo diretrizes estabelecidas pela Conaes.

  1. Avaliação dos Cursos de graduação (ACG) - avalia os cursos de graduação por meio de instrumentos e procedimentos que incluem visitas in loco de comissões externas. A periodicidade desta avaliação depende diretamente do processo de reconhecimento e renovação de reconhecimento a que os cursos estão sujeitos.

  2. Avaliação do Desempenho dos Estudantes (Exame Nacional de Avaliação de Desempenho dos Estudantes - Enade) - aplica-se aos estudantes do final do primeiro e do último ano do curso, estando prevista a utilização de procedimentos amostrais. Anualmente, o Ministério da Educação, com base em indicação da Conaes, definirá as áreas que participarão do Exame.


SECRETARIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

DIMENSÕES SINAES/QUESTÕES PAIPUFRGS

1) A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – Plano de Desenvolvimento Institucional-PDI, Programa Pedagógico Institucional-PPI, Programa Pedagógico dos cursos-PPC, Perfil dos ingressantes e perfil dos egressos.



Indicador PAIPUFRGS:
Gestão Acadêmica

  • Analisar a gestão acadêmica da Unidade em termos da organização dos: projeto(s) político(s) pedagógico(s), currículo(s) de graduação, programa(s) de pós-graduação, linhas de pesquisa e projetos de extensão.



Nestas dimensões serão apresentados os itens currículo e alunos.


ENSINO DE GRADUAÇÃO

Enquanto Ensino de Graduação a FACED constitui-se do curso de PEDAGOGIA e da parte pedagógica oferecidas aos cursos de Licenciaturas.



Quanto AO CURSO DE PEDAGOGIA realizou-se o Seminário: o curso de pedagogia em discussão - setembro/1998 que envolveu:





FACED

outras instituições

Entidades externas (representantes)

Total por segmento

Professores

30

23




53

Estudantes

71

15




86

Outros







21

21

Total participantes










139



Conclusões do Seminário:

  1. Identidade profissional d(a)o pedagog(a)o: diversidade - novas habilitações ou ênfases dado os espaços e pulverização do conhecimento de atuação do pedagog(a)o.

  2. Estrutura do curso: mais enxuta e generalista com ênfase na pesquisa; integração entre as temáticas das disciplinas

  3. Relação do curso com seus egressos: formação em serviço.

  4. Duração e momento de prática de ensino: precedida desde o início com interações com a realidade escolar.

Na gestão de 2000 a 2002 a grande tarefa da COMGRAD foi o estudo das disciplinas e conteúdos para adequar-se à avaliação externa (provão) promovida pelo MEC. Em 2002 impulsionado pelas novas diretrizes curriculares das licenciaturas emanadas pelo Ministério começa-se a discussão do novo currículo da pedagogia com representação discente muito atuante e culmina com a nova proposta curricular em discussão atualmente.


Quanto às Licenciaturas:

A UFRGS através do Fórum das licenciaturas (Pró Reitoria Graduação) - em desenvolvimento desde 1994 - em consonância com o PROLICEN/MEC/SESU/94-95 e FINEP96/97 - repensou a formação em seus cursos de licenciatura. Instituições, faculdades, departamentos em parceria com escolas de 1º e 2º grau, públicas e particulares, sistemas de ensino estadual e municipal, (Ass. Científicas, classes e sindicatos).

As novas diretrizes para os cursos de graduação das IES – emanadas do edital SESU/MEC 04/97 - questionam o modelo 3 + 1 ( três anos de formação específica e um ano de formação pedagógica).

Foi constituído o Fórum Regional das Licenciaturas com a participação das seguintes entidades: FURG, UFSM, UFPEL, Unisinos, PUC, Univ. Fed. Do Paraná, Delegacias de Ensino do MEC - associações: ANFOPE, Matem., Psicol., CEPERS.

O Fórum culminou com o documento apresentado em julho de 1998, intitulado Licenciaturas e Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores, uma contribuição da comunidade das licenciaturas da região Sul em atendimento à SESU/MEC edital nº04/97.

Foi também realizado, pelo Fórum o I Seminário Repensando o Papel da FACED e Seus Compromissos com a UFRGS: Desafios e Propostas.

Conforme convocação de 04 de junho de 1999 da Direção do Centro de Educação o I seminário teria como:

1º) Objetivo: analisar os documentos encaminhados pelo MEC, CNE e Comissão de Especialistas sobre diretrizes para a Pedagogia e demais licenciaturas.

2º) Temáticas:


  1. Centros de Formação de Professores/ Institutos Superiores de Educação;

  2. Prática de Ensino/ Estágio Supervisionado

  3. Integração FACED/ outras Licenciaturas

  4. Diretrizes Curriculares: Licenciaturas e Pedagogia.


Proposta para reformulação curricular das licenciaturas da UFRGS

Em 2003:


Retomado o GT (sempre com professores - 1 representante por cada departamento) foi elaborada a proposta para as licenciaturas e cada área elaborou, em 2004, a proposta finalizada da súmula da(s) sua(s) disciplina(s) a ser posta em prática em 2005.
Pós-Graduação1
Proposta Pedagógica:

Os conceitos-chave para entendimento da Proposta Pedagógica atual do Programa de Pós-Graduação em Educação são multiplicidade, diversidade, transversalidade, complexidade e respeito à diferença. O processo de integração em Linha de pesquisa, que congrega os pesquisadores antes isolados, não pode se dar sem o processo complementar de escuta que aceita a diferença, que se abre às relações de cooperação entre as Linhas de Pesquisa. Essa ética de uma existência e uma convivência acadêmicas, assentada no respeito mútuo e nas relações de reciprocidade, ao mesmo tempo que inova em termos de gestão e de estrutura curricular, propõe:



  • Uma nova matriz de constituição de subjetividade que se pauta por uma organização reticular de interconexões que subverte a matriz hierárquica e rígida, convencional das relações entre pares, entre níveis, entre conteúdos;

  • O princípio da cooperação como base das relações entre professor e aluno, Mestrado e Doutorado, Graduação e Pós Graduação, e entre Ensino, Pesquisa e extensão;

  • O rompimento com a lógica que dicotomiza teoria e prática e organiza a grade curricular conformada a um modelo hierárquico e obediente a uma matriz identitária, que impõe um direcionamento único apoiada em sistemas de pré-requisitos, indo de disciplinas obrigatórias, eventualmente de caráter universal, para disciplinas especializadas e, finalmente, para as de aplicação instrumental.

Essa ética, se não neutraliza o jogo de forças nas relações de poder, ao menos ajuda a construir um ambiente acadêmico crescentemente comprometido com a cooperação. Do ponto de vista da organização curricular, a variedade de ofertas se constitui como uma configuração sempre provisória, na forma de um equilíbrio instável, cujo dinamismo transitório se reconstrói semestralmente. Ao mesmo tempo, uma certa consciência de incompletude também se renova a cada semestre, por ocasião da oferta curricular, concretizando-se como uma espécie de "insatisfação mobilizadora", que se traduz na disponibilização, sempre renovada, de novos seminários perseguindo os avanços da pesquisa e da ciência.

Essa organização curricular, caracterizada pela mobilidade e transitoriedade, exige do docente uma permanente atualização não só relativa aos avanços na sua área de especialização, mas, para além dela, no que concerne:



  • Aos progressos nas áreas afins com as quais mantém interlocução. Dentre inúmeras outras, pode-se lembrar a Sociologia, a Filosofia, as Ciências políticas, a Comunicação Social e os estudos sobre mídia, a Psicologia Social e Institucional, a Psicologia Cognitiva, a Neurofisiologia e os estudos do cérebro, as Ciências Físicas e Biológicas, a Lingüística, a Psicanálise, a Informática, a História, os Estudos Culturais com as questões de gênero, etnia, raça, sexismo, etc...

  • Aos problemas educacionais que resistem, insistem, persistem, à revelia das aplicações experimentadas. Entre eles, o analfabetismo, a não-aprendizagem e a repetência, a exclusão escolar e social, a educação rural, a discriminação das minorias, a crise de valores e da ética e a formação para a cidadania, , o trabalho infantil e a exploração da infância, a educação de jovens e adultos, etc...

Os efeitos se fazem ( e far-se-ão muito mais, em médio prazo)sentir pelo forte comparecimento da transversalidade na discussão temática, metodológica e teórica. A transversalidade emerge à medida que ocorre um reconhecimento da relatividade e da transitoriedade do conhecimento para dar conta das realidades concretas, cada vez mais complexas ante o espantado e deslumbrado olhar, agir, sentir, pensar humanos. O resultado vem a ser:

  • A necessidade quase imperiosa de formulação conjunta d problemas que transcendem os limites disciplinares;

  • A constituição inter e transdisciplinar de objetos de estudo, que se refletem nas dissertações e teses dos alunos, tanto quanto nos projetos de pesquisa dos seus professores-orientadores;

  • A cooperação teórico-metodológica, colocada pela exigência de superação da fragmentação disciplinar, que acaba por se construir: no desvendamento da empiria e da capacidade expilicativo-interpretativa das teorias, seja nas interlocuções entre pesquisadores-autores nas Linhas de Pesquisa, ou na internalidade das salas de aula e dos grupos de pesquisa, suportando níveis diferenciados de competência (mestrado-doutorado, professor-aluno, graduação-pós-graduação, etc.).

Na medida em que estes princípios organizadores começam a ser delineados, tornam-se meta do Programa para os próximos anos, meta não realmente fixa, rígida, mas passível de reconstrução no limite das conclusões de seu processo auto-avaliativo. Dessa forma, o Programa mostra uma Proposta Pedagógica sintonizada com as inquietações presentes na área da educação. Os diversos profissionais que nele atuam (alunos, professores e funcionários) tentam, cada um em seu setor, viabilizar a existência de uma Universidade pública competente e eticamente responsável pelo papel que pode desempenhar num amplo processo de construir possibilidade, de uma vida democrática para dentro (em sua dinâmica interna) e para fora (na oferta generosa de resultados que qualificam o uso do recurso público), bem como em formar profissionais qualificados para os desafios de toda ordem.
PERFIL DOS INGRESSANTES CURSO DE PEDAGOGIA 2
O estudo ateve-se ao curso de pedagogia uma vez que a FACED atende a aproximadamente 20 diferentes cursos de licenciaturas conforme quadro acima.


  • Mais de 70% dos candidatos inscritos cursaram o ensino fundamental em escolas públicas, no entanto, não chega a 58% a parcela de alunos oriundos de escolas públicas que são aprovados.

  • Mais de 60% dos candidatos aprovados cursaram o ensino médio regular; entre 16% (2004) e 22% (2001) dos candidatos cursaram o magistério e entre10% (2004) e 14% (2001) dos candidatos inscritos são oriundos de cursos supletivos. Porém, no concurso vestibular de 2004, 75% dos candidatos aprovados eram de ensino médio regular, houve redução do número de aprovados que cursaram o magistério (11%) e o supletivo (3,39%).

  • Mais de 60% dos candidatos inscritos cursaram o ensino médio em escolas públicas estaduais. Entre 28% (2004) e 34% (2001) cursaram em escola particular e entre 41% (2002) e 51% (2004) desses candidatos são aprovados.

  • Mais de 18% dos candidatos cursaram o ensino médio noturno, porém somente entre 6% (2004) e 11% (2002) são aprovados.

  • Entre 67% (2001) e 73%(2004) dos candidatos inscritos concluíram o ensino médio em POA. A percentagem de aprovação desses candidatos também é situada entre 67% (2002) e 73% (2001), porém no último concurso aumentou para 80%.

  • Entre 47% (2004) e 53% (2002) dos candidatos inscritos não freqüentou curso pré-vestibular. Porém, a percentagem de aprovação tem se mostrado maior entre candidatos que freqüentaram cursinho por menos de um ano.

  • Mais de 43% dos candidatos inscritos iriam realizar seu primeiro vestibular; em média 27% pela segunda vez, 15% pela terceira vez e 7% pela quarta vez. Desses inscritos, a percentagem maior de aprovados se situa entre os que prestam pela Segunda ou terceira vez.

  • Mais de 74% dos inscritos nunca iniciaram um curso superior. Entre 12% (2002) e 16% (2004) iniciaram, mas abandonaram, porém, eles representam entre 17% (2002) e 23% (2003) dos aprovados. No ano de 2004, mais de 16% dos aprovados estavam cursando um outro curso de nível superior.

  • Entre 11% (2001) e 19% (2004) dos candidatos aprovados não participa de atividades extracurriculares. E mais de 34% participa de atividades artística ou culturais.

  • Os meios de informação mais utilizados pelos candidatos inscritos e aprovados são o jornal e o telejornal.

  • Em 2004, mais de 87% dos aprovados são de cor branca.

  • Mais de 17% dos candidatos aprovados trabalham em turno integral, enquanto que, no último ano, os aprovados que não trabalham representam mais de 60% do total.

  • A maioria dos candidatos entre inscritos e aprovados encontra-se com uma renda mensal de 1 a 5 salários mínimos; mais de 25% dos candidatos aprovados tem renda de 5 a 10 salários mínimos. Os candidatos inscritos com renda superior a 30 salários mínimos contaram 1,02% no último vestibular, porém representaram 4,31% dos aprovados.

  • Mais de 39% dos candidatos aprovados em 2004 dividem a renda mensal total entre quatro familiares.

  • Desde 2001 o nº de candidatos aprovados que tem como ocupação principal ser estudante variava entre 46 e 55%, porém no último ano aumentou para mais de 64%. Entre os inscritos varia de 40 a 48%.

  • Para os inscritos, entre 60% (2004) e 63% (2001) tem ensino médio completo, entre 14% (2002) e 19% (2004) curso superior incompleto; para os aprovados, entre 50% (2004) e 59% (2001) tem curso de nível médio completo, e no último ano, mais de 32% curso de nível superior incompleto. Um dado que chama atenção é que mais de 12% dos candidatos aprovados no último ano tem ensino médio incompleto.

  • O nº de pais e mães dos candidatos aprovados que possuem ensino médio completo e curso superior vem aumentando. Em torno de 20% (2001) a 24% (2004) dos pais destes possuem ensino médio completo, enquanto a situação das mães sofre um processo inverso ficando entre 24% (2004) e 28% (2001) o número das mesmas que possuem o ensino médio concluso. Ainda com relação a formação dos pais dos aprovados, situam-se entre 10% (2002) e 26% (2004) os que possuem nível superior, e entre 9% (2002) e 23% (2004) as mães em situação idêntica. Entre os candidatos inscritos a maioria de seus pais tem ensino fundamental incompleto, mais de 30% em todos os anos, e em ambos segmentos – pai/mãe.

ALUNOS:


Em 2004/2, se matricularam e concluíram o CURSO DE PEDAGOGIA o seguinte número de alunas/os segundo suas diferentes habilitações:
Número de alunas/os do curso de pedagogia da FACED em 2004/2, segundo habilitações

Habilitações

Matrículas

Concluintes*

Educação infantil

266

252

Séries iniciais

322

305

*Alunos concluintes no semestre, não se consideram como formandos.
Quanto às LICENCIATURAS, têm-se o seguinte quadro:

Matrículas e evasão nas licenciaturas na Disciplina Organização da Educação Brasileira 2004/2 por curso



CURSO

MATRÍCULAS

CONCLUINTES

PEDIDOS PARA 2005

QUÍMICA D.

07




NE

QUÍMICA N.

10




NE

CBIO

36




35

FISICA D.

07




35

FISICA N.

04




35

MATEMÁTICA D.

19




10

MATEMÁTICA N.




10

ESTATÍSTICA D.

01




2

ESTATÍSTICA N.




2

E. FÍSICA

59




64

HISTÓRIA D.

25




10

HISTÓRIA N.

30




10

GEOGRAFIA D.

09




NS

GEOGRAFIA N.




PSICOLOGIA

5




FILOSOFIA

14




LETRAS

83




ARTES*

19




15

C. SOCIAIS D.

25




NS

C. SOCIAIS N.

23




ENFERMAGEM

13




TOTAL CURSOS**

15







TOTAL ALUNOS

389







* inclui música, plásticas, dramáticas – as 15 solicitadas foram pelas artes dramáticas.

** agregando-se os mesmos cursos noturno e diurno (7) e as 4 ênfases das artes.


Indicador PAIPUFRGS:

Gestão Administrativa

  • Realizar diagnóstico da gestão administrativa, com foco nos aspectos estratégicos e operacionais, como alicerce ao desenvolvimento das atividades da Unidade.



Indicador PAIPUFRGS:

Relações Institucionais

  • Reconhecer a vocação social da Unidade, através dos tipos de relações estabelecidas, com os diferentes segmentos da sociedade, realizados através de convênios, consultorias e similares.




Para dar conta destas dimensões sistematizou-se os seguintes dados:



INTERCÂMBIOS INSTITUCIONAIS – INDICADORES 2002

a) Atividades Conjuntas e sistemáticas com outros Programas (Disciplina EDP 50 - Teoria e Prática do Ensino Superior):

Procedência dos alunos:


  • Especialização em Ciência e Tecnologia de Alimentos

  • PPG Desenvolvimento rural (Mestrado)

  • PPG Zootecnia (Doutorado)

  • PPG Odontologia (Mestrado)

  • PPG Ciências Veterinárias (Mestrado e Doutorado)

  • PPG Ciências Farmacêuticas (Mestrado)

  • PPG Computação (Mestrado)

  • PPG Engenharia Elétrica (Mestrado)

  • PPG Engenharia de Produção (Mestrado)

  • PPG Engenharia Mecânica (Mestrado)

  • PPG Engenharia Química (Mestrado)

  • PPG Matemática Aplicada (Mestrado)

  • PPG Arquitetura (Mestrado e Doutorado)

  • PPG Cardiologia (Mestrado e Doutorado)

  • PPG Ciências do Solo (Mestrado e Doutorado)

  • PPG Ciências Médicas: Psiquiatria (Mestrado e Doutorado)

  • PPG Ciências Médicas: Nefrologia (Mestrado)

  • PPG Ciências Médicas: Neurociências (Mestrado)

  • PPG Ciências Médicas: Pediatria (Mestrado)

  • PPG Recursos Hídricos (Mestrado)

  • PPG Sociologia (Mestrado)

  • PPG Agronegócios (Mestrado)

  • PPG Farmácia (Mestrado)

  • PPG Química (Mestrado)

  • PPG Administração (Mestrado e Doutorado)

  • PPG PROPAR (Doutorado)

  • PPG Comunicação (Mestrado)

  • PPG Informática (Mestrado)

b)Doutorado Sanduíche




  • Universidad de Valladolid

  • Universidade do Porto

  • UERJ

  • Universidade de Hamburgo

  • Universidade de Coimbra

  • Universitat de Valencia




  1. Pós-Doutorado de PROFESSOR DO PPGEDU




  • Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra

d) Pós-doutorado no PPGEDU



  • Professor do Centro de Educação da UFSC




  1. Projetos internacionais




  • ALFA-ACRO: Acreditación y Reconocimientos Oficiales entre Universidades de Mercosur y la EU.

  • Legislação da Educação Superior do Brasil e na América Latina.

  • Projeto Europeu MOISE - Modello Organizzativo Internazionale di Servizi Educativ per la Disabilitá.

  • Rede Ibero-americana de informática na Educação.

  • Redespecial - internacional - envolve 21 países Ibero-americanos.

  • Projeto MOISE.

  • Intercâmbio com a Universidade de Santiago.

  • Intercâmbio RedEspecial - Argentina.

  • Intercâmbio Ribie - Espanha, Países Ibero-americanos.

  • Intercâmbio Ribie - México, Países Ibero-americanos.

  • Intercâmbio com Universidade de Coimbra.

  • Intercâmbio Universidade de Braga.

  • Projeto integrado Auto-Avaliação e Auto Análise Organizacional em Brasil e Portugal.

  • Projeto Integrado sobre Formação de Professor no MERCOSUL/CONESUL.




  1. Projetos Nacionais:




  • Tecnologias da informação e Comunicação aplicadas a educação Especial.

  • Ambientes de Aprendizagem Virtuais: inclusão Social de Portadores de Necessidades Educativas Especiais - Pesquisa CNPQ.

  • Ambientes de Aprendizagem Virtuais: inclusão Social de Portadores de Necessidades Educativas Especiais - Pesquisa FAPERGS.

  • Inovações Tecnológicas para Pessoas com Deficiências.

  • Ambientes de Aprendizagem Digitais: Os Caminhos pela área de desenvolvimento Potencial de Pessoas com Necessidades educativas Especiais.

  • Projeto adolescentes infratores leves que prestam serviço a comunidade da UFRGS.

  • Programa escolar hospitalar: pesquisa de intervenção e proposição assistencial.

  • Convênio UNESCO/MEC-SEED/UNB formação de banco de dados sobre EAD e tecnologias na aprendizagem no âmbito do MERCOSUL.

  • Protocolo de Cooperação com a Universidade de Toronto prevendo desenvolvimento de pesquisa na área educacional.




  1. Evento Internacional:




  • X Seminário Internacional: Formação do Professor como Pesquisador; com a presença de professores da Universidad de Luján (Argentina), PUC de Chile, Universidad de Los Lagos (Chile), Universidad de Concepción (Chile), Universidad Católica de La Santíssima Concepción (Chile) e da Universidad de la República Del Uruguay.



CONVÊNIOS:
No ano de 2002, ocorreram negociações com a Universitat de Barcelona, Espanha, e a FLACSO-Facultad Latinoamericana de Ciência Sociales, com sede em Buenos Aires, Argentina, no sentido de firmar Protocolo de Cooperação Acadêmica com a UFRGS, sob a coordenação da FACED/PPGEDU. Com ambas as instituições, a cooperação tem por objetivos:


  • Promover o intercâmbio de professores e estudantes.

  • Impulsionar projetos de investigação conjuntos.

  • Comunicar os resultados de suas experiências pedagógicas (cursos, seminários, etc.).

  • Receber estudantes da outra instituição, sempre que estes cumpram com os requisitos vigentes na instituição que os recebe, e em condições que oportunamente se estabeleçam.

  • Oferecer apoio institucional aos professores, pesquisadores e estudantes destas instituições que viajam ao outro país para realizar trabalho de campo.

  • Favorecer, dentro dos regulamentos próprios de cada país, a participação de docentes da outra instituição em cursos, colóquios, seminários ou congressos organizados segundo o previsto nos programas anuais de colaboração.

  • Favorecer o intercâmbio de publicações e propiciar a realização de publicações conjuntas.

  • Informar a outra parte dos congressos, colóquios, reuniões científicas e seminários que cada uma organize e intercambiar as publicações e documentos resultantes destas atividades.

  • Envidar esforços para obter recursos de agências públicas e privadas para a execução deste Protocolo.

* No final de 2002, as minutas dos Convênios, aprovada e assinada pela reitora da UFRGS, já haviam sido encaminhadas aos respectivos países para serem assinadas.


2) A POLÍTICA PARA O ENSINO, A PESQUISA, A PÓS-GRADUAÇÃO, A EXTENSÃO E AS RESPECTIVAS NORMAS DE OPERACIONALIZAÇÃO, INCLUÍDOS OS PROCEDIMENTOS PARA ESTÍMULO À PRODUÇÃO ACADÊMICA, AS BOLSAS DE PESQUISA DE MONITORIA E DEMAIS MODALIDADES – currículos e programas de estudo, sistematização das atividades de extensão, acompanhamento e avaliação do impacto das atividades de extensão, grupos de trabalho, bolsas outorgadas, estímulo à pesquisa, convênios e acordos, indicadores de atividades científicas, conceitos CAPES, indicadores de atuação profissional dos egressos, indicadores de publicações.
Indicador PAIPUFRGS:

Ensino

Explicitar em que medida e quais as evidências que mostram as relações estabelecidas pela formação educativa, na graduação e na pós-graduação, com a atualidade do mundo do trabalho e da formação cidadã, nos seus aspectos profissionais, éticos, sociais, culturais, ecológicos, econômicos e humanísticos;
  1   2   3   4   5   6


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal